Juventus Football Club

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Juventus
Juventus F.C. Logo.png
Nome Juventus Football Club
Alcunhas La Vecchia Signora
La Signora Omicidi[1]
La Fidanzata d'Italia[2]
Le Zebre
Torcedor/Adepto Bianconero
Mascote Zebra
Fundação 1 de novembro de 1897 (118 anos)[3]
Estádio Juventus Stadium
Capacidade 41.000
Localização Turim, Piemonte, Itália
Presidente Itália Andrea Agnelli
Treinador Itália Massimiliano Allegri
Patrocinador Itália Estados Unidos FIAT Group (Jeep)
Material esportivo Alemanha Adidas
Competição Itália Seria A
Itália Copa da Itália
União Europeia Liga dos Campeões
SA 2015-16
CI 2015–16
LC 2015-16
Campeão
Campeão
Oitavas-de-final
Website juventus.com
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
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Temporada atual
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Juventus Football Club (em latim: iuventude, pronunciado: juˈvɛntus), também conhecida como Juventus de Turim ou Juventus ou Juve ou ainda Velha Senhora, é um clube de futebol italiano.

Embora não se use no Italiano a letra "J", o clube tem seu nome começando com tal letra, pois a mesma existe e é bem usada em Piemontês.

Fundado no dia 1 de novembro de 1897, a Juventus é um dos clubes de futebol mais bem sucedidos da Itália[4] e, historicamente, também um dos clubes mais bem-sucedidos do mundo,[4] com 11 títulos internacionais e o quarto time europeu e oitavo no mundo com o maior número de conquistas internacionais reconhecidas pela UEFA e FIFA.[5][6][7]

A Juventus é considerado pela IFFHS como o melhor clube italiano do século XX e segundo na Europa entre 1901 e 2000.[8] Foi o primeiro clube a ter ganho todos os três principais troféus europeus de clubes, a Liga dos Campeões, a Copa UEFA, e a Recopa Europeia, uma façanha alcançada somente por mais três clubes, o Ajax, dos Países Baixos, o Bayern Munique, da Alemanha, e o Chelsea, da Inglaterra e é atualmente a única equipa do mundo a ter ganho todas as competições oficiais possíveis a nível confederal.[2][9]

Com base nos resultados de uma pesquisa da empresa conduzida Demos & Pi em setembro de 2011, a Juventus é a maior torcida na Itália, tendo ganho a preferência de 29,2% da amostra.[10] No nível continental, o Juventus é o décimo entre as equipes com mais torcedores na Europa, com cerca de 13,1 milhões, conforme demonstrado por um estudo publicado pela empresa alemã Sport+Markt, em setembro de 2010.[11]

A Juventus foi uma das fundadoras do extinto G-14, um grupo que representa os dezoito principais clubes da Europa, e também é um dos membros fundadores da Associação Europeia de Clubes que substituiu o G-14.

O clube foi eleito pela FIFA o 7° maior clube de futebol do século XX e o primeiro entre todos os clubes italianos.[12]

História[editar | editar código-fonte]

O início[editar | editar código-fonte]

Fundadores-jogadores da Juve com a primeira camisa do clube em 1898
Time da Juventus FC em 1903

A Juventus foi fundada como Sport Club Juventus, no final de 1897 por alunos da escola Massimo D'Azeglio Lyceum em Turim,[13] mas dois anos depois, foi renomeado para Foot-Ball Club Juventus.[3] O clube se juntou ao Campeonato Italiano, em 1900. Durante este período, a equipe usou um uniforme rosa e preto. A Juventus venceu o primeiro campeonato em 1905 jogando no estádio Velodromo Umberto I. Nessa temporada as cores do clube mudou para listras em preto e branco, inspirado no Notts County da Inglaterra.

Houve uma confusão no clube em 1906, depois de alguns membros da equipe quiseram sair da Juventus.[3] O presidente Alfredo Dick estava descontente e saiu com alguns jogadores importantes para fundar o FBC Torino, que por sua vez, gerou o Derby della Mole.[14] A Juventus passou a maior parte deste período em constante reconstrução, após a separação, sobrevivendo a Primeira Guerra Mundial.

Dominio na Liga[editar | editar código-fonte]

O proprietário da Fiat Edoardo Agnelli assumiu o controle do clube em 1923, e construiu um novo estádio.[3] Isso ajudou o clube a ganhar seu segundo "scudetto" na temporada 1925-26 batendo o Alba Roma com um placar de 12-1, nos resultados agregados. A década de 1930 provou ser ainda melhor, o clube ganhou cinco campeonatos consecutivos, de 1930 até 1935, a maioria estava sob o técnico Carlo Carcano, com jogadores famosos como Raimundo Orsi, Luigi Bertolini, Giovanni Ferrari e Luis Monti, entre outros.

A Juventus mudou-se para o Stadio Comunale, mas no resto da década de 1930 e na maioria dos anos 1940 a equipe não conseguiu reconquistar uma posição dominante no campeonato. Após a Segunda Guerra Mundial, Gianni Agnelli foi nomeado o presidente honorário da Juve.[3] O clube ganhou mais dois campeonatos nas temporadas 1949-50 e 1951-52, o último dos quais foi sob o comando do inglês Jesse Carver.

Nessa temporada a Juventus viu ser premiado com a Golden Star for Sport Excellence para usar em suas camisas depois de se tornar o primeiro time a ganhar dez campeonatos. Na mesma época, Omar Sívori se tornou o primeiro jogador do clube para vencer o Futebolista Europeu do Ano.[15] Na temporada seguinte, venceu a Serie A e a Copa da Itália. Giampiero Boniperti se aposentou em 1961 como o maior artilheiro todos os tempos do clube, com 182 gols em todas as competições, um recorde do clube, que ficou por 45 anos.[16]

Durante o resto da década, o clube ganharia o campeonato somente em 1966-67. No entanto, a década de 1970 viu a Juventus se consilidar ainda mais forte em sua posição no futebol italiano. No comando da equipe estava o ex-jogador Čestmír Vycpálek que ganhou o scudetto em 1971-72 e 1972-73, com jogadores como Roberto Bettega, Franco Causio e José Altafini. Durante o resto da década, eles ganharam o campeonato mais três vezes, com o zagueiro Gaetano Scirea contribuindo de forma significativa. Mais vitórias vieram mais tarde sob o comando de Giovanni Trapattoni, que ajudou que o clube a continuar a dominar o futebol italiano na primeira parte da década de 1980.[17]

Na Europa[editar | editar código-fonte]

Platini, maior figura do clube na década de 1980.

Na era Trapattoni a Juventus foi um grande sucesso na década de 1980, o clube iniciou a década bem, ganhando o título de campeão da Serie A três vezes mais até 1984. Isto significava Juventus havia vencido 20 campeonatos italiano e foram autorizados a adicionar uma segunda estrela dourada a sua camisa, tornando-se assim o único clube italiano a conseguir isso.[17] Nessa década os jogadores do clube foram ganhando uma atenção considerável, Paolo Rossi foi eleito Futebolista Europeu do Ano,[15] depois de ajudar a Itália a ganhar a Copa do Mundo de 1982, onde foi artilheiro e ainda nomeado melhor jogador do torneio.

O francês Michel Platini também ganhou o título de o Futebolista Europeu do Ano por três anos consecutivos, em 1983, 1984 e 1985, recorde mantido até hoje.[15] A Juventus é o único clube a ter jogadores de seu clube a ganhar o prêmio em quatro anos consecutivos.[15] Foi Platini, que marcou o gol da vitória na final da Copa dos Campeões de 1984-85 contra o Liverpool, no entanto, o título foi marcado por uma tragédia que mudou o futebol europeu. A Tragédia de Heysel, em que 39 pessoas (na sua maioria torcedores da Juventus), foram mortos quando um muro do estádio desabou, foi chamado pelo chefe-executivo da UEFA, Lars-Christer Olsson, em 2004, de "a hora mais sombria da história das competições da UEFA",[18] e resultou na proibição de todos os clubes de inglês em competições europeias.

Com a exceção de ganhar o campeonato italiano muito disputado de 1985-86, o resto da década de 1980 não foi muito boa para o clube. Bem como ter de lidar com o Napoli de Diego Maradona, os clubes de Milão, Internazionale e Milan, que ganharam os campeonatos italiano durante o final da década. Em 1990, a Juventus mudou para sua nova casa, o Stadio delle Alpi, que foi construído para a Copa do Mundo de 1990.

Lippi - A era de sucesso[editar | editar código-fonte]

Marcello Lippi obteve sucesso treinando a equipe de Turim

Marcello Lippi assumiu como treinador da Juventus no início da temporada de 1994-95.[3] A sua primeira temporada no comando do clube foi um sucesso, a Juventus ganhou seu primeiro título da Serie A desde a temporada 1985-86. Entre os jogadores durante este período se destacavam Ciro Ferrara, Roberto Baggio, Gianluca Vialli e o jovem Alessandro del Piero. Lippi ajudou a Juventus a ganhar a Liga dos Campeões de 1995-96, vencendo o Ajax nos pênaltis após um empate 1-1 na qual Fabrizio Ravanelli marcou para a Juventus.[19]

O tcheco Pavel Nedvěd foi o último atleta da Juventus a receber a Ballon d'Or, em 2003. Além dele e de Platini, outros quatro já receberam a premiação da France Football de melhor jogador do continente: Omar Sivori (1961), Paolo Rossi (1982), Roberto Baggio (1993) e Zinédine Zidane (1998). Ao lado do também italiano Milan, a Juventus é a equipe que mais teve jogadores premiados.

O clube não tinha muito tempo de descanso depois de vencer a Liga dos Campeões, logo chegaram jogadores de alto nível como Zinédine Zidane, Filippo Inzaghi e Edgar Davids. A Juventus venceu Serie A em 1996-97 e 1997-98, bem como a Supercopa Europeia e a Copa Intercontinental de 1996.[20][21] A Juventus chegou as finais da Liga dos Campeões de 1996-97 e 1997-98, mas perdeu para o Borussia Dortmund e Real Madrid, respectivamente.[22][23]

Depois de uma temporada treinando a rival Internazionale, Lippi voltou contratando jogadores de grande nome como Gianluigi Buffon, David Trézéguet, Pavel Nedvěd e Lilian Thuram, ajudando o time a ganhar mais dois scudettos na temporadas 2001-02 e 2002-03. A Juventus chegou na final da Liga dos Campeões de 2002-03, mas perdeu para o Milan nos pênaltis após o jogo ter terminado empatado 0-0.[24]No ano seguinte, Lippi foi ser treinador da Itália,[25] pondo fim a um dos períodos mais produtivos da história da Juventus.

O escândalo e a volta (2004 - 2011)[editar | editar código-fonte]

Alessandro Del Piero é o maior ídolo da história da Juve. Em 2006 ele quebrou o recorde de Giampiero Boniperti como o jogador que mais gols fez pela Juve. Depois, tornou-se também quem mais atuou pelo clube, tendo superado em 2008 Gaetano Scirea.

Fabio Capello se tornou o novo treinador da Juventus em 2004,[26] e levou a Juventus para mais dois títulos da Serie A. No entanto, em maio de 2006, a Juventus se tornou um dos cinco clubes ligados a um escândalo de manipulação de resultados na Serie A, o resultado que viu o clube rebaixado para a Serie B pela primeira vez em sua história. O clube também teve seus dois títulos retirados, conquistados com Capello em 2005 e 2006.[27]

Muitos jogadores saíram após o rebaixamento para a Serie B, incluindo Thuram, estrelas como o atacante sueco Zlatan Ibrahimović[28], o zagueiro italiano Fabio Cannavaro e o volante francês Patrick Vieira. No entanto, outros jogadores de grande nome permaneceram para ajudar o clube retornar à Serie A. Os bianconeri foram promovidos diretamente como vencedores do campeonato após a temporada 2006-07. Desde a sua volta à Serie A na temporada 2007-08 o ex-treinador do Chelsea, Claudio Ranieri treinou a equipe de Turim por duas temporadas.[29] A Juve terminou em 3º lugar na sua primeira temporada após voltar em 2007-08[30] e se classificou para a terceira rodada de qualificação para a Liga dos Campeões de 2008-09.

Bandeira comemorativa do 109º aniversário da Juventus, em 1 de novembro de 2006 no Olímpico de Turim.

A equipe conseguiu se classificar para a fase de grupos, e fez muito bem, batendo o Real Madrid em casa e fora, mas perdeu nas oitavas-de-final. Claudio Ranieri foi demitido, após uma série de resultados sem sucesso, e Ciro Ferrara foi apontado como o treinador para os dois últimos jogos da temporada.[31] Ferrara foi posteriormente nomeado como o treinador da Juve para a temporada 2009-10.[32] A manutenção da equipe foi feita com boas contratações como a do zagueiro Fabio Cannavaro,[33] do lateral-esquerdo Fabio Grosso,[34] e a do volante brasileiro Felipe Melo por cerca de 25 milhões.[35] A mais esperada e importante contratação foi a do brasileiro Diego, por cerca de 24,5 milhões,[36] após a aposentadoria do experiente jogador tcheco Pavel Nedvěd, que fez história no clube.[37]

Antonio Conte - Retorno à glória na Itália[editar | editar código-fonte]

2011-12

Na temporada 2011/12 o emblema de Turim era deixada de lado mais uma vez das competições europeias, a segunda vez depois do retorno a Serie A do Calcio, logo a diretoria do time mais popular do país iniciou uma reformulação do elenco, após passagem de treinadores experientes, alguns com certa historia no futebol italiano e no próprio clube como o Claudio Ranieri, a diretoria resolveu arriscar as fichas num jovem treinador, e que também fez historia pelo clube italiano, Antonio Conte[38]vindo de um trabalho razoável com o pequeno Siena, com “Conte Drácula” – como mais tarde foi apelidado pela torcida – veio também algumas contratações sem muito alarde, baratas, porém com qualidade indiscutível. Para suprir as saídas de, Miloš Krasić, Felipe Melo, Mohamed Sissoko, Mauro Camoranesi, Diego entre outros, chegou o esquecido e colocado de lado por Maximiliano Allegri, Andrea Pirlo, de graça, pois seu contrato se encerrava e o Milan só o propunha apenas mais um ano de contrato, alegando que o jogador não conseguiria se manter em alto nível por mais do que isso, então, assinou com a Juve por dois anos, e com opção de renovação por até mais dois, quem chegou para compor o meio campo com Pirlo foi o ainda desconhecido chileno Arturo Vidal[39], e o ala suíço Stephan Lichtsteiner, vindos do Bayer Leverkusen e Lazio respectivamente, seguido por Estigarribia, Marco Borriello, Martín Cáceres, Simone Pepe, Kwadwo Asamoah e Fabio Quagliarella. Para o setor defensivo a chegada de Andrea Barzagli praticamente fechava a formação pragmática de Conte, o 3-5-2 com  variáveis para 3-4-3, quase sempre intransponível no setor defensivo. A volta à forma de Buffon depois de quase uma temporada inteira no departamento medico deu a segurança que o treinador bianconero precisava. Comprando inteiramente os direitos de Giovinco e aquisição de Mirko Vučinić junto a Roma, La Vecchia Signora tinha time para brigar ao menos por uma vaga nas competições europeias. Era o que os jornais da época cravavam.

No entanto Conte conseguiu ir além, estreou à frente de sua amada torcida num moderno, belíssimo e recém-construído estádio com uma vitória, e ao decorrer de sua jornada alcançava a marca de 23 vitórias e 15 empates na temporada, sagrando a Juventus campeã da Serie A italiana pela primeira vez após o escândalo e rebaixamento do time na temporada 2005/06 de forma invicta.[40]

Além da conquista do Calcio, Conte conseguiu levar o time até a final da Copa Itália, após sete longos anos. Porém o ataque do time ainda era o ponto fraco, pecava muito e errava muitos chutes assim se fez valer a lei mais antiga e certa do futebol, “quem não faz, toma”, e tomou dois, pagou o preço pela ineficiência ofensiva e perdeu a Copa da Itália para o Napoli.[41]

Ao fim da temporada, o eterno ídolo Bianconero, Alessandro Del Piero anunciava que partiria do time de Turim depois de incríveis 705 partidas de pura técnica e futebol bem jogado além dos seus importantíssimos 289 gols pelo clube. Possivelmente enxergava que não teria mais espaço aos seus 37 anos de idade no esquema  de ampla marcação e entrega de Conte. Acertou contrato com Sydney FC[42] da Austrália, e se despediu aplaudido de pé pela torcida presente no Juventus Stadium após uma temporada com 28 partidas e 5 gols anotados e mais um troféu na sua gloriosa carreira.

2012-13

A temporada 2012/13 começava para Conte e o time com as missões de reapresentar o bom futebol da temporada passada e fazer uma campanha digna na volta à Liga dos Campeões da Europa. O time tinha qualidade, porém para conseguir algo expressivo em nível europeu era necessário contratar pesado, investir, o técnico advertiu e não foi ouvido pela diretoria, que pensando no futuro, trouxe o jovem francês Paul Pogba de graça do Manchester United[43], após Ferguson não optar por renovar com o garoto e lhe dar mais minutos em campo no Old Trafford.

Porém, o sisudo treinador trabalhou duro e conseguiu em parte satisfazer a torcida. Na competição nacional o time chegou perto de quebrar um recorde histórico, o time com mais partidas invictas na Serie A, recorde pertencente ao AC Milan dos holandeses Frank Rijkaard, Marco van Basten e Ruud Gullit, time histórico dos anos 80 e 90 do emblema vermelho e preto de Milão que marcara época no time Rossonero conquistando todos os títulos possíveis, entre eles, 5 campeonatos europeus e 2 intercontinentais, é deles até hoje o recorde de emplacar dois campeonatos italianos seguidos de forma invicta.

Não foi de forma invicta mas foi em alto nível, o time conquistou mais uma vez o Scudetto[44] com 27 vitórias, 6 empates e 5 derrotas, com atuações memoráveis de Andrea Pirlo e apresentações ousadas e com muita habilidade do Paul Pogba que em seu primeiro ano no Piemonte parecia não sentir o peso da maglia do maior time da Itália e dava show no meio campo, dando o toque de beleza que faltava ao estilo de jogo do time. A nível Europeu conseguiu resultados convincentes e até empolgantes. Na fase de grupos empatou e venceu o então campeão Chelsea, se classificando em primeiro com 3 vitórias e 3 empates, na fase seguinte voltou a empolgar batendo o Celtic duas vezes com os placares de 3 a 0 e 2 a 0 e avançou de forma invicta até as quartas de finais, porém nessa fase não deu muita sorte quanto na anterior no sorteio e pegou o Gigante da Baviera, o time do Bayern era superior e não teve muitas dificuldades para ganhar a vaga dos italianos, o time alemão, ganhou as duas partidas pelo placar de 2 a 0[45], e avançaram para posteriormente se sagrarem campeões do torneio. Na Copa Nacional, a Juve emperrou numa forte marcação do time da Lazio e parou nas semifinais.

O time começava o ano com o quase clássico Conte: 3-5-2, com Buffon na meta, Barzagli, Bonucci e Chiellini na zaga, Vidal, Pirlo e Marchisio no meio, nas alas Lichstainer e Asamoah e com Giovinco e Vucinic no ataque. O ataque quase sempre em metamorfose, e pouco efetivo reversava com Fabio Quagliarella. E fechava a temporada com as frequentes lesões de El Principino, com o Pogba entre os onze iniciais.

2013-14

Começava uma nova temporada e os desafios seguiam os mesmos do ano anterior, um tricampeonato era o que a torcida esperava para colocar mais uma estrela no peito - representando os 30 campeonatos ganhos - marca que nenhum outro clube chega perto de ter conquistado. Conte sinalizava mais uma vez os setores precários e as necessidades da equipe, a diretoria dessa vez ouvia e se mexia com cautela, mas realizava algumas movimentações. Para o setor defensivo chegou o zagueiro experiente e com historia no futebol internacional tanto nos clubes onde passou quanto na seleção brasileira, o Lucio, também promoveu o jovem Peluso para o setor. Para o meio chegava o chileno Isla e o italiano Padoin. Para o ataque certamente com maior impacto chegava Carlitos Tevez[46] e Fernando Llorente, este ultimo chegou de graça do Athletic Bilbao ao fim de seu contrato, dando exemplo a algo que se tornou uma ideia da diretoria.

Na disputa do campeonato nacional novamente não teve dificuldades e abocanhou o seu 30.º Scudetto[47], dessa vez com maior autoridade com 33 vitórias 3 empates e apenas 2 revés, ultrapassando os 100 pontos durante o campeonato, batendo assim mais um recorde, o do seu rival Inter de Milão, que tinha feito impressionante 97 pontos na temporada 2006/07. Porém na competição europeia os reforços não tiveram tempo para mostrar para que foram contratados e o time caiu ainda na fase grupo, perdendo a partida decisiva para o posteriormente campeão do ano na competição, o Real Madrid. Na Copa Nacional também não teve sucesso e caiu nas quartas.

Ao fim da temporada, Conte foi a publico e se manifestou perante aos torcedores que se o clube não fizesse contratações de peso, não renovaria seu vinculo, o clube prometeu fazer as contratações a quem o treinador se referia, mas a janela de transferência abria e a diretoria não se movimentava, até quando surgiu para Conte a oportunidade de treinar a seleção da Azurra, notando a apatia da diretoria resolveu aceitar a proposta da federação de futebol da Itália, e deu adeus ao emblema de Turim[48]. Encerrando sua passagem histórica pelo clube com o tricampeonato italiano para o time.

Allegri[editar | editar código-fonte]

2014-15

Na temporada 2014/15 após a saída de Antonio Conte ao fim da época passada alegando não ter um time competitivo no cenário europeu, a diretoria bianconera tratou de contratar um técnico com perfil parecido e contratou o ex-rossonero Massimiliano Allegri[49], investiu em algumas contratações para dar corpo ao plantel que já tinha qualidade,  na mesma linha de pensamento das janelas anteriores, a diretoria optou por gastar pouco e trazer jovens jogadores ou jogadores desacreditados nos seus respectivos clubes.

Com as chegadas dos franceses Evra e Coman ambas de graça, buscou para o setor ofensivo o espanhol Álvaro Morata[50] para prontamente suprir a saída de Vučinić, para o meio chegou Roberto Pereyra e Rômulo. O time montado pelo treinador anterior já era muito forte para o presente cenário nacional, acima de qualquer outra equipe italiana, e a torcida já esperava cantar aos quatro ventos o grito de é tetra ao fim do campeonato. Na liga nacional o time sobrou e confirmou o que já era esperado, com o francês Pogba demonstrando um futebol de alto nível durante toda a temporada em que foi eleito melhor jogador jovem da Copa do Mundo de 2014.[51]

Contestado por muitos no inicio da temporada, o técnico Allegri mostra seu valor e surpreende o mundo, primeiro com o doblete, conquistando o tetra do Campeonato Italiano[52] e a Copa da Itália[53], e chegando na Final da Liga dos Campeões passando pelo campeão da ultima edição e seu carrasco Real Madrid[54] na semifinal, com uma vitória em casa por 2-1 e empate 1-1 perante um Santiago Bernabeu lotado.

Porém na tão esperada final em Berlim diante do Barcelona, a Juve, desfalcada de seu principal zagueiro nos últimos quatro anos, Chiellini[55], não conseguiu parar o poderoso ataque Culé, e logo nos primeiros minutos de jogo sofreu um gol, se abateu e não conseguiu mais criar oportunidades de gol durante todo o primeiro tempo. Na segunda etapa a historia poderia ter sido mudada, a Vechia Signora veio da forma com que jogou toda a temporada, com um futebol ofensivo, e após algumas tentativas, aos dez minutos da segunda etapa o atacante Morata aproveitou rebote dentro da pequena área e empatou o duelo, o time italiano continuava no ataque e em boa jogada a bola foi rolada de Marchisio para Tévez que bateu bem e mandou perto da meta azul grená, o time italiano avançou e conseguiu criar algumas outras oportunidades, até que por volta do minuto 22, Pogba é lançado na área domina e é agarrado por Daniel Alves, pênalti na opinião de muitos, mas não na do juiz, que mandou seguir o lance que acarretou no contra ataque e gol do Barcelona, 60 segundos depois da infração não assinalada pelo árbitro, depois disso o time catalão se fechou bem e esperou a Juventus, que já abatida não conseguia transpor a defesa do adversário, até quando ao apagar das luzes mais uma vez o time de Luis Enrique partiu em contra ataque e matou a partida: 3-1 para o Barcelona. Quinto titulo da Liga para o time Catalão e o quinto vice do time Bianconero na história na competição.[56]

2015-16

A temporada 2015/16 começou com pesadas baixas no elenco da Vecchia Signora, o maestro Pirlo, transfere-se para o New York City,[57] clube da liga norte-americana, depois foi a vez do chileno Vidal deixar a Juventus para jogar com a camisa do Bayern de Munique,[58] não menos importante foi a saída de um dos destaques da Juventus em 2014/15, o argentino Tevez saiu da Juventus para jogar no seu antigo clube na Argentina, o Boca Juniors[59], porém a diretoria da Vecchia Signora não ficou parada e buscou reforços para temporada 2015/16.

Depois de uma acirrada disputa para contrata-lo, o promissor argentino Paulo Dybala foi contratado por 32 milhões de euros junto ao Palermo,[60] clube onde o argentino se destacou na ultima temporada. Não parando por aí a diretoria foi atrás de jogadores como Sami Khedira[61], Mario Mandžukić[62], Simone Zaza[63], os brasileiros Alex Sandro[64] e Hernanes[65], o colombiano Juan Cuadrado[66] e o gabonês Lemina chegaram emprestados do Chelsea e Marseille respectivamente. Após todas contratações, a Juventus novamente tinha um grande elenco para disputar os títulos de todos campeonatos que disputaria na temporada.

Começou bem, logo em agosto de 2015, a Juventus disputou seu primeiro título na temporada, a Supercopa da Itália contra a Lazio, vice-campeã da Copa da Itália de 2014, e venceu por 2-0 no Estádio de Shanghai, na China, com gols do croata Mario Mandžukić e do jovem Paulo Dybala e levantou a primeira taça na temporada.[67]

Na Serie A, a Juventus entrou com o compromisso de assegurar o seu quinto título seguido na competição. Porém, a Vecchia Signora não começou muito bem no campeonato italiano e perdeu na estreia para a Udinese por 1-0[68] em seu novo Estádio, acontecimento este que tinha acontecido apenas duas vezes no novo Estádio antes dessa derrota. Os recordes negativos no inicio da Serie A não ficaram reservados apenas ao novo Estádio, a Juventus não tinha ganhado nenhuma partida na terceira rodada do Campeonato Italiano, foram 2 derrotas e 1 empate em 3 jogos, pior início desde de 1962.

Após todos os recordes negativos, a Juventus cresceu de rendimento e começou a crescer no Campeonato Italiano. Mesmo assim estava longe de chegar a seu objetivo, que era assegurar o quinto título seguido da Serie A, longe por causa de grandes times que estavam a sua frente como a Fiorentina, o Napoli e a Internazionale. Mas ninguém esperava um time tão regular e decisivo em jogos importantes como foi a Juventus no decorrer da Serie A. Bastaram 18 rodadas para a Juventus chegar na segunda colocação da Serie A ficando trás apenas do Napoli, do argentino Higuaín, porém um confronto direto estava longo a frente e se tratava de vida ou morte para os dois clubes. A diferença entre os dois clubes era de apenas dois pontos na classificação, o confronto direito decidiria a liderança naquele momento decisivo do campeonato, o jogo foi marcado para o Estádio da Juventus já que no primeiro turno, o jogo foi em Napoli, com vitória do Napoli por 2-1[69]. Foi um jogo acirrado, com melhores chances para a Juventus, o Napoli se defendendo já que o empate seria de bom grado ao Napoli pela diferença de pontos e pelo jogo ser fora de sua casa, o jogo estava caminhando para um empate até a substituição decisiva de Allegri no segundo tempo, tirando Morata e colocando o atacante Zaza, que viria ser autor do gol da vitória aos 43 do segundo tempo. Vitória decisiva da Vecchia Signora que tomou a liderança do Napoli e não largou mais.[70] Depois de um inicio ruim, a Juventus conquistou o seu quinto título seguido da Serie A e o trigésimo segundo da sua história.[71]


Na Liga dos Campeões, a Juventus caiu em um grupo nada fácil, que contava com o Manchester City e o Sevilha. Dois grandes clubes em seus respectivos países. Na fase de grupos, a Juve classificou com 3 vitórias, 2 empates e 1 derrota e assim passou como segundo colocado, atrás do Manchester City.

No sorteio acabou enfrentando logo nas oitavas, o Bayern de Munique, clube esse que havia eliminado a Juventus na temporada 2012/13.[45] Seria a hora para a Juventus vingar a eliminação de 2012-13. Porém, no primeiro jogo, na Itália, ficaram em um empate de 2-2,[72] resultado péssimo para a Juventus por causa dos gols fora de casa do Bayern de Munique. Agora a Juventus precisaria buscar uma vitória heroica lá na Alemanha ou empatar por três gols ou mais. A Juventus começou bem o segundo jogo, indo para a segunda etapa vencendo por 2-0 na Allianz Arena, estava se classificando na Alemanha, mas na segunda etapa foi diferente, a Juve não conseguiu segurar o ímpeto do Bayern e tomou dois gols sendo um dos gols saindo aos 45 do segundo tempo, dramaticamente. Na prorrogação, a Juventus foi massacrada e tomou mais dois gols sendo um de Thiago Alcántara e outro de Coman, jogador da Juventus emprestado ao Bayern, perdendo por 4-2 e sendo eliminado pelo Bayern.[73] Nessa temporada, a Veccha Signora não passou das oitavas de finais na Liga dos Campeões.


Na Copa da Itália, a Juventus estreou logo nas oitavas de finais, enfrentando o seu rival Torino, no clássico Derby della Molle e foi uma sonora goleada por 4-0 com dois gols de Zaza para a Juventus.[74] Nas quartas de finais, enfrentou a Lazio, que acabou sendo eliminada pela Juventus por 1-0 no Estádio Olímpico de Roma com gol de Lichtsteiner.[75] Nas semi-finais, esperava-se um confronto pesado contra a Internazionale, ida e volta, e de fato o confronto foi bem disputado com a Juve vencendo por 3-0 o primeiro jogo e perdendo o segundo jogo pelo mesmo placar, e após a prorrogação, a Juve eliminou a Internazionale nos pênaltis e foi à final da Copa da Itália.[76] Após o empate no tempo normal, a Juve com gol de Morata vence o Milan pelo placar mínimo e levantou a taça da Copa da Itália conquistando assim o seu segundo título consecutivo e décimo primeiro de sua história.[77]

Estádio[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Olímpico de Turim e Stadio Delle Alpi

Após os dois primeiros anos (1897 e 1898), durante os quais a Juventus jogou no Parco del Valentino and Parco Cittadella, seus jogos foram realizados no Piazza d'Armi Stadium até 1908, exceto em 1905, ano do primeiro scudetto, e em 1906, ano em que ele jogou rapidamente no Corso Re Umberto.

De 1909 a 1922, a Juventus jogou seus jogos no Corso Sebastopoli Camp, e antes de passar o ano seguinte, Corso Marsiglia Camp, onde permaneceu até 1933, ganhando quatro títulos da liga. No final de 1933 eles começaram a jogar em um novo estádio, o Stadio Mussolini que inaugurou a Copa do Mundo de 1934. Após a Segunda Guerra Mundial, o estádio foi rebatizado como Stadio Comunale Vittorio Pozzo. Juventus jogou partidas no estádio por 57 anos, um total de 890 jogos de campeonato.[78]A equipe continuou a fazer as sessões de treinamento no estádio até julho de 2003.

De 1990 até a temporada 2005-06, a Juventus mandou seus jogos no Stadio Delle Alpi,[78] construído para a Copa do Mundo de 1990, embora em circunstâncias muito raras, o clube jogou alguns jogos em outros estádios, como Renzo Barbera, em Palermo, Dino Manuzzi em Cesena e no Giuseppe Meazza, em Milão.

Em agosto de 2006, o bianconeri voltou a jogar no Stadio Comunale, agora conhecido como Stadio Olimpico, após a reestruturação do Stadio Delle Alpi, para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2006 em Turim.[78]

Em novembro de 2008 a Juventus anunciou que iria investir cerca de 105 milhões de euros para construir um novo estádio no local do antigo terreno do Delle Alpi.[79] Ao contrário do Delle Alpi, não haverá uma pista de atletismo, a distância entre as arquibancadas e o campo será de apenas 8,5 metros. A capacidade prevista é de 41,000, espectadores. O trabalho começou na primavera de 2009 e a inauguração sendo em 8 de Setembro de 2011, junto com o 150º aniversário da unificação da Itália e para já ser utilizado na temporada 2011-12.[80]

Juventus Arena é o nome temporário de um estádio de futebol em Turim, que hospeda os jogos da Juventus e que é de propriedade da mesma sociedade. A arena foi inaugurada num amistoso contra o Notts County, da Inglaterra (equipa que inspirou a uniforme da Juventus) e que terminou com o resultado de 1-1 (golos de Toni e Hughes).[81]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • Uniforme principal : Camisa com listras verticais em preto e branco, calção e meias brancas;
  • Uniforme visitante : Camisa rosa, calção preto e meias rosas.
  • Uniforme alternativo: Camisa preta, calção e meias pretas.
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Primeiro uniforme
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Segundo uniforme
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Terceiro uniforme
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Primeira combinação

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Camisa preta, calção e meias pretas.
  • Camisa verde, calção e meias verdes.
  • Camisa dourada, calção e meias douradas.
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Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Camisa laranja, calção e meias laranjas;
  • Camisa preta, calção e meias pretas.
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1
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2
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3

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2015-16
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
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Primeira combinação
  • 2014-15
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2013-14
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Primeiro
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Segundo
  • 2012-13
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Primeiro
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Terceiro
  • 2011-12
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Primeiro
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Segundo
  • 2010-11
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Primeiro
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Segundo
  • 2009-10
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Primeiro
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Segundo
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Terceiro
  • 2008-09
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Primeiro
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Segundo
  • 2007-08
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Primeiro
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Segundo
  • 2006-07
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Segundo
  • 2005-06
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Terceiro

Material Esportivo e Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Período Fabricante Patrocinador
1979–1989 Itália Kappa Ariston
1989–1992 UPIM
1992–1995 Danone
1995–1998 Sony
1998–1999 D+Libertà digitale / Tele+
1999–2000 CanalSatellite / D+Libertà digitale / Sony
2000–2001 Itália Lotto Sportal.com / Tele+
2001–2002 Fastweb / Tu Mobile
2002–2003 Fastweb / Tamoil
2003–2015 Estados Unidos Nike
2004–2005 Sky Sport / Tamoil
2005–2007 Tamoil
2007–2010 FIAT Group (New Holland)
2010–2012 Betclic / Balocco
2012–2021[82] FIAT Group (Jeep)
2015–2021[83] Alemanha Adidas

Jogadores[editar | editar código-fonte]

Gianluigi Buffon comemorando o título da Copa do Mundo de 2006 com seus companheiros de seleção.

Em boa parte de sua história a Juventus sempre teve jogadores reconhecidos mundialmente, alguns deles estão na lista da FIFA 100, elaborada por Pelé e pela FIFA,[84] 19 deles jogaram ao menos uma vez no clube, são eles Alessandro del Piero, Christian Vieri, David Trézéguet, Didier Deschamps, Dino Zoff, Edgar Davids, Giampiero Boniperti, Gianluigi Buffon, Lilian Thuram, Michael Laudrup, Michel Platini, Omar Sívori, Paolo Rossi, Patrick Vieira, Pavel Nedvěd, Roberto Baggio, Thierry Henry, Zbigniew Boniek e Zinédine Zidane.

Outros jogadores italianos também se destacaram no clube, conseguindo participar de copas do mundo, ajudando a seleção italiana a ganhar as Copas de 1934, 1938, 1982 e em 2006 quando atuavam usando a camisa dos bianconeri no ano da Copa, são eles Alfredo Foni, Alessandro del Piero, Antonio Cabrini, Dino Zoff, Claudio Gentile, Fabio Cannavaro, Felice Borel IIº, Gaetano Scirea, Gianluca Zambrotta, Gianluigi Buffon, Gianpiero Combi, Giovanni Ferrari, Luigi Bertolini, Luis Monti, Marco Tardelli, Mario Varglien Iº, Mauro Camoranesi, Paolo Rossi, Pietro Rava, Raimundo Orsi, Umberto Caligaris e Virginio Rosetta.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 13 de junho de 2016.

  • Capitão Atual capitão
  • Lesionado Jogador Lesionado
Goleiros
Jogador
1 Itália Gianluigi Buffon Capitão
25 Brasil Neto
38 Itália Indonésia Emil Audero
Defensores
Jogador Pos.
3 Itália Giorgio Chiellini Z
4 Marrocos Medhi Benatia Z
15 Itália Andrea Barzagli Z
19 Itália Leonardo Bonucci Z
24 Itália Daniele Rugani Z
23 Brasil Daniel Alves LD
26 Suíça Stephan Lichtsteiner LD
12 Brasil Alex Sandro LE
33 França Patrice Evra LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
6 Alemanha Sami Khedira V
8 Itália Claudio Marchisio V
18 Gabão Mario Lemina V
27 Itália Stefano Sturaro V
5 Bósnia e Herzegovina Miralem Pjanić M
7 Colômbia Juan Cuadrado M
11 Brasil Hernanes M
22 Gana Kwadwo Asamoah M
Atacantes
Jogador
9 Argentina Gonzalo Higuaín
17 Croácia Mario Mandžukić
20 Croácia Marko Pjaca
21 Argentina Paulo Dybala
Comissão técnica
Nome Pos.
Itália Massimiliano Allegri T

Transferências 2016–17[editar código-fonte]


Notáveis jogadores[editar | editar código-fonte]

Estatísticas e recordes[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Juventus Football Club
Ano Campeonato Italiano Copa da Itália Liga dos Campeões da UEFA Liga Europa da UEFA Supercopa da Itália Outras Competições
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima Fase Máxima
2005-06 A 20° 38 27 10 1 71 24 Quartas-de-final Quartas-de-final Final
2006-07 B 42 28 10 4 83 30 3º Fase
2007-08 A 38 20 12 6 72 37 Quartas-de-final
2008-09 A 38 21 11 6 69 37 Semi-final Oitavas-de-final
2009-10 A 38 16 7 15 55 56 Quartas-de-final Fase-de-grupos Oitavas-de-final
2010-11 A 38 15 13 10 57 47 Quartas-de-final Fase-de-grupos
2011-12 A 38 23 15 0 68 20 Final
2012-13 A 38 27 6 5 71 24 Semi-final Quartas-de-final Campeão
2013-14 A 38 33 3 2 80 23 Quartas-de-final Fase-de-grupos Semi-final Campeão
2014-15 A 38 26 9 3 72 24 Campeão Final Campeão
2015-16 A 38 29 4 5 75 20 Campeão Oitavas-de-final Campeão


Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Classificado à Liga dos Campeões da UEFA.
     Classificado à Liga Europa da UEFA.
     Rebaixado à Série B.
     Acesso à Série A.

Recordes[editar | editar código-fonte]

Estatísticas atualizadas em 18 de maio de 2016. [85][86]

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Abaixo está a lista de treinadores da Juventus desde 1923, a partir de quando Edoardo Agnelli e sua família assumiu o clube,[3] e o deixou mais estruturado e organizado.[87]

Legenda:
(int.) Treinadores interinos.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Intercontinentais
Competição Títulos Temporadas
Copa Toyota Intercontinental.pngTrofeo-mini-copa-intercontinental-2.png Copa Intercontinental 2 1985Cscr-featured.png e 1996Cscr-featured.png
Continentais
Competição Títulos Temporadas
Coppacampioni.png Liga dos Campeões da UEFA 2 1984-85 e 1995-96
UEFA Cup (adjusted).png Liga Europa da UEFA 3 1976-77, 1989-90 e 1992-93
Supercup.png
Supercopa da UEFA 2 1984Cscr-featured.png e 1996Cscr-featured.png
Coppacoppe.png Recopa Europeia 1 1983-84Cscr-featured.png
Coppa Intertoto.svg Copa Intertoto da UEFA 1 1999Cscr-featured.png
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Scudetto.svg Campeonato Italiano 32 1905, 1925–26, 1930-31, 1931-32, 1932-33, 1933-34, 1934-35, 1949-50, 1951-52, 1957-58Cscr-featured.png, 1959-60, 1960-61, 1966-67, 1971-72, 1972-73, 1974-75, 1976-77, 1977-78, 1980-81, 1981-82Cscr-featured.png, 1983-84, 1985-86, 1994-95, 1996-97, 1997-98, 2001-02, 2002-03, 2011-12Cscr-featured.png, 2012-13, 2013-14, 2014-15 e 2015-16
Coccarda Coppa Italia.svg Copa da Itália 11 1937-38Cscr-featured.png, 1941-42Cscr-featured.png, 1958-59Cscr-featured.png, 1959-60Cscr-featured.png, 1964-65Cscr-featured.png, 1978-79, 1982-83, 1989-90, 1994-95 e 2014-15, 2015-16.
Supercoppaitaliana.png Supercopa da Itália 7 1995Cscr-featured.png, 1997Cscr-featured.png, 2002Cscr-featured.png, 2003Cscr-featured.png, 2012Cscr-featured.png, 2013Cscr-featured.png e 2015Cscr-featured.png
Coppa Ali della Vittoria.png Campeonato Italiano - Serie B 1 2006-07

Cscr-featured.png Campeão Invicto

Diretoria do clube[editar | editar código-fonte]

Edoardo Agnelli fundador da FIAT, foi o primeiro da família Agnelli a assumir o controle do clube
Dirigência
Proprietário: Família Agnelli
Diretores
  • De acordo com o site oficial.[89]
Presidente: Andrea Agnelli
Presidente honorário: Giampiero Boniperti e Franzo Grande Stevens.
Diretores: Aldo Mazzia, Carlo Barel di Sant’Albano, Camillo Venesio, Khaled Fareg Zentuti, Marzio Saà e Riccardo Montanaro
Diretor esportivo: Alessio Secco

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

  • De acordo com o site oficial.[88]
Posição Nome
Treinador da equipe Itália Massimiliano Allegri
Treinador assistente Itália Francesco Conti
Preparador de goleiros Itália Claudio Fil
Assistente técnico Itália Maurizio D'Angelo
Preparador físico Itália Roberto De Bellis
Preparador físico Itália Luca Alimonta

Presidentes[editar | editar código-fonte]

A Juventus teve númerosos presidentes ao longo de sua história, alguns dos quais têm sido os proprietários do clube, enquanto outros foram presidentes honorários, aqui está uma lista completa deles.[90]

Legenda:
(cpg.) Comitê Presidencial de Guerra.
(hon.) Presidentes honorários.
(int.) Presidentes interinos.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «La Juventus torna tra le grandi - Corriere della Sera». Consultado em 21 de outubro de 2009. 
  2. a b «Juventus FC - FIFA.com». Consultado em 2 de setembro de 2009. 
  3. a b c d e f g «History - Juventus.com». Consultado em 13 de setembro de 2009. 
  4. a b «Juventus building bridges in Serie B - FIFA.com». Consultado em 20 de novembro de 2006. 
  5. O Juventus ganhou mais títulos nacionais oficiais (40: 27 campeonatos nacionais, nove copas nacionais e quatro supercopas da Itália) que qualquer outra equipe italiana.
  6. «Juventus FC - UEFA.com». Consultado em 2 de setembro de 2009. 
  7. Somente Milan e Boca Juniors - todos com 18 títulos -, Real Madrid e Independiente - todos com 15 títulos - e Al-Ahly, con 14, têm mais títulos oficiais internacionais no mundo)
  8. «Europe's club of the Century - IFFHS.de». Consultado em 10 de setembro de 2009. 
  9. «Competições internacionais reconhecidas pela UEFA (pg. 23) - UEFA.com» (PDF). Consultado em 25 de agosto de 2006. 
  10. «Gli Italiani e Il Calcio» (PDF). Consultado em 08 de setembro de 2011. 
  11. «Barcelona possui a maior torcida da Europa. Real aparece em 2º lugar - Globoesporte». Consultado em 09 de setembro de 2010. 
  12. «The FIFA Club of the Century» (PDF). Consultado em 19 de maio de 2016. 
  13. «La storia della Juventus - Magica Juventus». Consultado em 11 de setembro de 2009. 
  14. «FIFA Classic Rivalries: Torino VS Juventus - FIFA.com». Consultado em 11 de setembro de 2009. 
  15. a b c d «European Footballer of the Year ("Ballon d'Or") - RSSSF». Consultado em 13 de setembro de 2009. 
  16. «Tanti auguri, Presidente! - Juventus.com». Consultado em 13 de setembro de 2009. 
  17. a b «Albo d'oro - Lega Calcio». Consultado em 13 de setembro de 2009. 
  18. «Olsson urges anti-racism action - UEFA.com». Consultado em 13 de maio de 2005. 
  19. «"1995/96: Juve hold their nerve" - UEFA.com». Consultado em 22 de maio de 1996. 
  20. «1996: Dazzling Juve shine in Paris - UEFA.com». Consultado em 1 de março de 1997. 
  21. «Toyota Cup 1996 - FIFA.com». Consultado em 13 de setembro de 2009. 
  22. «UEFA Champions League 1996–97: Final - UEFA.com». Consultado em 17 de junho de 2009. 
  23. «UEFA Champions League 1997–98: Final - UEFA.com». Consultado em 17 de junho de 2009. 
  24. «UEFA Champions League 2002–03: Final - UEFA.com». Consultado em 24 de maio de 2016. 
  25. «Marcello Lippi é confirmado como novo técnico da Itália - UOL». Consultado em 25 de junho de 2004. 
  26. «Capello deixa o Roma e assina com o Juventus por três temporadas». Consultado em 28 de maio de 2004. 
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  31. «Via Ranieri, ecco Ferrara - UEFA.com». Consultado em 19 de maio de 2009. 
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  33. «Cannavaro voltará ao Juventus - Globo Esporte». Consultado em 19 de maio de 2009. 
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  35. «Felipe Melo anuncia acordo com Juventus - Globo Esporte». Consultado em 14 de julho de 2009. 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]