Cristo Redentor

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Cristo Redentor
Cristo Redentor - Rio de Janeiro, Brasil.jpg
Apresentação
Tipo
Estátua
Estilo
Arquitetos
Criadores
Material
Período de construção
Abertura
Inauguração
12 de outubro de 1931 (89 anos)
Altura
30 metros e 38 metros com o pedestal m
Estatuto patrimonial
Bem tombado pelo IPHAN (d) ()
Patrimônio registrado pelo Inventário de Monumentos RJ (d)Visualizar e editar dados no Wikidata
Website
Localização
País
Divisão administrativa
Subdivisão administrativa
Coordenadas

Cristo Redentor é uma estátua art déco que retrata Jesus Cristo, localizada no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar, no Parque Nacional da Tijuca, com vista para a maior parte da cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Em 2007 foi eleito informalmente como uma das sete maravilhas do mundo moderno. Em 2012 a UNESCO considerou o Cristo Redentor como parte da paisagem do Rio de Janeiro incluída na lista de Patrimônios da Humanidade.[1]

O monumento foi concebido pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa e construído em colaboração com o escultor francês Paul Landowski e com o engenheiro compatriota Albert Caquot, entre 1922 e 1931 na França, devido o pensamento dos franceses,[2][3] de que os brasileiros não tinham experiência para construir a estátua. Foi inaugurada no dia 12 de outubro de 1931, dia de Nossa Senhora Aparecida e fica no bairro do Alto da Boa Vista.[4][5][6]

Símbolo do cristianismo brasileiro, a estátua se tornou um ícone do Rio de Janeiro e do Brasil.[7] Em 2011, em uma pesquisa de opinião pela internet, o Cristo Redentor foi considerado por 23,5 % de 1 734 executivos de todos os países da região como o maior símbolo da América Latina.[8] O monumento também é um importante ponte de visitação, que recebe, em média, 2 milhões de turistas por ano.[9]

O Cristo Redentor é feito de concreto armado e pedra-sabão.[10][11][12] Tem trinta metros de altura, sem contar os oito metros do pedestal, e seus braços se esticam por 28 metros de largura.[13] A estátua pesa 1145 toneladas e é a terceira maior escultura de Cristo no mundo, menor apenas que a Estátua de Cristo Rei de Świebodzi na Polônia (a maior escultura de Cristo no mundo) e a de Cristo de la Concordia na Bolívia (a segunda maior escultura de Cristo no mundo).[14][15][16][17][18]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

O morro do Corcovado antes da construção do Cristo Redentor, século XIX.
O Chapéu de Sol do Corcovado (que existia onde se ergue hoje a estátua do Cristo Redentor) ca. 1908.

A ideia de construir uma grande estátua no alto do Corcovado foi sugerida pela primeira vez em meados da década de 1850, quando o padre Pedro Maria Boss sugeriu a colocação de um monumento cristão no Monte do Corcovado para homenagear a Princesa Isabel, regente do Brasil e filha do Imperador Dom Pedro II. A princesa gostou da ideia e chegou a dar apoio à construção da obra.[13]

Na época da assinatura da Lei Áurea, diante da possibilidade de homenagem com uma estátua que a representaria como “A redentora”, a Princesa Isabel não aceitou o pedido, conforme o aviso de 2 de agosto de 1888, destacando que a homenagem deveria ser feita ao verdadeiro “Redentor dos homens”, com uma imagem ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1889, o país se tornou uma república e, com a oficialização da separação entre Igreja e Estado, a proposta foi descartada.[13][19]

O primeiro projeto do Cristo Redentor, desenhado por Heitor da Silva Costa.

A segunda proposta de uma estátua no topo da montanha foi feita em 1920, pelo Círculo Católico do Rio de Janeiro.[20] O grupo organizou um evento chamado "Semana do Monumento" para atrair doações e recolher assinaturas para apoiar a construção da estátua. As doações vieram principalmente de católicos brasileiros.[10] Os projetos considerados para a "Estátua do Cristo" incluíam uma representação da cruz cristã, uma estátua de Jesus com um globo nas mãos e um pedestal que simbolizaria o mundo.[21] A estátua do Cristo Redentor de braços abertos, um símbolo de paz, foi a escolhida. O engenheiro local Heitor da Silva Costa projetou a estátua, que foi esculpida por Paul Landowski, um escultor franco-polonês.[22]

Apesar de, atualmente, protestantes de todo o mundo visitarem o Cristo, inicialmente os líderes da Igreja Batista eram contrários à construção dele, chegando a propor que o dinheiro arrecadado fosse usado na construção de uma obra beneficente. Em 23 de março de 1923, os seguidores da Igreja Batista publicaram uma nota no O Jornal Batista, órgão oficial da Convenção Batista Brasileira em que afirmavam que a construção "será, a um tempo, um atestado eloquente de idolatria da Igreja de Roma" e sugeriram que o dinheiro arrecadado para a construção deveria ser utilizado em obras assistenciais.[23]

Construção e inauguração[editar | editar código-fonte]

O rosto da estátua foi criado pelo escultor Gheorghe Leonida, que nasceu em Galati, na Romênia, em 1893. Estudou escultura no Conservatório Belas Artes de Bucareste, em seguida, após estudos de mais três anos na Itália, ele ganhou um prêmio de escultura Reveil ("Despertar"). Depois ele se mudou para Paris, onde sua obra Le Diable ("O Diabo") foi premiada com o Grand Prix. Tornando-se famoso na França como retratista, ele foi incluído por Paul Landowski na equipe que começou a trabalhar no Cristo Redentor em 1922. Gheorghe Leonida contribuiu retratando o rosto de Jesus Cristo na estátua, fato que o tornou famoso.[24]

Um grupo de engenheiros e técnicos estudou as apresentações de Landowski e tomou a decisão de construir a estrutura em concreto armado (projetado por Albert Caquot) em vez de aço, mais adequado para uma estátua em forma de cruz. As camadas exteriores são feitas de pedra-sabão, escolhida por suas qualidades duradouras e facilidade de uso. A construção durou nove anos (entre 1922 e 1931) e custou o equivalente a 250 mil dólares (ou 3,3 milhões de dólares em valores de 2014). O monumento foi inaugurado em 12 de outubro de 1931.[11][12]

Ex-presidente Lula da Silva promove o Cristo como uma das novas sete maravilhas do mundo.

Durante a cerimônia de inauguração, a estátua foi iluminada por uma bateria de holofotes que acionada remotamente pelo pioneiro da rádio de ondas curtas, Guglielmo Marconi, que estava a 9.200 quilômetros de distância, em Roma, na Itália.[20] A sua missa de inauguração aconteceu no Estádio de Laranjeiras, igualmente ocorrida no dia 12 de outubro de 1931.[25]

Em outubro de 2006, no 75 º aniversário da conclusão da estátua, o Arcebispo do Rio de Janeiro, o cardeal Eusébio Oscar Scheid, consagrou uma capela em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, sob a estátua. Isso permite que os católicos possam realizar batismos e casamentos no local.[12] No dia 7 de julho de 2007, em uma festa realizada em Portugal, o Cristo Redentor foi incluído entre as novas sete maravilhas do mundo. A decisão, após um concurso informal, foi baseada em votos populares (internet e telefone), votação que ultrapassou a casa dos cem milhões de votos.[26] Todavia, o concurso não foi apoiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que apontou a falta de critérios científicos para a escolha das maravilhas.[27]

Danos e restaurações[editar | editar código-fonte]

Detalhe do rosto do monumento.

Em 1990, um trabalho de restauração foi realizada por meio de um acordo entre várias organizações, incluindo a Arquidiocese do Rio de Janeiro, empresa de mídia Rede Globo, a companhia petrolífera Shell do Brasil, o regulador ambiental Ibama, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e o governo do município do Rio de Janeiro.[28]

Em 2003, mais transformações na estátua e em seus arredores foram realizadas, quando um conjunto de escadas rolantes, passarelas e elevadores foram instalados para facilitar o acesso à plataforma em torno da estátua. Em 2010, uma restauração maciça da estátua foi realizada. O monumento foi lavado, a argamassa e pedra-sabão que cobrem a estátua foram substituídos, a estrutura interna de ferro foi restaurada e a estátua tornou-se à prova d'água. Um incidente ocorreu durante a restauração quando picharam um dos braços em um ato de vandalismo. O prefeito Eduardo Paes chamou o ato "um crime contra a nação". Os culpados mais tarde pediram desculpas e se apresentaram à polícia.[29][30][31]

Comparação da altura do Cristo e das estátuas Estátua da Unidade; Buda do Templo da Primavera; Estátua da Liberdade; Mãe Pátria; e David.

A restauração de 2010 envolveu cem pessoas e usou mais de 60 mil pedaços de pedra retirados da mesma pedreira que a estátua original. Durante a inauguração da restauração, a estátua foi iluminada em verde-e-amarelo em apoio a Seleção Brasileira de Futebol, que estava jogando na Copa do Mundo FIFA de 2010.[32]

A estátua foi atingida por um raio durante uma violenta tempestade em 10 de fevereiro de 2008 e sofreu alguns danos nos dedos, cabeça e sobrancelhas. Um esforço de restauração foi posto em prática pelo governo do estado do Rio de Janeiro para substituir algumas das camadas de pedra-sabão exteriores e reparar os para-raios instalados na estátua. O monumento foi danificado novamente por um raio em 17 janeiro de 2014, quando um dedo na mão direita foi destruído.[33][34][35][36]

Além dos relâmpagos, a estátua está exposta a fortes ventos e a erosão, por isso os trabalhos de manutenção do monumento devem ser realizados periodicamente.[37] A pedra original pálida não está mais disponível em quantidades suficientes e pedras de substitutas são cada vez de tons mais escuros.[38]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Vista aérea da estátua.

Parque Nacional da Tijuca[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Parque Nacional da Tijuca

O monumento está em área cedida pela União à Arquidiocese do Rio na década de 1930, mas o acesso à estátua é realizado através do Parque Nacional da Tijuca, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)[39] e que realiza a cobrança de ingresso. Apesar de a manutenção do monumento demandar recursos consideráveis da Arquidiocese do Rio, o valor referente à bilheteria de acesso à estátua segue integralmente para o órgão federal.

Santuário católico[editar | editar código-fonte]

Em 12 de outubro de 2006 a estátua foi transformada num santuário católico nas comemorações de seus 75 anos. Há também, na base do monumento, uma capela católica devotada a Nossa Senhora Aparecida, onde há celebrações católicas como casamentos e batizados.[40]

Em 21 de novembro de 2007, o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Rogério Rocco, afirmou que, a partir daquela data, os católicos poderiam entrar gratuitamente no Cristo Redentor, mas apenas em datas agendadas pela Arquidiocese do Rio de Janeiro.[41]

Trem do Corcovado[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Trem do Corcovado

O Trem do Corcovado é uma linha férrea que começa no bairro do Cosme Velho e segue até o cume do morro do Corcovado, a uma altitude de 710 m. A linha foi inaugurada pelo imperador Dom Pedro II em 9 de outubro de 1884.[42] É, portanto, mais antigo que o monumento do Cristo Redentor, que foi aberto a visitação em 1931. De fato, as peças para a montagem da estátua do Cristo foram transportadas pelo próprio trem ao longo de quatro anos.[42]

A linha possui 3,824 m de extensão e conta com sistema de cremalheira aderência para auxiliar a tração. O sistema utiliza bitola métrica e o raio mínimo de curva é 100 metros. A ferrovia do Corcovado utiliza tração elétrica, sendo uma das poucas que ainda utilizam um sistema elétrico trifásico, possuindo assim dois cabos aéreos para alimentação dos 4 trens, cada qual com dois vagões. O trajeto é completado em cerca de 20 minutos, sendo que um trem parte a cada meia hora, o que dá ao sistema uma capacidade de transporte de 345 passageiros por hora.[43]

Impacto cultural[editar | editar código-fonte]

Música[editar | editar código-fonte]

Pôster do Cristo Redentor com um Sikorsky S-42 da Pan Am ao fundo, parte do acervo do Museu Aeroespacial de San Diego

O monumento aparece em diversas canções, como tema ou citada em músicas de vários artistas e bandas, como os Titãs, Tom Jobim,[44] Raul Seixas,[45] Gabriel o Pensador,[46] Caetano Veloso,[47] Belchior,[48] Teixeirinha,[49] Chico Buarque,[50][51] Cazuza,[52] Camisa de Vênus,[53] Zélia Duncan,[54] Capital Inicial,[55] Toquinho[56], Nara Leão[57] Vinícius de Moraes[58].

Cinema[editar | editar código-fonte]

O Cristo Redentor também é referência em obras cinematográficas, brasileiras e internacionais. No cinema nacional, em 1967, o filme Ritmo de Aventura mostra Roberto Carlos sendo perseguido por um grupo de mafiosos e ele também aparece no braço do monumento. A estátua também aparece na última cena de O Homem que Copiava (2003) e no filme Redentor (2004), do diretor Cláudio Torres, onde o monumento é uma representação de Deus, além de outros filmes.[59]

No cinema internacional, a estátua já foi "destruída" no filme 2012 (2009) e também pode ser vista em Velozes e Furiosos 5 (2010), no penúltimo filme da saga Crepúsculo, Amanhecer - Parte 1 (2011), além das animações Rio e Rio 2 (2011).[59]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Em 1991, o humorista Renato Aragão escalou o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, com o intuito de agradecer o sucesso de sua carreira, principalmente como o personagem Didi, de Os Trapalhões. Em julho daquele ano, o humorista saiu de dentro do monumento e foi até a mão direita do Cristo para beijá-la. Um dos momentos mais tensos foi quando precisou voltar da mão, de costas, para o corpo da estátua.[60]

Em 2012, foi a vez da apresentadora Eliana escalar o Cristo Redentor, repetindo o gesto de agradecimento pelo sucesso de sua carreira televisiva. A apresentadora também saiu de dentro do monumento e desta vez se dirigiu ao lado direito da cabeça do Cristo para beijá-la. [61] Na série de tevê Life After People, o episódio Wrath of God mostra o Cristo Redentor, após 250 anos sem pessoas para fazerem sua manutenção, desabando sobre o Corcovado.[carece de fontes?]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Direitos comerciais e de imagem[editar | editar código-fonte]

Vista aérea do Cristo em 2014

Os direitos comerciais da estátua foram objetos de contenda pela família do escultor Paul Maximilian Landowski quando uma joalheria foi autorizada pela Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, que administra o monumento, a comercializar produtos que retratavam o Cristo Redentor. A família de Landowski moveu ação reivindicando direitos autorais sobre o uso da imagem do Cristo. Mas a Justiça negou o pedido.[62]

Em 2014, a Arquidiocese do Rio vetou a veiculação de uma cena do filme Inútil Paisagem, de José Padilha, em que o Cristo aparece por considerá-la desrespeitosa. Dias depois, por conta da repercussão negativa, a Igreja voltou atrás e liberou o uso da imagem do monumento.[63]

A questão geral é polêmica e surgiram boatos de que o governo federal estaria cogitando a hipótese de assumir os direitos de imagem da estátua, o que foi negado pelo Ministério da Cultura na época.[64]

Vista panorâmica a partir do topo do Corcovado.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Ocho nuevos sitios ingresan en la Lista del Patrimonio Mundial». www.unesco.org (em espanhol). Consultado em 21 de janeiro de 2016 
  2. Schiff, Guilherme. «7 fatos e curiosidades sobre o Cristo Redentor». Guia da Semana (em inglês). Consultado em 15 de outubro de 2020 
  3. Tancredi, Sílvia. «História do Cristo Redentor». Brasil Escola. Consultado em 15 de outubro de 2020 
  4. Adriano Alem (2007). «Breve relato sobre a Formação das Divisões Administrativas na Cidade do Rio de Janeiro - Período de 1961 a 2007.» (PDF). Instituto Pereira Passos. Consultado em 21 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2012 
  5. Giumbelli, Emerson (2014). Símbolos Religiosos em Controvérsia. São Paulo: Terceiro Nome. 244 páginas. ISBN 978-85-7816-137-8 
  6. «Cristo Redentor». Aperj - Associação Psiquiatria do Estado do Rio de Janeiro. 5 de abril de 2013. Consultado em 5 de setembro de 2020 
  7. «The New Seven Wonders of the World». Hindustan Times. 8 de julho de 2007. Consultado em 11 de julho de 2007. Arquivado do original em 30 de setembro de 2007 
  8. «Cristo Redentor é eleito o principal símbolo da América Latina». Jornal do Brasil. Consultado em 21 de janeiro de 2016 
  9. «Parque Nacional da Tijuca recebe quase 3 milhões de turistas em 2019». 6 de fevereiro de 2020. Consultado em 15 de janeiro de 2021 
  10. a b «Christ the Redeemer». TIME. 26 de outubro de 1931. Consultado em 11 de julho de 2007 
  11. a b «Brazil: Crocovado mountain – Statue of Christ». Travel Channel. Consultado em 7 de julho de 2007. Arquivado do original em 16 de maio de 2007 
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  13. a b c Murray, Lorraine. «Christ the Redeemer». Encyclopædia Britannica. Consultado em 11 de julho de 2014 
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  15. «Cristo de La Concordia». Cochabamba Bolivia. Consultado em 27 de fevereiro de 2017 
  16. Padre polonês constrói maior estátua de Cristo no mundo. Estadão. 5-11-2010.
  17. Polônia conclui construção da maior estátua de Cristo do mundo. Arquivado em 10 de novembro de 2010, no Wayback Machine. R7. 6-11-2010.
  18. Jesus Christ statue in smalltown Poland bids to rival Rio's Redeemer. Guardian. 28-10-2010.
  19. «Princesa Isabel visita o Cristo Redentor» 
  20. a b «Cristo Redentor – Histórico da Construção». Consultado em 7 de outubro de 2014. Arquivado do original em 13 de março de 2009 
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  22. Phil, Damon (29 de junho de 1983). «Vote now for Phoneheng». The Sun. Londres 
  23. Ribeiro, Antônio Sérgio (2011). «Cristo Redentor: 80 anos de um símbolo». Agência de Notícias da Assembleia Legislativa de São Paulo. Consultado em 2 de julho de 2016 
  24. Dima, Alina. «Gheorghe Leonida – Romanian contribution to "Cristo Redentor"» 
  25. Jornal Lance! (7 de maio de 2019). «Laranjeiras 100 anos: a missa de inauguração do Cristo Redentor.». Consultado em 7 de maio de 2019 
  26. «Jornal diário português Público, na sua versão on-line Público.pt em 07.07.2007 às 23h07». Arquivado do original em 10 de dezembro de 2008 
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  28. «Folha de S.Paulo - De cara limpa: Restauro prepara Cristo para 500 anos - 03/04/2000». web.archive.org. 12 de fevereiro de 2021. Consultado em 12 de fevereiro de 2021 
  29. «Vandals cover Rio's Christ statue with graffiti». Reuters. 16 de abril de 2010 
  30. Tabak, Bernardo. «Estátua do Cristo Redentor é alvo de pichação». Globo 
  31. «Infosur hoy: Christ the Redeemer to get new outfit». Consultado em 7 de outubro de 2014. Arquivado do original em 14 de julho de 2014 
  32. «Brazil's Christ statue returns after renovation». BBC News. 1 de julho de 2010. Consultado em 1 de julho de 2010 
  33. «Cristo Redentor vai passar por restauração até junho ("Christ the Redeemer under restoration 'til June")». Estadão 
  34. Moratelli, Valmir. «Cristo Redentor, castigado por raios, passa por ampla reforma (Christ the Redeemer, punished by lightnings, go by ample refit)». Último Segundo 
  35. «Cristo Redentor renovado para 2010» (pdf). Governo do Rio de Janeiro. Dezembro de 2010 [ligação inativa]
  36. «Lightning breaks finger off Rio's Christ». The Age. Janeiro de 2014 
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  38. Donna Bowater; Stephen Mulvey and Tanvi Misra (9 de março de 2014). «Arms wide open». BBC. Consultado em 10 de março de 2014 
  39. Corcovado-Rio (ed.). «Curiosidades sobre o Corcovado e o Cristo Redentor». Consultado em 7 de outubro de 2014 
  40. Santuário Cristo Redentor (ed.). «O Santuário». Consultado em 15 de janeiro de 2021 
  41. «Católicos poderão entrar de graça no Cristo Redentor». noticias.terra.com.br. 21 de novembro de 2007. Consultado em 21 de janeiro de 2016 
  42. a b História, no sítio oficial do Trem do Corcovado
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  64. Revista Exame, ed. (4 de agosto de 2014). «Governo nega que pretende tirar Cristo Redentor da Igreja». Consultado em 7 de outubro de 2014 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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