Geninho

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Geninho
Informações pessoais
Nome completo Eugênio Machado Souto
Data de nasc. 15 de maio de 1948 (71 anos)
Local de nasc. Ribeirão Preto (SP), Brasil
Altura 1,88 m
Apelido Geninho
Informações profissionais
Período em atividade Como jogador: 1966–1984 (18 anos)
Como técnico: 1984–presente (33 anos)
Equipa atual Sem clube
Posição ex-goleiro
Função Técnico
Clubes de juventude
1963–1966 Botafogo-SP
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1966–1973
1974–1976
1976–1980
1980
1981
1982
1983
1984
Botafogo-SP
Francana
São Bento
Paulista
Caxias
Vitória
Juventude
Novo Hamburgo
00150 0000(0)
0080 0000(0)
0096 0000(0)
0029 0000(0)
0015 0000(0)
0019 0000(0)
0012 0000(0)
0010 0000(0)
Times/Equipas que treinou
1984
1984
1985
1986
1986–1987
1988–1989
1990
1991
1991
1992
1993
1993
1994
1994
1995
1995
1996
1997
1997
1998
1998
1999
1999
2000
2000
2001
2001–2002
2002
2003
2004
2004–2005
2005–2006
2006
2006–2007
2007
2008
2008
2008–2009
2009
2010
2010–2011
2011
2011
2012
2012
2013
2013–2014
2014–2015
2015
2016–2017
2018–2019
Fortaleza
Novo Hamburgo
Francana
Botafogo-SP
Santos
Vitória de Guimarães
Sãocarlense
Botafogo-SP
Portuguesa Santista
Santos
Botafogo-SP
Al-Shabab
União São João
Vitória
Ponte Preta
Vitória
Juventude
Guarani
Bahia
Matonense
Vitória
União São João
Juventude
Ituano
Paraná
Santos
Atlético Paranaense
Atlético Mineiro
Corinthians
Vasco da Gama
Al-Ahli
Goiás
Corinthians
Goiás
Sport
Atlético Mineiro
Botafogo
Atlético Paranaense
Náutico
Atlético Goianiense
Sport
Atlético Paranaense
Vitória
Comercial
Portuguesa
São Caetano
Sport
Avaí
Ceará
ABC
Avaí
Última atualização: 19 de abril de 2018

Eugênio Machado Souto, mais conhecido como Geninho (Ribeirão Preto, 15 de maio de 1948), é um técnico e ex-futebolista brasileiro que atuava como goleiro. Atualmente está sem clube.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Começou nas divisões de base do Botafogo-SP de sua cidade natal, em 1963, e, com dezessete anos, já era o goleiro titular. Na época, o treinador era Rubens Minelli.

Atuando como goleiro profissional de 1966 até 1984, passou por várias equipes do interior paulista (Francana, São Bento, Paulista), além de passagens por Caxias, Vitória e Novo Hamburgo.

Em setembro de 1984, com trinta e seis anos de idade, atuando como titular do Novo Hamburgo, recebeu o convite para ser o treinador do clube gaúcho. Aceitou, porque, segundo ele, já era hora de parar de jogar e iniciar uma nova carreira.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Em 2001, conquistou do título do Campeonato Brasileiro pelo Clube Atlético Paranaense. Neste clube, comandou a equipe por 47 jogos, obtendo 26 vitórias, 12 empates e 9 derrotas, com o aproveitamento de 63,8%.[1]

No ano de 2002, foi contratado pelo Atlético Mineiro, tendo feito uma campanha regular, que fez o time chegar às oitavas-de-final do Campeonato Brasileiro, onde o time acabou sendo eliminado pelo Corinthians.

Em 2003, confirmou a renovação com o Galo. Entretanto, atraído por questões salariais, Geninho rescindiu com o time mineiro e assinou com o Corinthians, que demonstrou interesse devido ao bom retrospecto nos anos anteriores. No Timão, o treinador conquistou o Campeonato Paulista daquele ano. No decorrer do ano, o técnico foi demitido por maus resultados no Brasileirão.

Em 2004, o técnico foi contratado pelo Vasco da Gama, tendo uma passagem muito aquém do esperado. Após este momento ruim de sua carreira, Geninho foi para a Arábia Saudita, onde treinaria o Al-Ahli, clube em que permaneceu entre 2004 e 2005.

Após estas passagens, o paulista foi contratado para treinar o Goiás. Conseguiu a terceira colocação no Brasileirão de 2005. Antes disso, fez uma boa campanha na primeira fase da Libertadores de 2006, venceu o Estadual do mesmo ano e, assim, obteve reconhecimento definitivo no cenário nacional.

Em maio de 2006, voltou ao Corinthians após três anos. Porém, foi demitido após um fiasco de 11 partidas (8 derrotas, 1 empate e 2 vitórias), deixando o clube como o último colocado do Campeonato Brasileiro, correndo sérios riscos de rebaixamento.

Voltou ao cenário nacional quando foi contratado pelo Sport, em junho de 2007. Com uma campanha regular, de altos e baixos, perdeu a chance na última rodada de levar o time à Copa Sul-Americana.

No começo de 2008, foi recontratado pelo Atlético Mineiro para treinar a equipe no ano de seu centenário. Porém, a perda do Campeonato Mineiro por um placar vexatório de 5 a 0 para o maior rival, o Cruzeiro, e a desclassificação na Copa do Brasil ante o Botafogo o levaram a pedir demissão.

Por coincidência, viria a assumir o próprio Botafogo, duas semanas depois, com a eliminação do time carioca nas semifinais dessa mesma competição.[2] Geninho havia sido trazido para substituir Cuca, em 31 de maio. Essa passagem do treinador pelo time alvinegro durou apenas seis jogos; destes, três foram derrotas, um empate e duas vitórias.[3] Em um mês e dez dias, ele acabou saindo do clube, por um acordo comum entre as partes.[4] Seu último jogo como técnico do Botafogo foi na derrota por 5 a 2 para o Vitória, no Barradão.

No dia 4 de setembro de 2008, Geninho acertou com o velho conhecido o Clube Atlético Paranaense.[5] Essa foi a segunda passagem do treinador pelo clube curitibano.

Já no dia 7 de junho de 2009, após a goleada sofrida diante do Atlético-MG (4 a 0), Geninho pediu demissão e deixou, segundo ele, sem nenhuma mágoa, o Furacão.[6]

Em 13 de julho, foi contratado pelo Náutico, que havia ficado sem técnico por conta da saída de Márcio Bittencourt, após a goleada sofrida diante do Palmeiras. Depois de não evitar o rebaixamento do Timbu para a Série B do ano seguinte, deixou o comando do clube pernambucano.

No dia 20 de fevereiro de 2010, assumiu o comando do Atlético Goianiense para a temporada. Acabou sendo Campeão Goiano e, depois de muitas derrotas seguidas e apenas uma vitória no Campeonato Brasileiro, pediu demissão.

Depois da saída de Toninho Cerezo do comando do Sport, Geninho acertou seu retorno ao clube pernambucano, onde ficou até fevereiro do ano seguinte.

Dias depois, retornou ao Atlético Paranaense após o fracasso de Sérgio Soares e do auxiliar Leandro Niehues no comando do clube. Após apenas dez jogos, e mesmo com um aproveitamento de pontos de mais de 80%, foi demitido do comando do clube em 4 de abril de 2011.[7]

No dia 19 de maio de 2011, acertou seu retorno ao Vitória, clube que já havia treinado na década de 1990.[8] Foi demitido no fim de julho, após uma sequência de maus resultados.

Em 28 de fevereiro de 2012, acertou com o Comercial de sua cidade natal, substituindo Márcio Fernandes. Porém, após o rebaixamento do clube para a Série A2 de 2013, o treinador saiu do clube.

No dia 20 de abril de 2012, Geninho foi anunciado como novo treinador da Portuguesa.

Posteriormente 13 de setembro de 2013, Geninho foi anunciado como novo treinador do Sport, onde conseguiu o acesso do clube pernambucano de volta a elite do futebol brasileiro. Foi demitido após mal desempenho na Copa do Nordeste, sendo substituído pelo interino Eduardo Baptista.[9]

Avaí[editar | editar código-fonte]

No dia 5 de junho de 2014, o Avaí anunciou a contratação do seu novo treinador. Geninho assumiria o time na paralisação da Série B para a Copa do Mundo, mais precisamente no dia 16 de junho.[10] Sua estreia pelo time foi em um amistoso disputado durante a parada das competições oficiais devido a Copa do Mundo, o Avaí empatou em 1 a 1 com o Guarani de Palhoça no Estádio Renato Silveira, em Palhoça.[11][12] No campeonato Brasileiro da Série B Geninho estreou no dia 15 de julho, quando venceu o Atlético Goianiense por 2 a 1 na Ressacada.[13] A primeira derrota aconteceu no dia 23 de julho, quando o Avaí perdeu para o Palmeiras por 2 a 0 na Ressacada, pela 3ª fase da Copa do Brasil.[14]

Geninho desfalcou o Avaí na 27ª rodada do Brasileiro da Série B. O treinador já havia avisado a diretoria Azzura na assinatura do contrato que essa data não poderia estar junto ao time, pois haveria a cerimônia de casamento do seu filho caçula.[15] Coincidência ou não, o time saiu derrotado por 2 a 0 para o Náutico, em plena Ressacada, encerrando a série invicta de 12 jogos do time na competição.[16] Na ocasião a equipe foi comandada pelo auxiliar Ricardo Henry.[17]

No Campeonato Brasileiro Geninho comandou o Avaí para conquistar o seu maior objetivo, se classificando à Série A de 2015. O time foi para a última rodada precisando vencer o Vasco da Gama e torcer por uma derrota do Boa Esporte e a "não vitória" do Atlético Goianiense. E foi o que aconteceu, o Icasa venceu o Boa por 3 a 2, o Santa Cruz venceu o Atlético pelo mesmo placar e o Avaí venceu o Vasco na Ressacada com um gol do ídolo Marquinhos, conquistado assim o tão sonhado acesso.[18][19][20]

Já no primeiro dia útil após o acesso no campeonato brasileiro, a diretoria do clube entrou em acordo com o treinador e renovou o contrato para a temporada seguinte.[22][23]

Após um 2014 dos sonhos, Geninho não conseguiu repetir a campanha no ano seguinte. Após fazer uma campanha pífia na primeira fase do Campeonato Catarinense, o time foi disputar o "Quadrangular da Morte" onde iria lutar contra o rebaixamento. No dia 14 de março de 2015, após perder de 5 a 3 para o Guarani de Palhoça de virada, na segunda rodada do quadrangular, Geninho pediu demissão do clube azurra. O técnico avaliou a sua passagem pelo clube catarinense como satisfatória, principalmente porque cumpriu e foi além do objetivo que lhe foi traçado: não deixar o Avaí cair para a Série C do Campeonato Brasileiro, Geninho levou o time ao acesso da Série A. O aproveitamento do experiente treinador no Avaí foi de 46,5% com 16 vitórias, 12 empates e 15 derrotas.[24]

No dia 19 de abril de 2018, foi anunciado o seu retorno ao Avaí, após a demissão de Claudinei Oliveira. Após três anos, Geninho voltou ao clube de Florianópolis para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. [25]

Ceará[editar | editar código-fonte]

No dia 1 de julho de 2015, Geninho foi contratado pelo Ceará para tentar tirar o time da zona de rebaixamento da série B do brasileiro. Foi demitido do comando técnico alvinegro após 8 jogos: 2 vitórias, 4 empates e 2 derrotas.[26]

ABC[editar | editar código-fonte]

Na temporada seguinte, mais especificamente em fevereiro, após a demissão do técnico Narciso, foi anunciado como técnico do ABC com o objetivo de se reabilitar no Campeonato Potiguar e na Copa do Nordeste e de conquistar o acesso à Série B.[27] Foi um dos heróis do ABC ao tirar o time alvinegro de um jejum de cinco anos sem ganhar o Campeonato Potiguar, tal jejum foi encerrado após uma goleada histórica por 4 a 0 diante do rival América de Natal.[28][29] Diante do Botafogo-SP, da sua cidade natal Ribeirão Preto, Geninho conquistou o tão sonhado acesso com o Mais Querido após empatar em 0 a 0 no primeiro jogo em São Paulo e vencer em Natal por 1 a 0, com gol marcado por Erivélton.[30] No final de 2016, teve seu vínculo com o ABC renovado até o fim de 2017.[31]

Em março de 2017, Geninho completou um ano a frente do cargo de treinador do ABC e foi homenageado antes da partida contra o Audax em que o Mais Querido venceu nos pênaltis e avançou para a próxima fase da Copa do Brasil.[32]

Em maio, consagrou-se bicampeão potiguar após vencer o Globo por 1 a 0 em Ceará-Mirim, gol um com de Echeverría, e empatar em 0 a 0 no Frasqueirão em Natal. Sendo esse o 54º título conquistado pelo ABC em sua história e também sendo o maior campeão estadual no Brasil.[33] Após uma sequência alta de derrotas, resultando numa má campanha na Série B, em julho Geninho entregou seu cargo e optou por sair do comando técnico do ABC. Ao longo da sua passagem vitoriosa pelo Alvinegro, foi bicampeão do Campeonato Potiguar, conquistou um acesso à Série B e esteve a frente do time em 85 jogos.[34][35]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como técnico[editar | editar código-fonte]

Avaí[editar | editar código-fonte]

ABC[editar | editar código-fonte]

Atlético Goianiense[editar | editar código-fonte]

Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

Atlético Mineiro[editar | editar código-fonte]

Goiás[editar | editar código-fonte]

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

Corinthians[editar | editar código-fonte]

Paraná Clube[editar | editar código-fonte]

Al-Shabab[editar | editar código-fonte]

Vitória de Guimarães[editar | editar código-fonte]

Santos[editar | editar código-fonte]

Prêmios Individuais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. “O campeão com mais bandidos” Portal de Notícias Gazeta do Povo - acessado em 23 de novembro de 2011
  2. «Globoesporte.com Geninho assume o comando do Bota» 
  3. «Geninho está fora do Botafogo» 
  4. «Dirigente rejeita rótulo de demissão e diz que saída de Geninho foi um 'acordo'» 
  5. «Geninho é o novo técnico do Atlético-PR - O Globo» 
  6. «Geninho é demitido do Atlético Paranaense» 
  7. «Geninho está fora» 
  8. «Vitória confirma a contratação do técnico Geninho» 
  9. Sport confirma demissão de Geninho, e inicia procura por novo técnico
  10. «Avaí confirma, e Geninho assume dia 16 de junho, data de reapresentação». GloboEsporte.com. 5 de junho de 2014. Consultado em 5 de junho de 2014 
  11. «Avaí empata amistoso com o Guarani». Avaí FC. 5 de julho de 2014. Consultado em 17 de junho de 2014 
  12. «Em amistoso com poucas chances, Avaí e Guarani empatam em Palhoça». GloboEsporte.com. 5 de julho de 2014. Consultado em 17 de junho de 2014 
  13. «Avaí sai atrás, reage na etapa final e vence o Atlético-GO com gol aos 46». GloboEsporte.com. 15 de julho de 2014. Consultado em 17 de junho de 2014 
  14. «Com dois gols de Felipe Menezes, Palmeiras bate Avaí em Florianópolis». GloboEsporte.com. 24 de julho de 2014. Consultado em 25 de junho de 2014 
  15. Madruga, Diego (2 de outubro de 2014). «Desfalque certo: casamento do filho tira Geninho do jogo contra o Náutico». GloboEsporte.com. Consultado em 6 de outubro de 2014 
  16. Madruga, Diego (4 de outubro de 2014). «Náutico acaba com série invicta de 12 jogos do Avaí e mantém sonho do G-4». GloboEsporte.com. Consultado em 6 de outubro de 2014 
  17. Madruga, Diego (4 de outubro de 2014). «"Perdemos na hora certa", avalia auxiliar-técnico de Geninho no Avaí». GloboEsporte.com. Consultado em 6 de outubro de 2014 
  18. «Onda boa! Avaí bate o Vasco e sobe para a Série A com tropeço de rivais». GloboEsporte.com. 29 de novembro de 2014. Consultado em 1 de dezembro de 2014 
  19. Madruga, Diego (29 de novembro de 2014). «No campo, rádio e celular: Avaí seca e consegue vaga na Série A de 2015». GloboEsporte.com. Consultado em 1 de dezembro de 2014 
  20. «Avaí na Série A». Diário Catarinense. Consultado em 1 de dezembro de 2014 
  21. «Técnico Geninho chora, é ovacionado por multidão e se sente "manezinho"». GloboEsporte.com. 29 de novembro de 2014. Consultado em 1 de dezembro de 2014 
  22. «Após reunião, técnico Geninho acerta com Avaí por mais uma temporada». GloboEsporte.com. 1 de dezembro de 2014. Consultado em 2 de dezembro de 2014 
  23. «Geninho renova o contrato e segue no comando técnico do Avaí». Diário Catarinense. 1 de dezembro de 2014. Consultado em 2 de dezembro de 2014 
  24. «Após derrota, Geninho entrega cargo e não é mais o comandante do Avaí». Globoesporte.com. 14 de março de 2015. Consultado em 14 de março de 2015 
  25. «Avaí anuncia Geninho como técnico para sequência da Série B». Globoesporte.com. 19 de abril de 2018. Consultado em 19 de abril de 2018 
  26. Após derrota para o Bragantino, Geninho deixa comando do Ceará
  27. Após saída de Narciso, ABC confirma Geninho como treinador do clube
  28. ABC massacra América-RN por 4 a 0 e conquista o Potiguar pela 53ª vez
  29. Colecionador de títulos, Geninho tira ABC da fila e ressalta força do time
  30. No Frasqueirão lotado, ABC vence Botafogo-SP e retorna à Série B
  31. ABC acerta a permanência do técnico Geninho para a temporada 2017
  32. Há um ano no ABC, Geninho é homenageado: "Me sinto muito bem"
  33. ABC segura o Globo FC no Frasqueirão e conquista o 54º título do Campeonato Potiguar
  34. Geninho não resiste a sétima derrota e deixa o comando do ABC
  35. Geninho se despede do ABC: "Uma das decisões mais difíceis da minha vida"

Ligações externas[editar | editar código-fonte]