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Clube Esportivo Bento Gonçalves

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Esportivo
Brasão Esportivo.png
Nome Clube Esportivo Bento Gonçalves
Alcunhas Tivo
Alviazul
Zebrão
Polenta Mecânica
Torcedor/Adepto Alviazul
Mascote Zebra
Fundação 28 de agosto de 1919 (98 anos)
Estádio Montanha dos Vinhedos
Capacidade 12.859 pessoas[1]
Presidente Brasil Guilherme Salton
Treinador Brasil Alex Xavier
Patrocinador Brasil Aleplast
Brasil DiPaolo
Brasil Madem
Brasil Prefeitura Municipal
Material (d)esportivo Brasil Catera
Competição Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho - Divisão de Acesso
Rio Grande do Sul DA 2017 Estável Quartas de final
Rio Grande do Sul DA 2016 Estável 5° colocado
Rio Grande do Sul DA 2015 Estável 12° colocado
Website Website oficial
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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O Clube Esportivo Bento Gonçalves, conhecido apenas como Esportivo, é um clube de futebol brasileiro com sede na cidade de Bento Gonçalves, no estado do Rio Grande do Sul. Tem sua fundação datada de 28 de agosto de 1919, sendo um dos clubes de futebol mais antigos do estado. O primeiro jogo oficial foi disputado no dia 21 de setembro do mesmo ano, tendo empatado pelo placar de 1 a 1 contra a equipe do Garibaldi.

O primeiro título amistoso foi em 1939, com a conquista da Taça Perdigueiro. A primeira conquista a nível estadual ocorreu em 1969, com o título da segunda divisão do Campeonato Gaúcho, estabelecendo assim uma expansão da marca do clube para todo o estado. No ano seguinte, em 1970, a equipe passou a disputar a primeira divisão do Campeonato Gaúcho, onde, naquele mesmo ano, se consagrou campeã do interior, ao terminar o campeonato na quarta posição.[2]

Os principais títulos conquistados pelo clube foram a Copa FGF de 2004, a Copa Governador do Estado em três oportunidades, a Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho também em três oportunidades e o Campeonato do Interior em seis oportunidades. A equipe já participou de competições nacionais, como a Copa do Brasil, onde atingiu a segunda fase em 2005, bem como três vezes da Série B e outras três da Série C do Campeonato Brasileiro. Atualmente, integra a Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho.

História[editar | editar código-fonte]

1919 – Fundação por imigrantes italianos[editar | editar código-fonte]

No início do século XIX, a província de São Pedro do Rio Grande do Sul, atual Rio Grande do Sul, apresentava uma prosperidade econômica que estava relacionada com atividades agropecuárias, às charqueadas e a produção de trigo.[3] A partir do ano de 1824, a província começou a receber muitos imigrantes alemães que se estabeleceram no Vale do Rio dos Sinos, ao receberem pequenos lotes de terras.[4] Passou-se então a ter uma progressiva diminuição da entrada de imigrantes alemães, iniciando assim o incentivo da imigração de italianos que, por sua vez receberam terras na região da Serra Gaúcha e tiveram como único auxílio o pagamento destas terras a crédito.[5]

Os jovens da recém formada cidade de Bento Gonçalves praticavam futebol aos finais de semana, jogando em campos improvisados, terrenos baldios, ou locais cedidos por alguma família, espalhados por diferentes zonas da cidade.[6] A cidade já possuía alguns times amadores, os principais eram São Luiz, Canto-Fura, Liberal e Caramuru.[3] Por serem amadores, estes clubes não tinham consistência para enfrentar igualmente agremiações das cidades vizinhas de Caxias do Sul, Garibaldi, Carlos Barbosa, Alfredo Chaves, Prata e Montenegro.[3] Com a ideia de representar a cidade em competições intermunicipais, Leonardo Carlucci lançou a ideia de fundar um clube que pudesse tomar parte nas competições intermunicipais.[7] A sugestão foi aprovada por todos e foi criado o clube, que a princípio chamava-se "Club Sportivo Bento Gonçalves", afirmando a forte influência italiana.[8]

1920 - 1945 – Formação e inauguração do estádio[editar | editar código-fonte]

Primeiro time do clube, que disputou a primeira partida contra o Garibaldi.

Em 24 de agosto de 1919, o clube formado, elegendo seu primeiro presidente, Gastão de Almeida, e vice-presidente, Ernesto Lorenzoni.[9] A inauguração do clube, no dia 21 de setembro de 1919, foi tida como um grande evento na cidade, marcado pelo comparecimento dos associados e vários convidados no ato inaugural.[9] Depois, foram assistir ao primeiro jogo da equipe, enfrentando o Garibaldi.[9] Antes da partida ocorreu a apresentação da banda de Bento Gonçalves.[9] Referente ao jogo entre os clubes de Bento Gonçalves e de Garibaldi não existem muitos relatos, porém sabe-se que a partida terminou empatada em 1–1.[10] O Esportivo estava assim escalado: Pasquetti; Holleben e Salton; Cardoso, Turcato e Enricone; Zanoni, Fedullo, Bissaco, Ros e Ponzoni.[10]

Logo após sua fundação, o Esportivo começou a construir sua trajetória pelo interior do estado do Rio Grande do Sul.[11] Como resultado disso, as agremiações de caráter amador que pertenciam a cidade de Bento Gonçalves acabaram cessando suas atividades, devido ao fato de praticamente todos os jogadores transferiram-se para o Esportivo.[12] O Esportivo em seus primeiros anos de existência realizava muitas excursões para as cidades vizinhas de Garibaldi e Carlos Barbosa.[13] As viagens até o destino das partidas eram realizadas por meio de trem, carroças ou a cavalo. Como os jogadores não recebiam nada pelos seus serviços e nem todos podiam cobrir as despesas de tais viagens, outros jogadores mais favorecidos economicamente e sócios custeavam esses valores.[14] Uma rivalidade grande com equipes de Caxias do Sul foi formada. Os principais adversários eram o Juvenil, Juventude e Americano.[15] Os times caxienses eram mais antigos e possuíam reforços de jogadores estrangeiros, principalmente uruguaios que eram famosos na época.[3] Relatos afirmam que a rivalidade era tanta que muitas vezes as partidas não eram concluídas por confusões geradas dentro do campo de jogo.[3] Porém, ao término do confronto, à noite o time mandante oferecia um baile aos visitantes, onde ocorria uma confraternização.[3]

No ano de 1923, a cidade de Bento Gonçalves recebeu a equipe do Grêmio Foot Ball Porto Alegrense, que enfrentaria o time local.[16] O Esportivo terminou o primeiro tempo vencendo por 2–0 a equipe de Porto Alegre.[17] Entretanto, o Grêmio, comandado por Eurico Lara conseguiu se sobressair na segunda etapa devido ao melhor preparo físico, marcando seis gols e vencendo o jogo pelo placar de 6–2.[18] Somente 15 anos depois da visita do Grêmio, no dia 23 de outubro de 1938, o Esportivo disputou novamente um jogo com outro tradicional clube de Porto Alegre. O Sport Club Internacional realizou um amistoso com o Esportivo, em uma partida marcada por grande festividade, e homenagem do Esportivo presenteando o Internacional com um buquê de flores.[19] Na partida, a equipe do Esportivo obteve uma vantagem de 3–1, porém não resistiu à pressão imposta pelo Internacional, que empatou o jogo em 4–4.[20]

Terreno cedido pela prefeitura para a construção do primeiro estádio.

Apenas 22 anos depois de sua fundação, no dia 24 de setembro de 1941, o Esportivo deu os primeiros passos para adquirir o próprio estádio.[21] Erny Hugo Dreher, presidente do clube, enviou ofício ao então prefeito de Bento Gonçalves, João Dentice, solicitando junto a prefeitura a doação de um terreno para a construção de seu estádio.[22] Primeiramente, o presidente Dreher expôs que há mais de 20 anos já havia solicitado junto à prefeitura um terreno para a prática do futebol pelo clube.[23] Também, disse que o terreno cedido pela prefeitura foi cercado e a infraestrutura melhorada com despesas pagas pelo próprio clube, mas que as melhorias já não se encontram mais em boas condições.[24] Outro ponto destacado pelo presidente do Esportivo foi a solicitação de auxílio financeiro de sete contos e quinhentos mil réis à prefeitura, para uma reforma no campo que já não estava em boas condições, principalmente para prática do futebol.[25]

No ano seguinte, em 19 de abril de 1942, foi lançada a pedra fundamental para a construção do novo estádio. Enquanto as obras do estádio seguiam, o Esportivo continuava sua caminhada em jogos, já percorrendo todo estado, participando inclusive do campeonato estadual amador.[26] A inauguração do estádio do Esportivo ocorreu três anos depois de iniciadas, em 26 de agosto de 1945.[27] A maior renda vista no estádio do Esportivo, nesta época, foi na data de sua inauguração, em uma partida comemorativa contra o Clube Atlântico da cidade de Erechim.[28] Cerca de quatro mil espectadores estavam presentes gerando uma renda de quase 900 mil cruzeiros, renda recorde no estado naquele período. Os jogadores de ambos os times foram recebidos com fogos, confetes e serpentinas. Dante Marcucci, fundador do Juventude de Caxias do Sul sobrevoou as imediações do estádio com a esquadrilha de aviões do aeroclube de Caxias do Sul.[29] Além disso, clubes do Estado enviaram presentes ao Esportivo, parabenizando o clube pela data. A partida terminou empatada em 0–0.[30] O estádio, denominado Estádio da Montanha, estava localizado em uma área elevada da cidade, onde hoje é o bairro Cidade Alta.[31]

1946 - 1969 – Início das disputas estaduais[editar | editar código-fonte]

Em 1952, a equipe disputou sua primeira competição profissional, a segunda divisão de 1952, onde foi eliminado na fase de grupos.[32] Na edição seguinte, em 1953, a equipe foi eliminada nas semifinais, após perder para o Montenegro pelo placar agregado de 1–2.[33] Já nas edições de 1954, a equipe foi campeã do torneio da zona leste e classificou-se para a fase final, onde terminou na terceira colocação.[34] Em 1955, não participou de nenhum campeonato.[35] Em 1956 e 1957 a equipe classificou-se para as semifinais e terminou a competição na terceira e quarta colocação, respectivamente.[36][37]

Entre os anos de 1958 e 1968, a equipe disputou os torneios preliminares da segunda divisão, porém não conseguiu classificar-se para a fase final.[38] Já em 1969, durante o primeiro ano da competição com disputa unificada, sem divisão por regiões, a equipe disputou a primeira fase onde ficou na primeira colocação, tendo conquistado 13 vitórias, dois empates e apenas uma derrota.[39] Na segunda fase, a equipe venceu o Garibaldi por 9–2, o Lajeadense por 2–0 e o 14 de Julho também por 2–0.[39] Classificado para a final, enfrentou o Avenida, onde na partida de ida, no Estádio dos Eucaliptos, venceu por 1–0.[39] Já na partida de volta, que seria disputada no Estádio da Montanha, a equipe do Avenida anunciou que não iria jogar, alegando que os jogadores estavam de férias e cansados, pois haviam disputado duas partidas em um intervalo de apenas três dias cada uma.[40] Por não comparecer, a Federação Gaúcha de Futebol declara o Esportivo como vencedor da partida por walkover (W.O) e, consequentemente, campeão da segunda divisão de 1969, conquistando uma vaga na divisão especial de 1970.[41]

1970 - 1982 – Consolidação estadual[editar | editar código-fonte]

Em 1970, a equipe disputou pela primeira vez a primeira divisão do Campeonato Gaúcho, onde na primeira fase conquistou 17 pontos, vencendo cinco partidas, empatando sete e perdendo quatro partidas, ficando na quarta colocação e classificando-se para a segunda fase.[42] Durante esta fase, a equipe ficou novamente na quarta colocação, conquistando 23 pontos em 18 jogos, com nove vitórias, cinco empates e quatro derrotas, ficando a frente de outros clubes tradicionais do estado como o Novo Hamburgo e o Pelotas.[42] Entre os anos de 1971 e 1978, a equipe não fez grandes campanhas no Campeonato Gaúcho, terminando na terceira colocação nas edições de 1971[43] e 1976[44] e na quarta colocação em 1973[45] e 1978.[46] Nesta década, a equipe conquistou vitórias importantes sobra a dupla Grenal, contra o Grêmio, onde venceu por 5–2 em 1971, encerrando a sequência de 24 partidas sem derrotas da equipe, e contra o Internacional, onde venceu por 2–1, sendo a primeira equipe do interior gaúcho a vencer no Estádio Beira-Rio.[3]

Já na edição de 1979, a equipe fez a melhor campanha da sua história no Campeonato Gaúcho.[47] Na primeira fase, após 38 partidas, a equipe terminou com 49 pontos e 17 vitórias, 15 empates e apenas seis derrotas, classificando-se para a fase final.[47] Nesta fase, a equipe conquistou 17 pontos e foi vice-campeã do Campeonato Gaúcho, terminando o campeonato a frende de equipes tradicionais, como o Internacional e Juventude.[47] Com a conquista, a equipe teria direito de disputar a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, porém, segundo anunciado pela Federação Gaúcha de Futebol, a equipe não teria um estádio adequado para a disputa da primeira divisão.[48]

Entre 1970 e 1991, a equipe disputou a Copa Governador do Estado, na qual foi campeã em três oportunidades.[49] Em 1973, a equipe foi campeã, terminando a competição com 28 pontos conquistados em 19 jogos, tendo 12 vitórias, quatro empates e três derrotas, classificando-se para o Campeonato Gaúcho de 1974.[50] No ano de 1977, a equipe conquistou a Copa Governador do Estado pela segunda vez.[51] Na decisão, enfrentou o Brasil de Pelotas, onde na partida de ida, dia 12 de abril, venceu por 1–0 no Estádio Bento Freitas.[52] Na partida de volta, dia 15 de dezembro no Estádio da Montanha, perdeu por 1–0.[53] Com os resultados iguais, foi necessária a realização de uma terceira partida, a qual foi marcada para o dia 22 de dezembro, em campo neutro, sendo escolhido o Estádio Cristo Rei, em São Leopoldo. Entretanto, a torcida do Brasil derrubou o alambrado do estádio e a partida foi cancelada por falta de segurança.[54] A decisão ficou para o dia 2 de fevereiro de 1978, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, com a presença do governador Sinval Guazzelli, onde o Esportivo venceu por 3–0 e ficou com o título.[55]

Partida conhecida como "Jogo da Neve", entre Esportivo e Grêmio.

No dia 30 de maio de 1979, ocorreu um jogo histórico no futebol brasileiro.[56] O Esportivo enfrentou o Grêmio na Montanha, num jogo disputado com muita neve, numa temperatura que chegou a -2 °C.[56] Pessoas que filmavam a partida aproveitaram para fazer tomadas deste jogo histórico.[56] A partida terminou em 0–0 e foi batizada como "O Jogo da Neve".[57]

Em 1980, a equipe sagrou-se tricampeã da Copa Governador do Estado, ao vencer o Pelotas por 2–0 no Estádio da Montanha.[58] No ano de 1982, o Esportivo conquistou a Copa RS, atual Copa FGF, ao derrotar o Caxias, no Clássico da Polenta, no estádio Centenário.[59] A decisão foi em 17 de julho, com vitória do Esportivo sobre o Internacional de Santa Maria por 1–0, no Estádio da Montanha.[59] Um ano depois, em 1983, o Esportivo venceu a Copa ACEG.[60] Na final, disputada contra o Novo Hamburgo, o Esportivo venceu o primeiro jogo, em casa, por 1–0, e buscou o empate em 1–1 no jogo de volta em Novo Hamburgo, garantindo o título.[60] Era o sexto título do Esportivo num período de dez anos, consolidando o clube como uma das principais forças do interior gaúcho na década de 70 e 80.[61] Além destes títulos, a equipe também conquistou o Campeonato do Interior Gaúcho em seis oportunidades (1970, 1971, 1976, 1979, 1982 e 1987), título que era muito cobiçado pelas equipes do interior gaúcho na época.[62]

No Campeonato Gaúcho de 1980, a equipe foi rebaixada para a Segunda Divisão.[63] Na Segunda Divisão de 1981, a equipe terminou a primeira fase na primeira colocação, com 15 pontos conquistados, classificando-se para o octogonal final, onde ficou na segunda colocação e foi promovido novamente para a primeira divisão.[64]

1983 - 2007 – Aparecimento em competições nacionais e inauguração do estádio[editar | editar código-fonte]

Na década de 80, a equipe passou a disputar competições a nível nacional, participando do Série B em três oportunidades. Em 1983, a equipe participou do grupo F, juntamente com as equipes do Criciúma, Londrina, Novo Hamburgo, Portuguesa e São Bento, onde terminou na terceira colocação com seis pontos ganhos em cinco jogos, tendo duas vitórias, dois empates e uma derrota, não conseguindo qualificar-se para a próxima fase.[65] Disputou pela segunda vez em 1987, onde ficou no grupo A juntamente com as equipes da Chapecoense, Pinheiros e Santa Cruz-RS, terminou na última colocação, com apenas dois pontos ganhos em cinco jogos, com nenhuma vitória, dois empates e três derrotas.[66] A última participação na série B foi em 1989, quando ficou no grupo O, juntamente com as equipes do Blumenau, Brusque, Glória, Juventude e Marcílio Dias, terminando novamente na última colocação, com apenas dois pontos ganhos em dez jogos, com nenhuma vitória, dois empates e oito derrotas.[67]

A equipe participou da Série C também por três oportunidades. Na primeira participação, em 1988, a equipe participou do grupo 11, juntamente com as equipes do Brusque, Figueirense e Inter de Santa Maria, terminando na terceira colocação com nove pontos ganhos em seis jogos, ficando apenas a dois pontos da classificação para a próxima fase.[68] Participou novamente em 2004 no grupo 16, juntamente com as equipes do Lages, Novo Hamburgo e Ulbra-RS, terminando novamente em terceiro lugar, com cinco pontos conquistados em seis jogos, tendo uma vitória, dois empates e três derrotas.[69] Sua última e melhor participação foi na edição de 2007.[70] Na primeira fase, participou novamente do grupo 16, desta vez com as equipes do Caxias, Joinville e Maringá, onde fez uma boa campanha e terminou na segunda colocação, com dez pontos ganhos em seis jogos, com três vitórias, um empate e duas derrotas, classificando-se para a próxima fase.[70] Na segunda fase, a equipe ficou no grupo 6, juntamente com o Bragantino, Democrata-GV e Roma de Apucarana, onde terminou na primeira colocação, após conquistar onze pontos em seis jogos, tendo três vitórias, dois empates e uma derrota, classificando-se novamente para a próxima fase.[70] Porém, na terceira fase a equipe ficou no grupo 4, com as equipes do Atlético Goianiense, Vila Nova e Villa Nova, onde terminou na quarta colocação, tendo conquistado apenas três pontos em seis jogos, com nenhuma vitória, três empates e três derrotas, sendo eliminado da competição mas fazendo a melhor campanha da história do clube em competições nacionais.[70]

No Campeonato Gaúcho de 1997, a equipe foi rebaixada após terminar o campeonato na última colocação, conquistando apenas sete pontos em 13 jogos disputados, com uma vitória, cinco empates e sete derrotas.[71] Já em 1999, a equipe conquistou seu bicampeonato da Segunda Divisão.[72] Na primeira fase, a equipe ficou na primeira colocação do grupo B, com 29 pontos conquistados em 14 jogos, tendo nove vitórias, dois empates e três derrotas, classificando-se para a próxima fase.[72] No quadrangular final, a equipe terminou novamente na primeira colocação, com 15 pontos ganhos em seis jogos, tendo cinco vitórias e uma derrota, sagrando-se bicampeão da Segunda Divisão e conquistando a vaga para a Série A de 2000.[72]

Entre os anos de 2000 e 2004, a equipe não fez campanhas de destaque no Campeonato Gaúcho, terminando sempre entre a quinta e a sétima colocação.[73]

O ano de 2004 foi marcado por grandes conquistas para a equipe. No dia 29 de fevereiro de 2004, o Esportivo inaugurou seu novo estádio, o Parque Esportivo Montanha dos Vinhedos, durante amistoso contra o Pelotas, onde venceu por 2–0, com o primeiro gol marcado pelo jogador Ernestina do Esportivo.[74] O estádio, com capacidade para 12 859 pessoas,[1] na época da inauguração era o terceiro estádio mais moderno do Rio Grande do Sul, ficando atrás apenas do Estádio Beira-Rio e Estádio Olímpico Monumental.[75] A construção do estádio foi iniciada em 1983, levando 21 anos para ser concluída.[75] No dia 4 de abril de 2004, um mês após a inauguração, um clássico Grenal (jogo entre Grêmio e Internacional), válido pelo Campeonato Gaúcho, foi disputado no estádio, terminando com a vitória do Internacional pelo placar de 2–1.[76]

Neste mesmo ano, a equipe disputou a primeira edição da Copa FGF, organizada pela Federação Gaúcha de Futebol. Na primeira fase participou do grupo D, com as equipes do Cachoeira, Juventude, São José-RS e RS Futebol, onde terminou na primeira colocação, com 21 pontos conquistados em oito jogos, tendo sete vitórias e uma derrota, classificando-se para a fase final.[77] Nas oitavas de final, a equipe enfrentou o São Luiz, no primeiro jogo em Ijuí as equipes empataram em 1–1, enquanto no jogo de volta em Bento Gonçalves a equipe do Esportivo venceu pelo placar de 4–1, classificando-se novamente.[77] Nas quartas de final, a equipe enfrentou o Farroupilha em Pelotas, onde goleou por 6–0, empatando por 1–1 no jogo de volta.[77] Nas semifinais, enfrentou o Caxias onde no primeiro jogo, em Bento Gonçalves, venceu por 1–0 e manteve o empate por 0–0 no jogo de volta, em Caxias do Sul.[78] Na grande final, enfrentou a equipe do Gaúcho. No primeiro jogo em 15 de novembro, no Parque Esportivo Montanha dos Vinhedos, a equipe do Esportivo venceu por 3–0, com gols de Cadu, Caio e Jal.[78] No jogo de volta em 21 de novembro, no Estádio Wolmar Salton, a equipe venceu novamente por 2–0, conquistando o título e classificando-se para a Copa do Brasil de 2005.[78] Além do título, o jogador Fernando Rech do Esportivo foi o artilheiro da competição, com 13 gols marcados.[77]

Classificado, disputou a Copa do Brasil de 2005. Na primeira fase, a equipe eliminou o Londrina, vencendo o primeiro jogo por 4–1 e perdendo o segundo jogo por 0–2.[79] Na segunda fase, enfrentou o Fluminense.[79] O primeiro jogo, no Parque Esportivo Montanha dos Vinhedos, a equipe do Fluminense venceu por 2–1, com dois gols do jogador Gabriel.[79] A segunda partida foi histórica para a equipe, era a primeira vez que iriam jogar no Estádio do Maracanã, considerado o templo do futebol mundial na época.[79] Novamente o Fluminense venceu, por um placar de 1–0, com gol marcado pelo jogador Marquinho, eliminando o Esportivo da competição.[80]

2008 - 2013 – Estabilidade[editar | editar código-fonte]

No Campeonato Gaúcho de 2010, a equipe foi rebaixada para a Segunda Divisão, após terminar o campeonato na penúltima colocação, com 10 pontos conquistados em 15 jogos, com três vitórias, um empate e 11 derrotas.[81] Na Segunda Divisão de 2011, a equipe foi eliminada na segunda fase.[82]

Na edição de 2012, a primeira denominada "Divisão de Acesso", a equipe disputou a primeira fase no grupo B, onde terminou na primeira colocação com 34 pontos ganhos em 18 jogos, tendo 10 vitórias, quatro empates e quatro derrotas.[83] Classificado para a segunda fase, terminou novamente na primeira colocação, com 22 pontos conquistados em 10 jogos disputados, com seis vitórias, quatro empates e nenhuma derrota.[84] No quadrangular final, novamente a equipe terminou em primeiro lugar, com 10 pontos conquistados em seis jogos, com três vitórias, um empate e duas derrotas, classificando-se para a final contra o Passo Fundo e ganhando o direito de disputar a primeira divisão de 2013.[85] Na partida de ida da final, a equipe venceu por 2–1 em jogo no Estádio Vermelhão da Serra.[86] No jogo de volta no Parque Esportivo Montanha dos Vinhedos, a equipe manteve o empate por 1–1 e conquistou o tricampeonato da Divisão de Acesso.[86] A campanha perfeita da equipe no campeonato fez com que ela ganhasse o apelido de "Polenta Mecânica".[87]

2014 - atualmente – Declínio[editar | editar código-fonte]

O Esportivo apresentava um aproveitamento médio no Gauchão 2014, até a sua participação no campeonato ficar marcada por fatores extracampo.[88] No dia 5 de março, num jogo contra o Veranópolis, no estádio Montanha dos Vinhedos, o Esportivo venceu por 3x2 e, após o apito final, o árbitro Márcio Chagas da Silva encontrou bananas em seu carro, estacionado no local reservado para árbitros dentro do estádio.[88] No dia 13 de março, ocorreu o primeiro julgamento deste caso, na sede da Federação Gaúcha de Futebol.[89] O julgamento, que teve início às 17h30min, durou mais de quatro horas.[89] Como resultado, o Esportivo perderia 5 mandos de campo e teria que pagar uma multa de 30 mil reais.[89]

No dia 10 de abril, ocorreu o segundo julgamento deste caso, também na sede da Federação Gaúcha de Futebol.[90] Neste julgamento, por 6 votos a 2, o Esportivo perdeu nove pontos, 5 mandos de campo e foi multado em 30 mil reais.[90] Coube ao clube tentar recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, no Rio de Janeiro.[90] Em novo julgamento, dia 17 de julho, o Esportivo havia recuperado seis dos nove pontos perdidos, além de reverter a perda dos mandos de campo.[91] Mas, como o Passo Fundo também havia conseguido recuperar oito pontos no tribunal, o Esportivo foi rebaixado à Divisão de Acesso do Campeonato Gaúcho de 2015.[91]

Na Divisão de Acesso de 2015, a equipe fez uma campanha ruim, conquistando seis pontos em sete jogos, ficando com o mesmo número de pontos do Nova Prata, equipe que foi rebaixada.[92] No ano seguinte, em 2016, a equipe se recuperou e terminou a primeira fase na terceira colocação, com 22 pontos em 14 jogos.[93] Porém na segunda fase, a equipe foi eliminada após terminar na terceira colocação com 14 pontos em oito jogos.[93] Em 2017, a equipe se classificou na primeira fase na quarta colocação, com 22 pontos em 14 jogos.[94] Porém, nas quartas de final, foi eliminado após vencer do Avenida em casa por 2–1 e perder no segundo jogo por 0–2.[94]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Entre os principais títulos da equipe, destacam-se a conquista do Campeonato do Interior Gaúcho em sete oportunidades e da Divisão de Acesso em três oportunidades.[2] Entre outras conquistas, a equipe já conquistou 21 títulos, incluindo oficiais e amistosos.[2]

Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Rio Grande do Sul Campeonato do Interior Gaúcho 6 1970, 1971, 1976, 1979, 1982 e 1987
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho - Divisão de Acesso 3 1969, 1999 e 2012
Rio Grande do Sul Copa FGF 1 2004
Rio Grande do Sul Copa Governador do Estado 3 1973, 1977 e 1980
Outras conquistas
Competição Títulos Temporadas
Rio Grande do Sul Taça Perdigueiro 1 1932
Rio Grande do Sul Campeonato da Segunda Região 1 1936
Rio Grande do Sul Campeonato de Aspirantes 1ª Divisão 1 1949
Rio Grande do Sul Campeonato de Profissionais 2ª Divisão - Zona Centro 1 1956
Rio Grande do Sul Campeonato de Profissionais 2ª Divisão - Zona Planalto 1 1957
Rio Grande do Sul Taça Rubens Freire Hoffmeister 1 1978
Rio Grande do Sul Copa RS 1 1982
Rio Grande do Sul Copa ACEG 1 1983

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Conquistas em outros desportos[editar | editar código-fonte]

Futebol Master[editar | editar código-fonte]

Voleibol[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2017
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho - Série A 37 2º colocado (1979) 1970 2014 4
Campeonato Gaúcho - Divisão de Acesso 23 Campeão (1969, 1999 e 2012) 1952 2017 4 0
Copa FGF 6 Campeão (2004) 2004 2014
Brasil Copa do Brasil 1 2ª fase (2005) 2005 2005
Campeonato Brasileiro - Série B 3 26º colocado (1983) 1983 1989 0 0
Campeonato Brasileiro - Série C 3 15º colocado (2007) 1988 2007 0 0

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas
 Rio Grande do Sul  Brasil
Campeonato Gaúcho Copa FGF Super Copa Campeonato Brasileiro Copa do Brasil
Ano Div. Pos. Pts. J V E D GP GC SG Fase alcançada Fase alcançada Div. Fase alcançada Fase alcançada
2007 A 25 17 7 4 6 21 23 -2 1ª fase C 3ª fase
2008 A 20 14 6 2 6 17 18 -1
2009 A 14º 15 15 3 6 6 18 32 -14
2010 A 15º 10 15 3 1 11 17 37 -20
2011 DA 12º 28 18 8 4 6 25 19 6 1ª fase
2012 DA 70 36 20 10 6 57 31 26
2013 A 20 15 6 2 7 17 17 0
2014 A 14º 13 15 4 4 7 16 24 -8 Quartas de final 4º lugar (Fase regional)
2015 DA 12º 16 14 4 4 6 13 16 -3
2016 DA 36 22 9 9 4 28 20 8
2017 DA 25 16 6 7 3 22 14 8
Legenda:
     Campeão
     Rebaixado à Divisão de Acesso

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Atualmente, a equipe conta com dois modelos de uniformes para jogo, que são fornecidos pela Catera, empresa bento-gonçalvense de produtos esportivos.[95]

Uniformes de jogo[editar | editar código-fonte]

  • 1º uniforme: Camisa azul, com listras verticais brancas e ponta das mangas em amarelo. Calção e meias em azul.
  • 2º uniforme: Camisa branca, com listras verticais azuis e ponta das mangas em amarelo. Calção e meias em branco.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme reserva

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2016
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2015
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
  • 2014
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3º Uniforme
  • 2013
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Conforme dados de abril de 2017 fornecidos pelo site oficial do clube.[96]

Goleiros
Jogador
Brasil Arthur
Brasil Bernardo
Brasil Luiz Müller
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Daniel Z
Brasil Fernando Cardozo Z
Brasil João Carlos Z
Brasil Douglas Tuchê LD
Brasil Alemão LE
Brasil Diego Saraçol LE
Brasil João Guilherme LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Alex Gaúcho V
Brasil Douglas T-Rex V
Brasil Nunes V
Brasil Renan Pedrada V
Brasil Vinicius Costa V
Brasil Araujo M
Brasil Cleiton M
Brasil Felipinho M
Brasil Juninho M
Brasil Lucas Lis M
Brasil Márcio Hahn M
Brasil Natan M
Brasil Vini M
Atacantes
Jogador
Brasil Douglas Kemmer
Brasil Gustavo
Brasil Gustavo Sapeka
Brasil Jarro
Brasil Léo
Brasil Vinicius
Brasil Zulu
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Alex Xavier T

Mascote[editar | editar código-fonte]

Representação do mascote.

A zebra é o mascote oficial do clube. Este mascote foi escolhido após uma votação realizada pela diretoria do clube, onde estavam concorrendo a águia, azulão, leão da montanha e Baco, o deus do vinho. Mais tarde, foi incluída a zebra a pedido da torcida, que acabou vencendo o concurso.[97] A origem da ligação da zebra com o clube surgiu quando ninguém chegou aos 13 pontos no primeiro teste da Loteria Esportiva, no dia 19 de abril de 1970, já que naquela ocasião, o Esportivo ganhou do Grêmio por 1–0 no jogo disputado em Bento Gonçalves, e esse resultado inesperado foi considerado a "zebra" da rodada.[98]

Torcida[editar | editar código-fonte]

Atualmente, a equipe conta com apenas uma torcida organizada, a Fúria Alviazul, que foi fundada em 15 de novembro de 2004.[99] Realiza excursões para acompanhar o clube nos jogos fora de casa, além de promover jantares com o aval da direção do Esportivo.[100] As torcidas aliadas da Fúria Alviazul são a "Os Farrapos", do São José-RS, a Sangue Rubro, do Noroeste, e a Diabos do Planalto, do Passo Fundo.[101] Seu símbolo é o Zebrão, que aparece estampado nas camisas, regatas, adesivos, faixas e moletons em destaque principal junto com a marca oficial da torcida.[101] Esses materiais são vendidos por representantes da Fúria Alviazul para gerar recursos utilizados em viagens e na confecção de novos acessórios.[101]

No início de 2017, a torcida foi completamente revitalizada, com o acréscimo de muitos torcedores, inclusive aqueles que não se faziam mais presentes nos jogos do clube.[102] Além disso, a revitalização da torcida organizada passou por compras de materiais como faixas, fardamentos e instrumentos musicais e com a realização de diversos eventos e programas, também solidários, em prol do apoio ao clube.[102]

Rivalidade[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico da Polenta

O maior rival da equipe é o Caxias, da cidade de Caxias do Sul, com o qual disputa o Clássico da Polenta. Chama-se assim porque a região em que os clubes se situam, a Serra Gaúcha, é habitada principalmente por descendentes de italianos, sendo que esses têm como comida típica, entre outros pratos, a polenta, e também porque durante os jogos entre as décadas de 1930 e 1950, era servido polenta aos espectadores nos estádios durante o jogo.[103]

No contexto histórico, as equipes enfrentaram-se 144 vezes, com 56 vitórias do Caxias, 35 vitórias do Esportivo e 53 empates, além de 179 gols marcados pelo Caxias e 141 gols marcados pelo Esportivo. O último jogo disputado foi em 26 de maio de 2016, em jogo válido pela Divisão de Acesso 2016, onde o Esportivo venceu por 1–0.[104]

Ver também[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Clube Esportivo Bento Gonçalves

Referências

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  2. a b c «Títulos do Clube Esportivo». Clube Esportivo. Consultado em 9 de abril de 2017 
  3. a b c d e f g «Clube Esportivo Bento Gonçalves: memórias de um tradicional clube de futebol do interior do Rio Grande do Sul». EF Desportes. Consultado em 16 de abril de 2017 
  4. Amador 2007, p. 25
  5. Amador 2007, p. 27
  6. Caprara 2005, p. 15
  7. Caprara 2005, p. 27
  8. Caprara 2005, p. 28
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  12. Souto 1996, p. 23
  13. Souto 1996, p. 26
  14. Souto 1996, p. 28
  15. Souto 1996, p. 30
  16. Souto 1996, p. 34
  17. Souto 1996, p. 35
  18. Souto 1996, p. 37
  19. Souto 1996, p. 40
  20. Souto 1996, p. 42
  21. Mazo 2012, p. 2
  22. Mazo 2012, p. 4
  23. Mazo 2012, p. 5
  24. Mazo 2012, p. 7
  25. Mazo 2012, p. 10
  26. Mazo 2012, p. 12
  27. Mazo 2012, p. 27
  28. Mazo 2012, p. 33
  29. Souto 1996, p. 66
  30. Souto 1996, p. 70
  31. Souto 1996, p. 75
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  33. «Campeonato Gaúcho - Segunda Divisão de 1953». RSSSF Brasil. Consultado em 21 de abril de 2017 
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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  • Caprara, Bernadete (2005). Da colônia Dona Isabel ao município de Bento Gonçalves – 1875 a 1930. Bento Gonçalves: [s.n.] 
  • Souto, Alceu Salvi (1996). Clube Esportivo Bento Gonçalves, o Alvi-Azul da capital brasileira do vinho. Bento Gonçalves: Arte & Texto 
  • Mazo, Janice (2012). Associações Esportivas no Rio Grande do Sul: lugares e memórias. Novo Hamburgo: Feevale 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]