Geninho

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Geninho
Geninho
Geninho no comandando do Vitória em 2020
Informações pessoais
Nome completo Eugênio Machado Souto
Data de nasc. 15 de maio de 1948 (74 anos)
Local de nasc. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,88 m
Informações profissionais
Clube atual sem clube
Posição ex-goleiro
Função treinador
Clubes de juventude
1963–1966 Botafogo-SP
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1966–1973
1974–1976
1976–1980
1980
1981
1982
1983
1984
Botafogo-SP
Francana
São Bento
Paulista
Caxias
Vitória
Juventude
Novo Hamburgo
00150 0000(0)
00080 0000(0)
00096 0000(0)
00029 0000(0)
00015 0000(0)
00019 0000(0)
00012 0000(0)
00010 0000(0)
Times/clubes que treinou
1984
1984
1985
1986
1986–1987
1988–1989
1990–1990
1991
1991
1992
1993
1993
1994
1994
1995
1995
1996
1997
1997
1998
1998
1999
1999
2000
2000
2001
2001–2002
2002
2003
2004
2004–2005
2005–2006
2006
2006–2007
2007
2008
2008
2008–2009
2009
2010
2010–2011
2011
2011
2012
2012
2013
2013–2014
2014–2015
2015
2016–2017
2018–2019
2019–2020
2020
2022
Fortaleza
Novo Hamburgo
Francana
Botafogo-SP
Santos
Vitória de Guimarães
Sãocarlense
Botafogo-SP
Portuguesa Santista
Santos
Botafogo-SP
Al-Shabab
União São João
Vitória
Ponte Preta
Vitória
Juventude
Guarani
Bahia
Matonense
Vitória
União São João
Juventude
Ituano
Paraná
Santos
Atlético Paranaense
Atlético Mineiro
Corinthians
Vasco da Gama
Al-Ahli
Goiás
Corinthians
Goiás
Sport
Atlético Mineiro
Botafogo
Atlético Paranaense
Náutico
Atlético Goianiense
Sport
Atlético Paranaense
Vitória
Comercial
Portuguesa
São Caetano
Sport
Avaí
Ceará
ABC
Avaí
Vitória
Avaí
Vitória
Última atualização: 21 de abril de 2022

Eugênio Machado Souto (Ribeirão Preto, 15 de maio de 1948), mais conhecido como Geninho, é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como goleiro. Atualmente está sem clube.

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Começou nas divisões de base do Botafogo-SP de sua cidade natal, em 1963, e, com dezessete anos, já era o goleiro titular. Na época, o treinador era Rubens Minelli.

Atuando como goleiro profissional de 1966 até 1984, passou por várias equipes do interior paulista (Francana, São Bento, Paulista), além de passagens por Caxias, Vitória e Novo Hamburgo.

Em setembro de 1984, com trinta e seis anos de idade, atuando como titular do Novo Hamburgo, recebeu o convite para ser o treinador do clube gaúcho. Aceitou, porque, segundo ele, já era hora de parar de jogar e iniciar uma nova carreira.

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

Sãocarlense[editar | editar código-fonte]

Em 1990, por duas vezes esteve à frente do Sãocarlense, onde conquistou o acesso para a atual Série A1 do Campeonato Paulista, com um trabalho de persistência técnico, tática e união do grupo.[1]

Al-Shabab[editar | editar código-fonte]

Em sua primeira passagem por uma equipe da Arábia Saudita, em 1993, foi treinador do Al-Shabab, clube da capital Riade. Apesar de ter assinado um contrato curto de apenas seis meses, conquistou as duas competições mais importantes do país: a Copa da Coroa do Príncipe e a Copa do Rei.

Paraná[editar | editar código-fonte]

Em 2000, Geninho comandou o Paraná Clube na Copa João Havelange, que tomou lugar do Campeonato Brasileiro, dividindo os times em dois módulos; o Paraná participou do Módulo Amarelo (2ª divisão). Com o terceiro lugar no grupo classificatório, a equipe paranaense conseguiu chegar na final do módulo após as fases eliminatórias e conquistou o título contra o São Caetano. O título sacramentou a volta do clube à elite do futebol brasileiro no mesmo ano, chegando às quartas de finais, sendo eliminado pelo Vasco da Gama, campeão daquele ano.

Santos[editar | editar código-fonte]

Em sua terceira passagem pelo Santos, em 2001, chegou a semifinal do Campeonato Paulista de 2001, sendo eliminado com um gol aos 47 minutos do segundo tempo. Após a boa campanha, deu sequência ao trabalho no Campeonato Brasileiro, mas com a debandada de jogadores experientes e uma sequência de empates, deixou o time apesar do mesmo seguir invicto no campeonato.

Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

Viveu seu ápice em 2001, ao conquistar o título do Campeonato Brasileiro pelo Atlético Paranaense. Neste ano comandou o Furacão em 47 jogos, obtendo 26 vitórias, 12 empates e apenas nove derrotas, com o aproveitamento de 63,8%.[2]

Atlético Mineiro e Corinthians[editar | editar código-fonte]

No ano de 2002, foi contratado pelo Atlético Mineiro, tendo feito uma campanha regular, que fez o time chegar às oitavas de final do Campeonato Brasileiro, onde o Galo acabou sendo eliminado pelo Corinthians.

Em 2003, chegou a confirmar que renovaria com o Atlético. Entretanto, atraído por questões salariais, rescindiu com o time mineiro e assinou com o Corinthians, que demonstrou interesse devido ao bom retrospecto nos anos anteriores. Pelo Timão, o treinador conquistou o Campeonato Paulista daquele ano. No entanto, após maus resultados no Campeonato Brasileiro, o técnico acabou sendo demitido em setembro.

Vasco da Gama e Al-Ahli[editar | editar código-fonte]

Foi contratado pelo Vasco da Gama em 2004, onde conquistou o título da Taça Rio daquele ano. Porém, após uma sequência de resultados ruins, teve o contrato rescindido. No mesmo ano, foi para a Arábia Saudita, onde treinaria o Al-Ahli, clube em que permaneceu entre 2004 e 2005.

Goiás[editar | editar código-fonte]

Após estas passagens, Geninho foi contratado para comandar o Goiás. Conseguiu a 3ª colocação no Brasileirão de 2005, levando assim a equipe para sua primeira participação da Copa Libertadores da América. O técnico conseguiu fazer o Esmeraldino ter uma boa campanha na primeira fase da Libertadores, além de ter conquistado o Campeonato Goiano. Assim, obteve reconhecimento definitivo no cenário nacional.

Retorno ao Corinthians[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2006, voltou ao Corinthians após três anos.[3] Comandou a equipe durante a Copa Libertadores da América, sendo eliminado nas oitavas de final pelo River Plate. No Campeonato Paulista daquele ano, os resultados também não agradaram e, após um desmanche da equipe, foi demitido em agosto, com o clube no último lugar do Campeonato Brasileiro, correndo sérios riscos de rebaixamento.[4]

Sport[editar | editar código-fonte]

Voltou ao cenário nacional quando foi contratado pelo Sport, em junho de 2007.[5] Com uma campanha regular no Campeonato Brasileiro, de altos e baixos, perdeu a chance na última rodada de levar o time à Copa Sul-Americana.

Retorno ao Atlético Mineiro[editar | editar código-fonte]

Ainda em dezembro de 2007, foi recontratado pelo Atlético Mineiro para comandar o clube em 2008, ano de seu centenário.[6] Porém, a perda do Campeonato Mineiro por um placar vexatório de 5 a 0 para o maior rival, o Cruzeiro, e a desclassificação na Copa do Brasil ante o Botafogo o levaram a entregar o cargo em maio.[7]

Botafogo[editar | editar código-fonte]

Por coincidência, viria a assumir o próprio Botafogo, duas semanas depois, com a eliminação do time carioca nas semifinais dessa mesma competição.[8] Geninho havia sido trazido para substituir Cuca, em 31 de maio. Essa passagem do treinador pelo time alvinegro durou apenas seis jogos; destes, três foram derrotas, um empate e duas vitórias.[9] Em um mês e dez dias, ele acabou saindo do clube, por um acordo comum entre as partes.[10] Seu último jogo como técnico do Botafogo foi na derrota por 5 a 2 para o Vitória, no Barradão.

Retorno ao Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

No dia 4 de setembro de 2008, acertou seu retorno ao Clube Atlético Paranaense.[11] Essa foi a segunda passagem do treinador pelo clube curitibano.

Começou bem o ano de 2009, conquistando o Campeonato Paranaense em maio. No entanto, após uma goleada por 4 a 0 sofrida para o Atlético Mineiro, válida pelo Campeonato Brasileiro, Geninho pediu demissão no dia 7 de junho.[12]

Náutico[editar | editar código-fonte]

Em 13 de julho, foi contratado pelo Náutico, que havia ficado sem técnico por conta da saída de Márcio Bittencourt, após a goleada sofrida diante do Palmeiras.[13] Depois de não evitar o rebaixamento do Timbu para a Série B do ano seguinte, deixou o comando do clube pernambucano.

Atlético Goianiense[editar | editar código-fonte]

No dia 20 de fevereiro de 2010, assumiu o comando do Atlético Goianiense para a temporada. Acabou conquistando o Campeonato Goiano e, depois de uma sequência de derrotas e apenas uma vitória no Campeonato Brasileiro, pediu demissão.[14]

Sport, Atlético Paranaense e Vitória[editar | editar código-fonte]

Depois da saída de Toninho Cerezo do comando do Sport, acertou seu retorno ao clube pernambucano, onde ficou até fevereiro do ano seguinte.

Dias depois, retornou ao Atlético Paranaense após o fracasso de Sérgio Soares e do auxiliar Leandro Niehues no comando do clube. Após apenas dez jogos, e mesmo com um aproveitamento de pontos de mais de 80%, foi demitido do comando do clube em 4 de abril de 2011.[15]

No dia 19 de maio de 2011, acertou seu retorno ao Vitória, clube que já havia treinado na década de 1990.[16] Foi demitido no fim de julho, após uma sequência de maus resultados.

Comercial e Portuguesa[editar | editar código-fonte]

Em 28 de fevereiro de 2012, acertou com o Comercial de sua cidade natal, substituindo Márcio Fernandes.[17] Porém, após o rebaixamento do clube para a Série A2 de 2013, o treinador saiu do clube.[18]

Logo após deixar o Comercial, foi anunciado como novo treinador da Portuguesa no dia 20 de abril.[19]

Terceira passagem pelo Sport[editar | editar código-fonte]

Posteriormente 13 de setembro de 2013, foi anunciado como novo treinador do Sport, onde conseguiu o acesso do clube pernambucano de volta a elite do futebol brasileiro. Foi demitido após mal desempenho na Copa do Nordeste, sendo substituído pelo interino Eduardo Baptista.[20]

Avaí[editar | editar código-fonte]

No dia 5 de junho de 2014, o Avaí anunciou a contratação do seu novo treinador, que assumiria o time na paralisação da Série B para a Copa do Mundo FIFA, mais precisamente no dia 16 de junho.[21] Sua estreia pelo time foi em um amistoso disputado durante a parada das competições oficiais devido a Copa do Mundo; o Avaí empatou em 1 a 1 com o Guarani de Palhoça no estádio Renato Silveira, em Palhoça.[22][23] Na Série B do Campeonato Brasileiro, estreou no dia 15 de julho, quando venceu o Atlético Goianiense por 2 a 1 na Ressacada.[24] A primeira derrota aconteceu no dia 23 de julho, quando o Leão perdeu para o Palmeiras por 2 a 0 na Ressacada, pela 3ª fase da Copa do Brasil.[25]

Geninho desfalcou o Avaí na 27ª rodada do Brasileiro da Série B. O treinador já havia avisado a diretoria Azzura na assinatura do contrato que essa data não poderia estar junto ao time, pois haveria a cerimônia de casamento do seu filho caçula.[26] Coincidência ou não, o time saiu derrotado por 2 a 0 para o Náutico, em plena Ressacada, encerrando a série invicta de 12 jogos do time na competição.[27] Na ocasião, a equipe foi comandada pelo auxiliar Ricardo Henry.[28]

No Campeonato Brasileiro, comandou o Avaí para conquistar o seu maior objetivo, se classificando à Série A de 2015. O time foi para a última rodada precisando vencer o Vasco da Gama e torcer por uma derrota do Boa Esporte e a "não vitória" do Atlético Goianiense. E foi o que aconteceu, o Icasa venceu o Boa por 3 a 2, o Santa Cruz venceu o Atlético pelo mesmo placar e o Avaí venceu o Vasco na Ressacada com um gol do ídolo Marquinhos, conquistado assim o tão sonhado acesso.[29][30][31]

Já no primeiro dia útil após o acesso no Campeonato Brasileiro, a diretoria do clube entrou em acordo com o treinador e renovou o contrato para a temporada seguinte.[33][34]

Após um 2014 dos sonhos, não conseguiu repetir a campanha no ano seguinte. Após fazer uma campanha pífia na primeira fase do Campeonato Catarinense, o time foi disputar o "Quadrangular da Morte" onde iria lutar contra o rebaixamento. No dia 14 de março de 2015, após perder de 5 a 3 para o Guarani de Palhoça de virada, na segunda rodada do quadrangular, pediu demissão do clube azurra. O técnico avaliou a sua passagem pelo clube catarinense como satisfatória, principalmente porque cumpriu e foi além do objetivo que lhe foi traçado: não deixar o Avaí cair para a Série C do Campeonato Brasileiro, levou o time ao acesso da Série A. O aproveitamento do experiente treinador no Avaí foi de 46,5% com 16 vitórias, 12 empates e 15 derrotas.[35]

No dia 19 de abril de 2018, foi anunciado o seu retorno ao Avaí, após a demissão de Claudinei Oliveira. Após três anos, voltou ao clube de Florianópolis para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro.[36]

Ceará[editar | editar código-fonte]

No dia 1 de julho de 2015, foi contratado pelo Ceará para tentar tirar o time da zona de rebaixamento da série B do brasileiro. Foi demitido do comando técnico alvinegro após oito jogos: duas vitórias, quatro empates e duas derrotas.[37]

ABC[editar | editar código-fonte]

Na temporada seguinte, mais especificamente em fevereiro, após a demissão do técnico Narciso, foi anunciado como técnico do ABC com o objetivo de se reabilitar no Campeonato Potiguar e na Copa do Nordeste e de conquistar o acesso à Série B.[38] Foi um dos heróis do ABC ao tirar o time alvinegro de um jejum de cinco anos sem ganhar o Campeonato Potiguar, tal jejum foi encerrado após uma goleada histórica por 4 a 0 diante do rival América de Natal.[39][40] Diante do Botafogo-SP, da sua cidade natal Ribeirão Preto, conquistou o tão sonhado acesso com o Mais Querido após empatar em 0 a 0 no primeiro jogo em São Paulo e vencer em Natal por 1 a 0, com gol marcado por Erivélton.[41] No final de 2016, teve seu vínculo com o ABC renovado até o fim de 2017.[42]

Em março de 2017, completou um ano a frente do cargo de treinador do ABC e foi homenageado antes da partida contra o Audax em que o Mais Querido venceu nos pênaltis e avançou para a próxima fase da Copa do Brasil.[43]

Em maio, consagrou-se bicampeão potiguar após vencer o Globo por 1 a 0 em Ceará-Mirim, gol um com de Eduardo Echeverría, e empatar em 0 a 0 no Frasqueirão, em Natal. Esse foi o 54º título conquistado pelo ABC em sua história, o maior campeão estadual no Brasil.[44]

No entanto, após uma sequência alta de derrotas, resultando numa má campanha na Série B, Geninho entregou seu cargo em julho e optou por sair do comando técnico do ABC. Ao longo da sua passagem vitoriosa pelo Alvinegro, foi bicampeão do Campeonato Potiguar, conquistou um acesso à Série B e esteve a frente do time em 85 jogos.[45][46]

Sexta passagem pelo Vitória[editar | editar código-fonte]

Em março de 2022, após ficar sem treinar uma equipe por pouco mais de um ano, Geninho foi contratado pelo Vitória para a disputa da Série C, sendo esta a sexta passagem do treinador pela equipe baiana.[47] No entanto, em pouco mais de um mês no comando técnico do Vitória, Geninho foi demitido após uma derrota por 3 a 0 para o Fortaleza, pela Copa do Brasil. No total, o treinador comandou a equipe em apenas quatro jogos.[48]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Santos
  • Jogos Abertos do Interior: 1986
  • 1º Copa Pelé: 1987
Vitória de Guimarães
Al-Shabab
Paraná Clube
Atlético Paranaense
Corinthians
Vasco da Gama
Goiás
Atlético Mineiro
  • Taça Clássico dos 200 Anos: 2008
Atlético Goianiense
ABC
Avaí

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Acervo Digital - Folha de S.Paulo». Consultado em 31 de maio de 2022 
  2. «"O campeão com mais bandidos"». Gazeta do Povo. 22 de dezembro de 2011. Consultado em 31 de maio de 2022 
  3. Toni Assis (17 de maio de 2006). «Sem chicote, Geninho assume Corinthians». Folha de S.Paulo. Consultado em 31 de maio de 2022 
  4. «'Perdido', Geninho deixa o Corinthians». UOL. 12 de agosto de 2006. Consultado em 31 de maio de 2022 
  5. «Geninho é o novo técnico do Sport». Jornal do Commercio. 19 de junho de 2007. Consultado em 31 de maio de 2022 
  6. Marcello Carrapito (7 de dezembro de 2007). «Geninho acerta com o Atlético-MG». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de maio de 2022 
  7. «Geninho deixa o Atlético-MG com aproveitamento de 53,6%». UOL. 15 de maio de 2008. Consultado em 31 de maio de 2022 
  8. Gustavo Rotstein (30 de maio de 2008). «Geninho assume o comando do Bota». GloboEsporte.com. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  9. Cahê Mota (10 de julho de 2008). «Geninho está fora do Botafogo». GloboEsporte.com. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  10. Cahê Mota (10 de julho de 2008). «Dirigente rejeita rótulo de demissão e diz que saída de Geninho foi um 'acordo'». GloboEsporte.com. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  11. «Após sete anos, técnico Geninho retorna ao Atlético-PR». UOL. 4 de setembro de 2008. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  12. «Após goleada, Geninho pede demissão no Atlético-PR». Diário do Nordeste. 7 de junho de 2009. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  13. «Náutico demite Márcio Bittencourt e contrata Geninho». Estadão. 13 de julho de 2009. Consultado em 31 de maio de 2022 
  14. «Mesmo após vitória, técnico Geninho deixa o Atlético-GO». Diário do Nordeste. 7 de junho de 2010. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  15. «Geninho é demitido do Atlético-PR». GloboEsporte.com. 4 de abril de 2011. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  16. «Geninho é confirmado como novo técnico do Vitória». Estadão. 19 de maio de 2011. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  17. «Comercial anuncia técnico Geninho e atacante Leandro, ex-Grêmio». GloboEsporte.com. 28 de fevereiro de 2012. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  18. «Sem vencer em sete jogos, Geninho é demitido do Comercial». Terra. 2 de abril de 2012. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  19. «Portuguesa anuncia Geninho como substituto de Jorginho». Terra. 20 de abril de 2012. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  20. Elton de Castro (30 de janeiro de 2014). «Sport confirma demissão de Geninho, e inicia procura por novo técnico». GloboEsporte.com. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  21. «Avaí confirma, e Geninho assume dia 16 de junho, data de reapresentação». GloboEsporte.com. 5 de junho de 2014. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  22. «Avaí empata amistoso com o Guarani». Site oficial do Avaí. 5 de julho de 2014. Consultado em 31 de maio de 2022 
  23. «Em amistoso com poucas chances, Avaí e Guarani empatam em Palhoça». GloboEsporte.com. 5 de julho de 2014. Consultado em 31 de maio de 2022 
  24. Guilherme Gonçalves (15 de julho de 2014). «Avaí sai atrás, reage na etapa final e vence o Atlético-GO com gol aos 46». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de maio de 2022 
  25. Felipe Zito (23 de julho de 2014). «Com dois gols de Felipe Menezes, Palmeiras bate Avaí em Florianópolis». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de maio de 2022 
  26. Diego Madruga (2 de outubro de 2014). «Desfalque certo: casamento do filho tira Geninho do jogo contra o Náutico». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de maio de 2022 
  27. Diego Madruga (4 de outubro de 2014). «Náutico acaba com série invicta de 12 jogos do Avaí e mantém sonho do G-4». GloboEsporte.com. Consultado em 31 de maio de 2022 
  28. Diego Madruga (4 de outubro de 2014). «"Perdemos na hora certa", avalia auxiliar-técnico de Geninho no Avaí». GloboEsporte.com. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  29. «Onda boa! Avaí bate o Vasco e sobe para a Série A com tropeço de rivais». GloboEsporte.com. 29 de novembro de 2014. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  30. Diego Madruga (29 de novembro de 2014). «No campo, rádio e celular: Avaí seca e consegue vaga na Série A de 2015». GloboEsporte.com. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  31. «Avaí na Série A». Diário Catarinense. Consultado em 1 de dezembro de 2014 
  32. «Técnico Geninho chora, é ovacionado por multidão e se sente "manezinho"». GloboEsporte.com. 29 de novembro de 2014. Consultado em 31 de maio de 2022 
  33. «Após reunião, técnico Geninho acerta com Avaí por mais uma temporada». GloboEsporte.com. 1 de dezembro de 2014. Consultado em 31 de maio de 2022 
  34. «Geninho renova o contrato e segue no comando técnico do Avaí». Diário Catarinense. 1 de dezembro de 2014. Consultado em 31 de maio de 2022 
  35. «Após derrota, Geninho entrega cargo e não é mais o comandante do Avaí». GloboEsporte.com. 14 de março de 2015. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  36. «Avaí anuncia Geninho como técnico para sequência da Série B». GloboEsporte.com. 19 de abril de 2018. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  37. «Após derrota para o Bragantino, Geninho deixa comando do Ceará». GloboEsporte.com. 2 de agosto de 2015. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  38. «Após saída de Narciso, ABC confirma Geninho como treinador do clube». GloboEsporte.com. 22 de fevereiro de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  39. «ABC massacra América-RN por 4 a 0 e conquista o Potiguar pela 53ª vez». GloboEsporte.com. 7 de maio de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  40. «Colecionador de títulos, Geninho tira ABC da fila e ressalta força do time». GloboEsporte.com. 7 de maio de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  41. «No Frasqueirão lotado, ABC vence Botafogo-SP e retorna à Série B». GloboEsporte.com. 7 de outubro de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  42. «ABC acerta a permanência do técnico Geninho para a temporada 2017». GloboEsporte.com. 27 de outubro de 2016. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  43. «Há um ano no ABC, Geninho é homenageado: "Me sinto muito bem"». GloboEsporte.com. 2 de março de 2017. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  44. «ABC segura o Globo FC e conquista o 54º título do Campeonato Potiguar». GloboEsporte.com. 1 de maio de 2017. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  45. «Geninho não resiste a sétima derrota e deixa o comando do ABC». GloboEsporte.com. 19 de julho de 2017. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  46. «Geninho se despede do ABC: "Uma das decisões mais difíceis da minha vida"». GloboEsporte.com. 19 de julho de 2017. Consultado em 17 de novembro de 2021 
  47. «Apresentado no Vitória, Geninho compara cenário com trabalhos anteriores: "Agora situação é pior"». GloboEsporte.com. 18 de março de 2022. Consultado em 31 de maio de 2022 
  48. «Passagem relâmpago: Geninho é demitido do Vitória depois de apenas quatro partidas». GloboEsporte.com. 20 de abril de 2022. Consultado em 31 de maio de 2022 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]