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José João Altafini

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Mazzola
Mazzola
Mazzola em 2008
Informações pessoais
Nome completo José João Altafini
Data de nascimento 24 de julho de 1938 (87 anos)
Local de nascimento Piracicaba, São Paulo, Brasil
Nacionalidade brasileiro
italiano
Altura 1,76 m
Destro
Apelido Mazzola
Informações profissionais
Período em atividade 1954-1980 (26 anos)
Posição Atacante
Clubes de juventude

1950–1954
CA Piracicabano
XV de Piracicaba
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1954–1956
1956–1958
1958–1965
1965–1972
1972–1976
1976–1979
1979–1980
XV de Piracicaba
Palmeiras
Milan
Napoli
Juventus
Chiasso
Mendrisio
00?0000(?)
0126 000(90)
0246 00(161)
0234 000(97)
00119000(37)
0060 000(16)
0028 000(11)
Seleção nacional
1957–1958
1961–1962
Brasil
Itália
0008 0000(4)[1]
0006 0000(5)

José João Altafini, mais conhecido no Brasil como Mazzola e mais conhecido no resto do mundo pelo sobrenome Altafini (Piracicaba, 24 de julho de 1938), é um ex-futebolista ítalo-brasileiro, campeão do mundial com a Seleção Brasileira em 1958. É considerado o maior jogador brasileiro na história do futebol da Itália,[2][3] cuja seleção ele também defendeu em Copa do Mundo FIFA, na de 1962 - sendo um dos raros futebolistas a defender dois países nesse evento.[4]

Foi campeão mundial quando pertencia ao Palmeiras, tendo Mazzola sido duas vezes eleito para o time dos sonhos deste clube, em eleições promovidas em 1982 e em 1994 pela Placar.[5] Na Itália, divide com Giuseppe Meazza a quarta colocação na listagem de maiores artilheiro da história da Serie A:[2] Altafini acumulou com 216 gols em 367 partidas e foi o maior goleador que o campeonato italiano teve da década de 1960 até o fim da década de 2000.[6] É visto como o maior jogador brasileiro mais brilhante no Milan,[7] com o qual chegou a marcar os dois gols que valeram o primeiro título do clube na Liga dos Campeões da UEFA,[8] e Juventus;[9] e o segundo maior no Napoli, abaixo apenas de Careca.[10] Neste clube, considera-se que Altafini foi vital para elevação de patamar, protagonizando as primeiras campanhas em que o time aspirou a títulos nacionais,[3] no que foi o melhor momento do futebol napolitano até a "Era Diego Maradona".[11]

À altura da década de 2010, Altafini seguia sendo considerado tanto no Milan como no Napoli entre os dez maiores ídolos dentre todas as nacionalidades,[12][13] bem como entre os trinta principais jogadores da história da Serie A.[3] Altafini também detinha até essa década o recorde de gols em uma única edição da Liga dos Campeões: seu quatorze gols em 1963 (na campanha milanista pela primeira vez campeã) foram superados primeiramente por Cristiano Ronaldo, em 2014.[14]

Sua alcunha de Mazzola se devia à semelhança física com Valentino Mazzola,[2] craque italiano da década de 1940 mundialmente renomado.[15] Curiosamente, Altafini viria a ser contemporâneo, e até adversário nos dérbis de Milão, de Sandro Mazzola,[8][16] filho do sósia ilustre do brasileiro.[17] Na Itália, o apelido de Altafini era Conileone, um trocadilho com as palavras italianas para coelho e leão.[18]

Biografia

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Altafini é neto de italianos.[4] Casou-se com Eleana D'Addio, em 1959, com quem teve duas filhas: Patricia, casada com o jornalista e escritor Pedro Oswaldo Nastri, e Cristina, casada com Salvatore Marco Pulvirenti. Ambas nasceram em Milão, na Itália, e residem no Brasil. No fim da década de 1960 protagonizou um caso de adultério quando envolveu-se com a esposa do companheiro de equipe Paolo Barison do Napoli.[19]

Carreira nos clubes

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Piracicaba e Palmeiras

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Formado na Piracicaba natal no Atlético Piracicabano,[2] foi negociado ainda adolescente com o Palmeiras.[20] Foi contratado na expectativa de suprir a lacuna deixada pela venda de Humberto Tozzi;[20] estreou em 25 de setembro de 1955, em amistoso contra o América de Rio Preto. Os dois jogos seguintes (amistosos também, contra Catanduva e Estrela de São Carlos) tardaram até a virada de janeiro para fevereiro de 1956, e neles Altafini acumulou quatro gols.[21]

Conseguindo gradualmente média de três gols e cada quatro jogos,[22] recebeu sua primeira convocação à Seleção Brasileira uma semana após marcar cinco vezes em uma só partida: isto se deu na estreia do Campeonato Paulista de 1957, quando assinou todos os gols palmeirenses em vitória de 5-2 sobre o Noroeste.[2]

Sem ser campeão desde 1951,[2] o Palmeiras não conseguiu títulos com Mazzola,[22] embora ele influenciasse indiretamente na era vitoriosa da primeira Academia:[23] foi com a venda do prodígio ao Milan, por 25 milhões de cruzeiros,[24] que os alviverdes puderam adquirir em especial Julinho Botelho, Chinesinho, Romeiro e Zequinha,[25] em meio a um pacote de dezesseis reforços.[23]

Mazzola foi o primeiro palmeirense a vencer uma Copa do Mundo FIFA, na de 1958,[25] garantindo sua vaga após marcar duas vezes em movimentado duelo vencido por 7-6 pelo Santos em 6 de março de 1958, pelo Torneio Rio-São Paulo.[26] Um mês depois, fez seu último jogo antes de ir ao Mundial. Em 1966, reapareceu rapidamente como palmeirense em três amistosos na virada de junho para julho.[27]

Quarto em pé no Milan campeão italiano de 1962 - o terceiro é o também brasileiro Dino Sani, outro reserva da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo FIFA de 1958.

Mazzola já interessava ao Milan antes mesmo da Copa do Mundo FIFA de 1958,[28] chamando atenção ao marcar, pela Seleção Brasileira, gol em vitória de 4-0 precisamente sobre a Internazionale em amistoso preparatório do Brasil para o Mundial.[29]

Sua estreia como rossonero foi em 21 de setembro e, em sua primeira temporada, jogou 32 partidas, marcando 28 gols, ganhando o título no percurso. Seu primeiro gol na liga foi em 5 de outubro, em uma vitória contra o Bari. O brasileiro estabeleceu um recorde de gols de qualquer jogador milanista em uma edição de dezoito equipes no campeonato italiano.[2]

Firmando com substituto perfeito de Gunnar Nordahl,[12] precisamente o segundo maior artilheiro da história da Serie A e que deixara o clube em 1958,[6] Altafini obteve na temporada 1961-62 tanto novo título italiano como também a artilharia máxima do torneio.[2] Na temporada seguinte, foi o grande protagonista da primeira conquista do Milan e do futebol italiano na Liga dos Campeões da UEFA, acumulando quatorze gols em nove partidas na edição de 1962–63 - incluindo os dois na vitória de virada na final, perante o então bicampeão seguido, o Benfica.[30]

Apenas na última de suas cinco temporadas com o Milan é que não foi titular,[12] deixando-o em 1965 após ter sido em três delas o artilheiro do elenco.[7] Dentre as partidas em que melhor exibiu seus dotes de goleador, esteve um histórico Derby della Madonnina em 1960, quando marcou quatro vezes em um só jogo em vitória de 5-3 sobre a Internazionale. O brasileiro segue como único a lograr o chamado poker-trick no duelo de Milão.[31]

Napoli e Juventus

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No Napoli em 1965.

Contratado pelo Napoli juntamente com a estrela Omar Sívori,[2] fez ótima dupla ofensiva com o ítalo-argentino nas duas primeiras temporadas que tiveram ali.[10] O clube acabava de voltar à primeira divisão e, mesmo assim, pôde de imediato lutar pelo título italiano de 1965-66, terminando em terceiro.[11] Altafini e Sívori ganharam a Copa dos Alpes em 1966 e,[2] com a segurança de Dino Zoff no gol, estiveram na temporada 1967-68 novamente perto de um então inédito título italiano aos partenopei: Altafini contribuiu com treze gols, suficientes para ser o vice-artilheiro da Serie A, mas o concorrente Milan terminou campeão ao ser derrotado somente duas vezes no campeonato.[10] O Napoli foi o vice-campeão.[32]

Altafini manteve-se entre líderes de boas campanhas napolitanas nos anos seguintes,[32] firmando-se como o quinto maior artilheiro da história celeste.[10] Seu contrato se encerrou em 1972,[32] causando surpresa que ele, visto como em fim de carreira,[9] rumasse à equipe vista como principal rival do Napoli: a Juventus,[32] que simultaneamente contratou também Zoff.[9] O brasileiro já havia passado do auge físico,[2] sendo reconhecido como soube readaptar-se com inteligência,[9] possibilitando-lhe que defendesse a Juve dos 34 anos aos 38.[32]

Ele imediatamente reconquistou o campeonato italiano, na temporada 1972-73,[9] usualmente como jogador acionado do banco de reservas para os segundos tempos das partidas.[32] Em paralelo, também chegou a uma nova final na Liga dos Campeões da UEFA, embora a perdesse (por 1-0) para o Ajax de Johan Cruijff.[33]

Junto a Dino Zoff como novidades da Juventus em 1972.

Novo título italiano esteve perto no campeonato seguinte, perdido para a surpreendente Lazio.[34] O scudetto de 1974-75, por sua vez, rendeu uma das mais emocionantes disputas de título, ocorrida precisamente entre Juventus e Napoli. Em duelo direto na reta final, Altafini, em um dos jogos em que costumeiramente entrou no segundo tempo, marcou o gol do triunfo juventino aos 43 minutos do segundo tempo.[32]

A Juventus terminou campeã precisamente por dois pontos a mais do que o concorrente,[9] com o brilho do brasileiro sobre o ex-clube inspirando que a expressão core 'ngrato ("coração ingarto", na língua napolitana), nome de uma canção popular, se tornasse sinônimo de vira-casaca na Itália.[32] Como bianconero, Altafini marcou 25 gols em 74 partidas.[9] Somados aos gols anteriores por Milan e Napoli, igualou-se a Meazza como terceiro maior artilheiro da Serie A (ambos com 216 gols), abaixo inicialmente apenas de Gunnar Nordahl (225) e do recordista Silvio Piola (274), algo que se mantinha à altura de 2010.[6] Posteriormente, foi superado pelos 250 de Francesco Totti.[2]

Altafini defendeu a Juventus até 1976,[9] estendendo a carreira por pequenos clubes da Suíça italiana.[2] Tornou a viver na Itália após parar de jogar, radicando-se nesse país como comentarista esportivo.[22]

Seleções brasileira e italiana

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Mazzola em 2008 juntamente com Luís Inácio Lula da Silva, em homenagem aos cinquenta anos do título da Copa do Mundo FIFA de 1958.

Estreou pela Seleção Brasileira em 16 de junho de 1957, marcando um dos gols de vitória amistosa de 3-0 sobre Portugal. Em julho, participou de dois duelos com a Argentina,[35] marcando um dos gols da vitória de 2-0 que valeram a Copa Roca. Esses dois clássicos se tornaram especialmente históricos por renderem a estreia e o primeiro gol de Pelé pelo Brasil.[36]

Mazzola não chegou a jogar novamente pela Seleção em 1957,[35] mas pôde fazer parte da campanha vitoriosa do Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1958. Foi inclusive ele o autor do primeiro gol brasileiro naquela Copa, contra a Áustria.[37] Também marcou mais um gol nesse jogo,[2] além de fornecer (para Nilton Santos) a assistência do outro gol na vitória de 3-0.[37]

Na segunda partida, o Brasil empatou sem gols com a Inglaterra, resultado que chamou a atenção por ser o primeiro 0-0 da história das Copas. Mazzola teria tido boa atuação, com um cabeceio seu tendo sido salvo somente com "defesa milagrosa" do goleiro Colin McDonald.[38] Porém, era visto como não concentrado o suficiente, diante da oferta financeira feita pelo Milan.[28]

Para a terceira partida, a comissão técnica optou por usar Pelé em seu lugar. O grande desempenho do adolescente nos 2-0 sobre a União Soviética colocou-o imediatamente na titularidade.[39] Autor dos dois gols, Vavá lesionou-se no lance do segundo, propiciando que Mazzola ocupasse seu lugar para a partida seguinte, contra o País de Gales.[40]

Contra os galeses, Mazzola apareceu duas vezes em lances de bicicleta: na primeira delas, o lance resultou no gol de Pelé - a bicicleta servira para lançar a bola à área, com Didi alcançando-a e então entregando-a para Pelé abrir o placar aos 26 minutos do segundo tempo (e marcar pela primeira vez no torneio). Dez minutos depois, Mazzola utilizou a bicicleta para ele próprio também marcar um gol, mas o lance terminou anulado pela arbitragem por "jogo perigoso".[41]

A partida contra Gales acabou sendo a última de Mazzola pela Seleção.[35] Vavá recuperou-se e retomou a titularidade pelo restante do torneio junto a Pelé.[42] A transferência ao futebol italiano foi o outro fator que atrofiou a carreira de Mazzola pela Seleção, em tempos em que ela não convocava quem atuasse fora do país - política que já havia feito com que ela dispensasse da própria Copa de 1958 o atacante Evaristo de Macedo apesar do sucesso deste no Barcelona.[43]

Esquecido pela Confederação Brasileira de Desportos, em 1961 ele passou a defender a Itália.[2] Em 2012, ofereceu o seguinte contexto da época, ao Lance!:

"É muito simples. Naquele tempo, o Brasil não chamava quem jogava no exterior. Ninguém. Eu estava no exterior e não seria chamado. Eu, com 23, 24 anos, ficaria muito chateado se perdesse um Mundial. Não fui eu que deixei o Brasil. Foi o Brasil que me deixou"[44]
Mazzola
Terceiro agachado pela Itália em 1961. Está entre outros sul-americanos, os argentinos Antonio Angelillo e Omar Sívori. Dentre outros jogadores, também Lorenzo Buffon (goleiro), Cesare Maldini (segundo em pé, pai de de Paolo) e Giovanni Trapattoni (último em pé).

Contudo, sua passagem pela Azzurra acabou minorada igualmente por decisões diretivas em detrimento de méritos esportivos: a FIFA deliberou que após a Copa do Mundo FIFA de 1962 não seriam mais tolerados uso de jogadores naturalizados que já houvessem defendido as seleções de seus países de nascença, fazendo daquele Mundial justamente o capítulo final não somente Altafini pela Seleção Italiana, mas também dos argentinos Omar Sívori e Humberto Maschio; assim como o do argentino Alfredo Di Stéfano, do húngaro Ferenc Puskás e do uruguaio José Santamaría pela Espanha.[45]

A Itália terminou eliminada na fase de grupos, em polêmico duelo contra o anfitrião Chile, que teria exercido violenta marcação para anular o ítalo-brasileiro.[46] Ele, contudo, contaria que a parte que mais havia lhe doído era ser reportado no Brasil como traidor, conforme detalhou em 2007 para a Trivela:[4]

"Jogar pela Itália, mesmo com toda a honra e orgulho, foi a pior coisa que eu poderia ter feito. Hoje, eu poderia ser tricampeão mundial, com o Brasil. Fui campeão em 1958, e praticamente o mesmo elenco foi para 1962. Eu teria sido chamado e seria campeão duas vezes. Em 1970, tinha dois anos a mais que o Pelé, e o Brasil não tinha centroavante. Esse foi o meu erro. (...) Eu tinha 22, 23 anos, não sabia o que estava fazendo. Para mim, era normal ser chamado pela Itália e jogar pela seleção. Não queria criar um problema pessoal. Tinha direito ao passaporte, não apenas por jogar na seleção, e não ganhei nada a mais para isso. Passei muito mal. Um jornalista (...) do jornal Ultima Hora ficou o ano inteiro me chamando de vendido, traidor, ex-brasileiro. Era todo dia. (...). Joguei pela Itália porque meus avós eram italianos, mas não sabia o que estava fazendo. Se eu conseguisse raciocinar naquele momento, pensaria que ainda seria chamado em 1962. Era mais novo que o Vavá, poderia ter sido reserva dele. Em 1970, eu estava no auge, mas são coisas do passado. Pela Itália, joguei com muito orgulho, mas só com o passar dos anos comecei a perceber. Doeu muito ser chamado de traidor".[4]
Mazzola

Embora radicado na Itália, Mazzola costuma vir ao Brasil "a passeio".[22] Em uma de suas visitas, foi homenageado, em 2008, pela Senado Federal do Brasil, na comemoração dos cinquenta anos do título da Copa do Mundo de 1958, juntamente com outros campeões ainda vivos - De Sordi, Dino Sani, Djalma Santos, Orlando Peçanha, Moacyr, Pepe, Zagallo, Zito.[47] Mazzola não via alguns deles desde o próprio título, emocionando-se em especial com o reencontro.[48] Em seu discurso oficial, Luís Inácio Lula da Silva agradeceu-lhe por ter vindo desde a Itália para a cerimônia e convidou-lhe de antemão para recepção de Estado na embaixada brasileira em Roma quando o presidente do Brasil eventualmente estivesse em visita oficial à capital italiana e brincou sobre como chegara a sofrer pelas exibições do ex-atacante nos clássicos entre Palmeiras e Corinthians.[49]

Milan
Juventus
Seleção Brasileira

Ver também

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Referências

  1. «Todos os brasileiros 1958». Folha de S.Paulo. 9 de dezembro de 2015. Consultado em 5 de novembro de 2018 
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  4. a b c d ESPINA, Ricardo; BERTOZZI, Leonardo (março de 2007). Alfatini: "Jogar pela Itália foi a pior coisa que poderia ter feito". Trivela n. 13. São Paulo: Trivela Comunicações, p. 33
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  13. SPIACCI, Pedro (agosto de 2014). «Os 10 maiores jogadores da história do Napoli». Calciopédia. Consultado em 13 de setembro de 2025 
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  15. ANTONELLI, Rodrigo (abril de 2010). «Valentino Mazzola foi a encarnação do Grande Torino». Calciopédia. Consultado em 17 de setembro de 2025 
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  17. ANTONELLI, Rodrigo (abril de 2010). «Sandro Mazzola fez valer o dito 'filho de peixe, peixinho é'». Calciopédia. Consultado em 13 de setembro de 2025 
  18. OLIVEIRA, Nelson (dezembro de 2016). «Gianni Brera, o rei dos neologismos». Calciopedia. Consultado em 17 de setembro de 2025 
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Ligações externas

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