Central Sport Club

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde maio de 2015). Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde maio de 2015). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Central
CentralSC.png
Nome Central Sport Club
Alcunhas Alvinegro
Patativa do Agreste
Central de Caruaru
Torcedor/Adepto Alvinegro
Centralino
Centralista
Mascote Patativa
Principal rival Porto-PE
Salgueiro
Fundação 15 de junho de 1919 (100 anos)
Estádio Lacerdão
Capacidade 20 000[1]
Localização Caruaru, Brasil
Presidente Clóvis Lucena[2]
Treinador Celso Teixeira[3]
Patrocinador PITU
Caruaruense
Amazônia Mix
ASCES
Material (d)esportivo Super Bolla
Competição Campeonato Pernambucano
Série D
Ranking nacional Aumento 83.º lugar, 815 pontos [4]
Website www.centralsc.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar

Central Sport Club é uma agremiação esportiva de Caruaru, no Estado de Pernambuco, fundada a 15 de junho de 1919. Sua principal atividade esportiva é o futebol.

História[editar | editar código-fonte]

Origens[editar | editar código-fonte]

O Central Sport Club foi fundado em 15 de junho de 1919, a uma da tarde, na Sociedade Musical Comercial Caruaruense, tendo como representante o Sr. Francisco Porto de Oliveira. Foram eleitos: José Faustino Vila Nova (Presidente), João Batista de Oliveira (Vice-Presidente), Severino de Sales Tiné (1º Secretário), Arlindo de Vasconcelos Limeira (2º Secretário), Artur Leandro Sales (Tesoureiro), Ângelo Emídio de Lira (Vice-Tesoureiro), Francisco Porto de Oliveira (Orador) e Severino José Bezerra (Diretor de Esportes). Como consta na primeira "Ata de fundação", Foi estabelecida uma jóia de 2.000 réis e 500 réis de mensalidade[5].

O título do clube foi sugerido pelo Sr. Severino Bezerra, recebendo esse nome em homenagem à Estrada Central de Ferro de Pernambuco, denominação que os ingleses da Great Western deram a ferrovia que cortava Caruaru na direção do Sertão. As cores preto e branco, segundo o Professor José Florêncio Neto (Machadinho), ex-jogador do time caruaruense no início da equipe, foram escolhidas em face do símbolo do clube, a patativa, pássaro de canto harmonioso. [6]

Central de Caruaru em 1929: Milton Piancó, Cabral, Roxura (Manoel Carvalhal), Maldição (Vicente Ferrer), Neco Pereira, João Ferrer, Seixas, Fernando Ferrer, Zé de Nane, Cordeiro, Dão Rico, Nestor, Machadinho (José Florêncio Neto), Dedé Molambo e o Presidente da equipe: Valfrido Nunes.

No início o time só disputava jogos amistosos. Mesmo assim, revelou grandes jogadores como Machadinho, Zuza, Teonilo, Pedro, Rochura, Joaquim, Alemão e Tutu.

Início da carreira profissional[editar | editar código-fonte]

Em 1936 o Vasco da Gama veio a Caruaru para um amistoso. O time carioca suou para conseguir vencer o Central por 1 a 0. Os centralinos ainda conseguiram o empate, com Tutu, mas o árbitro anulou, erroneamente, o gol.

Um ano depois, o Central finalmente era incluído entre os grandes do futebol pernambucano e começou a disputar o campeonato estadual. Foi o primeiro time do interior do estado a participar do Campeonato Pernambucano de Futebol. Porém, no mesmo ano, cansado de diversos equívocos de arbitragem, a diretoria retirou a equipe do torneio. O Central filiou-se,então, à Liga Esportiva Caruaruense e faturou os títulos de 1942, 1945, 1948, 1951/52, 1954, 1958. Em 1951, a Patativa conseguiu um feito histórico, vencendo o Jocaru por 23 a 0, o meia Milton foi o artilheiro do jogo com 11 gols. O final da década de 1950 é marcado pelas obras de construção do Estádio Pedro Victor de Albuquerque.

O alvinegro do Agreste só voltou a disputar o Campeonato Pernambucano da Primeira Divisão em 1960, depois de um grande apoio do presidente da Liga Desportiva Caruarense, Gercino Pereira Tabosa e do presidente da FPF, Rubem Moreira da Silva. Logo o time se transformou na quarta força de pernambucano, sendo o destaque do interior e o fiel da balança no certame.

Em 1964, o Central comandado por um dos seus maiores craques, Vadinho, faz um campeonato pernambucano brilhante, em especial no 1º turno, com apenas uma derrota em Recife para o Campeão, Náutico Capibaribe, terminando o certame na 3ª colocação, até então, o melhor resultado de um time do interior de Pernambuco na História.

Sob o olhar do Presidente Luiz Lacerda, Desportista Gercino Tabosa entrega o Troféu do Campeonato ao Capitão Jucélio do Central de Caruaru.

Em 1965, o Central Sport Club de maneira invicta vence o Torneio Gercino Tabosa ao empatar com o Santa Cruz por 1 a 1 no Estádio Pedro Victor de Albuquerque, competição que teve a participação ainda do Campeão Sergipano do ano, o Confiança, e do Vice-Campeão Alagoano, o Capelense.

Em 04 de fevereiro de 1968, o Central vence a Seleção Argentina de Novos (chamada atualmente de seleção pré-olímpica), um feito histórico para o clube.

Central de Caruaru, Time Base de 1964

No ano de 1972, marca a estreia do Central Sport Club em um Campeonato Nacional, a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, onde terminou empatado na 1ª posição do grupo, não se classificando para a fase final apenas devido aos critérios de desempate.

Ascensão à elite do futebol brasileiro[editar | editar código-fonte]

Em 1980, a grande reforma no Estádio Pedro Victor de Albuquerque, atual Lacerdão, foi concluída. O jogo inaugural foi marcado no dia 19 de outubro do mesmo ano, o Central venceu a Seleção Nigeriana de Futebol por 3 a 1. Gil Mineiro, jogador do Central Sport Club, marcou o 1º gol após a reconstrução.

Também na década de 1980, em especial os anos de 1983 e 1986, o Central passa a ser concorrente efetivo do Campeonato Pernambucano, disputando ponto a ponto, turnos e returnos do certame com Sport, Santa Cruz e Náutico.

No ano de 1986 ocorre a maior glória do Central Sport Club, que em uma disputa emocionante com o Americano vence o Grupo F do Torneio Paralelo (uma espécie de Série B, mas não é reconhecido pela CBF como tal), conseguindo acesso imediato à fase final do certame, a Série A ao lado de Flamengo, Grêmio, Fluminense, dentre outros. Como os vencedores de cada grupo subiram diretamente para a segunda fase da Série A, não houve uma fase final. O Central reivindica o reconhecimento pela CBF desse título como da Série B de 1986, que seria dividido entre Treze, Inter de Limeira e Criciúma.[7][8][9]

Neste mesmo ano, no dia 22 de outubro de 1986 ocorreu o maior recorde de público da história do interior de Pernambuco, 24.450 pessoas foram assistir a vitória do Central por 2 a 1 contra o Flamengo na fase final da competição.

O Central continuou fazendo boas campanhas na Série "B" do Campeonato Brasileiro até que em 1995 surgiu nova oportunidade de acesso à primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Após campanha brilhante, o Central chegou a fase final do certame em conjunto com o Athlético Paranaense, Coritiba e Mogi Mirim. Em um dos mais disputados quadrangulares ocorridos na Série B, ascenderam o Atlético Paranaense e o Coritiba frustrando o sonho alvinegro patativa de retornar à primeira divisão.

Campanhas irregulares[editar | editar código-fonte]

O final da década de 90 é marcado por uma série de administrações desastrosas que culminaram com o rebaixamento da equipe tanto do Campeonato Pernambucano da Primeira Divisão, quanto da Série "B" do Campeonato Brasileiro.

Em 1999, vence o Campeonato Pernambucano da Série A2 e retorna à primeira divisão estadual. Em 2001, vence a Copa Pernambuco. Em 2002, vence a Copa Governador Jarbas Vasconcelos torneio batizado carinhosamente de "pernambuquinho". É a época da reconstrução da equipe que volta a ocupar o local destaque em Pernambuco que sempre foi seu. Após brilhantes campanhas no Campeonato Pernambucano de 2007 e 2008, tendo sido inclusive, Vice-Campeão Estadual, o Central é classificado para a Copa do Brasil. Elimina em 2008 o Remo-PA, e enfrenta o Palmeiras na segunda fase da competição. Em 2009, elimina o Ceará e enfrenta o Vasco da Gama na 2ª Fase da Competição, reeditando um confronto clássico que tinha ocorrido há mais de 74 anos.

Em 2011, torna-se o primeiro clube do interior na História, a vencer um turno do Campeonato Pernambucano.

Em 2015, repete o feito da conquista do turno, ao vencer a Taça Governador Eduardo Campos, o Primeiro Turno do Campeonato Pernambucano.

Em 2018, após vencer o Sport por 1 a 0 na semifinal, o Central se classificou pela primeira vez à final do Campeonato Pernambucano, contra o Náutico. Acabou perdendo o título para o timbu, tendo empatado em 0x0 em Caruaru e perdendo por 2x1 na Arena Pernambuco.

Estádio Luiz José de Lacerda[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Estádio Luiz José de Lacerda

O Estádio Luiz José de Lacerda, popularmente conhecido como "Lacerdão", é localizado em Caruaru, Pernambuco, e possui mais de 70 anos de História, sendo a casa do Central. Seu uso pelo clube iniciou na primeira metade do século XX, quando ainda era um campo de pelada[10].

O estádio teve outros nomes antes: Central Park no início da História do clube; e depois Pedro Victor de Albuquerque, como passou a ser chamado por muitos anos. Recebeu seu nome atual em homenagem ao esforço do empresário Luiz José Lacerda, que foi fundamental para a ampliação do Estádio no final da década de 1970 e início da década de 1980.

O jogo inaugural após a ampliação foi marcado no dia 19 de outubro de 1980, o Central venceu a Seleção Nigeriana de Futebol por 3 a 1. Gil Mineiro, então jogador do Central Sport Club, marcou o primeiro gol.

Campo do Central de Caruaru, novembro de 2012.
Campo do Central de Caruaru, novembro de 2012.

Atualmente, o Lacerdão tem capacidade aproximada de 20.000 pessoas, sendo o maior estádio particular do interior do Norte/Nordeste e o quarto maior estádio de Pernambuco, apenas ficando atrás da Ilha do Retiro (estádio do Sport), da Arena Pernambuco e do Arruda (estádio do Santa Cruz).

O Estádio já foi palco de confrontos do Central com diversas seleções e clubes, tais como: a Seleção Principal da Nigéria; a Seleção de Novos da Argentina (atualmente conhecida como seleção pré-olímpica); e contra clubes campeões brasileiros, a exemplo de Flamengo-RJ, Fluminense-RJ, Vasco-RJ, Grêmio-RS, Atlético-PR, Coritiba-PR, Guarani-SP e Palmeiras-SP.

Recorde de público[editar | editar código-fonte]

No dia 22 de outubro de 1986, ocorreu o maior recorde de público da história de Caruaru: 24.450 pessoas foram assistir à vitória do Central por 2 a 1, contra o Flamengo-RJ, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro do mesmo ano[10]

Símbolos do Clube[editar | editar código-fonte]

Mascote[editar | editar código-fonte]

Diz-se que, no campo onde treinavam os jogadores do Central, no início da história do clube, encontravam-se muitas patativas nas árvores ao redor, como se observassem os jogos do time local. Dessa presença constante, o passáro tornou-se símbolo do clube[11].

Escudo antigo, semelhante ao atual.

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo do Central sofreu variações ao longo dos anos, mas sempre mantendo suas cores: o preto e o branco, oriundas da patativa. Seu escudo sofreu mínimas alterações nos últimos 40 anos, trazendo a mascote, o nome do time e listras verticais brancas e negras.


Hino[editar | editar código-fonte]

O Central Sport Club teve três hinos oficiais em sua História. O primeiro foi composto por Yêdo Silva, no ano de 1921, porém infelizmente não há registro de sua letra, nem partitura. O segundo foi composto pelo ex-atleta do clube José Florêncio Neto, o Professor Machadinho, no ano de 1968. O terceiro e último, que é o utilizado até hoje, foi composto pelo Cantor Israel Filho, no ano de 1995.[12]

Hino do Central Sport Club. Letra: Prof. José Florêncio Neto (Machadinho), 1968.

I
CENTRAL, CENTRAL, CENTRAL
Tu és a glória do Nordeste
Teu nome social
Enche de encantos
A Capital do Agreste
II
És tu linda bandeira
Que ao tremular
Diante dos campeões
É dos mais fortes
O nosso brado
Sentindo a vitória
Dos nossos corações
III
Nasceste em Caruaru
Sobre um belo céu de anil
Pensando em Pernambuco
Enaltecendo o Brasil
Tuas cores alvi-negras
Falam junto aos corações
Num desejo que tu sejas
Campeão dos Campeões.


Hino do Central Sport Club (atual). Letra: Israel Filho, 1995.

Meu glorioso alvinegro
És campeão das emoções
Tua glória, teu passado
Sempre presente em nossos corações
Tua bandeira alvinegra
Ao tremular relembra a tua história
Enche de orgulho o nosso peito
Nos faz lutar em busca da vitória
És filho de Caruaru
Capital do Agreste em Pernambuco
Nossa busca de vitórias prevalece
O teu gingado tão malandro, tão matuto
Central, Central, Central
O teu nome me enche de emoção
Seja na terra, em outras terras
Tua bandeira é força e tradição.

Títulos[editar | editar código-fonte]

REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Brazil Region Nordeste.svg Torneio Gercino Barbosa 1 1965Cscr-featured.png
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Pernambuco Copa Governador Jarbas Vasconcelos 1 2002
Pernambuco Copa Pernambuco 1 2001
Pernambuco Campeonato Pernambucano - Série A2 1 1999
Pernambuco Torneio Augusto Lucena (Torneio Incentivo da FPF) 3 1973, 1974 e 1975
Pernambuco Torneio Início de Pernambuco 1 1973Cscr-featured.png
Pernambuco Campeonato Pernambucano do Interior 37 1937, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1993, 2001, 2002, 2007, 2008, 2010 e 2018
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Bandeira caruaru.jpg Liga Esportiva Caruaruense 9 1942Cscr-featured.png, 1943, 1944, 1945, 1948, 1951Cscr-featured.png, 1952,1953 e 1958

Outros torneios[editar | editar código-fonte]

  • BrasilTorneio Qualificatório do Campeonato Brasileiro Série B 1994 - Zona Pernambuco: 1 (1993Cscr-featured.png)

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

Sub-20 (Júnior)[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão invicto

Sub-17 (Juvenil)[editar | editar código-fonte]

Futsal pictogram.svg Futsal[editar | editar código-fonte]

  • Pernambuco Campeonato Pernambucano Adulto - 2013
  • Pernambuco Copa Pernambuco Adulto - 2014.

Futebol feminino[editar | editar código-fonte]

  • Brasaorecife.jpg Copa Vivo dos Campeões (aberto feminino)-2011

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Nacionais[editar | editar código-fonte]

Regionais[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Futsal pictogram.svg Futsal[editar | editar código-fonte]

  • Brasil 3ª colocado na Taça Brasil de Futsal: 2014
  • Brazil Region Nordeste.svg 3ª colocado na Taça Nordeste de Futsal: 2014

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas do Central

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2020
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Pernambuco Campeonato Pernambucano 59 Vice-campeão (2007 e 2018) 1937 2020 2
Série A2 2 Campeão (1999) 1999 2005 2
Brasil Campeonato Brasileiro 2 33º colocado (1986) 1979 1986
Série B 18 4º colocado (1995) 1972 1997 1 2
Série C 5 8º colocado (2000) 2000 2008
Série D 10 12º colocado (2009) 2009 2020
Copa do Brasil 3 2ª Fase (2008 e 2009) 2008 2019

Histórico em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Participações na Copa do Brasil

Em 2008, fez uma campanha notável, eliminando o Remo na 1ª fase, após empatar em seus domínios pelo placar de 0 a 0, vencendo no jogo de volta por 2 a 0, em Belém. Na 2ª fase, enfrentou o Palmeiras e foi eliminado.

Em 2009, o Central voltou a surpreender um adversário tradicional. Na 1ª fase, o alvinegro de Caruaru recebeu a equipe do Ceará. No Lacerdão, a partida ficou no 0 a 0. No jogo da volta, o Ceará conseguiu abrir o marcador, no segundo tempo, após uma cobrança de pênalti. Quase no fim do jogo, numa falha de recuo de bola para o goleiro cearense, o estreante Buiú roubou a bola do arqueiro e marcou para empatar o jogo em 1 a 1. Estava garantida a passagem para a 2ª fase, na qual o clube seria eliminado pelo Vasco da Gama.

Mascote[editar | editar código-fonte]

O Central Sport Club tem como mascote a patativa, um pássaro alvi-negro com um canto melodioso e triste. Dizem que, durante os treinos do Central, se encontravam no lugar muitas patativas. Daí o porque da patativa ter sido escolhida como mascote do Central.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

  • Última atualização: 28 de dezembro de 2018.[13][14]
  • Prata da casa: Jogador prata da casa
Goleiros
Jogador
Brasil França
Brasil Elias
Brasil Anderson
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Bruno Oliveira Z
Brasil Amilton Z
Brasil Alemão Z
Brasil Rafael Araújo Z
Brasil Cristiano Fontes Z
Brasil Rafael Caldeira Z
Brasil Wendel LE
Brasil Alex Barros LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Fernando Pires V
Brasil Duda V
Brasil Raimundinho V
Brasil Weslley V
Brasil Diego Teles V
Brasil Paulinho Mossoró M
Brasil Idevam M
Brasil Fábio Neves M
Brasil Diego Palhinha M
Atacantes
Jogador
Brasil Leandro Costa
Brasil Joelson
Brasil Edinho Canutama
Brasil Pedro Maycon
Brasil Caique
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Celso Teixeira T
Brasil Catende AS
Brasil Erivelton Santos AS

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking atualizado em dezembro de 2014

  • Posição: 87º
  • Pontuação: 581 pontos[15]

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol para pontuar todos os clubes do Brasil.[16]

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

Clássico Matuto[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico Matuto

A primeira rivalidade do Central Sport Club aconteceu logo após a sua fundação no ano de 1919, uma dissidência dentro do alvinegro fez surgir o Sport Club Caruaruense no ano de 1920 que se tornou o principal adversário do clube caruaruense nos seus primeiros anos de fundação e sem dúvidas, foi a maior rivalidade que o clube já possuiu na sua História.

Na década de 1940, após a criação do campeonato caruaruense da LDC (Liga Desportiva Caruaruense), embates sensacionais ocorreram entre a Patativa, o Comércio Futebol Clube, o Vera Cruz Futebol Clube e o São Paulo (de Caruaru), sempre com ampla prevalência do alvinegro que participando de pouco mais de quinze campeonatos, venceu nove.

Após, no final da década de 70 surgiu o Atlético Clube Caruaru. Com a extinção de todos os seus antigos rivais, na década de 1990 surgiu outro adversário para o Central Sport Club que é o Clube Atlético do Porto, o confronto entre os dois é chamado de Clássico Mestre Vitalino ou Clássico Matuto.

Clássico do Interior[editar | editar código-fonte]

Na última década, surgiu esse clássico que coloca frente a frente as duas maiores equipes do interior pernambucano e que lutam pelo título de 4ª força do futebol pernambucano: Central vs Salgueiro. Os confrontos são marcados pela rivalidade e muito equilíbrio.

Clássico do Agreste[editar | editar código-fonte]

Rivalidade entre o Central Sport Club representando a cidade de Caruaru e o Sete de Setembro Esporte Clube representando a cidade de Garanhuns.

Livro sobre a História do Central de Caruaru[editar | editar código-fonte]

  • RIBEIRO, Zenóbio Meneses. Meu Central, Meu Orgulho, Minha Paixão. Impresso na Gráfica Atual, 2013.

Fontes consultadas[editar | editar código-fonte]

  • Revista Caruaru Hoje
  • Jornal Vanguarda
  • Livro de atas do Central Sport Club
  • Arquivo Pessoal de Souza Pepeu/Sérgio Pepeu

Referências

  1. http://blogs.diariodepernambuco.com.br/esportes/?p=75280/
  2. https://globoesporte.globo.com/pe/caruaru-regiao/futebol/times/central/noticia/vamos-arregacar-as-mangas-e-trabalhar-muito-afirma-novo-presidente-do-central.ghtml
  3. https://jconline.ne10.uol.com.br/canal/esportes/futebol/noticia/2018/10/25/central-anuncia-estevam-soares-como-o-novo-treinador-do-clube-359661.php
  4. CBF (4 de dezembro de 2017). «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2018» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 4 de dezembro de 2017 
  5. Online, J. C. (5 de janeiro de 2018). «Central de Coração - JC Online». Central de Coração - JC Online (em inglês). Consultado em 7 de outubro de 2019 
  6. referência encontrada na Revista Caruaru Hoje, nº 4, de março de 2001, Souza Pepeu.
  7. «Por que, 30 anos depois, três times brigam por título que nunca existiu?». ESPN. 21 de outubro de 2016. Consultado em 31 de março de 2017 
  8. «Série B sem fim: 30 anos depois, três clubes ainda buscam o título de 1986». Globoesporte.com. 18 de dezembro de 2016. Consultado em 18 de abril de 2017 
  9. «Campeões do Brasileiro Série B». Campeões do Futebol. Consultado em 31 de março de 2017 
  10. a b Online, J. C. (5 de janeiro de 2018). «Central de Coração - JC Online». Central de Coração - JC Online (em inglês). Consultado em 7 de outubro de 2019 
  11. «Um século de Central, o orgulho de Caruaru». Blog do Torcedor. 15 de junho de 2019. Consultado em 7 de outubro de 2019 
  12. Revista Caruaru Hoje, n. 17.
  13. «Central Sport Club (@centraloficial) | Twitter». twitter.com. Consultado em 15 de maio de 2018 
  14. Futebol, CBF - Confederação Brasileira de. «BID». bid.cbf.com.br. Consultado em 14 de agosto de 2018 
  15. «RNC - RANKING NACIONAL DOS CLUBES 2015» (PDF)  Confederação Brasileira de Futebol - acessado em 11 de dezembro de 2014
  16. «Cruzeiro lidera o Ranking Nacional de Clubes 2015»  CBF

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Central Sport Club