Tríplice coroa

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A tríplice coroa, em esportes, é um título não oficial dado a uma equipe ou esportista que conquista três importantes títulos na mesma temporada ou em certa sequência.

Origens

A simbologia da "tríplice coroa" remete ao período dos grandes impérios, evocando a figura de um rei ou militar, que governa ou administra simultaneamente três territórios.[1] Está presente no Brasão de armas da Suécia, da província de Munster (Irlanda) e da cidade de Kingston upon Hull (Inglaterra), entre outros. "Tríplice coroa" é também um dos nomes dados à Tiara papal ("Tríplice Tiara" ou "Triregnum"), utilizada desde o século XIV como símbolo da autoridade do Papa da Igreja Católica e abandonada por Paulo VI em 1963, que encerrou a segunda sessão da Concílio Vaticano II.[2] O 3 é um número de forte simbolismo em diferentes áreas.[3]

Uso na literatura

Em Diva, livro de 1864 de José de Alencar, o escritor cearense fez o seguinte uso da expressão: Estes e muitos outros pequenos fatos eram comentados no salão de D. Matilde pelas outras moças, que não perdoavam a Emília tantas superioridades, como ela tinha; pois cingia-lhe a fronte a tríplice coroa da beleza, do espírito e da riqueza (p. 10).[4]

Futebol

Diferentes entidades esportivas consideram diferentes conceitos de "tríplice coroa" no futebol, mas não existe um real caráter de "oficialidade",[5] sendo uma conquista simbólica, com o seu significado segundo o consenso social. A "tríplice coroa Internacional" refere-se apenas a títulos reconhecidos pelas confederações continentais e pela FIFA. A "tríplice coroa europeia" leva em consideração competições nacionais e a Copa Europeia dos Campeões. A "tríplice coroa brasileira" envolve as duas grandes competições nacionais e o estadual. E há ainda o uso genérico de "Tríplice Coroa" como a conquista de três títulos quaisquer numa mesma temporada.[6][7] De forma ainda mais ampla, pode também ter como referência não uma temporada ou ano, mas uma sequência de disputas, interligadas ou não, em anos diferentes.[nota 1][8]

Futebol internacional

Para a tríplice coroa internacional de futebol, consideram-se apenas as competições oficializadas pela FIFA e pelas confederações continentais - UEFA da Europa; CONMEBOL da América do Sul; CONCACAF da América Central, América do Norte e Caribe; CAF da África; AFC da Ásia; e OFC da Oceania.[9]

Como, atualmente, o vencedor da Libertadores conquista vaga em duas competições, quais sejam a Recopa e o Mundial de Clubes (no seu atual formato), sendo esta primeira disputada no ano seguinte, entende-se como vencedor de uma tríplice o vencedor das 3, embora não conquistadas todas no mesmo ano, pois os torneios fazem uma sequência entre si. Seguindo este formato, os clubes brasileiros que ganharam a tríplice coroa internacional foram: o São Paulo (1993 e 1994), o Internacional (2007) e o Corinthians (2013). Dos 4 casos, a vaga para a Libertadores veio pelo título do Brasileirão pretérito em 1992 (o nacional dava vaga apenas ao primeiro lugar, sendo a outra do vencedor da Copa do Brasil; em 1993, foi pelo título da edição anterior) e 2012, havendo uma sucessão de Brasileiro (1º ano); Libertadores e mundial (2º ano); Recopa (3º ano).[10][8][11][12]

Antes do São Paulo, o Nacional do Uruguai formou uma Quádrupla Coroa Internacional em 1988/89: Copa Libertadores, Interamericana, Intercontinental e Recopa (esta última em 1989).[13] Treinadores: Roberto Fleitas (Libertadores e Intercontinental); Héctor Núñez (Interamericana e Recopa).

Em 1992-93, o São Paulo venceu a Libertadores e a Intercontinental, vencendo também a Recopa Sul-Americana do respectivo ano seguinte (1993-94), tornando-se o primeiro time sul-americano a vencer duas Tríplices Coroas Internacionais. Para completar, o São Paulo ainda venceu a Supercopa Libertadores em 1993, conquistando então uma Quádrupla coroa Internacional.[14][15][16] Treinador: Telê Santana. Vencendo a Copa Conmebol de 1994 (treinador: Muricy Ramalho), o time levantou 8 troféus internacionais em 3 anos.

Em 2006, o Internacional sagrou-se campeão da Copa Libertadores, conquistou o título da Copa do Mundo de Clubes da FIFA e garantiu a conquista da Recopa Sul-Americana de 2007, formando assim uma tríplice coroa internacional.[17] O time usou um escudo comemorativo com uma coroa em alusão à conquista.[18][19] Treinadores: Abel Braga (Libertadores e Mundial); Alexandre Gallo (Recopa).

Em 2013, o Corinthians se sagrou campeão da Recopa Sul-Americana após ter sido campeão de sua primeira Copa Libertadores e da Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2012, formando assim uma tríplice coroa internacional de maneira invicta.[20][12][21] Treinador: Tite.

Até a temporada de 2020, há 28 casos registrados (por 18 times de 10 países) de Tríplice Coroa Internacional, sendo 15 europeus (por 7 times de 5 países) e 13 sul-americanos (por 11 times de 5 países).

Futebol de seleções

Futebol europeu

Na imprensa esportiva europeia, o conceito de "tríplice coroa" (em geral chamada "Treble", mas também "Triple Crown") é mais frequentemente aplicado para os clubes que conquistam três títulos em competições de temporada - excluindo-se, portanto, o Mundial de Clubes e competições de um único confronto, como as Recopas e Supercopas.

Na Europa, chama-se "Double" ("Dobradinha") à conquista, em uma mesma temporada, do Campeonato e da Copa de um país - feito raríssimo no futebol da Itália ou da Inglaterra, mas realizado 25 vezes pelo Linfield na Irlanda do Norte (a última em 2021).[32] O Celtic venceu o Campeonato Escocês, a Copa da Escócia e a Copa da Liga Escocesa de 2017 a 2020.[33] No caso, a "tríplice coroa" ("Continental Treble") é conferida ao clube que, além de conquistar o "Double" no seu país, na mesma temporada vence também a Liga dos Campeões.

Em mais de 60 anos de Campeonato Europeu de Clubes, apenas 9 vezes uma equipe conquistou a Tríplice Coroa Europeia (copa e campeonato domésticos e a Champions League),[34][35][36] formando um conjunto de 7 times:

  1. Celtic da Escócia em 1966–67. Treinador: Jock Stein;
  2. Ajax da Holanda em 1971–72. Treinador: Rinus Michels;
  3. PSV Eindhoven da Holanda em 1987–88. Treinador: Guus Hiddink;
  4. Manchester United da Inglaterra em 1998–99. Treinador: Alex Ferguson;
  5. Barcelona da Espanha em 2008–09 e 2014-15 (duas vezes). Treinador: Pep Guardiola (2009); Luis Enrique (2015);
  6. Internazionale da Itália em 2009–10. Treinador: José Mourinho;
  7. Bayern de Munique da Alemanha em 2012-13 e 2019–2020 (duas vezes). Treinador: Jupp Heynckes (2013); Hans-Dieter Flick (2020).

Considerando a Copa da UEFA, foram os vencedores: [37]

  1. IFK Göteborg da Suécia em 1981–82;
  2. Galatasaray da Turquia em 1999–00;
  3. FC Porto de Portugal em 2002-03 e 2010-11 (duas vezes);
  4. CSKA Moscou da Rússia em 2004–05.

Futebol português

No futebol português, desde a criação da Taça da Liga em 2007/2008, apenas um clube conquistou a "tríplice coroa" nacional. O Sport Lisboa e Benfica conseguiu o inédito feito na época de 2013/2014 ao conquistar a Primeira Liga, Taça de Portugal e Taça da Liga.[38]

Futebol brasileiro

Durante um bom tempo, a "tríplice coroa", em moldes europeus, não podia ser aplicada no Brasil, uma vez que, entre 2001 e 2012,[39] os clubes brasileiros que estivessem na disputa da Copa Libertadores da América eram impedidos de participar da Copa do Brasil, criada em 1989 (da primeira edição até 2000 foram 12 edições), na mesma temporada. Mas, como aqui existem competições estaduais, adaptou-se o conceito de "tríplice coroa" para o clube que vencer, na mesma temporada, o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e o seu Campeonato Estadual. Em 1967 e 1968, havendo paralelo entre a Taça Brasil e Robertão, existiu a possibilidade de uma tríplice como na mentalidade europeia, mas não ocorreu, apesar do duplo palmeirense em 1967 (Racing da Argentina venceu a Libertadores daquele ano; o Cruzeiro foi o único representante brasileiro).

Na verdade, a "tríplice coroa nacional" tem essa alcunha por ser formada por todas as conquistas de temporada que, em tese, todas as equipes brasileiras podiam (podem) ganhar jogando apenas em solo nacional.[nota 2]

O "molde original" de "tríplice coroa nacional" (estadual, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro) foi vencido por apenas dois clubes: o Cruzeiro, em 2003 (quando a expressão tríplice coroa foi consagrada no Brasil);[40][41][42][43][44][45] e o Atlético-MG, em 2021.[46][47][48] Em homenagem ao feito, o Cruzeiro usou uma coroa no escudo de 2004 a janeiro de 2021,[49] já o Atlético, em razão da rivalidade, deu preferência ao termo triplete, mais especificamente, triplete alvinegro.[50] Um destaque da tríplice cruzeirense é que o Brasileirão daquele ano foi o primeiro em sistema de pontos corridos (na época com 24 times, o que seria reduzido para 20 em 2006); a atleticana, porém, teve a Copa do Brasil em seu novo formato, com mais participantes e com a presença dos times que jogaram a Libertadores, caso do próprio Galo.[51][52][53]

Qualquer time brasileiro pode disputar atualmente as seguintes competições oficiais,[nota 3] sublinhando-se as "competições de temporada": Estadual[nota 4], Supercopa do Brasil (1990–1991; 2020–), Copa do Brasil (1989–), Campeonato Brasileiro (1959–), Recopa Sul-Americana (1989–1998; 2003–), Copa Sul-Americana (2003–), Copa Libertadores (1960–), Levain Cup/CONMEBOL Final (2008–) e Mundial de Clubes FIFA (2000; 2005–)[nota 5][nota 6], havendo impossibilidade de conquista no mesmo ano da Sul-Americana e da Libertadores e, consequentemente, da Sul-Americana e do Mundial de Clubes (no seu atual sistema de classificação). Algumas observações são que a Sula é um título secundário em relação a Libertadores;[54] o Mundial de Clubes, apesar de ter sua importância controversa, é consenso que possui mais relevância para a América do Sul do que para a Europa;[55][56][57] e que os estaduais, segundo os especialistas, estão com o "peso" menor com o passar dos anos.[58][59][60][61] Destarte, tendo em vista outras combinações e valorações de títulos, outros formatos de "tríplice coroa" podem ser considerados mais gloriosos que a do Cruzeiro em 2003, como a do Flamengo em 2019, que repetiu feito do Santos de Pelé.[62][63] Uma vez que o clube carioca venceu a Copa Libertadores da América, e não a Copa do Brasil, muitos comentaristas a entendem como maior que a do Cruzeiro.[64][65] Em 2020, o Palmeiras formou uma forte combinação inédita: estadual, Copa do Brasil e Libertadores.

Assim, cinco vezes foram conquistadas no mesmo ano ao menos 3 conquistas entre estadual, Copa do Brasil, Brasileirão e Libertadores: Santos (1962), Cruzeiro (2003), Flamengo (2019), Palmeiras (2020) e Atlético-MG (2021). As tríplices ou quádruplas com um mundial de clubes foram as de 1962 (Santos), 1963 (Santos), 1981 (Flamengo), 1992 (São Paulo), 1993 (São Paulo) e 2005 (São Paulo). Nenhum time ganhou uma tríplice ou uma quádrupla contando com Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil.[66][67][68] Nenhuma tríplice foi alcançada possuindo a Copa Sul-Americana.

Principais Tríplices Coroas

De forma geral, alguns órgãos da imprensa esportiva brasileira também chamam de "tríplice coroa" qualquer conquista de três títulos oficiais e profissionais numa mesma temporada, misturando competições de diferentes níveis geográficos, desde que oficiais e chanceladas pela respectiva federação ou confederação responsável.

Neste sentido, não considerando tríplices com mais de uma conquista estadual (listadas na secção outras), há treze casos de tríplice coroa e quatro de quádrupla no Brasil, envolvendo competições oficiais realizadas no mesmo ano, embora de fato findadas ou jogadas no ano seguinte (como a Copa do Brasil e o Brasileirão de 2020, terminados em 2021), desconsiderando-se o conceito de tríplice que envolva ganhar a competição do ano presente conquistada com a vaga de uma conquista do ano anterior, utilizado na secção Futebol internacional em relação a Recopa Sul-Americana. Segue-se os parâmetros da profissionalidade, oficialidade e independência. Desconsideram-se, então: taças de fases, chaves ou turnos de outras competições, como as zonas da Taça Brasil (razão pela qual não consta a "tríplice de 1959 do EC Bahia", que embora presente em muitas listas da imprensa, tem como um dos títulos a Zona Norte-Nordeste da Taça Brasil, listada erroneamente como Torneio Norte-Nordeste) e os turnos dos estaduais, por exemplo; competições amistosas ou de oficialidade duvidosa, como a Taça dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo; e conquistas de times de base, como a Copinha. Seguem-se os critérios das seguintes listas: Lista de títulos interestaduais do futebol brasileiro, Lista de títulos internacionais de clubes brasileiros de futebol e Lista de campeões do futebol brasileiro.

  1. Em 1962, o Santos conquistou uma quádrupla coroa: o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro, a Copa Libertadores da América e a Copa Intercontinental. Treinador: Luís Alonso Pérez, mais conhecido como Lula.
  2. Em 1963, o Santos conquistou novamente quatro títulos, nova quádrupla: o Torneio Rio-São Paulo,[nota 7] o Campeonato Brasileiro, a Copa Libertadores da América e a Copa Intercontinental. Treinador: Luís Alonso Pérez.
  3. Em 1964, o Santos conquistou o Campeonato Paulista, o Torneio Rio-São Paulo e o Campeonato Brasileiro.[69][70] Treinador: Luís Alonso Pérez.
  4. Em 1968, o Santos conquistou o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro (RGP) e a Recopa dos Campeões Intercontinentais.[71] Treinador: Antoninho Fernandes.
  5. Em 1981, o Flamengo conquistou o Campeonato Carioca, a Copa Libertadores da América e a Copa Intercontinental. Esta destaca-se pelo curto tempo entre o primeiro e o último título (20 dias): a Libertadores foi conquistada em 23/11, o Carioca em 6/12 e a Intercontinental em 13/12.[72] Treinador: Paulo César Carpegiani.
  6. Em 1992, o São Paulo conquistou o Campeonato Paulista, a Copa Libertadores da América e a Copa Intercontinental.[73] A primeira da cidade de São Paulo. Treinador: Telê Santana.
  7. Em 1993, o São Paulo conquistou a Recopa Sul-Americana, a Supercopa Libertadores, a Copa Libertadores da América e a Copa Intercontinental, formando uma quádrupla internacional (que, internamente, possui uma tríplice coroa continental[74][75][76]), única na presente lista. Treinador: Telê Santana.
  8. Em 1993, o Palmeiras conquistou o Campeonato Paulista, o Torneio Rio-São Paulo e o Campeonato Brasileiro.[70] Treinador: Vanderlei Luxemburgo.
  9. Em 1996, o Grêmio conquistou o Campeonato Gaúcho, a Recopa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro. A primeira do Sul.[77] Treinador: Luiz Felipe Scolari.
  10. Em 2002, o Paysandu conquistou o Campeonato Paraense, a Copa Norte e a Copa dos Campeões.[78] A primeira e única do Norte e primeira de um time brasileiro no século XXI. Treinador: Givanildo Oliveira.
  11. Em 2003, o Cruzeiro conquistou o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. A primeira de Minas Gerais. Treinador: Vanderlei Luxemburgo.
  12. Em 2005, o São Paulo conquistou o Campeonato Paulista, a Copa Libertadores da América e o Mundial de Clubes. Treinadores: Emerson Leão (Paulista); Paulo Autuori (Libertadores e Mundial).
  13. Em 2019, o Athletico Paranaense conquistou o Campeonato Paranaense, a Levain Cup/CONMEBOL (antiga Copa Suruga Bank) e a Copa do Brasil.[79][70][80] A primeira e única do Paraná. Treinadores: Rafael Guanaes (Paranaense); Tiago Nunes (Levain/Conmebol e Copa do Brasil).
  14. Em 2019, o Flamengo conquistou o Campeonato Carioca, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores da América. Esta destaca-se pelo curto tempo entre o segundo e o último (24 horas): Libertadores em 23/11 e o Brasileiro em 24/11.[81] Treinadores: Abel Braga (Carioca); Jorge Jesus (Brasileiro e Libertadores).
  15. Em 2020, o Flamengo conquistou o Campeonato Carioca, a Supercopa do Brasil, a Recopa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro, formando uma quádrupla coroa, a primeira de um time brasileiro no século XXI. Treinadores: Jorge Jesus (Supercopa, Recopa e Carioca); Rogério Ceni (Brasileiro).
  16. Em 2020, o Palmeiras conquistou o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil e Libertadores da América.[82] Treinadores: Vanderlei Luxemburgo (Paulista); Abel Ferreira (Copa do Brasil e Libertadores).
  17. Em 2021, o Atlético Mineiro conquistou o Campeonato Mineiro, o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil.[83] Treinador: Cuca.

Por times: Santos: 4; Flamengo e São Paulo: 3; Palmeiras: 2; Athletico-PR, Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio e Paysandu: 1.[84]

Por treinadores (3 ou 4 títulos): Luís Alonso Pérez: 3 (duas quádruplas); Telê Santana (uma quádrupla) e Vanderlei Luxemburgo (único por times diferentes): 2; Antoninho Fernandes, Paulo César Carpegiani, Luiz Felipe Scolari, Givanildo Oliveira e Jorge Jesus: 1. Títulos de duas das três taças: Paulo Autuori, Tiago Nunes, Jorge Jesus e Abel Ferreira (uma vez cada). Apenas uma taça: Emerson Leão, Rafael Guanaes, Abel Braga, Rogério Ceni e Vanderlei Luxemburgo (uma vez cada).

Além do formato vencido pela dupla mineira, outros se repetiram ou, pelo menos, se assemelharam:

  • As de 1962 e 1963 do Santos possuem formato quase idêntico a do Flamengo de 2019 (estadual ou interestadual, Brasileirão e Libertadores), com a diferença da soma do título mundial. Parecem também com a do Palmeiras (2020), mas este ganhou a copa nacional, não o campeonato.
  • Já a de 1964 (Santos) é igual a de 1993 do Palmeiras e semelhante com a de 2002 do Paysandu (estadual, interestadual ou regional e competição nacional).
  • A de 1968 (Santos) possui semelhança com a de 2019 do Athletico (estadual, competição nacional e competição intercontinental), não considerando a diferença entre o revelo das disputas internacionais.
  • Flamengo em 1981 e o São Paulo em 1992 e 2005 foram campeão em nível estadual, continental (Libertadores) e mundial.
  • A de 1996 do Grêmio é parecida com a do Fla de 2020 (estadual, Recopa e nacional), sendo que este também ganhou a supercopa nacional.
  • A de 1993 do São Paulo, formada por quatro títulos internacionais, foge do padrão, tendo apenas como semelhança os títulos da Libertadores e do Mundial presente em outras cinco, sendo duas do próprio time.

As tríplices ou quádruplas de 1962 (Santos), 1963 (Santos), 1968 (Santos), 1996 (Grêmio), 2019 (Athletico), 2019 (Flamengo), 2020 (Flamengo) e 2020 (Palmeiras) são formadas por conquistas de nível estadual ou interestadual, nacional e internacional, não considerando o peso de cada uma, o que significa que 8 vezes um time brasileiro foi campeão regional (sentido amplo), nacional e internacional; as de 1964 (Santos), 1993 (Palmeiras), 2002 (Paysandu), 2003 (Cruzeiro) e 2021 (Atlético-MG) não contaram com títulos internacionais; as de 1981 (Flamengo), 1992 (São Paulo), 1993 (São Paulo) e 2005 (São Paulo) não tiveram títulos nacionais, sendo que a penúltima também não teve estadual.

Tendo como referencial a carreira, não uma temporada, os treinadores brasileiros que venceram a "tríplice coroa clássica" (copa continental, a copa nacional e a liga) por um mesmo clube foram Felipão, por Palmeiras (Copa do Brasil de 1998 e 2012; Libertadores de 1999; Brasileirão de 2018) e Grêmio (Copa do Brasil de 1994; Libertadores de 1995; Brasileirão de 1996), neste último em 3 anos consecutivos; e Cuca, pelo Atlético-MG (Libertadores de 2013; Brasileirão de 2021; Copa do Brasil de 2021).[85][86]

Elenco titular base
  • Santos (1962): Gilmar; Lima, Mauro e Dalmo; Calvet e Zito; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe;[87]
  • Santos (1963): Gilmar; Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Geraldino; Dorval, Lima, Coutinho, Pelé e Pepe;[87]
  • Santos (1964): ;
  • Santos (1968): Claudio; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel e Rildo; Negreiros e Lima; Kaneko, Toninho, Pelé e Edu;[87]
  • Flamengo (1981): Raul; Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico;[87]
  • São Paulo (1992): Zetti; Vitor, Adilson, Ronaldão e Ronaldo Luis; Toninho Cerezo (Dinho), Pintado e Raí; Cafu, Palhinha e Muller;[87]
  • São Paulo (1993): Zetti; Cafu, Válber, Ronaldão e André Luiz; Doriva, Dinho, Toninho Cerezo e Leonardo; Muller e Palhinha;[87]
  • Palmeiras (1993): Sérgio; Gil Baiano, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho, Edílson e Zinho; Edmundo e Evair;[87]
  • Grêmio (1996): Danrlei; Arce, Rivarola, Mauro Galvão e Roger; Dinho, Goiano, Émerson e Carlos Miguel; Paulo Nunes e Zé Alcino;[87]
  • Paysandu (2002): Marcão; Sandro Goiano, Sérgio, Gino e Luís Fernando; Marcos, Jajá, Rogerinho, Jóbson, Vélber e Vandick;[87]
  • Cruzeiro (2003): Gomes; Maicon, Cris, Edu Dracena e Leandro; Maldonado, Augusto Recife, Wendell e Alex; Aristizábal e Mota;[87]
  • São Paulo (2005): Rogério Ceni; Fabão, Lugano e Edcarlos; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Júnior; Amoroso e Aloísio;[87]
  • Athlético-PR (2019): ;
  • Flamengo (2019): Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Mari e Filipe Luís; Willian Arão, Gerson e Arrascaeta; Éverton Ribeiro, Bruno Henrique e Gabigol;[87]
  • Flamengo (2020): ;
  • Palmeiras (2020): ;
  • Atlético-MG (2021): .

Outras

Cita-se aqui tríplices menos listadas pela imprensa e formadas com competições de menor expressão, como copas estaduais e títulos de divisões inferiores, embora ainda segundo o parâmetro da profissionalidade, oficialidade (não constam amistosos) e independência (não constam turnos e fases).

Em 1968, o Botafogo conquistou a Taça Guanabara (torneio independente), o Campeonato Carioca e o Campeonato Brasileiro (TB).[88][89] A Taça Guanabara era um campeonato oficial à parte e não um turno ou fase do Campeonato Carioca como atualmente.[90] A primeira do Rio de Janeiro. Treinador: Zagallo.

Em 1993, o Vasco da Gama conquistou a Copa Rio (estadual), o Campeonato Carioca e o Torneio João Havelange.[91][92] Treinadores: Joel Santana (Carioca); Alcir Portella (Copa Rio e Torneio João Havelange).[93][94]

Em 2008, o Brusque conquistou o Campeonato Catarinense - Série B, a Copa Santa Catarina e a Recopa Sul-Brasileira.[95][96][97] A primeira e única de Santa Catarina. Treinador: Suca.[98]

Em 2012, o Sampaio Corrêa conquistou o Campeonato Maranhense, a Copa União do Maranhão e o Campeonato Brasileiro - Série D.[99][100][101][102] A primeira e única do Nordeste. Treinadores: Flávio Araújo (Maranhense e Série D); Dejair Ribeiro (Copa União).[103][104]

Em 2014, a Lajeadense conquistou o Campeonato da Região Sul-Fronteira, a Copa FGF e a Super Copa Gaúcha.[105][106][107][108] A primeira e única do interior gaúcho. Treinador: Luís Carlos Winck.[109]

Tríplice coroa de Campeonatos Brasileiros

Em 2019, a CBF passou a chancelar o Campeonato Brasileiro de Futebol Sub-17. Assim, juntando-se aos outros 2 campeonatos brasileiros chancelados pela mesma entidade - Campeonato Brasileiro de Futebol Sub-20 e Campeonato Brasileiro de Futebol - considera-se que uma agremiação conquistou a tríplice coroa de Campeonatos Brasileiros se ela conquistar os 3 campeonatos numa mesma temporada.[110]

Em 2019, o Flamengo foi a primeira equipe a conquistar a tríplice coroa de Campeonatos Brasileiros, já que conquistou o Campeonato Brasileiro de Futebol Sub-17 de 2019, o Campeonato Brasileiro de Futebol Sub-20 de 2019 e o Campeonato Brasileiro de Futebol de 2019 - Série A.[111][112][113][114] Treinadores: Jorge Jesus (profissional); Maurício Souza (sub-20); Phelipe Leal (sub-17).[87][115][116]

Tríplice coroa do futebol feminino brasileiro

Em 2014, o São José venceu o Campeonato Paulista, a Copa Libertadores e o Mundial de Clubes (Japan FA).[117][118] Treinador: Adilson Galdino.[119]

Em 2021, o Corinthians Feminino venceu o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores.[120][117] Como a Copa do Brasil não é jogada desde 2017, o time venceu as três principais competições. Curiosamente, foi o tri de cada competição e, no caso do Paulista, tri consecutivo. Treinador: Arthur Elias.

Tríplice coroa de artilharia e prêmios

Automobilismo

Ver artigo principal: Tríplice Coroa do Automobilismo

A tríplice coroa do automobilismo é composta pelas três seguintes conquistas: O Grande Prêmio de Mônaco, as 500 Milhas de Indianápolis e as 24 Horas de Le Mans.

Beisebol

Ver artigo principal: Tríplice Coroa (beisebol)

No beisebol, a tríplice coroa não se refere a títulos conquistados pelos clubes, mas sim a conquistas dos atletas individualmente.

Ciclismo

Ver artigo principal: Coroa Tripla de Ciclismo

Surf

Ver artigo principal: Tríplice Coroa Havaiana

Turfe

Ver artigo principal: Tríplice Coroa (turfe)

Outros esportes

Há ainda casos de Tríplice Coroa no basquete, ciclismo, tênis, rugby, vôlei, futsal e etc.

No basquete, a equipe do Flamengo conquistou na temporada 2009 o Campeonato Carioca, o Novo Basquete Brasil e a Liga Sul-Americana.

No futsal, a equipe Carlos Barbosa em 2009 conquistou a Liga Nacional, Taça Brasil e Campeonato Gaúcho.

No futebol de areia, a equipe do Vasco da Gama em 2014 conquistou o Campeonato Carioca, o Circuito Brasileiro e a Copa Brasil.

No vôlei, a equipe do Sada Cruzeiro de Belo Horizonte (MG - Brasil) conquistou a tríplice coroa por duas vezes: na temporada 2011-12 (com os títulos do Campeonato Estadual, da Liga Nacional e do Campeonato Sul-Americano) e na temporada 2014-15 (com os títulos do Torneio de Irvine, do Campeonato Estadual e da Liga Nacional).

Fora do âmbito esportivo

Ver artigo principal: Tríplice Coroa da Atuação

Fala-se em "tríplice coroa da atuação" (em inglês, "Triple Crown of Acting") para atores ou atrizes que sejam premiados por seus trabalhos nos três diferentes veículos: cinema, teatro e televisão, respectivamente com os Prêmios Óscar, Tony e Emmy.[123][124]

No mundo dos concursos de beleza, a imprensa especializada dos Estados Unidos atribui a "tríplice coroa" para modelos que sejam premiadas em seu estado nos três diferentes sistemas (Miss Teen USA, Miss USA e Miss America)[carece de fontes?].

Filmografia

Bibliografia

  • De Souza, Alexsandro; Olivieri, Anderson. 2003 - A tríplice história de um time mágico. Ed. Número Um. 2018.
  • Olivieri, Anderson. 2003, o ano do Cruzeiro: Diário da Tríplice Coroa. Ed. Número Um. 2015.

Notas

  1. Como as conquistas de Brasileirão (primeiro semestre de 1991), Paulistão (segundo semestre de 1991) e Libertadores (primeiro semestre de 1992) pelo São Paulo, que venceu tudo o que disputou no período.[8]
  2. Tendo como marco o ano de início da Copa do Brasil (1989) e levando em consideração a extinção de quase todos os interestaduais (que já ocorriam de forma irregular e descontínua) depois de 2002 e, consequentemente, o fim da Copa dos Campeões (CBF), jogada de 2000 a 2002.
  3. Em alguns estados ainda são disputadas copas estaduais (dentre as remanescentes, algumas ainda são limitadas aos clubes "pequenos", sem a participação dos "grandes") e até mesmo recopas estaduais. Copa do Nordeste e Copa Verde são as duas disputas regionais em atividade (a última, inter-regional, mais especificamente).
  4. Ano de fundação dos estaduais citados na lista principal: SP: 1902; RJ: 1906; PA: 1908; MG: 1915; PR: 1915; RS: 1919.
  5. A antecessora Copa Intercontinental foi disputada de 1960 a 2004.
  6. Dentre as "competições concentradas" (as que não estão sublinhadas), o Mundial de Clubes da FIFA é considerado bem mais importante que as demais. Além disso, é jogado no mesmo ano que sua competição de origem e possui mais que dois times, não sendo "apenas final".
  7. Competições extintas citadas: Torneio Rio-São Paulo (1933; 1940; 1950 a 1955; 1957 a 1966; 1993; 1997 a 2002); Recopa dos Campeões Intercontinentais (1968 a 1969); Supercopa Libertadores (1988 a 1997); Copa Norte (1997 a 2002); Copa dos Campeões (2000 a 2002)

Ver também

Referências

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