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Seleção Brasileira de Basquetebol Feminino

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Brasil
Basquetebol
Bandeira
Informações gerais
Federação Confederação Brasileira de Basketball
Sigla FIBA BRA
Confederação FIBA Américas
Ranking FIBA 8º lugar[1]
Treinador(a) José Alves Neto
Capitã -
Jogos Olímpicos
Participações 7 (Primeira em 1992)
Melhor Prata (1996)
Última 9º lugar (2016)
Campeonato Mundial
Participações 16 (Primeira em 1953)
Melhor Ouro (1994)
Última 11º lugar (2014)
Copa América de Basquetebol
Participações 16 (Primeira em 1989)
Melhor Ouro (1997, 2001, 2003, 2009, 2011, 2023)
Última Ouro (2023)
Cores do Time
Cores do Time
1º uniforme
Cores do Time
Cores do Time
2º uniforme

A Seleção Brasileira de Basquetebol Feminino é a equipe oficial que representa o Brasil nas principais competições e torneios internacionais, como os Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundiais, Jogos Pan-Americanos e outros torneios de basquete [2].

Equipe[editar | editar código-fonte]

A equipe nacional de basquete feminino do Brasil é formada por algumas das jogadoras mais talentosas do país, que enfrentam adversários de elite em competições internacionais. Reconhecida por seu estilo de jogo veloz e habilidades individuais excepcionais, muitas atletas brasileiras têm se destacado em ligas profissionais de basquete em todo o mundo [2].

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro resultado de destaque mundial aconteceu em 1971 no Mundial, realizado no Brasil, as brasileiras conquistaram a medalha de bronze ao fazer a terceira melhor campanha na fase final atrás de Tchecoslováquia (medalha de prata) e União Soviética (medalha de ouro).

Em Barcelona 1992, o basquete feminino do Brasil participou de sua primeira Olimpíada ficando em 7º lugar, desde então as brasileiras só não estiveram presentes nos Jogos Olímpicos de Tóquios, que foram disputados em 2021 por causa da pandemia da covid-19.[3][4][5]

Em 1994, no Mundial da Austrália, o Brasil treinado por Miguel Ângelo da Luz, contava em seu time com jogadoras jovens como Janeth, Alessandra e Helen, e as líderes e experientes Magic Paula e Hortência.[6][7][8][9][10] A conquista do campeonato mundial de basquete 1994, foi a maior da história do basquete feminino e a maior do basquete brasileiro desde os títulos mundiais da seleção masculina em 1959 e em 1963. Essa vitória no Mundial de Basquete de 1994 colocou fim ao domínio dos Estados Unidos e da União Soviética (que deixou de existir no final de 1991).[11][12] Até então Estados Unidos e a União Soviética eram as únicas seleções a serem campeãs da Copa do Mundo de Basquete Feminino.[11] Nas semifinais a seleção brasileira venceu os Estados Unidos por 110 a 107 e na grande final venceu a China por 96 a 87 conquistando a medalha de ouro para o Brasil.[6][7][11][12]O Brasil teve três das cincos jogadoras com maiores médias de pontos por partida da competição.[11][12] Hortência foi a cestinha da competição, com média de 27,6 pontos por partida, Janeth ficou em terceira com 23,3 pontos por partida e Magic Paula foi a quinta com 19,8 pontos por partida.[11][12]

Em Atlanta 1996, o Brasil então campeão mundial chegou de forma invicta a grande final e teve como adversária na disputa pela medalha de ouro a seleção dos Estados Unidos que também chegou invicta a final. [13]As norte-americanas venceram o jogo pelo placar de 111 a 87 e o Brasil conquistou a medalha de prata, a primeira medalha olímpica do Brasil no basquete feminino.[13]

Em 1998, no Mundial realizado na Alemanha, as brasileiras tentaram defender o título conquistado em 1994 na Austrália, chegaram perto mas foram superadas pelos Estados Unidos por 93 a 79 na semifinal e na disputa pela medalha de bronze perderam para a Austrália por 72 a 67 e terminaram em quarto lugar.

Em Sydney 2000, as brasileiras fizeram uma campanha regular na fase de grupos, na fase semifinal perderam para a Austrália por 64 a 52, mas garantiram um lugar no pódio ao derrotar a Coreia do Sul por 84 a 73 na disputa pelo terceiro lugar.

Em 2002, no Mundial realizado na China, as brasileiras fizeram uma boa campanha na primeira e na segunda fase perdendo apenas um dos seis jogos disputados, mas foram derrotadas pela Coreia do Sul nas quartas de final por 71 a 70 terminando em sétimo lugar. O Campeonato Mundial de 2002 foi o único grande torneio internacional em que o Brasil não figurou entre as quatro primeiras colocadas no período entre 1994 até 2006.

Em Atenas 2004, as brasileiras mais uma vez estiveram entre as quatro melhores seleções olímpicas, mas desta vez não conseguiu subir ao pódio: as derrotas para a Austrália por 88 a 75 na semifinal e para a Rússia por 71 a 62 na disputa pela medalha de bronze deixaram o Brasil na quarta colocação.

Em 2006, no Mundial disputado no Brasil, embora tenham feito uma campanha regular, as brasileiras mais uma vez chegaram no seleto grupo das quatro melhores seleções do mundo, o Brasil perdeu na semifinal para a Austrália por 88 a 76 e perdeu a disputa pela medalha de bronze para os Estados Unidos por 99 a 59, finalizando em quarto lugar, sendo este o mais recente resultado de destaque em competições a nível mundial até então.

Em Pequim 2008, o Brasil venceu apenas um jogo na fase de grupos, não conseguiu avançar à fase de quartas de final e terminou em 11º lugar.

Nos Mundiais de 2010 e de 2014, mesmo tendo avançado para a segunda fase, as brasileiras não conseguiram ficar entre as oito melhores seleções do mundo terminando respectivamente em 9º e 11º lugar.

Em Londres 2012, o Brasil fez a mesma campanha de 2008: venceu apenas uma das cinco partidas disputadas na fase de grupos e terminou em 9º lugar.

Na Rio 2016, o Brasil participou de sua sétima Olimpíada. A exemplo de 2008 e 2012 foi eliminada ainda na primeira fase, mas desta vez sem conquistar nenhuma vitória.

Não participou do Campeonato Mundial em 2018 por ter terminado a Copa América Feminina de 2017 em quarto lugar, sendo a segunda vez na história que o Brasil ficou de fora do Mundial Feminino de Basquete.

Em Tóquio 2020, o Brasil pela primeira vez ficou fora da competição ao não conseguir uma das três ultimas vagas restantes no pré-olímpico mundial.

Em 2023 a Seleção Brasileira bateu os Estados Unidos e venceu a Copa América após 12 anos. Além do fim do jejum, o triunfo por 69 a 58 reacende as esperanças de vaga olímpica para o Brasil.[14]Com o troféu, o Brasil se isola como maior vencedor da Copa América Feminina com seis troféus (1997, 2001, 2003, 2009, 2011 e 2023).[15]Durante a competição a equipe brasileira terminou de forma invicta, com sete vitórias - duas delas sobre as americanas, sendo a primeira ainda na fase de classificação.[16]A seleção venceu Cuba por 92–53 na primeira rodada da fase de grupo, depois a Venezuela por 90-76, Argentina com placar apertado por 56-55 e na última rodada da fase de grupos as Americanas por 67-54. Nas quartas de final o Brasil venceu o México por 83-61. Na semifinal as Canarinhos derrotaram Porto Rico por 85-74.[17][18][19][20][21][22]

Em 29 de outubro de 2023, a seleção brasileira feminina de basquete conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, no Chile. O Brasil venceu a Colômbia por 50 a 40 e se sagrou campeã dos jogos pela quinta vez na história.[23] O Brasil terminou o Pan com 100% de aproveitamento. A Seleção Brasileira debutou com vitória sobre o México (77 a 54) em 25 de outubro, com destaque para Vanessa Fausto, a Sassá, e Maria Albiero, cestinhas da partida (12 pontos cada), atropelou a Venezuela (94 a 47) o time mostrou uma grande variedade ofensiva, com cinco atletas fazendo pelo menos 10 pontos, a cestinha da partida foi a pivô Érika, que ficou perto de um duplo-duplo, com 14 pontos e 9 rebotes. Ainda superou a Colômbia (78 a 57), que viria a ser sua adversária na decisão, as principais destaques brasileiras foram: Érika com 14 pontos e 8 rebotes, Sossô com 13 pontos, Licinara e Carina com 11 pontos e, depois, Sassá com 9. Na semifinal, bateu a Argentina, por 77 a 57, carimbando a vaga na final para reencontrar as colombianas. Com 19 pontos, Leila Zabani foi a cestinha brasileira e do jogo.[24][25][26][27]

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

O Brasil teve uma campanha de destaque entre as seleções de base: Em 2011 no Campeonato Mundial realizado no Chile, a Seleção Brasileira Feminina Sub-19 chegou a fase semifinal perdeu para os Estados Unidos por 82 a 66, na disputa pelo terceiro lugar derrotou a Austrália por 70 a 67 e conquistou a medalha de bronze.

Pré-olímpico[editar | editar código-fonte]

O sorteio para determinar o grupo da Seleção Brasileira no Pré-Olímpico de Basquete Feminino, programado para ocorrer em fevereiro de 2024 na cidade de Belém, já foi realizado. Este sorteio, conduzido pela Federação Internacional de Basquetebol (FIBA) no dia 5 de janeiro, resultou na definição das equipes que enfrentarão as jogadoras brasileiras no torneio, que incluem as seleções da Austrália, Sérvia e Alemanha como adversárias [28].

As quatro equipes participantes estão competindo pela disputa de três vagas diretas nas Olimpíadas de Paris, que ocorrerão no próximo ano. Este torneio está sendo realizado na Arena Guilherme Paraense, que é mais comumente conhecida como Mangueirinho, uma instalação esportiva integrante do complexo do Mangueirão [20].

Os torneios e as classificações para o pré-olímpico[editar | editar código-fonte]

Um total de 16 nações estão participando do torneio pré-olímpico, e é importante observar que os Estados Unidos e a França já estão garantidos nas Olimpíadas. Os Estados Unidos obtiveram essa vaga devido à sua classificação mundial, enquanto a França é beneficiada por ser o país anfitrião do evento. As demais seleções estão divididas em três grupos diferentes, competindo em locais distintos, nomeadamente Antuérpia, na Bélgica, Sopron, na Hungria, e Xi'an, na China [28].

Medalhas[editar | editar código-fonte]

  • Jogos Olímpicos
    • Prata (1): 1996
    • Bronze (1): 2000
  • Campeonato Mundial
    • Ouro (1): 1994
    • Bronze (1): 1971
  • Jogos Pan-Americanos
    • Ouro (5): 1967, 1971, 1991, 2019 e 2023
    • Prata (4): 1959, 1963, 1987 e 2007
    • Bronze (4): 1955, 1983, 2003 e 2011
  • Copa América
    • Ouro (6): 1997, 2001, 2003, 2009, 2011 e 2023
    • Prata (4): 1989, 1993, 1999 e 2005
    • Bronze (4): 2007, 2013, 2019 e 2021
  • Campeonato Sul-Americano
    • Ouro (27): 1954, 1958, 1965, 1967, 1968, 1970, 1972, 1974, 1978, 1981, 1986, 1989, 1991, 1993, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003, 2005, 2006, 2008, 2010, 2013, 2014, 2016 e 2022
    • Prata (6): 1946, 1952, 1960, 1977, 1984 e 2018
    • Bronze (2): 1956 e 1962

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Lista para os Jogos Pan-Americanos 2023

Seleção Brasileira de Basquetebol Feminino
Jogadores Comissão Técnica
Pos. Núm. Nome Data de Nasc. Altura Clube País
Pivô (basquete) 0 Kamilla Silva 30 de Abril de 2001 2.04 m South Carolina Gamecocks Estados Unidos
Ala (basquete) 4 Nany Carvalho 6 de Março de 1997 1.86 m Sesi Araraquara Brasil
Ala (basquete) 5 Raphaella Monteiro 28 de Janeiro de 1995 1.81 m Sampaio Basquete Brasil
Ala (basquete) 16 Leila Zabani 9 de maio de 1991 1.80 m Ituano Brasil
Ala-armador 6 Tássia Carcavalli 31 de Maio de 1992 1.76 m Vera Cruz Campinas Brasil
Ala-armador 7 Patrícia Teixeira 28 de Setembro de 1990 1.75 m FC Ituano Brasil
Ala-pivô 9 Aline Cezário 4 de Julho de 1997 1.85 m Sesi Araraquara Brasil
Ala-pivô 11 Clarissa dos Santos 10 de Março de 1988 1.84 m ESB Villeneuve-d'Ascq França
Pivô (basquete) 11 Érika de Souza 9 de Março de 1982 1.97 m sem clube
Armador (basquete) 1 Débora Costa 12 de Agosto de 1991 1,64 m Sesi Araraquara Brasil
Armador (basquete) 23 Alana Gonçalo 23 de setembro de 1994 1,66 m FC Ituano Brasil
Ala (basquete) 26 Thayna Silva 27 de janeiro de 1997 1,80 m Sodiê Doces/Mesquita/LSB Brasil
P 97 Mari Dias 12 de outubro de 1997 1,90 m FC Ituano Brasil
Técnico
Assistente Tecnico =

legenda =
  • Club – descreve o último
    clube antes do torneio
  • Age – descreve a idade
    em 11 de junho de 2021

Maiores cestinhas[editar | editar código-fonte]

No. Nome Posição Período Pontos Jogos Média
1 Hortência Ala 1976-96 3.160 127 24,9
2 Paula Armadora 1976-98 2.537 150 16,9
3 Janeth Ala 1987-07 2.247 138 16,3
4 Helen Ala/armadora 1991-10 1.407 137 10,3
5 Marta Pivô 1980-00 1.404 105 13,4
6 Alessandra Pivô 1993-10 1.384 116 11,9

Obs.: Para efeito de estatísticas a Confederação Brasileira de Basquetebol considera apenas jogos oficiais, i.e., jogos válidos pelos seguintes torneios: Campeonato Mundial, Jogos Olímpicos, Jogos Pan-Americanos, Torneio Pré-Olímpico, Copa América e Campeonato Sul-Americano.

Jogadoras notáveis[editar | editar código-fonte]

Em negrito as jogadoras que ainda estão em atividade.

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://www.fiba.basketball/rankingwomen
  2. a b INTERNET, P. Confederação Brasileira de Basquete. Disponível em: <https://www.cbb.com.br/selecao-feminina>. Acesso em: 10 out. 2023. ‌
  3. «Basketball, women». olympedia.org. Consultado em 9 de outubro de 2023 
  4. «Seleção feminina de basquete não se classifica para Tóquio». Agência Brasil - EBC. 10 de fevereiro de 2020. Consultado em 29 de outubro de 2023 
  5. «Jogos Olípicos e Paralímpicos de Tóquio são adiados». Agência Brasil - EBC. 24 de março de 2020. Consultado em 29 de outubro de 2023 
  6. a b «Vinte anos depois, geração de ouro relembra título mundial histórico de 94». ge.globo.com. 12 de junho de 2014. Consultado em 9 de outubro de 2023 
  7. a b «Após 20 anos, campeãs mundiais de 94 celebram união de duas gerações». ge.globo.com. 2 de março de 2014. Consultado em 9 de outubro de 2023 
  8. «Técnico dedica taça a Senna». Folha de São Paulo. 13 de junho de 1994. Consultado em 9 de outubro de 2023 
  9. «Basquete do Brasil é campeão mundial». Folha de São Paulo. 13 de junho de 1994. Consultado em 9 de outubro de 2023 
  10. «Festa tem pizzas e cerveja». Folha de São Paulo. 13 de junho de 1994. Consultado em 9 de outubro de 2023 
  11. a b c d e «The best of the FIBA Women's Basketball WC 1994: Brazil brilliance lights it up». fiba.basketball. 25 de maio de 2022. Consultado em 9 de outubro de 2023 
  12. a b c d «Fábio Balassiano - Doze fatos pouco conhecidos do Mundial Feminino, conquistado há exatos 25 anos na Austrália». balanacesta.blogosfera.uol.com.br. 12 de junho de 2019. Consultado em 10 de outubro de 2023 
  13. a b «Fábio Balassiano - Há 20 anos Seleção Feminina conquistava prata em Atlanta e se despedia da genial Hortência». balanacesta.blogosfera.uol.com.br. 4 de agosto de 2016. Consultado em 10 de outubro de 2023 
  14. «Brasil vence os Estados Unidos e conquista Copa América de basquete». Cultura. Consultado em 13 de julho de 2023 
  15. «Brasil vence EUA e é campeão da Copa América de Basquete». GE. Consultado em 13 de julho de 2023 
  16. «Brasil é campeão da AmeriCup Feminina de Basquete 2023». Olympics. Consultado em 13 de julho de 2023 
  17. «Brasil estreia com vitória sobre Cuba em Copa América de basquete». EBC. Consultado em 13 de julho de 2023 
  18. «Basquete do Brasil derrota Venezuela na Copa América». O Tempo. Consultado em 13 de julho de 2023 
  19. «Copa América: Brasil bate Argentina no sufoco e decide liderança contra EUA». UOL. Consultado em 13 de julho de 2023 
  20. a b «Brasil vence EUA e termina primeira fase da Copa América de Basquete com 100% de aproveitamento». Folha PE. Consultado em 13 de julho de 2023 
  21. «Brasil vence México e vai às semifinais da Copa América feminina de basquete». Gaúcha ZH. Consultado em 13 de julho de 2023 
  22. «Brasil vence Porto Rico e vai à final da Copa América de Basquete feminino». Cultura. Consultado em 13 de julho de 2023 
  23. «Seleção feminina de basquete é bicampeã dos Jogos Pan-americanos». Diário de Goiás. Consultado em 5 de novembro de 2023 
  24. «Brasil estreia com vitória diante do México no basquete feminino em Santiago 2023». COB. Consultado em 5 de novembro de 2023 
  25. «Brasil vence a Venezuela no Basquete com tranquilidade e encaminha vaga para fase final do Pan». Tera. Consultado em 5 de novembro de 2023 
  26. «Pan 2023: Brasil vence a Colômbia e está na semifinal do basquete feminino». GE. Consultado em 5 de novembro de 2023 
  27. «Brasil bate a Argentina e vai à final do basquete feminino no Pan de Santiago». Gaúcha ZH. Consultado em 5 de novembro de 2023 
  28. a b Pré-olímpico de Basquete: Seleção Brasileira feminina tem grupo definido para jogos em Belém. Disponível em: <https://www.oliberal.com/esportes/maisesportes/pre-olimpico-de-basquete-selecao-brasileira-feminina-tem-grupo-definido-para-jogos-em-belem-1.733770>. Acesso em: 10 out. 2023. ‌

Ligações externas[editar | editar código-fonte]