Canutama

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Município de Canutama
Bandeira de Canutama
Brasão indisponível
Bandeira Brasão indisponível
Hino
Fundação 22 de outubro de 1891 (127 anos)
Gentílico canutamense
Prefeito(a) Otaniel Lyra de Oliveira (Progressistas)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Canutama
Localização de Canutama no Amazonas
Canutama está localizado em: Brasil
Canutama
Localização de Canutama no Brasil
06° 32' 02" S 64° 22' 58" O06° 32' 02" S 64° 22' 58" O
Unidade federativa Amazonas
Mesorregião Sul Amazonense IBGE/2008[1]
Microrregião Purus IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Humaitá, Lábrea, Tapauá, Pauini, Boca do Acre e Porto Velho (RO).
Distância até a capital 620 km
Características geográficas
Área 29 819,631 km² [2]
População 15 312 hab. estimativa populacional - IBGE/2016[3]
Densidade 0,51 hab./km²
Altitude 55 m
Clima quente e úmido
Fuso horário UTC-4
Indicadores
IDH-M 0,530 baixo PNUD/2010 [4]
PIB R$ 81 548 mil IBGE/2013[5]
PIB per capita R$ 5 527,16 IBGE/2013[5]
Navegando no Rio Purus
Microrregião do Purus

Canutama é um município brasileiro do interior do Estado do Amazonas, Região Norte do país. Pertencente à Mesorregião do Sul Amazonense e Microrregião do Purus, possui uma população de 15 312 habitantes, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016.[3]

Durante os seus primórdios, recebeu várias denominações: em 1874, foi fundada com o nome de Nova Colônia de Bela Vista, e em 1891 passou a se chamar Vila de Nossa Senhora de Nazaré. Somente a partir de 1895 recebeu o nome atual, Canutama.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação e povoamento[editar | editar código-fonte]

O povoamento e desenvolvimento do município de Canutama confunde-se com o início das explorações e expedições no rio Purus. Entretanto, mesmo antes do último quartel do século XIX, momento em que ocorre a expedição de Manuel Urbano da Encarnação, já havia relatos da presença de "civilizados" no rio Purus. Em sua pesquisa, que resultou no livro de título Canutama: conquista e povoamento do Purus (1980), Sebastião Antônio Ferrarini registra um relatório datado de 1855, do Dr. Manoel Gomes Correa de Miranda, o qual diz o seguinte: "Catequese e civilização dos índios. Três únicos missionários existem atualmente na Província (do Amazonas), a saber: Frei Gregório José Maria de Bene, que há anos exerce seu ministério nas aldeias dos Rios Uaupés e Içana; Frei Pedro de Ceriana encarregado da nova missão de S. Luiz Gonzaga nas margens do rio Purus...". [6]

O rio Purus, um dos grandes afluentes do rio Amazonas, começou a ser explorado no início da segunda metade do século XIX, tendo como pioneiros alguns coletores de drogas do sertão, muitos deles nordestinos. As incursões pelo rio tiveram início somente após a abertura da bacia amazônica à navegação internacional. De modo que, até 1850, o rio era uma completa incógnita para o homem branco. É somente a partir da segunda metade do século XIX que o governo do Estado do Amazonas começa a financia e a promover as famosas "entradas" pelo desconhecido rio. De acordo com Sebastião Antônio Ferrarini, "nem mesmo os limites entre os impérios brasileiro e a república boliviana estavam definitivamente claros, pois ambas as nações convinham na imprecisão das fronteiras dado o fato de a região ser desconhecida pelas duas partes. Disto se´ra evidência, quando no início do atual século, dá-se a questão do Acre, na qual o protagonista principal foi o Amazonas".[7]

É necessário afirmar que o grande fator causal para a presença de "civilizados" no rio Purus será o econômico, com a descoberta da borracha. O rio foi um dos principais produtores gomíferos na época áurea da borracha, fazendo com que se tornasse intensa a correria de nordestinos - os denominados "brabos" - para o local. Núcleos urbanos, a partir daí, foram lançados, gerando grande riqueza para os cofres do governo do Estado do Amazonas com extração do látex, prosperidade essa que, infelizmente, não foi acompanhada pelo bem-estar de sua população.

Manoel Urbano da Encarnação[editar | editar código-fonte]

O grande nome ligado à fundação do município de Canutama é o de Manuel Urbano da Encarnação, embora muitos nomes, como o de João Cametá, William Clandles, Serafim Salgado e Frei Pedro Coriana também estejam correlacionados e sejam notáveis. Manuel Urbano da Encarnação, entretanto, foi o precursor ou, empregando uma metáfora, o são João Batista do rio Purus: aquele que abriria os caminhos para o assentamento de núcleos urbanos ao longo deste rio. São expressivas as palavras de Sebastião Antônio Ferrarini, ao considerá-lo um bandeirante: "o homem simples, forte e corajoso que, tal qual "bandeirante" do século XIX, tornou-se o desbravador de grande parte da Amazônia. Este homem foi Manoel Urbano da Encanação, e o local por ele habitado, Canutama".[8]

Manoel Urbano da Encarnação foi um descendente da tribo Mura, mestiço, prático de embarcação, encarregado da segunda expedição (1861) pelo rio Purus encomendada pelo governo do Estado, já que a primeira expedição ficou a cabo de Seraphim da Silva Salgado (1852). Nesse ano, em 1861, ele subiu o Purus durante 155 dias. Segundo informações, o último ponto que ele teria alcançado seria uma povoação boliviana chamada Sarayaco. Nessas aventuras, é sabido que por onde ele passava havia povos indígenas que o chamavam pelo nome de "Tapauna Catu", cujo significado é "preto bom". Isso ocorria em função da fama que levava esse explorador por sempre tratar bem os povos indígenas. Como registra Sebastião Antônio Ferrarini: "Era um homem audaz. Inspirava zelo. Tratava bem o gentio lá onde o encontrasse".[7]

Nos anos 1864 e 1865, Manoel Urbano da Encarnação encontrou dois importantes naturalistas anglo-saxões. De acordo com Cardoso[9], em 1864 ele encontra o correspondente da Royal Geographical Society, William Chandles, que navegou pelo Purus em busca de um canal de ligação com o rio madeira. E em novembro de 1865 ele encontra o americano membro da Expedição Thayer, William James, que assim descreveu o fundador de Canutama: "um cafuzo, bem apessoado, com mais sangue negro do que índio, com mais ou menos uns 60 anos, vestido em um terno brilhante de alpaca preta"[10].

Segundo relatos de antigos moradores, Canutama ainda viveu na "época dos coronéis". Os coronéis (os amazônicos) eram verdadeiros pioneiros, homens sob cuja responsabilidade eram entregues a colônia e os criados, para povoar e desenvolver a "vila". Na verdade, eram homens de "confiança" dos exploradores, bravos o bastante para decidirem ficar nas profundezas da selva amazônica, distantes do mundo urbanizado e moderno da época; às vezes, a viagem até à Província demorava meses. Em troca eles recebiam poderes de "coronel".

Em Canutama, assim como no Brasil colonial, o coronel era uma figura múltipla. Concentrava, na prática, os três poderes: era, ao mesmo tempo, uma "espécie" de "prefeito", de "delegado", "juiz" e "legislador". Um "coronel" canutamense bastante lembrado pela população local, e que inclusive dá nome à principal avenida de Canutama, é o "Coronel Botinelly".

A fundação e os nativos[editar | editar código-fonte]

Manuel Urbano da Encarnação era bastante influente no Governo da Província (próximo a João Batista de Figueiredo Tenreiro Aranha) e conhecido por sua consumada habilidade em explorar o Purus. Na época em que chefiou a sua expedição, sob a ordem de Tenreiro Aranha, já viviam na região desse rio os índios Juma. E como ocorreu na Amazônia, de uma forma geral, o contato entre índios e não-índios foi inevitável e, como todos sabemos, o extermínio de grupos indígenas, também, assim como a intensa miscigenação entre indígenas e brancos, dando origem ao caboclo, o mestiço amazônico.[11] Dizem que, embora os jumas fossem conhecidos como uma população "guerreira", "sempre defendendo o seu território e evitando um contato permanente com os não-índios", a sua população foi diminuindo drástica e proporcionalmente ao avanço da "civilização".[12] Um dos fatores que levaram a isso foi a chegada de grandes barcos com migrantes nordestinos, para trabalhar no extrativismo, no Período Áureo da Borracha. O que ocorreu, a partir de então, foi um aumento do contato com os "brancos" e a diminuição de territórios indígenas, que já não eram tão numerosos quanto antes. Sabe-se também que "expedições punitivas eram organizadas por firmas colonizadoras, por companhias de navegação e proprietários de terras".

Uma tribo que não aceitava ser "amansada"[editar | editar código-fonte]

A região do Purus foi muito ligada a massacres de índios nos seus primórdios. Segundo o historiador Kroemer, houve, no rio Mucuim, entre os anos de 1940 e 1965, um extermínio sistemático do grupo indígena que ali vivia: os jumas.[13]

Rio Purus:um dos 10 maiores do mundo.

Alguns antropólogos acreditam que os jumas já fizeram, outrora, parte do grupo tupi-kawahib, "um povo que migrou para a região do rio Madeira no século dezessete" [14]. E que logo após uma ou duas gerações, um grupo formado por três mil índios saíram desse grupo para formar a sua própria tribo. Eles se denominaram juma, enquanto as tribos vizinhas os chamavam de "povo gigante dos pés grandes".[15]

Kroemer relata que moradores locais "conheciam" os Juma como sendo antropófagos e perversos. Há relatos de ataques de índios Juma a não-índios que causaram revoltas em Canutama. Em casos como esse, era comum a população local se organizar em grupos armados para exterminar os Juma. Por vezes, o delegado de polícia da cidade impedia tal ação. Inclusive, sabe-se de um relato de um grupo de peruanos trazidos a Canutama que efetuaram uma chacina no rio Jacaré. E ainda houve um juiz na cidade de Lábrea, por nome de Orlando Franca, homem de negócios, o qual ofereceu um "prêmio em dinheiro" para aquele que trouxesse "o maior número de orelhas de índios juma"[16]. Conta a história que neste mesmo ano um grupo de 35 caçadores, autodenominados "o Batalhão da Vingança" marcharam em busca dos últimos assentamentos organizados por povos Juma. Fatos como esse foram noticiados até mesmo no Los Angeles Times [17].

De acordo com Kroemer [18], o etnocídio definitivo ocorreu no ano de 1964, no igarapé da Onça. Pouco antes disso, chegou a Canutama missionários do SIL —Summer Institute of Linguistics. No final da década de 1970 eles formalizaram denúncia, pelo Jornal Porantin [19], definindo o que ocorrera em Canutama como "genocídio".

Ainda hoje índios vivem em áreas do município, como os índios catawixi, os quais vivem na área de influência do rio Mucuim.[20] Sabe-se também que entre os municípios de Pauini, Tapauá, [21] Canutama e Lábrea, consta a presença de mais sete povos [22], entre eles os suhuarás, "o Povo do Veneno".[23] Homens como Gunter Kroemer, antropólogo, indigenista, membro do Conselho Indigenista Missionário (CIMI)[24], lutam pela sobrevivência dessas populações.

Canutama na Segunda Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

O município contribuiu com homens, os quais se integraram ao exército brasileiro e aos aliados para salvar o mundo livre durante a Segunda Guerra Mundial. Hoje, muitos dos moradores do município são descendentes de"veteranos".

De acordo com alguns veteranos, o "contingente canutamense" partiu em um navio-motor (alguns dizem ter sido o navio "Jota Leite") e chegou a Manaus. Já na capital, eles teriam passado por treinamentos e adestramentos, como tiro ao alvo e outras técnicas. Como a guerra já se aproximava do fim, quando partiram, o mais próximo que chegaram do "olho" do conflito mundial foi até à Guiana Francesa, para de lá embarcarem em navios e atravessarem até a África. O que, de fato, não ocorreu.

Saúde[editar | editar código-fonte]

Canutama conta com uma boa estrutura em termos de baixa e média complexidade em saúde. O maior estabelecimento de saúde presente na cidade é a Unidade Mista de Canutama. Trata-se de um hospital de média complexidade, que conta com dois leitos para ginecologia, sete leitos para clínica geral, três leitos obstétricos e quatro leitos pediátricos. Conta com serviços especializados, pelo SUS, como o serviço de diagnóstico por imagem, o serviço de diagnóstico por laboratório clínico (bioquímicos, coprológicos, hormonais, genética, uroanálise, líquidos biológicos, hematológicos, imunoematológicos, microbiológicos, toxicológicos, radiologia) e serviço de urgência/emergência. A unidade também tem capacidade de atender pacientes de hemoterapia a nível ambulatorial.

O fluxo de pacientes decorre do atendimento de demanda espontânea, ou seja, da sede da cidade, bem como da zona rural do município.[25]

Quando deparado com problemas de saúde de alta complexidade, os pacientes são encaminhados para a Manaus, ou, às vezes, para municípios vizinhos, como Lábrea, e inclusive Porto Velho, em Rondônia.

A unidade pública passou alguns anos funcionando em estado precário, com locais e instalações improvisados; no entanto, há alguns anos ganhou modernizações, tornando-se em uma das unidades mais bem estruturadas de todo o interior do Amazonas.

Economia[editar | editar código-fonte]

Como a grande maioria dos municípios brasileiros de pequeno porte, a economia de Canutama baseia-se no setor terciário. A cidade possui muitos comércios de pequeno porte, mantidos por habitantes da cidade e que influenciam bastante na economia. O funcionalismo público na cidade detém mais da metade da representatividade da economia. As raras exceções vem de pequenos empreendedores que chegam à cidade, montam negócio e conseguem se estabelecer. Exemplo dessa exceção são os chamados "marreteiros" (pessoas que, em regatões ou navio-motor, chegam aos municípios ribeirinhos e aproveitam a temporada anual de festejos para vender os seus produtos — geralmente roupas, calçados e outras novidades).

Outros que fazem a economia da cidade girar são os funcionários do Estado, especificamente os professores e os profissionais da saúde. Além destes, há pequenos empreendedores locais (mercados, lanches, bares etc), agricultores, com o plantio de mandioca, abacaxi, cana-de-açúcar, feijão, milho, banana, abacate, laranja e limão, entre outros.

Agricultura[editar | editar código-fonte]

Geralmente as plantações que subsidiam a cidade estão localizadas ao longo do rio Purus, mais precisamente próximas às praias. Se bem que há uma região onde essas plantações se concentram: nas áreas de várzeas, onde hoje encontra-se grande parte da pouca população do município. Essas áreas de grande predominância da agricultura são chamadas pelos habitantes da cidade de "varador".

O "varador" é uma espécie de estrada que, partindo da sede da cidade, se estende até uma região de mata densa, onde se encontram muitos lagos de água preta e igarapés. É especialmente nesse lugar que é produzida a maior parte da farinha de mandioca que abastece a cidade.

Muito pouco de tudo o que o município produz, em termos de agricultura, não se destina ao comércio, mas ao consumo local, não tem significado econômico.

Pesca[editar | editar código-fonte]

Em termos de pesca, o rio Purus é um dos mais abundantes da bacia amazônica, concentrando grande variedade de peixes, como pirapitinga (Piaractus brachypomus)[14], pacu (Mylossoma spp), mapará (Hypophthalmus spp.), jaraqui, surubim, sardinha (Triportheus spp.), matrinxã (Brycon spp), dourado, aruanã (Osteoglossum bicirrhosum), pirarara, mandim (provavelmente, o mais conhecido do povo local, embora muito pouco se ouça falar dele fora da cidade), acari-bodó, tucunaré, acará e tambaqui, entre outros.

Assim como na agricultura, a atividade de pesca em Canutama não possui significado econômico.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Canutama fica às margens de um dos maiores rios do mundo, o rio Purus. O Purus constitui praticamente uma bacia, onde nos municípios da sua calha [15] recebem vários afluentes e confluentes [16]. Em Boca do Acre - Lagos da Santana e Anuri, Igarapé Natal e rio Inauini; em Lábrea - rios Acimã, Tumiã, Ituxi, Sapatini e Passiá; em Pauini - rios Pauini, Teuini e Inauini; em Tapauá - lago do Aiapuá e rio Ipixuna; e em Canutama - rio Mucuim e Ipixuna. [17]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Sua população estimada em 2016 era de 15 312 habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).[3]

Cultura[editar | editar código-fonte]

No município, o maior marco cultural ocorre durante os Festejos de São João Batista, padroeiro da cidade, que acontece no mês de junho. Durante um período de quase um mês, a cidade realiza a festa, que também atrai turistas vindos de Manaus, Porto Velho, Rio Branco e outras cidades próximas.

Bem no centro da praça de Canutama há erguida uma imagem de aproximadamente uns 4 metros de altura, representando Jesus Cristo de braços abertos (uma réplica em tamanho menor do Cristo Redentor).

Transporte[editar | editar código-fonte]

Os meios de transporte mais comuns para se chegar até Canutama são os barcos, usando as vias fluviais. A duração em média dessa viagem é de 4 a 5 dias; de avião a viagem dura em média 2 horas.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. a b c «Estimativas da população residente no Brasil e Unidades da Federação com data de referência em 1 de julho de 2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 12 de setembro de 2016. Consultado em 12 de setembro de 2016 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 9 de setembro de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2010-2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 19 de dezembro de 2015 
  6. Ferrarini, Sebastião Antônio (1980). Canutama: conquista e povoamento do Purus. Manaus: Edições Governo do Estado do Amazonas. pp. 65–66 
  7. a b Ferrarini, Sebastião Antônio (1980). Canutama: conquista e povoamento do Purus. Manaus: Edições Governo do Estado do Amazonas. 15 páginas 
  8. Ferrarini, Sebastião Antônio (1980). Canutama: conquista e povoamento do Purus. Manaus: Edições Governo do Estado do Amazonas. pp. p. 14 
  9. «SNH2013 - XXVII Simpósio Nacional de História - Conhecimento histórico e diálogo social». www.snh2013.anpuh.org. Consultado em 15 de maio de 2019 
  10. Machado, Maria Helena P. T. (2010). O Brasil no olhar de William James: cartas, diários e desenhos (1865-1866). São Paulo: EDUSP. pp. p.149 
  11. [1]
  12. [2]
  13. http://books.google.com.br/books?id=dQt6XWloU10C&pg=PA135&lpg=PA135&dq=canutama&source=bl&ots=_WA3E_Pbvb&sig=YCmADZFUE8RDESBT7C-m2xTvwTA&hl=pt-BR&ei=sjS7SZCEEpmltgeN2ZH3Cw&sa=X&oi=book_result&resnum=6&ct=result#PPA135,M1
  14. [3]
  15. [4]
  16. [5]
  17. [6]
  18. [7]
  19. [8]
  20. [9]
  21. [10]
  22. [11]
  23. [12]
  24. [13]
  25. http://cnes.datasus.gov.br/Mod_Conjunto.asp?VCo_Unidade=1300902016419