Paris Saint-Germain Football Club

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Paris Saint-Germain
Logo PSG.png
Nome Paris Saint-Germain Football Club
Alcunhas PSG
Paris SG
Os Vermelhos e Azuis
Os Parisienses
Fundação 12 de agosto de 1970 (46 anos)
Estádio Parc des Princes
Capacidade 48.712
Localização Paris, França
Presidente Catar Nasser Al-Khelaïfi
Treinador Espanha Unai Emery
Patrocinador =Emirados Árabes Unidos Emirates Airlines
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição França Ligue 1
França Copa da França
França Copa da Liga Francesa
União Europeia Liga dos Campeões da UEFA
L1 2016–17
CF 2016–17
CL 2016–17
LC 2016–17
Em disputa
Á disputar
Á disputar
Em disputa
Website Psg.fr
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Uniforme
titular
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Temporada atual
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O Paris Saint-Germain Football Club, também conhecido como Paris Saint-Germain ou simplesmente PSG, é um clube de futebol francês, da cidade de Paris.

As suas cores são as cores tradicionais de Paris, azul e vermelho, e de Saint-Germain, distrito nos arredores de Paris, branco. O clube teve origem em 1970, a partir da fusão entre Paris Football Club, criado um ano antes, e do Stade Saint-Germain, fundado em 1904. Em 2011, a equipe foi comprada por Nasser Al-Khelaïfi, tornando-se assim um dos clubes mais ricos do mundo.

História[editar | editar código-fonte]

Primeiras décadas[editar | editar código-fonte]

O Paris Saint-Germain foi fundado em 12 de agosto de 1970 na sequência de uma iniciativa de vinte mil torcedores de futebol que queriam que Paris tivesse uma grande equipe. Para começar este projeto foi feita uma parceria com o Saint-Germain-en-Laye, que em 1970 subiu à II Liga Francesa.

Na temporada de estreia, o PSG ganhou o campeonato da II Liga, assim subindo à I Liga francesa. Nessa equipe jogava o português Fernando Cruz.

Na sua primeira temporada na I Liga (1971-72), o clube ficou na 16.ª posição, numa temporada marcada pelas disputas internas entre jogadores amadores e profissionais. Estes conflitos levaram a uma separação no clube, em maio de 1972, entre o Saint-Germain e os parisienses. Estes últimos juntaram-se ao CA Montreuil e permaneceram na I Liga com o antigo nome de Paris FC. Os germanois mantiveram o nome PSG mas foram relegados, para a III Liga. Em 1973 o clube tornou-se profissional e na temporada 1973/1974 subiu à I Liga, na temporada em que o Paris FC desceu para a II Liga.

Ao longo dos anos começou a chegar regularmente aos lugares da frente do campeonato. O primeiro troféu chegaria em maio de 1982 com a conquista da Taça de França. O PSG venceu o AS Saint-Étienne nessa final repetindo o feito na temporada seguinte, desta vez contra o Nantes. O primeiro campeonato foi ganho na temporada 1985-86, graças a uma equipe com muitas estrelas como Joël Bats, Safet Sušić, Luis Fernández e Dominique Rocheteau.

O ano de 1991 foi marcante para o clube, que passou a ser patrocinado pelo canal privado de televisão Canal+, além da administração de Michel Denisot. Foram feitos grandes investimentos na equipe que passou a ser treinada pelo português Artur Jorge, cujo objetivo era a reconquista do campeonato em três anos, o que foi atingido na época 1993-94 com jogadores como os brasileiros Raí, Valdo e Ricardo Gomes, o liberiano George Weah e o francês David Ginola. Em 1996 o PSG passou a ser treinado pelo antigo jogador Luis Fernández, e conquistou a Taça das Taças ganhando ao Rapid Viena.

A partir daí o clube passou por uma fase menos positiva apesar dos grandes investimentos na contratação de jogadores como Daniel Kenedy, Marco Pantelić, Laurent Robert, Ronaldinho, Mauricio Pochettino ou Hugo Leal, entre outros.

2007–2011[editar | editar código-fonte]

Parc des Princes

Após uma derrota em casa, para o Valenciennes FC, em 15 de Janeiro de 2007, Lacombe foi despedido e substituído por Le Guen, um ex- jogador do PSG, cujo sucesso como gerente do Lyon tinha sido seguido por uma má temporada com o Rangers, na Escócia. Le Guen guiou o Paris Saint-Germain as quartas-de-final da Taça UEFA, onde foram derrotados pelos Portugueses do SL Benfica, e um 15º lugar na liga. O atacante português Pauleta terminou novamente a temporada como melhor marcador: 15 gols no total.

O Paris Saint-Germain abriu a temporada 2007-08 em casa a frente ao FC Sochaux-Montbéliard, em 4 de agosto com um imprevisível 0-0. O PSG não marcou um só gol nos primeiros 249 minutos jogados na Ligue 1, feito quebrado quando Marama Vahirua igualou o marcador frente ao FC Lorient na terceira partida, que foi uma surpresa ao ganhar por 3-1 em Paris.

No entanto, depois de conquistar sete pontos em três jogos, incluindo vitórias fora frente ao Le Mans e ao AS Monaco, o Paris Saint-Germain subiria ao 11.º lugar. Após perder em casa frente ao Girondins de Bordeaux, Le Guen mudou a partida XI, elevando jogadores da base ao profissional. Jogadores como Mamadou Sakho, Loris Arnaud, Younousse Sankharé e David N'Gog. Este último marcou por duas vezes em uma vitória na Taça da Liga Lorient. No entanto, continuou a luta do PSG na Liga.

Pedro Pauleta e Denilson (ex-Arsenal). O português é o segundo maior goleador da história do clube, com 109 gols marcados.

A equipe se recuperou com outro sucesso impressionante na Taça da Liga, desta vez contra o Montpellier HSC, com Pauleta ao marcar ambas os gols, incluindo o 100.º.

Após uma pausa internacional, o Paris Saint-Germain ficou em 14.º lugar na tabela. Quando a equipe retornou, eles sofreram uma derrota por 2-1 no Stade du Ray e entraram na zona de rebaixamento. Em 1 de dezembro de 2007 jogou em casa contra o SM Caen, ambos grandes torcedores parisienses, fizeram uma "greve" nos primeiros 15 minutos, entrando atrasados antes de incentivar sua equipe. O Paris Saint-Germain, perdeu 1-0, e com isso, entraram em "crise".

Mesmo com o clube continuando a perder força na Liga (com seis derrotas, dois empates e uma vitória em nove jogos da liga, acabou terminando em 16.º, apenas três pontos acima da zona de rebaixamento), venceu a Taça da Liga de 2008, e chegou à final da Copa. O resultado foi de 1-0 para os campeões da Ligue 1, o Olympique Lyonnais.

O Paris Saint-Germain ficou em 9° colocado nas temporadas 2004-2005 e 2005-2006. Em 2006-07, Paris Saint-Germain não impressionou, e não chegaram sequer as finais de ambas as copas, e ficou em 15° lugar na liga, 3 posições à cima da zona de rebaixamento.

Em 2007-08, PSG acabou um lugar atrás de onde terminou a última temporada (2006-07). O PSG lutou o tempo todo para não ser rebaixado, ficando a maior parte do tempo na parte debaixo da tabela, se salvando nas duas últimas partidas, em que ganhou as duas e acabou permanecendo na Ligue I. Em 2010-11 perdeu para o Benfica em 10 de março de 2011 por 2-1 no Estádio da Luz, no primeiro jogo das oitavas de final da Europa League e no dia 17 de março na 2.ª partida, no Parc des Princes, empatou por 1-1 com o Benfica, acabando aí a sua aventura europeia. O PSG continuou assim a lutar pelo 1º lugar da Ligue 1.

A compra do clube[editar | editar código-fonte]

Nasser Al-Khelaifi e Leonardo

Em junho de 2011 o clube foi comprado por um grupo do Qatar, a Autoridade de Investimento do Qatar Investment Authority ("QIA"), tendo o qatariano Nasser Al-Khelaifi como presidente do clube. Desde então, a equipe passou a fazer grandes contratações, principalmente na janela de verão da temporada 2011-12. Nomes como o argentino Javier Pastore, ex-Palermo e muitos outros destaques do campeonato francês. Em janeiro chegaram ao clube os brasileiros Alex, ex-do Chelsea, Maxwell, ex-Barcelona e Thiago Motta, ex-Internazionale, tornando-se o maior investidor dentre todos os clubes do continente europeu, prejudicados pela grave crise econômica vivida no continente.

Para a temporada 2012-13, o clube se reforçou ainda mais, trazendo astros como Ezequiel Lavezzi ex-Napoli, Thiago Silva e Zlatan Ibrahimović, os dois últimos vindos do Milan. Próximo ao fechamento da janela, trouxe ainda o jovem meia brasileiro Lucas, do São Paulo, nesta que foi a mais cara transação na história do futebol brasileiro, cerca de 110 milhões de reais. No início de 2013, contrataram o experiente meia inglês David Beckham, que atuava pelo LA Galaxy.

Atualidade[editar | editar código-fonte]

Temporada 2011–12[editar | editar código-fonte]

O clube chegou à temporada 2011-12 com muitos reforços e rodeado de expectativas, jogadores que haviam brilhado na temporada anterior no campeonato francês, porém a temporada foi muito abaixo do esperado. Os parisienses acabaram ficando em segundo lugar na liga francesa, que teve como campeão o modesto Montpellier, recém-promovido à primeira divisão francesa. O PSG também não conquistou nenhuma das copas nacionais e acabou sendo precocemente eliminado na UEFA Europa League.

Temporada 2012-13[editar | editar código-fonte]

Contratação de Zlatan Ibrahimović

Para a temporada 2012-13 a equipe reforçou-se ainda melhor e, com vaga garantida na Liga dos Campeões, a expectativa é que o clube chegue longe também nesta competição, além de conquistar o Campeonato Francês e as Copas Nacionais. Na janela de transferências imediatamente anterior ao início da temporada, o PSG foi isoladamente o clube que mais investiu em toda a Europa, recrutando um total de seis novos jogadores, entre eles a estrela Zlatan Ibrahimović e o bom zagueiro brasileiro Thiago Silva. Também vieram o argentino Ezequiel Lavezzi e o promissor italiano Marco Verratti, designado como o "novo Pirlo". Ibrahimović chega para ser um dos jogadores mais bem pagos do futebol europeu, e naturalmente é o que carrega as maiores expectativas dos torcedores parisienses. Thiago Silva, que por sua vez custou aos cofres do clube cerca de 49 milhões de euros, tornou-se o jogador mais caro da história do PSG e também da Ligue 1, o Campeonato Francês. No último dia da janela de transferências, chegou ao clube também o holandês Gregory van der Wiel, vindo do Ajax. O PSG ainda trouxe uma das promessas da seleção brasileira, o meia Lucas Moura vindo do São Paulo Futebol Clube. O PSG foi até as quartas-de-final da Liga do Campeões, onde foi eliminado pelo Barcelona após dois empates (2 a 2, em Paris, e 1 a 1, em Barcelona). Se sagrou campeão francês ao vencer o Olympique Lyonnais , foi seu terceiro título da Ligue 1.

A Chegada de Laurent Blanc (2013–2016)[editar | editar código-fonte]

Edinson Cavani

Apesar de Ancelotti prorrogar o contrato até 2014 como uma medida do projeto continuidade sólida. Durante a primeira temporada completa no clube de Ancelotti, PSG entrou na pausa de inverno no topo da Ligue 1 mesa à frente de Lyon e Marselha no saldo de gols. Que conquistou o título da Ligue 1 em 12 de maio de 2013, com duas partidas de sobra. O clube também alcançou as quartas-de-final da Liga dos Campeões, onde perdeu para o FC Barcelona na regra dos gols marcados fora. Em 19 de maio de 2013, Ancelotti pediu para deixar o clube e definido para o Real Madrid, No total o clube conseguiu arrecadar um total de três títulos em três anos, ao contrário dos sete anos precedentes, com nove treinadores diferentes até apenas quatro títulos. Pouco depois, Leonardo renuncia.

Seu sucessor no banco foi o Francês Laurent Blanc que chegou da França , com os assistentes técnicos ou ligado a Claude Makélélé que estava voltando para o clube, e o Francês Jean-Louis Gasset. O francês assumiu o controle de todos os assuntos relacionados com a primeira equipe, sob o enredo criado durante o período de seu antecessor.

E para a Temporada 2013-14 o clube já contratou Edinson Cavani junto ao Napoli, da Itália, por 64 milhões de euros (R$ 185 milhões) sendo um novo recorde na França é o quinto jogador mais caro da história, Marquinhos ao Roma por 35 milhões de euros (R$ 101,5 milhões) é o quinto defensor mais caro do mundo e Lucas Digne ao Lille por 15 milhões de euros (R$ 43,5 milhões) a revelação da última temporada.

Temporada 2014-15[editar | editar código-fonte]

A temporada 2014-15 começou com o PSG contratando David Luiz, do Chelsea por 50 milhões de euros (cerca de R$ 185,6 milhões) David tornou-se o defensor mais caro da história, superando a compra de Thiago Silva do Milan pelo próprio PSG, por € 44 milhões (R$ 132,8 milhões), Serge Aurier ao Toulouse se juntou Paris Saint-Germain em um empréstimo de uma temporada com opção de compra por 10 milhões de euros, Aurier realizou uma excelente temporada 2013-2014, sendo eleito o melhor lateral direito da Ligue 1, marcando 6 gols e dando 6 assistências, o que torna o defensor marfinense o mais efetivo da Europa.

PSG Campeão da França 2014-2015

Estádio[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Parc des Princes
Parc des Princes

O Parc des Princes é o estádio do PSG desde julho de 1974, sendo o principal local de jogo do clube. As novas instalações, inauguradas em 25 de Maio de 1972, foram utilizadas pela primeira vez pelo PSG em 10 de Novembro de 1973, em um jogo do campeonato francês Divisão 2 (atual Ligue 2) para enfrentar o Estrela Vermelha de Saint-Ouen, quando o resultado foi de 3 a 1 para o clube da capital.

O PSG compartilhou o estádio com outros clubes de futebol (FC Paris, em 1978-1979 e Matra Racing 1984-1990) e as equipes nacionais de futebol e rugby até 15 de Fevereiro de 1998, data da abertura do Stade de France. A transferência do PSG para o Stade de France foi por um tempo mencionada, mas acabou esquecida. As cores dos assentos do estádio, azul, vermelho ou amarelo desde 1972, estão em azul ou vermelho desde 1998.

Cores e Uniforme[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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De 1970 a 1973

O Paris Saint-Germain evoluiu principalmente com o branco até 1970, também, na sequência da fusão com o PFC, o clube adotou as cores azul e vermelho de Paris associados com sangermanois branco. A primeira camisa do PSG, em 1970, era vermelho com fundo azul e calções brancos. As cores branca e azul são chamados de volta ao pescoço e pulsos. O clube logo é colocado sobre o coração. Em 1970-1971 o logotipo do fabricante (Le Coq Sportif) normalmente não é visível (alguns são flocados jerseys, outros não), enquanto a época seguinte, o logotipo do equipamento é sempre visível. Outros desenvolvimentos em relação à última temporada Jersey, a passar agora é V-uniforme azul. Do mesmo modo, os pulsos são apenas azul. O calção branco e meias azuis permanecem inalteradas.

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Cores do Time
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De 1973 a 1981, 1994 a 2000 e de 2005 a 2006


O designer Daniel Hechter entrou no clube em Maio de 1973 e desenhou uma camisa que se tornou um símbolo do clube. É constituída por uma barra vertical central vermelho emoldurado por brancos fronteiras, o resto do jersey é azul. Esta camisa diz "histórico" é exibido a partir da temporada 1973-1974 na segunda divisão. As cores azul e vermelho mudaram e o tamanho da central vermelho também. Esta camisa está ainda em uso hoje, mas tem visto muitas tentativas de alteração, rejeitada por todos os adeptos. Um revertida principalmente vermelho com azul barra vertical central, que estava a ser utilizada como segunda jersey no final da década de 1970.

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De 1981 a 1990


Francis Borelli, o sucessor de Daniel Hechter, foi o primeiro a tentar substituir o jersey Hechter branco por um conjunto decorado com duas listras vermelhas e azuis fina. Primeira segunda jersey, este foi promovido no primeiro 1981, o jersey Hechter sendo, ao mesmo tempo, relegados à categoria de segunda jersey. Evolução gráfico, em 1990, com uma torre Eiffel estilizada substituindo tanto vermelho e azul bares. Esta camisola está ainda em uso duas temporadas e prevê a transição entre a era da época e Borelli Canal. Em 1992-93, o clube adota uma camisola branca com azul botões sobre os ombros.

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De 2002 a 2005


Uniformes utilizados pelo PSG

O branco foi abandonado em 1993 por uma camisa predominantemente vermelha e azul com uma barra vertical que aumenta nas laterais. Apelidado de "cobertura" pelos fãs, esta camisola é rapidamente substituída em 1994 por uma réplica do jersey Hechter. Houve várias variações, mas as cores permaneceram as mesmas até 2000. Nessa altura, o azul-marinho torna-se mais branco e as fronteiras desaparecem, provocando a ira dos adeptos. Ignorando as exigências dos seus adeptos, o clube continua a mudar o equipamento em 2001, reduzindo drasticamente a largura da barra fica vermelha deslocada à esquerda. Em 2002, os brancos das fronteiras reaparecem. Esta camisola é mantida três temporadas. Em 2005, volta a camisola "histórica", para deleite dos fãs.

A segunda foi principalmente jersey branco antes de 1981 e após 1993, entre estas duas datas, jersey "histórico" foi usado como tal. Note o uso de uma camisa cinza e branco (1999 a 2001) e uma camisa cinza em 2001-02, uma camisola vermelha em 2004-2005 e um foquete jersey, no período 2006-07, Como uma segunda jersey.

A Le Coq Sportif resto do equipamento PSG 1970-1975 e a Adidas assume para a temporada 1975-76, antes de retornar no Coq Sportif 1976-1977. Pony PSG equipe em 1977-78, mas Le Coq Sportif recupera PSG do contrato de 1978 a 1986. Adidas torna-se o veículo do clube até 1989, data da assinatura com a Nike.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • 1.º Uniforme - Camisa azul com listras vermelhas e brancas, calção e meias azuis;
  • 2.º Uniforme - Camisa vermelha, calção e meias vermelhas;
  • 3.º Uniforme - Camisa branca, calção e meias brancas.
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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Camisa verde, calção e meias verdes;
  • Camisa amarela, calção e meias amarelas.
  • Camisa cinza, calção e meias cinzas.
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Material Esportivo e Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

Período Material Esportivo Patrocinador
1970–1975 França Le Coq Sportif Nenhum
1974–1986 RTL
1975–1976 Alemanha Adidas
1976–1977 França Le Coq Sportif
1977–1978 Pony
1978–1986 França Le Coq Sportif
1986–1989 Alemanha Adidas
1986–1991 Canal+
1989–1991[1] Estados Unidos Nike
1991–1995 Commodore / SEAT
1995–2003 Opel
2003–2007 Thomson
2007–2013 Fly Emirates
2013–Presente Fly Emirates / QNB / Ooredoo

Fonte:[2]

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Tradicionalmente, o rival do Paris Saint-Germain seria o Racing Club de Paris. O dérbi da capital francesa era o único que reunia clubes de uma mesma cidade na França, e opunha a tradição maior do Racing (de melhor momento na primeira metade do século XX e quase cem anos mais velho) com a crescente ascensão do PSG. O clássico, porém, acabou por ocorrer poucas vezes: as constantes crises do Racing, somadas a uma falência, o fizeram sair de cena, deixando os tricolores sozinhos na elite a partir do início da década de 1990.[3] Em menos tempo de existência, o Paris Saint-Germain já conseguiu mais títulos que este rival na Ligue 1 (três contra um) e na Copa da França (oito contra cinco), além de um título internacional (a Recopa Europeia de 1996). Luis Fernández jogou nos dois.

Outros clubes tradicionais parisienses que antes rivalizavam com o Racing, tais como o Stade Français e o Red Star (fundado por Jules Rimet), já haviam decaído muito antes do surgimento do PSG, a ponto de já estarem na ocasião em divisões das mais baixas do futebol francês.[4] O Red Star ainda conseguiu competir brevemente com o novato: subiu para a elite com ele ao fim da temporada 1973-74 (curiosamente, a mesma em que o Paris FC, que se dissolvera do PSG, caiu) e assim ambos estiveram na primeira divisão na temporada 1974-75, quando o Red Star caiu. Atualmente, este encontra-se na segunda divisão.[5] Já Racing e Stade Français estão com o seu futebol em níveis amadores, sendo mais proeminentes no rugby union, onde estão entre as grandes forças nacionais.[6] O PSG também chegou a possuir um departamento para a bola oval, mas da modalidade rugby league, entre 1995 e 1997,[4] quando inclusive competiu no campeonato inglês deste esporte.[7]

Com a falta de um grande clássico regional, uma rivalidade maior, com o Olympique Marseille (curiosamente, clube que tinha no rugby union seu esporte principal [8]), acabou se estabelecendo na década de 1990, após a saída do Racing das divisões superiores. Trata-se de um duelo entre a capital, ao norte, e a principal cidade do sul da França, ficando conhecido como Le Classique ou Derby de France. O OM vinha sendo a força dominante no país a partir do final da década anterior, conseguindo um pentacampeonato, trajetória interrompida por decisões extracampo: envolvido em manipulações de resultados, foi colocado na segunda divisão na temporada 1993/94, cujo título na Ligue 1 ficou com o PSG. A injeção financeira que os parisienses tiveram do Canal+, para o ressentimento dos torcedores marselheses, os mais numerosos do país, só fez a rixa crescer.[9]

Esta rivalidade remanesceu apesar de certa decadência do Paris Saint-Germain desde o final dos mesmos anos 90, sendo considerada uma das maiores do mundo.[10] O Olympique ainda tem supremacia nos títulos mais importantes (possui dez na Ligue 1 e na Copa da França, além de ser o único francês campeão da Liga dos Campeões da UEFA) e em número de vitórias nos duelos diretos (30 a 26). Curiosamente, ambos os rivais do PSG usam como cores o branco e o azul-celeste. Por conta disso, o anúncio de que o PSG adotaria um tom mais claro de azul, por ser a cor da família real do Qatar que passou a controlar o clube, gerou bastante polêmica em sua torcida.[11]

Torcida[editar | editar código-fonte]

Torcida em 2006.

PSG é conhecido pela sua torcida tanto da extrema-direita branca nacionalista de uma seção transversal da França. Os Boulogne Boys agora na Boulogne final do Parc des Princes. Alguns nacionalistas na arquibancada na extremidade direita. Os Boulogne Boys foram a luta contra outros fãs do PSG durante anos. No entanto, a noção simplista de que os Boulogne Boys são todos apoiantes da extrema-direita foi dissolvida, pois estes adeptos tem rejeitado as tentativas dos partidos de direita de se infiltrar em suas fileiras.

Tem havido um grande aumento no futebol e muita violência tem sido atribuída à apoiantes do PSG . Em 2006, uma estrada perto de estação de serviço Nantes foi destruída quando dois grupos do PSG se enfrentaram com tacos de beisebol. Na temporada 2005, a polícia de Auxerre avistaram fãs do PSG que lutaram entre si dentro do seu próprio recinto. Confrontos similares, desde então, têm ocorrido em Toulouse, Lens e Paris. Um fã disse à BBC "A maioria das pessoas estão aqui apenas para apoiar a equipe(a) - Eu não acho que a violência vem de adeptos, apenas caras estúpidos de ambos os lados que vêm aqui a lutar, eles devem apenas ir e lutar em um campo , não no Parc des Princes ". O presidente do PSG, Pierre Blayau, disse à BBC que "quando o clube está a fazer todo o possível, ele está chegando ao limite das suas competências, poderíamos fazer ainda mais no caminho da educação, o que poderia lançar ainda mais campanhas antidiscriminação, para explicar por isso deve permanecer 'futebol entretenimento', impulsionado pelos valores do respeito mútuo. Mas aí vem um ponto em que os indivíduos que se comportam mal e passam do limite - e eu digo indivíduos, eles não torcedores - se tornam delinquentes, tanto em nossos olhos e os dos das autoridades. Nesse caso, o clube não tem os poderes da polícia e das autoridades judiciárias ". Após placas inflamatórias que disseram que os fãs do RC Lens eram "pedófilos e puras" foram exibidas em um jogo no Stade de France, a Boulogne Boys foram informados pelo ministro francês Interior deste ano, que a eles devem desmantelar ou que irão passar um tempo na prisão.

Principais Títulos[editar | editar código-fonte]

Continentais
Coppacoppe.png Recopa Européia 1 1995–96
Coppa Intertoto.svg Copa Intertoto da UEFA 1 2001Cscr-featured.svg
Nacionais
Ligue1 trophy.svg
Campeonato Francês - Ligue 1 6 1985–86, 1993–94, 2012–13, 2013–14, 2014–15 e 2015–16
França Copa da França - FFF 10 1981–82, 1982–83, 1992–93, 1994–95, 1997–98, 2003–04, 2005–06, 2009–10, 2014–15 e 2015-16
Copa de la Liga de Francia.png
Copa da Liga Francesa 6 1994–95Cscr-featured.svg, 1997–98Cscr-featured.svg, 2007–08Cscr-featured.svg, 2013–14Cscr-featured.svg, 2014–15Cscr-featured.svg e 2015–16Cscr-featured.svg
Trophée des Champions.svg
Supercopa da França 6 1995, 1998, 2013Cscr-featured.svg, 2014Cscr-featured.svg, 2015Cscr-featured.svg e 2016Cscr-featured.svg
Outros
França Torneio Internacional de Paris 7 1980, 1981, 1984, 1986, 1989, 1992 e 1993
Estados Unidos International Champions Cup 2 2015Cscr-featured.svg e 2016Cscr-featured.svg

Cscr-featured.svg Campeão Invicto

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Soccerball current event.svg Última atualização: 31 de agosto de 2016[12]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Lesionado: Jogador lesionado


Goleiros
Jogador
1 Alemanha Kevin Trapp
16 França Alphonse Aréola
40 França Rémy Descamps
Defensores
Jogador Pos.
2 Brasil Thiago Silva Capitão Z
3 França Presnel Kimpembe Z
5 Brasil Marquinhos Z
12 Bélgica Thomas Meunier LD
19 Costa do Marfim Serge Aurier LD
17 Brasil Maxwell LE
20 França Layvin Kurzawa LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
4 Polónia Grzegorz Krychowiak V
6 Itália Marco Verratti V
8 Itália Thiago Motta Capitão² V
14 França Blaise Matuidi V
25 França Adrien Rabiot V
7 Brasil Lucas M
10 Argentina Javier Pastore M
11 Argentina Ángel Di María M
21 França Hatem Ben Arfa M
24 França Christopher Nkunku M
Atacantes
Jogador
9 Uruguai Edinson Cavani
22 Espanha Jesé Rodríguez
29 França Jean-Kévin Augustin
35 França Hervin Ongenda
Comissão técnica
Nome Pos.
Espanha Unai Emery T
Espanha Juan Carlos Carcedo AS
França Zoumana Camara AS
França Simon Colinet PF
França Denis Lefèbve PF
França Nicolas Mayer PF
Espanha Pablo Villanueva PF
França Nicolas Dehon TG
Países Baixos Patrick Kluivert DT

Transferências 2016-17[editar código-fonte]

Legenda
  • Emprestado: Jogadores emprestados
  • Retorno de empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
  • Sem custo: Jogadores livres - chegaram ou saíram sem custo
Entradas
  Pos. Jogador Clube anterior Ref.
Fairytale right.png G França Alphonse Aréola Espanha Villarreal Retorno de empréstimo
Fairytale right.png A França Jean-Christophe Bahebeck França Saint-Étienne Retorno de empréstimo
Fairytale right.png LE França Lucas Digne Itália Roma Retorno de empréstimo
Fairytale right.png LD França Youssouf Sabaly França Nantes Retorno de empréstimo
Fairytale right.png M França Hatem Ben Arfa França Nice Sem custo
Fairytale right.png V Polónia Grzegorz Krychowiak Espanha Sevilla
Fairytale right.png LD Bélgica Thomas Meunier Bélgica Club Brugge
Fairytale right.png M Argentina Giovani Lo Celso Argentina Rosario Central
Fairytale right.png A Espanha Jesé Rodríguez Espanha Real Madrid
Saídas
  Pos. Jogador Clube de destino Ref.
Fairytale left red.png LD Países Baixos Gregory van der Wiel Turquia Fenerbahçe Sem custo
Fairytale left red.png A Suécia Zlatan Ibrahimović Inglaterra Manchester United Sem custo
Fairytale left red.png LE França Lucas Digne Espanha Barcelona
Fairytale left red.png G França Nicolas Douchez França Lens Sem custo
Fairytale left red.png M Argentina Giovani Lo Celso Argentina Rosario Central Emprestado
Fairytale left red.png LD França Youssouf Sabaly França Bordeaux Emprestado
Fairytale left red.png A França Odsonne Édouard França Toulouse Emprestado
Fairytale left red.png A França Jean-Christophe Bahebeck Itália Pescara Emprestado
Fairytale left red.png G Itália Salvatore Sirigu Espanha Sevilla Emprestado
Fairytale left red.png V França Benjamin Stambouli Alemanha Schalke 04
Fairytale left red.png Z Brasil David Luiz Inglaterra Chelsea [13]


Futebol Feminino[editar | editar código-fonte]

Jogadoras[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Soccerball current event.svg Última atualização: 26 de agosto de 2015

Legenda
  • Capitão: Capitã
  • Lesionado: Jogadora lesionada


Goleiros
Jogador
1 Polónia Katarzina Kiedryznek
16 França Romane Salvador
Defensores
Jogador Pos.
3 França Laure Boulleau Z
4 França Laura Georges Z
5 França Sabrina Delannoy Capitão Z
6 Nigéria Ngozi Ebere Z
8 Brasil Érika Z
14 Espanha Irene Paredes Z
17 França Eve Perisset Z
20 França Perle Morroni Z
23 França Hawa Cissoko Z
Meio-campistas
Jogador Pos.
7 França Aminata Diallo M
11 França Anissa Lahmari M
13 França Cathy Couterier M
21 Espanha Veronica Boquete M
26 França Grace Greyoro M
28 Costa Rica Shirley Cruz M
Atacantes
Jogador
9 França Sarah Palacin
10 Brasil Cristiane
18 França Marie-Laure Delie
25 França Marie-Antoinette Katoto
27 França Ouleyemata Sarr
Comissão técnica
Nome Pos.
França Farid Benstiti T
França Christophe Gamel AS
França Dimitri Lipoff PF
França José da Silva TG

Notáveis jogadores[editar | editar código-fonte]

         

Maiores artilheiros[editar | editar código-fonte]

# País Nome Período Gols
1 Suécia Zlatan Ibrahimović 2012–2016 156
2 Portugal Pauleta 2003–2008 109
3 Uruguai Edinson Cavani 2013– 101
4 França Dominique Rocheteau 1980–1987 100
5 Argélia Mustapha Dahleb 1974–1984 98
6 Congo François M'Pelé 1973–1979 95
7 Bósnia e Herzegovina Safet Sušić 1981–1991 85
8 Brasil Raí 1993–1998 72
9 Argentina Carlos Bianchi 1977–1979 71
10 França Guillaume Hoarau 2008–2012 56

Técnicos[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

As tabelas abaixo mostram as performances do clube nas últimas temporadas no Campeonato Francês e na Copa da França

     Campeão.
     Vice-campeão.
     Promovido.
     Rebaixado.


Referências

  1. Nike e PSG
  2. «Paris Saint-Germain (PSG Paris St Germain )». Oldfootballshirts. Consultado em 5 de Junho de 2015. 
  3. ZAMBUZI, Luciana (outubro de 2008). Top 10 Rivalidades que estão em baixa. Trivela n. 32. Trivela Comunicações, p. 13
  4. a b «Futebol e Rugby pelo mundo – realmente tudo a ver». blog do Rugby. 5/11/2009. Consultado em 11/01/2013. 
  5. BETTINE, Lucas (outubro de 2012). PSG: Paris sem grana. Placar n. 1371. Editora Abril, p. 80
  6. RAMALHO, Victor (21/03/2012). «Clubes de Futebol e Rugby». Portal do Rugby. Consultado em 10/01/2013. 
  7. RAMALHO, Victor (01/02/2013). «Conheça a Super League, o Campeonato Inglês de Rugby League». Portal do Rugby. Consultado em 02/02/2013. 
  8. BINDI, Luiz Fernando (março de 2008). O espírito do clube, em uma frase. Trivela n. 25. Trivela Comunicações, pp. 58-59
  9. HOFMAN, Gustavo (outubro de 2008). De cima a baixo. Trivela n. 32. Trivela Comunicações, p. 45
  10. HOFMAN, Gustavo (outubro de 2008). Te odeio, logo existo. Trivela n. 32. Trivela Comunicações, pp. 34-45
  11. LOBO, Felipe (09/03/2013). «PSG vai adotar azul da família real do Catar no escudo». Trivela. Consultado em 28/01/2013. 
  12. «Plantel e comissão técnica». Site Oficial PSG. Consultado em 31 de Agosto de 2016. 
  13. «David Luiz move agreed». Sitio oficial Chelsea FC. Consultado em 31 de agosto de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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