Novo Basquete Brasil

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Novo Basquete Brasil (NBB)
Temporada ou competição atual:
Basketball current event.svg Novo Basquete Brasil de 2020–21
NBB logo 2.png
Esporte Basquete
Fundada 1 de agosto de 2008
CEO Lula Ferreira
Temporada inaugural 2009
País(es)  Brasil
Continente União Sul-Americana de Nações América do Sul
FIBA Américas
Equipes 16
Atual campeão Rio de Janeiro Flamengo (6.º título)
Maior campeão Rio de Janeiro Flamengo (6 títulos)
TV TV Cultura (TV aberta)
DAZN (Streaming)
ESPN (TV Fechada)
Site oficial lnb.com.br

O Novo Basquete Brasil (NBB) é uma competição brasileira de basquetebol masculino, organizado pela Liga Nacional de Basquete e chancelado pela Confederação Brasileira de Basketball. É considerado o Campeonato Brasileiro de Basquete Masculino, substituindo o antigo Campeonato Nacional de Basquete.[1] O NBB é reconhecido pela FIBA (Federação Internacional de Basquete) como a liga de basquete do Brasil.

A Liga Nacional de Basquete (LNB) foi fundada no dia 1 de agosto de 2008 mantendo sede em São Paulo e conta, atualmente, com 20 clubes filiados. O Novo Basquete Brasil foi criado pela LNB, presidida atualmente por Lula Ferreira.[2][3]

História[editar | editar código-fonte]

Torneios Anteriores[editar | editar código-fonte]

Taça Brasil[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Taça Brasil de Basquete

A Taça Brasil foi o primeiro torneio oficial de basquete do Brasil, criado pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), realizando 24 edições[4][5] entre 1965 e 1989, sendo conquistado por oito times diferentes, e o principal campeão sendo o Sírio, com sete títulos.

Campeonato Nacional de Basquete[editar | editar código-fonte]

Em 1990, a Taça Brasil mudou de nome para Campeonato Nacional de Basquete, com um formato mais organizado de uma temporada por ano. O campeonato foi conquistado por 11 times diferentes, sendo o Franca o principal campeão, com seis títulos. O formato perdurou até 2008.

Novo Basquete Brasil: Primeiros Anos (14 e 15 equipes)[editar | editar código-fonte]

Logo do NBB utilizado até a nona edição da competição.

O Novo Basquete Brasil foi criado pela LNB. A Liga Nacional de Basquete foi lançada em dezembro de 2008, reunindo as principais lideranças e os mais representativos clubes do basquete brasileiro, com o objetivo de reconduzir o esporte ao posto de segundo mais popular do Brasil, atrás apenas do futebol. Baseada no que há de mais moderno e bem-sucedido no conceito de gestão esportiva no mundo, a LNB traz ao país a ideia consagrada na NBA: uma liga independente, gerida pelos próprios clubes. Começou sendo presidida por Kouros Monadjemi. A LNB contava, na primeira temporada, com 15 clubes associados, que participam do NBB, que é chancelado pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), sendo reconhecido como o Campeonato Brasileiro de Basquete. Os jogos acontecem de acordo com as regras da FIBA.

A primeira edição do NBB começou no dia 28 de Agosto de 2008 e terminou no dia 18 de julho de 2009, sendo disputada por 15 franquias.[6] O campeão foi o time do Flamengo, que terminou em 1.º lugar na fase de classificação e venceu Pinheiros (quartas) e Joinville BA (semifinal) em três jogos e o Lobos Brasília em cinco jogos, na primeira final do NBB. Marcelinho Machado foi eleito o Jogador Mais Valioso.

A segunda temporada do NBB teve as baixas dos times de Limeira e Saldanha da Gama e a adição do ADL/Londrina. O título acabou nas mãos do vice-campeão da temporada anterior, o Lobos Brasília, que repetiu as finais da temporada anterior e levou da mesma forma que o adversário anteriormente (3-2) para ser o campeão do NBB 2009-10, mas o prêmio de Jogador Mais Valioso da temporada regular acabou com o mesmo da temporada anterior, Marcelinho Machado.

Assim, começou a dominância do Lobos Brasília, que viria a ganhar mais dois títulos, dessa vez sobre os paulistas Franca (2011) e São José (2012), também elegeu o Jogador Mais Valioso da temporada regular do NBB 2010-11, Guilherme Giovannoni, já o JMV do NBB 2011-12, acabou nas mãos do vice-campeão Murilo Becker. A temporada 2010-11 marcou a volta do Limeira à competição, e a saída do ADL/Londrina após apenas um ano, além da entrada do Unitri/Uberlândia. Já a temporada de 2011-12, teve a saída do Assis para a entrada do Tijuca. Nas duas competições o campeonato voltou a ter 15 equipes.

A partir do ano de 2011, também começou a ser realizada a Liga de Desenvolvimento de Basquete, vencido pelo Flamengo em 2011 e 2013, pelo Bauru em 2012, pelo Basquete Cearense em 2014, pelo Pinheiros em 2015, 2018 e 2019, pelo Franca em 2016, e pelo Paulistano em 2017.

18 equipes e volta de times tradicionais[editar | editar código-fonte]

Foi anunciado que a temporada 2012-13 do NBB teria a participação de 18 equipes. A Supercopa Brasil de Basquete acabou se tornando uma 2.ª divisão da liga, e os finalistas Palmeiras e Mogi das Cruzes ingressaram na liga, junto com o Basquete Cearense (primeiro representante do Nordeste no NBB) e o Suzano Basquete. A temporada teve como campeão o time do Flamengo, que conquistou seu segundo título, também levando o Jogador Mais Valioso da temporada, com o ala Marquinhos. Nas três temporadas seguintes, o Flamengo enfileirou mais três títulos ao bater o Paulistano (NBB 2013-14) e o Bauru (NBB 2014-15 e NBB 2015-16). Na temporada 2016-17, o Bauru se tornou o primeiro time paulista a ser campeão do NBB, após bater o Paulistano na decisão. No ano seguinte (2017-18), o Paulistano conquistou o título, depois de derrotar o Mogi das Cruzes. Na temporada 2019-20 o Flamengo voltou a ser campeão, derrotando o Franca na final.

A popularização do NBB têm se tornado um estímulo para os clubes tradicionais retornarem ao basquete, a exemplo do próprio Palmeiras, que disputou quatro edições no NBB (uma em parceria com o Araraquara). Após a criação da Liga Ouro, torneio de acesso ao Novo Basquete Brasil, em 2014, outros clubes ligados ao futebol, mas com história no basquete, como Vasco da Gama, Botafogo e Corinthians também retornaram à modalidade por esta via, além do Rio Claro, tradicional equipe do estado de São Paulo.

Transmissão[editar | editar código-fonte]

Nos dez primeiros anos, a Rede Globo foi a principal parceira de mídia e transmissões de jogos, que ocorriam em sua grande maioria no canal fechado SporTV. Algumas edições dos Jogos das Estrelas e também alguns jogos das finais, principalmente quando foram realizados em jogo único, tiveram transmissão na TV aberta pela Globo.[7] Em dezembro de 2015, a RedeTV! assinou contrato para transmitir as partidas aos sábados.[8][9] Em 2 de novembro de 2016 a Rede Bandeirantes anunciou a transmissão dos jogos a partir da temporada 2016-17, substituindo a RedeTV! na TV aberta.[10]

No dia 1 de outubro de 2018, a LNB, organizadora do NBB, anunciou uma parceria com a ESPN, o Band Sports e o Fox Sports para a transmissão do campeonato na TV fechada. A Band seguiu com o direito de transmissão na TV aberta. O Grupo Globo, depois de dez anos de parceria, não renovou o contrato.[11] Além disso, as páginas da NBB no Facebook e no Twitter também transmitem alguns jogos. Com o acerto com o DAZN, serviço de streaming, em 2019, a quantidade de partidas exibidas ao público passou a ser de 100%.[12][13]

Na temporada 2020/2021, a Band e a Fox Sports deixaram de transmitir o campeonato. A ESPN segue com a exibição na TV fechada.[14] A TV Cultura ocupa o lugar que era da Band nas últimas temporadas na TV aberta, transmitindo jogos da fase de classificação, playoffs e todos os confrontos das finais do NBB, além da Copa Super 8 e o Jogo das Estrelas de 2021.[15] O DAZN, serviço de streaming, permanece como parceiro. A exibição ao público, no entanto, deixou de ser 100%.

Edições[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: NBB Finais
Ano Campeão Placar(es) Vice 3.º lugar 4.º lugar
2008–09
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
3 – 2 Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
Minas Gerais
Minas
Santa Catarina
Joinville BA
2009–10
Detalhes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
3 – 2 Rio de Janeiro
Flamengo
São Paulo
Franca
Minas Gerais
Minas
2010–11
Detalhes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
3 – 1 São Paulo
Franca
São Paulo
Pinheiros
Rio de Janeiro
Flamengo
2011–12
Detalhes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
78 – 62
(jogo único)
São Paulo
São José
São Paulo
Pinheiros
Rio de Janeiro
Flamengo
2012–13
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
77 – 70
(jogo único)
Minas Gerais
Unitri/Uberlândia
São Paulo
Bauru
São Paulo
São José
2013–14
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
78 – 73
(jogo único)
São Paulo
Paulistano
São Paulo
São José
São Paulo
Mogi das Cruzes
2014–15
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
2 – 0 São Paulo
Bauru
São Paulo
Limeira
São Paulo
Mogi das Cruzes
2015–16
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
3 – 2 São Paulo
Bauru
São Paulo
Mogi das Cruzes
Distrito Federal (Brasil)
Lobos Brasília
2016–17
Detalhes
São Paulo
Bauru
3 – 2 São Paulo
Paulistano
Bahia
Universo/Vitória
São Paulo
Pinheiros
2017–18
Detalhes
São Paulo
Paulistano
3 – 1 São Paulo
Mogi das Cruzes
Rio de Janeiro
Flamengo
São Paulo
Bauru
2018–19
Detalhes
Rio de Janeiro
Flamengo
3 – 2 São Paulo
Franca
São Paulo
Mogi das Cruzes
Rio de Janeiro
Botafogo
2019–20
Detalhes
Temporada cancelada devido à pandemia de COVID-19[16]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Por equipe[editar | editar código-fonte]

Clube Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
Rio de Janeiro Flamengo 6 (2008-09, 2012-13, 2013-14, 2014-15, 2015-16 e 2018-19) 1 (2009-10) 1 (2017-18) 2 (2010-11 e 2011-12)
Distrito Federal (Brasil) Lobos Brasília 3 (2009-10, 2010-11 e 2011-12) 1 (2008-09) 0 1 (2015-16)
São Paulo Bauru 1 (2016-17) 2 (2014-15 e 2015-16) 1 (2012-13) 1 (2017-18)
São Paulo Paulistano 1 (2017-18) 2 (2013-14 e 2016-17) 0 0
São Paulo Franca 0 2 (2010-11 e 2018-19) 1 (2009-10) 0
São Paulo Mogi das Cruzes 0 1 (2017-18) 2 (2015-16 e 2018-19) 2 (2013-14 e 2014-15)
São Paulo São José 0 1 (2011-12) 1 (2013-14) 1 (2012-13)
Minas Gerais Unitri/Uberlândia 0 1 (2012-13) 0 0
São Paulo Pinheiros 0 0 2 (2010-11 e 2011-12) 1 (2016-17)
Minas Gerais Minas 0 0 1 (2008-09) 1 (2009-10)
São Paulo Limeira 0 0 1 (2014-15) 0
Bahia Universo/Vitória 0 0 1 (2016-17) 0
Santa Catarina Joinville BA 0 0 0 1 (2008-09)
Rio de Janeiro Botafogo 0 0 0 1 (2018-19)

Por federação[editar | editar código-fonte]

Estado Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
 Rio de Janeiro 6 1 1 3
 Distrito Federal 3 1 0 1
 São Paulo 2 8 8 5
 Minas Gerais 0 1 1 1
Bahia Bahia 0 0 1 0
 Santa Catarina 0 0 0 1

Equipes atuais[editar | editar código-fonte]

Equipe Cidade Estado Em 2019-20 Ginásio Capacidade Títulos do NBB (último)
Bauru Bauru São Paulo SP 12.º (NBB 2019-20) Panela de Pressão 2 000 1 (2016–17)
Brasília Basquete Brasília Distrito Federal (Brasil) DF 11.º (NBB 2019-20) ASCEB
Nilson Nelson
1 100
16 000
0 (não possui)[BRA]
Campo Mourão Campo Mourão Paraná PR - Belin Carolo 4 500 0 (não possui)
Caxias do Sul Caxias do Sul Rio Grande do Sul RS - Ginásio Vasco da Gama 850 0 (não possui)
Cerrado Basquete Brasília Distrito Federal (Brasil) DF - Ginásio Iesplan 2 000 0 (não possui)
Corinthians São Paulo São Paulo SP 7.º (NBB 2019-20) Ginásio Wlamir Marques 7 000 0 (não possui)
Flamengo Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 1.º (NBB 2019-20) Tijuca Tênis Clube
Arena Carioca 1
4 000
6 000
6 (2018–19)
Fortaleza/Basquete Cearense Fortaleza Ceará CE 15.º (NBB 2019-20) Centro de Formação Olímpica
Ginásio Paulo Sarasate
17 000
8 822
0 (não possui)
Franca Franca São Paulo SP 2.º (NBB 2019-20) Pedrocão 7 000 0 (não possui)
Minas Belo Horizonte Minas Gerais MG 4.º (NBB 2019-20) Juscelino Kubitschek 4 000 0 (não possui)
Mogi das Cruzes Mogi das Cruzes São Paulo SP 5.º (NBB 2019-20) Hugo Ramos 5 000 0 (não possui)
Pato Basquete Pato Branco Paraná PR 16.º (NBB 2019-20) Ginásio do Sesi 1 000 0 (não possui)
Paulistano São Paulo São Paulo SP 11.º (NBB 2019-20) Antônio Prado Júnior 1 500 1 (2017–18)
Pinheiros São Paulo São Paulo SP 6.º (NBB 2019-20) Henrique Villaboim 824 0 (não possui)
São Paulo São Paulo São Paulo SP 3.º (NBB 2019-20) Ginásio do Morumbi 1 900 0 (não possui)
Unifacisa Campina Grande Paraíba PB 10.º (NBB 2019-20) Arena Unifacisa 2 000 0 (não possui)
Nota
  • BRA. ^ Depois de três anos de união com a Universo, o Brasília Basquete encerrou a parceira e agora disputa o NBB de forma independente. A equipe não carrega consigo os resultados do antigo time brasiliense (Lobos Brasília).

Temporada[editar | editar código-fonte]

Temporada Regular[editar | editar código-fonte]

A temporada regular do NBB geralmente começa em meados de novembro - em sua temporada inaugural começou em janeiro - e vai até meados de abril, com uma pausa para o Jogo das Estrelas em fevereiro ou março. O Jogo das Estrelas é realizado desde a primeira temporada do NBB (em 2009). No evento, são realizadas competições de enterradas, arremessos de três pontos, habilidades (incluído em 2011) e o próprio jogo com as estrelas da temporada.

A temporada regular funciona em um sistema onde todos os times se enfrentam duas vezes (turno e returno), com os quatro principais times se classificando para as quartas de final automaticamente, e os oitos próximos na classificação (5.º ao 12.º colocados) decidem as outras quatro vagas disputando as oitavas de final.

Copa Super 8[editar | editar código-fonte]

A partir da edição 2018-2019 do NBB, entre o primeiro e o segundo turno da temporada regular acontece a Copa Super 8. O torneio reúne as oito melhores equipes do 1.º turno, que se enfrentam em cruzamento olímpico: 1.º x 8.º, 2.º x 7.º, 3.º x 6.º e 4.º x 5.º. Os confrontos são eliminatórios em partida única sediada na casa da equipe de melhor campanha. O campeão garante uma vaga para a Champions League Américas, competição que substitui a Liga das Américas.[17]

Playoffs[editar | editar código-fonte]

Os playoffs começam logo após o fim da temporada regular, com as oitavas de final entre os times que ficaram entre 5.º e 12.º na tabela, onde o melhor colocado enfrenta o pior e assim por diante, buscando as quatro vagas restantes para as quartas, em confrontos de cinco jogos. Na sequência, são disputadas as quartas de final entre os quatro primeiros colocados da fase de classificação e os times que venceram as suas séries oitavas de final. Após as oitavas são disputadas as semifinais para deicir os dois finalistas. Tanto as quartas quanto as semifinais são em melhor de cinco jogos.

A grande final decide o campeão da temporada do NBB, até 2011 era decidida em cinco jogos, mas por questões financeiras e para fins de transmissão em rede aberta, a final passou a ser decidida em apenas um jogo, com uma transmissão da Rede Globo. Na temporada 2014-15, a final foi em melhor de três jogos. Atualmente é decidida em cinco jogos.

Os dois primeiros colocados ao término do NBB se classificam para a Champions League Américas, já o 3.º, 4.º e 5.º colocados vão para a Liga Sul-Americana.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Premiações individuais[editar | editar código-fonte]

Seleção do NBB[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Seleção do NBB
# Ano Armador Ala-armador Ala Ala-pivô Pivô
1 2008–09 Estados UnidosBrasil Larry Taylor
(Bauru)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marcelinho Machado
(Flamengo)
Brasil Murilo Becker
(Minas)
Brasil Rafael "Bábby" Araújo
(Flamengo)
2 2009–10 Brasil Fúlvio
(São José)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marcelinho Machado
(Flamengo)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Murilo Becker
(Minas)
3 2010–11 Estados UnidosBrasil Larry Taylor
(Bauru)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marquinhos
(Pinheiros)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Murilo Becker
(São José)
4 2011–12 Brasil Fúlvio
(São José)
Brasil Alex Garcia
(Lobos Brasília)
Brasil Marquinhos
(Pinheiros)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Murilo Becker
(São José)
5 2012–13 Brasil Fúlvio
(São José)
Estados Unidos Robert Day
(Unitri/Uberlândia)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Rafael Mineiro
(Pinheiros)
Brasil Caio Torres
(Flamengo)
6 2013–14 Argentina Nicolás Laprovittola
(Flamengo)
Estados Unidos David Jackson
(Limeira)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Jefferson William
(São José)
Brasil Paulão
(Franca)
7 2014–15 Brasil Ricardo Fischer
(Bauru)
Brasil Alex Garcia
(Bauru)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
Brasil Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
8 2015–16 Brasil Davi Rossetto
(Basquete Cearense)
Brasil Alex Garcia
(Bauru)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Caio Torres
(Paulistano)
Brasil Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
9 2016–17 Brasil Fúlvio
(Lobos Brasília)
Brasil Alex Garcia
(Bauru)
Estados Unidos Desmond Holloway
(Pinheiros)
Brasil Jefferson William
(Bauru)
Brasil Lucas Mariano
(Lobos Brasília)
10 2017–18 Brasil Elinho
(Paulistano)
Brasil Cauê Borges
(Caxias do Sul)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Estados Unidos Tyrone
(Mogi das Cruzes)
Brasil Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
11 2018–19 Argentina Franco Balbi
(Flamengo)
Estados Unidos David Jackson
(Franca)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Brasil Lucas Dias
(Franca)
Brasil J.P. Batista
(Mogi das Cruzes)
12 2019–20 Brasil Georginho
(São Paulo)
Brasil André Goés
(Mogi das Cruzes)
Brasil Marquinhos
(Flamengo)
Estados Unidos Devon Scott
(Minas)
Brasil Rafael Hettsheimeir
(Franca)

Quinteto de defesa[editar | editar código-fonte]

Histórico das equipes[editar | editar código-fonte]

# Posição final nesta temporada Não participou nesta temporada C Equipe participou da temporada 2019–20, que foi cancelada devido à pandemia de COVID-19.[16]
Equipe 2008–09 2009–10 2010–11 2011–12 2012–13 2013–14 2014–15 2015–16 2016–17 2017–18 2018–19 2019–20[nota 1] 2020–21 Participações
São Paulo Araraquara[nota 2] 12.º 10.º 11.º 14.º 4
São Paulo Assis 11.º 9.º 15.º 3
Ceará Basquete Cearense[nota 3] 9.º 11.º 14.º 6.º 11.º 8.º 8.º C (15.º) P 9
São Paulo Bauru 6.º 8.º 5.º 6.º 3.º 7.º 2.º 2.º 1.º 4.º 7.º C (12.º) P 13
Rio Grande do Sul Bira 15.º 1
Rio de Janeiro Botafogo 12.º 4.º C (8.º) 3
Distrito Federal (Brasil) Brasília Basquete[nota 4] 11.º C (13.º) P 3
Paraná Campo Mourão 10.º 14.º P 3
Rio Grande do Sul Caxias do Sul 11.º 15.º 6.º P 4
Distrito Federal (Brasil) Cerrado Basquete P 1
São Paulo Corinthians 6.º C (7.º) P 3
Espírito Santo (estado) Espírito Santo 10.º 12.º 14.º 15.º 16.º 17.º 6
Rio de Janeiro Flamengo 1.º 2.º 4.º 4.º 1.º 1.º 1.º 1.º 5.º 3.º 1.º C (1.º) P 13
Ceará Fortaleza EC[nota 3] P 1
São Paulo Franca 7.º 3.º 2.º 8.º 6.º 8.º 5.º 9.º 7.º 5.º 2.º C (2.º) P 13
Santa Catarina Joinville/AABJ 13.º 14.º 2
Santa Catarina Joinville BA 4.º 5.º 7.º 7.º 15.º 5
São Paulo Liga Sorocabana 11.º 12.º 14.º 16.º 13.º 14.º 15.º 7
São Paulo Limeira 5.º 9.º 10.º 11.º 6.º 3.º 6
Distrito Federal (Brasil) Lobos Brasília 2.º 1.º 1.º 1.º 5.º 5.º 6.º 4.º 8.º 9
Paraná Londrina/ADL 13.º 1
Rio de Janeiro Macaé 13.º 8.º 15.º 12.º 4
Minas Gerais Minas 3.º 4.º 10.º 13.º 10.º 15.º 9.º 10.º 13.º 7.º 10.º C (4.º) P 13
São Paulo Mogi das Cruzes 14.º 4.º 4.º 3.º 6.º 2.º 3.º C (5.º) P 9
São Paulo Palmeiras[nota 2] 10.º 13.º 12.º 12.º 3
Paraná Pato Basquete C (16.º) P 2
São Paulo Paulistano 9.º 11.º 12.º 9.º 8.º 2.º 10.º 5.º 2.º 1.º 9.º C (11.º) P 13
São Paulo Pinheiros 8.º 6.º 3.º 3.º 7.º 9.º 11.º 7.º 4.º 9.º 5.º C (6.º) P 13
São Paulo Rio Claro 15.º 8.º C (9.º) 3
Espírito Santo (estado) Saldanha da Gama 14.º 14.º 13.º 3
São Paulo São José 13.º 7.º 8.º 2.º 4.º 3.º 7.º 14.º 12.º C (14.º) 10
São Paulo São Paulo C (3.º) P 2
São Paulo Suzano Basquete 18.º 1
Rio de Janeiro Tijuca 12.º 17.º 2
Paraíba Unifacisa C (10.º) P 2
Minas Gerais Unitri/Uberlândia 6.º 5.º 2.º 10.º 13.º 5
Flag of None.svg Universo Basquete[nota 5] 12.º 3.º 10.º 11.º C (13.º) 5
Goiás Universo/Goiânia 16.º 1
Rio de Janeiro Vasco da Gama 9.º 11.º 13.º 3
Bahia Vitória[nota 6] 12.º 3.º 10.º 3

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Em parênteses, a posição da equipe ao término da fase de classificação, que serviu como colocação final, apesar de não ter sido declarado um campeão. O critério foi utilizado apenas para a distribuição de vagas em torneios internacionais.
  2. a b O Araraquara e o Palmeiras disputaram o NBB 2009-10 em parceria.
  3. a b O Basquete Cearense e o Fortaleza disputam o NBB em parceria desde a temporada 2020-21.
  4. Durante dois anos o Brasília Basquete participou do NBB em parceria com a Universo, detentora da vaga. A partir da temporada 2020-21, passou a disputar de forma independente.
  5. Após emprestar a sua vaga para o Unitri/Uberlândia, a Universo passou a ter um time próprio em 2015, participando do NBB durante três anos em parceria com o Vitória EC e dois com o Brasília Basquete.
  6. Devido a parceria com a Universo, detentora da vaga, o EC Vitória participou de três edições do NBB.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Liga Nacional de Basquete»  Liga Nacional de Basquete.com.br, acessado em 23 de janeiro de 2009
  2. LNB.com.br
  3. «Vencedor como técnico e dirigente, Lula Ferreira assume presidência da LNB». lnb.com.br. Consultado em 28 de outubro de 2020 
  4. CBB. «Campeões da Taça Brasil». Consultado em 26 de abril de 2014. Arquivado do original em 18 de outubro de 2014 
  5. Folha de S. Paulo. «Nacional Masculino - Campeões». Consultado em 26 de abril de 2014 
  6. «Lançado o sopro de esperança»  Draft Brasil.net, acessado em 15 de dezembro de 2008
  7. LNB.com.br
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]