Exército Imperial Brasileiro

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Exército Imperial Brasileiro
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Bandeira do Exército Imperial Brasileiro
País Flag of Brazil (1870–1889).svg Império do Brasil
Estado Flag of Brazil (1870–1889).svg Império do Brasil
Subordinação Imperador do Brasil
Missão Força Terrestre
Sigla EB
Criação 1822
Aniversários 19 de abril (Batalha dos Guararapes, em 1648)[1]
Extinção 1889
Patrono Luís Alves de Lima e Silva
História
Guerras/batalhas ver:Lista de conflitos do Brasil
Comando
Comandantes
notáveis

Exército Imperial Brasileiro era o nome dado à força terrestre do Império do Brasil. O Exército Brasileiro foi formado após a independência do país do Reino de Portugal em 1822 e reformado em 1889, após o golpe de estado republicano que criou a Primeira República Brasileira, uma ditadura liderada pelo exército.

Formação[editar | editar código-fonte]

O Exército Imperial foi criado na independência do Brasil em setembro de 1822. Sua origem remonta às tropas luso-brasileiras que permaneceram no Brasil sob o comando do príncipe Pedro I, regente do Reino do Brasil. Quando o príncipe proclamou a independência e se tornou o primeiro Imperador do Brasil, tropas leais à sua liderança formaram o Exército Imperial do Brasil recém-independente. O Exército era inicialmente composto de mercenários brasileiros, portugueses e estrangeiros. A maioria de seus comandantes eram mercenários e oficiais portugueses leais a Dom Pedro. Os defensores da independência brasileira ampliaram o Exército Brasileiro através do alistamento forçado de cidadãos, imigrantes estrangeiros, mercenários e escravos brasileiros.

Comando[editar | editar código-fonte]

Em 1885, o alto comando do Exército Imperial Brasileiro incluía Gastão de Orléans, Conde d'Eu e Deodoro da Fonseca, 1º Presidente do Brasil.

Nos termos dos artigos 102 e 148 da Constituição, as Forças Armadas Brasileiras ficaram subordinadas ao Imperador como comandante-em-chefe.[2] Ele era auxiliado pelos Ministros da Guerra e da Marinha em assuntos relativos ao Exército e à Marinha - embora o Primeiro Ministro geralmente exercesse a supervisão de ambos os ramos na prática. Os ministros da Guerra e da Marinha eram, com poucas exceções, civis.[3][4] O modelo escolhido foi o sistema parlamentar britânico ou anglo-americano, no qual "as Forças Armadas do país observaram obediência irrestrita ao governo civil, mantendo distância das decisões políticas e decisões referentes à segurança das fronteiras".[5]

Durante os 67 anos de existência da monarquia houve 76 ministros do exército.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

O exército nacional, ou exército imperial durante a monarquia, era dividido em dois ramos: a 1ª linha, que era o exército em si, e a 2ª Linha, formada pelas Milícias e Ordenanças herdadas dos tempos coloniais. As forças armadas eram organizadas em linhas semelhantes às forças armadas britânicas e estadunidenses da época, nas quais um pequeno exército permanente poderia aumentar rapidamente sua força durante emergências de uma força militar de reserva (no Brasil, a Guarda Nacional). Em 1824 o Exército da 1ª Linha incluía 24 mil homens,[6] que eram disciplinados, treinados e equipados, bem como seus equivalentes europeus.[7] No final da Guerra da Independência, as Forças Armadas Brasileiras já estavam bem organizadas e equipadas.[8] Isto ocorreu principalmente porque o Imperador apoiava fortemente o Exército.[9]

Educação militar[editar | editar código-fonte]

Ano Exército (1ª Linha) Exército (2ª Linha)
1824 24.000 Desconhecido
1827 27.242 95.000
1832 6.000 Desconhecido
1838 18.000 Desconhecido
1851 37.000 Desconhecido
1864 18.000 440.000
1869 82.271 Desconhecido
1875 17.000[10] Desconhecido
1883 13.000 Desconhecido
1889 14.300[10] Desconhecido

O treinamento dos oficiais do exército e era concluído na Academia Militar Imperial,[11] embora não fosse obrigatório para os oficiais estudarem lá para avançar na profissão. O soldados dos ramos de infantaria e cavalaria só precisavam estudar as disciplinas do 1º ano (aritmética, álgebra, geometria, trigonometria e desenho técnico) e 5º ano (tática, estratégia, acampamento, fortificação em campanha, reconhecimento de terrenos e química). Engenheiros e artilheiros eram obrigados a estudar o curso completo, o que tornou seus ramos os mais prestigiados.

Colégio Militar do Rio de Janeiro (conhecido anteriormente como Academia Militar) em 1888.

No entanto, se preferissem, os homens de infantaria e os cavaleiros podiam estudar as disciplinas do 2º ano (álgebra, geometria, geometria analítica, cálculo diferencial e integral, geometria descritiva e desenho técnico); 3º ano (mecânica, balística e desenho técnico); 4º ano (trigonometria esférica, física, astronomia, geodesia, geografia e desenho técnico); 6º ano (fortificação regular e irregular, atacar e defender fortalezas, arquitetura civil, estradas, portos, canais, mineralogia e desenho técnico); E 7º ano (artilharia, minas e história natural).[12]

Em 1845 o Colégio Militar (originalmente conhecido como a Academia Militar) foi dividido em duas metades: a metade manteve o nome de "Colégio Militar" e a outra metade se tornou o Colégio Central.[8] Uma nova reforma (Decreto nº 585), de 6 de setembro de 1850, melhorou consideravelmente a qualidade dos oficiais do Exército Imperial.[13][14] A partir de então, a progressão na carreira militar de um soldado ocorreria através de tempo de serviço, mérito e currículo acadêmico, além de uma clara preferência pelo pessoal que completou o Colégio Militar sobre os que não o fizeram. Em 20 de setembro de 1851, o gabinete do Partido Conservador criou um ramo do Colégio Militar em Porto Alegre. O colégio de Porto Alegre ofereceu cursos de infantaria e cavalaria, incluindo disciplinas de 1º e 5º anos de estudo.[15] A Guarda Nacional foi reorganizada no mesmo mês e subordinada diretamente ao Ministro da Justiça, em vez de aos Juízes de Paz localmente eleitos.[15][16]

Em 1874 o Colégio Politécnico do Rio de Janeiro foi criado da Escola Militar. A nova faculdade centrou-se na oferta de cursos de engenharia civil.[15] Para o ano fiscal 1873-74, o governo alocou aproximadamente 27 por cento do orçamento para o Exército e a Marinha.[17]

Guerras e rebeliões[editar | editar código-fonte]

Uniformes tropas brasileiras do Exército Imperial na Guerra do Paraguai, 1866.

Guerra de Cisplatina[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Guerra da Cisplatina

O Império declarou guerra contra as Províncias Unidas do Rio da Prata (atual Argentina) em 1825 porque essa nação estava ajudando a revolta secessionista da província brasileira da Cisplatina. As tropas secessionistas argentinas e cisplatinas usaram táticas de guerrilha que impediram o muito forte Exército Brasileiro (1ª Linha com 27.242 homens e 2ª Linha com 95.000)[7] de dar um golpe esmagador contra seus inimigos. No final do conflito, mais de 8 mil brasileiros haviam morrido[18] e a estima associada a uma carreira militar declinou.[19] A retirada resultante levou à independência da Cisplatina, que se tornou o Uruguai, e foi a única guerra que o Brasil não venceu em sua história independente. No pós-guerra, os militares culparam o Imperador por não conseguir convencer o Parlamento a permitir mais ajuda financeira para comprar equipamentos, munições e provisões, enquanto os liberais, por outro lado, consideravam o monarca responsável pelos altos custos do conflito.[20]

Período regencial[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Período regencial (Brasil)

A abdicação de Pedro I resultou na redução do tamanho do contingente do Exército.[21] Os liberais estavam contra o Exército por razões ideológicas e econômicas.[20] O objetivo deles era o de impedir qualquer possibilidade de retorno ao Brasil de Pedro I, por isso enfraqueceram uma das instituições mais ligadas ao ex-Imperador.[22] Alguns batalhões foram dissolvidos, enquanto outros foram transferidos para províncias distantes. A maioria dos soldados foi descarregada; O alistamento foi suspenso e a promoção de qualquer oficial foi proibida.[23]

Oficiais do exército imperial ao lado de um canhão, 1886.

Em 30 de agosto de 1831, a regência liberal reduziu o Exército para menos de 10 mil homens.[23] As reduções posteriores deixaram apenas 6 mil soldados.[24] Os batalhões formados por mercenários também foram dissolvidos.[8]

Com a intenção de ajudar o Exército menor, o Governo criou a Guarda Nacional em 18 de agosto de 1831.[25] A nova instituição substituiria as velhas milícias que se extinguiram.[21][26] A Guarda não tinha tropas permanentes nem barracas para hospedar tropas. Em tempos de guerra, a Guarda Nacional era incorporada ao Exército da 1ª Linha e era, para todos os efeitos, uma força de reserva do Exército Imperial.[27]

Os resultados da política liberal para com o Exército logo foram sentidos. O governo foi incapaz de combater as rebeliões que ocorreram no país durante a segunda metade da década de 1830. A eleição do conservador Pedro de Araújo Lima para o cargo de regente em 1837 mudou completamente a situação. O Partido Conservador restaurou o Exército,[8] reorganizou e reequipou suas fileiras, e aumentou o seu tamanho para 18.000 homens.[24] O Exército Imperial conseguiu várias vitórias sobre as revoltas provinciais, incluindo: Cabanagem, Sabinada, Guerra dos Farrapos, entre outros. No início da década de 1840, uma nova reorganização do Exército deu-lhe mais coesão e o tornou mais capaz.[8]

Questão do Prata[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Questão do Prata
O coronel Joca Tavares (terceiro assento, da esquerda para a direita) e seus assistentes imediatos, entre os quais José Francisco Lacerda, mais conhecido como "Chico Diabo", responsável pela morte de Francisco Solano López na Guerra do Paraguai.

Em 1851 o Exército Imperial era composto por mais de 37.000 homens, dos quais 20.000 participaram da Guerra do Prata contra a Confederação Argentina, oposta aos interesses do Império Brasileiro. A guerra terminou em 1852 com a vitória brasileira na Batalha de Caseros, por algum tempo estabelecendo a hegemonia brasileira sobre a América do Sul. A guerra deu início a um período de estabilidade econômica e política no Império.[28]

A Guerra do Uruguai (que foi seguida pela Guerra do Paraguai) revelou a total negligência submetida ao Exército Imperial após 1852. O Exército não tinha equipamento, munições, uniformes ou transporte suficientes.[29] Com apenas 18.000 homens em 1864,[30] foi necessário procurar forças de reserva para colaborar com o esforço de guerra. Em 1864 a matrícula da Guarda Nacional era composta por 440.000 homens.[31] Apesar do número impressionante, o potencial militar da Guarda foi reduzido consideravelmente por sua falta de treinamento e equipamento e pela resistência da maioria dos membros da Guarda para a implantação no teatro de operações. A partir de então, a Guarda Nacional seria gradualmente posta de lado em favor do Exército.[32] O corpo de Voluntários da Pátria foi criado em 7 de janeiro de 1865. O Corpo recebeu voluntários e recrutados brasileiros.[33] A nomeação do Marquês de Caxias como comandante do Exército Imperial em meados de 1866 pôs fim à anarquia. Em 1865 18.000 homens foram desdobrados em território inimigo. Este número cresceu para 67.365 em 1866; 71 039 em 1867; E finalmente 82.271 em 1869.[34]

O Marquês de Caxias reorganizou as tropas que receberam uniformes, equipamentos e armas de igual qualidade que as do exército prussiano.[35] O serviço de saúde das Forças Armadas era inferior aos cuidados de saúde da Guerra Civil Americana, mas era superior aos programas de saúde da Guerra da Crimeia.[36] O conflito armado durou mais de cinco anos e custou a vida de 50 mil brasileiros. No entanto, o Império alcançou a vitória e manteve sua supremacia sobre o resto da América do Sul. O Exército Imperial mobilizou 154.996 homens para a guerra, divididos nas seguintes categorias: 10.025 militares que estavam no Uruguai em 1864; 2.047 na província de Mato Grosso; 55.985 Voluntários da Pátria; 60.009 Guardas Nacionais; 8.570 ex-escravos; e mais 18 mil guardas nacionais que permaneceram no Brasil para defender sua terra natal.

Golpe de Estado republicano[editar | editar código-fonte]

A Proclamação da República liderada pelo Exército, 15 de novembro de 1889.

Uma nova geração de militares turbulentos e indisciplinados começou a aparecer no início da década de 1880, porque os antigos oficiais monárquicos, como Duque de Caxias, Polidoro da Fonseca, Quintanilha Jordão, António de Sampaio, Manuel Marques de Sousa e Manuel Luís Osório estavam mortos.[37] Em um Exército com apenas 13.000 homens, 7.526 foram enviados para a prisão em 1884 por mau comportamento.[38] Os cadetes do Colégio Militar aprenderam sobre o positivismo e discutiram a política ignorando completamente as questões militares.[39] Esses homens defendiam o estabelecimento de uma ditadura militar.[40] Em 1882, oficiais militares do Exército assassinaram um jornalista à luz do dia quando criticou o comportamento do Exército. O assassinato ficou impune.[41][42] Os republicanos estimularam o comportamento indisciplinado deste pessoal durante 1887 e 1888 alegando falta de atenção e consideração por parte do Governo em relação ao Exército.[43]

Em 15 de novembro de 1889, a monarquia foi derrubada por tropas do exército lideradas pelo marechal de campo Deodoro da Fonseca, que se tornou o líder da Primeira República Brasileira, conhecida como República da Espada. Marechal Câmara (Visconde de Pelotas), afirmou que cerca de 20% do Exército Imperial apoiou o golpe.[44] Nos dias seguintes, vários batalhões do Exército, espalhados pelo país, lutaram contra as forças republicanas com a intenção de parar o golpe.[45][46] Em Desterro, o 25º Batalhão de Infantaria atacou o Clube Republicano em 17 de novembro de 1889. Um mês depois, no dia 18 de dezembro, no Rio de Janeiro, o 2º Regimento de Artilharia tentou restaurar a monarquia.[47] Em 1893, soldados monárquicos participaram da Revolução Federalista com a intenção de restaurar o Império.[48] Os monarquistas que não morreram na batalha foram presos, deportados ou assassinados.[49]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Dia do Exército» (PDF). Exército Brasileiro. Consultado em 24 de junho de 2016. 
  2. Ver Artigos 102 e 148 Constituição Brasileira de 1824
  3. Carvalho (2007), p.193
  4. Lyra, p.84
  5. Pedrosa, p.289
  6. Pedrosa, p.229
  7. a b Nabuco, p.463
  8. a b c d e Vainfas, p.548
  9. Nabuco, p.58
  10. a b Costa, p.290
  11. Holanda, p.238
  12. Souza, p.113
  13. Holanda, p.245
  14. Pedrosa, p.207
  15. a b c Vainfas, p.549
  16. Vainfas, p.320
  17. Holanda, p.255
  18. Lustosa, p.277
  19. Nabuco, p.466
  20. a b Holanda, p.243
  21. a b Vainfas, p.318
  22. Souza, p.209
  23. a b Souza, p.205
  24. a b Holanda, p.244
  25. Pedrosa, p.225
  26. Souza, p.208
  27. Pedrosa, p.227
  28. Doratioto (2002), p.28
  29. Pedrosa, p.234
  30. Pedrosa, p.235
  31. Nabuco, p.503
  32. Pedrosa, p.242
  33. Pedrosa, p.237
  34. Schwarcz, p.303
  35. Versen, p.99
  36. Salles (1990), p.129
  37. Holanda, p.239
  38. Lima, p.114
  39. Lima, pp.112–113
  40. Lima, p.109
  41. Holanda, p.253
  42. Lima, p.112
  43. Holanda, p.256
  44. Lima, p.117
  45. Janotti, p.17
  46. Lyra, p.194
  47. Janotti, p.21
  48. Salles (1996), p.195
  49. Bueno, pp.254–255

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Constituição Brasileira de 1824.
  • Bueno, Eduardo. Brasil: uma História. São Paulo: Ática, 2003. (português)
  • Calmon, Pedro. História de D. Pedro II. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1975. (português)
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  • Carvalho, Affonso. Caxias. Brasília: Biblioteca do Exército, 1976. (português)
  • Carvalho, José Murilo de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. (português)
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