Rafael Moura

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Rafael Moura
Rafael Moura
Rafael Moura, a esquerda, marca contra o Caxias pelo Campeonato Gaúcho de 2014
Informações pessoais
Nome completo Rafael Martiniano de Miranda Moura
Data de nasc. 23 de maio de 1983 (32 anos)
Local de nasc. Belo Horizonte (MG), Brasil
Nacionalidade  brasileira
Altura 1,88 m
Destro
Apelido He-Man[1]
Informações profissionais
Clube atual BrasilSem clube
Número -
Posição Centroavante
Clubes de juventude
Brasil Minas Tênis Clube (futsal)
Brasil Cruzeiro
Brasil Atlético Mineiro
Brasil Villa Nova
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
2003–2004
2004–2005
2005
2006
2007–2012
2007–2008
2008–2009
2010
2012–2015
2016–
Brasil Atlético Mineiro
Brasil Vitória
Brasil Paysandu
Brasil Corinthians
Brasil Fluminense
França Lorient (emp.)
Brasil Atlético Paranaense (emp.)
Brasil Goiás (emp.)
BrasilInternacional
0002 0000(0)
0004 0000(1)
0014 0000(7)
0044 0000(15)
0086 0000(28)
0002 0000(0)
0065 0000(29)
0056 0000(29)
0121 0000(28)
0000 00000(0)


2 Partidas e gols totais pelo
clube, atualizados até 14 de outubro de 2015.

Rafael Martiniano de Miranda Moura[2] (Belo Horizonte, 23 de maio de 1983),[3] mais conhecido como Rafael Moura, é um futebolista brasileiro que atua como atacante. Atualmente, está sem clube.

Clubes[editar | editar código-fonte]

Cruzeiro e Villa Nova[editar | editar código-fonte]

Iniciou na categoria de base do Cruzeiro em 1991, e em 1992 foi para o Atlético-MG — dos 9 aos 16 anos. No ano de 2000, assinou seu primeiro contrato profissional no Villa Nova-MG com 17 anos.

Atlético Mineiro e outros clubes[editar | editar código-fonte]

Três anos depois, retornou ao Atlético Mineiro, atuou como juniores, conquistando vários títulos, incluindo um torneio internacional disputado na Croácia, sendo dele a artilharia. Conquistou o título brasileiro de seleção estadual sub 20 com o técnico Ney Franco. Paralelamente ao futebol de campo, durante três anos, jogou futsal pelo Minas Tênis Clube, em que foi tricampeão e artilheiro dos campeonatos que disputou. Em 2004, no Atlético Mineiro fez apenas dois jogos no profissional contra o Vitória e Guarani-MG, no mesmo ano foi transferido para o próprio Vitória, sendo contratado para ser reserva de Edílson (Capetinha) e Obina.

No início do ano de 2005, fraturou o pé, passou por cirurgia e ficou 10 meses parado. No final do mesmo ano, foi para o Paysandu[4] (Pará) e já na sua estreia contra o Botafogo marcou gol; o treinador na época, Carlos Alberto Torres, o efetivou então como titular da camisa 11, tendo uma média de gols de 11 gols em 14 partidas, o que chamou a atenção do Corinthians, que o contratou para o ano seguinte.[5] Na equipe, dirigida pelo técnico Antônio Lopes, Rafael estava cotado para ser o reserva do time para a posição, mas impressionou nos treinos e estreou fazendo gol contra o Noroeste, em jogo válido pelo Campeonato Paulista de 2006. Nos primeiros jogos marcou três gols, e logo, por sua garra e aspecto físico, ganhou o carinhoso apelido de "He-Man".[6]

Fluminense[editar | editar código-fonte]

Em 2007, transferiu-se para o Fluminense, junto com o seu ex-companheiro do Corinthians, Carlos Alberto e foi campeão da edição daquele ano da Copa do Brasil.[7]

No segundo semestre foi emprestado para o clube francês FC Lorient, onde assinou um contrato com validade por um ano. Na sua chegada, no entanto, logo na primeira semana de treinamento teve uma contusão e ficou seis meses afastado. No seu retorno fez dois jogos e marcou um gol.

Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

Em 19 de julho de 2008, assinou com o Atlético Paranaense. No mesmo ano, fez o seu papel e ajudou o time a escapar do rebaixamento no campeonato brasileiro daquele ano. Em 2009, ainda no Atlético-PR, foi campeão paranaense[8] e premiado como o craque do Campeonato Paranaense,[9] artilheiro com 14 gols. No campeonato brasileiro daquele ano teve problemas com a diretoria do clube e acabou afastado juntamente com mais quatro jogadores.

Goiás[editar | editar código-fonte]

Rafael saiu do Atlético-PR e se transferiu para o Goiás Esporte Clube, assinando contrato até o final de 2010. Nesse periodo, ajudou o clube a conquistar uma vaga inédita na final da Copa Sul-Americana, onde foi vice-campeão e artilheiro da competição com 8 gols,[10] assim se destacando no Goiás e sendo um dos principais jogadores do clube no ano. Rafael Moura até hoje é considerado ídolo do time esmeraldino.

Retorno ao Fluminense[editar | editar código-fonte]

Depois de ter se destacado no Goiás, no dia 27 de janeiro de 2011 acertou a sua volta ao Fluminense. Seu primeiro jogo nesta volta ao time carioca foi contra o Botafogo, no dia 6 de fevereiro de 2011, quando marcou 2 gols, mas não impediu a derrota de 3-2, em jogo válido pela Taça Guanabara.[11]

Foi uma peça importante na grande campanha do Fluminense no Campeonato Brasileiro de 2011 e no Campeonato Carioca de Futebol de 2012, tendo sido o autor do gol da vitória tricolor no segundo jogo da final sobre o Botafogo, que sacramentou o título tricolor, que havia ganho a primeira partida por 4 a 1, tendo disputado ainda algumas partidas pelo time que se sagraria campeão brasileiro neste ano.

Internacional[editar | editar código-fonte]

No segundo semestre de 2012, o Internacional acertou a contratação de Rafael Moura. Em 17 de outubro de 2012, marcou seu primeiro gol pelo Internacional contra o Figueirense no Beira-Rio.[12] Marcou mais uma vez na vitória sobre o Palmeiras por 2 a 1 também no Beira-Rio válida pela 33ª Rodada.[13]

Em 2013, começou na reserva imediata de Leandro Damião após se recuperar de uma cirurgia realizada no pé. Com a saída de João Paulo para o Atlético Goianense, Rafael Moura herdou a camisa 11. Em 2014, ganhou a titularidade com a chegada do novo técnico Abel Braga, o qual já trabalhou com o jogador no Fluminense. Marcou dois dos quatro gols na goleada contra o Caxias, no retorno do Inter ao Estádio Beira-Rio.

A temporada de 2014 não foi boa para o He-man, criticado por boa parte da torcida por não ter atuações convincentes e perder muitos gols. Mesmo assim Rafael Moura terminou como artilheiro do time na temporada marcando um gol importante contra o Figueirense em partida válida pela última rodada do Brasileirão 2014, ajudando o Inter a vencer a partida e conseguir vaga direta a fase de grupos da Copa Santander Libertadores. Neste mesmo jogo ele se envolveu em uma confusão com jogadores do Figueirense e o arbitro da partida, Rafael defendeu o juiz dos jogadores inclusive escoltando o arbitro até a tropa de choque da polícia, protagonizando uma cena engraçada e bastante comentada em programas esportivos e redes sociais. Na temporada de 2015 Rafael Moura é reserva do ataque do internacional, mas sempre que entra tem dado resultado positivo.

No dia 17 de maio de 2015, Rafael Moura completou 100 jogos oficiais pelo Internacional.[14] Em 27 de maio de 2015, Moura marca o gol mais importante de sua passagem pelo Inter, diante do Santa Fe pela Libertadores, garantindo o time colorado na semifinal da competição.[15]

Todos os gols de Rafael Moura pelo Internacional:

Títulos[editar | editar código-fonte]

Fluminense
Atlético Paranaense
Internacional

Artilharias[editar | editar código-fonte]

Goias
Atlético-PR
Fluminense

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]