Nacional Futebol Clube (Amazonas)

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Nacional
Nacional Futebol Clube (05) - Manaus-AM.png
Nome Nacional Futebol Clube (Amazonas)
Alcunhas Naça
Azulão
MaquiNaça
Leão da Vila Municipal
Leão do Amazonas
Rei do Amazonas
Clube da Estrela Azul
O Maior do Amazonas
Clube dos Campeonatos
Torcedor(a)/Adepto(a) Nacionalino
Mascote Águia e Leão
Principal rival Rio Negro
Fast Clube
Fundação 13 de janeiro de 1913 (109 anos)
Localização Manaus, AM
Mando de jogo em Arena da Amazônia
Capacidade (mando) 44.000 pessoas
Presidente Augusto Ferraz
Patrocinador(a) Hapvida
Sensumed
Distribuidora Ferraz
Avancard
Restaurante Miako
Material (d)esportivo SJ Sports
Competição Campeonato Amazonense
Website nacionalfc.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual

Nacional Futebol Clube, ou simplesmente Nacional, é uma agremiação esportiva brasileira, com sede na cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas. Foi fundado oficialmente em 13 de janeiro de 1913 por praticantes do esporte com objetivo de abrir espaço para brasileiros praticarem futebol. Numa época no qual o esporte, além dos manauaras, era também bem praticado pelos ingleses, alemães e portugueses que viviam na capital amazonense.[1]

Suas cores são o azul e o branco, e seus mascotes são a águia e o leão, este último o mais reconhecido e, por isso, o clube é conhecido pela sua torcida como o "Leão da Vila Municipal", em homenagem ao então bairro da Vila Municipal (atual Adrianópolis), onde fica seu patrimônio social.

É um dos clubes mais tradicionais do Estado de Amazonas, sendo o recordista em número de títulos estaduais desde 1920, contando atualmente com 43 conquistas, incluindo um hexacampeonato entre 1976 e 1981. Foi o primeiro clube do Norte do país a disputar a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, e é a equipe amazonense que mais disputou essa divisão principal do futebol nacional, tendo disputado um total de 14 edições da competição. Na Copa do Brasil, o Nacional esteve em 16 edições, também um recorde para equipes locais. Por esses feitos o Nacional é conhecido como o 3º maior clube da Região Norte e o maior do Amazonas.

É também o clube dono da maior torcida no Amazonas entre equipe locais e a terceira maior da região norte.[2][3] Seu principal rival no futebol é o Rio Negro, com quem mantém a maior rivalidade do futebol amazonense e um dos maiores clássicos do norte do país.[4]

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Nos primeiros dias de janeiro de 1913, liderados por Manuel Fernandes da Silva (mais conhecido como Fernandinho), jovens e senhores da sociedade manauara (alguns conquistaram renome social depois) idealizaram um clube esportivo que fosse símbolo da nacionalidade brasileira.

Fernandinho era membro do Manaós Sporting, mas saiu do quadro deste clube por desentendimento com o presidente do Manaus Sporting, Dr. Edgard de Melo Freitas. Até então capitão da equipe, Fernandinho, quando em reunião da diretoria discutia-se determinado artigo do Estatuto do Clube, se opôs ao que fora proposto e encontrou apoio entre muitos de seus companheiros de equipe, da qual faziam parte, entre outros, o Sr. José Marçal dos Anjos, de tradicional família Manauara. Descontentes, estes abandonaram o quadro esportivo de outrora e começaram a idealizar, juntos a outros esportistas independentes e jogadores oriundos de vários clubes da cidade (entre eles alguns do Brasil Football Club), a criação de uma nova agremiação. [5]

Assim no dia 13 de Janeiro, em uma casa familiar na Av. 7 de Setembro (na época intitulada de Rua Municipal), centro antigo de Manaus, nascia o Eleven Nacional, um clube com um grupo de jogadores totalmente de origem brasileira. O Nacional já nasceu forte, já buscando conquistas dentro do desporto amazonense e se mostrando um time de futuro glorioso.

Outra fonte, baseada em anotações de Crisólogo Gastão, afirma que a fundação aconteceu na casa do professor Coriolano Durand (que lecionava no Ginásio D.Pedro II), na Avenida Joaquim Nabuco.[1]

O nome[editar | editar código-fonte]

O que motivou o nome “Nacional”, apesar da palavra estrangeira “Eleven” que em português significa “Onze”, foi a totalidade de jogadores brasileiros que jogavam no clube, numa época em que o futebol em Manaus era dominado pelo Manaos Athletic, clube que só aceitava ingleses em seu plantel. Ou seja, o nome "Eleven Nacional" era um homônimo ao time de onze jogadores de origem brasileira.

O nome do clube torna evidente o patriotismo com que foi fundado, com a finalidade de exaltar a nacionalidade Brasileira em um esporte crescente em todo o país mas que de maneira um tanto preconceituosa era quase exclusivamente jogado por estrangeiros. A união de jogadores brasileiros com o objetivo de mostrar a sua força no desporto regional, deu nascimento ao Nacional, o clube que fez questão de em suas cores utilizar as cores da bandeira do país, o clube "mais patriótico de todos". O Nacional chegou a ter em seu estatuto que só permitiria jogadores brasileiros.[6]

O time tinha como escudo a atual estrela azul, e um uniforme branco de golas e meias azuis, o elenco era composto pelos seguintes atletas:

  • Manoel Fernandes da Silva, Antonio Craveiro (goleiro), José Ernesto; Jorge Hermes, Manuel Laiza, Althberto Rocha; Santos Ferreira, Paulo Melo, Cícero Costa, José Melo (Cazuza), Fausto Paiva, Adail Couto, Clodoaldo Costa, Ulysses Linhares, Carneiro, Ciriaco, Júlio Linhares, Bevilaqua, Djalma Cavalcante e Arthur Meninéa.[1]

Pouco depois, ainda em 1913, o time já estava mais estruturado, e o nome "Eleven" teve de ser trocado motivado pelas críticas recebidas do professor Coreolano Durand, sendo que a partir desse momento o clube passaria a se chamar "Onze Nacional’’, com a palavra devidamente traduzida. O Nacional nessa época não permitia a entrada de ingleses e qualquer outro gentílico não brasileiro na equipe, e essa foi a justificativa para a sugestão de mudança de nome do clube por parte de Durand[7].

Em janeiro de 1914 o clube deixou o termo “Onze” e passou a chamar-se Nacional Foot-ball Club, formando o seu conhecido acrônimo NFC que por muito tempo foi usado no seu escudo tradicional. [1]

O início 1914-1915[editar | editar código-fonte]

A primeira partida oficial da história do campeonato de futebol do Amazonas[editar | editar código-fonte]

Durante o ano de 1913 o então Onze Nacional se limitou a fazer amistosos contra as equipes do Manáos Athletic, Vasco da Gama, Manáos Sporting e Onze Português.

A primeira partida oficial do Nacional no campeonato é também a primeira partida oficial da história do Campeonato Amazonense de Futebol, ela ocorreu no dia 1º de Fevereiro de 1914 contra o Manaos Athletic Club (mais conhecido como Athletic). O adversário era um famoso clube de ingleses residentes na capital amazonense, que vinha massacrando seus adversários nos jogos extraoficiais que vinham sendo realizados desde 1908, e por isso, eram considerados imbatíveis até então. Este confronto foi realizado no campo do Bosque Municipal e o clube da estrela azul venceu por 2x1. Os dois primeiros gols oficiais do certame amazonense couberam ao jogador Paulo Mello.[1] Foi a única derrota do clube dos ingleses, que acabou sendo campeão da 1ª edição histórica do estadual. Neste primeiro campeonato, o Nacional aplicou as duas maiores goleadas de sua história no seu maior rival, o Rio Negro. Ao lado do Nacional, o Rio Negro é o único remanescente daquela primeira edição. Naquele ano, os dois estavam longe de ter a rivalidade que foi construída nos anos seguintes. O Nacional venceu o Rio Negro pelos placares de 9x0 e 12x0, os maiores placares do Clássico Rio-Nal até os dias atuais.

Os jogos do Nacional naquele primeiro campeonato:

  • 1º de Fevereiro de 1914 - Nacional 2x1 Athletic - Bosque Municipal
  • 1º de Março de 1914 – Nacional 9x0 Rio Negro - Bosque Municipal
  • 16 de Março de 1914 - Nacional 3x0 Vasco da Gama - Bosque Municipal
  • 29 de Março de 1914 - Nacional 3x0 Sporting - Bosque Municipal
  • 19 de Abril de 1914 – Nacional 12x0 Rio Negro - Bosque Municipal
  • 10 de Maio de 1914 - Nacional 3x0 Vasco da Gama - Bosque Municipal
  • 31 de Maio de 1914 - Nacional 0x2 Sporting - Bosque Municipal
  • 14 de Junho de 1914 - Nacional 2x3 Athletic - Bosque Municipal

O Nacional foi o vice-campeão da histórica primeira edição do Campeonato Amazonense de Futebol. Cícero Costa, o principal craque nacionalino na época, foi o artilheiro de seu clube na competição.

Em 1915, abandonou[editar | editar código-fonte]

No Campeonato Amazonense de Futebol de 1915 o Nacional vinha bem, mas, uma derrota inesperada gerou protesto entre seus atletas: segundo eles o referee não apresentou a imparcialidade que deveria e isso teria prejudicado o quadro azulino. O Nacional acabou abandonando o campeonato, mesmo estando com pontuação para buscar o título. Os jogos que disputou foram:

  • 10 de Janeiro de 1915 - Nacional 1x0 Vasco da Gama - Bosque Municipal
  • 24 de Janeiro de 1915 - Nacional 2x2 Athletic - Bosque Municipal
  • 28 de Fevereiro de 1915 - Nacional 7x0 Rio Negro - Bosque Municipal
  • 21 de Março de 1915 - Nacional 0x2 Sporting - Bosque Municipal

Após a derrota para o Sporting, o Nacional abandonou a competição. Lembrando que fora o Sporting que, vencendo o Nacional, tirou dele a chance de ser campeão de 1914>.

1916-1920 - a conquista da hegemonia[editar | editar código-fonte]

O Nacional, foi fundado como clube para a prática do futebol, e, nos seus primeiros anos já se tornava uma potência no desporto amazonense. Após o vice-campeonato no primeiro torneio oficial em 1914 e o abandono em 1915, o clube finalmente chegou à sua primeira conquista ao vencer o Campeonato Amazonense de Futebol de 1916, ficando de posse da Taça Kirk..

O clube da Estrela Azul foi bicampeão conquistando o torneio de 1917, este que ficou marcado por ser o primeiro onde ele e o grande rival Rio Negro brigaram palmo a palmo pela conquista. O rival ainda pleiteou o título nos tribunais baseado num gol que consideraram irregular na partida decisiva entre os dois clubes, e pedia um outro jogo. Mas dias depois, na reunião da Liga, a entidade esportiva acabou sendo extinta naquele momento, afirmando então um jornal local que o Rio Negro podia também ser considerado campeão, com o título dividido com o Nacional[8]. Neste ano o Nacional inaugurou seu primeiro campo oficial (chamado de Campo da Floresta).[9]

Em 1918 o time azulino conquistou seu terceiro campeonato seguido, e passou a ser o maior campeão estadual do Amazonas para nunca mais ser ultrapassado. Ainda em 1918, no mês de maio, na grande festa de inauguração do Estádio Parque Amazonense para o futebol, o Nacional lavou a honra dos amazonenses ao empatar de 1x1 com um forte combinado paraense (que contou com o craque Suíço), que havia sido convidado para a festa e já havia derrotado outros dois times, evitando assim que os visitantes terminassem a série de três jogos com três vitórias. [10]

Para completar, o Nacional foi campeão em 1919 e 1920, sendo assim campeão de 5 campeonatos seguidos, condição nunca igualada em campeonatos oficiais do Amazonas.

O Nacional foi também o primeiro clube de futebol do Amazonas a jogar em outro estado do Brasil. Em dezembro de 1919 os nacionalinos, a convite do Paysandu, se dirigiram ao Pará e realizaram 4 jogos em Belém, ganhando um e perdendo três. [11]

1921-1932, Primeiras crises[editar | editar código-fonte]

Em 1921 o Nacional teve uma vitória acachapante sobre o Euterpe por 19x0, mostrando que vinha firme na busca do hexa, porem, de forma surpreendente, acabou abandonando o campeonato, assim como fizera em 1915[12].

Em 1922 o "Naça" se reorganizou e voltou forte, não dando margem para os rivais na luta pelo título. Em uma das partidas, venceu o Brasil Sport em 24 de Setembro de 1922 pelo placar de 24x0. Esse resultado equivale ao daquela que é considerada a maior goleada em jogos oficiais no Brasil[13]. O Nacional se tornou campeão estadual após vencer o Luso-Brasileiro por 2x0.

É também no final de 1922 que o Nacional faz sua segunda excursão ao Pará, dessa vez a convite do Clube do Remo. Os nacionalinos realizaram 7 jogos em Belém, empatando dois e perdendo cinco. [14]

Em 1923 o time azulino foi novamente campeão amazonense, contando na disputa com jogadores de destaque como Dantas, Leonardo e Marcolino (considerado o primeiro jogador do Brasil a praticar e fazer gols de bicicleta). [1]

Nos anos de 1924 a 1925 não houve disputa do campeonato estadual, e em 1926 foi realizado um torneio denominado de "Extra" para suprir a falta do torneio oficial. Após esses 3 anos, em 1927 pela primeira vez o Nacional deixou de disputar o Campeonato Amazonense (lembrando que em 1915 e 1921 ele abandonou o campeonato em curso), voltando no ano seguinte.

Em 1928, retornou ao Campeonato Oficial após um ano ausente, de forma surpresa, seu grande rival Rio Negro pediu licenciamento da disputa. Num campeonato sem o Rio Negro, o Nacional liderou o primeiro turno obtendo 5 vitórias em 5 jogos. No returno, por considerar o campeonato "desinteressante" acabou abandonando a competição, que foi vencida pelo Cruzeiro do Sul. .

Depois da desistência em 1928, em 1929, o Nacional se desligou da FADA e se juntou outros 7 clubes para fundar a Associação Manauara de Esportes Athleticos um único resquício de liga paralela que existiu no futebol do Amazonas. Pouco depois do início do primeiro torneio, o Nacional se acertou com a FADA e retornou para seu quadro de filiados. Após perder o Nacional, a AMEA desandou e acabou não concluindo seu primeiro e único campeonato.

Retornando ao campeonato oficial em 1930, o clube voltou a apresentar problemas, desta vez de cunho político interno: desentendimentos entre membros do quadro de sócios e atletas levou a uma cisão importante dentro do clube azulino, que perdeu parte importante de seus jogadores e sócios numa cisão que levou à fundação do Fast Clube. O Nacional ficaria até 1932 sem conquistar um campeonato, ficando 9 anos sem vencer, sendo esse seu recorde atual de anos sem vencer um campeonato.

1933 a 1959[editar | editar código-fonte]

Neste período o clube adicionou mais dez troféus a sua sala de conquistas, assim reafirmando mais ainda sua hegemonia.

No campeonato estadual de 1933 o Nacional levantou o título de campeão, ganhando de todos seus adversários, entre eles o arquirrival Rio Negro que foi derrotado por 2x0 em 10 de setembro. Alguns dos jogadores da equipe campeã eram Praxísteles, Barrote e Renê Monteiro. Já no campeonato de 1936 novamente a taça foi para as mãos do Nacional que, inclusive, goleou na disputa o Rio Negro por 6x0, em 24 de maio. Iano, Jofre, Renê e Babá foram alguns atletas que fizeram parte da conquista nacionalina.[15]

Em 1946 o rival Rio Negro novamente deixou o campeonato alegando como desculpa a conquista do Campeonato de 1945 por parte do Nacional, porém o clube azulino foi campeão novamente em 1946 provando assim que era um clube forte e hegemônico.

O Nacional também deixou de participar dos campeonatos de 1929, 1947 e 1951 por motivos que foram esquecidos com o tempo, provavelmente crise financeira.

A década de 50 foi muito apagada na história do Nacional, o clube conquistou apenas dois campeonatos, sendo este o pior período de 10 anos na história do clube.

Na conquista do campeonato de 1957, o Nacional contou com o técnico Flaviano Limongi e com bons jogadores como Pedro Brasil e Boanerges. Entre alguns resultados da campanha vitoriosa se destaca a goleada de 10x1 dos nacionalinos sobre o Santos. Mas em junho de 1959 o Nacional sofreu a maior goleada de sua história. Em excursão ao Norte do Brasil, o Fluminense carioca derrotou os nacionalinos por 11x1, no Estádio Parque Amazonense. Faziam parte do elenco tricolor conhecidos jogadores como Castilho, Pinheiro e Waldo.[16]

1930 a divisão[editar | editar código-fonte]

Após não disputar o campeonato de 1929, no ano de 1930 o Nacional perdeu muitos de seus sócios, que estavam insatisfeitos com muitas coisas dentro do clube, dentre estes o capitão Vivaldo Lima e o jogador Rodolpho Gonçalves. Estes deram como motivo de saída à mudança de estatuto do clube pelo então presidente Coronel Leopoldo Matos.

Da cisão foi criado um dos maiores rivais do Nacional, o Fast Clube, que durante o afastamento do Rio Negro, foi ao lado do América o clube que mais representou resistência a hegemonia Nacionalina.

A polêmica de 1945[editar | editar código-fonte]

Em 1945 o Nacional venceu o Olímpico Clube por 3-2 e conquistou o título dentro das quatro linhas, porém, o adversário entrou na justiça esportiva local alegando que o Leão havia atuado com jogador irregular, e com o apoio do comando barriga-preta o Olímpico acabou ganhando a causa, o que favoreceria ninguém mais ninguém menos que o próprio Rio Negro. Enquanto a briga rolava, o então presidente da FADA esteve na festa do aniversário rionegrino e deu a noticia de que o título já era do clube rival; porém, o comando Nacionalino, que conquistando o título no futebol resolveu recorrer para reaver o título que havia conquistado.

O tribunal, reavaliou a causa e desta vez devolveu os pontos que havia retirado do Leão da Vila, sendo este novamente o maior pontuador e campeão de direito do Campeonato, os adversários, não conformados com a perda de uma briga judicial da qual não participavam (o causo era entre o Nacional e o Olímpico) resolveram abandonar a Federação e sem base em fatos saíram acusando o clube azulino, sendo que era irrelevante acusar o clube de quaisquer cousa, pois este é que havia conquistado o título, perdido no tribunal e reavido depois.

Anos 60, anos de glória[editar | editar código-fonte]

No período de 1960 a 1969 o Nacional conquistou 04 campeonatos e foi vice campeão por duas outras oportunidades, mirando rumo ao profissionalismo, o Naça entrou para história sendo o último campeão amador e o primeiro campeão profissional amazonense, sendo bicampeão em 1963-1964.

Neste tempo formou grandes ídolos como no elenco de 1963 que contava com Boanerges, Jonas, Sula, Jayme Basilio, Vanderlann, Hugo, Fredoca, Portuguesa, Dermilson e Pepeta, sendo todos estes ídolos da torcida; praticamente todos permaneceram no clube no ano seguinte.

O Torneio Centro/Sul x Norte/Nordeste[editar | editar código-fonte]

Em 1969, o Nacional disputou o Torneio Centro/Sul x Norte/Nordeste, contra o Grêmio Maringá,[17][18] vencedor do Torneio Centro/Sul. Laércio Becker afirma que "enquanto o Torneio Norte–Nordeste foi jogado nos anos de 1969 e 1970, o Centro-Sul de 1969 não foi concluído e o de 1970 nem sequer foi jogado. Ademais, há partidas do Centro-Sul de 1969 que foram jogadas depois da suposta final no Maracanã", concluindo que a partida ocorrida em 1969 teria sido apenas um amistoso.[19] Portanto, apesar do intento nacional-unificador da disputa em fazer um tira-teima de vencedores inter-regionais, tratou-se de um torneio de cunho amistoso.

Originalmente, o Grêmio Maringá enfrentaria o campeão do Torneio Norte–Nordeste, Sport Club do Recife, porém a disputa do torneio não foi requisitada pelo time pernambucano e nem pelo Clube do Remo, campeão do Torneio do Norte, deixando assim a vaga para o Nacional Futebol Clube.

Final[editar | editar código-fonte]

A final do torneio foi disputada no Maracanã lotado com 120 mil pessoas, num domingo 24 de agosto de 1969, em preliminar ao jogo Brasil x Venezuela, válido pela Eliminatória da Copa do Mundo de 1970.[19][18]

Ao decorrer do jogo, logo aos 8 minutos do primeiro tempo Pepeta driblou três zagueiros adversários, invadiu a grande área e marcou o único gol da partida; neste momento o presidente da Federação Amazonense de Futebol, Flaviano Limongi, gritou:

"Fizemos História"
— Flaviano Limongi

Como campeão, o Nacional levou a sua torcida ao delírio, milhares de pessoas foram até o aeroporto da Ponta Pelada receber os "heróis" em carreata, de lá os jogadores seguiram no carro de bombeiros até a sede do clube, seguidos pelos torcedores. A euforia da conquista foi tanta, que o então governador Danilo Areosa se viu obrigado a declarar ponto facultativo por dois dias.[18]

O guardanapo azul vira o mastro oficial do estado[editar | editar código-fonte]

Em 1969, após a conquista do título do Torneio Centro/Sul x Norte/Nordeste o ainda criança Mário Adolfo tirou a bandeira amazonense do mastro da residência oficial do governador para pôr um guardanapo azul e branco fazendo alusão ao Nacional. Segundo o mesmo diz no livro de Pepeta:

"Retirei o 'pavilhão azul' meio envergonhado, mas pelo menos por 5 minutos, o 'guardanapo do Naça' tremulou no mastro oficial da residência do governador!"
— Mário Adolfo, consagrado jornalista amazonense.

Anos 70 e o hexacampeonato[editar | editar código-fonte]

Com a sua tradição de conquistas, nos anos 70 o Nacional teve uma força ímpar na história do futebol amazonense, contando com vários craques o clube conseguiu um inédito hexacampeonato (1976-1981), antes, porém, revelou para o Brasil, os jogadores Campos Pedrilho, Toninho Cerezzo e Paulo Izidoro, que eram juniores do Atlético Mineiro e aqui vieram fazer um "estágio" voltando para Minas para o estrelato futuro. Jogadores como Alfredo Mostarda, Antenor (campeão brasileiro em 1977 com o São Paulo) calçaram as "chuteiras" nacionalinas também. Por volta de 1979 o Nacional realizou a intensa campanha: "O leão dá sorte" com os carnês “Naça Gigante, Naça milionário” quando distribuía prêmios aos compradores dos bilhetes do evento como automóveis e terrenos, a compra dos carnês fez fortalecer seu lado patrimonial, inclusive com a construção de sua piscina na sede social.

Deste tempo podemos citar vários ídolos do clube como, por exemplo: Procópio, Luís Florêncio, Borrachinha, Paulo Galvão e Careca; Bendelack, Reis, e sem deixar de citar o técnico Laerte Dória que fez parte de três dos seis títulos do hexacampeonato,.

Estreia no Brasileirão em 1972[editar | editar código-fonte]

O Clube da estrela azul foi o primeiro amazonense e nortista a disputar o Campeonato Brasileiro de Futebol e estreou no ano de 1972, enfrentando o Bahia no dia 10 de Setembro de 1972 no Estádio Fonte Nova:

O Nacional era comandado pelo técnico Paulo Emilio e jogou com: Edson Borracha, Jurandir, Almir e Mesquita (substituído por Luís Carlos), Antônio Piola, Danival, Jorginho e Reis; Valmir (substituído por Julião), Ismael e Laci.

Campanha

Ao geral na competição, o Nacional, que foi dirigido pelo técnico Paulo Emilio disputou 25 jogos com a seguinte campanha:

Com 14 gols, o mineiro Campos foi vice artilheiro do campeonato.

Pos. Nacional Pt J V E P GF GS GP
1 Nacional-AM 18 25 04 10 11 23 30 -7

As 4 vitórias foram nacionalinas:

Estádio Vivaldo Lima - Manaus

Estádio Vivaldo Lima - Manaus

  • 22 de Outubro de 1972 Nacional 2-1 CRB

Estádio Rei Pelé - Maceió

Estádio Vivaldo Lima - Manaus

Campeão com 100% de aproveitamento em 1974[editar | editar código-fonte]

Em 1974 o Nacional fez a melhor campanha da história do Campeonato Amazonense de Futebol, o Leão da Vila conquistou um feito que até hoje se permanece único, o clube foi campeão vencendo todos seus jogos, que foram 10 naquela edição com direito a uma vitória pelo placar de 4-0 sobre o vice-campeão Rio Negro.

Outros detalhes foram o fato do clube ter tomado apenas 3 gols em todo o torneio, fazendo um total de 27 ficando com um saldo positivo de 24 gols. Até hoje nenhum clube sequer chegou perto do feito do Nacional.

O elenco nacionalino principal naquela temporada:

  • Os titulares: Procópio(G), Antenor, Renato, Eurico Souza e Luís Florêncio; Angelo e Rolinha; Ismael, Bibi, Paulo Isidoro e Reis.
  • Reservas que atuaram: Toinho(G), Djalma, Fausto, Jorginho, Said, Roberto, Expetido e Pedrilho.

1978, campeão invicto[editar | editar código-fonte]

Depois do bicampeonato, em 1978 o clube da estrela azul ganhou todos os jogos do 1° e 2° turno daquele campeonato se sagrando campeão dos dois turnos, então foi disputado ainda um terceiro turno no intuito de revelar um clube para fazer uma possível final. Apesar de ter empatado três jogos o Nacional manteve-se invencível e terminou empatado com o América e São Raimundo em número de pontos, logo foram definidos jogos extras e não deu outra, o Nacional venceu os três dois e venceu também o 3° turno.

O clube além de ter sido campeão sem necessidade de finais, foi campeão sem uma única derrota, tendo como elenco da conquista histórica:

  • Rafael, Carlinhos, Paulinho, Paulo Galvão e Ely; Ray, Careca e Corrêa; Mário Gordinho, Santa Cruz e Esquerdinha fizeram o último jogo em que venceu o América por 1-0.
  • O comandante do título foi o grande técnico gaúcho Laerte Dória, técnico ídolo no clube.
  • Ainda jogaram pelo Nacional naquele ano: Amauri (goleiro), Cláudio, Walace Sousa, Marcos, Hélio, Maranhão, Armando, Terano, Barrote, Fernandinho, Brandão, Noé Silva e Clayton.

O Nacional sagrava-se tricampeão amazonense de futebol, com uma das melhores medias de público do norte-nordeste.

A campanha nacionalina foi a seguinte:

Pos. Nacional Pt J V E P GF GS GP
1 Nacional-AM 31 17 14 3 0 38 10 +28

Década de 1980, o adeus à elite[editar | editar código-fonte]

De 1980 até 1987 o Nacional conseguiu nada menos que seis campeonatos amazonenses, o que sempre lhe fazia chegar no Campeonato Brasileiro, neste período disputou ao todo seis edições do Campeonato Brasileiro de Futebol- Série A, e uma edição da Série B.

Nestes anos o clube tinha ainda grandes jogadores, e conquistou dois importantes torneios amistosos.

1981[editar | editar código-fonte]

O Torneio do Pacto Amazônico[editar | editar código-fonte]

O Torneio do Pacto Amazônico foi realizado em Manaus no ano de 1981, e contava com clubes dos países que compunham a Amazônia internacional, como por exemplo: Millonarios da Colombia; Sporting Cristal e Alianza Lima do Peru; Tuna Luso de Belém e Fast Clube de Manaus dentre outros.

A conquista do Nacional teve um valor de nível internacional, apesar de este torneio ter sido disputado em Manaus ele reuniu alguns dos maiores clubes da Colômbia e do Peru.

O estadual[editar | editar código-fonte]

No estadual de 1981, o Nacional buscava o hexacampeonato, o clube ganhou o primeiro turno do campeonato, entrou no quadrangular final do segundo turno e venceu os três jogos que disputou, sagrando-se campeão amazonense com louvor, porém, o clube ainda teve que lutar pelo campeonato e pela posse da taça conquistada em campo, no tribunal, respondendo a liminares de Fast Clube e América que se confundiam em acusações contra o clube azulino, antes o rival Rio Negro havia desistido no 1° turno após não se classificar para fase final.

O caso foi julgado, e o título assegurado, o Nacional sagrava-se então hexacampeão de futebol profissional do Amazonas, feito único até hoje.

Campanha
Pos. Clube J V E P GF GS GP
1 Nacional-AM 17 15 01 01 31 05 +26
  • Artilheiro: Jasson, até então com 22 anos foi o artilheiro do Campeonato com 14 gols.

1984: A Copa do Rei Hassan[editar | editar código-fonte]

Esse torneio foi disputado durante uma excursão do Nacional ao Marrocos, o clube foi o primeiro da região norte a fazer excursão fora da América latina.

Na bagagem o clube trouxe o troféu do torneio no ano de 1984, torneio este que era realizado em homenagem ao Rei daquela monarquia, e o Nacional que estava na Série A do Campeonato Brasileiro foi o clube escolhido para representar o Brasil, e não fez vergonha conquistando a competição.

Fora da elite[editar | editar código-fonte]

O Nacional era um clube consolidado como potência regional, dentro do Campeonato Brasileiro o clube manauara tinha o mesmo nível da dupla paraense Remo e Paysandu, tinha uma das maiores médias de público do Norte e Nordeste e grande apoio da massa, longe disso em 1987 foi criado o Clube dos 13 organização que escolheu os principais clubes dos estados mais populosos do Brasil e deixou muitos clubes de grande torcida de fora.

Desde então o Nacional nunca mais disputou a elite do futebol brasileiro, e sempre correu em Manaus a estória de que a diretoria da época seria corrupta e que teria entregue vários jogos, que o clube teria a capacidade de se reafirmar e voltar logo a elite, mas os dirigentes do clube até então estariam muito mais preocupados com as rendas e pouco se interessavam com o futuro do Nacional.

Existe a suspeita histórica de que dirigentes da FAF e do próprio Nacional, agindo de má fé teriam vendido a vaga do clube amazonense na Série B de 1988 para um clube paulista. Ainda não se sabe se é um fato ou apenas boato, porém a época o Nacional tinha considerável colocação no Ranking brasileiro (entre os 30 melhores), o que lhe daria facilmente uma vaga entre os 24 que disputaram a Série B daquele ano.

O time de garotos é tricampeão em 1985[editar | editar código-fonte]

Depois de uma decepcionante campanha no Campeonato Brasileiro de Futebol, o Nacional se viu obrigado a vender suas principais peças, dentre elas Dadá Maravilha que artilheiro do clube no ano de 1984, e Freitas, principal revelação do clube em 84 que foi vendido pro São Paulo. Com isso, a diretoria encarregou o técnico de base Alfredo Barbosa Filho de montar um elenco jovem para o técnico Elias Haddad.

De início o elenco jovem nutriu desconfiança na torcida e grande alarde na imprensa, que, acabou por se enganar, 1985 foi o Campeonato mais fácil conquistado pelo Nacional na época. O time passou quase quatro meses invicto, e o goleiro Arthur segurou uma invencibilidade de 758 minutos, as partidas eram tão fáceis que a comissão técnica não tinha medo de fazer improvisos, como o volante Marinho Macapá atuando parte do campeonato na Lateral-Direita.

Mas, nem tudo eram rosas, enquanto a equipe voava no estadual, o quarto zagueiro Oberdã lutava contra a morte, após ter seu intestino rompido por uma joelhada do jogador Saraiva do Sul América. Oberdã passou por duas cirurgias, e pouco depois da segunda, o Nacional perdeu sua primeira e única partida, pelo placar de 2-1 para o Penarol de Itacoatiara.

O campeonato continuou, e após a derrota o Nacional não foi mais derrotado no Campeonato, nada parecia abalar os jovens nacionalinos. Logo o clube foi campeão, em 20 partidas, o Leão venceu 13, empatou 6 e perdeu apenas 1 jogo e seu principal artilheiro foi Tita, com 12 gol e vice-artilheiro do estadual naquele ano.

Campanha

1986, campeão na base da humildade[editar | editar código-fonte]

O ano começava difícil pro Nacional, o clube mergulhava em uma grave crise financeira, enquanto o Rio Negro tinha ao seu lado um grupo de empresários. Enquanto o Rio Negro estava com tudo, tinha 30 jogadores profissionais o Nacional tinha alguns jogadores com contrato e mais uma vez buscaria uma saída nos juniores.

Neste ano, a dificuldade foi tanta que o presidente do clube andava fazendo empréstimos e vendendo parte do terreno no Adrianópolis para manter o clube no campeonato, naquele momento a frase na boca do povo era “Esse ano Rional é Davi contra Golias...”

Com todas essas dificuldades, o Nacional foi em frente, comandado por veteranos como o Goleiro Edson Cimento e o ponta-direito Botelho, o Naça suou em busca do seu terceiro tetracampeonato, e novamente os juniores arrasaram, em 22 jogos, o Nacional comandado por Aderbal Lana perdeu apenas duas partidas, e surgia um jovem ídolo para a torcida na época: Sérgio Duarte, que tinha 20 anos e se destacava no meio-campo.

A decisão foi contra o Rio Negro, no estádio cerca de 42 mil pagantes para o jogo que foi decidido aos 35 minutos do primeiro tempo com o único gol do jogo, a favor do Nacional e marcado pelo artilheiro do time Raulino. A partir de então a torcida do Naça começou a comemorar, mesmo com o rival crescendo em campo, enquanto a torcida deste estava desesperada vendo mais uma vez o campeonato saindo de mãos de seu favoritismo

O principal artilheiro do Nacional no ano foi Raulino, que fez 11 gols e foi vice-artilheiro do campeonato.

Campanha nacionalina

Outros anos[editar | editar código-fonte]

Após seu afastamento da Serie A do campeonato brasileiro, o futebol do clube e a presença de sua torcida no estádio caíram grotescamente; Com a cobertura exagerada da mídia local a jogos de clubes de outros estados e a conseqüente falta de patrocínios levou o Nacional, antes considerado um clube de massa a um patamar muito inferior aos demais clubes brasileiros.

1987

O clube disputou em igualdade o Campeonato Amazonense com o Rio Negro, perdendo dois jogos na final e ficando com o vice-campeonato, naquele ano os clubes do Amazonas disputariam os Módulos Azul e Branco do certame nacional, uma espécie de divisão de acesso na qual o Nacional era estreante pelo Módulo Branco, porém, o clube que era um dos favoritos por ser um dos melhores rankeados não correspondeu e acabou ficando em 17° lugar.

1988

Em 1988 a torcida se irritou com o time, mesmo com a crise financeira que era forte e o crescimento financeiro do Rio Negro o Naça nunca havia tido uma campanha tão ruim durante o profissionalismo. Em 1988 o Campeonato era disputado em turno único de três fases:

  • 1° fase - A primeira fase teve como melhor clube o Princesa do Solimões de Manacapuru, o Nacional ficou em segundo e se classificou a segunda fase, que contou ainda com Rio Negro, América, Fast Clube e Penarol.
  • 2° fase - A segunda fase era dividida em 2 grupos de três, porém todos os clubes deveriam se enfrentar, o Nacional consegiu em 5 jogos não vencer um único jogo e perder três, ficando em 3° lugar no seu grupo, sua pontuação lhe garantiu o 3° lugar, mas o clube já estava eliminado e ficou fora da final depois de 14 anos.

A má campanha tirou o clube da estrela azul do Campeonato Brasileiro, e isso foi um dos maiores motivos do abandono que o clube sofreu por parte de sua torcida, que resolveu deixar de ir ao estádio em protesto.

1989

Nacional e Rio Negro dominaram aquele campeonato, na primeira fase o Nacional ficou em 1° lugar e chegou às semifinais como favorito, mas teria de enfrentar o Princesa do Solimões que era forte em seu estádio, mas o Nacional não teve dificuldades e venceu os dois jogos por 2-1 em Manacapuru e 1-0 em Manaus, a final seria contra o Rio Negro que eliminara o Sul América.

Nas finais, o Nacional foi forte no primeiro jogo e empatou por 0-0, mas no segundo não resistiu a pressão barriga-preta e perdeu por 1-0, o vice-campeonato lhe garantiu na Série B, mas não na inédita Copa do Brasil de Futebol.

No Campeonato Brasileiro da Série B o clube não se classificou à segunda fase por 1 ponto, a eliminação lhe custou um mero 40° lugar e a não inclusão no campeonato da Série B seguinte.

Década de 90[editar | editar código-fonte]

1990

Em 1990 a torcida do Nacional já estava muito afastada dos estádios. O tri-campeonato do maior rival e a ausência na primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol lhe deixaram em péssima situação. Chegando à final do Amazonense o clube perdeu pro mesmo Rio Negro, e no Brasileiro da Série C o clube obteve um modesto 29° lugar.

Essa foi a gota d'água. Numa época em que o torcedor protestava deixando de ir ao estádio, os públicos do Naça caíram muito, e ficou desacreditado, já que o Rio Negro vivia melhor momento e a torcida nacionalina não era acostumada a baixas dentro de casa.

1991

De forma surpresa, o tradicional inimigo, Rio Negro, que buscaria um pentacampeonato, acabou não disputando o Campeonato Amazonense de Futebol daquele ano. Apesar disso o Nacional não montou um bom time, por isso teve muitas dificuldades para ganhar o primeiro turno contra clubes que tradicionalmente não lhe ofereciam grande resistência.

No segundo turno a coisa piorou, o Naça acabou perdendo o título pro Fast Clube, o que não acontecia em pelo menos 15 anos, já que o único que conseguia era o Rio Negro. Na final geral, o clube empatou em 0-0 com o Fast Clube e foi campeão por ter tido a melhor campanha.

Nesse ano a decadência do clube era notável. De repente o clube diminuía sua capacidade técnica e jogava com dificuldade contra clubes que costumava vencer de goleada. Os estádios com menos de 10 mil pessoas na final, o que não acontecia há pelo menos 40 anos e a ausência no Campeonato Brasileiro era a principal prova de que a torcida não voltaria aos estádios tão cedo.

1992 - Primeiro acesso do Amazonas[editar | editar código-fonte]

Em 1992 o Nacional disputou a Série C ao lado do seu tradicional rival, o Rio Negro. Os dois caíram num grupo regional com outras três equipes: Atlético Acreano, Macapá e Ji-Paraná. O regulamento da competição previa que o primeiro colocado de cada um dos sete grupos garantiria vaga na fase semifinal e também conquistaria uma vaga na Série B de 1993.

O Nacional sobrou no grupo com 5 vitórias, 2 empates e 1 derrota (essa para seu maior rival), com o Rio Negro ficando em segundo. Assim, garantiu historicamente o primeiro acesso do futebol do Amazonas no futebol nacional, qualificando-se a jogar a Série B de 1993. O clube avançou para a fase semifinal onde enfrentou Tuna Luso e Auto Esporte. O leão chegou à última rodada com chances de avançar à final, bastando vencer a equipe paraense em Manaus para obter sucesso. O clube esteve a um gol de conseguir êxito, mas acabou cedendo o empate e ficando em 2º lugar no grupo e 3º lugar geral. [20]

1993[editar | editar código-fonte]

Manobra da CBF transforma Série B de 1993 em Torneio Seletivo

Desrespeitando seus regulamentos, a CBF decidiu elevar 12 clubes da Série B de 1992 para a Série A, ao invés de 2 como estava previsto. Depois, a mesma resolveu retirar o mérito esportivo da disputa da segunda divisão, não mantendo os participantes originais, e assim, os sete clubes que subiram pela Série C de 1992 passariam a se juntar a 25 representantes estaduais, formando duas divisões de 32 equipes (Série A e Série B).

Já em 1993, a CBF resolveu não mais realizar aquela edição da Série B. Algum tempo depois, realizou um torneio seletivo que hoje é considerado parte da história da Série C. O Nacional foi colocado novamente em um grupo regional com Rio Negro, Rio Branco-AC e Independência-AC. O Nacional foi o vencedor do grupo.

Nova disputa de Acesso em 1993

Após vencer seu grupo, o Nacional estava na fase final do Torneio Seletivo da Série B de 1994, disputando novamente o acesso (pelo segundo ano seguido) à segunda divisão nacional (a qual disputaria por mérito naquele ano). O adversário foi o clube mato-grossense Barra do Garças. Nos jogos decisivos, dessa vez o clube azulino não obteve êxito e acabou perdendo a primeira partida fora de casa por 2x0 e empatando em casa por 1x1, assim, terminando a sua participação.

1994 a 1999[editar | editar código-fonte]

No período que foi de 1994 a 2000 o Nacional obteve apenas três conquistas estaduais, o clube vinha em baixa e acabou não disputando o campeonato de 1997. A equipe viu o crescimento de um clube considerado pequeno (São Raimundo), que com o apoio de ex-dirigentes do próprio Nacional, obtiveram várias conquistas em nível regional. Esse clube se beneficiou e muito do afastamento da dupla Rio-Nal em 1997, juntando grandes nomes da dupla a equipe formou hegemonia de quase 10 anos no futebol local, mais nem de perto comparável a hegemonia nacionalina que dura até hoje.

Dois anos invicto nos estaduais, 1994-95.

Claro, evidenciando que o clube foi Vice-campeão invicto em 1994 e Campeão invicto em 1995, ficando assim, dois anos invicto no Campeonato Amazonense de Futebol. Em 1994 foi o melhor em todos os quesitos, perdendo o título nos pênaltis contra a zebra América, sendo que foram três anos seguidos dos chamados pequenos desbancando os papões de títulos do Amazonas. Em 1995 veio novamente o título.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

2000

Devido a boa colocação no ranking da CBF, o Nacional disputou o Módulo Amarelo (equivalente à Série B) da Copa João Havelange. Ficou em 15º lugar no Grupo B marcando 19 pontos, em 17 jogos, sendo 5 vitórias, 4 empates e 8 derrotas, marcando 34 gols e sofrendo 37.

2001

Neste ano o Nacional foi vice-campeão amazonense, perdendo na final para o Rio Negro onde foi derrotado por 2-1 no dia 7 de Julho. No período de 12 de Agosto a 24 de Novembro de 2001, o clube da estrela azul fez sua última participação na Série B do Campeonato Brasileiro, o time fez uma péssima campanha, onde disputou 26 jogos, venceu 6, empatou 7 e perdeu 13. O clube acabou ficando na 27° posição e sendo rebaixado.

2002

No ano de 2002 o Nacional foi campeão invicto do Campeonato Amazonense, e a excelente fase refletiu-se no Campeonato Brasileiro de Futebol, onde o Nacional chegou ao quadrangular final da Série C, ficando em 4° lugar, atrás do campeão Brasiliense, do Marília e Ipatinga. Naquela época apenas duas equipes conseguiam o acesso a Série B. O Nacional foi o clube de segunda melhor campanha na competição e seu atacante Wallace foi o 5° maior goleador da competição, fazendo 8 gols. Problemas internos tiraram a chance do clube ascender de divisão.

Além disso, em 1995 e em 2005, o time chegou até as quartas-de-final do mesmo campeonato, ficando, portanto, nessas outras duas vezes entre os 08 (oito) melhores do Brasil. Em 2005 o clube foi eliminado pelo Campeão Remo, que vinha embalado e mesmo assim o Nacional ainda conseguiu uma vitória heróica de 1-0 em pleno Mangueirão lotado, sendo eliminado pela derrota por 2-0 em casa no primeiro jogo.

2003

Em 2003 o Nacional começou disputando o Nacional e foi campeão com sobras enfrentando o Rio Negro na final, sendo essa a última final disputada entre os dois. O campeonato daquele ano foi um dos piores dos últimos 10 anos, onde apenas seis clubes disputavam e toda rodada saia várias goleadas.

Mesmo com a conquista do título o Nacional não motivava, e talvez por isso tenha se saído mal também na Série C. Disputanto junto com o Rio Negro e disputando também com o Rio Branco do Acre e o CFA de Rondônia, o Naça se classificou invicto e em primeiro lugar à segunda fase, porém, nessa segunda fase acabou por ser eliminado para a Tuna Luso Brasileira após perder por 1-0 em Belém e empatar em 0-0 em Manaus. A campanha passou muito longe da do ano anterior.

2004

O ano de 2004 foi péssimo para o clube, rendeu pouco no estadual, ficou fora de uma final depois de 4 anos e atrás do Grêmio Coariense que era estreante no Campeonato. Como o São Raimundo estava na Série B, o Nacional entrou na Série C ao lado do Grêmio Coariense, o clube acabou sendo eliminado na primeira fase sem vencer um único jogo, fazendo a sua pior campanha em campeonatos nacionais.

2005

Em 2005 o Naça apresentou melhoras, mas continuou num ritmo decadente. O clube não conseguiu evitar a conquista de dois turnos na final do segundo turno e o título inédito do Grêmio de Coarí. No Brasileiro o clube foi melhor, sendo eliminado nas quartas de finais pelo Clube do Remo do Pará, ficando em 8° lugar no geral, naquele ano o clube obteve boas vitórias como um 4-0 no São Raimundo-PA e uma vitória por 1-0 em Belém sobre o campeão daquele ano.

2006

Em 2006 o clube da estrela azul no estadual ficou em terceiro lugar, atrás de São Raimundo e Fast Clube, ficou em 3° lugar na Taça Amazonas e eliminado na primeira fase da Taça Cidade de Manaus, ficando em 3° lugar no geral. O clube não levou em frente a disputa da Série C do mesmo ano, e sua vaga acabou ficando com o Rio Negro que foi o 4° colocado. O Nacional vinha de 6 (seis) anos consecutivos disputando o Campeonato Brasileiro de Futebol

Campeão em 2007

Em 2007 conquista pela 40º vez o Campeonato Amazonense. Isso o garantiu entre os representantes do estado no campeonato Brasileiro, onde ficou com apenas a 28° colocação na Serie C, tendo disputado a competição até a segunda fase. Ainda em 2007 formou o time B, que disputou a Série B do Campeonato Amazonense, onde foi vice-campeão.

2008[editar | editar código-fonte]

Em 2008 o Nacional disputou apenas a Copa do Brasil de Futebol além do Campeonato Amazonense de Futebol, no Campeonato Amazonense o Nacional não foi muito bem e acabou ficando na terceira colocação.

Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Na Copa do Brasil o Nacional foi o primeiro clube do Amazonas a eliminar um adversário ainda no jogo de ida, o adversário era o Guará do Distrito Federal, o Naça venceu o clube na cidade satélite de mesmo nome pelo placar de 2-0. Na segunda fase o Nacional enfrentou o Atlético-MG, no primeiro jogo aconteceu um empate em 2-2, sendo que o Nacional chegou a estar vencendo a partida; no jogo de volta o Nacional não resistiu a tradição do clube mineiro e perdeu por 4-1.

2009[editar | editar código-fonte]

Em 2009, ocorre o desligamento de Manoel do Carmo Chaves da presidência do clube, logo novas eleições para presidente do clube são realizadas. A chapa vencedora foi liderada pelo vereador Luís Mitoso. O clube consegue a única vaga do Amazonas à Série D do Campeonato Brasileiro, ao ser campeão do primeiro turno do Campeonato Amazonense. Foi vice-campeão do torneio, ao perder para o América na final por 3 a 0.

Pela Série D, o Naça conseguiu avançar à segunda fase do torneio, sendo líder do grupo A1 com 9 pontos. No primeiro jogo da segunda fase, arrancou um empate diante do Cristal-AP em Macapá por 1 a 1. Bastava um empate sem gols para a classificação à terceira fase. No segundo jogo em Manaus, o time abre 2 a 0 no primeiro tempo. Mas no segundo tempo, mesmo diante de sua torcida, o time do Nacional leva de forma incrível, 5 gols do time amapaense, culminando com o placar de 5 a 2 para o Cristal-AP. Uma das atuações mais vexatórias da história do clube, e conseqüentemente, do futebol do Amazonas, que via no Nacional a chance de se classificar para a Série C de 2010 e sair do fundo do poço do futebol brasileiro. Na classificação geral, o clube acabou na 17º colocação, com 10 pontos ganhos, ainda a frente de equipes ainda consideradas grandes no meio nacional, como o Santa Cruz-PE. Mais uma vez fatores obscuros tiraram a chance do Nacional subir de divisão.

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

2010[editar | editar código-fonte]

Em 2010, o clube contrata Alemão, ex-jogador do Botafogo e da Seleção Brasileira para comandar o time na temporada de 2010. Mas com Alemão no comando, o time teve desempenho apenas razoável, e após a eliminação do time na Copa do Brasil para o ASA-AL ainda na primeira fase com dois empates, Alemão pediu demissão. No Campeonato Amazonense, o time fez sua pior campanha em 22 anos terminando no 4º lugar com 27 pontos ganhos, sendo que o clube, desde 1989, terminava sempre entre os três primeiros do campeonato.

2011[editar | editar código-fonte]

No ano de 2011 o Nacional foi vice-campeão da Taça Amazonas e campeão da Taça Cidade de Manaus, o que lhe levou a 3° final do ano contra o Penarol, final esta que perdeu nos pênaltis no município de Itacoatiara e lhe deu o título de Vice-Campeão Amazonense de Futebol de 2011, o clube conquistou ainda uma das vaga na Copa do Brasil de Futebol de 2012.

O clube ainda disputou a Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol, onde enfrentou novamente o Penarol. O clube conquistou a vaga devida à desistência da Federação Roraimense de Futebol de por um clube na competição, a vaga veio através do Ranking Nacional de Clubes da CBF, sendo que a federação amazonense ainda não tinha definido critérios para uma possível segunda vaga até a desistência dos clubes roraimenses, a indicação pelo Ranking causou uma briga judicial com o Fast Clube que almejava a vaga.

Série D

O Nacional novamente era o mais tradicional do seu grupo, e franco favorito a vaga nas finais pelos que acompanhavam o clube de fora do estado do Amazonas devido a sua tradição, mas mais uma vez sua diretoria fez um péssimo trabalho, negando mais uma vez as tradições do clube em campo, contratou jogadores desconhecidos das regiões sudeste e sul pouco antes do início do torneio, não teve um projeto profissional e fez o clube ser eliminado ainda na primeira fase.

2012[editar | editar código-fonte]

Na Copa do Brasil, o Naça estreou enfrentando o Coritiba em Manaus, o Leão da Vila Municipal empatou em casa, com sabor de derrota, pois muitos acreditavam na vitória do Leão. Já no jogo de volta, o clube perdeu de 2-0 em Curitiba e foi eliminado,o Nacional foi o clube eliminado com menos gols pelo clube paranaense, que foi vice-campeão.

No estadual 2012 o Nacional venceu o primeiro turno do Campeonato Amazonense, derrotando o Princesa nas finais, devido a conquista da vaga na final, o time relaxou e caiu de produção resultando em uma péssima campanha no segundo turno, do qual não chegou às finais, que foram vencidas pelo Fast Clube, maior rival do Nacional nos últimos anos. Os dois clubes se enfrentam nas finais.

No primeiro jogo empate em 2-2, no segundo jogo vitória do Nacional por 2-1, consagrando-se campeão amazonense pela 41° vez, sendo que contribuiu por mais um ano de jejum para o Fast Clube, a conquista também lhe garantiu no Campeonato Brasileiro de Futebol - Série D de 2013 além da Copa do Brasil.

O Nacional foi novamente o clube que mais atraiu torcedores aos estádios, sendo que nas finais lotou praticamente sozinho os jogos com seu mando de campo.

2013 - Indícios de renascimento e frustração.[editar | editar código-fonte]

Em 2013 o Nacional novamente teve o calendário cheio, estava apto a disputar a Copa do Brasil de Futebol e o Campeonato Brasileiro Série D, além do Campeonato Amazonense de Futebol.

Amazonense 2013[editar | editar código-fonte]

No Campeonato Amazonense o Nacional estreou vencendo seu tradicional rival Rio Negro pelo placar de 2-0, levantando a Taça Centenário (os dois são os únicos clubes ativos do primeiro estadual do Amazonas), ainda teve uma vitória por 5-2 frente ao Sul América antes de perder dois jogos seguidamente e ser eliminado. Depois de uma péssima campanha no primeiro turno, que foi vencida pelo Princesa do Solimões, o Nacional se recompôs na competição sob o comando do técnico Aderbal Lana, que o tornou o time mais forte do campeonato.

O Nacional credenciou-se a final inédita do estadual contra o Princesa do Solimões fazendo grandes partidas, vencendo a Taça Cidade de Manaus (Segundo Turno) em cima do próprio Princesa do Solimões com placar de 4-2 em Manaus e 0-0 em Manacapuru, sendo que em determinado momento da primeira partida em Manaus chegou a estar com dois a menos, a curiosidade é que após cada expulsão o Nacional fazia um gol, no segundo jogo, demonstrando estar se preservando para a Copa do Brasil, o time anulou o Princesa do Solimões e garantiu o empate.

Chegando a grande final, muitos discutiam qual era a prioridade do clube no momento, e no primeiro jogo da Final o Nacional perdeu em Manaus pelo placar de 3-1, sendo que boa parte dos torcedores e também da imprensa creditou a derrota ao fato do time estar empenhado na Copa do Brasil. No segundo jogo, mostrando sua qualidade, reverteu a desvantagem vencendo por 2-0 e mantendo pressão durante todo o jogo, porém, a Taça acabou decidida nos pênaltis, dando assim o Título estadual ao Princesa do Solimões com resultado de 7x6.[21]

Copa do Brasil 2013[editar | editar código-fonte]

Na Copa do Brasil, o Naça fez história sendo o primeiro clube amazonense a chegar nas Oitavas de Final da competição em seu formato atual, e foi também o primeiro clube amazonense a obter classificação eliminando clubes da primeira divisão (Coritiba e Ponte Preta).

O primeiro adversário do Leão Amazonense foi o Águia de Marabá, o qual venceu os dois jogos(2-0 e 2-1) sendo este considerado o ponto de partida do crescimento avassalador do time na temporada. Em seguida enfrentou o Coritiba (responsável pela sua eliminação no ano anterior) e goleou por 4-1 em Manaus, e garantiu sua classificação perdendo por 1-0 em Curitiba, recebendo destaque por ter eliminado o atual vice-campeão por duas vezes seguidas do referido torneio.

Na terceira fase, enfrentando novamente um clube da primeira divisão, o Nacional venceu suas duas partidas ante a Ponte Preta, ambas pelo placar de 1-0. Garantiu assim classificação inédita às Oitavas de Final da competição.

Nas Oitavas de Final, o Nacional foi eliminado pelo Vasco da Gama. No primeiro jogo o Leão Amazonense pressionou o time carioca, e se portou melhor no jogo, sendo que teve um gol anulado aos 4 minutos do primeiro tempo e acabou perdendo a primeira partida por 2-0 no SESI.[22] No segundo jogo, o Nacional mesmo com time mesclado priorizando a Serie D saiu na frente no placar com gol de Danilo Rios, mas logo sofreu a virada e mesmo sendo eliminado com o placar agregado de 4x1, o Leão da Vila Municipal realizou a sua melhor campanha na história da copa do brasil..[23]

Série D 2013[editar | editar código-fonte]

No ano do seu centenário, o Nacional investiu no elenco focando o acesso a Serie C de 2014. O time nacionalino começou bem a competição, vencendo as duas primeiras partidas, mas com a paralisação do torneio por conta da Copa das Confederações e com uma ação de um torcedor do Remo-PA[24] Impugnando os jogos do Genus pro conta do atraso da inscrição do time na competição. Com o termino da Copa das Confederações daquele ano retornando assim as competições e com a cassação da liminar dos torcedores do Remo, o Nacional teve sua partida contra o time do Genus Adiada. Entretanto o time nacionalino emplacou 3 derrotas consecutivas: 3-1 Paragominas em Manaus e 4-2 Genus em Porto Velho o que ocasionou a demissão do técnico Aderbal Lana do comando do time, e novamente perdendo para o Paragominas por 2-1 no Pará, chegando a ocupar o penúltimo lugar no grupo. Resultados adversos que contrariaram os torcedores devido ao bom retrospecto na Copa do Brasil e muitos dando a essa o motivo dos baixos resultados, sendo que boatos de que alguns jogadores haviam decidido abrir mão do Campeonato Brasileiro chegaram ao ouvido dos torcedores.

Após a mudança de técnico e algumas mudanças no elenco, o Time nacionalino se reabilitou no Campeonato e avançou para a fase de Oitavas de Final da Série D com uma rodada de antecedência, com vitória por 2-1 sobre o Placido de Castro combinada com o empate entre Genus e Paragominas por 0-0 em Porto Velho.[25]

Nas Oitavas de Final, dois empates (0-0 em Salgueiro e 2-2 em Manaus) que resultaram sua eliminação no critério de Gols fora de casa, caindo assim, como um dos favoritos ao título da competição na fase de Oitavas de Final. Na semana decisiva um grande descontentamento tomou conta da torcida pelo fato de Danilo Rios e Leonardo não serem titulares, além de outras questões extra-campo envolvendo técnico, torcida e dirigentes.

Final da temporada.[editar | editar código-fonte]

Após se confirmar que não haveria mais qualquer disputa oficial para o clube no ano, o Nacional encerrava a sua melhor temporada em 10 anos com um vice-campeonato estadual, um 10º lugar histórico na Copa do Brasil [carece de fontes?] e sua melhor participação em três na Série D. O Clube não garantiu o acesso que era o mais esperado, nem o estadual.

Decepções em 2014[editar | editar código-fonte]

O ano de 2014 vinha com algumas expectativas para o clube sob o que havia sendo feito em 2013. O clube não disputaria a Série D por ter perdido a taça para o Princesa do Solimões mas teria a disputa da primeira edição da Copa Verde e Copa do Brasil. A grande expectativa estava justamente em ganhar o torneio regional, que daria vaga à Copa Sul Americana do ano seguinte.

O clube vinha com elenco caro, mas o que se viu foi que não vinha com a mesma qualidade do time do ano anterior. O time não apresentou grande futebol, com jogos fracos e eliminações nos torneios que disputou. Nomes vinham como grandes contratações após boas temporadas nas Séries B e C do futebol brasileiro mas mostraram descompromisso e não vingaram no clube. A temporada de 2014 se encerrou pro Nacional com o fim do estadual e um título honroso depois de um ano infrutífero.

O Amazonense 2014[editar | editar código-fonte]

No estadual, em mais um torneio de dois turnos, o Nacional vinha de franco atirador. O clube montou time caro que demorou a mostrar força, e se via sempre atrás do forte time do Princesa do Solimões na temporada, que vinha para buscar o Bicampeonato. O clube de Manacapuru vinha com sobras até às decisões do segundo turno, quando o Nacional mostrou garra e cresceu bastante no campeonato, levando o segundo turno em cima do próprio Princesa, qualificando-se à final contra o mesmo.

Na final, o Nacional perdeu por 2-0 no primeiro jogo, e reverter aquele resultado foi considerado impossível para muitos, até mesmo para torcedores azulinos que não compareceram em grande número ao segundo jogo.

A batalha do SESI.[editar | editar código-fonte]

O segundo jogo da final foi no Estádio Roberto Simonsen, mais conhecido como SESI, que recebia ali seu último jogo do estadual Amazonense depois de um longo período como casa do futebol profissional de Manaus. O Nacional precisava vencer o jogo por 3 ou mais gols de diferença e muitos acreditavam que o título já estaria nas mãos do Princesa. Nas arquibancadas, cerca de 3,5 mil pessoas compareceram, o estádio que comportava até 5,5 mil pessoas, não lotou pela descrença do torcedor nacionalino na reversão do resultado.

O Nacional fez seu primeiro gol 5¹ com Índio e nesse primeiro momento o jogo já dava indícios de que teria confusão. Como um banho de água fria na torcida nacionalina, o Princesa empatou aos 30 ainda do primeiro tempo, a partir de então, o Nacional teria de fazer 4-1 para ser campeão. Aos 40 da primeira parte, Leonardo fez o 2º do Leão.

No intervalo o clima era de apreensão, na torcida muitos já haviam jogado a toalha. Mas, o time demonstrou garra singular e os gols foram saindo, Léo Paraíba fez o 3º aos 8² e aos 37² João Douglas, que entrou no lugar de Léo Paraíba(um dos mais destacados do jogo) fez o 4º gol do Nacional e estava dando a taça ao clube azulino. A partir de então, uma briga generalizada iniciou-se no campo do SESI envolvendo jogadores dos dois times e sobrou para Leonardo que saiu desacordado do estádio após receber uma pancada na cabeça.

Depois de cerca de 20 minutos de paralisação, o jogo foi retomado e em meio à desatenção do time princesino, o Nacional marcou o 5º gol e selou seu título de campeão de 2014 numa das maiores reviravoltas da história do futebol amazonense.

Copas Verde e do Brasil[editar | editar código-fonte]

Na Copa Verde, torneio que marcava a volta de um regional envolvendo clubes da Região Norte, o Nacional eliminou na primeira fase o Plácido de Castro, campeão acriano do ano anterior, um detalhe importante foi a primeira vez na história que o clube jogou um jogo oficial interestadual fora de Manaus como mandante, na ocasião, jogou em Manacapuru. Na segunda fase o clube foi eliminado pelo Clube do Remo pelo número de gols fora de casa depois de dois empates (1x1 e 2x2). O Segundo jogo dessa fase marcou a inauguração da Arena da Amazônia.

Na Copa do Brasil, assim como na Copa Verde, foi eliminado na segunda fase. Na primeira, eliminou o São Luís de Ijuí, com uma vitória e um empate. Na fase seguinte acabou caindo diante do Corinthians com uma derrota por 3-0 em Manaus diante de público de 44 mil pessoas.

2015 - Da nova "Maquinaça" a mais uma decepção.[editar | editar código-fonte]

Em 2015 o clube vinha novamente cheio de grandes expectativas, disputaria todos os torneios que poderia disputar no ano. Os dirigentes apresentaram elenco que custaria à agremiação cerca de R$ 450 mil, um dos times mais caros dentre as duas últimas divisões do futebol brasileiro. O plano principal era o acesso à terceira divisão.

Copa Verde[editar | editar código-fonte]

Na Copa Verde, mais um vez o Nacional caiu na segunda fase, dessa vez ante ao Paysandu. Na primeira fase, o Nacional eliminou o Vilhena vencendo o adversário fora de casa por 1-0 e empatando em Manaus em 1-1 depois de jogo difícil. Na segunda fase, o time que apesar de estar vencendo, não vinha apresentando grande futebol, perdeu de 4-1 do Paysandu em Belém, no jogo em Manaus empatou em 1-1 e foi eliminado. Na ocasião, o técnico que vinha em sua segunda temporada no clube foi demitido e o Nacional chamava novamente Aderbal Lana para dirigir o elenco para o restante da temporada.

Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

A Copa do Brasil foi o único torneio onde o clube obteve resultados a altura do investimento que fez durante o ano. Depois de empate sem gols em Manaus, estava eliminando o Bahia até os acréscimos do 2º tempo, quando tomou gol irregular e foi eliminado com o resultado de 3-2. Em virtude disso, a FAF enviou críticas à CBF e o assistente envolvido no lance sofreu punição exemplar, indiretamente a CBF estava reconhecendo que o erro foi o principal responsável pela eliminação do clube amazonense da competição nacional.

Barezão 2015[editar | editar código-fonte]

O estadual do Nacional foi a grande ilusão da torcida na temporada. O clube apesar de não apresentar grande futebol, vinha vencendo suas partidas e bateu seu próprio recorde de vitórias em um único estadual (10), elevando esse número para 15 vitórias, perdendo a invencibilidade de forma surpresa na 16ª rodada para o Nacional Borbense. No decorrer da primeira fase, ainda perdeu para o Fast Clube por 1-0 fechando a primeira parte do torneio com 16 vitórias e 2 derrotas.

Na semifinal, enfrentou o Penarol Atlético Clube e o venceu em Itacoatiara por 2-0, na segunda partida, novamente derrotado, desta vez por 3-2. Segundo o técnico Lana, o time jogou "com o regulamento debaixo dos braços" argumentando sobre o desempenho ruim da equipe durante a partida. Na final, venceu os dois jogos contra o Princesa do Solimões e se sagrou bicampeão amazonense. O time chegou a ser chamado de "Nova Maquinaça" em referência ao time dos anos 70 que se manteve invicto por mais de 20 jogos a nível estadual e foi bem no Campeonato Brasileiro de Futebol.

Série D e decepção.[editar | editar código-fonte]

Na Série D de 2015 o clube teve a sua a pior campanha em competições nacionais na história. Num grupo relativamente fácil (se considerada a sua tradição) o Nacional acabou eliminado em 3º lugar num grupo com clubes regionais (Remo-PA, Rio Branco-AC, Vilhena-RO e Náutico-RR), todos eles com menor potencial financeiro e estrutural. Diante disso, o principal adversário seria o Clube do Remo de Belém, que apesar de todas as dificuldades que vinha apresentando, ainda tinha um forte elenco. Clubes como o Náutico e Vilhena apresentaram dificuldades dignas de amadorismo durante a competição, o clube roraimense estreou com mais de 10 atletas irregulares e o clube rondoniense passou a segunda parte do torneio ameaçando desistir do campeonato, chegando a jogar sem banco de reservas.

Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pelos adversários, o elenco do clube azulino que dispunha de excelentes condições e vinha a peso de "time de Série B" se mostrou muito abaixo do nível de Clube do Remo e Rio Branco-AC e a duras penas terminou a competição como 3º colocado perdendo as duas partidas para esses dois. Em termos de custo benefício, o elenco que custou aos cofres do clube cerca de 400 mil foi o pior nos 102 anos de história até então. A torcida e até mesmo a mídia regional qualificou a eliminação como vexaminosa, a partir do ponto de vista de que se trata de um clube tradicional e um dos mais importantes da região.

A torcida, empolgada com o estadual, compareceu e deu ao clube a maior média da competição até a penúltima rodada. Na última, já eliminado, levou apenas 300 torcedores para o jogo que venceu por 2-1 diante do Náutico-RR e caiu bastante na média de público geral da competição. Na ocasião, houve manifestações contra a direção do clube a partir de torcidas organizadas. Ao final da competição, o time foi gerido pelo português Paulo Morgado que qualificou o time como irresponsável e que não estava comprometido com a classificação à segunda fase.

2016 e 2017 - Nova esperança[editar | editar código-fonte]

Em 2016 o Leão veio motivado pelo recente tri-campeonato amazonense, mas decepcionou nas competições em que disputou. Parte disso foi motivada pela constante alteração de técnicos no comando da equipe e, perto do final do ano, um empréstimo trouxe praticamente toda a comissão técnica e os jogadores do Atlético Acreano. Os jogadores não se adaptaram a tempo e o clube não passou da fase semifinal do Barezão, ao perder por 2x0 do Princesa.

No dia 9 de Dezembro, ocorreu a eleição presidencial e o ex-diretor do clube Roberto Peggy foi aclamado presidente entre 2017 e 2018.[26]

As sedes do clube[editar | editar código-fonte]

No seu primeiro ano de existência o Nacional não possuía uma sede e as reuniões aconteciam nas casas dos sócios. Porém em 1914 a sede nacionalina situava-se na Avenida Joaquim Nabuco, nº115 (residência do professor Coriolano Durand). Ainda em 1914 a sede mudava-se para a Rua dos Remédios, nº53. Nos anos de 1915 e 1916 os sócios do Nacional reuniam-se na residência de nº161 da Av. Joaquim Nabuco. Entre 1916 e 1917 o endereço do clube ficava na Rua José Paranaguá, nº15. Ainda em 1917 o clube mudou de local por duas vezes, situando-se na Rua Luiz Antony, nº15, e depois foi para a Av.Joaquim Nabuco, nº41 (onde ficou até 1918).[1] [27]

Av. Epaminondas

Em julho de 1918 a sede do Nacional foi instalada, na gestão de Coriolano Durand, na hoje Avenida Epaminondas, nº29 (num prédio onde funcionou a pensão Floreaux), no centro comercial de Manaus. Por lá ficou até o ano de 1921.

Na Saldanha Marinho

A partir de fevereiro de 1921 o Nacional instalou sua sede à Rua Saldanha Marinho, nº46, na propriedade do conhecido comerciante J.G. de Araújo que cedeu o prédio ao clube por várias décadas apenas pelo amor a camisa, livrando o clube de qualquer aluguel ou despesa com a propriedade. A sede era toda pintada na cor azul, e tinha o escudo de gala no topo de sua parte frontal, contava ainda com uma quadra de esportes onde o clube praticava futsal e basquetebol.

A Vila Municipal

Numa das gestões, houve a definitiva mudança para a rua São Luís, na Vila Municipal de Manaus, antigo "Bairro dos Ingleses", quase em frente ao famoso "Castelinho", atual bairro de Adrianópolis, lá foi construída toda a estrutura social do clube, até hoje a maior de Manaus. No patrimônio da Vila Municipal era situado o campo onde por muitos anos o Nacional treinava.

Centro de Treinamentos Barbosa Filho

Centro de treinamento de futebol e formação de atletas. O CT foi fundado em 16 de julho de 1980, e seu nome é uma homenagem a um dos grandes jogadores do clube, Barbosa Filho. O atleta também foi diretor de esportes e em algumas ocasiões também foi técnico da equipe de futebol.[28]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Piscina Olímpica do Parque Aquático

O Nacional tem hoje um grande Patrimônio, considerado o maior dentre os clubes do estado do Amazonas sendo que conta hoje com:

Patrimônio no bairro Adrianópolis[editar | editar código-fonte]

  • Sede Administrativa do clube, hoje reservada a um pequeno escritório no patrimônio geral do clube.
  • Um monumental Salão de Festas.
  • Academia nacionalina, construída por um dos antigos presidentes do clube, porém com a decadência o clube não conseguiu manter a academia ativa. Hoje a academia está alugada.
  • Salão Nobre para eventos sociais
  • Salão Mario Cortez - Sala de troféus, onde além dos troféus, os visitantes podem ver quadros dos grandes times e dos últimos quatro presidentes do clube. Foi inaugurado em 19 de Dezembro de 2003.
  • Escola de Formação de Atletas do Nacional Futebol Clube: conta com um campo para treino e atende cerca de 200 jovens atletas.
  • Um espaço hoje ocupado por um posto de gasolina Atem.

Parque Aquático[editar | editar código-fonte]

O Parque Aquático Adelino Costa contra com duas piscinas, foi construído com venda de títulos do clube e inaugurado na gestão de Maneca na década de 80.

  • Piscina Olímpica, sendo que existem apenas três no estado: a do Nacional, a da Vila Olímpica e a do SESI.
  • Conta ainda com uma piscina de hidroginástica.
  • Restaurante

CT Barbosa Filho[editar | editar código-fonte]

Centro de Treinamentos Barbosa Filho

Fundado em 16 de julho de 1980, o C.T leva o nome de um dos maiores desportistas do Clube, Barbosa Filho exerceu a função de diretor de esportes (Futebol, Vôlei, Basquete), inclusive em algumas oportunidades exercendo também a função de técnico de Futebol Profissional do Clube, e foi o primeiro centro de treinos de um clube da capital amazonense.

O C.T Barbosa Filho possui alojamentos próprios para hospedar os jogadores, funcionando também como concentração das Categorias de Base do Clube (infantil, juvenil e juniores), e atualmente segundo denuncias de torcedores o CT encontra-se em estado de abandono. O Centro é composto também de campo de futebol (com medidas oficiais), vestiários, refeitório, departamento médico, sala de massagem e estacionamento.

Em 2010 a diretoria em parceria com a UNIPAR, apresentou um projeto de permuta do atual espaço do centro com um novo centro de treinamentos em Iranduba, que contaria com um estádio para 5.000 lugares sem iluminação, estacionamento não asfaltado e 2 campos. Segundo torcedores sócios o CT oferecido não cobriria o valor estimado do terreno do atual, e ainda segundo eles o centro em Iranduba seria uma traição às suas origens. Este projeto acabou não sendo levado em frente e o clube fez melhorias no seu CT que é hoje o mais moderno da região norte, sendo o Nacional o único dentre os mais tradicionais da região a ter um campo próprio apenas para treinos.

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

O Leão da Vila Municipal foi um grande formador de atletas, a maioria dos grandes jogadores do futebol amazonense surgiram da base nacionalina. O clube foi recentemente Eneacampeão amazonense de Futebol Junior, sempre representando o estado do Amazonas na Copa São Paulo de Futebol Junior, e na maioria das suas participações conseguia sempre ao menos uma vitória e fazia campanhas razoáveis para o nível que o futebol da Região Norte se encontra atualmente. o Nacional tinha a sua categoria de base considerada uma das melhores, senão a melhor da região.

A partir da gestão de Mário Cortez, iniciada em 2013, as divisões de base do clube passaram a ser negligenciadas, perdendo espaço para outras equipes no estado. O dirigente chegou a falar publicamente que a base não interessava à sua gestão, deixando um clube sempre forte sem formar jogadores.

O fato do clube ser o maior campeão e principal no futebol do estado, gerou críticas entre sua torcida e na opinião pública, principalmente quando se diz respeito aos grandes gastos que o clube vem tendo montando equipes que não geram retornos, geralmente compostos de refugos de outros centros. Grande parte da opinião local assume a ideia de que o Nacional e outros clubes regionais não obtém êxito por não formarem jogadores amazonenses para jogar profissionalmente.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Brasão[editar | editar código-fonte]

Brasão de Armas Polonês, no qual Coreolano teria se inspirado

Na ata de fundação do Nacional consta o seguinte:

“O brasão do N.F.C. será constituído por um escudo verde e amarelo em triângulo alternado dois a dois com uma borda branca sobre o qual estarão as iniciais NFC encarnadas e coroando o escudo uma estrela azul”.

Porém ao se olhar o brasão do clube não se vê nada do que foi dito na ata, por exemplo a cor verde é praticamente inexistente, enquanto o azul que sequer foi citado é a cor que predomina como a principal na história do clube. O Nacional utiliza o brasão que é conhecido hoje desde 1922, quando em espírito patriótico foi adicionada a águia dourada ao escudo em comemoração ao centenário da independência brasileira.

O brasão nacionalino é formado por todos os símbolos citados anteriormente:

  • O escudo tradicional no atual formato.
  • As 6 estrelas do hexacampeonato amazonense (1976-77-78-79-80-81)..
  • A estrela azul ficando entre as asas da águia.
  • E uma águia, que já se modificou várias vezes com o passar dos anos.
Brasão nacionalino, utilizado na camisa de 2011, um símbolo do patriotismo do clube

A Águia – A águia assim como o escudo tradicional foram desenhados originalmente pelo pelo Sócio-fundador do Nacional, Coriolano Durand. E este valeu-se da arte de compor e interpretar as armas e distintivos da nobreza para desenhar este brasão. A ave foi adicionada em comemoração ao centenário da Independência Brasileira em 1922, quando o clube tinha 9 anos de existência, com isso, o Nacional mostrava-se sempre um clube patriota, fazendo jus ao seu nome.

O formato da águia mudou e modernizou-se conforme o passar dos anos, sendo hoje considerado um dos mais belos símbolos dentre clubes de futebol, o brasão é o mais utilizado na camisa do clube desde a sua primeira utilização, principalmente na camisa azul. Em alguns anos, por descuido e falta de conhecimento do simbolismo nacionalino, algumas características foram esquecidas, como por exemplo, em alguns anos a estrela azul sumiu do brasão, voltando no ano de 2010 a ser utilizada entre as asas da águia, seu lugar.

Características
  • A águia tem como cor predominante o amarelo ouro.
  • Possuía duas faixas em cada asa na cor azul, que não aparecem nos brasões de 2012-13.
  • O olho da águia é azul.
  • Suas bordas estão totalmente na cor verde, com exceção às estrelas do hexa e azul.
  • A cabeça da águia é voltada para a esquerda.
Curiosidades
  • No brasão encontram-se exatamente todas as cores da bandeira nacional brasileira, mostrando-se assim um clube com patriotismo, o mais brasileiro de todos.
  • Na sua primeira versão a águia tinha praticamente o mesmo formato do brasão da Polônia, no qual seu desenho original foi inspirado.
  • Este também é conhecido como “escudo de gala”.
  • Entre as asas e a estrelas azul existiam duas "partes" ainda não compreendidas, completamente desligadas da águia, ambas foram deixadas de lado nos brasões mais recentes.

Em 2012, um grupo de marketing apresentou um novo formato para o brasão, que foi contestado por parte da torcida por ter abandonado as características históricas e originais. Algumas destas voltaram a ser utilizadas em 2013.

Escudo[editar | editar código-fonte]

Como já foi dito o escudo do Nacional foi desenhado em 1913 por Coriolano Durand, já tinha o formato atual, porém muito desalinhado e com o acrônimo N.F.C. dentro do círculo azul. É um escudo de desenhos simples e sofreu poucas mudanças, antes o escudo tinha as letras N.F.C.(sigla de Nacional Futebol Clube) entrelaçadas, sofrendo mudanças ao longo do tempo, o escudo chegou à forma atual apenas com o “N” dando ênfase ao nome Nacional.

O escudo do Nacional é muito conhecido no meio esportivo da região norte, e até mesmo copiado por outros "nacionais" pelo Brasil, como por exemplo, o Nacional de Santa Inês no Maranhão que copiou o escudo do Nacional de Manaus. Um escudo considerado único pelo uso do tradicional "N" inserido em dois círculos brancos sobrepostos. É o mais adotado pelos jornais e canais de TV amazonenses, talvez pela facilidade de sua reprodução.

Em 2012 o clube adotou um novo escudo com design moderno, que mantem as mesmas características do antigo, sendo que um visual mais jovem. Em 2013 voltou a possuir suas características tradicionais.

A estrela azul[editar | editar código-fonte]

A mística Estrela azul, utilizada desde a origem do clube

A estrela Azul de cinco pontas é um dos maiores símbolos do Nacional, e é também citada no hino do clube, também foi estampada por muitas vezes sobre o coração do atleta nacionalino. É considerada o 2° maior símbolo do clube e é tradicionalmente e utilizada no uniforme branco, sendo que foi estampada no uniforme histórico de 1913.

Por muitos anos ela apareceu também no brasão. No ano de 2010 a estrela voltou a ser inserida no brasão, no meio das asas da águia. E no ano de 2011 o clube voltou a inseri-la no uniforme branco.

Estrelas do hexa[editar | editar código-fonte]

As estrelas do hexa são seis estrelas douradas em tamanho igual encurvadas em arco para cima, estas que simbolizam o hexacampeonato do Campeonato Amazonense de Futebol que foi conquistado nos anos de 1976-77-78-79-80-81. Ainda hoje, depois de quase 30 anos, o Nacional ainda é o único clube a ter um hexacampeonato consecutivo, e o feito do clube tornou-se um símbolo que desde então é utilizado e eternizado nas camisas do clube.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

O Nacional historicamente utilizou muito dois modelos de uniforme: um onde a cor predominante é o azul e o outro onde a cor predominante é o branco, usando originalmente dois símbolos diferentes em cada um dos modelos.

Por exemplo, em uma foto antiga de 1913, quando o time ainda se chamava de Onze Nacional, o uniforme era branco com gola azul e meias de cores variadas, sendo neste utilizada a estrela azul. O uniforme foi assim durante muito tempo, sendo que o escudo tradicional só era utilizado no uniforme de goleiro; mediante fontes fotográficas, só por volta dos anos 60 o brasão começou a ser utilizado, porem, ainda somente no uniforme do goleiro.

Em 1964 se tem o primeiro registro fotográfico de utilização do uniforme azul, neste período com golas e calções brancos, a meia era branca com duas faixas azuis. Em 1969, já era utilizado o uniforme todo azul. No ano de 1971 o clube jogou com o uniforme branco com o escudo tradicional, deixando a estrela azul.

A partir deste momento o uniforme pouco mudou, e no ano de 2010 a parceria com a Supper Bolla lançou dois modelos utilizando o brasão, nos anos seguintes os modelos tradicionais voltaram a ser utilizados.

Padrão original

Uniforme Azul – É o primeiro uniforme do clube, com o conjunto todo azul, nele geralmente é estampado o brasão que sempre ficou no canto esquerdo superior. Os números são inscritos em branco. Em algumas partidas, por falta de padrão e talvez de desconhecimento disso, o clube combinou a camisa azul com shorts branco. Em ocasiões excepcionais, a camisa apresentava manga e colar branco.

Uniforme Branco – O uniforme de camisa branca apresenta dois padrões: um todo branco e outro combinando a camisa branca com shorts azul. A camisa geralmente é branca, com manga e colar azuis, os números também estão em azul. Tradicionalmente nele é estampada uma estrela azul, porém em algumas temporadas nela foi estampado o brasão..

Uniforme Amarelo - Em 2014 o clube resolveu explorar as demais cores do seu brasão(que como já dito, tem todas as cores da bandeira brasileira), e em razão da Copa do Mundo no Brasil foi um dos primeiros a idealizar o uniforme amarelo. O uniforme que utiliza em conjunto camisa amarela e shorts e meias azuis, foi utilizado pela primeira vez no primeiro jogo da primeira fase da Copa Verde de 2014 contra o Plácido de Castro em Rio Branco. O uniforme ainda está em uso como terceiro uniforme, mas não oficializado.

Uniforme Verde - Em razão da Copa Verde e principalmente da regionalidade amazônica, o clube lançou em 2015 o uniforme verde. O conjunto de camisa e meias verdes com shorts branco foi utilizado na competição regional e não se sabe de continuará para 2016.

Mascotes[editar | editar código-fonte]

O Nacional possui dois mascotes:

Águia, mascote alternativo do Nacional
  • Águia – Seria a mascote mais viável ao clube, que, procurou de todas as formas prestar homenagem a nação brasileira, pois existe uma espécie de águia que vive na Amazônia que está ameaçada de extinção. Poucos torcedores reconhecem a águia como uma das mascotes do clube, porém, muitas torcidas organizadas têm em seu nome a palavra “águia”.

Vale lembrar que a águia é um símbolo de força, e é utilizada, além do brasão do clube, no brasão de muitos estados brasileiros, destes podemos citar o Amazonas e Pará.

O Leão da Amazônia, mascote oficial do Nacional
  • Leão – É o mais reconhecido pela torcida, apesar do animal nunca ter habitado terras brasileiras, é adotado como mascote de vários clubes brasileiros, entre eles o Nacional. Hoje em dia o mascote entra em campo para animar as torcidas, geralmente com uma camisa ou da Apaixonaça ou da Narraça. O Leão representa a garra e a força do clube, o rei dos animais.

O mascote deu ao clube alcunhas como "Leão da Vila Municipal", "Leão da Amazônia", "Leão do Norte", "Leão de Manaus", "Leão Azul".

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino do Nacional foi composto pelo músico e desportista Flávio de Souza em 1965[29], o mesmo, atualmente é comentarista esportivo da Rádio Rio Mar. O hino foi e é muito tocado na rádio amazonense, e, hoje, é conhecido de grande maioria da população amazonense, que sempre relembra o marcante "Nacional, Nacional, Nacional".[carece de fontes?] O hino foi gravado em vinil e vendido-distribuído para a população, com muitas unidades vendidas.[carece de fontes?]

Alcunhas[editar | editar código-fonte]

Naça

Naça provem do próprio nome do clube, algo que aparentemente tenta transmitir imponência, grandeza. É o apelido principal para a torcida, a alcunha rendeu ao clube a famosas frases "Onde tem taça é do Naça" e "Naça é Naça e o resto é fumaça", frases que eram famosas em Manaus nas décadas passadas.

Leão da Vila Municipal

O Nacional, outrora conhecido como "Leão da Saldanha Marinho", o clube ganhou tal apelido com a mudança para o bairro do Adrianópolis, que antigamente era conhecido pelo nome de Vila Municipal.

Leão da Amazônia

O clube é conhecido em Manaus e lá fora por esse apelido, justamente pela cidade origem ser localizada no coração da mata símbolo do estado do Amazonas.

O Mais Querido

O Nacional sempre teve a maior torcida do Amazonas, e na década de 40 ganhou o apelido que lhe fora dado por meios de comunicação da cidade de Manaus. Na década de 70 foi eleito mediante votação o "Mais Querido do Amazonas" pela revista Placar.

Rei do Amazonas

O Leão é conhecido pelo apelido de Rei da Floresta, no caso do Nacional, o Rei do Amazonas pelo fato de ser o maior colecionador de títulos no estado. Era assim chamado nos anos passados, quando a população criava os mais sortidos tipos de nomes carinhosos para com o clube de coração, o Leão Rei do Amazonas.

Clube da Estrela Azul

No ano de sua fundação, o que identificava o Nacional era apenas uma estrela azul sobre o coração de seus atletas, aquele uniforme branco ficou eternizado na história do clube.

Clube dos Campeonatos

Devido ao número de conquistas nos mais diversos esportes, o Nacional foi chamado na imprensa manauara de "Clube dos campeonatos".

O Maior do Amazonas

Apelido gerado pela sua torcida e pela própria imprensa local nos tempos passados quando o clube era mais hegemônico e ganhava quase todos os campeonatos amazonenses que disputava. Ainda hoje é assim chamado, em alusão aos seus 43 títulos estaduais, à sua torcida e os grandes feitos para a história do futebol do estado.

Torcida[editar | editar código-fonte]

O clube tem uma torcida historicamente forte no estado e na Região Norte, sendo a terceira maior da Região. É possível que desde a primeira disputa do campeonato local até o final dos anos 80, o Nacional contasse com maioria absoluta de torcedores entre todos os clubes na cidade de Manaus, sendo que perdeu este posto já nos anos 90 para o Flamengo-RJ.

Houve um tempo em que o Nacional era considerado um clube de massa, pois na capital o clube era conhecido de todos, quem não era torcedor, torcia contra, e também contava com muitos torcedores e simpatizantes no interior do estado, principalmente nos municípios mais próximos de Manaus. Na época o Nacional tinha torcidas equivalente a de clubes como Paysandu, Remo, Goiás e vários outros de todo o Brasil que hoje aparecem como os maiores do país.

Outrora um clube com média de mais de 22.000 pessoas por jogo do Brasileirão, hoje o clube mostra no estádio ainda ter a maior torcida dentre os clubes locais, apesar de raras pesquisas e as apostas no time-mania apresentarem o São Raimundo como mais popular, porém ambos não chegam a 1% da preferência Manauaras e muito menos no interior. Em várias edições do Campeonato o Leão de Manaus apareceu entre as 10 melhores médias de público entre mais de 40 clubes.

O Nacional conta com a Associação das Torcidas Organizadas do Nacional (ATON), associação que reúne todas as torcidas organizadas do Nacional com objetivo de ser um elo de ligação com a diretoria do clube, para gerir as seguintes Organizações de Apoio:

  • Torcida Organizada Naça Jovem (TONJ) - Formada no início de 2011, é hoje a maior e mais organizada torcida do clube, e como sugere o nome, tem em sua maioria torcedores jovens.
  • Torcida Organizada Narraça - hoje a torcida mais atuante do clube, é a mais antiga em atividade e sempre realiza bonitas festas nas arquibancadas. Fundada em 13 de Setembro de 1991.
  • Torcida Organizada Apaixonaça - Uma das mais importantes torcidas do clube e a que hoje possui o maior bandeirão do estado do Amazonas.
  • Barra Brava Os Guerreiros da Vila (GDV) - Fundada no fim de 2014. Um grupo de Torcedores do nacional iniciaram um movimento popular mais conhecido como barra brava. Este movimento tem como objetivo de apoiar unicamente o Nacional futebol clube em qualquer situação que o clube esteja com cantos de incentivos ao clube até mesmo nas derrotas.
  • Leões da Amazônia - torcida fundada em 1996, cresceu muito nos últimos anos e tem sua sede próximo ao saudoso Parque Amazonense.
  • Águia de Aço - torcida que tem em sua maioria a velha guarda nacionalina.
Laranjas, garrafas, pedras e urina

Em Manaus era uma mística, se o rival ousar passar do lado adversário ele leva uma "pedrada", seja lá de qual for o objeto. Mas, em 1973 os times que visitavam Manaus pela primeira vez falavam "Essa torcida é louca", a euforia e felicidade por um gol era tamanha que a torcida na hora de comemorar atirava tudo o que tinha na mão para frente, rumo ao campo, sem imaginar em quem acertaria; em 1973 num jogo contra o Cruzeiro os dirigentes, torcedores e jogadores do clube ficaram até certo ponto admirados ao ver a maneira "nacionalina" de comemorar um gol, no final do jogo, segundo relato destes, o estádio Vivaldo Lima estava tomado de entulhos.

A torcida do Nacional, apesar de ser muito maior que as outras, era uma torcida pacifica, lógico, desde que respeitada. Porém, em dias de Rio-Nal era normal no dia seguinte, nos dias de conversa jogada fora, de se ter noticias de brigas isoladas entre indivíduos rivais em alguns lugares da cidade ou de que algum torcedor estava com ferimentos devido a ser atingido por algum objeto atirado de algum lugar.

Cobranças

A torcida do Nacional é conhecida em Manaus no meio futebolístico como a que mais cobra resultados positivos do clube, geralmente, a torcida não é muito amiga de seus jogadores e técnicos mais esquentados. A torcida do Nacional ainda mantem a tradição de ir no Centro de Treinos acompanhar o processo de trabalho, de acompanhar jogos da base e apoiar o clube em todas as situações, o que lhe rende o nome de "Sempre Fiel" que é retratado em parte do hino do clube.

O Vivaldão é do Nacional

Nas décadas anteriores, os mais envolvidos com dados técnicos do futebol de Manaus, como borderôs sempre diziam: Só o Nacional tem capacidade de lotar o Vivaldo Lima em qualquer jogo de torcida única. O clube, nos anos de história do estádio, foi o que mais jogou e mais vezes lotou o estádio.

Por ser a maior torcida e mais presente, a torcida do Nacional sempre ocupava o privilegiado setor coberto do Estádio Vivaldo Lima, empurrando seus maiores rivais para o sol caloroso de Manaus que atingia em cheio o lado oposto.

Em 1971, uma pesquisa encomendada por um jornal local e publicada em uma revista de renome dava o Nacional como preferência de 60% dos Manauaras; uma década depois o clube ganhou o título de Mais Querido do Amazonas em votação promovida por cupons da Revista Placar.

Médias de público pagante[editar | editar código-fonte]

Campeonato Brasileiro de Futebol[editar | editar código-fonte]

Para as médias de público do Campeonato Brasileiro foram usados apenas os borderôs de jogos disponíveis em arquivo.

  • 1972 - 20.395 - Maior público conhecido: 27.295 pagantes contra o Flamengo-RJ; Segundo maior público conhecido: 22.312 pagantes contra o Palmeiras-SP.
  • 1973 - 20.547 - Maior público conhecido: 44.663 pagantes contra o America-RJ; Segundo maior público conhecido: 27.109 contra o Guarani-SP.
  • 1974 - 18.161 - Um dos maiores públicos do clube na Série A foi registrado neste ano: Nacional 1-2 Operário-MS, com 39.455 pagantes no dia 9 de Junho; Segundo maior público: 21.664 pagantes no jogo contra o São Paulo-SP
  • 1975 - 10.503 - Maior público: foi contra o Paysandu-PA com 20.235 pagantes, e o segundo maior público em Manaus foi contra o Rio Negro (14.739), porém o mando era do adversário e o jogo não entrou na média.
  • 1976 - 11.140 - O jogo com maior público foi contra um clube paraense, desta vez contra o Remo-PA onde compareceram 18.222 pagantes.
  • 1977 - 13.858 - Maior público: 29.035 pagantes contra o Atlético-MG; Segundo Maior: 23.241 pagantes contra o Remo-PA
  • 1978 - 4.078 - A pior média do clube no Campeonato Brasileiro, sendo pior até mesmo que a média do clube no Campeonato Amazonense.
  • 1979 - 9.951 - Maior público: 19.127 pagantes no jogo contra o Atlético-MG, Segundo maior público: 13.552 pagantes no jogo contra o Vitória-BA.
  • 1980 - 7.675 - Segunda menor média de público do Nacional. Maior Público: 9.047 no jogo contra o São Paulo-SP
  • 1981 - 17.524 - Maior público: 31.600 pagantes contra o Vasco-RJ; Segundo maior público: 30.259 pagantes contra o Flamengo-RJ.
  • 1982 - 24.582 - Maior público: 38.923 pagantes contra o Vasco-RJ; Segundo maior público: 31.474 pagantes contra o Santos-SP.
  • 1984 - 26.679 - Maior público: 41.239 pagantes contra o Vasco-RJ; Segundo maior público: 28.488 pagantes contra o São Paulo-SP.
  • 1985 - 14.328 - Maior público: 24.360 pagantes contra o Paysandu-PA; Segundo maior público: 18.416 pagantes contra o Mixto-MT.
  • 1986 - 22.641 - Maior público: 43.047 pagantes contra o Corinthians-SP; Segundo maior público: 31.314 pagantes contra o Internacional-RS.

Entre as melhores médias históricas do Brasileirão: A poucos anos o Nacional aparecia como a 12° maior média de público na contagem que ia desde o ano de 1971 até 2002, naquele ano aparecia na frente de grandes clubes do futebol brasileiro e como a melhor média histórica da Região Norte, no Norte-Nordeste ficou apenas atrás do Bahia-BA. A média do clube em 14 participações foi de algo em torno de 16.000 pagantes por jogo.

Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C[editar | editar código-fonte]

  • 2005 - 4.514, oitava melhor média de público, 7° clube em arrecadação.

Campeonato Amazonense de Futebol[editar | editar código-fonte]

Para as médias de público do Campeonato Amazonense foram excluídos da contagem os clássicos Rio-nal.

  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1966 - 2.500
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1968 - 6.481
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1969 - 7.458
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1973 - 8.519
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1974 - 3.777
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1975 - 6.940
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1976 - 4.174
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1977 - 3.220
  • Campeonato Amazonense de Futebol de 1978 - 5.749

Nos últimos anos, o Nacional se mantém como o clube de melhor média de público em Manaus, sendo que em 2012 foi o de melhor média no Amazonas.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

No passado, os nacionalinos consideravam apenas um clube seu rival e vice-versa, e foi assim por um bom tempo, este clube era o Rio Negro, mas, segundo as histórias, passava longe de ser temido, era até esquecido às vezes. A conversa era que o ruim era encontrar um rival de verdade pro Nacional, um rival a altura, e foi isso que os nacionalinos reencontraram no eterno rival alvinegro nos anos 70, com o refortalecimento do mesmo, era mais uma vez o clássico Rio-Nal entrando em cena, o velho clássico das multidões manauaras.

A rivalidade entre Nacionalinos e Barrigas-preta foi e é inédita na terra baré e talvez o povo nunca mais presencie algo igual, eram duas grandes torcidas, que em dias de jogos, tomavam as dependências do antigo Estádio Vivaldo Lima, eram duas forças em campo e muita história envolvida, era uma tradição, se via desde "aquela senhora" até "aquele menino", todos no estádio, reunidos para ver os dois clubes mais temidos do estado se enfrentarem, e por serem os mais temidos, passaram a querer bater e frente um com o outro sempre e isso envolvia o povo, o ego de muitos torcedores, era uma grande e sadia rivalidade.

Atualmente, se tem a visão distorcida da palavra clássico e seu sentido no contexto aplicado dentro do futebol. Em Manaus, a rivalidade com o Nacional partia desde o seu maior rival até aquele clube de menor expressão, todos tinham o clube azulino como maior rival pois ele era o clube a ser batido, mas, a rivalidade nem sempre é reciproca e a torcida do Nacional, em sua grandiosa maioria só reconhecia a rivalidade com o Rio Negro, hoje talvez com nenhum clube.

Clássico Rio-Nal[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico Rio-Nal

O maior rival do Nacional é o Rio Negro, com este o Nacional protagoniza o grande clássico do futebol Amazonense, o Rio x Nal, que até o que mais leva público aos estádios manauaras. Vem sendo disputado desde 1914 (Ambos foram fundados em 1913 e estrearam no estadual em 1914 e são os únicos em atividade daquele 1° campeonato estadual Amazonense), e ainda hoje é considerado o maior clássico do futebol do Amazonas, o segundo mais importante e o mais antigo confronto da região norte ainda sendo disputado.

Nos confrontos diretos, ampla vantagem do Leão, sendo que não perde para o maior rival em jogos entre times principais desde 2006. Os dados aqui considerados contam a partir de 1964, contando o Campeonato Amazonense, Campeonatos Brasileiros da Série A, Série B e Série C, e também Torneios diversos e jogos amistosos com data e local de jogo.

Último jogo considerado: Nacional 5-0 Rio Negro, pelo Campeonato Amazonense de Futebol de 2019, no Estádio Ismael Benigno

Estatísticas
Número de jogos 231
Vitórias do Nacional 90
Vitórias do Rio Negro 61
Empates 80
Número de gols 488
Gols feitos pelo Nacional 294
Gols feitos pelo Rio Negro 194

Pai e Filho[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico Pai e Filho

Poderia facilmente ser chamado de Na-Fa ou Fa-Na, como a maioria dos clássicos brasileiros, porem recebeu a denominação de “Pai e Filho”. O clássico recebe esta denominação pelo fato do Nacional Fast Clube, ou Fast Clube como é popularmente conhecido, ter sido fundado por um grupo de dissidentes do Nacional, e a partir deste fato o Fast Clube foi considerado um "filho" do Nacional. O clássico Pai e Filho passou a ser disputado a partir de 1932, quando o Fast Clube estreou no estadual.

Último jogo considerado: Fast Clube 2-1 Nacional, pelo Campeonato Amazonense de Futebol de 2022

Estatísticas
Número de jogos 214
Vitórias do Nacional 100
Vitórias do Fast Clube 61
Empates 53
Número de gols 575
Gols feitos pelo Nacional 336
Gols feitos pelo Fast Clube 239

Confrontos de destaque recente[editar | editar código-fonte]

Contra o São Raimundo

O jogo disputado contra o São Raimundo, ganhou erroneamente o status de clássico ainda nos anos 2000, quando o São Raimundo vinha de um crescimento repentino, a alcunha se deve ao fato dos dois clubes terem o azul como principal cor. Apesar de o São Raimundo ter sido fundado em 1918, o clube não tem histórico de rivalidade com o Nacional, pois só mostrou força no futebol a partir dos anos 90. Os primeiros confrontos ocorreram apenas na metade final da década de 50, mesmo assim o confronto só ganhou o destaque depois do crescimento do São Raimundo que começou em 1997, ano em que o Naça não disputou o Campeonato Amazonense de Futebol. Porem, mesmo com seu crescimento, o clube da colina não conseguiu superar o Nacional dentro de campo e nem quebrar sua hegemonia, em confrontos diretos, nos anos posteriores ao que marca como inicial o crescimento do clube da colina, as estatísticas ainda foram de superioridade do Nacional e se levado em conta todos os jogos entre os dois clubes na história a balança pende, e muito mais ainda, para o lado do Nacional.

Último jogo considerado: Nacional 0x0 São Raimundo, pelo Campeonato Amazonense de Futebol de 2022, no Estádio Ismael Benigno

Estatísticas
Número de jogos 156
Vitórias do Nacional 84
Vitórias do São Raimundo 25
Empates 47
Número de gols 439
Gols feitos pelo Nacional 281
Gols feitos pelo São Raimundo 158

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Willian Neguet
Brasil Moisés Freitas
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Yuri Melo Z
Brasil Odair Lucas Z
Brasil Gonçalves Z
Brasil Thiago Spice Z
Brasil Digão LD
Brasil Carlos Henrique LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Wallace Rato V
Brasil César Sampaio V
Brasil Caíque M
Brasil Júnior M
Atacantes
Jogador
Brasil Matheus Nolasco
Brasil Pedro Augusto
Brasil Lopeu
Brasil Matheus Dias
Brasil Érison
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Gilmar Popoca T

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2022
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Amazonas Campeonato Amazonense 101 Campeão (43 vezes) 1914 2021
Copa-Verde-de-Futebol-2016.gif Copa Verde 5 Quartas de final (3 vezes) 2014 2019
Brasil Campeonato Brasileiro 16 16º colocado (1975) 1972 1986 1
Série B 6 16º colocado (1987) 1982 2001 1
Série C 10 3º colocado (1992 e 2002) 1990 2007
Série D 7 11º colocado (2013) 2009 2020
Copa do Brasil 19 Oitavas de final (1995 e 2013) 1992 2018

Títulos no Futebol[editar | editar código-fonte]

ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
AMtrophy.png Campeonato Amazonense 43 1916, 1917, 1918, 1919, 1920, 1922, 1923, 1933, 1936, 1937, 1939, 1941, 1942, 1945, 1946, 1950, 1957, 1963, 1964, 1968, 1969, 1972, 1974 Cscr-featured.png, 1976, 1977, 1978 Cscr-featured.png, 1979, 1980, 1981, 1983, 1984, 1985, 1986, 1991, 1995Cscr-featured.png, 1996, 2000, 2002 2003]], 2007, 2012, 2014, 2015
AMtrophy.png Taça Amazonas/Copa Amazonas 10 1969, 1970, 1974, 1975, 1980, 1981, 1982, 1984, 1999, 2000
AMtrophy.png Taça Estado do Amazonas 21 1967, 1968, 1969, 1970, 1974, 1975, 1977, 1978, 1980, 1981, 1983, 1984, 1985, 1986, 1991, 1994, 1996, 2000, 2001, 2009, 2012
AMtrophy.png Taça Cidade de Manaus 19 1963, 1964, 1972, 1974, 1976, 1978, 1979, 1981, 1985, 1987, 1990, 1992, 1995, 2001, 2002, 2003, 2007, 2011, 2013, 2014
AMtrophy.png Terceiro Turno 5 1965, 1977, 1978, 1979, 2000
AMtrophy.png Campeonato Amazonense - 3ª Divisão 1 1919
AMtrophy.png Torneio Início ACLEA 15 1946, 1948, 1962, 1964, 1967, 1970, 1973, 1974, 1975, 1978, 1981, 1992, 1999, 2000, 2004

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Outros[editar | editar código-fonte]

Títulos na Base[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão invicto

Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Amazonas Campeonato Amazonense de Aspirantes 4 1919, 1941, 1955 e 1959
Amazonas Campeonato Amazonense de Júnior 9 1990, 1997, 2002, 2005, 2006, 2007, 2008, 2010 e 2011
Amazonas Campeonato Amazonense - Juvenil 24 1961, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1970, 1971, 1973, 1977, 1978, 1979, 1980, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012Cscr-featured.png
Amazonas Campeonato Amazonense Infanto-Juvenil 7 1944, 1952, 1953, 1967, 1968, 1971, 1972
Amazonas Campeonato Amazonense Infantil 6 1961, 2002, 2007, 2008, 2009Cscr-featured.png, e 2012
Amazonas Taça Amazonas de Futebol Juvenil 1 1970
Amazonas Taça Amazonense de Escolinhas 4 1967, 1968, 1971 e 1973
  • Os campeonatos de categoria de base existem desde os primeiros anos de futebol no Amazonas, logo, aqui constam apenas os títulos confirmados mediante pesquisa bibliográfica.

Destaque[editar | editar código-fonte]

O Campeonato Brasileiro das Séries C e B foi por vezes decidido em Triangulares e Quadrangulares Finais, sendo considerados finalistas os que participaram da última fase da competição, independente do número de clubes.

Títulos nos esportes em geral[editar | editar código-fonte]

O Nacional até por volta da década de 90 era um clube poliesportivo, com grande desempenho em diversas modalidades. Alguns títulos do Nacional[31]:

Football pictogram.svgNo Futsal[editar | editar código-fonte]

  • AmazonasCampeonato Amazonense de Futebol de Salão(Masculino) - 08 (1959, 1962, 1964, 1965, 1969, 1970, 1971 e 1972)
  • AmazonasCampeonato Amazonense de Futebol de Salão(Masculino juvenil) - 04 (1960, 1963, 1968 e 1969)

Olympic pictogram Volleyball.pngNo Vôlei[editar | editar código-fonte]

Masculino[editar | editar código-fonte]

  • AmazonasCampeonato Amazonense de Vôlei - 05 (1944, 1964, 1968, 1969 e 1973)
  • AmazonasTaça Amazonas de Vôlei - 1969

Feminino[editar | editar código-fonte]

  • AmazonasCampeonato Amazonense de Vôlei - 03 (1965, 1968 e 1972)
  • AmazonasTaça Amazonas de Vôlei - 1969
  • AmazonasCampeonato Amazonense de Vôlei(Juvenil) - 1973
  • AmazonasCampeonato Amazonense de Vôlei(Infanto-Juvenil) - 1970

Basketball pictogram.svg No Basquete[editar | editar código-fonte]

  • AmazonasCampeonato Amazonense de Basquete(Masculino) - 04 (1921, 1922, 1964 e 1968)
  • AmazonasCampeonato Amazonense de Basquete(Juvenil Masculino) - 1964

Em modalidades diversas[editar | editar código-fonte]

  • AmazonasBaseball pictogram.svgCampeonato Amazonense de Beisebol - 1921

Os dados acima são baseados na referência inserida, do ano de 1975. O clube evidentemente conquistou mais títulos ao decorrer dos anos, algo que deverá ser inserido assim que fontes fiáveis forem encontradas.

Rankings[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF para clubes do Brasil:

  • Posição: 80º
  • Pontuação: 895 pontos
  • Região Norte: 7º
  • Estadual: 2º

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Ranking Placar[editar | editar código-fonte]

Ranking Placar organizado pela Revista Placar

  • Posição: 30º
  • Pontuação: 40 pontos

Ranking de pontos do Campeonato Brasileiro de Futebol[editar | editar código-fonte]

Ranking de pontos do Campeonato Brasileiro de Futebol organizado pela CBF entre 1971 e 2003

  • Posição: 39º
  • Pontuação: 180 pontos

Ver também[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

  • Zamith, Carlos - Baú Velho, Manaus: Editora Valer, 2008
  • Silva, Carmen Novoa - Pepeta, Paginas de Vida e história: Editora Valer, 2009

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g VIEIRA NETO, Gaspar. Memórias do esporte bretão caboclo: os primórdios do futebol no Amazonas. Manaus: Editora do autor, 2017.
  2. «"Times de futebol com maiores torcidas em Manaus"» (PDF)  Instituto de Pesquisas do Norte, maio de 2012
  3. «Teoria dos Jogos: A Pesquisa da Vez: Manaus/AM – EXCLUSIVO»  - Globoesporte.com, 09 de outubro de 2012
  4. «Iniciativa pretende resgatar história de Rio Negro e Nacional, no AM»  - Globoesporte, 31 de outubro de 2012
  5. https://nacionalfc.com.br/clube/
  6. http://memoria.bn.br/DocReader/cache/4590101424066/I0155783-2-0-001948-001330-007495-005116.JPG
  7. http://memoria.bn.br/DocReader/cache/5283607435206/I0153547-2-0-001854-001330-007456-005350.JPG
  8. Jornal do Commercio, Manaus-AM, 06 de novembro de 1917.
  9. Jornal do Commercio, Manaus-AM, outubro de 1917.
  10. Jornal do Commercio, Manaus-AM, maio de 1918.
  11. Jornal do Commercio, Manaus-AM, dezembro de 1919.
  12. https://historiadofutebol.com/blog/?p=81943
  13. https://historiadofutebol.com/blog/?p=76955
  14. Folha do Norte - Pará, dezembro de 1922 e janeiro de 1923.
  15. O Jornal - Amazonas, setembro de 1935 e maio de 1936.
  16. ZAMITH, Carlos. Baú Velho. Manaus: Editora Valer, 2009.
  17. Haddad, Domingos Sávio Lima (4 de fevereiro de 1977). Naça no Maracanã: chegou, viu, venceu. [S.l.]: Placar Magazine Editora Abril 
  18. a b c Lucena, André (19 de agosto de 2015). «Final com times de Amazonas e do Paraná com 120 mil no Maracanã completa 46 anos». RedeTV! - Esportes. RedeTV!. Consultado em 14 de agosto de 2022 
  19. a b Laércio Becker (2013). Sobre a unificação dos títulos nacionais brasileiros 2ª edição, revista e ampliada ed. Curitiba/PR: [s.n.] Consultado em 17 de novembro de 2015 
  20. https://www.bolanaarea.com/serie_c_1992.htm
  21. «Princesa do Solimões vence Nacional nos pênaltis e é campeão amazonense». Consultado em 27 de maio de 2013 
  22. «Nacional AM pressional mas vê eficiencia dar vitoria para o Vasco». Consultado em 21 de agosto de 2013 
  23. «Vasco leva susto no início, vira sobre o Nacional-AM e avança às quartas». Consultado em 30 de agosto de 2013 
  24. «CBF tenta cassar liminar dos torcedores do Clube do Remo». Consultado em 10 de julho de 2013 
  25. «Com empate em Rondônia, Plácido e Nacional-AM se classificam na Série D». Consultado em 18 de agosto de 2013 
  26. «Ex-diretor Roberto Peggy é aclamado como novo presidente do Nacional» 
  27. Jornal O Imparcial, Manaus-AM
  28. «Cópia arquivada». Consultado em 23 de abril de 2013. Arquivado do original em 1 de abril de 2013 
  29. «Hino do Nacional». Consultado em 30 de abril de 2014 
  30. http://memoria.bn.br/DocReader/cache/2665408623468/I0112512-2-0-001971-001330-008349-005633.JPG
  31. «Parabéns Nacional». Jornal do Commercio. Manaus-AM. 12 de janeiro de 1975. Consultado em 5 de junho de 2022