Paulo César Carpegiani

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Paulo César Carpegiani
Paulo César Carpegiani
Paulo César Carpegiani em 2018
Informações pessoais
Nome completo Paulo César Carpegiani
Data de nasc. 7 de fevereiro de 1949 (72 anos)
Local de nasc. Erechim, Rio Grande do Sul, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,72 m
destro
Apelido Carpa, PCC, Mito
Informações profissionais
Equipa atual aposentado
Posição volante
Função treinador
Clubes de juventude
1964–1969 Internacional
Clubes profissionais
Anos Clubes
1969–1977
1977–1981
Internacional
Flamengo
Seleção nacional
1974–1979
1977
Brasil
Seleção Carioca[1]
Times/Equipas que treinou
1981–1983
1983–1984
1985
1986
1986–1987
1989
1989
1990
1991
1991–1992
1992
1993–1994
1995
1996–1998
1999
2000
2001
2001
2003–2004
2007
2009
2010
2010–2011
2012
2013
2016–2017
2017
2018
2018
Flamengo
Al-Nassr
Internacional
Náutico
Bangu
Internacional
Náutico
Coritiba
Palmeiras
Cerro Porteño
Barcelona de Guayaquil
Cerro Porteño
Coritiba
Paraguai
São Paulo
Flamengo
Atlético Paranaense
Cruzeiro
Kuwait
Corinthians
Vitória
Atlético Paranaense
São Paulo
Vitória
Ponte Preta
Coritiba
Bahia
Flamengo
Vitória

Paulo César Carpegiani (Erechim, 7 de fevereiro de 1949) é um ex-treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como volante.

Como jogador, atuou por Internacional e Flamengo, além da Seleção Brasileira. Como treinador, destacou-se ao comandar o Flamengo na série multicampeã de 1981 e 1982 e, mais tarde na Seleção Paraguaia durante a Copa do Mundo FIFA de 1998.

Considerado ídolo do Internacional, Carpegiani participou do bicampeonato brasileiro, em 1975 e 1976, e do octacampeonato gaúcho que o clube conquistou entre os anos 60 e 70. Ao lado de Paulo Roberto Falcão e Caçapava, formou nesse período um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro.

Por alguns anos, foi um dos proprietários do RS Futebol Clube (atual Pedrabranca), função que abandonou em 2007 para retomar a carreira de treinador. O grande destaque do clube até hoje foi ter revelado o zagueiro Thiago Silva, titular e capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA de 2014.[2]

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Internacional[editar | editar código-fonte]

Nascido no nordeste do Estado, Paulo César estava sendo esperado no Grêmio quando o carro que o levava enguiçou na estrada. Carpegiani voltou para sua cidade e não falou mais com os dirigentes tricolores. Dois dias depois, uma segunda-feira, pegou o ônibus em Erechim rumo à capital. Pegou um táxi, mas se enganou de roteiro e foi parar no Estádio dos Eucaliptos, onde permaneceu.[3]

Conhecido no Inter como Paulo César, começou a jogar na equipe principal em 1970. Adotou o nome Carpegiani na Copa de 1974, para não haver confusão com o outro famoso Paulo César, o Caju. Como não tinha vaga no meio, jogou de volante. Foi titular do time até 1976, sempre como um dos principais jogadores do time.

Ao lado de Paulo Roberto Falcão e Caçapava, formou no Internacional um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro. Carpegiani participou de sete dos oito títulos do Campeonato Gaúcho que o Inter faturou de 1969 a 1976 Além disso, foi bicampeão brasileiro nos anos de 1975 e 1976. Uma de suas melhores partidas pelo Internacional foi a vitória por 2 a 0, em pleno Maracanã, pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de 1975, sobre o Fluminense, que até então era conhecido como A Máquina Tricolor.

Flamengo[editar | editar código-fonte]

No dia 7 de março de 1977, foi anunciada a venda de Paulo César por 5,7 milhões de cruzeiros para o Flamengo, ficando ao lado de Júnior, Zico, Adílio e Andrade, tornando-se campeão carioca de 1978 e 1979 e campeão brasileiro de 1980.

Uma contusão no joelho o obrigou a encerrar a carreira. Carpegiani já havia feito uma operação no menisco em 1975, e não conseguiu jogar mais após os 31 anos.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Foi titular do Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1974, substituindo Clodoaldo.[4]

Estilo de jogo[editar | editar código-fonte]

Inicialmente um meia armador, consagrou-se como um segundo volante que saía pro jogo. Possuía dribles curtos e objetivos, bom poder de marcação e, principalmente, um passe longo de altíssima precisão.[5]

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Em 1981, aposentado como atleta, começou a carreira de técnico. Na final da Copa Libertadores da América daquele ano, conquistada após o Flamengo vencer o Cobreloa, Carpegiani foi muito criticado por admitir que havia mandado Chiquinho entrar em campo apenas para dar um soco no zagueiro do time adversário, o chileno Mario Soto.[6]

Seleção Paraguaia[editar | editar código-fonte]

No comando da Seleção Paraguaia, montou um time que ganhou respeito, principalmente pelo setor defensivo, que contava com o goleiro José Luis Chilavert, o lateral-direito Francisco Arce (que atuou por Grêmio e Palmeiras) e uma dupla de zaga com Celso Ayala e Carlos Gamarra. Este último no auge da forma, não cometeu uma falta sequer na Copa do Mundo FIFA de 1998, algo excepcional para um zagueiro. O Paraguai chegou até às oitavas de final, perdendo para a campeã daquela edição, a França.[7]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

A boa campanha com o Paraguai o credenciou a assumir como técnico do São Paulo no ano de 1999. No entanto, a passagem não foi muito bem sucedida pelo clube e acabou marcada pelo afastamento do goleiro reserva Roger, devido ao fato dele ter posado nu para uma revista.[8]

Retorno ao Flamengo[editar | editar código-fonte]

No ano de 2000, dezenove anos após a conquista da Copa Intercontinental de 1981, Paulo César Carpegiani assumiu mais uma vez o comando do Flamengo. Uma campanha pautada na regularidade fez do time rubro-negro finalista da Taça Guanabara de 2000, contra o rival Vasco da Gama. No entanto, o time de São Januário contava com o recém-egresso do clube, Romário e o time de Paulo César, havia perdido de última hora a sua estrela principal, o polivalente Athirson.

O resultado daquele jogo foi desastroso, o Flamengo perdeu por cinco tentos á um, e Carpegiani foi responsabilizado pela escalação do zagueiro Fabão em lugar de Athirson. Com isso, a continuidade do trabalho de Carpegiani foi comprometida e o técnico foi demitido pela diretoria da gestão Edmundo dos Santos Silva.

Trabalhos posteriores[editar | editar código-fonte]

Nos anos seguintes, passou ainda por Atlético Paranaense e Cruzeiro, além de ter treinado também a modesta Seleção do Kuwait entre 2003 e 2004.

Corinthians[editar | editar código-fonte]

Carpegiani não exercia a função de treinador no futebol brasileiro desde 2001, quando passou pelo Cruzeiro, quando retomou a carreira de treinador, substituindo Emerson Leão no comando do Corinthians, em 2007. Carpegiani assumiu a equipe num momento em que o clube passava por uma grave crise política, que culminou no afastamento do então presidente Alberto Dualib, acusado de diversos crimes. Após 23 jogos e apenas seis vitórias no comando do clube paulista, Carpegiani foi demitido por maus resultados, deixando o Corinthians em 13º no Campeonato Brasileiro.[9][10] Apenas meses depois, o Corinthians viria a ser rebaixado para a Série B do ano seguinte.

Vitória[editar | editar código-fonte]

No dia 10 de abril de 2009, após muita especulação, foi finalmente confirmado como novo treinador do Vitória, que vinha sendo comandado por um técnico interino.[11] Assumiu o time baiano nas fases finais do Campeonato Baiano e na segunda fase da Copa do Brasil. Conseguiu o título estadual vencendo três das quatro partidas que comandou e chegou às quartas-de-final da Copa, perdendo para o Vasco da Gama, eliminação que gerou muitas críticas ao treinador devido às suas "invenções", pois improvisava jogadores naturalmente de outras funções em posições diferentes. Com o problema e as críticas superadas, Carpegiani conseguiu dar seguimento ao seu trabalho no Leão e começou o Campeonato Brasileiro muito bem, se mantendo na parte de cima da tabela na maior parte do primeiro turno.

O já esperado declínio do rubro-negro começou e, com ele, as críticas ao treinador, que novamente montava suas equipes com improvisos. No dia 10 de agosto, após a perda da invencibilidade em casa e uma série de maus resultados que deixaram o time de Salvador em 10° lugar no campeonato, Carpegiani foi demitido. No comando do Vitória, o treinador conseguiu onze vitórias, seis empates e nove derrotas.

Retorno ao Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

No dia 31 de maio de 2010, foi anunciado como novo treinador do Atlético Paranaense. Porém, apenas quatro meses depois, após ter levado do time do Paraná da zona de rebaixamento à briga por uma vaga na Libertadores de 2011, foi contratado pelo São Paulo, clube que já treinara onze anos antes.[12] Carpegiani deixou o Furacão com os seguintes números: onze vitórias, cinco empates e cinco derrotas.[13]

Retorno ao São Paulo[editar | editar código-fonte]

Foi apresentado oficialmente em outubro, sucedendo Sérgio Baresi, técnico dos juniores do São Paulo que estava comandando interinamente a equipe profissional. Com uma campanha irregular, Carpegiani assumiu a equipe, mudando radicalmente sua forma de atuar. Tanto com Baresi como com Ricardo Gomes, o treinador anterior, o São Paulo atuava de maneira mais defensiva. Já sob seu comando a equipe passou a apresentar um futebol com mais jogadas de ataque.

Em 2011, com a eliminação contra o Santos pelo Paulistão e pelo Avaí na Copa do Brasil, quase foi demitido, mas a falta de opção fez com que a direção do São Paulo o mantivesse para a disputa do Campeonato Brasileiro. Ainda no Tricolor, Carpegiani entrou para a história como o único técnico a conseguir cinco vitórias consecutivas no Brasileirão. No entanto, após uma sequência de três derrotas no Campeonato Brasileiro, Carpegiani deixou o São Paulo no dia 7 de julho.[14]

Retorno ao Vitória[editar | editar código-fonte]

Em 28 de abril de 2012, foi confirmado oficialmente o seu retorno ao Vitória após cerca de três anos.[15] Inicialmente, a ideia era que Carpegiani assumisse o time a partir das duas partidas da final do Campeonato Baiano. Porém, alegando problemas familiares, primeiramente ele recusou a proposta.[16] Cerca de duas semanas depois, o treinador voltou atrás da decisão, e foi finalmente apresentado no rubro-negro baiano,[17] assumindo o comando do clube na Série B do Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil.

Nesta segunda passagem pelo Vitória, Carpegiani passou a usar um polêmico método de trabalho. Ao invés de comandar sua equipe à beira do gramado, como de costume, ele passou a assistir a maioria das partidas dos camarotes e tribunas dos estádios, enquanto passava instruções via rádio para os auxiliares Ricardo Silva, que há muitos anos trabalha no Vitória, e seu filho Rodrigo Carpegiani, que também passou a exercer esta função.[18] Carpegiani só comandou o Vitória a beira do campo em duas partidas durante toda esta passagem pelo clube: a estreia, com derrota por 4 a 1 frente ao Coritiba pela Copa do Brasil, que culminou na eliminação do rubro-negro baiano, e a marcante derrota de virada por 4 a 3 contra o Goiás, após estar vencendo por 3 a 0, partida válida pela Série B.

Mesmo sendo polêmico, na prática o método obteve bons resultados. O Vitória iniciou a disputa da Série B de forma destacada, com dez vitórias e um empate nos treze primeiros jogos, somando mais pontos do que o que havia conseguido em todo o primeiro turno de 2011,[19] além de manter-se invicto nos jogos realizados no Barradão.[20] No segundo turno, porém, Carpegiani viu sua equipe sofrer uma acentuada queda no desempenho, deixando escapar a liderança após perder e principalmente empatar jogos que pareciam fáceis. Aliado a isso, surgiram especulações de que o treinador havia discutido e criado inimizades dentro do elenco rubro-negro, e que isso teria influenciado nos resultados em campo.[21][22]

Em 21 de outubro, dia seguinte à derrota por 2 a 0 para o Atlético Paranaense em pleno Barradão e com um jogador a mais em campo, Carpegiani optou por reunir-se com a diretoria do clube baiano e pedir demissão do cargo. Após cinco meses no Vitória, em meio a polêmicas sobre o novo método de comandar o time a distância e especulações de rixa com o elenco, o treinador comandou a equipe em 32 jogos, obteve 19 vitórias, sete empates e seis derrotas. Esteve na liderança da Série B por 11 rodadas, mas após os maus resultados deixou o time na 3ª colocação do campeonato, com 63 pontos em 31 jogos.[23]

Ponte Preta[editar | editar código-fonte]

No dia 15 de junho de 2013, foi anunciado como novo técnico da Ponte Preta de Campinas, substituindo Guto Ferreira.[24] Carpegiani pediu demissão, após derrota para o Cruzeiro no Estádio Moisés Lucarelli.[25]

Retorno ao Coritiba[editar | editar código-fonte]

No dia 5 de agosto de 2016, Paulo César Carpegiani acertou com o Coritiba com missão de tirar o Coxa do Z-4.[26] Em 27 de fevereiro de 2017, foi demitido após a eliminação precoce do time na Copa do Brasil.[27]

Bahia[editar | editar código-fonte]

Em 5 de outubro de 2017, foi confirmado como novo treinador do Bahia.[28] Então com 68 anos, Carpegiani mostrou que estava longe da decadência; após chegar ao tricolor, o técnico fez com que o clube saísse do Z-4, entrasse no G-7 e lutasse por uma vaga na Libertadores. A equipe, porém, terminou o Campeonato Brasileiro na 12° posição, garantindo assim uma vaga na Copa Sul-Americana de 2018.[29]

Terceira passagem pelo Flamengo[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de janeiro de 2018, retornou ao Flamengo para substituir Reinaldo Rueda, que foi para a Seleção Chilena.[30][31]

Já no dia 29 de março, depois da derrota para o Botafogo e da eliminação do Campeonato Carioca, Carpegiani foi demitido após três meses de trabalho.[32][33]

Estatísticas como jogador[editar | editar código-fonte]

Clubes[editar | editar código-fonte]

Clube Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional[a]
Competições
continentais[b]
Outros
torneios[c]
Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
Internacional 1969 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1970 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1971 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1972 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1973 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1974 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1975 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1976 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1977 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Total 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Flamengo 1977 0 0 0 0 0 0 41 5 0
1978 0 0 0 0 0 0 67 2 0
1979 0 0 0 0 0 0 53 4 0
1980 0 0 0 0 0 0 43 1 0
1981 9 0 0 9 0 0 18 0 0
1982 1 0 0 1 0 0
Total 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 223 12 0
Total na carreira 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 223 12 0

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Abaixo estão listados todos jogos e gols do futebolista pela Seleção Brasileira. Abaixo da tabela, clique em expandir para ver a lista detalhada dos jogos de acordo com a categoria selecionada.

Seleção principal

Ano
Jogos Gols Assist. Média
1974 12 0 0 0
1979 5 0 0 0
Total 17 0 0 0

Estatísticas como treinador[editar | editar código-fonte]

Atualizadas até 14 de outubro de 2018.

Equipe Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
Flamengo 155 94 34 27 67.96%
Coritiba 126 60 38 28 57.67%
São Paulo 114 70 13 31 65.2%
Vitória 69 34 14 21 56.04%
Corinthians 23 6 9 8 39.13%
Atlético Paranaense 21 11 5 5 60.32%
Bahia 12 5 4 3 52.78%
Ponte Preta 12 4 3 5 41.67%
Palmeiras 12 3 6 3 41.67%
Cruzeiro 10 3 3 4 40%
Seleção Paraguaia 8 2 3 3 37.5%
Seleção Kuwaitiana 2 1 0 1 50%
Total 579 303 135 141 60.1%

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Internacional
Flamengo

¹Neste ano a Federação Carioca organizou dois campeonatos de caráter oficial.

Seleção Brasileira

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Flamengo
Al Nassr
Internacional
  • Torneio Cidade de Ceuta: 1989[42]
Cerro Porteño
São Paulo
Cruzeiro
Vitória
Atlético Paranaense

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Internacional
Paraguai
São Paulo
Vitória
Coritiba
Bahia

Recordes[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Seleção Brasileira (Brazilian National Team)». RSSSF Brasil. Consultado em 31 de julho de 2021 
  2. «Thiago Silva: A trajetória do capitão da seleção brasileira». Estadão. 30 de maio de 2014. Consultado em 31 de julho de 2021 
  3. Montes, Adriana (julho de 2015). «Brilha a primeira estrela». Revista do Inter 
  4. Rodrigo Oliveira (23 de maio de 2014). «Carpegiani, o polivalente da Seleção na Copa de 74». GaúchaZH. Consultado em 31 de julho de 2021 
  5. Leandro Stein (7 de fevereiro de 2019). «Carpegiani, 70 anos: A história do meio-campista cerebral que se tornaria um técnico de feitos notáveis». Trivela. Consultado em 31 de julho de 2021 
  6. «Há 38 anos, Chiquinho teve missão de socar Mario Soto, mas se negou: 'Eu queria jogar bola'». LANCE!. 22 de novembro de 2019. Consultado em 31 de julho de 2021 
  7. «Paulo César Carpegiani». Correio do Brasil. Consultado em 31 de julho de 2021 
  8. «No São Paulo, Carpegiani enfrentou polêmica com goleiro nu e ano sem títulos». Folha de S.Paulo. 3 de outubro de 2010. Consultado em 31 de julho de 2021 
  9. Joanna de Assis (25 de agosto de 2007). «Carpegiani é demitido». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de julho de 2021 
  10. «Carpegiani não resiste a derrota e é demitido do Corinthians». UOL. 25 de agosto de 2007. Consultado em 31 de julho de 2021 
  11. «Carpeggiani é apresentado como novo técnico do Vitória». Estadão. 13 de abril de 2009. Consultado em 31 de julho de 2021 
  12. «Carpegiani é o novo técnico do São Paulo». Site oficial do São Paulo. 3 de outubro de 2010. Consultado em 31 de julho de 2021 
  13. João Carlos de Santa (4 de outubro de 2010). «Em entrevista, Carpegiani se despede e pede desculpas por deixar Atlético-PR». UOL. Consultado em 31 de julho de 2021 
  14. «Paulo César Carpegiani não é mais técnico do São Paulo». GloboEsporte.com. 7 de julho de 2011. Consultado em 31 de julho de 2021 
  15. «Paulo César Carpegiani é o novo técnico do Vitória». GloboEsporte.com. 28 de abril de 2012. Consultado em 31 de julho de 2021 
  16. «Carpegiani volta atrás e desiste de comandar o Vitória». GloboEsporte.com. 29 de abril de 2012. Consultado em 31 de julho de 2021 
  17. Raphael Carneiro (15 de maio de 2012). «Após recusa, Carpegiani viaja para Salvador para acertar com o Vitória». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de julho de 2021 
  18. «Para evitar gritaria, Carpegiani seguirá comandando das tribunas». VEJA. 22 de maio de 2012. Consultado em 31 de julho de 2021 
  19. «Em 12 rodadas, o Vitória pontuou mais do que em todo 1º turno da Série B de 2011». UOL. 23 de julho de 2012. Consultado em 31 de julho de 2021 
  20. «Com expectativa de casa cheia, Vitória recebe o CRB no Barradão». GloboEsporte.com. 28 de julho de 2012. Consultado em 31 de julho de 2021 
  21. «Declarações de Uelliton irritam Carpegiani e presidente do Vitória». Terra. 26 de setembro de 2012. Consultado em 31 de julho de 2021 
  22. Thiago Pereira (26 de setembro de 2012). «'Minha preocupação é o Vitória e não o Uelliton', responde Carpegiani». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de julho de 2021 
  23. Raphael Carneiro (21 de outubro de 2012). «Carpegiani pede demissão e deixa comando do Vitória». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de julho de 2021 
  24. «Carpegiani é oficializado como novo técnico da Ponte: 'Estou muito feliz'». GloboEsporte.com. 15 de junho de 2013. Consultado em 31 de julho de 2021 
  25. «Carpegiani não resiste à nova derrota em casa e pede demissão da Ponte». GloboEsporte.com. 24 de agosto de 2013. Consultado em 31 de julho de 2021 
  26. «Paulo César Carpegiani chega a um acordo e é o novo técnico do Coritiba». GloboEsporte.com. 5 de agosto de 2016. Consultado em 31 de julho de 2021 
  27. «Após eliminação na Copa do Brasil, Coritiba demite o técnico Carpegiani». GloboEsporte.com. 27 de fevereiro de 2017. Consultado em 31 de julho de 2021 
  28. Rafael Santana e Ruan Melo (5 de outubro de 2017). «Sem receio e sem meta: Carpegiani chega ao Bahia e fala em "grande desafio"». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de julho de 2021 
  29. Victor de Freitas (27 de novembro de 2017). «Bahia conquista vaga para a Copa Sul-americana pela 5ª vez». Torcedores.com. Consultado em 31 de julho de 2021 
  30. «Paulo César Carpegiani é o novo técnico do Flamengo». Site oficial do Flamengo. 8 de janeiro de 2018. Consultado em 31 de julho de 2021 
  31. Marcos Paulo Lima (8 de janeiro de 2018). «Com a saída de Rueda e o anúncio de Carpegiani, era Bandeira de Mello chega a 12 técnicos em seis anos». Correio Braziliense. Consultado em 31 de julho de 2021 
  32. «Carpegiani não é mais técnico do Flamengo». Site oficial do Flamengo. 29 de março de 2018. Consultado em 31 de julho de 2021 
  33. Amanda Kestelman (29 de março de 2018). «Após 17 jogos e menos de três meses, Carpegiani não é mais técnico do Flamengo». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de julho de 2021 
  34. contra o Grêmio
  35. contra o Gama
  36. contra o Corinthians
  37. contra o Vila Nova
  38. contra o São Paulo
  39. contra o Internacional
  40. contra o Perugia Calcio
  41. «Taça Ary Ribeiro Valadão Filho 1982». Futebol de Goyaz. Consultado em 31 de julho de 2021 
  42. A DÉCADA DE PRATA - ANOS 80
  43. «São Paulo vence e decide torneio no México». Folha de Londrina. 20 de julho de 1999. Consultado em 31 de julho de 2021 
  44. Michael Serra (30 de dezembro de 2015). «Histórico: Todos os títulos!». Site oficial do São Paulo. Consultado em 31 de julho de 2021 
  45. São Paulo Futebol Clube Matches –1999 www.rsssfbrasil.com
  46. «Cruzeiro conquista torneio no México». Terra. 15 de julho de 2001. Consultado em 31 de julho de 2021 
  47. «Campeonato Baiano de 2009». Bola na Área. Consultado em 31 de julho de 2021 
  48. «Bola de Prata Placar 1975». VEJA. 7 de agosto de 2015. Consultado em 31 de julho de 2021 
  49. ¿Carpegiani vuelve a la Albirroja?
  50. «Seleção da 33ª rodada faz 'prévia' de clássico paulista do domingo». GloboEsporte.com. 5 de novembro de 2010. Consultado em 31 de julho de 2021 
  51. «Três jogadores que atuam no futebol alagoano na seleção da rodada». Alagoas 24 Horas. 29 de agosto de 2012. Consultado em 31 de julho de 2021 
  52. «Seleção FI do Brasileirão com defesa goleadora, gringos da Raposa e Don Fredon». Futebol Interior. 8 de setembro de 2016. Consultado em 31 de julho de 2021 
  53. «Seleção da Rodada do Brasileirão com destaques de Palmeiras e São Paulo». Futebol Interior. 16 de outubro de 2017. Consultado em 31 de julho de 2021 
  54. «Seleção FI com campeões do Corinthians e artilheiros da pesada». Futebol Interior. 17 de novembro de 2017. Consultado em 31 de julho de 2021 
  55. «Mudanças na comissão técnica». Site oficial do Coritiba. 27 de fevereiro de 2017. Consultado em 31 de julho de 2021 
  56. Michael Serra (1 de janeiro de 2014). «Ranking histórico: Técnicos». Site oficial do São Paulo. Consultado em 31 de julho de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Dino Sani
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1981–1983
2000
2018
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1989
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1986–1987
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1990
1995
2016–2017
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Pachequinho (interino)
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1991
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Sérgio Baresi (interino)
Treinador do São Paulo
1999
2010–2011
Sucedido por
Milton Cruz (interino)
Adílson Batista
Precedido por
Luiz Felipe Scolari
Treinador do Cruzeiro
2001
Sucedido por
Ivo Wortmann
Precedido por
Antônio Lopes
Leandro Niehues
Treinador do Atlético Paranaense
2001
2010
Sucedido por
Flávio Lopes
Sérgio Soares
Precedido por
Emerson Leão
Treinador do Corinthians
2007
Sucedido por
Nelsinho Baptista
Precedido por
Ricardo Silva (interino)
Ricardo Silva (interino)
João Burse (interino)
Treinador do Vitória
2009
2012
2018
Sucedido por
Ricardo Silva (interino)
Paulo César Gusmão
João Burse (interino)
Precedido por
Guto Ferreira
Treinador da Ponte Preta
2013
Sucedido por
Jorginho
Precedido por
Preto Casagrande
Treinador do Bahia
2017
Sucedido por
Guto Ferreira