Titãs (banda)

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Titãs
Titãs ao vivo no Montevideo Rock 2018. Da esquerda para a direita: Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto. Os membros de apoio Mário Fabre e Beto Lee não aparecem na imagem.
Informação geral
Origem São Paulo, SP
País Brasil
Gênero(s) Punk rock, new wave, pós-punk, rock alternativo, pop rock
Período em atividade 1982 – presente
Gravadora(s)
Integrantes
Ex-integrantes
Página oficial www.titas.net

Titãs é uma banda de rock formada na cidade de São Paulo, Brasil em 1982. Embora originalmente tocassem pop-rock alternativo em seus primórdios, o grupo também já utilizou diversos outros gêneros ao longo de quase 40 anos de carreira, como new wave, punk rock, grunge, MPB e música eletrônica.

É uma das bandas de rock mais bem sucedidas no Brasil, tendo vendido mais de 6,3 milhões de álbuns[1] e fazendo parcerias com vários artistas brasileiros de renome e diversos cantores internacionais. Eles receberam um Grammy Latino em 2009[2] e ganharam o Troféu Imprensa de Melhor Banda por quatro vezes.

A formação inicial contava com um número de integrantes bastante incomum. Eram nove membros, sendo que seis eram vocalistas. Arnaldo Antunes, Branco Mello e Ciro Pessoa cantavam e faziam vocais de apoio. Sérgio Britto, Nando Reis e Paulo Miklos, além de cantarem, se revezavam entre os teclados e o baixo. O restante do grupo era formado por André Jung, na bateria, Marcelo Fromer na guitarra rítmica e Tony Belloto na guitarra solo. Ciro Pessoa rapidamente deixou o grupo, antes mesmo do lançamento do primeiro álbum da banda, em 1984. André Jung era o baterista inicial, mas foi substituído por Charles Gavin no início de 1985, estabelecendo a formação clássica da banda.

Desde então, a banda perdeu outros cinco membros que nunca foram substituídos oficialmente: em 1992, Antunes deixou o grupo para seguir carreira solo. Em 2001, Fromer morreu após ser atropelado por uma motocicleta em São Paulo. No ano seguinte, Nando Reis também deixou a banda para se concentrar em seus projetos solo. As mudanças mais recentes foram as saídas de Charles Gavin, em 2010, e Paulo Miklos, em 2016, ambas por motivos pessoais. Após a morte de Marcelo e a saída de Nando, o grupo passou a se apresentar com alguns guitarristas e baixistas eventuais (Emerson Villani, André Fonseca e Lee Marcucci). A partir do lançamento do álbum Sacos Plásticos (2009), Branco Mello e Sérgio Britto tornaram-se baixistas definitivos (com Britto tocando apenas quando Mello canta) e Miklos como guitarrista até sua saída do grupo. Em 2010, a banda voltou a usar músicos de apoio, com a entrada do baterista Mario Fabre no lugar de Charles Gavin; algo que se repetiria em 2016, após a saída de Paulo Miklos,[3] com a entrada do guitarrista Beto Lee.

História[editar | editar código-fonte]

Formação e primeiros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Quase todos os integrantes da banda se conheceram no Colégio Equipe, em São Paulo, no final da década de 1970. As exceções eram o guitarrista Tony Bellotto[4] e o baterista Charles Gavin.[5] Após acompanharem apresentações de Novos Baianos, Alceu Valença e Gilberto Gil no pátio da instituição, e também por influência da Blitz, iniciaram uma banda e gravaram uma fita com cantadas para meninas - àquela altura, o grupo era grande e incluía nomes como Nuno Ramos, que mais tarde viraria artista plástico.[4] A partir de uma apresentação na Biblioteca Mário de Andrade no ano de 1982, na qual Nando Reis atuou como baterista,[6] passaram a fazer shows em várias casas noturnas da cidade, com o nome Titãs do Iê-Iê.

A origem do nome remete aos primeiros ensaios da banda, realizados na biblioteca da casa dos pais de Tony, onde havia livros como Titãs da Ciência, Titãs do Esporte, Titãs da Literatura, entre outros, e isso os inspirou a criar o nome Titãs do Iê Iê.[7][8]

O ex-vocalista, tecladista, saxofonista e guitarrista Paulo Miklos descreve o início da banda da seguinte forma:[4]

A gente já tinha claro que o barato era a coisa criativa, aquilo que a gente podia criar juntos, e defender essa criação sem preconceitos. A gente tinha toda essa carga de informação, adorava o Arrigo [Barnabé], o Itamar [Assumpção], essa vanguarda paulista. Eu queria fazer umas frases dodecafônicas! A gente tinha uma proximidade também com a poesia concreta do Augusto [de Campos], o Arnaldo [Antunes] é um cara que estudou as coisas. A gente tinha esse conhecimento profundo da música popular brasileira trombada com toda música internacional. A gente era new wave, mas curtia Alceu Valença. (...) A gente sempre gostou do The Clash, por exemplo, que é uma banda que introduziu a música caribenha, o reggae, misturados com um punk rock mais encardido, mais sectário. (...) A gente era uma coisa caleidoscópica.

Antes do surgimento dos "Titãs do iê-iê", os integrantes da banda já tocavam em vários grupos. Arnaldo Antunes e Paulo Miklos eram parte da banda Performática; Nando Reis era percussionista e crooner da banda Sossega Leão;[6] Branco Mello, Marcelo Fromer e Tony Bellotto formavam o Trio Mamão e as Mamonetes, que chegou a se apresentar no programa de televisão da Tv Tupi, de estilo competição musical Olimpop, em que a atriz Deborah Seabra, após a apresentação dos 3 garotos, disse que eles precisavam evoluir e que tinham que estudar, e Wilson Simonal disse que tinham um gosto mais moderno e que gostou do conjunto. Sérgio Britto e Marcelo Fromer também chegaram a se apresentar como calouros no programa do Chacrinha, sendo "gongados" cantando a música "Eu Também Quero Beijar", sucesso de Pepeu Gomes.

Os primeiros shows dos ainda Titãs do Iê-Iê ocorreu nos dias 15 e 16 de outubro de 1982, no Sesc Pompeia,[8] descrito pelo hoje baixista e vocalista da banda Branco Mello como uma "sessão maldita", pois teria começado muito tarde, após a meia-noite. No início, o visual da banda incluída maquiagens e ternos coloridos e gravatas de bolinhas. Além disso, a primeira formação contava com nove integrantes, sendo eles Arnaldo Antunes, Branco Mello, Marcelo Fromer, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto, Tony Bellotto, Ciro Pessoa e André Jung, dos quais seis eram vocalistas. Arnaldo, Branco e Ciro eram apenas vocalistas, Paulo Miklos cantava e se dividia entre o baixo (com Nando Reis) e o teclado (com Sérgio Britto), Sérgio Britto cantava e tocava teclado, Nando Reis tocava baixo e cantava, Tony e Marcelo tocavam guitarra e violão respectivamente e André Jung tocava bateria.

O primeiro álbum[editar | editar código-fonte]

Em 1984, Ciro deixa a banda por não querer trocar os palcos discretos da noite de São Paulo pelos programas televisivos de grande popularidade.[9] Logo depois, a banda assinou com a gravadora WEA e gravou seu primeiro disco, agora com o nome oficial de Titãs, retirando o iê-iê, que causava problemas na fala de apresentadores de rádio e casas de show, pois sempre era confundido com Iê-Iê-Iê, vertente da qual se originou a Jovem Guarda.

Nesse disco homônimo estão sucessos da banda como "Sonífera Ilha", que rendeu à banda diversas apresentações em programas do Raul Gil e Chacrinha. Nesse mesmo disco, os Titãs colocaram nas rádios a música "Toda Cor".

Após o lançamento deste disco, Nando chegou a deixar os Titãs por duas semanas em favor do Sossega Leão, que na época rendia mais financeiramente, mas acabou mudando de ideia e foi aceito de volta.[6]

Sai André Jung, entra Charles Gavin[editar | editar código-fonte]

Após um show no Rio de Janeiro, no final de 1984, os Titãs decidiram substituir o baterista André Jung por Charles Gavin. Há tempos a banda não estava satisfeita com a forma com que André tocava e, conforme a insatisfação com ele aumentava, crescia também a admiração por Charles Gavin, baterista que estava naquele momento ensaiando com o RPM, e que também já tinha feito parte dos grupos Cabine C e Ira!. A notícia de que seria substituído na banda não agradou André, pois ele pretendia passar o ano novo com sua namorada no Rio de Janeiro e celebrar o sucesso da canção "Sonífera Ilha". Com a decisão da banda, André voltou para São Paulo e dois dias depois entrou para o Ira!.

Segunda metade dos anos 1980 e chegada ao estrelato[editar | editar código-fonte]

Os Titãs gravaram seu segundo disco em 1985, Televisão, produzido por Lulu Santos. O disco serviu para colocar a faixa-título nas rádios, além das canções "Insensível", "O Homem Cinza", "Massacre" e "Dona Nenê". Nesse mesmo ano o grupo participa de Areias Escaldantes (1985), cantando e atuando, mas o filme não foi liberado para exibição nacional. O disco, bem como seu antecessor, vendeu abaixo da expectativa.[9]

Em novembro de 1985, Tony Bellotto e Arnaldo Antunes foram presos[10] (o primeiro por porte e o segundo por porte e tráfico de heroína). Bellotto foi libertado sob fiança. Arnaldo Antunes, por sua vez, permaneceu atrás das grades por mais tempo, sendo libertado após um mês. A prisão dos dois membros seria o auge daquilo que o grupo considera sua primeira crise, iniciada pelas vendas ruins dos dois primeiros discos.[9]

Após esses acontecimentos, os Titãs entraram novamente em estúdio, cuja principal mudança veio na parte da produção do disco, que ficou a cargo de Liminha. Liminha foi o primeiro produtor que sugeriu mudanças em algumas faixas, coisa que até aquele momento a banda não aceitava. Em junho de 1986 é lançado o terceiro álbum da banda, Cabeça Dinossauro. Ele abriu várias portas para os Titãs, como o aumento do número de shows e do cachê.

Isso estimulou a banda a entrar em estúdio para gravar seu quarto disco, Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas. O produtor Liminha chegou a ser considerado o "9º titã", devido às participações em shows do grupo paulista. Após algumas apresentações internacionais, a banda gravou ao vivo uma seleção de músicas antigas e lançou o álbum Go Back, em 1988, e o quinto álbum de estúdio, Õ Blésq Blom, em 1989. Ainda em 1988, participaram da música "Tempo" (escrita por Arnaldo e Paulo) no disco Sandra de Sá, da cantora homônima.[11]

Anos 1990: saída de Arnaldo Antunes, projetos paralelos e sucesso de vendas[editar | editar código-fonte]

Lançado em 1991, Tudo ao Mesmo Tempo Agora foi o último álbum com o vocalista Arnaldo Antunes. Insatisfeito com os rumos musicais da banda, que à altura deixava a brasilidade de lado em favor de um som mais pesado e cru, o cantor deixou o então octeto em 15 de dezembro de 1992[12] e passou a se dedicar a uma carreira solo, mas continuaria a colaborar com sua ex-banda coescrevendo canções.[9]

Durante a turnê do disco, no dia 25 de novembro de 1991, a banda realizou uma apresentação ao vivo na Rádio Cidade transmitida para 22 emissoras da Rede Cidade, alcançando um público total estimado em 10 milhões de pessoas.[13]

Titanomaquia de 1993, trouxe a produção de Jack Endino, produtor de bandas como o Nirvana, Soundgarden e Skunkworks, o terceiro álbum solo de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden.

Em 1994, a banda entra em férias, mas os integrantes investem em projetos solo.[9] Paulo e Nando lançam seus primeiros discos solo (respectivamente, Paulo Miklos e 12 de Janeiro); Branco e Sérgio formam o Kleiderman; e Tony lança seu primeiro livro, Bellini e a Esfinge. De volta ao aos trabalhos, lançam Domingo em 1995. Em 1997, para comemorar os 15 anos de carreira, a banda aceitou participar do projeto Acústico MTV. O CD e vídeo, gravados no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, chegou ao número de 1,7 milhão de cópias,[14] mostrando um lado desconhecido do grupo: os sete integrantes tocando instrumentos desplugados. Entre os vários instrumentistas convidados estavam o produtor Liminha e o percussionista Marcos Suzano, além de um quarteto de cordas, harpa e um naipe de metais e sopros. Como vocalistas convidados, o álbum trazia o cantor argentino Fito Paez e o reggaeman Jimmy Cliff, além das cantoras Marisa Monte, Marina Lima, Rita Lee e o ex-titã Arnaldo Antunes, que participou na canção "O Pulso".

Aproveitando-se do sucesso do disco anterior, a banda lançou em 1998 Volume Dois, uma espécie de continuação do Acústico, com releituras de outros sucessos e faixas inéditas. Chegou a 1 milhão de cópias vendidas.[15]

Em 1999, veio o disco As Dez Mais, o primeiro trabalho inteiramente não autoral. Com dez faixas, sendo regravações de cantores como Tim Maia, Roberto Carlos e Raul Seixas, e bandas como Legião Urbana e Ultraje a Rigor. As Dez Mais também teve sucesso de vendas, com 400 mil cópias,[15]

Anos 2000: Morte de Marcelo Fromer e saída de Nando Reis[editar | editar código-fonte]

Em 2001, os Titãs assinaram com a Abril Music e estavam prestes a iniciar a gravação de mais um trabalho. Porém, no dia 11 de Junho de 2001, aos 39 anos de idade, o guitarrista Marcelo Fromer foi atropelado por uma moto em São Paulo e morreu dois dias depois. Pensou-se na época que a morte de Fromer seria o fim da banda. Porém, eles decidiram seguir em frente.

Com o início das gravações de A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana, houve dúvidas sobre a gravação: Tony Bellotto, guitarrista solo, pensou em gravar todas as guitarras do disco, porém mudou de ideia. Chegou-se a propor que Paulo Miklos e Branco Mello se revezassem no instrumento, porém a decisão final foi convidar o músico Emerson Villani, que já tinha tocado com a banda durante alguns shows e turnês, inclusive substituindo Marcelo no ano de 1998, quando ele foi convidado para comentar a Copa do Mundo FIFA de 1998 pelo canal SporTV. O repertório permaneceu inalterado: as 16 faixas já haviam sido escolhidas antes da morte de Fromer. Seus singles foram as canções "A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana", "O Mundo é Bão, Sebastião!", "Epitáfio" e "Isso".

Em 9 de setembro de 2002, o baixista e vocalista Nando Reis anunciou que estava deixando os Titãs. A saída foi primeiramente informada pela Abril Music, que deu como razão para a saída "motivos pessoais", e depois uma versão mais detalhada foi divulgada pela assessoria de imprensa do músico. Nela, o músico afirma que as mortes de Cássia Eller e Marcelo Fromer o abalaram muito, mas diz que sua saída se deveu unicamente a uma "incompatibilidade de pensamentos":[16]

Minha decisão de deixar o grupo se deve única e exclusivamente a uma incompatibilidade de pensamento em relação ao futuro da preparação do que seria o nosso próximo disco. Por acreditar que um trabalho dessa natureza exige a total dedicação que por razões pessoais não poderia oferecer, achamos melhor nos desligarmos no início da preparação e dos ensaios. Faço isso com profundo pesar no coração pois em nenhum momento imaginei que isso viesse acontecer.

Em 2012, o músico declararia que, na época, não se via em condições de entrar em estúdio devido às mortes e devido ao cansaço pelas turnês, mas que a banda queria gravar um novo disco assim mesmo e, por isso, ele acabou demitido.[9]

Carreira como quinteto[editar | editar código-fonte]

Em 2003, os Titãs lançaram o disco Como estão vocês?, que trazia os singles "Eu Não Sou um Bom Lugar", "Enquanto Houver Sol", "Provas de Amor" e "Vou Duvidar".

Em 2005, é lançado o MTV Ao Vivo, com algumas músicas dos 25 anos de história da banda e com as inéditas "Vossa Excelência" (composta em meio ao Escândalo do Mensalão), "Anjo Exterminador" e "O Inferno São os Outros".

Em 18 de fevereiro de 2006, ao lado do coletivo Afroreggae, a banda abriu o histórico show dos Rolling Stones, realizado na Praia de Copacabana, Rio de Janeiro. O concerto ficou marcado por ter uma plateia de aproximadamente 1,5 milhões de pessoas, sendo o maior público de todos os tempos em um show de rock.[17]

Em 2007, os Titãs completam 25 anos de carreira, comemorados com uma série de shows junto com Os Paralamas do Sucesso, que também completam 25 anos de carreira. A série de shows, que se estendeu pelo ano de 2008, culminou em um espetáculo realizado na Marina da Glória, Rio de Janeiro, em janeiro de 2008, e lançado em CD e DVD intitulado Paralamas e Titãs Juntos e Ao Vivo.

Em 2009, Branco Mello confirma no site oficial dos Titãs a estreia, em fevereiro, do filme Titãs - A Vida Até Parece Uma Festa, exibido no circuito de São Paulo e dirigido por Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves

Após seis anos sem lançar um disco de estúdio (o mais longo período da carreira da banda), na primeira quinzena de junho de 2009 foi lançado Sacos Plásticos, produzido por Rick Bonadio e lançado por sua gravadora, a Arsenal Music (com distribuição da Universal Music). O disco marca a entrada da banda em um novo selo, depois de seis anos pela Sony BMG. Bonadio ficou conhecido por produzir bandas de sucesso nas décadas de 1990 e 2000, como Mamonas Assassinas, Charlie Brown Jr., Los Hermanos, Tihuana, CPM 22, Hateen, NX Zero, Fresno e Strike. Além disto, também foi produtor do Ira! nos álbuns Acústico MTV e Invisível DJ.

Os dois primeiros singles do disco são "Antes de Você" e "Porque Eu Sei que É Amor", ambos na voz de Paulo Miklos. As canções foram incluídas nas trilhas sonoras de duas telenovelas da Rede Globo: Caras & Bocas (19h) e Cama de Gato (18h), respectivamente. A trama das 18h ainda tem como tema de abertura "Pelo Avesso", do disco Como Estão Vocês? (2003), na voz de Sérgio Britto.

A banda dispensou seus músicos de apoio, tornando-se apenas um quinteto. Branco Mello, vocalista, assume o baixo em definitivo (em outras turnês, Branco tocava apenas em algumas músicas). Sérgio Britto, tecladista e vocalista, também se divide entre o teclado e o baixo. O também vocalista Paulo Miklos, por sua vez, assume a guitarra rítmica. Tony Bellotto e Charles Gavin continuam como, respectivamente, guitarrista solo e baterista.

Saída de Charles Gavin e turnê Sacos Plásticos[editar | editar código-fonte]

No dia 12 de fevereiro de 2010, os Titãs anunciaram em seu site oficial que o baterista Charles Gavin estaria deixando a banda por motivos pessoais.[18] Os outros quatro músicos continuaram com seus compromissos relacionados à turnê do álbum Sacos Plásticos, e o baterista contratado para acompanhar a banda é Mario Fabre.[18] Segundo o guitarrista Tony Bellotto, Charles Gavin saiu da banda porque "É difícil envelhecer num grupo de rock".[19] Perguntado sobre o status de Mario na banda, Tony ironicamente explicou: "Ele é o baterista oficial! É o batera dos Titãs! Mas ele não é um dos Titãs, porque nossa história começou há muito tempo, na mitologia grega..."[20]

Dias após esse comunicado, Charles disse em entrevista, que sua saída já estava acertada desde a pré-produção do álbum Sacos Plásticos e durante a turnê com Os Paralamas do Sucesso. Alguns dos problemas de Charles foram sintomas de pânico e depressão, além do grande desgaste de 25 anos de turnês. Gavin pensou em se licenciar durante a Turnê Sacos Plásticos (2009-2010), mas disse que não dava pra ficar longe dos Titãs com tantos compromissos.[21]

Rock In Rio IV, Futuras Instalações, 30 Anos de Carreira[editar | editar código-fonte]

No dia 23 de Setembro de 2011, ao lado de Os Paralamas do Sucesso, a banda participou do show de abertura da quarta edição do Rock in Rio, no palco principal. O show contou com a abertura de Milton Nascimento, ao lado de Tony Belloto e da Orquestra Sinfônica Brasileira, tocando "Love of My Life", do Queen. O show também contou com a participação de Maria Gadú. No dia 2 de Outubro do mesmo ano, a banda se apresentou no Palco Sunset do festival ao lado da banda portuguesa Xutos & Pontapés, que gerou um DVD distribuído pela MZA Music no ano seguinte.

Logo após essas apresentações, é encerrada a Sacos Plásticos Tour, que durou dois anos e deu lugar ao novo show Futuras Instalações. A nova turnê seria um teste para novas canções que estariam no próximo álbum da banda, então previsto para 2012/2013, além da banda tocar alguns clássicos.[22]

Titãs com sua formação de quarteto (Paulo Miklos, Sérgio Britto, Branco Mello e Tony Bellotto) e o baterista de apoio Mário Fabre

Em 2012, a banda realizou a turnê Cabeça Dinossauro, na qual executou na íntegra o disco lançado em 1986 - a turnê culminou no lançamento do disco Cabeça Dinossauro ao Vivo 2012, que registra uma apresentação realizada no Circo Voador, Rio de Janeiro em junho daquele ano. A banda também relançou os álbuns gravados entre 1984 e 1999 via iTunes e fez dois shows comemorativos de 30 anos de carreira, com a presença dos ex-integrantes Arnaldo Antunes, Nando Reis e Charles Gavin.[23] O show foi confirmado por Paulo Miklos antes de uma apresentação em Manaus.[24] Em São Paulo, cidade natal da banda, o show de celebração dos 30 anos ocorreu no Espaço das Américas, na Barra Funda, na noite de 6 de outubro de 2012.[25] Os sete membros se reuniram na casa de Nando, no décimo aniversário da morte de Marcelo, que havia sido a última ocasião em que eles haviam se reunido.[9]

Titãs Inédito e Nheengatu[editar | editar código-fonte]

Titãs em 2013.

Em 2013 e 2014, a banda tocou algumas músicas novas na turnê Titãs Inédito.[26][27] Eles começaram a trabalhar um novo disco entre abril e maio de 2014.[27] Miklos disse que o álbum seria "pesado, sujo e malvado".[27] Posteriormente, Britto confirmou que o disco seria lançado no início de maio e que a banda já estava gravando músicas em estúdio, mas o nome do novo trabalho ainda não estava decidido.[28] Em meados de março, a rádio Globo FM informou que o álbum seria lançado em abril pela Som Livre e conteria 14 faixas.[29] Em 16 de abril, a banda anunciou em sua página no Facebook que o álbum estava pronto e que seria lançado em maio.[30]

Em 28 de abril de 2014, a banda divulgou os detalhes do novo trabalho: Nheengatu, lançado em 12 de maio do mesmo ano[31] e sucedido por uma turnê que gerou o CD e DVD Nheengatu ao Vivo, lançado em 2015.[32]

Em fevereiro de 2016, a banda novamente foi o grupo de abertura dos Rolling Stones no Brasil por uma segunda e terceira vez, no Estádio do Morumbi, em São Paulo, em duas noites diferentes.[33]

Saída de Paulo Miklos, nova formação e ópera rock[editar | editar código-fonte]

Em 11 de julho de 2016 o vocalista e guitarrista Paulo Miklos anuncia seu desligamento da banda. Segundo nota oficial publicada nos perfis da banda e do músico no Facebook, Paulo agradece os anos de convivência e diz que a partir de então se dedicará à música de uma forma geral, compondo e cantando, assim como à carreira de ator. Para substituí-lo, os Titãs integram à banda o guitarrista de apoio Beto Lee, filho da cantora Rita Lee, para o prosseguimento da turnê Nheengatu.[34]

A primeira gravação da banda com Beto é uma versão de Pro Dia Nascer Feliz, do Barão Vermelho, para a trilha sonora da 24ª temporada de Malhação, série da Rede Globo.[35] Com a entrada de Beto, a banda passou a integrar em seu repertório ao vivo canções que não tocavam há tempos, como Será Que É Disso Que Eu Necessito? e Nem Sempre se Pode Ser Deus. Passaram também a ter algumas músicas cantadas por Tony.[35]

Ainda em 2016, o grupo revelou estar preparando um disco para 2017. Segundo Tony, o novo álbum será uma ópera rock,[36] e a banda pretende entrar em estúdio até meados de 2017 para que o disco saia no segundo semestre do ano.[37] Tendo como referência os álbuns Quadrophenia, do The Who, e American Idiot, do Green Day, o álbum, com mais de 30 canções,[38] terá sua história escrita com a ajuda de Hugo Possolo e de Marcelo Rubens Paiva.[37] Em abril de 2017, boa parte das faixas já estava pronta, segundo Branco.[38]

Também em abril, a banda iniciou uma turnê intitulada "Uma Noite no Teatro" num show que marcou também a inauguração do teatro Opus, do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo.[38] A turnê contém três faixas inéditas: Me Estuprem, sobre assédio sexual e estupro; Doze Flores Amarelas; e A Festa.[38][39] Na época, foi informado que nenhuma delas constaria no próximo álbum do grupo.[38] Contudo, em 23 de setembro de 2017, a banda tocou as três novamente durante sua apresentação no festival Rock in Rio, e dessa vez disse que todas fariam parte do projeto.[40] Em dezembro de 2017, anunciaram que haviam começado a gravar o álbum e que ele seria lançado pela Universal Music.[41][42] Em 31 de janeiro, anunciaram que a ópera rock seria lançada no começo de 2018 e que seu título seria Doze Flores Amarelas.[43]

Em maio de 2018, Branco Mello foi diagnosticado com um tumor na laringe, que o deixou afastado da banda por três meses. No período em que esteve afastado, foi substituído por Lee Marcucci, que atuou como músico contratado pela banda entre 2002 e 2009.[44]

Titãs Trio Acústico e retorno à BMG[editar | editar código-fonte]

A partir de 2019, realizaram uma série de shows acústicos para comemorar os 20 anos do Acústico MTV, que não puderam ser celebrados em 2017 por conta da preparação para Doze Flores Amarelas. A turnê recebeu o nome "Trio Acústico"[45][46][47] e foi conciliada com a divulgação do Doze Flores Amarelas e a turnê "Enquanto Houver Sol", esta última em formato elétrico e misturando canções de várias épocas do grupo.[48]

Já em 2020, o grupo anunciou que registrou o projeto em estúdio e o resultado seria dividido em três EPs, que receberam o nome Titãs Trio Acústico.[49] Uma regravação da faixa "Sonífera Ilha" foi lançada como single e clipe no dia 20 daquele mês, quando foi também anunciado que os três EPs sairiam a partir de abril[50] pela BMG, gravadora à qual retornaram no final de 2019.[51]

Em outubro de 2020, os integrantes restantes participaram de uma regravação de "Comida" (do Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas) lançada pela cantora Elza Soares. A versão havia sido originalmente planejada para o disco que ela lançara em 2019, Planeta Fome, mas ela acabou optando por usar a canção num outro momento, e decidiu lançá-la no aniversário de um ano do disco, e também para marcar a indicação do mesmo ao Grammy Latino.[52][53][54]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Formação atual[editar | editar código-fonte]

Músicos de apoio[editar | editar código-fonte]

Ex-integrantes[editar | editar código-fonte]

Ex-músicos de apoio[editar | editar código-fonte]

  • Liminha - violão e baixolão - Turnê "Acústico MTV" (1997-1998)
  • Emerson Villani - guitarra, violão e vocais - Turnês "Volume Dois" (1998-1999), "A Melhor Banda", "Como Estão Vocês" e "Ao Vivo" (2001-2006)
  • Lee Marcucci - baixo - Turnês "A Melhor Banda", "Como Estão Vocês" e "Ao Vivo" (2002-2009) e "Titãs Tour" (2018, como substituto)
  • Marco Lobo - percussão - Turnê "A Melhor Banda" (2001-2003)
  • André Fonseca - guitarra, violão e vocais - Turnê "Ao Vivo" (2006-2009)

Integrantes da banda ao longo do tempo[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia dos Titãs

Turnês[editar | editar código-fonte]

A banda faz shows desde 1983, porém apenas no auge, quando lançado o disco Cabeça Dinossauro, começou a fazer shows a nível nacional, em todas as regiões do Brasil. A turnê do álbum MTV Ao Vivo, foi a de maior duração até hoje na história da banda e também a de maior público, começando em 2005 e terminando em meados de 2009.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações recebidos por Titãs
Total
37
Total 37
Referências e Notas de Rodapé

Grammy Latino[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
2009 Melhor Álbum de Rock Brasileiro Sacos Plásticos Venceu
2014 Melhor Álbum de Rock Brasileiro Nheengatu Indicado

MTV Video Music Brasil[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
1996 Videoclipe do Ano Eu Não Aguento Indicado
Escolha da Audiência Indicado
Videoclipe de Rock Indicado
Eu Não Vou Dizer Nada Indicado
Edição em Videoclipe Eu Não Aguento Indicado
2000 Escolha da Audiência Aluga-se Indicado
Pelados em Santos Indicado
2002 Videoclipe do Ano Epitáfio Venceu
Escolha da Audiência Venceu
Videoclipe de Rock Venceu
Direção em Videoclipe Indicado
2003 Escolha da Audiência Isso Indicado
Direção em Videoclipe Indicado
2004 Escolha da Audiência Provas de Amor Indicado
Direção em Videoclipe Eu Não Sou um Bom Lugar Indicado
2005 Escolha da Audiência Vou Duvidar Indicado
2006 Performance ao Vivo Vossa Excelência Indicado
2008 Show do Ano Os Paralamas do Sucesso e Titãs Indicado
2009 Filme/Documentário Musical do Ano Titãs - A Vida até Parece uma Festa Venceu

Prêmio da Música Brasileira[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
1989 Melhor Grupo de Pop/Rock Titãs Venceu
2004 Melhor Grupo de Pop/Rock[57] Venceu
2016 Melhor Grupo de Pop/rock/reggae/hip-hop/funk Venceu

Prêmio Multishow[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
1998 Melhor Música Os Cegos do Castelo Indicado
Pra Dizer Adeus Indicado
Melhor Clipe Os Cegos do Castelo Indicado
Melhor Show Titãs Venceu
Melhor CD Acústico MTV Venceu
Melhor Grupo Titãs Venceu
Melhor Instrumentista Tony Bellotto Indicado
1999 Melhor Música É Preciso Saber Viver Venceu
Melhor Clipe Indicado
Melhor Show Titãs Indicado
Melhor CD Volume Dois Venceu
Melhor Grupo Titãs Venceu
Melhor Instrumentista Tony Bellotto Indicado
2000 Melhor Grupo Titãs Indicado
Melhor Instrumentista Tony Bellotto Venceu
2002 Melhor Grupo Titãs Venceu
2003 Melhor Grupo Indicado
2004 Melhor Show Indicado
Melhor Instrumentista Tony Bellotto Indicado
2009 Melhor DVD Paralamas e Titãs Juntos e Ao Vivo (com Os Paralamas do Sucesso) Indicado
2010 Melhor Grupo Titãs Indicado

Prêmio Contigo! MPB FM[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
2014 Melhor Álbum de Pop/Rock Nheengatu Indicado
Melhor Instrumentista Tony Belloto Indicado

Troféu Imprensa[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
1988 Melhor Conjunto Musical Titãs Venceu
1989 Melhor Conjunto Musical Venceu
1990 Melhor Conjunto Musical Indicado
1998 Melhor Música Pra Dizer Adeus Venceu
Melhor Conjunto Musical Titãs Venceu
1999 Melhor Conjunto Musical Venceu
2003 Melhor Música Epitáfio Indicado
Melhor Conjunto Musical Titãs Indicado

Melhores do Ano[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
2001 Melhor Grupo Musical Titãs Venceu

Prêmio Bizz[editar | editar código-fonte]

Ano Categoria Indicação Resultado
1986 Melhor Disco Cabeça Dinossauro Venceu
1987 Melhor Disco Jesus não Tem Dentes no País dos Banguelas Venceu
Melhor Grupo Titãs Venceu
1988 Melhor Grupo Venceu
1989 Melhor Disco (Leitores e Crítica) Õ Blésq Blom Venceu
Melhor Música (Leitores) Flores Venceu
Melhor Música (Crítica) Miséria Venceu
Melhor Grupo Titãs Venceu
Melhor Show (Leitores e Crítica) Venceu
Melhor Capa (Leitores e Crítica) Õ Blésq Blom Venceu
Melhor Baterista (Leitores) Charles Gavin Venceu
1997 Melhor Grupo Titãs Venceu
1998 Melhor Disco (Leitores e Crítica) Volume Dois Venceu
Melhor Grupo Titãs Venceu
Melhor Show Venceu

Projetos paralelos[editar | editar código-fonte]

Kleiderman[editar | editar código-fonte]

Em 1994, Branco Melo e Sérgio Britto juntamente com Roberta Parisi formaram uma banda de punk rock Kleiderman.[58] A banda foi batizada inicialmente de Richard Clayderman em homenagem ao pianista homônimo, mas o nome foi trocado depois para evitar problemas com a gravadora. Na capa do disco (assinada por Fernando Zarif), o nome Richard aparece encoberto por um curativo.[58]

O único disco da banda foi lançado em 1.° de dezembro de 1994[59] e se chama Con el mundo a mis pies. Até agosto de 1997, havia vendido 6,5 mil cópias.[60] O disco foi editado pelo selo Banguela Records, coadministrado por Branco.[59]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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