Copa Sul-Americana

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Copa Sul-Americana
CONMEBOL Sudamericana
Conmebol Sudamericana logo.png
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Dados gerais
Organização CONMEBOL
Edições 16
Local de disputa Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul
Sistema Eliminatórias
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A Copa Sul-Americana (Copa Sudamericana em espanhol), cujo nome oficial atual é CONMEBOL Sul-Americana,[1] é uma competição continental de clubes de futebol da América do Sul, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol.

Substituiu, em 2002, as copas Mercosul e Merconorte, que por sua vez substituíram, em 1998 e 1999, a Copa Conmebol e a Supercopa Sul-Americana[2]. Tais competições, após o fim da Supercopa, passaram a ser a segunda competição mais importante entre clubes no continente sul-americano, inferior apenas à Copa Libertadores da América. A Copa Sul-Americana resultou da tentativa frustrada de se disputar uma Copa Pan-Americana de clubes, incluindo competidores das Américas Central e do Norte entre 2002 e 2008.[3]

Até 2010, era patrocinada pela montadora japonesa Nissan, e em 2011 e 2012, pela fabricante de pneus japonesa Bridgestone.[4] Em 2013 e 2014 foi patrocinada pela petroquímica francesa Total,[5] outra diferença para a antiga Copa Conmebol, que terminou por desinteresse dos clubes, do público e dos patrocinadores.[6]

Após escândalo na CONMEBOL em 2015,[7] a Copa Sul-Americana perdeu patrocinadores,[8] embora esteja garantida até 2018 por aumento na cota de participação dos direitos de transmissão ao canal de TV Fox Sports.[9] Em 8 de maio de 2017 a CONMEBOL anunciou a Bumbet, site de apostas, como novo patrocinador premium da entidade para as edições de 2017 e 2018.[10]

História[editar | editar código-fonte]

Logotipo com o patrocínio da Nissan (2003–2010).
Logotipo com o patrocínio da Bridgestone (2011–2012).
Logotipo com o patrocínio da Total (2013–2014).

A Copa Conmebol, disputada entre 1992 e 1999, que na época era a terceira competição da CONMEBOL, é considerada sua precursora pelas formas muito similares de classificação para a competição, tendo como maior diferença o número de participantes, apenas 16 na competição anterior.[11][12][13]

Desde sua criação, em 2002, o campeão se classifica para disputar a Recopa Sul-Americana no ano seguinte contra o campeão da Copa Libertadores da América do mesmo ano.

Na edição de 2006 o Pachuca tornou-se o primeiro clube não sul-americano a vencer uma competição organizada pela CONMEBOL.

O Internacional (2008), a Universidad de Chile (2011), o São Paulo (2012) e o River Plate (2014) foram os únicos campeões invictos na história da Copa; o primeiro com cinco vitórias e cinco empates em dez jogos,[14][15] o segundo com dez vitórias e dois empates em doze jogos;[16] o terceiro com cinco vitórias e cinco empates em dez jogos[17] e o quarto com oito vitórias e dois empates em dez jogos.[18]

Desde 2007, o campeão também se classifica para disputar no ano seguinte, no Japão, a Copa Suruga Bank contra o campeão da Copa da Liga Japonesa do mesmo ano e a partir da edição de 2010, a CONMEBOL incluiu uma vaga para o campeão da Copa Sul-Americana na edição seguinte da Copa Libertadores da América.[19]

Em novembro de 2011 a CONMEBOL e os representantes das confederações participantes do torneio decidiram pela abertura de mais 8 vagas para a edição de 2012. Os países que até então tinham apenas 3 vagas, contam com 4 representantes a partir da edição, com exceção de Argentina e Brasil (6 e 8 vagas respectivamente).[20] Desde 2015, passou a classificar também para a Supercopa Euroamericana onde o campeão enfrenta o campeão da Liga Europa da UEFA.[21]

A partir de 2017 passou por uma nova reformulação. Antes disputada apenas no segundo semestre, passou a ocorrer durante toda a temporada em paralelo com a Copa Libertadores, sendo que 10 equipes eliminadas dessa competição antes das oitavas de final são transferidas para a Copa Sul-Americana.[22]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

O Brasil não participou da primeira Copa Sul-Americana (2002) alegando problemas de calendário. O torneio não foi muito valorizado nos primeiros anos de disputa pelos grandes clubes brasileiros. A classificação de brasileiros para a Sul-Americana envolveu o Ranking de Clubes da CONMEBOL nas edições de 2003 e 2004; atualmente ela se dá apenas ao mérito esportivo obtido na temporada anterior.

Até o ano de 2012 classificavam-se para a competição oito clubes: os que ocupassem da quinta à décima segunda posição no Campeonato Brasileiro. A presença de outros clubes já classificados para a Libertadores entre os doze primeiros do Campeonato Brasileiro abria vagas na Sul-Americana para os próximos clubes mais bem posicionados.

Em 2013, o critério de classificação de clubes brasileiros para a Copa Sul-Americana mudou. Os representantes brasileiros eram os perdedores da Copa do Brasil até a terceira fase que tivessem o melhor desempenho na edição do Brasileirão do ano anterior, o que poderia incluir os quatro clubes promovidos da segunda divisão.[23] Tal critério foi utilizado até 2016.

Entre 2014 e 2016 a Copa do Nordeste passou a distribuir uma vaga ao seu campeão na Sul-Americana, desde que os clubes não estivessem na disputa da Copa do Brasil no segundo semestre.[24] Em 2015 e 2016 o campeão da Copa Verde, competição que envolve clubes do Norte, Centro-Oeste e Espírito Santo, também garantiam uma vaga na competição sul-americana.[25]

Na disputa da Sul-Americana os oito clubes passavam por duas fases: a primeira, nacional, eliminava em jogos de ida e volta quatro equipes em confrontos envolvendo apenas clubes nacionais. A segunda incluia as demais equipes do continente, também em jogos eliminatórios, das oitavas de final até a final.

Com a reformulação da competição em 2017, o Brasil perdeu duas vagas, passando a contar com seis clubes, e os critérios para classificação passaram a ser unicamente através das colocações no Campeonato Brasileiro.[26] Com isso também acabaram as fases nacionais, com os clubes enfrentando as equipes da América do Sul desde a primeira fase.

Classificação[editar | editar código-fonte]

A competição é integrada por clubes qualificados graças a critério desportivo, embora até 2009 os clubes argentinos Boca Juniors e River Plate fossem convidados pela AFA independentemente de desempenho técnico.

A partir de 2017, dez equipes desclassificadas na Copa Libertadores da América também ganharam o direito de disputar a Sul-Americana no mesmo ano.[27] Também em 2017, a CONMEBOL proibiu a classificação de equipes por meio de competições subnacionais, como ocorria no Brasil com os campeões da Copa Verde e da Copa do Nordeste.[28] Além disso, devido a mudança nas datas do torneio, que passou a durar o ano inteiro e coincidir com a Copa Libertadores, o campeão da Copa Sul-Americana não mais tem direito a uma vaga para defender o seu título no ano seguinte (a não ser que esteja entre as dez equipes transferidas da Libertadores).

Após as mudanças de 2017, a distribuição das vagas pelas confederações se dá da seguinte maneira:

Vagas País Classificação
10
  • Equipes terceiro colocados na fase de grupos Copa Libertadores (8)
  • Duas melhores equipes eliminadas na fase preliminar da Copa Libertadores (2)
6  Argentina
4  Bolívia
6  Brasil
4  Chile
  • Perdedor do play-off entre os vice-campeões da temporada (1)
  • Terceiro e quarto lugar do Torneio Apertura do Campeonato Chileno (2)
  • Vice-campeão da Copa Chile (1)
4  Colômbia
4 Equador
4  Paraguai
4  Peru
  • Quarto lugar do Campeonato Peruano (1)
  • Três melhores colocados não classificados aos play-offs do Campeonato Peruano (3)
4 Uruguai
4  Venezuela
  • Vice-campeão da Copa Venezuela (1)
  • Vice-campeão do Torneio Clausura do Campeonato Venezuelano (1)
  • Dois melhores colocados do Campeonato Venezuelano não classificados à Copa Libertadores (2)

Resultados[editar | editar código-fonte]

Ano Final Semifinalistas Número de participantes
Campeão Placar(es) Vice
2002
Detalhes
Argentina
San Lorenzo
4 – 0
0 – 0
Colômbia
Atlético Nacional
Bolívia
Bolívar
Uruguai
Nacional
21
2003
Detalhes
Peru
Cienciano
3 – 3
1 – 0
Argentina
River Plate
Colômbia
Atlético Nacional
Brasil
São Paulo
35
2004
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
0 – 1
2 – 0
Bolívia
Bolívar
Brasil
Internacional
Equador
LDU Quito
35
2005
Detalhes
Argentina
Boca Juniors
1 – 1
1 – 1
4 – 3 (pen)
México
Pumas UNAM
Chile
Universidad Católica
Argentina
Vélez Sársfield
34
2006
Detalhes
México
Pachuca
1 – 1
2 – 1
Chile
Colo-Colo
Brasil
Atlético Paranaense
México
Toluca
34
2007
Detalhes
Argentina
Arsenal de Sarandí
3 – 2
1 – 2
México
América
Argentina
River Plate
Colômbia
Millonarios
34
2008
Detalhes
Brasil
Internacional
1 – 0
1 – 1 (pro)
Argentina
Estudiantes
México
Chivas Guadalajara
Argentina
Argentinos Juniors
34
2009
Detalhes
Equador
LDU Quito
5 – 1
0 – 3
Brasil
Fluminense
Uruguai
River Plate
Paraguai
Cerro Porteño
31
2010
Detalhes
Argentina
Independiente
0 – 2
3 – 1
5 – 3 (pen)
Brasil
Goiás
Equador
LDU Quito
Brasil
Palmeiras
39
2011
Detalhes
Chile
Universidad de Chile
1 – 0
3 – 0
Equador
LDU Quito
Brasil
Vasco da Gama
Argentina
Vélez Sársfield
39
2012
Detalhes
Brasil
São Paulo
0 – 0
2 – 0
Argentina
Tigre
Chile
Universidad Católica
Colômbia
Millonarios
47
2013
Detalhes
Argentina
Lanús
1 – 1
2 – 0
Brasil
Ponte Preta
Paraguai
Libertad
Brasil
São Paulo
47
2014
Detalhes
Argentina
River Plate
1 – 1
2 – 0
Colômbia
Atlético Nacional
Argentina
Boca Juniors
Brasil
São Paulo
47
2015
Detalhes
Colômbia
Santa Fe
0 – 0
0 – 0
3 – 1
(pen)
Argentina
Huracán
Paraguai
Sportivo Luqueño
Argentina
River Plate
47
2016
Detalhes
Brasil
Chapecoense
[nota 1] Colômbia
Atlético Nacional
Argentina
San Lorenzo
Paraguai
Cerro Porteño
47
2017
Detalhes
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A definir

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A definir
Paraguai
Libertad
Colômbia
Junior Barranquilla
54

Títulos[editar | editar código-fonte]

Por clube[editar | editar código-fonte]

O paraguaio Claudio Morel Rodríguez é o futebolista que mais vezes venceu a Copa Sul-Americana com três conquistas em 2002 (pelo San Lorenzo), 2004 e 2005 (ambas pelo Boca Juniors).
Clube Títulos Vices Semifinais
Argentina Boca Juniors 2 (2004 e 2005) 1 (2014)
Equador LDU Quito 1 (2009) 1 (2011) 2 (2004 e 2010)
Argentina River Plate 1 (2014) 1 (2003) 2 (2007 e 2015)
Brasil São Paulo 1 (2012) 3 (2003, 2013 e 2014)
Brasil Internacional 1 (2008) 1 (2004)
Argentina San Lorenzo 1 (2002) 1 (2016)
Peru Cienciano 1 (2003)
México Pachuca 1 (2006)
Argentina Arsenal de Sarandí 1 (2007)
Argentina Independiente 1 (2010)
Chile Universidad de Chile 1 (2011)
Argentina Lanús 1 (2013)
Colômbia Santa Fe 1 (2015)
Brasil Chapecoense 1 (2016)
Colômbia Atlético Nacional 3 (2002, 2014 e 2016) 1 (2003)
Bolívia Bolívar 1 (2004) 1 (2002)
México Pumas UNAM 1 (2005)
Chile Colo-Colo 1 (2006)
México América 1 (2007)
Argentina Estudiantes 1 (2008)
Brasil Fluminense 1 (2009)
Brasil Goiás 1 (2010)
Argentina Tigre 1 (2012)
Brasil Ponte Preta 1 (2013)
Argentina Huracán 1 (2015)
Argentina Vélez Sársfield 2 (2005 e 2011)
Chile Universidad Católica 2 (2005 e 2012)
Colômbia Millonarios 2 (2007 e 2012)
Paraguai Cerro Porteño 2 (2009 e 2016)
Paraguai Libertad 2 (2013 e 2017)
Uruguai Nacional 1 (2002)
Brasil Atlético Paranaense 1 (2006)
México Toluca 1 (2006)
Argentina Argentinos Juniors 1 (2008)
México Chivas Guadalajara 1 (2008)
Uruguai River Plate 1 (2009)
Brasil Palmeiras 1 (2010)
Brasil Vasco da Gama 1 (2011)
Paraguai Sportivo Luqueño 1 (2015)
Colômbia Junior Barranquilla 1 (2017)

Por país[editar | editar código-fonte]

Ao conquistar a edição de 2011, a Universidad de Chile tornou-se a primeira equipe chilena a vencer a Copa Sul-Americana.
País Títulos Vices Semifinais
 Argentina 7 4 7
 Brasil 3 3 7
 Colômbia 1 3 4
 México 1 2 2
 Chile 1 1 2
Equador 1 1 2
 Peru 1 0 0
 Bolívia 0 1 1
 Paraguai 0 0 5
Uruguai 0 0 2

Por confederação[editar | editar código-fonte]

Confederação Títulos Vices
CONMEBOL 14 13
CONCACAF 1 2

Equipes com mais participações[editar | editar código-fonte]

Por país[editar | editar código-fonte]

País Clube Participações
 Argentina River Plate 11
 Bolívia Bolívar 9
 Brasil São Paulo 10
 Chile Universidad Católica 9
 Colômbia Atlético Nacional 7
Equador LDU Quito 10
 Paraguai Libertad 13
 Peru Universitario 7
Uruguai Danubio 8
 Venezuela Deportivo Anzoátegui 7

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

O chileno Eduardo Vargas é o maior artilheiro em uma única edição da Copa Sul-Americana com 11 gols marcados, em 2011.
Edição Futebolista(s) Clube Gols
2002 Argentina Rodrigo Astudillo Argentina San Lorenzo 4
Bolívia Gonzalo Galindo Bolívia Bolívar
Camarões Pierre Webo Uruguai Nacional
2003 Peru Germán Carty Peru Cienciano 6
2004 Argentina Horacio Chiorazzo Bolívia Bolívar 5
2005 Argentina Bruno Marioni México Pumas UNAM 7
2006 Chile Humberto Suazo Chile Colo-Colo 10
2007 Colômbia Ricardo Ciciliano Colômbia Millonarios 6
2008 Brasil Alex Brasil Internacional 5
Brasil Nilmar Brasil Internacional
2009 Argentina Claudio Bieler Equador LDU Quito 8
2010 Brasil Rafael Moura Brasil Goiás 8
2011 Chile Eduardo Vargas Chile Universidad de Chile 11
2012 Uruguai Carlos Núñez Uruguai Liverpool 5
Brasil Fábio Renato Equador LDU Loja
Paraguai Jonathan Fabbro Paraguai Cerro Porteño
Chile Michael Ríos Chile Universidad Católica
Colômbia Wason Rentería Colômbia Millonarios
2013 Equador Enner Valencia Equador Emelec 5
2014 Chile Andrés Vilches Chile Huachipato 5
Equador Miler Bolaños Equador Emelec
2015 Paraguai José Ariel Núñez Paraguai Olimpia 5
Equador Miller Bolaños Equador Emelec
Argentina Ramón Ábila Argentina Huracán
Colômbia Wilson Morelo Colômbia Santa Fe
2016 Paraguai Cecilio Domínguez Paraguai Cerro Porteño 6
Colômbia Miguel Borja Colômbia Atlético Nacional

Notas

  1. No dia 5 de dezembro, por solicitação do próprio Atlético Nacional, a CONMEBOL declarou a Chapecoense como a campeã da Copa Sul-Americana de 2016 após reunião virtual do conselho da entidade.[29][30] A final da competição foi suspensa após o acidente de avião, que levaria o time brasileiro para o primeiro jogo da decisão, em Medellín, deixar 71 mortos, dentre eles dezenove atletas e dezesseis membros da equipe técnica da Chapecoense, além de oito integrantes da diretoria, 21 jornalistas e sete tripulantes.[31][32] Assim, o Atlético Nacional foi declarado como vice-campeão e recebeu o prêmio "Centenário da Conmebol ao Fair Play".[30]

Referências

  1. «CONMEBOL SUL-AMERICANA apresenta seu novo emblema». CONMEBOL. 31 de janeiro de 2017. Consultado em 1 de fevereiro de 2017 
  2. «Copa CONMEBOL» (em espanhol). CONMEBOL. Consultado em 21 de julho de 2014 
  3. «Historia de la Copa Sudamericana» (em espanhol). Taringa. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  4. «Fue sorteada la Copa Sudamericana» (em espanhol). CONMEBOL.com. 28 de junho de 2011. Consultado em 28 de junho de 2011 
  5. «Total é a nova patrocinadora da Copa Sul-Americana». Terra. 29 de julho de 2013. Consultado em 30 de julho de 2013 
  6. Anuário Placar 2003, página 617.
  7. BETING, Erich (24 de junho de 2015). «Conmebol começa a pagar conta do escândalo de corrupção». UOL. Consultado em 13 de fevereiro de 2017 
  8. BETING, Erich (1 de outubro de 2015). «Depois de escândalo na Conmebol, Copa Sul-Americana definha». Máquina do Esporte. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  9. ZIRPLO, Cassio (25 de novembro de 2015). «Copa Sul-Americana garantida até 2018, com ampliação da cota de participação». Diário de Pernambuco. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  10. Site oficial da CONMEBOL (8 de maio de 2017). «Bumbet Novo Patrocinador Premium da CONMEBOL SUL-AMERICANA 2017 e 2018». Site oficial da CONMEBOL. Consultado em 10 de maio de 2017 
  11. Las cuatro precursoras de la actual Copa Sudamericana CONMEBOL. Página visitada em 25 de outubro de 2013
  12. «Libertadores 2008 tem novidades 'históricas'». GloboEsporte.com. 10 de dezembro de 2007. Consultado em 10 de maio de 2010 
  13. «El clásico Newell's-Central deja Rosario para ser internacional» (em espanhol). Edición Nacional. 18 de agosto de 2005. Consultado em 10 de maio de 2010 
  14. «¡Internacional brillante campeón de la Copa Nissan Sudamericana!» (em espanhol). Zero Hora. 4 de dezembro de 2008 
  15. «Inter iguala con Estudiantes y es campeón (1-1)» (em espanhol). FIFA. 4 de dezembro de 2008 
  16. «La U derrota a LDU novamente e é campeã invicta da Sul-Americana». GloboEsporte.com. 15 de dezembro de 2011. Consultado em 15 de dezembro de 2011 
  17. «Após confusão, São Paulo vence Copa Sul-Americana». A Crítica. 12 de dezembro de 2012. Consultado em 13 de dezembro de 2012 
  18. «River Plate, campeão invicto da Sul-Americana que volta a ser protagonista atualizando a escola argentina». ESPN. 11 de dezembro de 2014. Consultado em 27 de agosto de 2016 
  19. «Conmebol anuncia que campeão da Sul-Americana vai disputar a Libertadores». GloboEsporte.com. 28 abril de 2010. Consultado em 28 de abril de 2010 
  20. «Conmebol abre oito vagas para a próxima competição». Portal Terra. 24 de novembro de 2011. Consultado em 25 de novembro de 2011 
  21. «¡Copa el taco!» (em espanhol). Olé. 26 de março de 2015. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  22. «Conmebol muda formatos das Copas Libertadores e Sul-Americana já para 2017». Superesportes. 27 de setembro de 2016. Consultado em 7 de outubro de 2016 
  23. Cassio Zirpoli (11 de dezembro de 2013). «A nova longa lista de espera da Copa Sul-Americana». Diário de Pernambuco. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  24. «Campeão da Copa Nordeste pode ficar sem vaga na Sul-Americana». Terra. 14 de janeiro de 2014. Consultado em 11 de fevereiro de 2014 
  25. «Vale vaga na Sul-Americana: veja o guia da primeira Copa Verde». GloboEsporte.com. 10 de fevereiro de 2014. Consultado em 11 de fevereiro de 2014 
  26. «Conmebol confirma que Brasileirão dará seis vagas para a Sul-Americana». GloboEsporte.com. 14 de outubro de 2016. Consultado em 4 de dezembro de 2017 
  27. «Conmebol confirma Sul-Americana mais longa e com vagas "repescadas"». GloboEsporte.com. 3 de outubro de 2016. Consultado em 1 de dezembro de 2017 
  28. «Santa Cruz e Papão não terão vaga na Copa Sul-Americana de 2017». GloboEsporte.com. 30 de novembro de 2016. Consultado em 1 de dezembro de 2017 
  29. «Chape é declarada campeã e garante ao menos US$ 4,8 mi em premiações». GloboEsporte.com. 5 de dezembro de 2016. Consultado em 5 de dezembro de 2016 
  30. a b «CONMEBOL otorga el título de Campeón de la Sudamericana 2016 a Chapecoense y reconoce a Atlético Nacional con el premio del Centenario de la Conmebol al Fair Play» (em espanhol). CONMEBOL. 5 de dezembro de 2016. Consultado em 5 de dezembro de 2016 
  31. «Avião com equipe da Chapecoense cai na Colômbia e deixa mortos». G1. 29 de novembro de 2016. Consultado em 30 de novembro de 2016 
  32. «Queda de avião da Chapecoense: lista de mortos na tragédia na Colômbia inclui 19 atletas e 21 jornalistas». G1. 29 de novembro de 2016. Consultado em 30 de novembro de 2016 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]