Clube Esportivo Bento Gonçalves

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Esportivo
Brasão Esportivo.png
Nome Clube Esportivo Bento Gonçalves
Alcunhas Tivo
Alviazul
Zebrão
Polenta Mecânica
Torcedor/Adepto Alviazul
Mascote Zebra
Fundação 28 de agosto de 1919 (97 anos)
Estádio Montanha dos Vinhedos
Capacidade 12.859 pessoas[1]
Presidente Brasil Guilherme Salton
Treinador Brasil Alex Xavier
Patrocinador Brasil Aleplast
Brasil DiPaolo
Brasil Madem
Brasil Prefeitura Municipal
Material (d)esportivo Brasil Catera
Competição Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho - Divisão de Acesso
Rio Grande do Sul DA 2017 Em disputa
Rio Grande do Sul DA 2016 Estável 5° colocado
Rio Grande do Sul DA 2015 Estável 12° colocado
Website Website oficial
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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O Clube Esportivo Bento Gonçalves, conhecido apenas como Esportivo, é um clube de futebol brasileiro com sede na cidade de Bento Gonçalves, no estado do Rio Grande do Sul. Tem sua fundação datada de 28 de agosto de 1919, sendo um dos clubes de futebol mais antigos do estado. O primeiro jogo oficial foi disputado no dia 21 de setembro do mesmo ano, tendo empatado pelo placar de 1 a 1 contra a equipe do Garibaldi.

O primeiro título amistoso foi em 1939, com a conquista da Taça Perdigueiro. A primeira conquista a nível estadual ocorreu em 1969, com o título da segunda divisão do Campeonato Gaúcho, estabelecendo assim uma expansão da marca do clube para todo o estado. No ano seguinte, em 1970, a equipe passou a disputar a primeira divisão do Campeonato Gaúcho, onde, naquele mesmo ano, se consagrou campeã do interior, ao terminar o campeonato na quarta posição.[2]

Os principais títulos conquistados pelo clube foram a Copa FGF de 2004, a Copa Governador do Estado em três oportunidades, a Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho também em três oportunidades e o Campeonato do Interior em seis oportunidades. A equipe já participou de competições nacionais, como a Copa do Brasil, onde atingiu a segunda fase em 2005, bem como três vezes da Série B e outras três da Série C do Campeonato Brasileiro. Atualmente, integra a Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho.

História[editar | editar código-fonte]

1919 – Fundação por imigrantes italianos[editar | editar código-fonte]

No início do século XIX, a província de São Pedro do Rio Grande do Sul, atual Rio Grande do Sul, apresentava uma prosperidade econômica que estava relacionada com atividades agropecuárias, às charqueadas e a produção de trigo.[3] A partir do ano de 1824, a província começou a receber muitos imigrantes alemães que se estabeleceram no Vale do Rio dos Sinos, ao receberem pequenos lotes de terras.[4] Passou-se então a ter uma progressiva diminuição da entrada de imigrantes alemães, iniciando assim o incentivo da imigração de italianos que, por sua vez receberam terras na região da Serra Gaúcha e tiveram como único auxílio o pagamento destas terras a crédito.[5]

Os jovens da recém formada cidade de Bento Gonçalves praticavam futebol aos finais de semana, jogando em campos improvisados, terrenos baldios, ou locais cedidos por alguma família, espalhados por diferentes zonas da cidade.[6] A cidade já possuía alguns times amadores, os principais eram São Luiz, Canto-Fura, Liberal e Caramuru.[3] Por serem amadores, estes clubes não tinham consistência para enfrentar igualmente agremiações das cidades vizinhas de Caxias do Sul, Garibaldi, Carlos Barbosa, Alfredo Chaves, Prata e Montenegro.[3] Com a ideia de representar a cidade em competições intermunicipais, Leonardo Carlucci lançou a ideia de fundar um clube que pudesse tomar parte nas competições intermunicipais.[7] A sugestão foi aprovada por todos e foi criado o clube, que a princípio chamava-se "Club Sportivo Bento Gonçalves", afirmando a forte influência italiana.[8]

1920 - 1945 – Formação e inauguração do estádio[editar | editar código-fonte]

Primeiro time do clube, que disputou a primeira partida contra o Garibaldi.

Em 24 de agosto de 1919, o clube formado, elegendo seu primeiro presidente, Gastão de Almeida, e vice-presidente, Ernesto Lorenzoni.[9] A inauguração do clube, no dia 21 de setembro de 1919, foi tida como um grande evento na cidade, marcado pelo comparecimento dos associados e vários convidados no ato inaugural.[9] Depois, foram assistir ao primeiro jogo da equipe, enfrentando o Garibaldi.[9] Antes da partida ocorreu a apresentação da banda de Bento Gonçalves.[9] Referente ao jogo entre os clubes de Bento Gonçalves e de Garibaldi não existem muitos relatos, porém sabe-se que a partida terminou empatada em 1–1.[10] O Esportivo estava assim escalado: Pasquetti; Holleben e Salton; Cardoso, Turcato e Enricone; Zanoni, Fedullo, Bissaco, Ros e Ponzoni.[10]

Logo após sua fundação, o Esportivo começou a construir sua trajetória pelo interior do estado do Rio Grande do Sul.[11] Como resultado disso, as agremiações de caráter amador que pertenciam a cidade de Bento Gonçalves acabaram cessando suas atividades, devido ao fato de praticamente todos os jogadores transferiram-se para o Esportivo.[12] O Esportivo em seus primeiros anos de existência realizava muitas excursões para as cidades vizinhas de Garibaldi e Carlos Barbosa.[13] As viagens até o destino das partidas eram realizadas por meio de trem, carroças ou a cavalo. Como os jogadores não recebiam nada pelos seus serviços e nem todos podiam cobrir as despesas de tais viagens, outros jogadores mais favorecidos economicamente e sócios custeavam esses valores.[14] Uma rivalidade grande com equipes de Caxias do Sul foi formada. Os principais adversários eram o Juvenil, Juventude e Americano.[15] Os times caxienses eram mais antigos e possuíam reforços de jogadores estrangeiros, principalmente uruguaios que eram famosos na época.[3] Relatos afirmam que a rivalidade era tanta que muitas vezes as partidas não eram concluídas por confusões geradas dentro do campo de jogo.[3] Porém, ao término do confronto, à noite o time mandante oferecia um baile aos visitantes, onde ocorria uma confraternização.[3]

No ano de 1923, a cidade de Bento Gonçalves recebeu a equipe do Grêmio Foot Ball Porto Alegrense, que enfrentaria o time local.[16] O Esportivo terminou o primeiro tempo vencendo por 2–0 a equipe de Porto Alegre.[17] Entretanto, o Grêmio, comandado por Eurico Lara conseguiu se sobressair na segunda etapa devido ao melhor preparo físico, marcando seis gols e vencendo o jogo pelo placar de 6–2.[18] Somente 15 anos depois da visita do Grêmio, no dia 23 de outubro de 1938, o Esportivo disputou novamente um jogo com outro tradicional clube de Porto Alegre. O Sport Club Internacional realizou um amistoso com o Esportivo, em uma partida marcada por grande festividade, e homenagem do Esportivo presenteando o Internacional com um buquê de flores.[19] Na partida, a equipe do Esportivo obteve uma vantagem de 3–1, porém não resistiu à pressão imposta pelo Internacional, que empatou o jogo em 4–4.[20]

Terreno cedido pela prefeitura para a construção do primeiro estádio.

Apenas 22 anos depois de sua fundação, no dia 24 de setembro de 1941, o Esportivo deu os primeiros passos para adquirir o próprio estádio.[21] Erny Hugo Dreher, presidente do clube, enviou ofício ao então prefeito de Bento Gonçalves, João Dentice, solicitando junto a prefeitura a doação de um terreno para a construção de seu estádio.[22] Primeiramente, o presidente Dreher expôs que há mais de 20 anos já havia solicitado junto à prefeitura um terreno para a prática do futebol pelo clube.[23] Também, disse que o terreno cedido pela prefeitura foi cercado e a infraestrutura melhorada com despesas pagas pelo próprio clube, mas que as melhorias já não se encontram mais em boas condições.[24] Outro ponto destacado pelo presidente do Esportivo foi a solicitação de auxílio financeiro de sete contos e quinhentos mil réis à prefeitura, para uma reforma no campo que já não estava em boas condições, principalmente para prática do futebol.[25]

No ano seguinte, em 19 de abril de 1942, foi lançada a pedra fundamental para a construção do novo estádio. Enquanto as obras do estádio seguiam, o Esportivo continuava sua caminhada em jogos, já percorrendo todo estado, participando inclusive do campeonato estadual amador.[26] A inauguração do estádio do Esportivo ocorreu três anos depois de iniciadas, em 26 de agosto de 1945.[27] A maior renda vista no estádio do Esportivo, nesta época, foi na data de sua inauguração, em uma partida comemorativa contra o Clube Atlântico da cidade de Erechim.[28] Cerca de quatro mil espectadores estavam presentes gerando uma renda de quase 900 mil cruzeiros, renda recorde no estado naquele período. Os jogadores de ambos os times foram recebidos com fogos, confetes e serpentinas. Dante Marcucci, fundador do Juventude de Caxias do Sul sobrevoou as imediações do estádio com a esquadrilha de aviões do aeroclube de Caxias do Sul.[29] Além disso, clubes do Estado enviaram presentes ao Esportivo, parabenizando o clube pela data. A partida terminou empatada em 0–0.[30] O estádio, denominado Estádio da Montanha, estava localizado em uma área elevada da cidade, onde hoje é o bairro Cidade Alta.[31]

1946 - 1969 – Início das disputas estaduais[editar | editar código-fonte]

Em 1952, a equipe disputou sua primeira competição profissional, a segunda divisão de 1952, onde foi eliminado na fase de grupos.[32] Na edição seguinte, em 1953, a equipe foi eliminada nas semifinais, após perder para o Montenegro pelo placar agregado de 1–2.[33] Já nas edições de 1954, a equipe foi campeã do torneio da zona leste e classificou-se para a fase final, onde terminou na terceira colocação.[34] Em 1955, não participou de nenhum campeonato.[35] Em 1956 e 1957 a equipe classificou-se para as semifinais e terminou a competição na terceira e quarta colocação, respectivamente.[36][37]

Entre os anos de 1958 e 1968, a equipe disputou os torneios preliminares da segunda divisão, porém não conseguiu classificar-se para a fase final.[38] Já em 1969, durante o primeiro ano da competição com disputa unificada, sem divisão por regiões, a equipe disputou a primeira fase onde ficou na primeira colocação, tendo conquistado 13 vitórias, dois empates e apenas uma derrota.[39] Na segunda fase, a equipe venceu o Garibaldi por 9–2, o Lajeadense por 2–0 e o 14 de Julho também por 2–0.[39] Classificado para a final, enfrentou o Avenida, onde na partida de ida, no Estádio dos Eucaliptos, venceu por 1–0.[39] Já na partida de volta, que seria disputada no Estádio da Montanha, a equipe do Avenida anunciou que não iria jogar, alegando que os jogadores estavam de férias e cansados, pois haviam disputado duas partidas em um intervalo de apenas três dias cada uma.[40] Por não comparecer, a Federação Gaúcha de Futebol declara o Esportivo como vencedor da partida por walkover (W.O) e, consequentemente, campeão da segunda divisão de 1969, conquistando uma vaga na divisão especial de 1970.[41]

1970 - 1982 – Consolidação estadual[editar | editar código-fonte]

Em 1970, a equipe disputou pela primeira vez a primeira divisão do Campeonato Gaúcho, onde na primeira fase conquistou 17 pontos, vencendo cinco partidas, empatando sete e perdendo quatro partidas, ficando na quarta colocação e classificando-se para a segunda fase.[42] Durante esta fase, a equipe ficou novamente na quarta colocação, conquistando 23 pontos em 18 jogos, com nove vitórias, cinco empates e quatro derrotas, ficando a frente de outros clubes tradicionais do estado como o Novo Hamburgo e o Pelotas.[42] Entre os anos de 1971 e 1978, a equipe não fez grandes campanhas no Campeonato Gaúcho, terminando na terceira colocação nas edições de 1971[43] e 1976[44] e na quarta colocação em 1973[45] e 1978.[46] Nesta década, a equipe conquistou vitórias importantes sobra a dupla Grenal, contra o Grêmio, onde venceu por 5–2 em 1971, encerrando a sequência de 24 partidas sem derrotas da equipe, e contra o Internacional, onde venceu por 2–1, sendo a primeira equipe do interior gaúcho a vencer no Estádio Beira-Rio.[3]

Já na edição de 1979, a equipe fez a melhor campanha da sua história no Campeonato Gaúcho.[47] Na primeira fase, após 38 partidas, a equipe terminou com 49 pontos e 17 vitórias, 15 empates e apenas seis derrotas, classificando-se para a fase final.[47] Nesta fase, a equipe conquistou 17 pontos e foi vice-campeã do Campeonato Gaúcho, terminando o campeonato a frende de equipes tradicionais, como o Internacional e Juventude.[47] Com a conquista, a equipe teria direito de disputar a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, porém, segundo anunciado pela Federação Gaúcha de Futebol, a equipe não teria um estádio adequado para a disputa da primeira divisão.[48]

Entre 1970 e 1991, a equipe disputou a Copa Governador do Estado, na qual foi campeã em três oportunidades.[49] Em 1973, a equipe foi campeã, terminando a competição com 28 pontos conquistados em 19 jogos, tendo 12 vitórias, quatro empates e três derrotas, classificando-se para o Campeonato Gaúcho de 1974.[50] No ano de 1977, a equipe conquistou a Copa Governador do Estado pela segunda vez.[51] Na decisão, enfrentou o Brasil de Pelotas, onde na partida de ida, dia 12 de abril, venceu por 1–0 no Estádio Bento Freitas.[52] Na partida de volta, dia 15 de dezembro no Estádio da Montanha, perdeu por 1–0.[53] Com os resultados iguais, foi necessária a realização de uma terceira partida, a qual foi marcada para o dia 22 de dezembro, em campo neutro, sendo escolhido o Estádio Cristo Rei, em São Leopoldo. Entretanto, a torcida do Brasil derrubou o alambrado do estádio e a partida foi cancelada por falta de segurança.[54] A decisão ficou para o dia 2 de fevereiro de 1978, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, com a presença do governador Sinval Guazzelli, onde o Esportivo venceu por 3–0 e ficou com o título.[55]

Partida conhecida como "Jogo da Neve", entre Esportivo e Grêmio.

No dia 30 de maio de 1979, ocorreu um jogo histórico no futebol brasileiro.[56] O Esportivo enfrentou o Grêmio na Montanha, num jogo disputado com muita neve, numa temperatura que chegou a -2ºC.[56] Pessoas que filmavam a partida aproveitaram para fazer tomadas deste jogo histórico.[56] A partida terminou em 0–0 e foi batizada como "O Jogo da Neve".[57]

Em 1980, a equipe sagrou-se tricampeã da Copa Governador do Estado, ao vencer o Pelotas por 2–0 no Estádio da Montanha.[58] No ano de 1982, o Esportivo conquistou a Copa RS, atual Copa FGF, ao derrotar o Caxias, no Clássico da Polenta, no estádio Centenário.[59] A decisão foi em 17 de julho, com vitória do Esportivo sobre o Internacional de Santa Maria por 1–0, no Estádio da Montanha.[59] Um ano depois, em 1983, o Esportivo venceu a Copa ACEG.[60] Na final, disputada contra o Novo Hamburgo, o Esportivo venceu o primeiro jogo, em casa, por 1–0, e buscou o empate em 1–1 no jogo de volta em Novo Hamburgo, garantindo o título.[60] Era o sexto título do Esportivo num período de dez anos, consolidando o clube como uma das principais forças do interior gaúcho na década de 70 e 80.[61] Além destes títulos, a equipe também conquistou o Campeonato do Interior Gaúcho em seis oportunidades (1970, 1971, 1976, 1979, 1982 e 1987), título que era muito cobiçado pelas equipes do interior gaúcho na época.[62]

1983 - 2007 – Aparecimento em competições nacionais e inauguração do estádio[editar | editar código-fonte]

Na década de 80, a equipe passou a disputar competições a nível nacional, participando do Série B em três oportunidades. Em 1983, a equipe participou do grupo F, juntamente com as equipes do Criciúma, Londrina, Novo Hamburgo, Portuguesa e São Bento, onde terminou na terceira colocação com seis pontos ganhos em cinco jogos, tendo duas vitórias, dois empates e uma derrota, não conseguindo qualificar-se para a próxima fase.[63] Disputou pela segunda vez em 1987, onde ficou no grupo A juntamente com as equipes da Chapecoense, Pinheiros e Santa Cruz-RS, terminou na última colocação, com apenas dois pontos ganhos em cinco jogos, com nenhuma vitória, dois empates e três derrotas.[64] A última participação na série B foi em 1989, quando ficou no grupo O, juntamente com as equipes do Blumenau, Brusque, Glória, Juventude e Marcílio Dias, terminando novamente na última colocação, com apenas dois pontos ganhos em dez jogos, com nenhuma vitória, dois empates e oito derrotas.[65]

O ano de 1999 ficou marcado pelo bicampeonato do Esportivo da Divisão de Acesso Gaúcha.[66] O clube chegou na fase final, tendo que jogar contra Glória de Vacaria, Rio Grande e 15 de Novembro. O título foi conquistado com uma sonora goleada por 6x0 contra o Glória.

No ano de 2004, após 15 anos afastado de torneios nacionais, o Esportivo disputou a Série C. A equipe ficou no 3º lugar do Grupo 16, composto por Novo Hamburgo, Ulbra e Lages, além do Esportivo. Sendo assim, não conseguiu se classificar para a próxima fase.

Em 2004 também, o Esportivo inaugurou seu novo estádio, Montanha dos Vinhedos, contra o Pelotas, e venceu por 2x0. No mesmo ano, o time conquistou a Copa FGF ao vencer o Gaúcho nos dois jogos da final, por 3x0 e 2x0, respectivamente, classificando-se para a Copa do Brasil de 2005.[67] Na Copa do Brasil, o Esportivo eliminou o Londrina na primeira fase e na segunda fase enfrentou o Fluminense. O primeiro jogo na Montanha dos Vinhedos terminou em 2x1 para o time carioca, credenciando o Esportivo a jogar no Maracanã. A partida histórica no templo do futebol acabou com vitória do Fluminense, por 1x0, eliminando o alviazul da competição.

Em 2007, o Esportivo disputou novamente a Série C, fazendo sua melhor campanha na história. Na primeira fase, fez parte do Grupo 16, onde enfrentou Joinville, ADAP/Galo Maringá e Caxias, obtendo classificação em 2º lugar. Na segunda fase, num grupo composto por Bragantino, Roma Apucarana e Democrata, além do Esportivo, o clube ficou em 1º lugar. Na terceira fase então, numa chave mais complicada, em que o Esportivo teve de enfrentar Vila Nova, Atlético Goianiense e Villa Nova-MG, o clube terminou na 4ª colocação, sendo eliminado.

No ano de 2012, o alviazul conquistou pela terceira vez a Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho. Com uma campanha incontestável, de 70 pontos em 36 jogos, o Esportivo terminou na liderança em todas as fases da competição, além de ter o melhor ataque e a defesa menos vazada. O título veio na decisão contra o Passo Fundo, em dois jogos. No primeiro, vitória de 2 a 1 do Esportivo no Vermelhão da Serra. Jogando na Montanha dos Vinhedos, o empate de 1 a 1 serviu para que o alviazul, apelidado de "Polenta Mecânica" neste ano, comemorasse o primeiro título no novo estádio.

2014: ano marcado pelo racismo[editar | editar código-fonte]

O Esportivo apresentava um aproveitamento médio no Gauchão 2014, até a sua participação no campeonato ficar marcada por fatores extracampo. No dia 5 de março, num jogo contra o Veranópolis, no estádio Montanha dos Vinhedos, o Esportivo venceu por 3x2 e, após o apito final, o árbitro Márcio Chagas da Silva encontrou bananas em seu carro, estacionado no local reservado para árbitros dentro do estádio.[68]

No dia 13 de março, ocorreu o primeiro julgamento deste caso, na sede da Federação Gaúcha de Futebol. O julgamento, que teve início às 17h30min, durou mais de quatro horas. Defesa e promotoria levaram suas testemunhas antes da decisão dos auditores. O auditor-relator Paulo Abreu abriu a votação decidindo pela aplicação das penas máximas ao clube, exclusão do campeonato e multa. Paulo Nagelstein votou pelo pagamento de multa de R$ 20 mil e perda de mando de campo em 5 jogos. Álvaro Paganotto seguiu o voto do relator. O auditor-presidente Marcelo Castro votou na aplicação de multa de R$ 30 mil e perda do mando de campo de 5 jogos para o Esportivo. Como resultado, o alviazul perderia 5 mandos de campo e teria que pagar uma multa de 30 mil reais.[69]

No dia 10 de abril, ocorreu o segundo julgamento deste caso, também na sede da Federação Gaúcha de Futebol. Neste julgamento, por 6 votos a 2, o Esportivo perdeu nove pontos, 5 mandos de campo e foi multado em R$ 30 mil. Coube ao clube tentar recurso no STJD, no Rio de Janeiro.[70]

Em novo julgamento, dia 17 de julho, o Esportivo havia recuperado seis dos nove pontos perdidos, além de reverter a perda dos mandos de campo. Mas, como o Passo Fundo também havia conseguido recuperar oito pontos no tribunal, o Esportivo foi rebaixado à Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho de 2015.[71]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato do Interior Gaúcho 6 1970, 1971, 1976, 1979, 1982 e 1987
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato Gaúcho - Série A2 3 1969, 1999 e 2012
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Copa FGF 1 2004
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Copa Governador do Estado 3 1973, 1977 e 1980
Campanhas em destaque
Competição Colocação Temporadas
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato Gaúcho 1979
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Campeonato Gaúcho - Série A2 1981
Bandeira do Rio Grande do Sul.svg Copa Governador do Estado 1976 e 1978

Outras conquistas[editar | editar código-fonte]

Torneios estaduais[editar | editar código-fonte]

  • Rio Grande do Sul Taça Perdigueiro: 1932
  • Rio Grande do Sul Campeonato da Segunda Região: 1936
  • Rio Grande do Sul Campeonato de Aspirantes 1ª Divisão: 1949
  • Rio Grande do Sul Campeonato de Profissionais 2ª Divisão - Zona Centro: 1956
  • Rio Grande do Sul Campeonato de Profissionais 2ª Divisão - Zona Planalto: 1957
  • Rio Grande do Sul Taça Rubens Freire Hoffmeister: 1978
  • Rio Grande do Sul Copa RS: 1982
  • Rio Grande do Sul Copa ACEG (Associação dos Cronistas Esportivos Gaúchos): 1983

Futebol Master[editar | editar código-fonte]

Voleibol[editar | editar código-fonte]

Histórico em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Competição Participações Anos
Copa do Brasil 1 participação 2005.
Campeonato Brasileiro Série B 3 participações 1983, 1987 e 1989.
Campeonato Brasileiro Série C 3 participações 1988, 2004 e 2007.
Campeonato Gaúcho 42 participações 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2013 e 2014.
Copa FGF 6 participações 2004, 2005, 2006, 2007, 2011 e 2014.
  • O vice-campeonato estadual do Esportivo em 1979 renderia-lhe o direito de disputar a Taça de Ouro do ano posterior, equivalente à Série A do Campeonato Brasileiro, porém a Federação não incluiu o clube em qualquer competição nacional pois o mesmo não teria um estádio com as condições adequadas.[72]

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas
 Rio Grande do Sul  Brasil
Campeonato Gaúcho Copa FGF Super Copa Campeonato Brasileiro Copa do Brasil
Ano Div. Pos. Pts. J V E D GP GC SG Fase alcançada Fase alcançada Div. Fase alcançada Fase alcançada
2006 A 14º 11 10 3 2 5 17 17 0 Oitavas de final
2007 A 25 17 7 4 6 21 23 -2 1ª fase C 3ª fase
2008 A 20 14 6 2 6 17 18 -1
2009 A 14º 15 15 3 6 6 18 32 -14
2010 A 15º 10 15 3 1 11 17 37 -20
2011 DA 12º 28 18 8 4 6 25 19 6 1ª fase
2012 DA 70 36 20 10 6 57 31 26
2013 A 20 15 6 2 7 17 17 0
2014 A 14º 13 15 4 4 7 16 24 -8 Quartas de final 4º lugar (Fase regional)
2015 DA 12º 16 14 4 4 6 13 16 -3
2016 DA 36 22 9 9 4 28 20 8


Legenda:
     Campeão
     Rebaixado à Divisão de Acesso

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Artilharia
Atleta Torneio Ano Gols
Décio Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho 1971 6 Gol marcado
Luís Freire Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho 1977 13 Gol marcado
Fernando Rio Grande do Sul Copa FGF 2004 13 Gol marcado


Presidentes[editar | editar código-fonte]

  • 1919 - Gastão de Almeida Santos
  • 1920/1922 - Victor Giovannini
  • 1923 - Paulo Pasquali
  • 1924 - José Fasolo
  • 1925 - Renato Giovannini
  • 1926 - Augusto Pasquali
  • 1927 - Arlindo Bissaco
  • 1928 - Victor Giovannini
  • 1929 - Artêmio Turcatto
  • 1930 - Carlos Dreher
  • 1931 - Ludovico Giovannini
  • 1932 - Tercílio Giacomazzi
  • 1933 - Arlindo Bissaco
  • 1934 - Redovino Bertolini
  • 1935 - Alexandre Tesheiner
  • 1936 - Antonio Baldi
  • 1937/1939 - Alexandre Tesheiner
  • 1940/1941 - Erny Hugo Dreher
  • 1942/1946 - Ludovico Giovannini
  • 1947 - Amélio Casagrande
  • 1948 - Erny Hugo Dreher
  • 1949/1950 - Edalo Michelin
  • 1951 - Idalino Fasolo
  • 1952 - Ludovico Giovannini
  • 1953 - Antonio Bessil
  • 1954 - Idalino Fasolo
  • 1955 - Willy Koff
  • 1956 - Pedro Morbini
  • 1957/1958 - Amélio Casagrande
  • 1959 - Erny Hugo Dreher
  • 1960 - Ludovico Giovannini
  • 1961 - Valter Tesser
  • 1962 - Sylo Michelon
  • 1963 - Moyses Luiz Michelon
  • 1964 - Jatir Dall'Oglio
  • 1965 - Carlos Reno Dreher
  • 1966 - Aclídio Miele
  • 1967/1968 - Darcy Pozza
  • 1969 - Aydo Bertuol
  • 1970 - Ulisses de Gasperi, Dorvalino Pozza e Lóris Reali
  • 1971 - Roberto Miele
  • 1972 - Darcy Pozza
  • 1973 - Sérgio Pozza
  • 1974 - Vitale Camilo
  • 1975 - Ulisses Vicente Tomasini
  • 1976 - Lênio Zanesco
  • 1977 - Romeo Paludo
  • 1978 - Luiz Augusto Signor
  • 1979 - Odorico Vanni
  • 1980 - Ivo Diogo Pozza
  • 1981 - Valdir Cislaghi
  • 1982 - Ivo Siviero
  • 1983 - Lênio Zanesco
  • 1984/1985 - Ivo Siviero
  • 1986 - Aílton Stefenon
  • 1987/1988 - Odorico Vanni
  • 1989 - Luiz Alberto Majola
  • 1990 - Ademir Ciro Beltran
  • 1991 - Ivo Siviero
  • 1992 - Ailton Stefenon
  • 1993 - Carlos Fasolo
  • 1994 - Ademir Ciro Beltran
  • 1995 - Gean Carlo Zanete
  • 1996 - Ailton Stefenon
  • 1997/1999 - Henrique Alfredo Caprara
  • 2000/2001 - Sérgio Salvadori
  • 2002/2005 - José Décio Dupont
  • 2006 - Luiz Pompermayer
  • 2007 - Luiz Carlos Bordin
  • 2008 - Ivan Dal Ponte
  • 2009 - Moisés Scussel Neto
  • 2010 - Oscar Cobalchini, Vilson Barcelos e Volmir Prezzi
  • 2010/2011 - Oscar Cobalchini
  • 2012/2015 - Luis Oselame
  • 2016/2017 - Guilherme Salton

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Arthur
Brasil Bernardo
Brasil Luiz Müller
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Daniel Gonçalves Z
Brasil Fernando Cardozo Z
Brasil João Carlos Z
Brasil Douglas Tuchê LD
Brasil Alemão LE
Brasil Diego Saraçol LE
Brasil João Guilherme LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Alex Gaúcho V
Brasil Douglas T-Rex V
Brasil Nunes V
Brasil Renan Pedrada V
Brasil Vinicius Costa V
Brasil Araujo M
Brasil Cleiton M
Brasil Felipinho M
Brasil Juninho M
Brasil Lucas Lis M
Brasil Márcio Hahn M
Brasil Natan M
Brasil Vini M
Atacantes
Jogador
Brasil Douglas Kemmer
Brasil Gustavo
Brasil Gustavo Sapeka
Brasil Jarro
Brasil Léo
Brasil Vinicius
Brasil Zulu
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Alex Xavier T

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Jogadores[editar | editar código-fonte]

Técnicos[editar | editar código-fonte]

Mascote[editar | editar código-fonte]

Zebra, animal que representa o mascote do Esportivo.

História do mascote "Zebrão Alviazul":[editar | editar código-fonte]

No primeiro teste da Loteria Esportiva, dia 19 de abril de 1970, ninguém chegou aos 13 pontos, porque o Grêmio perdeu para o Esportivo, em Bento Gonçalves, por 1x0, gol de Décio. Foi a zebra do jogo 9.

  • 1 - Flamengo 1x0 Fluminense - coluna um
  • 2 - Bangu 2x1 Bonsucesso - coluna um
  • 3 - Vasco 2x1 América-RJ (Juvenil) - coluna um
  • 4 - Botafogo 3x3 Fluminense (Juvenil) - coluna do meio
  • 5 - Santos 1x1 Corinthians - coluna do meio
  • 6 - São Paulo 1x1 Portuguesa - coluna do meio
  • 7 - Guarani 1x1 Ponte Preta - coluna do meio
  • 8 - Ferroviária 2x0 Botafogo-SP - coluna um
  • 9 - ESPORTIVO 1x0 GRÊMIO - coluna um
  • 10 - Tupinambás 0x2 Tupi - coluna dois
  • 11 - Ferroviário-PR 0x0 Londrina - coluna do meio
  • 12 - Benfica 1x0 Varzim - coluna um
  • 13 - Leixões 2x3 Sporting - coluna dois

Concurso que elegeu a zebra como mascote[editar | editar código-fonte]

Em 2008, a direção do Esportivo abriu um concurso público para eleger um mascote para a equipe. As opções eram: águia, azulão, leão da montanha e Baco, o deus do vinho. Mais tarde, foi incluída a zebra a pedido da torcida, que acabou vencendo o concurso com a obra feita por Adriano Segatto.

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico da Polenta

O Esportivo tem como seu maior rival o Caxias, da cidade vizinha Caxias do Sul, com o qual realiza o Clássico da Polenta.

A rivalidade atingiu seu ápice na década de 70, quando Esportivo e Caxias estavam entre as principais forças do futebol gaúcho e duelavam seguidamente por conquistas a âmbito estadual.

Torcidas organizadas[editar | editar código-fonte]

Ranking do Campeonato Gaúcho[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 5º
  • Pontos: 1068 pontos[nota 1]

Publicações sobre o Esportivo[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

SOUTO, Alceu Salvi. Esportivo - O Alvi-Azul da Capital Brasileira do Vinho. Tipograf Indústria Gráfica Ltda, 1996.

Ver também[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Clube Esportivo Bento Gonçalves

Notas

  1. Ranking atualizado desde a sua publicação, em 2000, no "Anuário do Futebol Gaúcho", de Flávio Fiorin e Markus Vitorino, que pontua todos os clubes que participaram do Campeonato Gaúcho de Futebol a partir da unificação do campeonato, em 1961. De 1961 a 1994, são contabilizados 2 pontos por vitória; de 1994 até o presente, cada vitória corresponde a 3 pontos.

Referências

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  71. Pioneiro. «Passo Fundo reverte pontos no STJD e Esportivo é rebaixado do Gauchão para a Divisão de Acesso de 2015». Consultado em 13 de dezembro de 2014 
  72. RSSSFBrasil. «Campeonato Gaúcho 1979». Consultado em 25 de novembro de 2013 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Amador, Milton Cleber Pereira (2007). Italianos para o Rio Grande do Sul: um novo conceito de família. (PDF). São Leopoldo: [s.n.] 
  • Caprara, Bernadete (2005). Da colônia Dona Isabel ao município de Bento Gonçalves – 1875 a 1930. Bento Gonçalves: [s.n.] 
  • Souto, Alceu Salvi (1996). Clube Esportivo Bento Gonçalves, o Alvi-Azul da capital brasileira do vinho. Bento Gonçalves: Arte & Texto 
  • Mazo, Janice (2012). Associações Esportivas no Rio Grande do Sul: lugares e memórias. Novo Hamburgo: Feevale 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]