Manoel Messias Silva Carvalho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Manoel
Manoel Messias Silva Carvalho.jpg
Informações pessoais
Nome completo Manoel Messias Silva Carvalho
Data de nasc. 26 de fevereiro de 1990 (27 anos)
Local de nasc. Bacabal (MA), Brasil
Altura 1,81 m
Destro
Apelido O Guarda-Costas, Seu Manoel
Informações profissionais
Clube atual Cruzeiro
Número 27
Posição Zagueiro
Clubes de juventude
2005–2006
2006–2009
Nacional de Rolândia
Atlético Paranaense
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
2009–2014
2014–
Atlético Paranaense
Cruzeiro
0260 000(17)
0121 0000(5)


2 Partidas e gols totais pelo
clube, atualizados até 18 de outubro de 2017.

Manoel Messias Silva Carvalho mais conhecido como Manoel (Bacabal, 26 de Fevereiro de 1990), é um futebolista brasileiro que atua como zagueiro.[1][2] Atualmente, joga pelo Cruzeiro.[3]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

Em 2009 Manoel foi um dos destaques do Atlético Paranaense na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2009 ou se não o principal deles, desde aquela época ele já vinha se destacando e no mesmo ano já subiu para o elenco profissional. Como era de se esperar de Manoel, ele não decepcionou a torcida, se manteve com a sua regularidade logo assumiu a titularidade na equipe principal.

Em 2010 formou a dupla de zaga com Rhodolfo, que também veio da base atleticana, com os dois na defesa o Atlético Paranaense foi terminar em 5º lugar no Brasileirão de 2010, quase indo para Libertadores, mas nesse ano nem tudo foram flores para Manoel, ele foi criticado no inicio do ano pela torcida porque foi acusado de fazer corpo mole em campo, pois estaria de saída para o Corinthians, mas parece que eram somente rumores e Manoel soube contornar a situação com uma boa atuação no Campeonato Brasileiro daquele ano, outro fato que marcou muito a carreira de Manoel nesse ano, foi o caso de racismo por parte do zagueiro Danilo, na época no Palmeiras, numa partida disputada pela Copa do Brasil em um jogo de ida no dia 15 de abril de 2010, Danilo chamou Manoel de “macaco”[4], mas o que foi mais marcante é que no jogo da volta já na Arena da Baixada, os torcedores atleticanos receberam a equipe do Palmeiras com as caras pintadas de preto[5], uma forma de protestar contra o racismo do jogador palmeirense[6]. Nesse jogo Manoel não cumprimentou o zagueiro Danilo[7] na hora do tradicional cumprimento entre as equipes em campo, minutos antes do apito inicial da arbitragem.

Em 2011 ele não pode evitar a queda do Atlético Paranaense para 2ª Divisão do Campeonato Brasileiro, mas mesmo assim não foi criticado ou mesmo cotado a sua saída do Atlético, pelo contrario, a sua permanência foi de extrema importância para zaga atleticana e seu contrato foi renovado com o clube até 2014.

Em 2012 o zagueiro foi procurado por vários clubes que queriam contratar ele, um desses clubes foi o Internacional, mas parece que nenhuma proposta foi agradável para o Atlético Paranaense e para o jogador. Continuando no clube em 2012, ele foi destaque no Campeonato Paranaense foi a peça chave do clube no esquema tático, onde a defesa era o ponto forte da equipe[8]. No dia 27 de Outubro de 2012, em um jogo contra o Guaratinguetá, Manoel completou 200 jogos[9] pelo Atlético que nesse jogo venceu o clube paulista por 3x0. No Campeonato Paranaense 2012 Manoel chegou a atuar por meio jogo como centroavante no esquema tático de Carrasco, técnico do Atlético Paranaense na época[10]. No ultimo jogo da 2ª Divisão Manoel foi entrevistado no meio de campo em meio a comemoração dos outros jogadores, estava emocionado e salientou aos repórteres que 2012 foi o melhor ano dele como profissional dentro do Atlético, destacando também o seu amor pelo clube. Manoel foi o jogador que mais atuou pelo Atlético Paranaense em 2012, foram 62 vezes atuando em campo, sendo que o clube fez 70 jogos na temporada de 2012[11], sendo também o capitão[12] da equipe em diversas partidas do Campeonato Brasileiro da Série B.

Em 2013 Manoel teve um brilhante ano de sucesso no Atlético Paranaense, por muitas vezes sem Paulo Baier em campo, Manoel foi o capitão do time. Como nos anos anteriores, Manoel se destacou por sua postura super eficiente em campo, se mantendo firme como um dos melhores zagueiros atuantes no futebol brasileiro. Nesse ano Manoel ainda com o Atlético Paranaense, terminou em terceiro lugar no Campeonato Brasileiro, levando o Furacão para a Taça Libertadores da América de 2014 e ainda foi para a final da Copa do Brasil, onde foram vice-campeão. Manoel ainda entrou na seleção do Campeonato Brasileiro 2013 por sua belíssima atuação na edição do campeonato.

Em 2014 o zagueiro teve seu contrato renovado para a disputa da Copa Libertadores. Logo no jogo de volta contra o Sporting Cristal no dia 5 de Fevereiro, Manoel marcou um gol de cabeça após cobrança de falta do espanhol Fran Mérida. No dia 13 de abril, Manoel foi afastado do Atlético Paranaense após ter cometido atos de indisciplina, segundo o clube.[3] Após tal afastamento, alegado pelo clube por causa "do comportamento e das declarações constantes e claras de que pretende sair do clube", o zagueiro entrou na Justiça desejando rescindir seu contrato. Além do mais, o atleta também busca um ressarcimento por assédio moral.[13] Logo no inicio do Campeonato Brasileiro de Futebol 2014, 50% dos seus direitos foram vendidos ao Cruzeiro por cerca de 3 milhões de euros (quase 10 milhões de reais).

Cruzeiro[editar | editar código-fonte]

2014[editar | editar código-fonte]

No dia2 de junho de 2014 foi anunciado oficialmente pelo Cruzeiro. Logo em sua chegada assumiu a titularidade da equipe substituindo o então machucado Bruno Rodrigo e sendo destaque do time ao lado de Léo.

Conquistou seu primeiro titulo pelo Cruzeiro no mesmo ano, quando conquistou de forma antecipada o Campeonato Brasileiro.

2015[editar | editar código-fonte]

Em 2015 disputou a sua primeira Libertadores pelo Cruzeiro.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Brasil Atlético Paranaense
Brasil Cruzeiro

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]


Referências