Marcelo Oliveira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Se procura pelo ex-jogador do Grêmio, veja Marcelo Oliveira Ferreira.
Marcelo Oliveira
Informações pessoais
Nome completo Marcelo de Oliveira Santos Uzai
Data de nasc. 4 de março de 1955 (67 anos)
Local de nasc. Pedro Leopoldo, Minas Gerais, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,73 m
destro
Informações profissionais
Clube atual sem clube
Posição ex-meio-campista
Função treinador
Clubes de juventude
1969–1972 Atlético Mineiro
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1972–1984
1979–1982
1983
1984
1985
Atlético Mineiro
Botafogo (emp.)
Nacional (emp.)
Desportiva Ferroviária
América Mineiro
0285 00(104)
0037 0000(7)
Seleção nacional
1975–1977 Brasil 0007 0000(2)
Times/clubes que treinou
2001–2007
2008
2008
2008
2009
2010
2011–2012
2012
2013–2015
2015–2016
2016
2017
2018
2020
Atlético Mineiro Sub-20
CRB
Atlético Mineiro (auxiliar técnico)
Atlético Mineiro
Ipatinga
Paraná
Coritiba
Vasco da Gama
Cruzeiro
Palmeiras
Atlético Mineiro
Coritiba
Fluminense
Ponte Preta
Última atualização: 11 de novembro de 2020

Marcelo de Oliveira Santos Uzai (Pedro Leopoldo, 4 de março de 1955) é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como meio-campista. Atualmente está sem clube.

Quando jogador, teve grande destaque no Atlético Mineiro nas décadas de 1970 e 1980.[1]

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Oliveira se juntou ao Atlético Mineiro em 1969, e foi para o time profissional três anos depois, sob o técnico Telê Santana. Chegou a disputar pela Seleção Brasileira, em 1975, os Jogos Pan-Americanos e a Copa América, além das eliminatórias para a Copa do Mundo de 1978. Em 1977, era titular do time vice-campeão brasileiro invicto, tornando-se um dos maiores ídolos do Galo (com 104 gols assinalados).[1]

Em 1979 transferiu-se para Botafogo, sendo trocado pelo zagueiro Osmar Guarnelli. Passados os três primeiros meses no futebol carioca, Marcelo comprou seu passe e o alugou em seguida para o Nacional, de Montevidéu.

Voltou ao Atlético em 1983 (contribuindo na conquista do Hexacampeonato Mineiro) e explica: "Como estava prestes a me casar, preferi voltar para o Galo." Marcelo teve passagens ainda pela Desportiva Ferroviária e pelo América Mineiro, onde encerrou sua carreira em 1985.

Pela Seleção Brasileira principal, realizou sete partidas e marcou dois gols entre 1975 e 1977. Pelo time Sub-18, conquistou os Jogos Pan-Americanos de 1975 e o Torneio de Cannes de 1974.

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Após um período como comentarista esportivo na Rede Minas, começou sua carreira como técnico nas categorias de base do Atlético Mineiro e por lá ficou durante muito tempo. Como interino, comandou a equipe profissional por seis vezes, sendo a última entre os meses de agosto e dezembro de 2008. Em 25 jogos no comando, garantiu uma das vagas para a Copa Sul-Americana de 2009. Na sequência, saiu para a entrada de Emerson Leão.

Ipatinga[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2009, Marcelo Oliveira foi contratado pelo Ipatinga. Foi demitido no dia 16 de julho, após a derrota de 2–0 para o Paraná.[2]

Paraná[editar | editar código-fonte]

O treinador foi anunciado pelo Paraná Clube no dia 8 de dezembro de 2009, assumindo a equipe para a temporada 2010. Deixou o clube paranaense em outubro, após maus resultados na Série B.

Coritiba[editar | editar código-fonte]

No dia 18 de novembro foi anunciado como o novo técnico do Coritiba para a temporada 2011, substituindo Ney Franco.[3]

2011[editar | editar código-fonte]

Pelo Coxa, levou o time ao título do Campeonato Paranaense de forma invicta, com 20 vitórias e dois empates. Entre os dias 3 de fevereiro e 5 de maio, conseguiu o recorde mundial de 24 vitórias seguidas, reconhecido pelo Guinness.[4] Chegou à final da Copa do Brasil, perdida na regra de gols fora de casa. No Brasileirão, terminou na 8ª colocação, classificando o clube à Sul-Americana de 2012. Em 16 de novembro, renovou seu contrato com o Coritiba até o fim de 2012.[5]

2012[editar | editar código-fonte]

Começou o ano conquistando o Campeonato Paranaense, vencendo o rival Atlético Paranaense na final. No dia de março, na partida em que o Coxa venceu o Toledo por 1–0, Oliveira chegou à marca de 84 jogos dirigindo o time, ingressando assim na lista dos 10 técnicos que por mais vezes comandaram a equipe.[6] Ainda em março, Marcelo foi considerado pelo Institute of Football Coaching Statistics o melhor técnico do Brasil e o 14º do mundo nos 12 meses precedentes.[7] Em 6 de maio, Marcelo completou 100 jogos comandando o Coritiba no empate por 2–2 no primeiro Atletiba da decisão do estadual, disputado fora de casa.[8] Chegou na final da Copa do Brasil, que foi disputada contra o Palmeiras, após o Coxa ter eliminado o Nacional-AM na 1ª fase, o ASA na fase subsequente, o Paysandu nas oitavas de final, o Vitória nas quartas de final e o São Paulo na semifinal. O Coritiba foi o único representante paranaense na Série A.

No dia 5 de setembro, após uma série de maus resultados e uma derrota por 3–0 para a Portuguesa, Marcelo Oliveira foi demitido.[9] Comandou a equipe em 131 partidas, obtendo 74 vitórias, 25 empates e 32 derrotas, atingindo um aproveitamento de 62,8%.

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

Marcelo Oliveira chegou ao Vasco no dia 12 de setembro de 2012[10], em meio a um ambiente conturbado com atrasos salariais e crise política. Esteve à frente do comando da equipe cruzmaltina por apenas dez jogos. Foi demitido em menos de dois meses, após uma sequência de seis derrotas consecutivas.[11]

Cruzeiro[editar | editar código-fonte]

2013[editar | editar código-fonte]

Sua estreia foi no dia 3 de fevereiro, no jogo de abertura do Campeonato Mineiro. O time celeste venceu o Atlético Mineiro por 2–1, em jogo que marcou a reabertura do Mineirão.[12]

No dia 13 de novembro, contabilizando 59 jogos pelo Cruzeiro (45 vitórias, 6 empates e 8 derrotas), Marcelo Oliveira conduziu a Raposa ao título da Série A do Campeonato Brasileiro, transformando o clube mineiro no campeão mais precoce na era dos pontos corridos.[13] Seis dias depois, Oliveira renovou seu contrato por mais um ano com o clube.[14] Ao fim da temporada, foi eleito pela CBF o melhor treinador do campeonato.[15]

2014[editar | editar código-fonte]

Neste ano comandou o clube na conquista do Campeonato Mineiro de forma invicta.[16] No dia 27 de junho, durante amistoso contra o América do México, Oliveira celebrou 100 jogos no comando da equipe celeste, como o treinador de melhor desempenho na história do clube. Em 100 jogos, foram 69 vitórias, 16 empates e 15 derrotas, um aproveitamento de 74,44%.[15]

No dia 23 de novembro, conquistou antecipadamente o segundo título do Campeonato Brasileiro no comando do Cruzeiro, com a vitória sobre o Goiás por 2 a 1.[17] No dia 1 de dezembro, foi eleito o melhor técnico do campeonato, integrando a Seleção do Campeonato no Prêmio Craque do Brasileirão.[18]

2015[editar | editar código-fonte]

No dia 23 de março, após a partida contra o América-MG pelo Campeonato Mineiro, vencida por 2–0, Marcelo Oliveira alcançou a centésima vitória em 152 jogos comandando a equipe do Cruzeiro. Com um aproveitamento de 72,1%, ele se tornou o técnico com o melhor rendimento na história do clube.[19]

No dia 2 de junho, Marcelo foi demitido após má atuação consecutiva do clube até a quarta rodada do Campeonato Brasileiro e a eliminação na Copa Libertadores.[20] Pesou na decisão a derrota em casa para o River Plate por 3–0, no dia 27 de maio.[21]

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

Foi contratado pelo Palmeiras no dia 10 de junho, chegando para substituir Oswaldo de Oliveira. Conquistou a Copa do Brasil ao ganhar do Santos nos pênaltis por 4–3, com Fernando Prass fazendo o gol do titulo.

No dia 10 de março de 2016, após a derrota em casa para o Nacional por 2–1, pela Copa Libertadores, foi demitido.[22] O treinador dirigiu o Palmeiras em 53 partidas; no total, foram 24 vitórias, 11 empates e 18 derrotas (aproveitamento de 55%).[22]

Retorno ao Atlético Mineiro[editar | editar código-fonte]

No dia 20 de maio de 2016, foi anunciado como novo treinador do Atlético Mineiro para substituir Diego Aguirre.[23] Foi demitido no dia 24 de novembro, após a derrota por 3–1 no primeiro jogo da final da Copa do Brasil.[24]

Retorno ao Coritiba[editar | editar código-fonte]

Após cinco anos, teve seu retorno ao Coxa oficializado no dia 20 de julho de 2017, chegando para substituir Pachequinho.[25] Em 22 jogos acumulou seis vitórias, seis empates e dez derrotas, sendo dispensado com apenas 36,3% de aproveitamento.[26]

Fluminense[editar | editar código-fonte]

No dia 22 de junho de 2018, foi anunciado como novo treinador do Fluminense para substituir Abel Braga, que havia pedido demissão do cargo.[27] Foi demitido no dia 29 de novembro,[28] após uma sequência negativa histórica para o clube, onde chegou a oito jogos sem vitórias e sem nenhum gol marcado, sendo a pior em toda a história do Fluminense.[29] Com isso, o clube caiu drasticamente de rendimento no Campeonato Brasileiro e acabou eliminado, em casa, da semifinal da Copa Sul-Americana, que fora o ponto final de sua trajetória no clube.

Ponte Preta[editar | editar código-fonte]

Após quase dois anos de inatividade, foi anunciado como novo treinador da Ponte Preta no dia 3 de outubro de 2020.[30] Estreou pela equipe no dia 9 de outubro, na derrota fora de casa por 2–1 contra o Cuiabá, em jogo válido pela Série B.[31] Conquistou sua primeira vitória na partida seguinte, um 2–0 sobre o Náutico, novamente fora de casa.[32] Foi demitido dois meses depois, no dia 11 de dezembro,[33] após a derrota por 1–2 para o Avaí no Estádio Moisés Lucarelli.[34]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Atualizadas até 28 de novembro de 2020

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
Ipatinga 23 15 6 7 60.71%
Atlético Mineiro 95 36 31 28 48.77%
Coritiba 150 78 32 39 59.11%
Vasco da Gama 10 2 2 6 26.67%
Cruzeiro 169 106 32 31 69,03%
Palmeiras 53 24 11 18 52.2%
Fluminense 33 12 8 13 44.44%
Ponte Preta 14 4 4 6 38.1%

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Atlético Mineiro
Desportiva
Seleção Brasileira

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Palmeiras
Cruzeiro
Coritiba
Ipatinga
  • Campeonato Mineiro – Módulo II: 2009

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Coritiba
Cruzeiro
Atlético Mineiro
Fluminense

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Marcelo Oliveira - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  2. «Técnico Marcelo Oliveira deixa o comando do Ipatinga». Estadão. 16 de julho de 2009. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  3. «Coritiba confirma Marcelo Oliveira como substituto de Ney Franco». UOL. 18 de novembro de 2010. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  4. «Coritiba Foot Ball Club é "o mais vitorioso do mundo"». Consultado em 2 de dezembro de 2011. Arquivado do original em 27 de novembro de 2011 
  5. Gabriel Hamilko (16 de novembro de 2011). «Marcelo Oliveira renova com o Coritiba e comanda a equipe em 2012». GloboEsporte.com. Consultado em 29 de março de 2022 
  6. «Marcelo Oliveira chega a marca importante pelo Coxa». Site oficial do Coritiba. Consultado em 6 de março de 2012. Arquivado do original em 5 de março de 2012 
  7. Gabriel Hamilko (6 de março de 2012). «Instituto aponta técnico do Coritiba como o melhor do Brasil». GloboEsporte.com. Consultado em 29 de março de 2022 
  8. «Após empate em jogo 100, M. Oliveira elogia Coritiba». Terra. 6 de maio de 2012. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  9. «Marcelo Oliveira é demitido do comando do Coritiba». Estadão. 6 de setembro de 2012. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  10. «Vasco anuncia Marcelo Oliveira como novo técnico». VEJA. 12 de setembro de 2012. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  11. «Após seis derrotas seguidas, Marcelo Oliveira deixa o comando do Vasco». GloboEsporte.com. 5 de novembro de 2012. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  12. Tarcísio Badaró (3 de fevereiro de 2013). «Dagoberto decide, e Cruzeiro vence o Galo na reinauguração do Minerão». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  13. Rodolfo Brito (13 de novembro de 2013). «Cruzeiro iguala São Paulo e se torna o campeão mais precoce do Brasileirão». Sr. Goool. Consultado em 29 de março de 2022 
  14. «Cruzeiro renova com técnico Marcelo Oliveira por mais uma temporada». GloboEsporte.com. 19 de novembro de 2013. Consultado em 29 de março de 2022 
  15. a b André Peixoto (27 de junho de 2014). «Marcelo Oliveira completa 100 jogos no comando do Cruzeiro nesta 6ª feira». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  16. «Cruzeiro domina clássico, garante empate e é campeão mineiro invicto». UOL. 13 de abril de 2014. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  17. Gésio Passos e Renata Martins (23 de novembro de 2014). «Cruzeiro vence e conquista Brasileirão 2014 com duas rodadas de antecedência». Portal EBC. Consultado em 29 de março de 2022 
  18. «Everton Ribeiro é eleito o melhor do Brasileirão; veja a seleção de 2014». UOL. 1 de dezembro de 2014. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  19. «Superação física e inteligência marcam 100º vitória de Marcelo no Cruzeiro». UOL. 23 de março de 2015. Consultado em 29 de março de 2022 
  20. «Após dois anos e cinco meses, Marcelo Oliveira é demitido do Cruzeiro». GloboEsporte.com. 2 de junho de 2015. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  21. «River passeia no Mineirão, faz três no Cruzeiro e avança na Libertadores». GloboEsporte.com. 27 de maio de 2015. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  22. a b Felipe Zito e Rodrigo Faber (10 de março de 2016). «Marcelo Oliveira não resiste a derrota em casa e é demitido pelo Palmeiras». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  23. Victor Martins (20 de maio de 2016). «Atlético-MG acerta com Marcelo Oliveira para o lugar de Diego Aguirre». UOL. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  24. Enrico Bruno e Victor Martins (24 de novembro de 2016). «Após vexame na Copa do Brasil, Marcelo Oliveira é demitido no Atlético-MG». UOL. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  25. Nadja Mauad (20 de julho de 2017). «Técnico Marcelo Oliveira aceita convite e retorna ao Coritiba após cinco anos». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  26. Fernando Rudnick (3 de dezembro de 2017). «Marcelo Oliveira chora queda do Coritiba, cutuca diretoria e se coloca à disposição para Série B». Gazeta do Povo. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  27. «Flu anuncia Marcelo Oliveira como novo técnico após saída de Abel Braga». GloboEsporte.com. 22 de junho de 2018. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  28. «Marcelo Oliveira não é mais técnico do Fluminense». GloboEsporte.com. 29 de novembro de 2018. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  29. «Quase 13 horas sem gol: pior jejum da história do Fluminense amplia após derrota para o Atlético-PR». GloboEsporte.com. 28 de novembro de 2018. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  30. «Marcelo Oliveira é anunciado como novo técnico da Ponte Preta». GloboEsporte.com. 3 de outubro de 2020. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  31. «Cuiabá derrota Ponte Preta e abre seis pontos na liderança da Série B». Terra. 9 de outubro de 2020. Consultado em 29 de março de 2022 
  32. «Náutico 0 x 2 Ponte Preta - Macaca vence nos Aflitos e dorme na vice-liderança». Futebol Interior. 12 de outubro de 2020. Consultado em 29 de março de 2022 
  33. «Marcelo Oliveira é demitido da Ponte Preta; Gustavo Bueno também deixa o cargo». GloboEsporte.com. 11 de dezembro de 2020. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  34. «Avaí marca nos acréscimos, encerra jejum e ultrapassa a Ponte na luta pelo G-4». GloboEsporte.com. 11 de dezembro de 2020. Consultado em 22 de fevereiro de 2021 
  35. Melhores do Paranaense 2011

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Ney Franco
Pachequinho
Treinador do Coritiba
2011–2012
2017
Sucedido por
Marquinhos Santos
Sandro Forner
Precedido por
Cristóvão Borges
Treinador do Vasco da Gama
2012
Sucedido por
Gaúcho
Precedido por
Celso Roth
Treinador do Cruzeiro
2013–2015
Sucedido por
Vanderlei Luxemburgo
Precedido por
Oswaldo de Oliveira
Treinador do Palmeiras
2015–2016
Sucedido por
Cuca
Precedido por
Diego Aguirre
Treinador do Atlético Mineiro
2016
Sucedido por
Roger Machado
Precedido por
Abel Braga
Treinador do Fluminense
2018
Sucedido por
Fábio Moreno (interino)
Precedido por
João Brigatti
Treinador da Ponte Preta
2020
Sucedido por
Fábio Moreno (interino)