Società Sportiva Lazio

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Lazio
SS Lazio.png
Nome Società Sportiva Lazio
Alcunhas Biancocelesti, Biancazzurri, Aquile, Aquilotti
Mascote Águia
Fundação 9 de janeiro de 1900 (115 anos)
Estádio Olímpico de Roma
Capacidade 73.261 Pessoas
Localização Roma, Itália
Presidente Itália Claudio Lotito
Treinador Itália Stefano Pioli
Patrocinador Itália SKY Itália
Material esportivo Itália Macron
Competição Itália Seria A
Itália Copa da Itália
SA 2015-16
CI 2015–16
em disputa
em disputa
Website Site oficial
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
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Temporada atual
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Società Sportiva Lazio, mais conhecido como Lazio, é um clube de futebol italiano fundado em 9 de janeiro de 1900 sediado na cidade de Roma, capital da região de Lácio, a qual dá nome à associação.

Introdução[editar | editar código-fonte]

Seu uniforme é a camisa azul celeste, calção branco e meias azuis.

As cores azuis e brancas da equipe foram inspiradas na bandeira grega e mais especificadamente no país que deu origem à tradição Olímpica.

A Lazio tem uma grande rivalidade no futebol com a Roma, com quem disputa o Derby della Capitale.

A torcida da Lazio é a sexta maior da Itália, com aproximadamente 3,5% dos torcedores, cerca de 2.132.000 pessoas, atrás apenas de Juventus, Milan, Internazionale, Napoli e Roma, segundo pesquisa do Instituto Doxa em 2003.

História[editar | editar código-fonte]

Anos Pré-Guerra[editar | editar código-fonte]

A Società Podistica Lazio, e o campo do Lazio, foram fundados em 9 de janeiro de 1900.

Os nove fundadores originais foram Luigi Bigiarelli, um oficial inferior do "Bersaglieri" (Infantaria), Giacomo Bigiarelli, Odoacre Aloisi, Arturo Balestrieri, Alceste Grifoni, Giulio Lefevre, Galileo Massa, Alberto Mesones e Enrico Venier.

A equipe de futebol foi criada em 1901, com os primeiros jogos oficiais sendo jogados no ano seguinte, em 1902.

A Lazio se juntou a competição da liga em 1912, assim que a Federação Italiana de Futebol começou a organizar o campeonato no centro e sul da Itália, e alcançou o final do playoff nacional do campeonato por três vezes, mas nunca ganhou, perdendo em 1913 para o Pro Vercelli, em 1914 para o Casale e em 1923 para o Genoa 1893.

O clube jogou na primeira Série A, organizada em 1929 e, conduzido pelo grevista italiano legendário Silvio Piola, conseguiu um vice-campeonato em 1937, o seu melhor resultado pré-guerra.

"La Brasilazio"[editar | editar código-fonte]

Em 1931, Leonízio Fantoni foi contratado pela Lazio, que no ano anterior tinha contratado seu irmão João Fantoni (o Ninão) e o primo Otávio Fantoni (o Nininho). Os Fantoni foram contratados para atuar ao lado de outros futebolistas brasileiros. O elenco "Laziale" da época ficou conhecido como "La Brasilazio"[1] , já que o clube contava com o técnico ítalo-brasileiro Amílcar Barbuy (Barbuy)[2] e com diversos jogadores brasileiros (em maioria ítalo-brasileiros).

Do Corinthians foram contratados:

Do Palestra Italia (Paulista) / Palmeiras foram contratados:

Do Palestra Itália (Mineiro) / Cruzeiro foram contratados:

Do Santos foi contratado:

E o único jogador do "Brasilazio" que não era ítalo-brasileiro foi contratado do Botafogo:

Apesar da Brasilazio não ter sido uma equipe multicampeã, todos os jogadores são reconhecidos e respeitados, por terem feito parte da história do clube. Dentre eles, Anfilogino Guarisi, o "Filó", acabou se tornado o mais conhecido em toda a Itália. Considerado cidadão italiano, por ser filho de uma italiana, "Filó", pôde jogar pela Squadra Azzurra e por ela participou da Copa do Mundo de 1934, onde a Itália, que era a anfitriã, conquistou seu primeiro título Mundial.

Anos 50[editar | editar código-fonte]

Os anos de 1950 trouxeram boas colocações para a Lazio, alcançando o seu ápice com o título da Copa da Itália de 1958.

Anos 60[editar | editar código-fonte]

A Lazio foi rebaixada pela primeira vez à Serie B em 1961, mas retornou dois anos mais tarde. Sob o comando do argentino Juan Carlos Lorenzo, a Lazio assegurou um 8º lugar na Série A na temporada de 1963/64, com 21 gols marcados e 24 gols sofridos.

Uma vitória sobre a Juventus por 3 a 0 foi o destaque nesta temporada. Dentre as estrelas daqueles anos, estava o meio-campo Nelo Governato, que mais tarde trabalhou como gerente para o clube.

A Lazio voltou a ser rebaixada na temporada 1966/67 e retornou à Serie A dois anos mais tarde, vindo a terminar em 8º.

Anos 70[editar | editar código-fonte]

Os anos 1970 começaram como nos anos 60, com o rebaixamento na temporada 1970/71, entretanto, a promoção no ano seguinte iniciou um período bem sucedido na história da Lazio.

Fizeram uma ótima temporada em 1972/73, com um time que tinha o capitão inglês Giuseppe Wilson na defesa, Luciano Re Cecconi e Mario Frustalupi no meio, Renzo Garlaschelli e Giorgio Chinaglia no ataque, além do técnico Tommaso Maestrelli. Com Chinaglia fazendo os gols e uma defesa que pouco vazada, a Lazio emergiu como desafiante e como surpresa para a conquista do Scudetto ante ao Milan e a Juventus, somente perdendo fora na última rodada para o Napoli, por 1 a 0.

Serviu como prelúdio para a temporada 1973/74, quando venceu seu primeiro Scudetto, tendo sido líder da Série A durante toda a temporada.

Na temporada seguinte ficou com o 4º lugar, seguido por um esforço contra o rebaixamento em 1975/76, 5º lugar em 1976/77 e por uma colocação no meio da tabela em 1977/78.

As mortes trágicas de Re e do instrutor Cecconi e a perda do scudetto, além da saída de Chinaglia, seriam duros golpes para o time. O auge de Bruno Giordano durante este período forneceu algum relevo, com a Lazio tendo terminado a liga de 1978/79 em 8º lugar.

Anos 80[editar | editar código-fonte]

A Lazio foi rebaixada forçosamente à Serie B em 1980, devido a um escândalo de apostas ilegais, junto com o Milan, e permaneceu na segunda divisão por três temporadas, as quais marcariam o período mais escuro de sua história. Retornariam em 1983 e escaparam do rebaixamento na última rodada. No entanto, voltou a Serie B na temporada seguinte, com apenas 15 pontos.

Em 1986, a Lazio foi punida com uma dedução de nove pontos devindo a um escândalo que envolveu um jogador seu, Claudio Vinazzini. Um esforço épico para fugir ao rebaixamento manteve o clube na Série B, com o time conduzido pelo treinador Eugenio Fascetti, evitando a queda para a Serie C, depois de uma vitória frente ao Campobasso nos play-offs.

Isto provaria uma mudança na história do clube, com o retorno à Serie A em 1988 e, sob a gerência financeira cuidadosa de Gianmarco Calleri, a consolidação da posição da Lazio como um clube de ponta no futebol italiano.

Anos 90[editar | editar código-fonte]

A chegada de Sergio Cragnotti, em 1992, mudou a história do clube para sempre enquanto foi preparado para investir a longo prazo em jogadores novos para o clube a fim fazer a equipe um concorrente de alto nível na Série A.

Em 1993, a Lazio terminou em quinto lugar na Serie A, em quarto em 1994, em segundo em 1995, em terceiro lugar em 1996, e em quarto outra vez em 1997, então perdeu o título apenas por um ponto para o Milan na temporada de 1998/1999 antes finalmente de ganhar seu segundo scudetto em 2000, assim como a Copa da Itália (por padrões italianos) em um “dobradinha impressionante e rara”, com Sven-Göran Eriksson (1997-2001) como técnico.

A Lazio teve outros dois triunfos de Copa Itália em anos recentes, em 1998, em 2004, 2009 e 2013. A Lazio ganhou também a última Recopa realizada pela UEFA em 1999 e alcançou a final da Copa da UEFA em 1998, mas perdeu por 3 a 0 para a Inter de Milão.

A Lazio ganhou a Supercopa da Itália duas vezes e derrotou o Manchester United em 2000 para ganhar a Supercopa da Europa.

A turnê no Brasil em 1995[editar | editar código-fonte]

Logo após o fim da Serie A da temporada 1994-95, a Lazio foi convidada a fazer uma turnê pelo Brasil. Para ter alguma emoção e valer algo, foi criado um troféu para cada jogo. Em homenagem a brasileiros que vestiram a camisa da Lazio, cada trofeu receberia seu nome.[15]

O regulamento dos "torneios" previa que em caso de empate a taça ficaria com o time visitante (no caso, a Lazio).

Tróféu Guarisi[editar | editar código-fonte]

No dia 7 de junho de 1995, a Lazio enfrentou o Atlético Mineiro (campeão estadual) de Taffarel no Mineirão, valendo o Tróféu Guarisi.

O jogo terminou 1 x 1, após o campeão mineiro abrir o placar com Euller, e sofrer o empate após Signori cobrar um pênalti sofrido por ele mesmo aos 30 minutos do segundo tempo.

Trófeu Barbuy[editar | editar código-fonte]

O Trófeu Barbuy foi disputado no dia 9 de junho de 1995, contra o Santos (que seria vice-campeão brasileiro meses depois), na Vila Belmiro. O primeiro tempo terminou 3 a 1 pra Lazio, com Casiraghi fazendo dois e Signori um, e com Jamelli descontando para os praianos. No segundo tempo, o Santos voltou melhor e empatou com Marcelo Passos e Demétrius. Com o placar marcando 3x3, aconteceram três expulsões: Chamot e Grandoni da Lazio e Mauricio Copertino do Santos.

Mas mesmo com um a menos em campo, a Lazio ainda marcou mais dois gols em contra-ataques fulminantes com o meia Fuser aproveitando ambas as chances. A Lazio conquistava no dia 9 de junho o segundo troféu em terras brasileiras.

Troféu Humberto Tozzi[editar | editar código-fonte]

A última partida foi realizada no dia 13 de junho contra o Guarani em Campinas. A equipe do Brinco de Ouro da Princesa tinha um time muito bom que contava com Djalminha e Luizão.

O primeiro tempo terminou 2 x 1 Lazio, após o zagueiro Cláudio cobrar uma falta com potência e abrir o placar para o bugre, e Casiraghi virar a partida para a Lazio. No começo do segundo tempo, o zagueiro Bonomi foi expulso e deixou a equipe romana em desvantagem numérica, logo depois Djalminha empatou em pênalti duvidoso. Aos 27 minutos, o lateral Favalli foi o segundo "romano" a ser mandado para fora de campo. Mesmo com dois homens a menos, Diego Fuser fez mais um. O terceiro troféu em uma semana viria na bagagem da Lazio de volta à Roma.

Anos 2000[editar | editar código-fonte]

Um escandalo financeiro que envolvem Cragnotti e sua empresa de produtos alimentícios Cirio forçaram-no a deixar o clube em 2002, e a Lazio era controlada até 2004 por gerentes financeiros e por um "pool de bancos".

Foi vendido posteriormente ao empreendedor Claudio Lotito, que é o acionista majoritário atual.

No verão de 2004, a Lazio anuncia o retorno do veterano Paolo di Canio, de 36 anos.

Já na temporada 2005-2006, a Lazio perde veteranos tais como Fernando Couto, Paolo Negro e Giuliano Giannichedda que deixam o clube, entre outras coisas, fazendo com que o clube baixasse as suas despesas com salários. A temporada 2005-2006 ficou sob o comando de Delio Rossi, tendo então de competir além de todas as expectativas com uma equipe jovem, misturada aos veteranos restantes, tais como Angelo Peruzzi, Fabio Liverani e Ousmane Dabo.

A política foi bem sucedida, pois o clube classificou para a Copa UEFA de 2006/2007.

No dia 14 de julho de 2006, anunciou-se que o clube estaria rebaixado à Serie B com uma penalidade de 7 pontos, em que o clube estaria envolvido na participação do escandalo de manipulação de resultados. A Lazio apelou da sentença. A apelação foi bem sucedida, em uma decisão anunciada no dia 25 de julho de 2006. A Lazio pôde então continuar na Série A, porém com um déficit de 11 pontos, e perdeu o seu lugar na Copa UEFA.

Torcida[editar | editar código-fonte]

Ligações com o fascismo[editar | editar código-fonte]

O clube era o preferido de Benito Mussolini, ditador fascista italiano, que frequentava o estádio.[16] [17] Parte da torcida do time sempre teve ligações com os camisas pardas.[17] Partidos como a Alleanza Nazionale tratavam o estádio do clube como local para recrutamento de adeptos.[17]

Recorde de público do Estádio Olímpico[editar | editar código-fonte]

O recorde de público do Estádio Olímpico de Roma pertence a Lazio e foi conquistado na partida contra o Foggia em 12 de maio de 1974, quando 78.886 torcedores estiveram presentes em jogo da campanha vitoriosa da Lazio neste ano.[18]

Elenco 2014/2015[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 22 de Julho de 2015.


Goleiros
Jogador
1 Kosovo Albânia Etrit Berisha
22 Itália Federico Marchetti
55 Itália Guido Guerrieri
Defensores
Jogador Pos.
2 Países Baixos Wesley Hoedt Z
3 Países Baixos Stefan de Vrij Z
18 Argentina Santiago Gentiletti Z
27 Albânia Lorik Cana Z
33 Brasil Maurício Z
4 Espanha Patric LD
8 Sérvia Dušan Basta LD
13 França Abdoulay Konko LD
5 Países Baixos Edson Braafheid LE
26 Roménia Ştefan Radu LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
16 Itália Marco Parolo V
20 Argentina Lucas Biglia V
23 Nigéria Ogenyi Onazi V
32 Itália Danilo Cataldi V
7 Inglaterra Ravel Morrison M
10 Brasil Felipe Anderson M
15 Uruguai Álvaro González M
19 Bósnia e Herzegovina Senad Lulić M
' Sérvia Sergej Milinković-Savić M
70 Austrália Cris Ikonomidis M
87 Itália Antonio Candreva M
' Itália Luca Crecco M
Atacantes
Jogador
9 Sérvia Filip Đorđević
11 Alemanha Miroslav Klose
14 Espanha Senegal Keita Baldé
30 Uruguai Emiliano Alfaro
34 Colômbia Brayan Perea
' Países Baixos Ricardo Kishna
Comissão técnica
Nome Pos.
Itália Stefano Pioli T

Jogadores famosos[editar | editar código-fonte]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa azul-celeste, calção e meias azuis-marinho;
  • 2º - Camisa amarela, calção e meias azuis;
  • 3º - Camisa azul, calção e meias azuis.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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1º Uniforme
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Cores do Time
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2º Uniforme
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Cores do Time
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3º Uniforme

Uniformes dos goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Preto com detalhes brancos;
  • Verde com detalhes pretos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2013-14
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2012-13
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2011-12
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2010-11
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2009-10
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Quarto
  • 2008-09
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2007-08
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2006-07
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo

Títulos oficiais[editar | editar código-fonte]

Continentais[editar | editar código-fonte]

(1998-99)
(1999)
(1997-98)

Nacionais[editar | editar código-fonte]

(1973-74 e 1999-00)
(1958, 1997-98, 1999-00, 2003-04, 2008-09 e 2012-13)
(1998, 2000 e 2009)
(1968-69)

Outros[editar | editar código-fonte]

(1999)

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]