Balduíno (futebolista)

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Balduíno
Informações pessoais
Nome completo João Carlos da Silva
Data de nasc. 30 de agosto de 1952 (65 anos)
Local de nasc. Florianópolis (SC),  Brasil
Nacionalidade brasileiro
Destro
Apelido Badu, Baixinho,
Reizinho
Informações profissionais
Período em atividade Como Jogador: 1972-1984 (12 anos)
Como Treinador: 1993-2003 (10 anos)
Equipa atual Aposentado
Posição ex-Treinador e Meia
Clubes de juventude
19671972
1971
Brasil Figueirense
Brasil Tamandaré
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
19721977
1978
1979
1980
Brasil Avaí
Brasil Joinville
Brasil Figueirense
Brasil Grêmio
0036 000
0 000
0035 000
000 0000
Times/Equipas que treinou
1993
1996-1997
2000-2002
2001
2001
2002
2002
2003
2003
Brasil Avaí
Brasil Biguaçu
Brasil Guarani de Palhoça
Eslovénia Nogometni Klub
Brasil Tiradentes
Brasil Atlético de Chapecó
Brasil Inter de Lages
Brasil Blumenau
Brasil São Bento/SC
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João Carlos da Silva, mais conhecido como João Carlos Balduíno ou apenas Balduíno (Florianópolis, 30 de agosto de 1952), é um radialista, comentarista esportivo, ex-futebolista e ex-técnico brasileiro que atuava como meia.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Atuando no meio-campo, foi o jogador que mais disputou o clássico entre Avaí e Figueirense, o maior de Santa Catarina: 75 vezes, vestindo as duas camisas.

Começou nas categorias de base do Figueirense em 1967. Passou depois por Tamandaré (clube já extinto de SC), Avaí,[1] Joinville, Grêmio e Figueirense de novo em vários outros momentos da carreira, que encerrou em 1984. Neste ano, já dava aulas de futebol dentro do curso de Educação Física na Universidade do Estado de Santa Catarina. Atualmente aposentado como professor, mora na ilha onde nasceu e é comentarista esportivo da TV Record. É divorciado, tem dois filhos e um neto.

Uma passagem curiosa aconteceu quando estava no Figueirense em 1972. Por ter apenas 1,60m de altura, não quiseram o aproveitar. Sorte que existia no clube um diretor chamado Luiz Carlos Bezerra, fã do seu futebol desde as categorias de base e que não queria o ver encostado. Ele rasgou o seu contrato de gaveta e o liberou para defender o Avaí e prometeu recontratá-lo quando fosse presidente do clube, o que de fato ocorreu em 1979.

Encerrou sua carreira em 1984 aos 31 anos de idade. No mesmo ano, começou a ministrar aulas de futebol aos alunos do curso de Educação Física na Universidade do Estado de Santa Catarina.

Atualmente, aposentado como professor, é comentarista da Rádio Regional FM de Florianópolis e do programa Clube da Bola da RIC TV Florianópolis, que tem exibição todos os sábados antes do meio-dia.

Atualmente separado da mulher, mora no bairro onde foi criado, Capoeiras, em Florianópolis.

Apelido[editar | editar código-fonte]

O apelido de “Balduíno” ele herdou do pai, João Balduíno da Silva. Levado aos campos de várzea pelo pai para jogar bola pelo time da Fiambreria Dona Clara, Vasquinho e Fluminense de Capoeiras, passou a ser conhecido como o “filho do Balduíno” até que assumiu o “Balduíno” para si.

Pela marra e pela compleição física somou outro apelido, o de “reizinho”, pela semelhança com um personagem de sucesso de Jô Soares na década de 70.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Sérgio Lopes
Técnico do Avaí Futebol Clube
1993
Sucedido por
Lauro Búrigo
Bandeira de BrasilSoccer icon Este artigo sobre um futebolista brasileiro é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.