Sport Club Internacional na Copa Libertadores da América

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Este anexo lista as campanhas do Internacional ao longo da Copa Libertadores da América.

História[editar | editar código-fonte]

O Inter integra o seleto grupo dos clubes brasileiros a conquistar a Copa Libertadores da América.Após cinco tentativas, a sexta participação do Colorado Gaúcho rendeu o título inédito na Libertadores de 2006, sob a liderança de Fernandão.

Os números[editar | editar código-fonte]

Internacional na Copa Libertadores da América
Ano Fase Máxima Último Adversário J V E D GP GC AP Artilheiros Treinadores
1976 1ª Fase Paraguai Olimpia 6 3 1 2 10 8 38,8% Lula (3 gols) Rubens Minelli
1977 Semifinal Venezuela Portuguesa 10 5 2 3 11 9 60% Dario (4 gols) Carlos Castilho (7) / Sérgio Moacir (3)
1980 Final Uruguai Nacional 12 6 4 2 14 5 66,7% Adílson (3 gols) Ênio Andrade
1989 Semifinal Paraguai Olimpia 12 6 2 4 20 12 58,3% Diego Aguirre (5 gols) Abel Braga
1993 1ª Fase Colômbia Atlético Nacional 6 0 3 3 4 9 25% Daniel, Élson, Jairo Lenzi, Rudinei (1 gol) Antônio Lopes (3) / Ênio Andrade (3)
2006 Campeão Brasil São Paulo 14 8 5 1 24 10 69% Fernandão (5 gols) Abel Braga
2007 1ª Fase Uruguai Nacional 6 3 1 2 7 7 55,5% Alexandre Pato (2 gols) Abel Braga
2010 Campeão México Chivas Guadalajara 14 8 3 3 20 12 64,2% Giuliano (6 gols) Jorge Fossati (10) / Celso Roth (4)
2011 Oitavas de final Uruguai Peñarol 8 4 2 2 16 6 58,3% Leandro Damião (4 gols) Celso Roth (5) / Paulo Roberto Falcão (3)
2012 Oitavas de final Brasil Fluminense 10 3 4 3 14 10 43,3% Leandro Damião (6 gols) Dorival Júnior
2015 Semifinal México Tigres UANL 12 7 2 3 23 15 63,8% Valdívia (4 gols) Diego Aguirre
Total 11 110 53 29 28 163 103 56,9%


1976 - O início[editar | editar código-fonte]

A Taça Libertadores da América de 1976[1] teve grande importância para o futebol gaúcho, já que o Inter era o primeiro clube do estado a disputar tal competição. A 17ª edição do torneio sul-americano era dividida em 5 grupos, na qual o primeiro colocado de cada grupo seria classificado para as semi-finais do torneio. O maior desafio do Inter era o rival brasileiro, o Cruzeiro, derrotado pelo Colorado nas finais do Brasileirão de 1975. Em um jogo histórico no Mineirão, em que o time mineiro ganhou por 5x4 do Inter e a derrota Colorada no Beira-Rio, novamente pelo Cruzeiro, foram determinantes para sua eliminação e um 9º lugar no Torneio Sul-Americano.

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Time P J V E D GP GC SG
Brasil Cruzeiro 11 6 5 1 0 20 9 11
Brasil Internacional 7 6 3 1 2 10 8 2
Paraguai Olimpia 4 6 1 2 3 7 11 -4
Paraguai Sportivo Luqueño 2 6 1 0 5 5 14 -9
Cruzeiro 5–4 Internacional
Internacional 1–0 Olímpia
Internacional 3–0 Sportivo Luqueño
Internacional 0–2 Cruzeiro
Sportivo Luqueño 0–1 Internacional
Olímpia 1–1 Internacional

1977 - Entre os 4 melhores[editar | editar código-fonte]

A Taça Libertadores da América realizada em 1977[2] foi a segunda participação do colorado gaúcho na competição. Fez uma boa 1ª fase, classificando-se para as Semifinais, quando foi eliminado novamente pelo Cruzeiro. Sua posição final foi o 4º lugar

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Flag of Brazil.svg Internacional 9 6 4 1 1 9 4 5
Flag of Ecuador.svg El Nacional 7 6 3 1 2 6 6 0
Flag of Brazil.svg Corinthians 5 6 2 1 3 10 6 4
Flag of Ecuador.svg Deportivo Cuenca 3 6 1 1 4 3 12 -9
Corinthians 1–1 Internacional
Deportivo Cuenca 0–2 Internacional
El Nacional 2–0 Internacional
Internacional 1–0 Corinthians
Internacional 3–1 Deportivo Cuenca
Internacional 2–0 El Nacional

Semifinais[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Flag of Brazil.svg Cruzeiro 7 4 3 1 0 7 1 6
Flag of Brazil.svg Internacional 3 4 1 1 2 2 5 -3
Flag of Venezuela.svg Portuguesa FC 2 4 1 0 3 5 8 -3
Internacional 0–1 Cruzeiro
Portuguesa 3–0 Internacional
Cruzeiro 0–0 Internacional
Internacional 2–1 Portuguesa

1980 - A primeira final de um gaúcho[editar | editar código-fonte]

A 21ª edição da Taça Libertadores da América[3] é até hoje, a terceira melhor campanha do Internacional chegando a final do torneio, na qual foi derrotado pelo Nacional do Uruguai. Foi o primeiro finalista gaúcho, ficando na 2ª posição.

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Flag of Brazil.svg Internacional 9 6 4 1 1 10 3 7
Flag of Brazil.svg Vasco da Gama 8 6 3 2 1 7 2 5
Flag of Venezuela.svg Deportivo Galicia 7 6 3 1 2 4 7 -3
Flag of Venezuela.svg Deportivo Táchira 0 6 0 0 6 0 9 -9
Vasco 0–0 Internacional
Táchira 0–1 Internacional
Deportivo Galícia 2–1 Internacional
Internacional 2–1 Vasco
Internacional 2–2 Táchira
Internacional 2–0 Deportivo Galícia

Semifinais[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Flag of Brazil.svg Internacional 6 4 2 2 0 4 1 3
Flag of Colombia.svg América de Cáli 4 4 0 4 0 0 0 0
Flag of Argentina.svg Vélez Sársfield 2 4 0 2 2 1 4 -3
Vélez 0–1 Internacional
Internacional 3–1 Vélez
América de Cáli 0–0 Internacional
Internacional 0–0 América de Cáli

Final[editar | editar código-fonte]

30 de julho de 1980
1º jogo da final
Brasil Internacional 0 – 0 Uruguai Nacional Beira-Rio, Porto Alegre (RS)

Público: 60.501 (55.623 pagantes).
Árbitro: Argentina Jorge Eduardo Romero


 

Internacional

Gasperin
Toninho
Mauro Pastor
Mauro Galvão
André Luiz
Falcão
Batista
Tonho
Jair
Chico Spina (Adavílson)
Mário Sérgio
Técnico: Ênio Andrade.

 

Nacional

Rodolfo Rodríguez
José Moreira
Juan Blanco
Hugo De León
Washington González
Eduardo de la Peña
Víctor Espárrago
Arsenio Luzardo
Alberto Bica
Waldemar Victorino
Dardo Pérez
Técnico: Juan Martín Mujica.

6 de agosto de 1980
2º jogo da final
Uruguai Nacional 1 – 0 Brasil Internacional Centenario, Montevidéu (Uruguai)

Público: 65.000 (59.895 pagantes).
Árbitro: Peru Edson Perez
Auxiliares: Chile Juan Silvagno e Argentina Arturo Ithurralde


Waldemar Victorino Gol marcado aos 35 minutos de jogo 35' Report
 

Nacional

Rodolfo Rodríguez
José Moreira
Juan Blanco
Hugo De León
Washington González
Eduardo de la Peña
Víctor Espárrago
Arsenio Luzardo
Alberto Bica
Waldemar Victorino
Julio César Morales
Técnico: Juan Martín Mujica.

 

Internacional

Gasperin
Toninho
Mauro Pastor
Mauro Galvão
Falcão
Cláudio Mineiro
Chico Spina (Beretta)
Batista
Adílson
Jair
Mário Sérgio
Técnico: Ênio Andrade.

1989 - A dolorosa Semifinal[editar | editar código-fonte]

A Taça Libertadores de 1989 representou a volta do Inter na competição continental, após 9 anos, quando foi vice-campeão. Nesta edição,[4] o Colorado cresceu ao longo do campeonato, chegando até a Semifinal do torneio quando foi eliminado pelo Olímpia nos penaltis, no Estádio Beira-Rio. Na 1ª fase, os três melhores de cada grupo avançavam para a próxima fase, o que salvou o Inter da fraca campanha inicial. Porém, ficou em 3º lugar do torneio ao todo.

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Flag of Brazil.svg Bahia 10 6 4 2 0 11 5 6
Flag of Venezuela.svg Unión Atl. Táchira 7 6 3 1 2 7 8 -1
Flag of Brazil.svg Internacional 5 6 2 1 3 8 6 2
Flag of Venezuela.svg Sport Marítimo 2 6 0 2 4 3 10 -7
Internacional 1–2 Bahia
Táchira 1–0 Internacional
Sport Marítimo 1–1 Internacional
Bahia 1–0 Internacional
Internacional 3–0 Sport Marítimo
Internacional 3–1 Táchira

Oitavas-de-final[editar | editar código-fonte]

Internacional 6–2 Peñarol
Peñarol 1–2 Internacional

Quartas-de-final[editar | editar código-fonte]

Internacional 1–0 Bahia
Bahia 0–0 Internacional

Semifinal[editar | editar código-fonte]

Olímpia 0–1 Internacional
Internacional 2–3
(pen 3-5)
Olímpia

1993 - A pior campanha da história[editar | editar código-fonte]

Foi a pior campanha do Inter na história da Libertadores.[5] A vaga do Inter adveio do título da Copa do Brasil, e, em boa parte dos casos, os times brasileiros que obtêm a vaga desta forma são os que obtêm a campanha mais fraca na competição. Foi o que ocorreu em 1993: os 6 jogos disputados renderam ao Colorado o 20º lugar.

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Flag of Brazil.svg Flamengo 7 6 3 1 2 9 7 2
Flag of Colombia.svg Atlético Nacional 7 6 3 1 2 8 6 2
Flag of Colombia.svg América de Cáli 7 6 3 1 2 12 11 1
Flag of Brazil.svg Internacional 3 6 0 3 3 4 9 -5
Internacional 0–0 Flamengo
Internacional 1–1 América de Cáli
Flamengo 3–1 Internacional
Internacional 0–1 Atlético Nacional
América de Cáli 4–2 Internacional
Atlético Nacional 0–0 Internacional

2006 - "A América é vermelha"[editar | editar código-fonte]

O Sport Club Internacional foi o grande campeão.[6] Conquistou o título da Libertadores pela primeira vez, sob a liderança de Tinga, Rafael Sóbis e Fernandão, o que levou o Colorado a ser Campeão Mundial posteriormente. A única derrota na competição foi para a LDU, em jogo realizado na altitude de 2850m de Quito.

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Flag of Brazil.svg Internacional 14 6 4 2 0 13 4 9
Flag of Uruguay.svg Nacional 9 6 2 3 1 6 6 0
Flag of Venezuela.svg Unión Maracaibo 8 6 2 2 2 7 8 -1
Flag of Mexico.svg Pumas UNAM 1 6 0 1 5 4 12 -8
Maracaibo 1–1 Internacional
Internacional 3–0 Nacional
Pumas 1–2 Internacional
Internacional 3–2 Pumas
Nacional 0–0 Internacional
Internacional 4–0 Maracaibo

Oitavas-de-final[editar | editar código-fonte]

Nacional 1–2 Internacional
Internacional 0–0 Nacional

Quartas-de-final[editar | editar código-fonte]

LDU 2–1 Internacional
Internacional 2–0 LDU

Semifinal[editar | editar código-fonte]

Libertad 0–0 Internacional
Internacional 2–0 Libertad

Final[editar | editar código-fonte]

9 de agosto de 2006
1º jogo da final
Brasil São Paulo 1 – 2 Brasil Internacional Morumbi, São Paulo (SP)

Público: 71.986.
Árbitro: Uruguai Jorge Larrionda
Auxiliares: Uruguai Pablo Fandiño e Uruguai Walter Rial


Edcarlos Gol marcado aos 75 minutos de jogo 75' Report Rafael Sóbis Gol marcado aos 53 minutos de jogo 53' Gol marcado aos 61 minutos de jogo 61'
 

São Paulo

Rogério Ceni
Fabão
Diego Lugano
Edcarlos (Aloísio)
Souza
Josué
Mineiro
Danilo (Lenílson)
Júnior
Leandro (Richarlyson)
Ricardo Oliveira
Técnico: Muricy Ramalho.

 

Internacional

Clemer
Ceará (Wellington Monteiro)
Bolívar
Fabiano Eller
Jorge Wagner
Fabinho
Edinho
Alex
Tinga
Fernandão
Rafael Sóbis (Michel)
Técnico: Abel Braga.

16 de agosto de 2006
2º jogo da final
Brasil Internacional 2 – 2 Brasil São Paulo FC Beira-Rio, Porto Alegre (RS)

Público: 57.554 (8.656 pagantes e 43.915 sócios).
Árbitro: Argentina Horacio Marcelo Elizondo
Auxiliares: Argentina Rodolfo Otero e Argentina Darío Garcia


Fernandão Gol marcado aos 29 minutos de jogo 29'
Tinga Gol marcado aos 65 minutos de jogo 65'
Report Fabão Gol marcado aos 50 minutos de jogo 50'
Lenílson Gol marcado aos 84 minutos de jogo 84'
 

Internacional

Clemer
Índio
Bolívar
Fabiano Eller
Ceará
Edinho
Tinga
Alex (Michel)
Jorge Wagner
Rafael Sóbis (Ediglê)
Fernandão
Técnico: Abel Braga.

 

São Paulo

Rogério Ceni
Edcarlos (Alex Dias)
Diego Lugano
Fabão
Souza
Mineiro
Richarlyson (Thiago)
Danilo (Lenílson)
Júnior
Aloísio
Leandro
Técnico: Muricy Ramalho.

Artilheiro[editar | editar código-fonte]

 
LIBERTADORES 2006
Brasil Fernandão 05 Gol marcado

2007 - O inacreditável acontece[editar | editar código-fonte]

A 48ª edição da Copa Libertadores[7] foi a 7ª participação do Inter no torneio. Após o título inédito do ano anterior, o Colorado enfrentou um dos grupos mais complicados da competição, sendo eliminado pelo critério do saldo de gols. Ficou em 18º lugar.

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Pos Time Pts J V E D GP GC SG
1 Flag of Argentina.svg Vélez Sársfield 11 6 3 2 1 6 3 3
2 Flag of Uruguay.svg Nacional 10 6 3 1 2 9 5 4
3 Brasil Internacional 10 6 3 1 2 7 7 0
4 Flag of Ecuador.svg Emelec 3 6 1 0 5 3 10 -7
Nacional 3–1 Internacional
Internacional 3–0 Emelec
Vélez 3–0 Internacional
Internacional 0–0 Vélez
Emelec 1–2 Internacional
Internacional 1–0 Nacional

2010 - A reconquista da América[editar | editar código-fonte]

O Internacional foi campeão pela segunda vez.[8] Fazendo valer o fator local, o Colorado venceu todos os jogos que disputou em casa, e soube bem utilizar a regra do gol fora de casa nas partidas de mata-mata. Na final, o Inter venceu os dois jogos, garantindo o bicampeonato da Libertadores com toda justiça.

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

Time Pts J V E D GP GC SG
Brasil Internacional 12 6 3 3 0 8 2 +6
Equador Deportivo Quito 10 6 3 1 2 5 7 -2
Uruguai Cerro 8 6 2 2 2 5 5 0
Equador Emelec 2 6 0 2 4 2 6 -4
Internacional 2–1 Emelec
Deportivo Quito 1–1 Internacional
Cerro 0–0 Internacional
Internacional 2–0 Cerro
Emelec 0–0 Internacional
Internacional 3–0 Deportivo Quito

Oitavas-de-final[editar | editar código-fonte]

Banfield 3–1 Internacional
Internacional 2–0 Banfield

Quartas-de-final[editar | editar código-fonte]

Internacional 1–0 Estudiantes
Estudiantes 2–1 Internacional

Semifinal[editar | editar código-fonte]

Internacional 1–0 São Paulo
São Paulo 2–1 Internacional

Final[editar | editar código-fonte]

11 de agosto de 2010
1º jogo da final
Chivas Guadalajara México 1 – 2 Brasil Internacional Estádio Omnilife, Guadalajara

Bautista Gol marcado aos 45+1 minutos de jogo 45+1' Relatório Giuliano Gol marcado aos 73 minutos de jogo 73'
Bolívar Gol marcado aos 76 minutos de jogo 76'
Árbitro: ArgentinaARG Héctor Baldassi
 

Chivas Guadalajara

Luis Ernesto Michel
Jonny Magallón
Héctor Reynoso
Mario de Luna
Miguel Ángel Ponce
Xavier Báez (Ulises Dávila)
Edgar Mejía
Marco Fabián (Dionicio Escalante)
Omar Arellano (Patricio Araujo)
Adolfo Bautista
Omar Bravo
Técnico: José Luis Real.

 

Internacional

Renan
Nei
Índio
Bolívar
Kléber
Sandro
Pablo Guiñazú
Giuliano
Andrés D'Alessandro
Taison (Wilson Mathías)
Alecsandro (Everton)
Técnico: Celso Roth.

18 de agosto de 2010
2º jogo da final
Internacional Brasil 3 – 2 México Chivas Guadalajara Estádio Beira-Rio, Porto Alegre

Rafael Sóbis Gol marcado aos 61 minutos de jogo 61'
Leandro Damião Gol marcado aos 76 minutos de jogo 76'
Giuliano Gol marcado aos 89 minutos de jogo 89'
Relatório Fabián Gol marcado aos 43 minutos de jogo 43'
Bravo Gol marcado aos 90+2 minutos de jogo 90+2'
Árbitro: ColômbiaCOL Óscar Ruiz
 

Internacional

Renan
Nei
Índio
Bolívar
Kléber
Sandro
Pablo Guiñazú
Tinga (Wilson Mathías)
Andrés D'Alessandro
Taison (Leandro Damião)
Rafael Sóbis (Giuliano)
Técnico: Celso Roth.

 

Chivas Guadalajara

Luis Ernesto Michel
Patricio Araujo
Jonny Magallón
Miguel Ángel Ponce (Dionicio Escalante)
Héctor Reynoso
Xavier Báez (Michel Vázquez)
Mario de Luna
Marco Fabián
Omar Arellano (Patricio Araujo)
Adolfo Bautista
Omar Bravo
Técnico: José Luis Real.

Artilheiro[editar | editar código-fonte]

 
LIBERTADORES 2010
Brasil Giuliano 06 Gol marcado
  INT JWI EME JAG
Internacional 3–0 2–0 4–0
Jorge Wilstermann 1–4 0–0 2–1
Emelec 1–1 1–0 1–0
Jaguares 1–0 2–0 2–1

2015 - O sonho do Tri é adiado[editar | editar código-fonte]

A Taça Libertadores da América de 2015[9]

Referências

  1. Copa Libertadores 1976, Bola na Área
  2. Copa Libertadores 1977, Bola na Área
  3. Copa Libertadores 1980, Bola na Área
  4. Copa Libertadores 1989, Bola na Área
  5. Copa Libertadores 1993, Bola na Área
  6. Copa Libertadores 2006, Bola na Área
  7. Copa Libertadores 2007, Bola na Área
  8. Copa Libertadores 2010, Bola na Área
  9. Copa Libertadores 2015, Bola na Área

Ver também[editar | editar código-fonte]