Giovanni Ferrari

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Giovanni Ferrari
Giovanni Ferrari
Ferrari na Juventus
Informações pessoais
Nome completo Giovanni Ferrari
Data de nasc. 6 de dezembro de 1907
Local de nasc. Alessandria, Itália
Falecido em 2 de dezembro de 1982 (74 anos)
Local da morte Milão, Itália
Informações profissionais
Posição Meia-atacante
Seleção nacional
Itália
Times/Equipas que treinou
Marcando pela Juventus gol sobre a Fiorentina em 1935.

Giovanni Ferrari (Alessandria, 6 de dezembro de 1907 - Milão, 2 de dezembro de 1982) foi um jogador e técnico de futebol italiano.[1] Estatisticamente, foi um vencedor incrível:[2] titular da campanha da seleção italiana campeã pela primeira vez da Copa do Mundo FIFA, na edição de 1934,[3] foi igualmente titular no bicampeonato, na edição de 1938. Apesar dos títulos seguidos, somente ele e o astro Giuseppe Meazza foram titulares nas duas campanhas. Ferrari também detém um recorde de títulos no campeonato italiano: oito,[2] marca que foi exclusivamente sua por quarenta anos.[4]

Cinco dos seus títulos na Serie A foram pela Juventus,[2] onde é considerado um dos vinte maiores jogadores que o clube teve.[5] Pela seleção, era considerado a referência maior no meio-campo ofensivo na década de 1930, demonstrando um futebol técnico, eficiente e bastante competitivo.[6] Dificilmente perdeu por seu país: foram 32 vitórias e somente três derrotas.[2]

Carreira de jogador[editar | editar código-fonte]

Clubes[editar | editar código-fonte]

Ferrari começou no Alessandria, de sua homônima cidade natal, em 1923. Na temporada 1925-26, foi repassado à Internapoli, onde teve um desempenho destacado, com mais de um gol por jogo: marcou 16 vezes em 15 partidas. Devolvido ao Alessandria, manteve boa média nas temporadas seguintes, com 10 gols em 18 jogos na de 1926-27 e 21 em 32 na de 1927-28 e 19 em em 26 na de 1929-30.[7]

Em 1930, fez sua estreia pela seleção italiana,[8] ainda como jogador do Alessandria.[9] No mesmo ano, passou à Juventus.[2]

Na época, a equipe de Turim tinha apenas dois títulos no campeonato italiano. Ainda estava abaixo dos nove do Genoa, dos sete do Pro Vercelli e dos três do Milan. Da temporada 1930-31 até a de 1934-35, contudo, a Juve obteve cinco títulos seguidos na competição, então um recorde, superado somente pelo hexacampeonato do mesmo clube entre 2012 e 2017.[10]

Ferrari esteve nestes cinco troféus.[3] A fase naturalmente fez com que os jogadores bianconeri compusessem a base da seleção na ocasião da Copa do Mundo FIFA de 1934.[11] No pentacampeonato, Ferrari marcou 16 gols em 34 partidas na temporada 1930-31; 16 em 33 na de 1931-32; 11 em 33 na de 1932-33; 16 em 34 na de 1933-34; e 7 em 26 na de 1934-35.[7] Deixou o clube em 1935,[3] pelo declínio ou não dos números na última temporada.

O jogador rumou à Ambrosiana-Inter,[3] nome da Internazionale na época,[10] em tempos nos quais ainda não existia o Derby D'Italia, rivalidade que a seria fomentada apenas na década de 1960 entre Inter e Juve.[12] Seu ex-clube só voltaria a ser campeã na temporada 1949-50.[10]

Após cinco anos na Juventus, Ferrari passou outros cinco anos na Inter, deixando os nerazzurri em 1940.[3] Conseguiu no time de Milão mais dois títulos italianos,[2] nas temporadas 1937-38 e 1939-40,[10] além da Copa da Itália de 1938-39, a primeira do clube.[13] Foram 8 gols em 25 partidas na temporada 1935-36, 7 em 30 na de 1936-37, 9 em 30 na de 1937-38, nenhum em 15 na de 1938-39 e novamente nenhum, em 8, na de 1939-40.[7] Assim, novamente após declínio nos números, Ferrari foi outra vez transferido.

Em meados de 1940, ele foi jogar no Bologna,[3] na época uma potência conhecida como "o time que faz a Terra tremer",[14] e quem se intercalava em títulos com a Inter, ganhando os outros três disputados entre 1935 e 1940.[10] Nos felsinei, conseguiu um novo título italiano,[3] na temporada 1940-41.[10] Jogou 16 vezes, convertendo dois gols.[7]

O Bologna só foi campeão uma única outra vez após aquela temporada.[10] O recorde de oito títulos italianos acumulados por Ferrari só seria igualado em 1984, por Giuseppe Furino.[4] Após o título com o Bologna, Ferrari voltou à Juventus para a última temporada da carreira de jogador, pendurando as chuteiras em 1942,[3] após seis jogos e um gol no retorno à Juve.[7]

Seleção[editar | editar código-fonte]

Ferrari estreou pela Itália em 9 de fevereiro de 1930, em vitória por 4-2 sobre a Suíça em Roma.[8] Na época, ainda defendia o Alessandria.[9] A segunda partida veio cerca de um ano depois, em vitória por 5-0 sobre a França em Bolonha.[8] Já era jogador da Juventus. Na quinta partida, marcou pela primeira vez pela Azzurra, que na ocasião venceu por 2-0 Portugal dentro da cidade do Porto.[9]

O pentacampeonato da Juventus entre 1931-35 fez com que naturalmente os jogadores do clube formasse a base da seleção e Ferrari esteve entre os titulares da Itália nesse período rumo à Copa do Mundo FIFA de 1934, a ser realizada no país.[11] Antes do mundial, marcou o gol italiano no empate em 1-1 com a Inglaterra em Roma, em 13 de maio de 1933.[8] A importância do resultado reside no contexto da época, em que os ingleses julgavam ter por direito a melhor seleção do mundo, isolando-se de competições internacionais a ponto de recusarem o convite de disputarem o próprio mundial de 1934.[15] Ferrari abriu o placar já aos 4 minutos de jogo. O empate viria no minuto 54.[9]

Copa do Mundo de 1934[editar | editar código-fonte]

Jogadores italianos erguem o treinador Vittorio Pozzo após a final da Copa do Mundo FIFA de 1934. Ferrari é a pessoa mais à direita, de perfil, facilmente distinguível pelos cabelos calvos.

A edição de 1934 foi a única na qual o país-sede precisou jogar as eliminatórias, as primeiras realizadas para uma Copa do Mundo FIFA. O único compromisso italiano foi uma vitória por 4-0 sobre a Grécia, já em 25 de março de 1934, em Milão.[16] Ferrari marcou um dos gols.[8] Na estreia, em Milão, a Azzurra venceu por 7-1 o terceiro colocado na Copa do Mundo FIFA de 1930, os Estados Unidos. Ferrari fez aos 18 minutos do segundo tempo quarto gol italiano, seis minutos após o adversário alterar o placar para 3-1.[17]

Ele também marcou na partida seguinte, contra a Espanha, que havia aberto o placar, aproveitando um rebote do goleiro Ricardo Zamora, ainda que em lance considerado faltoso no qual o colega Angelo Schiavio teria impedido Zamora de movimentar-se.[18] A arbitragem não anulou e o empate em 1-1 em Florença perseverou ao fim da prorrogação, em partida que extenuou alguns jogadores. Pelo regulamento da época, as duas seleções deveriam se enfrentar novamente já no dia seguinte.[19] Ferrari foi um dos poupados, substituído pelo argentino Attilio Demaría, mas os anfitriões venceram por 1-0.[20]

Ferrari voltou na partida contra uma sensação do torneio, o Wunderteam da Áustria, cuja exibição terminou decepcionante, prejudicada pela chuva a tornar o gramado pesado em Milão. A Itália venceu novamente por 1-0, classificando-se para a decisão.[21]

Na final da Copa, foi de Ferrari a assistência para o primeiro gol italiano, em outro lance polêmico: a Tchecoslováquia reclamou bastante de que ele teria usado o braço e não o peito para dominar a bola antes de entrega-la a Raimundo Orsi. O juiz chegou a consultar o bandeirinha, e acabou validando o lance após a confirmação do auxiliar de que a jogada fora legal.[22]

O adversário havia aberto o placar apenas cinco minutos antes, já aos 31 minutos do segundo tempo. Os italianos passaram à frente já no início da prorrogação e depois retrancaram-se com sucesso para garantir uma sofrida vitória por 2-1.[23]

Copa do Mundo de 1938[editar | editar código-fonte]

O treinador Vittorio Pozzo com a taça Jules Rimet, rodeado por seus jogadores após a final da Copa do Mundo FIFA de 1938. Ferrari é o penúltimo jogador em pé.

Após o título, seguiu na seleção em cada ano até a Copa do Mundo seguinte, já como jogador da Internazionale (então Ambrosiana-Inter).[9] Marcou mais cinco gols, um deles em empate em 1-1 com a Alemanha em Berlim em 15 de novembro de 1936.[8] A Itália manteve uma invencibilidade de 17 partidas, desde outubro de 1935, chegando embalada à Copa de 1938 especialmente em função de goleadas nos últimos amistosos: 6-1 na Bélgica, em Milão, e 4-0 na Iugoslávia, em Gênova,[24] com Ferrari marcando nesta partida.[8]

Até o mundial, a seleção, porém reformulou-se bastante, tendo um elenco considerado ainda melhor que o de 1934,[25] rejuvenescendo um time que havia sido campeão com média de idade próxima dos 30 anos.[26] Conservou para 1938 apenas quatro campeões da edição anterior: Ferrari, Giuseppe Meazza, Eraldo Monzeglio e Guido Masetti.[9] Somente Meazza e Ferrari foram campeões e titulares nas duas Copas.[2] Ferrari jogou em todas as partidas, dessa vez sem marcar gols;[9] dessa vez, sua tarefa era a de municiar, junto de Meazza, os atacantes Silvio Piola e Gino Colaussi.[6] Ferrari e Meazza agora eram colegas de Inter, o que favoreceu um maior entrosamento entre eles.[26]

Em uma dessas partidas, a Azzurra eliminou nas quartas-de-final a anfitriã França, vencendo por 3-1 em Paris,[27] em ocasião lembrada pelos italianos vestirem-se totalmente de preto, a cor do fascismo, por conta do adversário também usar a cor azul. Fizeram também a saudação fascista antes da partida, no que foram vaiados.[28] Contra o Brasil, a Itália ganhou graças a um famoso pênalti cometido por Domingos da Guia, existindo versão de que o lance foi fruto de pontapés mútuos entre ele e Ferrari.[26] Na versão mais famosa, a falta de Domingos foi sobre Piola.[29]

Ferrari teve boas condições para marcar um gol na final, mas preferiu passar a bola, exatamente no que foi considerado o gol mais bonito da decisão: aos 16 minutos do jogo contra a Hungria, a partida já estava empatada em 1-1. Foi quando os italianos realizaram um lance de bastante sincronia, rolando a bola dentro da área húngara sem que a defesa adversária conseguisse interceptar. Começou com Gino Colaussi, pela esquerda, que passou a Silvio Piola, pelo centro. Piola tocou a Ferrari, que estava em boa posição para arrematar, com o gol à sua frente. Ele, porém, repassou a bola a Meazza, que estava pela direita. Meazza driblou um marcador e entregou para Piola, na marca do pênalti, acertar o ângulo esquerdo de Antal Szabó. O jogo terminou em 4-2,[30] A vitória foi considerada tranquila justa, com os húngaros não dando a impressão de que evitariam-na mesmo quando chegaram a diminui-la momentaneamente para 3-2.[31]

Após o bicampeonato, Ferrari jogou mais duas vezes pela Itália, a última delas em vitória por 1-0 sobre a França em Nápoles, em 4 de dezembro daquele mesmo ano.[9] Ao todo, forma 44 jogos e 14 gols por seu país.[8]

Treinador[editar | editar código-fonte]

Copa do Mundo de 1962[editar | editar código-fonte]

Os argentinos Humberto Maschio e Omar Sívori com o terno da seleção italiana na Copa do Mundo FIFA de 1962, onde Ferrari foi técnico. Ferrari recorreu bastante a estrangeiros como treinador da Azzzurra.

Após treinar a Ambrosiana-Inter e clubes menores, foi designado técnico da seleção italiana no fim da década de 1950, após o insucesso da Azzurra em classificar-se à Copa do Mundo FIFA de 1958. Estreou ainda em 1958, em empate em 1-1 com a Tchecoslováquia em Gênova em 13 de dezembro.[32] Classificou o país à Copa do Mundo FIFA de 1962, mas, ao não vislumbrar a quantidade ideal de talento entre os jogadores nativos do país, recorreu a muitas naturalizações de ítalo-estrangeiros: nas eliminatórias e/ou na convocação final, utilizou o brasileiro Ângelo Sormani, José João "Mazzola" Altafini e os argentinos Omar Sívori, Humberto Maschio (os quatro, na lista final), Antonio Angelillo e Francisco Loiácono.[33]

A seleção terminou precocemente eliminada na primeira fase. A estreia foi marcada pela falta de determinação mútua dos jogadores italianos e da Alemanha Ocidental, que empataram em 0-0.[34] Insatisfeito, Meazza promoveu seis alterações para a partida seguinte, contra o anfitrião Chile. O jogo, porém, terminou marcado pela violência excessiva e os europeus terminaram com dois jogadores expulsos e derrotados por 2-0,[35] em tensão deflagrada por reportagens italianas antes do torneio consideradas como injuriosas pelo povo chileno.[34] O resultado eliminou a Itália já na segunda rodada, terminando inútil a vitória por 3-0 sobre a Suíça na terceira partida.[36]

Bicampeão mundial, morreu no final do ano em que a Itália finalmente conquistou o tricampeonato, quatro dias antes de seu 75o aniversário.[2]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Juventus[editar | editar código-fonte]

Internazionale[editar | editar código-fonte]

Bologna[editar | editar código-fonte]

Seleção Italiana[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Perfil em Soccerbase.com». Consultado em 4 de março de 2016. 
  2. a b c d e f g h GEHRINGER, Max (novembro de 2005). Os campeões. Placar: A Saga da Jules Rimet, fascículo 3 - 1938 França. Editora Abril, pp. 42-43
  3. a b c d e f g h GEHRINGER, Max (outubro de 2005). Os campeões. Placar: A Saga da Jules Rimet, fascículo 2 - 1934 Itália. Editora Abril, pp. 40-41
  4. a b LANDULFO, Gerardo; PASTORIN, Darwin (11 maio 1984). Juventus, 21 vezes campeã. Placar n. 729. São Paulo: Editora Abril, p. 11
  5. ANTONELLI, Rodrigo (julho de 2014). «Os 10 maiores jogadores da história da Juventus». Calciopédia. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  6. a b DINIZ, Guilherme (abril de 2013). «Times históricos: Itália 1934-1938». Calciopédia. Consultado em 18 de fevereiro de 2018. 
  7. a b c d e DI MAGGIO, Roberto (29 de janeiro de 2005). «Giovanni Ferrari - Goals in Serie A». RSSSF. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  8. a b c d e f g h GULLO, Francesco (21 de abril de 2011). «Giovanni Ferrari - Goals in International Matches». RSSSF. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  9. a b c d e f g h MARIANI, Maurizio (21 de abril de 2011). «Italy - International Matches 1930-1939». RSSSF. Consultado em 16 de fevereiro de 2018. 
  10. a b c d e f g KARPATI, Tamas; KRAMARSIC, Igor (31 de agosto de 2017). «Italy - List of Champions». RSSSF. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  11. a b GEHRINGER, Max (outubro de 2005). E la nave va. Placar: A Saga da Jules Rimet, fascículo 2 - 1934 Itália. Editora Abril, pp. 24-26
  12. OLIVEIRA, Nelson (30 de março de 2013). «Dérbis: Inter x Juventus». Calciopédia. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  13. KRAMARSIC, Igor; DI MAGGIO, Roberto (8 de junho de 2017). «Italy - List of Cup Finals». RSSSF. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  14. ANTONELLI, Rodrigo (setembro de 2015). «Os 10 maiores jogadores da história do Bologna». Calciopédia. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  15. GEHRINGER, Max (outubro de 2005). A política entra em campo. Placar: A Saga da Jules Rimet, fascículo 2 - 1934 Itália. Editora Abril, pp. 6-8
  16. GEHRINGER, Max (outubro de 2005). As primeiras eliminatórias. Placar: A Saga da Jules Rimet, fascículo 2 - 1934 Itália. Editora Abril, pp. 18-21
  17. GEHRINGER, Max (outubro de 2005). Presença "eletrizante". Placar: A Saga da Jules Rimet, fascículo 2 - 1934 Itália. Editora Abril, p. 30
  18. CASTRO, Robert (2014). Capítulo III - Italia 1934. Historia de los Mundiales. Montevidéu: Editorial Fín de Siglo, pp. 34-55
  19. GEHRINGER, Max (out. 2005). Equilíbrio total. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 2 - 1934 Itália". São Paulo: Editora Abril, p. 35
  20. GEHRINGER, Max. Escalação estranha (out. 2005). Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 2 - 1934 Itália". São Paulo: Editora Abril, p. 35
  21. GEHRINGER, Max. Chuva e decepção (out. 2005). Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 2 - 1934 Itália". São Paulo: Editora Abril, p. 35
  22. GEHRINGER, Max. Os gols da final (out. 2005). Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 2 - 1934 Itália". São Paulo: Editora Abril, p. 39
  23. GEHRINGER, Max. Vitória sofrida (out. 2005). Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 2 - 1934 Itália". São Paulo: Editora Abril, p. 38
  24. GEHRINGER, Max. Replay de Berlim (nov. 2005). Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 3 - 1938 França". São Paulo: Editora Abril, p. 32
  25. GEHRINGER, Max. Ainda melhor que em 1934 (nov. 2005). Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 3 - 1938 França". São Paulo: Editora Abril, p. 40
  26. a b c CASTRO, Robert (2014). Capítulo IV - Francia 1938. Historia de los Mundiales. Montevidéu: Editorial Fín de Siglo, pp. 56-78
  27. GEHRINGER, Max (nov. 2005). Sem esperança. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 3 - 1938 França". São Paulo: Editora Abril, p. 36
  28. GEHRINGER, Max (nov. 2005). Fascistas. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 3 - 1938 França". São Paulo: Editora Abril, p. 36
  29. GEHRINGER, Max (nov. 2005). Derrota amarga. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 3 - 1938 França". São Paulo: Editora Abril, p. 38
  30. GEHRINGER, Max (nov. 2005). Os gols da final. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 3 - 1938 França". São Paulo: Editora Abril, p. 41
  31. GEHRINGER, Max (nov. 2005). A Itália é bi, com justiça. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 3 - 1938 França". São Paulo: Editora Abril, p. 40
  32. MARIANI, Maurizio (21 de abril de 2011). «Italy - International Matches 1950-1959». RSSSF. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. 
  33. CASTRO, Robert (2014). Capítulo VIII - Chile 1962. Historia de los Mundiales. Montevidéu: Editorial Fín de Siglo, pp. 172-204
  34. a b GEHRINGER, Max (mar. 2006). Expectativa frustrada. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 7 - 1962 Chile". São Paulo: Editora Abril, p. 29
  35. GEHRINGER, Max (mar. 2006). Espetáculo deprimente. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 7 - 1962 Chile". São Paulo: Editora Abril, p. 30
  36. GEHRINGER, Max (mar. 2006). Mexe-mexe à italiana. Placar Especial "A Saga da Jules Rimet fascículo 7 - 1962 Chile". São Paulo: Editora Abril, p. 31

Ligações externas[editar | editar código-fonte]