Alberto Valentim

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Alberto Valentim
Informações pessoais
Nome completo Alberto Valentim do Carmo Neto
Data de nasc. 22 de março de 1975 (44 anos)
Local de nasc. Oliveira (MG), Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,82 m
Destro
Apelido Beto
Clark Kent
Metamorfo
Informações profissionais
Equipa atual Avaí
Posição Ex-lateral direito
Função Técnico
Clubes de juventude
1993–1995
1995
América Mineiro
Guarani
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1995
1995–1996
1996
1996–1999
1997–1998
1998
1998
1999–2005
2005
2005–2008
2008–2009
Guarani
Inter de Limeira
Atlético Paranaense (emp.)
Atlético Paranaense
São Paulo (emp.)
Cruzeiro (emp.)
Flamengo (emp.)
Udinese
Siena (emp.)
Siena
Atlético Paranaense
0004 0000(0)
0008 0000(0)
0016 0000(0)
0070 0000(7)
0015 0000(0)
0023 0000(1)
0005 0000(0)
0102 0000(4)
0015 0000(0)
0062 0000(0)
0012 0000(0)
Seleção nacional
1995
1995
Brasil Sub-20
Brasil Sub-23
0005 0000(0)
0004 0000(0)
Times/Equipas que treinou
2017
2017
2018
2018
2018–2019
2019–
Red Bull Brasil
Palmeiras
Botafogo
Pyramids
Vasco da Gama
Avaí
0010
0011
0025
0003
0042
0000
Última atualização: 18 de junho de 2019

Alberto Valentim do Carmo Neto, mais conhecido como Alberto Valentim (Oliveira, 22 de março de 1975), é um técnico e ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral-direito. Atualmente comanda a equipe do Avaí.

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Entre idas e vindas, Alberto vestiu por quase cinco anos a camisa do Atlético Paranaense. Eleito pela revista Placar o melhor lateral-direito do Campeonato Brasileiro de 1996. Entre 1996 e 99, ele dividiu a camisa atleticana com as cores de Flamengo, São Paulo e Cruzeiro. Mas sempre teve uma identificação maior com o Atlético, clube que o projetou no cenário nacional[1].

Alberto começou a carreira como meia nas categorias de base do América Mineiro. Depois, jogou nos juniores do Guarani, onde foi campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 1994. Vestindo a camisa do bugre de Campinas, junto com nomes como Luizão e Pitarelli, o já então lateral-direito derrotou o São Paulo de Rogério Ceni, Jamelli e Caio Ribeiro nos pênaltis. Alberto, aliás, bateu a última e decisiva cobrança.

Transferiu-se para a Inter de Limeira, e foi titular absoluto na conquista da Série A2 do Campeonato Paulista de 1996, se destacando ao lado de Edu Marangon e Piá. No mês de agosto daquele mesmo ano, desembarcou em Curitiba por empréstimo ao Atlético Paranaense, sendo contratado em definitivo no fim do ano. Estreou no time na partida contra o Bragantino, em 18 de agosto. Neste jogo, a torcida pôde ver sua especialidade: ele não cruzava a bola, colocava-a com perfeição para os centroavantes dentro da área. Deu dois passes para os dois gols de Paulo Rink na vitória por 3 a 1.

O lateral foi considerado um dos grandes responsáveis pela boa campanha do Atlético no Brasileiro de 96. De seus pés, saíram muitos lançamentos precisos e cruzamentos para a dupla Oséas e Paulo Rink, especialistas nas jogadas aéreas. Se não deu para levar o Atlético para o topo da tabela, Alberto foi considerado destaque atleticano, gerando interesse de grandes equipes.

Com tamanha valorização, era considerado um jogador-curinga do Furacão. Nos três primeiros anos que jogou no clube, foi uma espécie de "galinha dos ovos dourados". Era emprestado para outros times no primeiro semestre, na disputa dos campeonatos estaduais, e retornava no Brasileiro.

Em 1997, foi para o São Paulo, em troca de Luisinho Netto e Fábio Mello, retornando ao rubro-negro para o Brasileirão. De quebra, foi emprestado ao Cruzeiro para a final do Mundial Interclubes, ficando no banco do time vice-campeão do mundo. No primeiro semestre de 98, jogou no Flamengo, por empréstimo. Desta vez, foi em troca de Rodrigo Mendes e Nélio, que se transformou num dos principais destaques atleticanos na conquista do Paranaense.

Despediu-se do Atlético e do futebol brasileiro ganhando título. Alberto foi peça importante na conquista do Torneio Seletivo de 1999, levando o Furacão a disputar pela primeira vez na história, a Taça Libertadores da América.

Saiu com a faixa de campeão no peito direto para a Udinese, da Itália. No futebol europeu, atuou por quase uma década defendendo as cores de Udinese e Siena, ambos da Itália.

Em 2008, mais experiente, retornou ao Atlético para sua quarta passagem pelo clube e foi importante na campanha que evitou o rebaixamento da equipe. No ano seguinte, conquistou o título do Campeonato Paranaense de 2009, em seguida aposentou-se dos gramados.

Pós-futebolista[editar | editar código-fonte]

Em 2012, após fazer estágios de gerência esportiva na Europa (nos clubes Udinese, Juventus e Roma), tornou-se assessor da presidência do Atlético-PR[2][3]

Carreira como técnico[editar | editar código-fonte]

Começou os trabalhos como auxiliar-técnico no Atlético Paranaense no ano de 2012, continuando lá até o ano de 2013. No inicio de 2014 foi para o Palmeiras onde ficou até o final de 2016, onde conquistou o Campeonato Brasileiro de 2016. Sendo assistente técnico do então treinador da equipe Cuca. Ao fim da competição resolveu se aventurar e pela primeira vez comandar uma equipe de futebol como treinador, sendo ela o Red Bull Brasil, não emplacando uma boa série de vitórias retorna ao Palmeiras novamente como auxiliar-técnico, outra vez de Cuca.

Palmeiras[editar | editar código-fonte]

No dia 13 de outubro de 2017, o técnico Cuca, após maus resultados entrou em acordo com o Palmeiras e deixou o clube. Então Alberto Valentim assume o time para as 10 rodadas restantes do Campeonato Brasileiro. Na estreia comandou o clube à uma vitória sobre o Atlético Goianiense pelo placar de 3 a 1. Foi vice-campeão brasileiro. Acabou dispensado ao final da temporada.

Botafogo[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2018, assume a equipe do Botafogo.[4] Em abril conquista o título do Campeonato Carioca, seu primeiro título como treinador.

Em 19 de junho, o Botafogo anunciou que Valentim pediu demissão para assumir o Pyramids FC do Egito.[5][6]

Pyramids FC[editar | editar código-fonte]

No clube egípcio, comandou o time em apenas três jogos, com 2 vitórias e 1 empate, mas foi demitido após o jogo contra a El Geish, quando desobedeceu o presidente do clube, escalando o atacante Ribamar, que marcou os dois gols da vitória de 2-1, mas contrariou Turki al-Sheikh, que além de presidente do clube é presidente da Autoridade Geral Esportiva da Arábia Saudita, e foi demitido.[7]

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

No dia 26 de agosto de 2018, foi anunciado como novo técnico do Vasco da Gama.[8] Conseguiu livrar o Vasco do rebaixamento daquele ano.

Em 17 de fevereiro de 2019, conquistou a Taça Guanabara, de forma invicta e com 100% de aproveitamento, contra o rival Fluminense na final.

No dia 31 de março de 2019, foi vice campeão da Taça Rio com o Vasco, perdendo o título nos pênaltis.

Em 21 de abril de 2019, com a perda do título do Campeonato Carioca pro Flamengo, foi demitido do Vasco.

Estatísticas como técnico[editar | editar código-fonte]

Atualizado até 21 de abril de 2019.

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
Palmeiras 21 12 2 7 65.08%
Red Bull Brasil 12 3 4 5 36.11%
Botafogo 25 11 7 7 53.33%
Pyramids FC 3 2 1 0 77.78%
Vasco da Gama 42 18 11 13 51.72%

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Atlético Paranaense
Udinese
São Paulo
Inter de Limeira

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

Seleção Brasileira
Guarani

Como técnico[editar | editar código-fonte]

Botafogo
Vasco da Gama

Prêmios Individuais[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Bandeira de BrasilSoccer icon Este artigo sobre um futebolista brasileiro é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.