Pop rock

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Pop rock
Origens estilísticas
Contexto cultural Década de 1950[2] no Reino Unido e Estados Unidos
Instrumentos típicos
Formas derivadas
Subgêneros
Outros tópicos

Pop rock é um estilo de rock com uma abordagem mais leve e suave que é mais semelhante à música pop mainstream. Originário da década de 1950 como uma alternativa ao rock and roll, o pop rock no início foi influenciado pela batida, arranjos e estilo do rock and roll (e às vezes do doo-wop).[1]

Definições[editar | editar código-fonte]

Existem diferentes definições do termo, variando de uma forma mais suave do rock para um subgênero da música pop. Pop rock é um gênero de fusão usado para descrever o padrão verso-refrão da música pop que também pode ser categorizado como rock pelo seu uso de guitarras, bateria e ritmos propulsivos. O gênero se manifestou no final da década de 1950 como uma alternativa mais comercial ao rock and roll, alavancado por artistas como Roy Orbison e Del Shannon. Durante a década seguinte, pop e rock continuaram a se misturar e criar novos subgêneros, como Vocal surf e Beat music. Na década de 1970, o pop rock tornou-se tanto mais "pesado" (Power pop) quanto mais suave (Soft rock); nas décadas de 1980 e 1990, fundiu-se com rock alternativo para fazer o Jangle pop e o Britpop. Hoje, o pop rock continua a ser um gênero ativo, de grande alcance e que se funde com diversos outros estilos.[2]

Características[editar | editar código-fonte]

Ver também: Power pop

Existe uma grande semelhança entre a música pop e o rock, tais como instrumentação e até mesmo conteúdo lírico. Os termos "pop rock" e "power pop" foram usados ​​para descrever uma música mais comercialmente bem-sucedida que usa elementos da música rock ou a forma dela. O escritor Johan Fornas vê o pop rock como "um único gênero", ao invés de categorias distintas. Para os autores Larry Starr e Christopher Waterman, o gênero é definido como uma "variável upbeat do rock" representada por artistas e bandas como Andy Kim, Bells, Paul McCartney, Lighthouse e Peter Frampton.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O termo pop tem sido usado desde o início do século XX para se referir à música popular em geral, mas a partir de meados da década de 1950 começou a ser usado para um gênero distinto, voltado para um mercado de jovens, muitas vezes caracterizado como uma alternativa mais suave ao rock and roll. No rescaldo da Invasão Britânica, a partir de 1967, o termo pop rock foi cada vez mais utilizado em oposição ao termo rock, para descrever uma forma que era mais comercial, efêmera e acessível.

Em contraste com o pop, o rock era visto com foco em trabalhos prolongados, especialmente álbuns, muitas vezes associado a subculturas, com ênfase colocada em valores artísticos e na autenticidade; destacando a performance instrumental ao vivo e o virtuosismo vocal. O pop rock foi, muitas vezes, visto como um movimento menos autêntico que o rock.[5]

O termo power pop, considerado pelo Allmusic como "um cruzamento entre o hard rock da banda The Who e das melodias doces dos Beatles e Beach Boys, com as guitarras de toques melódicos dos Byrds, tocados em boa medida"[6], foi criado por Pete Townshend, do The Who, em 1967[7]; mas não muito usado, até que foi aplicado a bandas como Raspberries, Big Star e Badfinger - que estabeleceram o som do power pop na década de 1970, em seu período mais bem-sucedido comercialmente.[6]

Referências

  1. a b c d Early pop rock AllMusic
  2. a b Pop rock Rate Your Music
  3. Jangle pop
  4. Google Books
  5. S. Jones, Pop music and the press (Temple University Press, 2002), p. 109.
  6. a b «Power Pop» (em inglês). Allmusic. 1 páginas. Consultado em 8 de janeiro de 2016 
  7. Washburn, Jim (16 de agosto de 1993). «Pocketful of Posies' Power Is Palpable» (em inglês). Los Angeles Times. 1 páginas. Consultado em 8 de janeiro de 2016 
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