Estádio Vermelhão da Serra

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Vermelhão da Serra
Nome Estádio Vermelhão da Serra
Características
Local Avenida Presidente Vargas, 3.495, Bairro São Cristóvão - Passo Fundo (RS),  Brasil
Gramado Bermuda e outras espécies (105 x 69 m)
Capacidade 18.000 espectadores (17.400 arquibancadas, 600 nas cadeiras do pavilhão social e tribuna de honra)
Construção
Data 1966-1969
Inauguração
Data 19 de fevereiro de 1969 (49 anos)
Partida inaugural 14 de Julho 2-0 Aimoré
Primeiro gol Marioti (14 de Julho)
Recordes
Público recorde 18.350 espectadores
Data recorde 20 de maio de 2000
Partida com mais público Passo Fundo 1-2 Grêmio
Outras informações
Expandido 2000
Competições Campeonato Gaúcho Séries A e B, Copa FGF, Campeonato Brasileiro Série C
Proprietário Passo Fundo
Administrador Passo Fundo
Arquiteto Ivar Maia De Cesaro

Guilherme Toazza (expansão projetada em 2015)

Mandante Passo Fundo

O Estádio Vermelhão da Serra é um estádio de futebol brasileiro, localizado na cidade de Passo Fundo, no estado do Rio Grande do Sul. Com capacidade aproximada para 18 mil espectadores, o Vermelhão é o 8º maior estádio do Rio Grande do Sul, e o 6º maior do interior gaúcho.

O estádio era propriedade do Grêmio Esportivo e Recreativo 14 de Julho, clube que o construiu. Com a extinção deste, o estádio foi incorporado pelo Esporte Clube Passo Fundo. O Vermelhão da Serra também foi a casa do Sport Clube Gaúcho entre 2011 e 2015, que mandou seus jogos no estádio enquanto construía seu novo Estádio Wolmar Salton. O Vermelhão também recebe jogos do Campeonato de Futebol Amador promovido pela Prefeitura de Passo Fundo

História[editar | editar código-fonte]

Sábado, 14 de novembro de 1964. Nesse dia era inscrita no registro imobiliário, sob o número 59.879, folha 265 do Livro nº 3-AQ no Cartório de Registro de Imóveis de Honorino Malheiros (ex-zagueiro e dirigente do rival Gaúcho), a escritura de permuta de áreas entre a prefeitura e o 14 de Julho. Esta é a certidão de nascimento do Estádio Vermelhão da Serra.

O clube rubro ganhava uma área de 32 hectares no Bairro Exposição (atual São Cristóvão), conhecida como Escola Rural (Grupo Escolar Wolmar Salton), onde seria construído seu novo estádio. O 14 de Julho passaria para a prefeitura o Estádio Celso Fiori, um terreno de 1,2 hectare localizado na rua Ângelo Preto. Entre os presentes naquele dia histórico, estavam o patrono do 14, Celso Fiori, o presidente do clube, Osvaldo Rodrigues de Lara, e o prefeito Mário Menegaz. Pelo acordo, o 14 ficaria com o estádio da Baixada até o término da construção do novo campo.

O Estádio Vermelhão da Serra, projetado pelo arquiteto Ivar Maia De Cesaro, seria ainda as sedes social e esportiva do clube. A sede esportiva teria vestiários, quadras de vôlei, basquete e de futebol de salão e canchas de bocha e bolão. A sede social abrigaria boate, restaurante, diretoria, salas de leitura e de entretenimento e piscinas.

A família Rebechi, grande incentivadora (inclusive financeiramente) de Gaúcho e 14 de Julho, foi quem iniciou a construção do Vermelhão da Serra, liderando e patrocinando os primeiros trabalhos de terraplanagem até o surgimento das arquibancadas e do gramado.

Aliás, os Rebechi gastaram tanto dinheiro no estádio que terminaram se desfazendo de dois supermercados, um deles na avenida Sete de Setembro, onde está hoje o Bella Città Shopping.

As obras[editar | editar código-fonte]

No final de 1966, finalmente começaram as obras de terraplanagem no terreno. As máquinas foram emprestadas pela prefeitura, por ordem do prefeito Mário Menegaz. O 14 de Julho pagou o combustível e as horas de trabalho dos tratoristas e demais funcionários.

Em janeiro de 1968 começaram a ser abertas as valetas para o sistema de drenagem. Até hoje, o Vermelhão é elogiado pelo ótimo sistema de absorção da água da chuva no gramado. O sistema de drenagem era o mesmo utilizado na construção do Maracanã (incluindo um desnível de nove centímetros entre o centro de campo e cada lateral, para ajudar no escoamento da água) e foi trazido do Rio de Janeiro pelo engenheiro Eduardo Martinelli.

Os gastos na drenagem, até o plantio da grama, chegaram a estimados Cr$ 70 milhões, parte do dinheiro arrecadado com contribuições mensais de torcedores e vendas de cartelas de sorteios de automóveis.

A Cadeira Cativa Número 1[editar | editar código-fonte]

O então prefeito de Passo Fundo, Mário Menegaz, recebeu a honra de ter a "cadeira cativa" número 1 do Vermelhão da Serra. A decisão foi tomada pela diretoria do empreendimento constituído para construção do estádio. A notícia foi publicada no jornal do clube, o Noticioso Colorado, que chegou a ter uma tiragem de 50 mil exemplares e era distribuído aos associados.

"Como todos sabemos, foi o senhor Mário Menegaz, no exercício do cargo de prefeito, e mesmo particularmente, um incansável colaborador para com o esporte, merecendo destaque especial o apoio que deu à iniciativa hoje vitoriosa da construção do Estádio Olímpico do GER 14 de Julho. Neste particular, justo é que se ressalte não fôra a sua pronta e efetiva cooperação não teríamos conseguido, com apenas dois anos de trabalhos, entregar o Vermelhão da Serra em condições de jogo para o Campeonato de 1969", dizia a nota.

A inauguração[editar | editar código-fonte]

Depois de quase três anos de espera, chegou o momento de inaugurar a nova casa, ainda que inacabada. O adversário era o Aimoré de São Leopoldo pelo Campeonato Gaúcho de 1969.

Antes do jogo, o presidente do 14, Hilário Rebechi, foi homenageado com uma cesta de flores, uma iniciativa do fotógrafo Adolfo Worm, e pelo município, na figura do recém-empossado prefeito César Santos.

O 14 de Julho esperava fazer uma ótima campanha na sua primeira temporada no Gauchão. O clube ainda vivia o clima de festa da conquista da Segunda Divisão de 1968. Do lado do Aimoré, um jogador nascido em Passo Fundo ficaria conhecido anos depois, sendo inclusive campeão do mundo treinando a Seleção Brasileira. O jovem Luiz Felipe Scolari tinha então 20 anos.

O 14 de Julho do técnico Armando Rebechi iniciou mal a partida. A equipe não se encontrava em campo. O lateral Zé Carlos estava num dia ruim, o ataque não conseguia finalizar e a defesa falhara em algumas oportunidades. A torcida se preocupava a cada avanço de João Carlos e Butiaco.

Apesar disso, o 14 de Julho marcaria o primeiro gol do novo estádio ainda no primeiro tempo. Aos 24 minutos, Walmor cobrou uma falta cruzando a bola na área do Aimoré. O zagueiro Maurício cabeceou errado, a bola bateu no gramado e quando o goleiro Waldir foi agarrá-la, Miguel tirou do próprio companheiro, sobrando livre para Marioti: 14 de Julho 1 a 0 e festa nas arquibancadas!

A partir daí o time da casa melhorou. Vadi tomou conta do meio-campo enquanto Noé comandava a defesa. Seis minutos depois, o zagueiro do Aimoré Maurício cobrou falta em sua área, a bola saiu fraca e caiu nos pés de Marioti, que lançou João Pedro pela esquerda. Da entrada da área o atacante encobriu o goleiro Waldir: 14 de Julho 2 a 0.

O 14 parecia tranquilo em campo até os 37 minutos, com a inesperada expulsão do lateral Osvaldo, que revidou uma agressão de Butiaco na frente do árbitro João Ferrari.

No segundo tempo o Aimoré tentou reagir, mas o 14 não só resistiu como perdeu oportunidades de ampliar o placar. A festa da estreia estava completa.

9 de fevereiro de 1969 14 de Julho Brasil 2 – 0 Brasil Aimoré Estádio Vermelhão da Serra, Passo Fundo
16:00
Marioti Gol marcado 24
João Pedro Gol marcado 30
Árbitro: BrasilBRA João Ferrari

Desempenho dos jogadores e arbitragem segundo o jornal Diário da Manhã:

  • 14 de Julho:
    • Cavalheiro: esteve bem debaixo dos três paus. Ótima atuação.
    • Osvaldo: mal, ríspido e pecando pelo revide que criou problemas para sua equipe.
    • Amâncio: como central, com algumas falhas. Como lateral, muito melhor.
    • Walmor: mais uma vez, um valor de grande expressão. Muito boa atuação.
    • Noé: valor maior de toda a defesa. Escalou certo, com precisão, e defendeu com muito ardor e vigor.
    • Zé Carlos: um primeiro tempo totalmente negativo, crítico. Melhorou na fase final.
    • Vadi: fez tudo na meia-cancha no primeiro tempo e foi o valor durante toda a partida.
    • Arthur: enquanto jogou, muito esforço e muita vontade. Foi útil à equipe.
    • Aldo: mesmo necessitando perder alguns quilinhos, esteve bem.
    • Marioti: foi o maior valor no ataque. Depois que marcou, passou a lutar mais, correr com vontade, e quase aumentou o escore.
    • João Pedro: ainda não conseguiu o seu prometido futebol para justificar os milhões (de sua contratação). Marcou um belo tento e nada mais.
    • Santarém: sem chegar a aparecer.
    • Caio: teve momentos de grande lucidez, fazendo "misérias" na defensiva contrária. É um bom ponteiro-esquerdo.
  • Aimoré: seus maiores valores foram Luiz Felipe e Miguel na defensiva, João Carlos na meia-cancha e Butiaco no ataque.
  • Arbitragem: regular.

A iluminação[editar | editar código-fonte]

O Vermelhão da Serra ganhou iluminação por um “incentivo” da Federação Gaúcha de Futebol. O Campeonato Gaúcho de 1977 seria disputado por 18 clubes, mas a FGF aumentou o número de participantes para 24, incluindo no campeonato todos os clubes com iluminação em seus estádios.

Para ser beneficiado, o 14 de Julho contratou por 1,2 milhão de cruzeiros a empresa Tama de Porto Alegre, que instalou lâmpadas de multivapor metálico que garantiam uma iluminação de 72 mil watts.

O sistema de iluminação foi inaugurado no dia 7 de abril de 1977, no empate por 1 a 1 com o Brasil de Pelotas pelo Gauchão.

A ampliação[editar | editar código-fonte]

Menos de dez anos depois de sua inauguração, a diretoria e os torcedores já sonhavam com a ampliação do Vermelhão da Serra. Em 1979 foi apresentado um projeto para aumentar a capacidade para 23.500 lugares. E se chegou a pensar em um pavilhão com três andares, para 65 mil pessoas! Mas por falta de dinheiro, as obras acabaram não saindo do papel.

Oito anos depois, em 1987, foi construído o pavilhão social do Vermelhão, com lugar para 600 torcedores, substituindo os antigos vestiários e cabines de transmissão de madeira.

Em 1993 a direção decidiu rebatizar o estádio para Eloy Taschetto, nome do patrono do clube. Um ano depois, ele renunciou ao título de patrono e ainda pediu para retirar seu nome do estádio, que voltou a se chamar Vermelhão.

Numa carta dirigida à torcida e publicada nos jornais da cidade, dizia que “seu nome era considerado um empecilho para organizar o clube e desagregava torcedores, colaboradores e conselheiros”.

No final do Gauchão de 2000 a direção concluiu o anel das gerais, aumentando a sua capacidade para os atuais 18 mil lugares. Também foram colocadas cadeiras no pavilhão social e iniciados os trabalhos para a construção dos túneis de acesso ao gramado.

Em 2012, o clube investiu na reforma do gramado. Foi contratada uma empresa espanhola, a Alfredo Iñesta, com o trabalho do agrônomo Jairo Lang, que fez a recuperação, incluindo o diagnóstico de amostras do gramado enviadas para laboratórios da UPF e da UFRGS. Os resultados auxiliaram na definição do tratamento, atacando as doenças que afetavam as plantas.

Uma nova proposta de ampliação do estádio foi anunciada em julho de 2015. Pelo projeto do arquiteto Guilherme Toazza, o Vermelhão deve tomar um formato de arena, 1.500 cadeiras, 13 camarotes com 18 lugares cada, remodelação das arquibancadas a nordeste, 6 novos vestiários e 10 cabines para rádio e televisão. A capacidade prevista é de 20 mil pessoas. Além disso, o projeto contempla três edifícios de frente para a Avenida Presidente Vargas, sendo um exclusivo para alojamento e concentração.

Antes da reforma, no final de novembro de 2015 foram instaladas cerca de 400 das mil cadeiras doadas pelo Grêmio do antigo Estádio Olímpico.[1]

Maiores públicos[editar | editar código-fonte]

O maior público do estádio ocorreu em 2000, quando o Passo Fundo enfrentou o Grêmio de Ronaldinho Gaúcho. Nunca tanta gente tinha ido ao Vermelhão da Serra: 18.350 pessoas lotaram o estádio. Mas o então jovem atacante não era a única estrela gremista, que também contava com o lateral Roger, o argentino Astrada e o meia Zinho. Mesmo apertado na arquibancada, ou em cima do telhado dos banheiros do Vermelhão, o torcedor não se queixou. Foi um jogão. Embora a torcida do Grêmio fosse maioria, o Passo Fundo mostrou porque chegara às finais do Gauchão.

A superioridade gremista só ganhou números ao final do primeiro tempo, com um gol do zagueiro Marinho. Bem marcado, como mostrariam as marcas das travas das chuteiras do zagueiro Kiko nas suas pernas, Ronaldinho fez apenas uma grande jogada. Gauchinho ampliou aos 14 da segunda etapa. O gol de Paulo Gaúcho, já nos acréscimos, foi um prêmio pelo bom desempenho do Passo Fundo.

20 de maio de 2000 Passo Fundo Brasil 1 – 2 Brasil Grêmio Estádio Vermelhão da Serra, Passo Fundo
16:00
Paulo Gaúcho Gol marcado 91+ Marinho Gol marcado 42
Gauchinho Gol marcado 59
Árbitro: BrasilBRA Alexandre Barreto


# Público Data Mandante Placar Visitante Competição
1 18 350 20 de maio de 2000 Passo Fundo Rio Grande do Sul 1 – 2 Rio Grande do Sul Grêmio Campeonato Gaúcho de 2000
2 17 050 31 de março de 2013 Passo Fundo Rio Grande do Sul 1 – 1 Rio Grande do Sul Grêmio Campeonato Gaúcho de 2013
3 15 751 18 de julho de 1979 14 de Julho Rio Grande do Sul 0 – 0 Rio Grande do Sul Grêmio Campeonato Gaúcho de 1979
4 12 580 14 de maio de 1989 Passo Fundo Rio Grande do Sul 0 – 0 Rio Grande do Sul Grêmio Campeonato Gaúcho de 1989
5 12 414 20 de abril de 1977 14 de Julho Rio Grande do Sul 0 – 3 Rio Grande do Sul Internacional Campeonato Gaúcho de 1977
6 10 906 8 de abril de 2000 Passo Fundo Rio Grande do Sul 3 – 3 Rio Grande do Sul Internacional Campeonato Gaúcho de 2000
7 10 386 19 de maio de 1989 Passo Fundo Rio Grande do Sul 0 – 0 Rio Grande do Sul Internacional Campeonato Gaúcho de 1989
8 9 236 19 de fevereiro de 2017 Passo Fundo Rio Grande do Sul 2 – 2 Rio Grande do Sul Internacional Campeonato Gaúcho de 2017
9 8 893 11 de outubro de 1978 14 de Julho Rio Grande do Sul 1 – 2 Rio Grande do Sul Internacional Campeonato Gaúcho de 1978
10 8 635 30 de março de 2016 Passo Fundo Rio Grande do Sul 1 – 5 Rio Grande do Sul Grêmio Campeonato Gaúcho de 2016

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Campanha do Passo Fundo no Estádio Vermelhão da Serra (1986-2017)[editar | editar código-fonte]

Em sua história, o Passo Fundo mandou 443 jogos no Estádio Vermelhão da Serra entre 1987 e 2017. Foram 212 vitórias, 125 empates e 106 derrotas, marcando 688 gols e sofrendo 465, um saldo positivo de 223 gols. O Passo Fundo tem um aproveitamento de 62% dos pontos jogando no estádio. Em 1986, durante a fusão com o Gaúcho, o clube mandou seus jogos no Estádio Wolmar Salton.

Ano J V E D GP GC SG A%
1987 12 4 5 3 9 7 2 54
1988 14 5 6 3 15 12 3 57
1989 13 3 7 3 11 12 -1 50
1990 14 4 7 3 14 14 0 54
1991 20 12 5 3 39 19 20 73
1992 19 6 3 10 14 23 -9 39
1993 16 8 6 2 34 17 17 69
1994 23 13 7 3 36 16 20 72
1995 16 7 4 5 24 16 8 56
1996 9 7 2 0 15 5 10 89
1997 23 13 8 2 44 28 16 74
1998 14 10 4 0 23 10 13 86
1999 14 4 3 7 20 20 0 39
2000 15 8 3 4 29 20 9 63
2001 12 4 5 3 13 11 2 54
2002 13 6 3 4 31 16 15 58
2003 14 8 3 3 25 22 3 68
2004 18 9 3 6 26 23 3 58
2005 23 11 3 9 39 29 10 54
2006 9 3 1 5 17 18 -1 39
2008 16 7 5 4 25 16 9 59
2009 1 1 0 0 4 1 3 100
2010 15 5 6 4 24 18 6 53
2011 19 10 5 4 31 16 15 66
2012 22 15 4 3 37 17 20 77
2013 24 12 7 5 38 20 18 65
2014 8 5 1 2 15 9 6 69
2015 12 6 5 1 19 9 10 71
2016 7 3 2 2 7 11 -4 57
2017 8 3 2 3 10 10 0 50

*O aproveitamento foi definido calculado sobre 2 pontos por vitória e 1 ponto por empate, para não causar distorções das campanhas entre 1987 e 1993.

*Em 2007, o Passo Fundo fechou seu departamento de futebol.

Goleadores do estádio*[editar | editar código-fonte]

  • 68 gols: Felipe
  • 41 gols: Cláudio Freitas
  • 15 gols: Irineu
  • 14 gols: Ferreira, Hyantony
  • 13 gols: Emanuel
  • 12 gols: Leocir, Reinaldo
  • 11 gols: Ernestina
  • 10 gols: Paulinho, Sadi, Sandro Sotilli
  • 9 gols: Calil, Guto, Juninho Laguna, Luiz Freire
  • 8 gols: Diego Miranda, Dudu, Michel, Roan, Sandro, Zé Ricardo

*Apenas jogadores do Passo Fundo.

Campanha do Gaúcho no Estádio Vermelhão da Serra (2011-2015)[editar | editar código-fonte]

Em sua história, o Gaúcho mandou 34 jogos no Estádio Vermelhão da Serra entre 2011 e 2015, enquanto construía seu novo Estádio Wolmar Salton, em disputa do Campeonato Gaúcho da Divisão de Acesso e da Segunda Divisão. Foram 11 vitórias, 5 empates e 18 derrotas, marcando 46 gols e sofrendo 58, um saldo negativo de 12 gols. O Gaúcho teve um aproveitamento de 40% dos pontos jogando no estádio.

Ano J V E D GP GC SG A%
2011 6 1 2 3 9 8 1 33
2012 8 2 2 4 4 10 -6 31
2013 8 1 0 7 10 22 -12 13
2014 5 1 0 4 6 13 -7 20
2015 7 6 1 0 17 5 12 93

*O aproveitamento foi definido calculado sobre 3 pontos por vitória e 1 ponto por empate.

Goleadores do estádio*[editar | editar código-fonte]

  • 6 gols: Da Silva Alagoano, Léo Peres
  • 3 gols: Cris, Lauro, Toldi

*Apenas jogadores do Gaúcho.

Referências

  1. Scherer, Lucas (2016). Almanaque Tricolor: Os 30 anos do Esporte Clube Passo Fundo. Passo Fundo: O autor. ISBN 978-85-913323-2-8 
Ícone de esboço Este artigo sobre estádios de futebol do Brasil é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.