Novo Basquete Brasil

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Novo Basquete Brasil (NBB)
Temporada ou competição atual:
Basketball current event.svg Novo Basquete Brasil de 2018–19
NBB.png
Esporte Basquete
Fundada 1 de agosto de 2008
CEO Kouros Monadjemi
Temporada inaugural 2009
País(es)  Brasil
Continente União Sul-Americana de Nações América do Sul
FIBA Américas
Equipes 14
Atual campeão Rio de Janeiro Flamengo (6º título)
Maior campeão Rio de Janeiro Flamengo (6 títulos)
TV Band
Band Sports
ESPN
Fox Sports
Site oficial lnb.com.br

O Novo Basquete Brasil (NBB) é a liga oficial do Campeonato Brasileiro de Basquete, organizada com a chancela da Confederação Brasileira de Basketball em substituição ao antigo Campeonato Nacional de Basquete.[1] É reconhecida pela FIBA (a Federação Internacional de Basquete) como a liga de basquete do Brasil. O basquete é um dos esportes mais populares do Brasil, sendo que a Seleção já foi uma das principais da modalidade.

A liga foi fundada no dia 1 de agosto de 2008 mantendo sede em São Paulo e conta, atualmente, com 20 clubes filiados. A liga foi criada pela Liga Nacional de Basquete, atualmente presidida por Kouros Monadjemi, e organizada pelos clubes e federações, em uma parceria com a Rede Globo.[2] Em dezembro de 2015, a RedeTV! assinou contrato para transmitir as partidas aos sábados.[3][4] Em 2 de novembro de 2016 a Rede Bandeirantes anunciou a transmissão dos jogos a partir da temporada 2016-17, substituindo a RedeTV! na tv aberta.[5]

No dia 1 de outubro de 2018, a LNB, organizadora do NBB, anunciou uma parceria com a ESPN, o Band Sports e o Fox Sports para a transmissão do campeonato na tv fechada. A Band segue com o direito de transmissão na tv aberta. O Grupo Globo, depois de dez anos de parceria, não renovou o contrato.[6]

A partir da edição 2018-2019, entre os dois turnos do NBB, acontece a Copa Super 8, torneio organizado pela Liga Nacional de Basquete entre as oito equipes melhor classificadas no 1º turno.

História[editar | editar código-fonte]

Torneios Anteriores[editar | editar código-fonte]

Taça Brasil[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Taça Brasil de Basquete

A Taça Brasil foi o primeiro torneio oficial de basquete do Brasil, criado pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), realizando 24 edições[7][8] entre 1965 e 1989, sendo conquistado por oito times diferentes, e o principal campeão sendo o Sírio, com sete títulos.

Campeonato Nacional de Basquete[editar | editar código-fonte]

Em 1990, a Taça Brasil mudou de nome para Campeonato Nacional de Basquete, com um formato mais organizado de uma temporada por ano. O campeonato foi conquistado por 11 times diferentes, sendo o Franca o principal campeão, com seis títulos. O formato perdurou até 2008.

Novo Basquete Brasil: Primeiros Anos (14 e 15 equipes)[editar | editar código-fonte]

O Novo Basquete Brasil foi criado pela LNB. A Liga Nacional de Basquete foi lançada em dezembro de 2008, reunindo as principais lideranças e os mais representativos clubes do basquete brasileiro, com o objetivo de reconduzir o esporte ao posto de segundo mais popular do Brasil, atrás apenas do futebol. Baseada no que há de mais moderno e bem-sucedido no conceito de gestão esportiva no mundo, a LNB traz ao país a ideia consagrada na NBA: uma liga independente, gerida pelos próprios clubes. Começou sendo presidida por Kouros Monadjemi. A LNB contava, na primeira temporada, com 15 clubes associados, que participam do NBB, que é chancelado pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), sendo reconhecido como o Campeonato Brasileiro de Basquete. Os jogos acontecem de acordo com as regras da FIBA.

A primeira edição do NBB começou no dia 28 de Agosto de 2008 e terminou no dia 18 de julho de 2009, sendo disputada por 15 franquias.[9] O campeão foi o time do Flamengo, que terminou em 1º lugar na fase de classificação e venceu Pinheiros (quartas) e Joinville BA (semifinal) em três jogos e o Lobos Brasília em cinco jogos, na primeira final do NBB. Marcelinho Machado foi eleito o Jogador Mais Valioso.

A segunda temporada do NBB teve as baixas dos times de Limeira e Saldanha da Gama e a adição do ADL/Londrina. O título acabou nas mãos do vice-campeão da temporada anterior, o Lobos Brasília, que repetiu as finais da temporada anterior e levou da mesma forma que o adversário anteriormente (3-2) para ser o campeão do NBB 2009-10, mas o prêmio de Jogador Mais Valioso da temporada regular acabou com o mesmo da temporada anterior, Marcelinho Machado.

Assim, começou a dominância do Lobos Brasília, que viria a ganhar mais dois títulos, dessa vez sobre os paulistas Franca (2011) e São José (2012), também elegeu o Jogador Mais Valioso da temporada regular do NBB 2010-11, Guilherme Giovannoni, já o JMV do NBB 2011-12, acabou nas mãos do vice-campeão Murilo Becker. A temporada 2010-11 marcou a volta do Limeira à competição, e a saída do ADL/Londrina após apenas um ano, além da entrada do Uberlândia. Já a temporada de 2011-12, teve a saída do Assis para a entrada do Tijuca. Nas duas competições o campeonato voltou a ter 15 equipes.

A partir do ano de 2011, também começou a ser realizada a Liga de Desenvolvimento de Basquete, vencido pelo Flamengo em 2011 e 2013, pelo Bauru em 2012, pelo Basquete Cearense em 2014, pelo Pinheiros em 2015 e 2018, pelo Franca em 2016, e pelo Paulistano em 2017.

18 equipes e volta de times tradicionais[editar | editar código-fonte]

Foi anunciado que a temporada 2012-13 do NBB teria a participação de 18 equipes. A Supercopa Brasil de Basquete acabou se tornando uma 2ª divisão da liga, e os finalistas Palmeiras e Mogi das Cruzes ingressaram na liga, junto com o Basquete Cearense (primeiro representante do Nordeste no NBB) e o Suzano Basquete. A temporada teve como campeão o time do Flamengo, que conquistou seu segundo título, também levando o Jogador Mais Valioso da temporada, com o ala Marquinhos. Nas três temporadas seguintes, o Flamengo enfileirou mais três títulos ao bater o Paulistano (NBB 2013-14) e o Bauru (NBB 2014-15 e NBB 2015-16). Na temporada 2016-17, o Bauru se tornou o primeiro time paulista a ser campeão do NBB, após bater o Paulistano na decisão. No ano seguinte (2017-18), o Paulistano conquistou o título, depois de derrotar o Mogi das Cruzes.

A popularização do NBB têm se tornado um estímulo para os clubes tradicionais retornarem ao basquete, a exemplo do próprio Palmeiras, que disputou quatro edições no NBB (uma em associação com o Araraquara). Após a criação da Liga Ouro, torneio de acesso ao Novo Basquete Brasil, em 2014, outros clubes ligados ao futebol, mas com história no basquete, como Vasco da Gama, Botafogo e Corinthians também retornaram à modalidade por esta via, além do Rio Claro, tradicional equipe do estado de São Paulo.

Edições[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: NBB Finais
Ano Campeão Placar(es) Vice 3º lugar 4º lugar
2008-09
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
3 – 2 Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
Minas Gerais
Minas
Santa Catarina
Joinville BA
2009-10
Detalhes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
3 – 2 Rio de Janeiro
Flamengo
São Paulo
Franca
Minas Gerais
Minas
2010-11
Detalhes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
3 – 1 São Paulo
Franca
São Paulo
Pinheiros
Rio de Janeiro
Flamengo
2011-12
Detalhes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
78 – 62
(jogo único)
São Paulo
São José
São Paulo
Pinheiros
Rio de Janeiro
Flamengo
2012-13
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
77 – 70
(jogo único)
Minas Gerais
Uberlândia
São Paulo
Bauru
São Paulo
São José
2013-14
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
78 – 73
(jogo único)
São Paulo
Paulistano
São Paulo
São José
São Paulo
Mogi das Cruzes
2014-15
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
2 – 0 São Paulo
Bauru
São Paulo
Limeira
São Paulo
Mogi das Cruzes
2015-16
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
3 – 2 São Paulo
Bauru
São Paulo
Mogi das Cruzes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
2016-17
Detalhes
São Paulo
Bauru
3 – 2 São Paulo
Paulistano
Bahia
Universo/Vitória
São Paulo
Pinheiros
2017-18
Detalhes
São Paulo
Paulistano
3 – 1 São Paulo
Mogi das Cruzes
Rio de Janeiro
Flamengo
São Paulo
Bauru
2018-19
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
3 – 2 São Paulo
Franca
São Paulo
Mogi das Cruzes
Rio de Janeiro
Botafogo

Títulos[editar | editar código-fonte]

Por equipe[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Rio de Janeiro Flamengo 6 (2008-09, 2012-13, 2013-14, 2014-15, 2015-16 e 2018-19) 1 (2009-10) 1 (2017-18) 2 (2010-11 e 2011-12)
Distrito Federal (Brasil) Lobos Brasília 3 (2009-10, 2010-11 e 2011-12) 1 (2008-09) 0 1 (2015-16)
São Paulo Bauru 1 (2016-17) 2 (2014-15 e 2015-16) 1 (2012-13) 1 (2017-18)
São Paulo Paulistano 1 (2017-18) 2 (2013-14 e 2016-17) 0 0
São Paulo Franca 0 2 (2010-11 e 2018-19) 1 (2009-10) 0
São Paulo Mogi das Cruzes 0 1 (2017-18) 2 (2015-16 e 2018-19) 2 (2013-14 e 2014-15)
São Paulo São José 0 1 (2011-12) 1 (2013-14) 1 (2012-13)
Minas Gerais Uberlândia 0 1 (2012-13) 0 0
São Paulo Pinheiros 0 0 2 (2010-11 e 2011-12) 1 (2016-17)
Minas Gerais Minas 0 0 1 (2008-09) 1 (2009-10)
São Paulo Limeira 0 0 1 (2014-15) 0
Bahia Universo/Vitória 0 0 1 (2016-17) 0
Santa Catarina Joinville BA 0 0 0 1 (2008-09)
Rio de Janeiro Botafogo 0 0 0 1 (2018-19)

Por federação[editar | editar código-fonte]

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
 Rio de Janeiro 6 1 1 3
 Distrito Federal 3 1 0 1
 São Paulo 2 8 8 5
 Minas Gerais 0 1 1 1
Bahia Bahia 0 0 1 0
 Santa Catarina 0 0 0 1

Equipes atuais[editar | editar código-fonte]

Equipe Cidade Estado Em 2017-18 Ginásio Capacidade Títulos do NBB (último)
Basquete Cearense Fortaleza Ceará CE 8º (NBB 2017-18) Centro de Formação Olímpica
Ginásio Paulo Sarasate
17 000
8 822
0 (não possui)
Bauru Bauru São Paulo SP 4º (NBB 2017-18) Panela de Pressão 2 000 1 (2016–17)
Botafogo Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 12º (NBB 2017-18) Ginásio Oscar Zelaya 850 0 (não possui)
Corinthians São Paulo São Paulo SP 1º (Liga Ouro 2018) Ginásio Wlamir Marques 7 000 0 (não possui)
Flamengo Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 3º (NBB 2017-18) Tijuca TC
Arena Carioca 1
4 000
6 000
6 (2018-19)
Franca Franca São Paulo SP 5º (NBB 2017-18) Pedrocão 7 000 0 (não possui)
Joinville/AABJ Joinville Santa Catarina SC 13º (NBB 2017-18) Centreventos Cau Hansen 4 000 0 (não possui)
Minas Belo Horizonte Minas Gerais MG 7º (NBB 2017-18) Arena Juscelino Kubitschek 4 000 0 (não possui)
Mogi das Cruzes Mogi das Cruzes São Paulo SP 2º (NBB 2017-18) Hugo Ramos 5 000 0 (não possui)
Paulistano São Paulo São Paulo SP 1º (NBB 2017-18) Antônio Prado Júnior 1 500 1 (2017-18)
Pinheiros São Paulo São Paulo SP 9º (NBB 2017-18) Henrique Villaboim 824 0 (não possui)
São José São José dos Campos São Paulo SP 2º (Liga Ouro 2018) Lineu Moura 2 620 0 (não possui)
Universo Basquete Brasília Distrito Federal (Brasil) DF 10º (NBB 2017-18) [UNI] ASCEB
Nilson Nelson
1 100
16 000
0 (não possui)
Vasco da Gama Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 11º (NBB 2017-18) Vasco da Gama 1 000 0 (não possui)
Nota
  • UNI. ^ Depois de três anos de união com o EC Vitória, o Universo encerrou a parceira com o clube baiano e mudou-se para Brasília. A equipe não carrega consigo os resultados do antigo time brasiliense.

Temporada[editar | editar código-fonte]

Temporada Regular[editar | editar código-fonte]

A temporada regular da NBB geralmente começa em meados de novembro, fora em sua temporada inaugural, que começou em janeiro e vai até meados de abril, com uma pausa para o Jogo das Estrelas em fevereiro ou março. O Jogo das Estrelas começou junto com a NBB e é realizado desde a primeira temporada da mesma (em 2009), onde são realizadas competições de Enterradas, Bolas de 3 e o próprio jogo com as estrelas da temporada desde 2009, sendo adicionado um torneio de habilidades em 2011.

A temporada regular funciona em um sistema onde todos os times se enfrentam duas vezes (um jogo em casa, um fora), onde os 4 principais times se classificam para a Quartas-de-final automaticamente, e os 8 próximos na classificação (5º ao 12º colocados) decidem as outras 4 vagas.

Copa Super 8[editar | editar código-fonte]

A partir da edição 2018-2019 do NBB, entre o primeiro e o segundo turno da temporada regular acontece a Copa Super 8. O torneio reúne as oito melhores equipes do 1º turno, que se enfrentam em cruzamento olímpico: 1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º. Os confrontos são eliminatórios em partida única sediada na casa da equipe de melhor campanha. O campeão garante uma vaga para a Liga das Américas.[10]

Playoffs[editar | editar código-fonte]

Os playoffs começam logo após o fim da temporada regular, com as partidas entre os times que ficaram entre 5º e 12º na tabela, onde o melhor colocado enfrenta o pior e assim por diante, buscando as 4 vagas restantes para a Fase Final, em confrontos de 5 jogos.

A fase final dos playoffs é decida entre os 4 primeiros colocados e os vencedores dos playoffs classificatórios, onde, entre os classificados, os confrontos são definidos pela colocação na temporada regular. Os times fazem confrontos de Quartas-de-final e Semifinal, para ir à Final da NBB.

A Grande Final decide o campeão da temporada da NBB, até 2011 era decidida em 5 jogos, mas por questões financeiras e para fins de transmissão em rede aberta, a Final passou a ser decidida em apenas um jogo, com uma transmissão da Rede Globo. Na temporada 2014-15, a final foi em melhor de três jogos. Atualmente é decidida em cinco jogos.

Os dois primeiros colocados ao término do NBB se classificam para a Liga das Américas, já o 3º, 4º e 5º colocados vão para a Liga Sul-Americana. Os dois últimos classificados podem ser rebaixados para a Liga Ouro.

Prêmios Individuais[editar | editar código-fonte]

Premiações[editar | editar código-fonte]

Seleção do NBB[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Seleção do NBB
# Ano Armador Ala-armador Ala Ala-pivô Pivô
1 2008–09 Estados UnidosBrasil Larry Taylor
(Bauru)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marcelinho Machado
(Flamengo)
Brasil Murilo Becker
(Minas)
Brasil Rafael "Bábby" Araújo
(Flamengo)
2 2009–10 Brasil Fúlvio
(São José)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marcelinho Machado
(Flamengo)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Murilo Becker
(Minas)
3 2010–11 Estados UnidosBrasil Larry Taylor
(Bauru)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marquinhos
(Pinheiros)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Murilo Becker
(São José)
4 2011–12 Brasil Fúlvio
(São José)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marquinhos
(Pinheiros)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Murilo Becker
(São José)
5 2012–13 Brasil Fúlvio
(São José)
Estados Unidos Robert Day
(Uberlândia)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Rafael Mineiro
(Pinheiros)
Brasil Caio Torres
(Flamengo)
6 2013–14 Argentina Nicolas Laprovittola
(Flamengo)
Estados Unidos David Jackson
(Limeira)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Jefferson William
(São José)
Brasil Paulão
(Franca)
7 2014–15 Brasil Ricardo Fischer
(Bauru)
Brasil Alex Garcia
(Bauru)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
8 2015–16 Brasil Davi Rossetto
(Basquete Cearense)
Brasil Alex Garcia
(Bauru)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Caio Torres
(Paulistano)
Brasil Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
9 2016–17 Brasil Fúlvio
(Lobos Brasília)
Brasil Alex Garcia
(Bauru)
Estados Unidos Desmond Holloway
(Pinheiros)
Brasil Jefferson William
(Bauru)
Brasil Lucas Mariano
(Lobos Brasília)
10 2017–18 Brasil Elinho
(Paulistano)
Brasil Cauê Borges
(Caxias do Sul)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Estados Unidos Tyrone
(Mogi das Cruzes)
Brasil Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
11 2018–19 Argentina Franco Balbi
(Flamengo)
Estados Unidos David Jackson
(Franca)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Lucas Dias
(Franca)
Brasil J.P. Batista
(Mogi das Cruzes)

Histórico das equipes[editar | editar código-fonte]

Equipe 2008-09 2009-10 2010-11 2011-12 2012-13 2013-14 2014-15 2015-16 2016-17 2017-18 2018-19 Participações
São Paulo Araraquara[nota 1] 12º 10º 11º 14º 4
São Paulo Assis 11º 15º 3
Ceará Basquete Cearense 11º 14º 11º 7
São Paulo Bauru 11
Rio Grande do Sul Bira 15º 1
Rio de Janeiro Botafogo 12º 2
Paraná Campo Mourão 10º 14° 2
Rio Grande do Sul Caxias do Sul 11º 15º 3
São Paulo Corinthians 1
Espírito Santo (estado) Espírito Santo 10º 12º 14º 15º 16º 17º 6
Rio de Janeiro Flamengo 11
São Paulo Franca 11
Goiás Goiânia 16º 1
Santa Catarina Joinville/AABJ 13° 14º 2
Santa Catarina Joinville BA 15º 5
São Paulo Liga Sorocabana 11º 12º 14º 16º 13º 14º 15° 7
São Paulo Limeira 10º 11º 6
Distrito Federal (Brasil) Lobos Brasília 9
Paraná ADL/Londrina 13º 1
Rio de Janeiro Macaé 13º 15º 12º 4
Minas Gerais Minas 10º 13º 10º 15º 10º 13º 10º 11
São Paulo Mogi das Cruzes 14º 7
São Paulo Palmeiras[nota 1] 10º 13º 12º 12º 3
São Paulo Paulistano 11º 12º 10º 11
São Paulo Pinheiros 11º 11
São Paulo Rio Claro 15º 2
Espírito Santo (estado) Saldanha da Gama 14º 14º 13º 3
São Paulo São José 13º 14º 12º 9
São Paulo Suzano Basquete 18º 1
Rio de Janeiro Tijuca 12º 17º 2
Minas Gerais Uberlândia 10º 13º 5
Distrito Federal (Brasil) Universo Basquete[nota 2] 12º 10º 11º 4
Rio de Janeiro Vasco da Gama 11º 13º 3
Bahia Vitória[nota 3] 12º 10º 3

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. a b O Araraquara e o Palmeiras disputaram o NBB 2009-10 em parceria.
  2. Após deixar Uberlândia, a Universo passou a ter um time próprio em 2015, participando do NBB durante três anos como Universo/Vitória.
  3. Devido a parceria com a Universo, detentora da vaga, o EC Vitória participou de três edições do NBB.

Referências

  1. «Liga Nacional de Basquete»  Liga Nacional de Basquete.com.br, acessado em 23 de janeiro de 2009
  2. LNB.com.br
  3. «NBB na RedeTV! | LNB». lnb.com.br. Consultado em 4 de dezembro de 2015 
  4. Boa Informação. «NBB e RedeTV! fecham parceria para transmissão de jogos da liga de basquete». Consultado em 2 de dezembro de 2015. Arquivado do original em 19 de fevereiro de 2016 
  5. «#NBBnaBand» 
  6. «NBB pulveriza transmissão e terá 75% dos jogos exibidos em seis plataformas». Folha de S.Paulo. 1 de outubro de 2018 
  7. CBB. «Campeões da Taça Brasil». Consultado em 26 de abril de 2014. Arquivado do original em 18 de outubro de 2014 
  8. Folha de S. Paulo. «Nacional Masculino - Campeões». Consultado em 26 de abril de 2014 
  9. «Lançado o sopro de esperança»  Draft Brasil.net, acessado em 15 de dezembro de 2008
  10. «Vem aí: Copa Super 8». lnb.com.br. Consultado em 6 de fevereiro de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]