Paulo Turra

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Paulo Turra
Informações pessoais
Nome completo Paulo César Turra
Data de nasc. 14 de novembro de 1973 (45 anos)
Local de nasc. Tuparendi (RS),  Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,82 m
Informações profissionais
Período em atividade Como Jogador: 19942007 (13 anos)
Como Treinador: 2008–presente (10 anos)
Posição Auxiliar Técnico (ex-zagueiro)
Clubes de juventude
19901994 Brasil Caxias
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
19942000
1997
20002001
20012004
20042006
2006
2007
2007
Brasil Caxias
Brasil Botafogo (emp.)
Brasil Palmeiras
Portugal Boavista
Portugal Vitória de Guimarães
Escócia Hibernian
Brasil Sertãozinho
Brasil Avaí
0183 0000(8)

0003 0000(1)
0101 0000(3)
0019 0000(0)
Times/Equipas que treinou
20082009
2009
2010
2010
2011
20122013
2013
2013
2014
2015
2016
2017
20182019
Brasil Novo Hamburgo (auxiliar técnico)
Brasil Novo Hamburgo
Brasil Esportivo
Brasil Glória de Vacaria
Brasil Brusque
Brasil Cianorte
Brasil Operário-PR
Brasil Marcílio Dias
Brasil Avaí
Brasil Caxias
Brasil Cianorte
China Guangzhou Evergrande (auxiliar técnico)
Brasil Palmeiras (auxiliar técnico)

Paulo César Turra (Tuparendi, 14 de novembro de 1973), é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como zagueiro.[1]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Paulo Turra foi formado na base do Caxias, de onde saiu para defender o Botafogo, ainda nos anos 90, conquistando o Campeonato Carioca. Voltou ao Caxias que, então comandado pelo técnico Tite, ganhou o primeiro Gauchão de sua história, em 2000. Na decisão, a equipe de Turra, zagueiro titular durante toda a campanha, derrotou o Grêmio, de Ronaldinho Gaúcho.

No mesmo ano, Turra despertou o interesse do Palmeiras, do técnico Felipão. De cara, contribuiu na conquista da Copa dos Campeões, que garantiu uma vaga na Libertadores. No mesmo ano, viria o vice da Copa Mercosul. Na temporada seguinte, 2001, Turra atuou no Palmeiras do técnico Celso Roth, que chegou à semifinal da Libertadores.

Ainda em 2001, Turra se transferiu para Portugal, onde jogou por quatro temporadas; três no Boavista e uma no Vitória de Guimarães. No Boavista, obteve um vice-campeonato português e enfrentou um ainda jovem Cristiano Ronaldo, que atuava no Sporting. Em seu período no futebol português, Turra ainda chegou a uma semifinal da Copa da Uefa, hoje, Liga Europa.

Como treinador e auxiliar[editar | editar código-fonte]

Passou a atuar como treinador ao ser o auxiliar do Novo Hamburgo em 2008 e interino em 2009. Ainda em 2009, foi promovido a treinador principal.[2] Em 2010, treinou a equipe do Esportivo,[3][4] mas por uma sequência de derrotas foi demitido do cargo.

Em 7 de julho de 2010, Paulo Turra assumiu o comando do Glória de Vacaria,[5] porém em 14 de julho foi anunciado que ele deixou o clube, pois o Glória desistiu de participar da Copa FGF.[6] Foi aí que, com o intuito de disputar o Campeonato Catarinense e a Série D em 2011, Paulo Turra assume o comando do time do Brusque.

Em 2012 Paulo Turra assumiu o Cianorte, onde foi vice-campeão do Interior Paranaense.[7] Trabalhou no clube por 15 meses e, em meio ao Estadual de 2013, assumiu o Operário Ferroviário, onde também chegou à final do Campeonato do Interior. Depois disso, teve uma rápida passagem pelo Marcílio Dias-SC.

No dia 23 de julho de 2013, iniciou um estágio de sete dias com Tite no Corinthians. [8] Antes, já havia feito acompanhamentos no Palmeiras, com Luis Felipe Scolari, e no Fluminense, com Muricy Ramalho.

No início de 2014, esteve próximo de ser anunciado como técnico do Daegu FC, da Coréia do Sul, mas a equipe acabou rebaixada no campeonato nacional e houve uma modificação geral na estrutura do clube.[9]

Avaí

No dia 14 de fevereiro de 2014, assumiu o último clube de sua carreira como jogador, o Avaí. Assumiu o time após a demissão de Emerson Nunes do cargo, também ex-zagueiro do Avaí. Turra assumiu uma tarefa difícil, já que o clube passara por uma de suas maiores crises em toda a sua história de 90 anos. Em seu primeiro discurso como técnico do Avaí, Paulo disse que "essa é a maior chance" de sua carreira como treinador.[10]

Após ser chamado de "amarelão" pela torcida do Avaí por não assumir o clube no clássico contra o Figueirense (arquirrival do Avaí), do dia 16 de fevereiro de 2014 no Estádio Orlando Scarpelli no qual o Avaí ganhou por 2x1. [11] Turra assumiu o time no crucial jogo contra a Chapecoense no dia 23 de fevereiro de 2014. O jogo ia decidir a permanência ou não dos dois clubes pela disputa da classificação para o quadrangular final do Campeonato Catarinense. O Avaí perdeu o jogo de virada (por 2x1) em casa para a Chapecoense e deu adeus ao sonho da classificação no quadrangular e também ao sonho do 17º título catarinense. [12] Turra que já estava pressionado por não ter assumido o time no clássico, ficou ainda mais pressionado com a eliminação. Após o jogo falou em reforços para o plantel avaiano, para a disputa do hexagonal de rebaixamento do mesmo campeonato e para a Série B de 2014. [13]

No dia 7 de março, após três jogos e três derrotas, Paulo foi demitido pelo Avaí.[14] Em seu lugar foi anunciado o então treinador do Brusque, Luiz Roberto Magalhães, o Pingo.[15]

Caxias

Em 17 de outubro de 2014, Paulo Turra acertou com o Caxias para comandar a equipe grená no Campeonato Gaúcho de 2015. Com apenas 12 jogos no comando da equipe, sendo 10 do campeonato gaúcho e apenas 1 jogo da Copa do Brasil, e um amistoso, Paulo Turra foi demitido, em 12 de março de 2015.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como Jogador[editar | editar código-fonte]

Caxias
Botafogo
Palmeiras

Como Auxiliar Técnico[editar | editar código-fonte]

Cianorte
Guangzhou Evergrande
Palmeiras

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Emerson Nunes
Técnico do Avaí
2014
Sucedido por
Pingo