David Ginola

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David Ginola
David Ginola
David Ginola em 2014
Informações pessoais
Nome completo David Ginola
Data de nasc. 25 de janeiro de 1967 (54 anos)
Local de nasc. Gassin, França
Nacionalidade francês
Informações profissionais
Posição Ala (aposentado)
Clubes profissionais
Anos Clubes
1985-1988
1988-1990
1990-1992
1992-1995
1995-1997
1997-2000
2000-2002
2002
França Toulon
França Racing Club Paris
França Brest
França Paris Saint-Germain
Inglaterra Newcastle United
Inglaterra Tottenham Hotspur
Inglaterra Aston Villa
Inglaterra Everton
Seleção nacional
1990-1995 França França

David Ginola (Gassin, 25 de Janeiro de 1967) é um ex-futebolista francês.

Clubes[editar | editar código-fonte]

Começou a carreira esportiva jogando no Toulon da França nas temporadas de 1985/86. Porém sua carreira começou a se firmar no Paris Saint Germain onde teve uma memorável participação no clube francês nas temporadas 1993/94, onde teve os prêmios de Jogador do Ano Francês.

Em julho de 1995, Ginola entrou no futebol inglês iniciando no Newcastle United onde quase conquistou a temporada 1995/96. Em julho de 1997, foi vendido ao Tottenham Hotspur, onde teve uma das melhores performances. Em 2000, David Ginola definiu mais um passo em sua vida, transferiu-se para o Aston Villa e conseguiu, no verão de 2001 levar o clube de Birmingham a qualificação na Copa Intertoto assim passou para a Taça UEFA, com um companheiro sul-americano no ataque, o colombiano Juan Pablo Angel.

Ginola ficou marcado negativamente após a derrota da França para a Bulgária por 2 a 1 em 1993. A França precisava apenas de um empate para garantir vaga na Copa do Mundo dos EUA. Ginola entrou em campo substituindo o cansado Papin. A instrução era segurar a bola e tentar marcar o segundo gol, assim matando o jogo. Ele havia entrado bem no jogo, driblando, criando e ajudando a França manter o empate. Mas quando o relógio marcava 46 do 2º tempo, Ginola desperdiçou uma bola ao tentar cruzá-la para a área vazia. A Bulgária armou um contra-ataque fulminante que culminou em outro gol de Kostadinov, o da virada e da classificação búlgara. Ginola virou bode expiatório. O próprio técnico da seleção francesa, Gérard Houllier o criticou publicamente, dizendo que era o “assassino do time” – o que rendeu um processo na justiça, tempos depois. Por mais que voasse no PSG, Ginola teve que lidar com as críticas constantes. Até voltou a jogar na seleção, depois que Aimé Jacquet assumiu. Só que preferiu deixar a França em 1995. Acabou contratado pelo Newcastle, então uma das potências da recém-criada Premier League. Depois de sua mudança para a Inglaterra, só recebeu mais duas convocações à seleção, ficando esquecido o resto da década. Mesmo sendo um dos melhores jogadores francês do período.

Disputa pela Presidência da FIFA[editar | editar código-fonte]

No dia 2 de junho de 2015, após a renúncia de Joseph Blatter da FIFA, ele e o Príncipe da Jordânia Ali bin Al-Hussein se candidataram para o cargo de presidente da entidade máxima do futebol.[1]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Paris Saint-Germain
Tottenham Hotspur

Aston Villa Football Club

Prêmio individuais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. GloboEsporte.com (2 de junho de 2015). «Os primeiros candidatos: príncipe da Jordânia e Ginola querem o cargo.». Globo.com. Consultado em 2 de junho de 2015