Nacional Fast Clube

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Fast Clube
Fast.png
Nome Nacional Fast Clube
Alcunhas Tricolor do Boulevard
Tricolor do Amazonense
Rolo Compressor
Clube Cintado
Torcedor/Adepto Fastiano
Mascote Rolo Compressor
Fundação 8 de julho de 1930 (86 anos)
Localização Bandeira de Manaus.svgManaus, AmazonasAM, Brasil Brasil
Mando de jogo em ULBRA
Arena da Amazônia (ocasionalmente)
Colina (ocasionalmente)
Capacidade (mando) 2.000 Pessoas
44.000 Pessoas
10.000 Pessoas
Presidente Brasil Ednaílson Rozenha
Treinador Brasil João Carlos Cavalo
Patrocinador Brasil Governo do Amazonas
Brasil Distribuidora Rozenha
Brasil Eucatur
Brasil ULBRA Manaus
Brasil Jornal A Crítica
Competição Amazonas Campeonato Amazonense
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Brasil Copa Verde
Amazonas AM 2015 3° Colocado
Amazonas AM 2016
Brasil CV 2016
Campeão
13º Colocado
Amazonas AM 2017
Brasil CB 2017
Brasil D 2017
Brasil CV 2017
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

O Nacional Fast Clube (conhecido por Fast Clube ou simplesmente Fast) é um clube de futebol brasileiro com sede na cidade de Manaus.

Fundado em 08 de julho de 1930 por um grupo de dissidentes do Nacional, que desde então se tornou o grande rival do clube, tem como suas cores o azul, o branco e o vermelho, que são as mesmas da bandeira do Amazonas, e seu mascote é o Rolo Compressor, que também é uma das principais alcunhas do clube. É detentor de 7 títulos no Campeonato Amazonense, sendo o último deles ganho em 2016. Em nível nacional, soma 3 participações na primeira divisão do Campeonato Brasileiro e 5 na Copa do Brasil, além de 2 na Copa Verde.

História[editar | editar código-fonte]

O clube foi fundado no dia 08 de Julho de 1930, por um grupo de sócios e jogadores do Nacional Futebol Clube, que comandados pelo dirigente Vivaldo Lima e pelo jogador então capitão do time nacionalino Rodolpho Gonçalves, resolveram sair do clube. O motivo da discórdia foi uma manobra política do então presidente do Nacional, o Coronel Leopoldo Mattos, com mudança de estatuto do clube às vésperas da eleição presidencial, tirando dos jogadores o direito a voto. Parte considerável dos jogadores queriam Vivaldo Lima para a presidência, e estavam fechados em torno do nome do médico e dirigente. Com a manobra, os jogadores, cassados em seus direitos estatutários, não aceitaram a imposição e resolveram sair do Nacional. A ideia inicial foi a de se juntar a outra agremiação da cidade, mas, aos poucos foi sendo amadurecida a ideia de um novo clube, que acabou se consolidando e levado à fundação do Fast e fizeram valer seu desejo fazendo de de Vivaldo Lima o primeiro presidente.

Como torcedores que eram do clube do qual haviam saído e apegados a seus símbolos, segundo eles, algumas características precisavam ser mantidas:

  • O nome Nacional, que seria oficialmente o nome do clube.
  • A cor azul, que se juntou ao vermelho e ao branco, para homenagear as cores da bandeira do estado do Amazonas.
  • A sigla NFC.
  • A estrela como símbolo, que foi adotada na cor amarela, como vigora até hoje.

Assim, o novo clube já tinha como nome Nacional, as iniciais NFC, as cores vermelho, azul e branco em virtude da bandeira do Amazonas, além da estrela amarela ao centro do escudo. O grupo então resolveu consultar o professor Carlos Mesquita, do tradicional Gimnasyo Amazonense Dom Pedro II, para que sugerisse um nome iniciado pela letra F para diferenciar-se do antigo clube. Assim, o professor, que lecionava Inglês, batizou o clube com o termo "Fast", que em inglês significa "rápido", fazendo uma analogia com a rapidez e a destreza que os jogadores que fundavam a nova associação de futebol apresentavam em campo.

O primeiro jogo

O primeiro jogo oficial do Fast de que se tem registro foi este:

  • Fast Clube 2-1 Rio Negro, 12 de outubro de 1930; Parque Amazonense

O jogo era valido pela taça amistosa "Silvio Franco", que ficou de posse do clube e ficou registrado no extinto "Jornal do Comercio".

O início[editar | editar código-fonte]

O Fast, assim como todo clube novo que ingressava na Federação Amazonense, tinha que jogar as divisões de acesso à elite. O clube já nascia com a premissa de ser uma grande força do futebol local por contar com muitos jogadores e alguns dirigentes do Nacional que já colecionava títulos no futebol do estado. O Fast Clube veio a iniciar suas atividades na primeira divisão do Campeonato Amazonense de Futebol em 1932, depois de passar pela "Prova de Fogo" no final de 1931 contra o pior clube dela, e naquele ano já teria sido vice-campeão da competição.

Década de 30

A década de 30 foi de enorme valor para o Fast, que disputou algumas finais do estadual, vindo a perder todas. Apesar disso, o time era respeitado e, de forma unânime, era considerado um dos melhores times ao lado do Rio Negro e Nacional, formando aquele que anteriormente era chamado de "Trio de Ferro". Nesta mesma década foi convidado a disputar competições interestaduais e amistosos em estados brasileiros, estes raros pela distância e amadorismo local, com destaque para a viagem ao Maranhão e Ceará.

Primeiros títulos nos anos 40

Nos primeiros dez anos de fundação o Fast Clube amargou 05 (cinco) vices campeonatos. Os primeiros títulos apareceram no final da década de 40 com as conquistas de 1948-49, um bi-campeonato com um belo time comandado por Raul, Nêgo, Marcílio, Aurélio, Mário Torres, Waldemir Osório, Paulo Onety, Dedé, Zequinha, entre outros grandes jogadores. Esta década consolidou o Fast como um dos principais times da cidade de Manaus, tendo realizado vários amistosos e recebido convites para jogos fora do estado, confirmando a fama do time manauara como uma das forças locais.

Anos 50

Em 1950, o Fast Clube estava prestigiado no futebol amazonense e despontava com destaque, com o prestígio e reconhecimento ao clube, o Fast Clube proporcionou um amistoso de grandes proporções, este o primeiro da história do clube e de um time amazonense, contra o Flamengo do Rio de Janeiro, o time carioca vinha de uma extensa excursão pelo Brasil, já tinha passado pelos estados nortistas do Pará e Amapá. O jogo foi realizado no Campo do Parque Amazonense, com o término no placar de 6-1 para os cariocas no dia 31 de março. Mas foi nesta década que veio o terceiro título estadual em 1955. Além disso, existiu uma grande rivalidade com o América por este ser o principal concorrente às taças na primeira metade deste período.

Já no final da década, em 1959, outro grande clube carioca, o Fluminense, veio para a realização de uma série de amistosos em Manaus, e o Fast Clube era um dos seus adversários. No Parque Amazonense lotado, o jogo terminou 5-1 para os cariocas, mas na verdade o jogo foi uma grandiosa festa.

Anos 60

Em 1960, o Fast conquistava seu quarto título, com um time arrasador, e foi nesta década que veio a primeira disputa do Torneio Norte-Nordeste em 1969, muito disputada na época e de grande importância. Um jogo que entrou para a histórica do Rolo Compressor nesta década foi contra a equipe pernambucana do Sport, que veio para a inauguração dos refletores do Estádio da Colina. O jogo foi realizado em fevereiro de 1961, o Sport vinha de duas vitórias frente a São Raimundo e Santos e o Fast Clube, em uma tarde inspirada, aplicou uma goleada de 7-5, levando os amazonense ao delírio com a bela atuação do Clube.

Anos 70[editar | editar código-fonte]

A virada dos anos 60 e os anos 70 foram os melhores da história do tricolor amazonense, o clube foi finalista de cinco campeonatos consecutivos, de 1968 a 1972, enfrentando o Nacional em quatro finais e a Rodoviária em 1971. O clube seria o primeiro amazonense a jogar o Campeonato Brasileiro de Futebol em 1971, quando, por ser campeão amazonense, jogaria a Série B. Acabou se juntando a clubes e federações descontentes com a não inclusão na primeira divisão do futebol brasileiro na disputa da Copa de Integração Nacional, disputada em Goiás, e a vaga na Taça de Prata acabou ficando com a Rodoviária, que não tinha a mesma força que o tricolor naqueles anos. Naquele tempo, o grande empresário Ézio Ferreira, que era rionegrino, montou um excelente time e se tornou o maior presidente da história do Fast, conquistando além do Bicampeonato Amazonense, a Taça Norte.

A partir do seu último título em 1971, passou a figurar entre a 2ª e a 3ª posição do campeonato, num período de grande domínio dos seus dois grandes rivais, ainda assim conseguiu ser finalista por dois anos seguidos em 1977-78, garantindo assim sua estreia na elite do futebol nacional. O Fast Clube teve três participações na primeira divisão, sendo a de 1978, a mais comemorada e lembrada pelos torcedores mais antigos e saudosos. Neste ano o Fast Clube surpreendeu o Fluminense, em pleno estádio do Maracanã, vencendo por 2x1, no mesmo ano fez dois grandes jogos contra Cruzeiro e Atlético-MG, os placares foram de 5x4 e 2x1 para os mineiros.

Bicampeonato Amazonense 70-71[editar | editar código-fonte]

Sob o comando de Ézio Ferreira, o Fast Clube recebeu uma grande evolução, montando um dos times mais fortes da história do futebol amazonense. O clube conquistou seu 2º bicampeonato com o melhor time de sua história, conhecido como o "time dos irmãos Piola" que ganharam fama no Norte-Nordeste do país naquele período.

Em 1970 num campeonato de pontos corridos, superou o Nacional numa briga ponto a ponto. Em 1971 venceu a Rodoviária no último jogo de uma melhor de três por 4x1 depois de dois empates em 0x0 e levantou sua sexta taça oficial. Naqueles dois anos, o faz disputou 29 jogos pelo Campeonato Amazonense de Futebol, conquistando 18 vitórias, 7 empates e 4 derrotas.

Os times base do Fast Clube eram:

  • Em 1970 – Zé Carlos (Maneco) Antônio Piola, Casemiro, Zequinha Piola e Pompeu; Zezinho e Parada; Laércio, Afonso, Edson Piola e Adinamar Abib. Participaram da campanha, também: Ney, Valdocir, Itagiba, e Zequinha Paraense.
  • Em 1971 – Marialvo (Zé Carlos), Antônio Piola, Casemiro, Zequinha Piola e Pompeu; Zezinho e Holanda; Mano, Afonso Edson Piola e Adinamar Abib. Técnico: Osvaldinho. No elenco, estavam também: Formiga, Hélito, Melo, Barrote, Simão, Paulo Pernambucano, Marcos Pintado, Rangel, Ivo e Pibo.

Copa Norte-Nordeste de 68 a 70[editar | editar código-fonte]

O "Tricolor Eterno" disputou a Copa Norte-Nordeste em suas três edições oficiais(1968, 1969 e 1970), sendo que em 1970 conquistou seu maior título, a Taça Norte, em excelente participação, garantindo assim vaga nas finais da Copa Norte-Nordeste que reunia os principais clubes da Copa Norte e Copa Nordeste. Na fase final do Norte-Nordeste, o Fast Clube deixou escapar o título num confronto direto com a equipe do Fortaleza que brigava diretamente pelo título, jogo disputado em Fortaleza, com uma derrota amazonense por 4x1 e deixando o título para a equipe cearense que ficou 1 ponto a frente do tricolor amazonense.

Os jogos do Fast na final do Norte-Nordeste de 1970:

Primeiro jogo contra um clube europeu[editar | editar código-fonte]

Em 1971 o Futebol Clube do Porto veio a Manaus fazer alguns amistosos, o Fast Clube iria enfrentar a equipe portuguesa no dia 17 de novembro, no Estádio Vivaldo Lima com quase 40 mil pessoas. Ao final do confronto, o Porto vence por 3 a 1. Este é o primeiro jogo do Fast contra uma equipe do exterior.

Torneio da Integração Nacional – 1971[editar | editar código-fonte]

O Fast foi o representante do Amazonas no torneio organizado pela Federação Goiana de Futebol. Na época a CBF só permitia a participação de clubes que tivessem um estádio para até 50 mil pessoas e principalmente renda para se manter na Série A, como o futebol amazonense foi considerado abaixo do que era pedido, assim como todos os outros estados da Região Norte, o Amazonas foi limitado a disputar a disputar a Série B e foi representado pela Rodoviária, vice-campeã estadual daquele ano.

Esta competição foi promovida em represália a CBD pelo que havia feito. Muitos aderiram ao Torneio da Integração Nacional, e o Fast Clube fez ótimas partidas até ser eliminado na justiça pelo Goiás, dono da casa, após estar vencendo o jogo por 1x0 e assim terminado o jogo. A competição teve bastante divulgação pela revista Placar e rádios da época. Até porque os jogos eram válidos pela loteria federal, então havia muita expectativa em relação aos resultados.

Os jogos:

Campeonato brasileiro – Série A[editar | editar código-fonte]

O Fast estreou na principal competição nacional no ano de 1977 como uma surpresa, era o único estreante em anos dentre os estados do Norte e Meio-norte que geralmente só mandavam dois clubes. Após a desistência do Rio Negro que era o mais cotado para a vaga já que havia sido vice-campeão em 1976, o Fast Clube se candidatou a vaga.

A segunda vaga do Amazonas era cassada por todos os cantos do Brasil, e, na época, muita gente queria apenas o Nacional no Campeonato. Porém o Fast na época era comandado pelos irmãos Piola, onde Edson Piola era o presidente e Antônio Piola era o técnico do clube, e eles prometiam que o clube poderia causar surpresas.

A diretoria do clube sabia que do Nacional ela não tirava nada, mas do Rio Negro com certeza sairia algum triunfo, e de lá trouxeram alguns jogadores de certo renome, logo, o clube teria como seus maiores destaques o goleiro Iane, o meia Rolinha e o centroavante Dentinho. Porém o problema maior que foi considerado pelos diretores na época foi a falta de torcida, mas não foi problema, já que muitos clubes com rendas muito menores já haviam participado.

Na Série A o Fast Clube enfrentou as seguintes equipes:

O jogo de estreia deu se em 17 de outubro de 1977 em jogo contra o Nacional, em mando do adversário no Estádio Vivaldo Lima, com derrota de 2-0. Ao todo a equipe disputou 17 jogos, onde conseguiu:

  • 4 Vitórias, 2 Empates e 11 Derrotas; 22 Gols próprios, 31 Gols adversários e -9 de saldo de gols.

Na classificação geral o Fast terminou na 24ª colocação.

Anos 80[editar | editar código-fonte]

Nesta década, o clube provou de um declínio, não disputou final, com exceção de 1981, por toda a década e, ficou de fora do Campeonato Brasileiro na maior parte das temporadas. Jogou a Série B em 1980 e em 1981, únicas edições desta divisão que disputou e em ambas não obteve êxito ficando em posições indigestas. A partir de 1986, o Fast entrou em uma grave crise financeira embalando uma série de fracassos no estadual e Brasileirão série B, a crise veio junto com o insucesso do futebol amazonense, ocasionado em anos sem nenhuma conquista e sem nenhuma competição de destaque.

Maior público[editar | editar código-fonte]

O Fast possuiu o maior público da antiga estrutura do Estádio Vivaldo Lima que será imbatível por toda a história, no jogo contra o Cosmos de Nova Iorque, onde 56 mil pessoas foram ao estádio, público que jamais será alcançando porque o antigo estádio foi demolido, e com o projeto de Manaus 2014 o estádio terá a capacidade para 45.000 pessoas.

O dia era 9 de Março de 1980 e a expectativa era enorme em torno de um amistoso internacional que parava Manaus. Foi o acontecimento do ano, realizado graças aos esforços do então presidente Joaquim Alencar e alguns patrocinadores, o Fast Clube vivia dias bem movimentados. Desde as primeiras horas daquele dia o movimento era intenso em Manaus, que não recebia jogos deste quilate há bastante tempo. O time americano onde jogou Pelé, de 1975 até 1977, vinha com craques conhecidos e de destaque no cenário internacional. O Cosmos era um clube conhecido mundialmente e vinha com o tricampeão mundial Carlos Alberto Torres, o alemão Franz Beckenbauer, o ainda iniciante Romerito, o italiano Giorgio Chinaglia, para proporcionar um jogo inédito em toda Região Norte. O Estádio Vivaldo Lima. O jogo em si agradou a todos, os dois times procuraram o gol, mas apesar dos esforços de ambos o resultado ficou em 0 a 0. O esforço do modesto Fast Clube foi de grande valia e reconhecido, pois não possuía muitas estrelas, apesar de ter um bom time e ter sido reforçado naquele jogo pelo também tricampeão mundial Clodoaldo.

Fundo do Poço[editar | editar código-fonte]

Nos 13 anos que foram de 1992 até 2005 o Fast Clube teve seu pior momento em toda a sua história, colecionando péssimas posições e também deixando de participar por três oportunidades, antes disso havia quebrado uma sequencia de 10 anos sem ser campeão ou vice em 1991, perdendo a decisão para o Nacional. Nos anos 90 em campeonatos de poucos clubes, o Futebol Amazonense estava indo às mínguas e o Fast Clube sempre se via amargurando as últimas posições, levando goleadas outrora raras. Depois do vice em 91, a última colocação em 92 já dava indícios dos anos ruins que o clube enfrentaria, vindo a se ausentar do campeonato em 1998, pela primeira vez desde seu ingresso em 1932.

Clube tradicional de Manaus, foi obrigado a buscar reduto do interior para se manter minimamente competitivo no campeonato estadual, e foi assim que em 2002 passou a mandar seus jogos na cidade de Tefé, que lhe acolheu muito bem e lhe rendeu bons públicos. Porém, a parceria não perdurou para o ano seguinte e o clube voltou a ficar sem disputar a competição estadual, voltando em 2004 jogando em Manaus, para ausentar-se novamente em 2005.

Mudança para Itacoatiara e renascimento[editar | editar código-fonte]

Para o ano de 2006 o Fast Clube firmou parceria com o município de Itacoatiara, tendo como colaborador Donmarques, que chegou a ser prefeito da cidade. A cidade adotou o futebol do clube e o financiou, oferecendo ainda boa estrutura para este, que foi abraçado pela cidade como se fosse um representante legitimo e chegou a levar em média 4,5 mil pessoas por jogo ao estádio Floro de Mendonça, feito este que nem o Penarol teve até hoje.

A mudança para a cidade marcou o renascimento do Fast Clube para o futebol amazonense, já que desde então o clube voltou a sempre figurar nas primeiras posições do certame regional. Os frutos vieram logo no ano de estreia, com o vice-campeonato amazonense de 2006, onde mobilizou 9 mil itacoatiarenses a se fazerem presentes no estádio Vivaldo Lima onde, após empatar em 1x1, perdeu o título para o São Raimundo. O clube ainda naquele ano disputou a Série C, encerrando um período de 11 anos sem jogar competições nacionais.

Estreia na Copa do Brasil

Ainda ligado à cidade, foi novamente vice-campeão estadual em 2007 e 2008, ganhando o direito de jogar as Copas do Brasil de 2007, 2008 e 2009. Em 2007 foi um ano especial ao Fast Clube, disputando a Copa do Brasil pela primeira vez em sua história, onde logo na estreia enfrentou a equipe do Vasco da Gama/RJ, conseguindo levar o confronto para a partida de volta no [[Rio de Janeiro], onde acabou sendo eliminado. Em 2008 eliminou a tradicional agremiação pernambucana do Santa Cruz na 1ª fase para posteriormente ser eliminado pelo Goiás. Em 2009 o clube foi eliminado na 1° fase pelo ABC de Natal.

O retorno ao Campeonato Brasileiro

O clube com o vice-campeonato de 2006 garantiu o direito de disputar a Série C do mesmo ano, e, nesta competição avançou até a 2ª fase. Em 2007 sua melhor campanha, avançou até a 3ª fase da competição, ficando entre os 16 melhores. Já em 2008 a situação não foi boa para o clube, que em meio a problemas internos acabou perdendo por W.O. em jogo da 1ª fase diante da equipe mato-grossense do Luverdense que hoje encontra-se na Série B do Campeonato Brasileiro.

Década de 2010 e o Retorno a Manaus[editar | editar código-fonte]

Após o acesso do Penarol, clube original da cidade de Itacoatiara, à primeira divisão amazonense e o fim da parceria com o colaborador e município, o Fast voltou a Manaus, onde tinha grande parte de sua estrutura social. Firmou no ano de 2010 outra parceria lucrativa, desta vez com a Universidade Luterana Brasileira - ULBRA, que lhe cedeu ampla estrutura. Ainda em 2010 o clube conquistou novamente um vice-campeonato, quando perdeu nas finais para o próprio Penarol, com quem disputava o carinho dos itacoatiarenses, com dois resultados de 1-0.

Em 2011, o Fast, ainda com a parceria com a ULBRA em vigência, adota a nomenclatura fantasia de "Fast/ULBRA", neste ano o clube ficou com o 3º lugar no estadual. Em 2013, pela falta de estádios na capital, o clube voltou ao interior, mandando seus jogos no município de Manaquiri. Em 2014, em forma emergencial, construiu um mini-estádio no campo de futebol da ULBRA, onde mandou parte dos seus jogos no estadual.

2016 e a quebra do jejum[editar | editar código-fonte]

O ano de 2016 marcava o 45º ano do Fast sem conquistar o Campeonato Amazonense. No inicio da temporada o clube jogou a Copa Verde apenas com jogadores da base, pela falta de calendário no primeiro semestre e os resultados não foram positivos e acabou caindo na fase preliminar diante do Águia de Marabá. Mas, uma reviravolta botou o clube amazonense novamente na competição, onde enfrentou na 1ª fase o Paysandu e depois de empate em 1x1 em Manaus e derrota por 4x1 em Belém a agremiação amazonense foi definitivamente eliminada.

Para o estadual os prognósticos não eram bons mas o clube soube se organizar e montou um time que foi crescendo com o passar das rodadas da competição. Acabou se classificando às finais em 1º lugar e chegava como grande favorito ao título. Nas decisões foi impecável e quebrou uma sequencia de 45 anos sem levantar o principal torneio oficial do estado, após vencer o Princesa por 3x1 na disputada na Arena da Amazônia.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Em 2009, com a administração de Ednailson Rozenha e seus colaboradores, o Fast Clube fechou parceria com Ulbra Amazonas, onde foi oferecido ao clube um Centro de Treinamentos e salas destinadas a tratamento médico e áreas diversas, além do auditório da empresa, onde o clube faz apresentação de elenco.

Como consequência desta parceria o Fast dispõe de uma das melhores estruturas dentre os clubes que unem razões sociais e esportivas no Amazonas. Além da sede oficial, que está localizada na Avenida Boulevard Alváro Maia, onde em 2007 resgatou o balneário e construiu três piscinas, uma loja de material esportivo e roupas, lanchonete e uma área de lazer, que abriga o conhecido "Bolerão do Fast", festa popular nas noites da cidade. Atualmente sua sede social encontra-se alugada, e também recebe festas populares.

Torcida[editar | editar código-fonte]

O Clube possui historicamente a terceira maior torcida dentre os clubes do estado do Amazonas, principalmente no período que vai do início dos anos 60 até o final dos anos 90, quando ao lado da dupla Rio-Nal comandava com hegemonia o futebol no estado. Hoje a sua torcida está longe da grandeza que tinha no passado, mas vem conquistando jovens torcedores em decorrência das boas temporadas a nível local que vem tendo, que culminaram na quebra de 45 anos de jejum em 2016. Hoje em dia três clubes tem as melhores medias de público na capital, São Raimundo e Nacional, além do próprio Fast, que fica em terceiro, seguindo os borderôs da FAF. Atualmente o clube possui as seguintes torcidas:

  • Torcida Jovem do Fast (TJF): Atualmente a maior e mais presente torcida organizada do clube e uma das maiores do estado.
  • Barra Brava Tricolores do Boulevard (TDB): Fundada no fim de 2016, em meio a disputa do estadual daquele ano, tem como ideologia apoiar o clube durante os 90 minutos, seguindo os moldes das torcidas Sul-Americanas, além de ser uma das torcidas mais simpáticas do amazonas, sempre mostrando um clima família nas arquibancadas.
  • Torcida Esquadrão Tricolor (TET): Foi a principal representante do clube no início dos anos 2000, mas perdeu forças com a criação da Torcida Jovem. Atualmente, apesar de poucos integrantes, é a mais tradicional do clube.

Diretoria[editar | editar código-fonte]

  • Presidente - Ednaílson Leite Rozenha.
  • Vice-Presidente - Cláudio Lúcio Muniz Nobre.
  • Presidente de Honra - Luís Alberto de Aguiar Albuquerque.
  • Vice Presidente de Futebol - Edson Rosas Júnior.
  • Presidente do Conselho Deliberativo - Luciano Mauro Albuquerque.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Pai-Filho[editar | editar código-fonte]

O nome é dado ao embate contra o Nacional, o nome deve-se ao fato do Fast Clube ter sido fundado por dissidentes do Nacional, e por isso, a imprensa na época e os próprios torcedores do Nacional o chamaram de "Filho" o que deu ao confronto o nome de "Pai x Filho". A rivalidade não demorou muito para nascer, sendo que nos anos 30 o Fast Clube já montava times fortes para bater de frente com o Nacional, obtendo grandes destaques no confronto.

A rivalidade é historicamente iniciada em 1932 quando o Fast disputou a divisão principal do futebol amazonense pela primeira vez e é considerado o segundo confronto de maior rivalidade do estado, depois do clássico RioNal. O Fast clube é a segunda equipe do estado do Amazonas que mais venceu o Nacional, atrás somente do Rio Negro.

Último jogo considerado: Fast 0-0 Nacional, pela 13ª rodada do Campeonato Amazonense de Futebol de 2016, no dia 12 de Outubro de 2016 na Arena da Amazônia

Estatísticas
Número de jogos 153
Vitórias do Nacional 76
Vitórias do Fast 42
Empates 35
Número de gols 373
Gols feitos pelo Nacional 227
Gols feitos pelo Fast 146

Rio-Fas[editar | editar código-fonte]

O Clássico da Elite.

Chamado também de Clássico da Elite, devido ao fato destes clubes concentrarem maior parte dos torcedores da classe abastada, o jogo contra o Rio Negro é bastante concentrado, nos últimos anos o Fast Clube desforrou várias goleadas no Galo, a rivalidade tinha grande destaque na mídia, mesmo sem as duas equipes decidirem títulos na era profissional. Mas isso não tira a rivalidade que o Fast Clube encontrou no clube barriga preta, e ainda nos idos anos 70 e 80 os dois se alternavam nas finais contra o Nacional, sempre fortes e com constante presença nos torneios fora do estado.

O Fast Clube perdeu em 15 de Outubro de 2016 a sua maior invencibilidade diante do clube alvinegro, perdendo por 1x0, pondo fim a um período de 8 anos sem derrotas onde foram disputados 13 jogos, vencendo 9 e empatando 4.

Último jogo considerado: Fast Clube 2-1 Rio Negro, pela semifinal do Campeonato Amazonensede 2016, no dia 19 de Outubro 2016, na Arena da Amazônia.

Estatísticas
Número de jogos 127
Vitórias do Fast Clube 44
Vitórias do Rio Negro 52
Empates 31
Número de gols 282
Gols feitos pelo Fast Clube 142
Gols feitos pelo Rio Negro 140

São-Fas[editar | editar código-fonte]

O São Raimundo em tão pouco tempo chegou ao mesmo patamar que o Fast conquistou em toda sua história, com conquistas que igualavam e até mesmo superavam o Fast num espaço de menos de 10 anos. A rivalidade nasceu no final dos anos 90 quando o São Raimundo emergiu como uma potencia no Amazonas e também no norte, acirrando a rivalidades com o clube alviceleste. Se for levado o fator histórico, hoje Fast e São Raimundo se equivalem no ranking amazonense, sendo 3° e 4° respectivamente.


Último jogo considerado: Fast Clube 3-0 São Raimundo, pelo Campeonato Amazonensede 2016, no dia 28 de Setembro 2016, na Arena da Amazônia.

Estatísticas
Número de jogos 107
Vitórias do Fast Clube 45
Vitórias do São Raimundo 32
Empates 30
Número de gols 277
Gols feitos pelo Fast Clube 146
Gols feitos pelo São Raimundo 131

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo do Fast é em estilo suíço, com uma estrela de cinco pontas ao centro, até este ponto muito parecido com o escudo do Botafogo carioca. O que diferencia é a divisão do escudo em 4 partes por uma faixa vertical e outra horizontal que rumam ao centro onde encontram a estrela, estas partes são: 2 vermelhas acima e 2 azuis em baixo. No escudo do clube não há qualquer letra ou número, apesar de em décadas passadas o clube ter utilizado oficialmente o seu nome acima do escudo.

Cores[editar | editar código-fonte]

As cores oficiais do Fast são: Branco, Azul e Vermelho, o que dá a agremiação a alcunha de “Tricolor” e apesar do escudo ter uma estrela na cor amarela, o clube jamais adotou a referida cor como oficial em seus uniformes.

O clube vem alternando dois tipos de uniformes, remetendo aos mais tradicionais:

  • Número 1 - Camisa Branca, com duas faixas transversais no abdome, com as cores obedecendo a ordem do escudo que geralmente está situando-se ao meio. Nesta combinação geralmente os shorts são brancos e as meias não obedecem a um padrão.
  • Número 2 - Uniforme tricolor, geralmente combinado com shorts azuis, onde se alternam faixas azuis e vermelhas limitadas por uma fina listra branca.

Alcunhas[editar | editar código-fonte]

  • Tricolor da Boulevard: Deve-se ao fato das cores principais e da grande ligação da equipe com a antiga Boulevard Amazonas, hoje conhecida como Boulevard Alvaro Maia. Nesta que é uma das maiores avenidas da capital amazonense, o clube está sediado.
  • Rolo Compressor: Citada no hino, esta alcunha foi adotada pela torcida em sinônimo à equipe do clube que massacrava os rivais no período dos 60 a 70.
  • Tricolor Cintado: remete-se ao fato da camisa branca da equipe receber duas faixas transversais que lembram um cinto na altura da barriga

Hino[editar | editar código-fonte]

O Nacional Fast Clube teve dois hinos criados. O primeiro deles é o oficial, de autoria de Mafra Júnior, e o o outro é o da torcida, composto por Abílio Farias. Este último é o mais conhecido entre os adeptos.

Mascote[editar | editar código-fonte]

O clube não tem propriamente uma mascote, pois a sua torcida aparentemente nunca se preocupou em escolher um. Com o tempo a torcida do clube adotou uma simples alcunha como mascote do clube: o rolo compressor, o que é um fato curioso, pois, a grande maioria dos clubes adota animais ou personagens como mascote. Muitos clubes no Brasil recebem ou já receberam este apelido, mais todos eles têm uma mascote particular, como por exemplo, Internacional-RS que recebeu a alcunha nos anos 40 e 50, mais tem como mascote o Saci.

Grandes Jogos[editar | editar código-fonte]

O Fast tem inúmeras vitórias contra grandes clubes brasileiros, mas as mais inesquecíveis são:

Vitória no Rio de Janeiro, sobre o Fluminense.

Grande vitória sobre o mais expressivo clube pernambucano.

Um dos poucos clubes da região norte a vencer o clube carioca naqueles tempos.

Vitória sobre o até então atual tricampeão paraense.

Vitória sobre o clube americano, onde Pelé encerrou sua carreira, na época, com grande status mundial.

Jogos pela Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

2007
2008

1ª Fase

2ª Fase

2009
2011
2013

Ídolos e Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Ídolos[editar | editar código-fonte]

  • Adinamar Abib: Jogador paraense com grande destaque na década de 70.
  • Afonso: Nascido em Monte Alegre-PA, foi um dos muitos paraenses que fizeram parte do histórico Fast de 1971.
  • Antonio Piola: Um dos maiores atletas dos anos 70 da região norte, um dos irmãos Piola.
  • Carlos Almada: Goleiro dos anos 40
  • Dadá(A): Grande artilheiro que atuou e foi campeão pelo Fast em 1960.
  • Dedé(Z): Atuou pelo Fast na década de 60.
  • Edson Piola(A): Um dos grandes artilheiros do Futebol Amazonense, e maiores atacantes da Região Norte, talvez o maior ídolo da história do Fast, Fez parte do grupo histórico que foi bicampeão em 70-71. Atuou no clube de 62 a 66 e de 68 a 73 se despedindo em 01 de Julho deste ano no empate em 2-2 contra o Sul América
  • Jonas(Z): Zagueiro começou no clube em 1957 e fez parte do elenco no título de 1960.
  • Lafayette(?): Do primeiro título em 1948.
  • Marialvo(G): Um dos grandes goleiros do futebol amazonense e da Região Norte.
  • Raul: Do primeiro título em 1948;
  • Paulo Onety(A): Do primeiro título em 1948;
  • Raul Cerqueira: Goleiro do clube nos anos 40;
  • Sandoval: Goleiro dos anos 50;
  • Zequinha Piola: Cria da base do clube, um dos irmãos Piola que fizeram parte do grande Fast de 1970.

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

O clube formou os seguintes artilheiros durante o campeonato profissional:

  • 1970 - Afonso, 10 gols em 14 jogos.
  • 1971 - Edson Piola, 9 gols em 14 jogos.
  • 1975 - Domingos, 12 gols em 13 jogos.
  • 1991 - Sabino, 8 gols em 10 jogos.
  • 2006 - Bazinho, 13 gols em 13 jogos.
  • 2008 - Ernandes, 11 gols.
  • 2015 - Charles Chenko

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas do Fast Clube

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2016
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Amazonas Campeonato Amazonense 85 Campeão (7 vezes) 1932 2016
Brasil Campeonato Brasileiro 3 24º colocado (1977) 1977 1979
Série B 2 40º colocado (1982) 1980 1982
Série C 4 15º colocado (2007) 1995 2008
Série D 1 A definir (2017) 2017 2017
Copa do Brasil 5 2ª Fase (2008) 2007 2013
Copa Verde 1 1ª Fase (2016) 2016 2016

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

{| style="background:#e00000; font-size:95%; text-align:center; border:gray solid 1px; border-collapse:collapse;"

|- style="background:#FF3300;" | style="text-align:center;"| ! colspan="10" style="text-align:center;"|Brasil Brasil ! style="text-align:center;"|Norte ! colspan="2" style="text-align:center;"|Amazonas Amazonas |- style="background:#0066CC;" | style="text-align:center;"|Ano ! colspan="9" style="text-align:center;"|Campeonato Brasileiro ! style="text-align:center;"|Copa do Brasil ! style="text-align:center;"|Copa Verde ! colspan="2" style="text-align:center;"|Campeonato Amazonense |- style="background:#ddd;" | style="text-align:center;"| | style="text-align:center;"|Div | style="text-align:center;"|Pos | style="text-align:center;"|Pts | style="text-align:center;"|J | style="text-align:center;"|V | style="text-align:center;"|E | style="text-align:center;"|D | style="text-align:center;"|GP | style="text-align:center;"|GC | style="text-align:center;"|Fase Máxima | style="text-align:center;"|Fase Máxima | style="text-align:center;"|Div | style="text-align:center;"|Pos |- | style="text-align:center;"|2008 || style="text-align:center;"|C || style="text-align:center;"|63º || style="text-align:center;"|0 || style="text-align:center;"|4 || style="text-align:center;"|0 || style="text-align:center;"|0 || style="text-align:center;"|4 || style="text-align:center;"|2 || style="text-align:center;"|11 || style="text-align:center;"|2F || || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center; background:silver;"| |- style="background:#efefef;" | style="text-align:center;"|2009 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"|1F || || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center;"| |- | style="text-align:center;"|2010 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"| || || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center; background:silver;"| |- style="background:#efefef;" | style="text-align:center;"|2011 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"|1F || || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center;"| |- | style="text-align:center;"|2012 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"| || || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center; background:silver;"| |- style="background:#efefef;" | style="text-align:center;"|2013 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"|1F || || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center;"| |- | style="text-align:center;"|2014 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"| || style="text-align:center;"| || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center;"| |- style="background:#efefef;" |- | style="text-align:center;"|2015 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"| || style="text-align:center;"| || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center;"| |- style="background:#efefef;" |- | style="text-align:center;"|2016 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|Não classificado || style="text-align:center;"| || style="text-align:center;"|OF || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center; background:gold;"| |- style="background:#efefef;" |- | style="text-align:center;"|2017 || style="text-align:center;"|D || style="text-align:center;" colspan="8"|A disputar || style="text-align:center;"|A disputar || style="text-align:center;"|A disputar || style="text-align:center;"|1D || style="text-align:center;"|A disputar |}

Legenda:

     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Conquistas oficiais
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Torneio do Norte 1 1970
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Amazonas Campeonato Amazonense 7 1948, 1949, 1955, 1960, 1970, 1971 e 2016
Amazonas Copa Amazonas de Futebol 1 2015
Amazonas Taça Estado do Amazonas 12 1964, 1965, 1971, 1972, 1977, 1979, 1980, 1981, 1991, 2007, 2008 e 2010
Amazonas Torneio Início 5 1957, 1972, 1985, 1994 e 2006

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Conquistas não oficiais
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Amazonas Torneio Danilo Areosa 1 1971
Amazonas Torneio Duque de Caxias 1 1970
Amazonas Taça Silvio Franco 1 1930

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Juniores (Sub-20)
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Trophy (transp. Simón Bolívar Cup).png Copa Norte 1 2015
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Amazonas Campeonato Amazonense 3 2009, 2015 e 2016
Juvenil (Sub-15)
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Amazonas Campeonato Amazonense 1 2015

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking atualizado em dezembro de 2014

  • Posição: 169º
  • Pontuação: 200 pontos[1]

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol para pontuar todos os clubes do Brasil[2].

Ranking local[editar | editar código-fonte]

  • Região Norte: 11º
  • Estadual: 4º

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. RNC - RANKING NACIONAL DOS CLUBES 2015 Confederação Brasileira de Futebol - acessado em 11 de dezembro de 2014
  2. Cruzeiro lidera o Ranking Nacional de Clubes 2015 CBF