Alberto Valentim

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Alberto Valentim
Informações pessoais
Nome completo Alberto Valentim do Carmo Neto
Data de nasc. 22 de março de 1975 (46 anos)
Local de nasc. Oliveira (MG), Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,82 m
destro
Apelido Beto
Clark Kent
Metamorfo
Informações profissionais
Período em atividade como jogador: 1995–2009 (14 anos)
como treinador: 2013–presente (8 anos)
Equipa atual Cuiabá
Posição ex-lateral-direito
Função treinador
Clubes de juventude
1993–1995
1995
América Mineiro
Guarani
Clubes profissionais
Anos Clubes
1995
1995–1996
1996
1996–1999
1997–1998
1998
1998
1999–2005
2005
2005–2008
2008–2009
Guarani
Inter de Limeira
Atlético Paranaense (emp.)
Atlético Paranaense
São Paulo (emp.)
Cruzeiro (emp.)
Flamengo (emp.)
Udinese
Siena (emp.)
Siena
Atlético Paranaense
Seleção nacional
1995
1995
Brasil Sub-20
Brasil Sub-23
Times/Equipas que treinou
2013
2014–2016
2017
2017
2018
2018
2018–2019
2019
2019–2020
2021–
Atlético Paranaense (auxiliar técnico)
Palmeiras (auxiliar técnico)
Red Bull Brasil
Palmeiras (auxiliar técnico)
Botafogo
Pyramids
Vasco da Gama
Avaí
Botafogo
Cuiabá
Última atualização: 8 de abril de 2021

Alberto Valentim do Carmo Neto, mais conhecido como Alberto Valentim (Oliveira, 22 de março de 1975), é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral-direito. Atualmente, é treinador do Cuiabá.

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Alberto começou a carreira como meia nas categorias de base do América Mineiro. Em seguida, jogou nos juniores do Guarani, onde foi campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1994, numa final com o São Paulo F.C., jogando ao lado de Luizão e Pitarelli.

Transferiu-se para a Inter de Limeira e foi titular na conquista da Série A2 do Campeonato Paulista de 1996, se destacando ao lado de Edu Marangon e Piá. No mês de agosto daquele mesmo ano, desembarcou em Curitiba, por empréstimo ao Atlético Paranaense, sendo contratado em definitivo no fim do ano. Sua estreia no clube paranaense foi na partida contra o Bragantino, em 18 de agosto. Neste jogo, deu dois passes para os dois gols de Paulo Rink na vitória por 3 a 1. Com a boa campanha do Atlético no Brasileiro de 1996 e o seu bom desempenho no time, despertou o interesse de vários clubes, mas o Atlético mantenho o contrato, emprestando o jogador para outros clubes. Foi eleito pela revista Placar o melhor lateral-direito do Campeonato Brasileiro de 1996.[1]

Em 1997, foi para o São Paulo, em troca de Luisinho Netto e Fábio Mello, retornando ao rubro-negro para o Brasileirão. Para a final do Mundial Interclubes, foi emprestado para o Cruzeiro, ficando no banco do time vice-campeão do mundo. No primeiro semestre de 1998, jogou no Flamengo, por empréstimo. Desta vez, foi em troca de Rodrigo Mendes e Nélio, que se transformou num dos principais destaques atleticanos na conquista do Paranaense.

Em 1999, conquistou o Torneio Seletivo de 1999, levando o Furacão a disputar pela primeira vez a Taça Libertadores da América. No ano seguinte foi contratado pelo Udinese, da Itália. No futebol europeu, atuou por quase uma década defendendo as cores de Udinese e Siena, ambos da Itália.

Em 2008, retornou ao Atlético para sua quarta passagem pelo clube. No ano seguinte, conquistou o título do Campeonato Paranaense de 2009, e em seguida aposentou-se dos gramados.

Pós aposentadoria[editar | editar código-fonte]

Em 2012, após fazer estágios de gerência esportiva na Europa (nos clubes Udinese, Juventus e Roma), tornou-se assessor da presidência do Atlético-PR[2][3]

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

Começou os trabalhos como auxiliar técnico no Atlético Paranaense no ano de 2012, continuando lá até o ano de 2013. No inicio de 2014 foi para o Palmeiras onde ficou até o final de 2016, onde conquistou o Campeonato Brasileiro de 2016. Sendo assistente técnico do então treinador da equipe Cuca. Ao fim da competição resolveu se aventurar e pela primeira vez comandar uma equipe de futebol como treinador, sendo ela o Red Bull Brasil, não emplacando uma boa série de vitórias retorna ao Palmeiras novamente como auxiliar-técnico, outra vez de Cuca.

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

No dia 13 de outubro de 2017, o técnico Cuca, após maus resultados entrou em acordo com o Palmeiras e deixou o clube. Então Alberto Valentim assume o time para as 10 rodadas restantes do Campeonato Brasileiro. Na estreia comandou o clube à uma vitória sobre o Atlético Goianiense pelo placar de 3 a 1. Foi vice-campeão brasileiro. Acabou dispensado ao final da temporada.

Botafogo[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2018, assumiu a equipe do Botafogo.[4] Em abril conquista o título do Campeonato Carioca, seu primeiro título como treinador.

Em 19 de junho, o Botafogo anunciou que Valentim pediu demissão para assumir o Pyramids do Egito.[5][6]

Pyramids[editar | editar código-fonte]

No clube egípcio, comandou o time em apenas três jogos, com 2 vitórias e 1 empate, mas foi demitido após o jogo contra a El Geish, quando desobedeceu o presidente do clube, escalando o atacante Ribamar, que marcou os dois gols da vitória de 2 a 1, mas contrariou Turki al-Sheikh, que além de presidente do clube é presidente da Autoridade Geral Esportiva da Arábia Saudita, e foi demitido.[7]

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

No dia 26 de agosto de 2018, foi anunciado como novo técnico do Vasco da Gama.[8] Conseguiu livrar o Vasco do rebaixamento daquele ano.

Em 17 de fevereiro de 2019, conquistou a Taça Guanabara, de forma invicta e com 100% de aproveitamento, contra o rival Fluminense na final.

No dia 31 de março de 2019, foi vice campeão da Taça Rio com o Vasco, perdendo o título nos pênaltis. Posteriormente, no dia 21 de abril de 2019, com a perda do título do Campeonato Carioca pro Flamengo, foi demitido do Vasco.[9]

Avaí[editar | editar código-fonte]

No dia 18 de junho de 2019 foi contratado pelo Avaí.[10] Após 15 jogos, Valentim decidiu voltar ao Botafogo.[11] Neste curto tempo de trabalho, o treinador teve apenas três vitórias, quatro empates e acumulou oito derrotas.

Retorno ao Botafogo[editar | editar código-fonte]

Em 11 de outubro de 2019, acertou seu retorno ao Botafogo.[12] Foi demitido em fevereiro de 2020.[13]

Cuiabá[editar | editar código-fonte]

No dia 1º de abril de 2021, foi anunciado como treinador do Cuiabá para a disputa do Campeonato Brasileiro de 2021.[14]

Estatísticas como treinador[editar | editar código-fonte]

Atualizado até 9 de fevereiro de 2020.

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
Palmeiras 21 12 2 7 60.32%
Red Bull Brasil 12 3 4 5 36.11%
Botafogo 44 19 9 16 55.3%
Pyramids 3 2 1 0 77.78%
Vasco da Gama 42 18 11 13 51.59%
Avaí 15 3 4 8 28.89%

Títulos[editar | editar código-fonte]

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Seleção Brasileira
Guarani

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Atlético Paranaense
Udinese
São Paulo
Inter de Limeira

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Botafogo
Vasco da Gama

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Referências

Precedido por
Maurício Barbieri
Treinador do Red Bull Brasil
2017
Sucedido por
Silas
Precedido por
Felipe Conceição
Eduardo Barroca
Treinador do Botafogo
2018
2019–2020
Sucedido por
Marcos Paquetá
Paulo Autuori
Precedido por
Ali Maher
Treinador do Pyramids
2018
Sucedido por
Ricardo La Volpe
Precedido por
Jorginho
Treinador do Vasco da Gama
2018–2019
Sucedido por
Vanderlei Luxemburgo
Precedido por
Geninho
Treinador do Avaí
2019
Sucedido por
Evando (interino)
Precedido por
Franco Muller (interino)
Treinador do Cuiabá
2021–
Sucedido por