Luís Carlos Winck

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Luís Carlos Winck
Informações pessoais
Nome completo Luís Carlos Coelho Winck
Data de nasc. 5 de janeiro de 1963 (56 anos)
Local de nasc. Portão (RS), Brasil
Nacionalidade brasileiro
Informações profissionais
Equipa atual Sem Clube
Posição ex-Lateral-direito, Treinador
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1981–1989
1989–1990
1991
1992
1993
1993
1994
1995
1995
1996
Internacional
Vasco da Gama
Internacional
Vasco da Gama
Grêmio
Corinthians
Atlético Mineiro
Botafogo
Flamengo
São José-RS
00000 0000(1)
00000 0000(2)
00000 0000(0)
00000 0000(0)
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00000 0000(0)
00000 0000(0)
00000 0000(0)
00000 0000(0)
Seleção nacional
1985–1993 Brasil 00000 0000(1)[1]
Times/Equipas que treinou
1998–2002
2004
2005
2007
2007
2008
2008
2008
2009–2010
2010
2011
2011
2012–2013
2013
2014–2015
2016
2016
2016–2017
2017
2017–2018
2018–2019
São José-RS
Pelotas
Grêmio Coariense
Sampaio Corrêa
Bacabal-MA
River-PI
Bacabal
São Raimundo
Cianorte
São José-RS
Inter de Santa Maria
Nacional-AM
Esportivo
Passo Fundo
Lajeadense
Veranópolis
Pelotas
Caxias
Criciúma
Caxias
Juventude
Medalhas
Jogos Olímpicos
Prata Seul 1988 Futebol
Prata Los Angeles 1984 Futebol

Luís Carlos Coelho Winck (Portão, 5 de janeiro de 1963) é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral-direito. Atualmente está sem clube.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Luís Carlos Winck foi revelado pelo Internacional de Porto Alegre em 1981, aos 17 anos de idade, atuando inicialmente no meio-campo. Permaneceu no clube até 1989, quando foi contratado pelo Vasco da Gama. No time carioca, Luís Carlos Winck sofreu uma fratura que o tirou da Copa do Mundo, na Itália. Pela Seleção Brasileira olímpica, conquistou duas medalhas de prata: em 1984 (Los Angeles, quando o Inter e alguns outros jogadores representaram a seleção brasileira) e 1988 (Seul).[2]

Em 1991, retornou ao Internacional, voltando para o Vasco da Gama no ano seguinte. Luís Carlos Winck ainda passou por diversos clubes, antes de encerrar a carreira de jogador em 1996, no São José de Porto Alegre.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Iniciou a carreira de treinador no próprio São José, em 1998, dirigindo o clube por quatro temporadas. Em 2005 Treinou o Grêmio Coariense - AM e no Campeonato Brasileiro da Série B treinou o São Raimundo Esporte Clube. Em 2007 treinou o Sampaio Corrêa e Bacabal Esporte Clube do estado do Maranhão. Em 2008 transferiu-se para o River-PI, onde disputou o Campeonato Piauiense e a Copa do Brasil, eliminando o Jaguaré-ES na priemira fase (3 a 2 para o Jaguaré no Espírito Santo e 2 a 0 para o River no jogo da volta, em Floriano-PI). Na segunda fase derrotou a equipe do Botafogo pelo placar de 2 a 1 em Bacabal-MA, sendo eliminado no Rio de Janeiro pelo placar de 2 a 0. No mesmo ano reassumiu o Bacabal-MA.[3]

Em agosto de 2009, Winck assinou contrato com o São Raimundo Esporte Clube (Amazonas), visando um projeto a longo prazo para preparar o clube para o ano de 2009.

No fim de 2009, trocou o time amazonense pelo Cianorte-PR, e comandou o time paranaense no Campeonato Estadual de 2010.

Em 11 de junho, foi anunciado como novo técnico do São José para a disputa da Série D de 2010. Já no dia 27 de outubro, acertou com o Inter de Santa Maria. E, no dia 27 de janeiro, foi demitido do cargo.

No início de 2012, assumiu o cargo de técnico do Esportivo, de Bento Gonçalves, onde conquistou o acesso para a elite do Campeonato Gaúcho de Futebol. Winck conduziu o alviazul ao primeiro lugar nas três fases e para o título, além da equipe acumular o melhor ataque e a melhor defesa da competição.

Depois teve passagens por Passo Fundo, Lajeadense, Veranópolis, Pelotas e Caxias.[4]

Em 30 de maio de 2017 foi contratado pelo Criciúma para a disputa da Série B.[4]

Em outubro de 2017, retornou para o Caxias.

Legado[editar | editar código-fonte]

O irmão de Luís Carlos Winck, Sérgio Winck, também foi futebolista, atuando como meio-campo. Os filhos de Sérgio viriam a seguir os passos do pai e do tio. Cláudio Winck segue os passos do tio foi lateral-direito do Chapecoense, tendo retornado ao Internacional, clube que defendeu no Campeonato Gaúcho da temporada passada, atua em 2017 na equipe sub-23 do Colorado, que disputa a terceira divisão gaúcha, sendo o goleador da competição. Já o outro filho, Lucas Winck, é volante e joga pelo Passo Fundo, sendo treinado pelo tio.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como Jogador[editar | editar código-fonte]

Internacional
Vasco da Gama
Grêmio
Honrarias

Como Treinador[editar | editar código-fonte]

Esportivo
Passo Fundo
Lajeadense
Caxias

Referências

  1. O Gol. «Estatísticas». O Gol. Consultado em 23 de março de 2019 
  2. «Perfil na Sports Reference». Consultado em 13 de fevereiro de 2016 
  3. «Que fim Levou?». Consultado em 13 de fevereiro de 2016 
  4. a b «Criciúma confirma acerto com Luís Carlos Winck para comandar time na Série B». Globoesporte 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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