Visual kei

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Visual kei
Fãs de Dir en grey vestindo-se de forma semelhante a banda em Harajuku, 2008.
Origens estilísticas
Contexto cultural Juventude rebelde de meados da década de 1980 no Japão.
Popularidade Auge nacional na década de 1990, conhecido internacionalmente a partir dos anos 2000.
Subgêneros
Eroguro, Oshare, Angura, Soft, Kote, entre outros.
Formas regionais
Nagoya
Outros tópicos
Shock rock

Visual kei (ヴィジュアル系 Vijuaru kei?, lit. "estilo visual"), as vezes abreviado para V-kei (V系?) é um movimento musical japonês caracterizado pela estética, com visuais definidos pelo uso de maquiagem, cabelos elaborados, trajes extravagantes e muitas vezes, mas nem sempre, aparência andrógina.[1][2][3] O nome é derivado do slogan da banda X Japan, "Psychedelic Violence Crime of Visual Shock".[4]

Comparável ao glam rock, existe um debate no que concerne à classificação do visual kei enquanto gênero musical próprio ou não.[5][6] Os que não o consideram gênero musical, incluindo músicos do próprio movimento, afirmam que não se trata de um gênero musical e que a liberdade de expressão, moda e participação na subcultura é o que descreve o uso do termo.[7][8][9][10] De fato, artistas visual kei compõem nos mais variados estilos,[11][12][13][14][15] geralmente punk rock, heavy metal, rock gótico,[2][16][17][18] mais recentemente nu metal[19] e até mesmo não relacionados ao rock, como eletrônica, pop, hip-hop, etc.[20][2]

Bandas pioneiras, como por exemplo X Japan, Dead End, D'erlanger e Buck-Tick,[19] surgiram na década de 80, porém o movimento ganhou o seu nome oficial apenas quando atingiu o auge na década seguinte.[21][22][23] No auge, artistas como X Japan, Luna Sea,[24] Kuroyume[25] e L'Arc~en~Ciel[23] conquistaram sucesso nacional e venderam milhões de discos. Posteriormente, grupos formados em meados dos anos 2000 passaram a ser chamados de neo visual kei devido a peculiaridades em comparação com o visual kei original.[19] Também foi quando o movimento ficou conhecido fora da Ásia, quando por exemplo bandas como Dir en grey,[26] The GazettE[27] e Versailles[28] expandiram suas carreiras para a Europa e América.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O termo "visual kei", que significa estilo visual,[19] foi baseado em um dos slogans da banda pioneira X Japan, "Psychedelic Violence Crime of Visual Shock" (em português: Crime de Violência Psicodélica do Choque Visual), escrito na capa de seu segundo álbum de estúdio Blue Blood (1989).[29][4][30] Yoshiki, o fundador do X Japan, comentou sobre o termo em uma entrevista no Brasil: "Nós não nos encaixávamos em lugar nenhum, então criamos nosso próprio "gênero" e isso eventualmente se tornou o visual kei. Mas, visual kei é mais como um espírito, não um estilo musical ou... você sabe. Eu acho que é a liberdade de me descrever a mim mesmo, a liberdade de me expressar a mim mesmo."[7]

Seiichi Hoshiko, o editor fundador da revista Shoxx, criada em 1990 como a primeira dedicada ao assunto, é creditado como o inventor do termo. Ele explicou em uma entrevista de 2018 a JRock News que visual kei foi tecnicamente cunhado, ou pelo menos inspirado pelo guitarrista do X Japan, hide. Hoshiko também disse que na época eles eram chamados de 'Okeshou Kei' (お化粧系 Okeshō Kei?, lit. 'Grupo de Maquiagem'), porém, "parecia... muito banal... mesmo que o X Japan fosse uma banda enorme e as pessoas usassem o termo 'Okeshou kei' para descrevê-los, ele ainda carecia de substância, não gostei dele de jeito nenhum! Por isso, tentei avisar todos os escritores a não usarem esse termo, pois 'eles não são okeshou kei, eles são visual-shock kei'. A partir daí, foi de 'Visual-shock kei' para 'Visual-kei' e 'V-kei', afirma Seiichi. "Depois de espalharmos a palavra, os fãs naturalmente abreviaram para 'V-kei'. Os japoneses adoram abreviar tudo na verdade."[31]

Ban gya[editar | editar código-fonte]

"Ban gyaru" (バンギャル) ou "ban gya" (バンギ) é o nome dado a garotas jovens que são, não apenas fãs, mas entusiastas de visual kei.[32][33] Também é usado para apelidar todos os admiradores de visual kei em geral, caso contrário, mulheres mais velhas são chamadas de "obangya" (オバンギャ) e garotos são chamados de "bangyaruo" (バンギャル男) ou "gyaruo" (ギャ男).[32] Tetsushi Ichikawa ressalta que atualmente é um termo usado somente para admiradores de visual kei, porém, nos anos 90, servia para qualquer fã japonês(esa) de bandas de rock.[34]

História[editar | editar código-fonte]

1980-1990: Origens e ascensão[editar | editar código-fonte]

Fãs vestindo cosplay do X Japan.

O visual kei, embora ainda não nomeado como tal, surgiu na cena underground japonesa da década de 1980,[3] precursionado por bandas como X Japan, Dead End, Buck-Tick, D'erlanger e Color.[35][4][36][37] Semelhanças entre a aparência e o comportamento dos fundadores do visual kei e membros da subcultura delinquente japonesa yankī são frequentemente observadas.[38] O movimento criou uma nova forma do rock japonês influenciada pelo hard rock, rock gótico, punk rock, glam rock/metal e seus artistas ocidentais como David Bowie, Kiss, Twisted Sister, Mötley Crüe,[29] bem como atos nacionais como Boøwy,[39] The Stalin,[40][41] e Gastunk.[42][43] Boøwy é creditada pelo band boom (formação em massa de grupos musicais) dos anos no 90 Japão[44] e seu guitarrista Hotei sugeriu que eles poderiam ter sido a primeira banda visual kei da história.[45]

Em The George Mason Review, Megan Pfeifle dividiu a cena em duas gerações, a primeira dividida em três eras de transição[46] e durando mais de uma década.[47] No final dos anos 1980 e início dos anos 1990, este movimento underground se estabeleceu mais firmemente e a popularidade dele começou a crescer em todo Japão, quando as vendas de álbuns dessas bandas começaram a atingir números recordes.[3][48][29]

A primeira banda que alcançou notável sucesso com suas gravações foi o Dead End, cujo álbum independente Dead Line (1986) vendeu mais de 20.000 cópias.[49] O álbum de estreia em grande gravadora (ou seja, major) Ghost of Romance (1987), lançado pela Victor Entertainment, alcançou a 14ª posição na parada de álbuns da Oricon. Este álbum e o subsequente Shámbara chegaram a ser lançados nos Estados Unidos pelo selo Metal Blade Records.[50][51] Em 1987, a banda Yokosuka Saver Tiger se separou e o fundador Hide entrou para o X Japan enquanto o vocalista Kyo entrou para o D'erlanger.[52] Em 1990, o segundo álbum de D'erlanger, Basilisk, alcançou o 5º lugar na parada da Oricon,[53] porém eles e Dead End encerraram as atividades neste ano.[54] Também foi quando uma das revistas de cobertura v-kei mais importantes, Shoxx, foi fundada por Seiichi Hoshiko.[55]

Em 1988 e 1989, Buck-Tick (que fez sua estreia major em 1986) e X Japan começaram a ganhar sucesso mainstream que persiste até hoje. O segundo single de Buck Tick "Just One More Kiss" entrou em 6º lugar na Oricon Singles Chart e então os álbuns de estúdio Taboo (1989) e Aku no Hana (1990) ficaram em 1º lugar, enquanto eles foram a primeira banda de rock japonesa a fazer um concerto no Tokyo Dome.[56] Quase todos os seus álbuns subsequentes alcançaram o top dez nas paradas e eles estão ativos até hoje.[57] O primeiro álbum do X Japan, Vanishing Vision, independente, alcançou a 19ª posição em 1988, tornando-os a primeira banda indie a aparecer na parada de álbuns major da Oricon.[58] Seu segundo álbum e estreia major Blue Blood (1989) alcançou a sexta posição e desde então vendeu mais de 712.000 cópias.[59] Blue Blood é amplamente creditado como mais influente álbum de visual kei.[60][61]

Duas gravadoras formadas em 1986, Extasy Records (em Tóquio) e Free-Will (em Osaka), foram fundamentais na promoção da cena visual kei.[4] A Extasy foi criada pelo baterista e líder do X Japan, Yoshiki, e assinou bandas, não limitadas ao visual kei, que viriam a deixar sua marca na cena musical japonesa, como Zi:Kill[62] e Gilles de Rais.[63] Luna Sea e Glay, que venderam milhões de discos posteriormente,[64] foram descobertos pela Extasy e tiveram seus primeiros álbuns lançados por ela em 1991 e 1994, respectivamente.[62] Já a Free-Will foi fundada pelo vocalista e líder do Color, Dynamite Tommy, e embora na época não fosse tão popular quanto a Extasy, produziu artistas de sucesso como By-Sexual e Kamaitachi.[4] Futuramente, suas subdivisões produziram grandes atos como Dir en grey.[65]

Por volta do início dos anos 1990, uma cena visual kei que dava mais ênfase a música e era mais semelhante ao rock gótico surgiu na região de Nagoya, e como tal foi mais tarde apelidada de Nagoya kei.[66] Silver~Rose e Kuroyume foram considerados os pioneiros[66] e com Laputa[67] são creditados como os criadores do estilo Nagoya kei inicial.[68] Durante a década de 1990, diversos outros subgêneros conceituais começaram a surgir, como Eroguro, Angura, Kurofuku, Soft, entre outros.[47]

1991-2000: Auge e declínio[editar | editar código-fonte]

Originalmente uma banda visual kei, Glay se tornou um dos artistas que mais venderam no Japão.

Pfeifle descreveu que segunda era de transição começou em 1993 com bandas como L'Arc-en-Ciel, Glay (embora formado em 1988, seu primeiro álbum foi lançado em 1994) e Malice Mizer. Eles ganharam a consciência do mainstream, cujo grande sucesso posterior de Glay e L'Arc~en~Ciel foi acompanhado por uma mudança drástica em sua aparência, assim, muitas vezes eles não são mais associados ao visual kei.[47] Um filme conceitual estrelando Hide e Tusk do Zi:Kill foi lançado em 1993, intitulado Seth et Holth.[69] A partir de 1995, as bandas do movimento experimentaram um sucesso estrondoso no público japonês em geral, como por exemplo quando Luna Sea e Kuroyume alcançaram o topo da Oricon pela primeira vez com Style[70] e Feminism[71] respectivamente. O terceiro e mais vendido álbum do X Japan Jealousy foi lançado em 1991, liderou as paradas e vendeu mais de 1 milhão de cópias.[59] Eles então lançaram mais dois álbuns de estúdio, ambos número um, Art of Life (1993) e Dahlia (1996). Em 1992, o X Japan tentou entrar no mercado americano, chegando a assinar com a Atlantic Records para lançar um álbum nos Estados Unidos, mas isso não aconteceu.[72] Este sucesso estrondoso do visual kei durou mais quatro anos.[47]

Hakuei, vocalista do Penicillin, em 2008. É uma das bandas que não tiveram pausas em sua carreira desde 1992.

De acordo com Pfeifle, a terceira era de transição começou em meados de 1997 com bandas como La'cryma Christi, Penicillin e Rouage.[47] Na época, os considerados "quatro imperadores do visual kei" eram Malice Mizer, La'cryma Christi, Shazna e Fanatic Crisis.[73][74][75] Pokkun (Kuniaki Suzuki, ex editor-chefe da Shoxx) comentou que a cultura rebelde inicial do visual kei tornou-se cultura de idolatria com o sucesso mainstream, e que certamente foi Shazna que dominou esta segunda linha.[43] The New York Times mencionou Izam, vocalista do grupo, como o maior criador da época das tendências do fenômeno de garotos japoneses afeminados.[76] La'cryma Christi foi creditada por trazer o rock progressivo á cena[60] e Fanatic Crisis chamou atenção pelos designs de moda pop.[77] Malice Mizer impressionou por apresentar temática da Europa clássica[61][78][79] e seu guitarrista, Mana, é conhecido por ser pioneiro da moda Gothic Lolita.[80][81]

Em 1998, Pierrot lançou seu single de estreia major[82] e no ano seguinte, três singles de Dir en grey foram produzidos por Yoshiki.[83] Eles foram chamados de "os dois gigantes" da cena neste momento.[84][85] Todas as bandas desta era mencionadas (exceto Rouage) venderam pelo menos um disco de ouro e/ou mais de 100 mil cópias em um disco.[64][86]

Hide havia formado a banda baseada nos Estados Unidos Zilch em 1996, numa tentativa de expandir a cena para o exterior, porém ele morreu em 2 de maio de 1998 antes mesmo do álbum de estreia 3.2.1 ser lançado.[87] A morte de Hide causou impacto na sociedade japonesa[88] e Steve McClure, da Billboard, disse que "até certo ponto, a morte de hide significa o fim de uma era, X foi a primeira geração de bandas de visual kei, mas a novidade passou. Para a próxima geração de bandas, é como: é isso, a tocha foi passada para nós".[1] Dez anos depois, foi realizado o evento hide memorial summit onde uma grande quantidade de artistas participaram em homenagem, como Phantasmagoria, Rize e T.M.Revolution.[89]

No final da década de 1990, a popularidade do visual kei começou a declinar;[17] Luna Sea esteve em hiato durante o ano de 1997 antes de se separar em 2000,[90] no mesmo ano que Shazna,[78] X Japan se separou no final de 1997 e um ano depois, o guitarrista Hide faleceu.[19] Em 1999, Kuroyume se desfez, o baterista do Malice Mizer, Kami, faleceu, logo após a saída do cantor Gackt,[19] (que com uma aparência menos atenuada do que antes se tornou um dos mais populares artistas solo de visual kei[91]) e o grupo entrou em hiato indefinido em 2001.[78] Além disso, o L'Arc-en-Ciel se distanciou publicamente do movimento[29] (embora, em 2012, tenham sido parcialmente promovidos internacionalmente como uma banda de visual kei[92]). Como outras bandas não conseguiram atender às expectativas financeiras, a maioria das grandes empresas desistiu do movimento e o visual kei voltou a ser um estilo underground muitas vezes associado à geração rebelde em desconforme à sociedade adequada.[29][47][43]

2001-2007: Expansão internacional e segunda geração[editar | editar código-fonte]

The Gazette é considerada uma das bandas mais promissoras da segunda geração.

Uma segunda geração surgiu em pequenas casas de shows específicas para artistas visual kei, gerenciadas por gravadoras como PS Company (da Free-Will) e Maverick (da Danger Crue).[43][29] Apesar de algumas bandas populares como The Gazette e SID terem tocado no enorme Tokyo Dome[93][94] a maioria dos atos toca em locais dedicados muito menores como Shibuya O-East.[95] Grupos formados por volta de 2004 tem sido descritos por alguns meios de comunicação como "Neo-Visual Kei" (ネオ・ヴィジュアル系?).[47][48] A diferença entre a primeira e a segunda geração é que a segunda tem um estilo musical mais variante, indo do metal ao hip hop e ao pop, mas ainda focado em gêneros de rock pesado; o visual e as ambiguidades de gênero são de importância central. Embora não muito significativa economicamente no mercado musical japonês, tornou-se um dos primeiros gêneros musicais japoneses a escalar seu sucesso para fora do país e da Ásia.[11]

O primeiro show internacional de um artista visual kei registrado foi realizado em Taiwan, pelo Luna Sea em 1999. Em seguida, Kagrra, Kagerou, entre outros, também iniciaram seus movimentos internacionais, porém concentrados na região da Ásia.[96] Foi em 2002, cerca de um ano depois que o visual kei começou a crescer nos Estados Unidos, que aconteceu a primeira apresentação fora do continente asiático, com DuelJewel se apresentando na convenção A-Kon no Texas e fazendo uma turnê americana no ano seguinte.[46][97] Já em 2004, o visual kei estreou na Europa e várias bandas se apresentaram no continente naquele ano, como a pioneira Blood.[96] Até o ano seguinte, Mucc, Moi dix Mois e D'espairsRay haviam tocado no Wacken Open Air.[98] Nestes primeiros cinco anos, o Dir en grey foi especialmente notável por ter sido bem recebido em vários países,[26][96][97][22] e "Saku" chegou a ser eleito videoclipe número 1 de 2006 no programa Headbanger's Ball da MTV.[99]

Artistas proeminentes da segunda geração, que fazem sucesso no Japão e no exterior, incluem The Gazette,[27] Nightmare, considerados "os dois gigantes" da segunda geração,[84] Miyavi (que foi guitarrista do Dué le quartz),[78] SID, Alice Nine,[100] Mucc,[101] entre outros.[4] Enquanto isso, veteranos da cena também estabeleciam novos atos após o fim de seus originais; três membros do Pierrot formaram a banda Angelo e Kamijo do Lareine formou Versailles, este que foi roadie do Malice Mizer, cujo guitarrista fundou o Moi dix Mois, por exemplo.[4] A partir desta geração, surgiu o subgênero "oshare kei" (オサレ系?).[47]

Alice Nine no festival Jrock Revolution em 2007.

O evento Jrock Revolution foi produzido por Yoshiki e realizado em Los Angeles em 2007, contando com bandas como Alice Nine, Girugamesh e Merry.[102][103] Em 2009, o V-Rock Festival no Makuhari Messe, foi relatado como o "maior festival de música Visual Kei do mundo", reunindo mais de 50 artistas chamados de "visuais", incluindo alguns artistas ocidentais como Marilyn Manson.[104] Um segundo V-Rock Festival foi realizado em 2011 no Saitama Super Arena.[105][106]

2007-presente: Reuniões e terceira geração[editar | editar código-fonte]

Em 2007, o visual kei antigo começou a ser revivido quando Luna Sea realizou uma performance única e X Japan e D'erlanger se reuniram oficialmente.[107] Dead End se reuniu em 2009[54] e no ano seguinte, Kiyoharu anunciou as reformas de Kuroyume e Sads[108] e Luna Sea recomeçou oficialmente.[90] Algumas bandas optaram somente por reuniões ocasionais: La'cryma Christi fez uma turnê de aniversário em 2010[109] e Pierrot se reuniu para dois shows em 2014 antes de se apresentar com o Dir en grey em 2017.[82]

Como epílogo de seu 25º aniversário, Luna Sea organizou o festival Lunatic Fest em 27 e 28 de junho de 2015, com uma estimativa de 60.000 fãs presentes.[110] Realizado no Makuhari Messe, contou com três palcos e 12 artistas,[111] a maioria artistas visual kei, incluindo X Japan, Dead End, Dir en grey, Siam Shade e Tokyo Yankees na primeira noite,[112][113][114] e Aion, Buck-Tick, D'erlanger, Glay e Mucc na segunda.[115] Em 2016, um festival de três dias intitulado Visual Japan Summit foi realizado em Makuhari Messe entre 14 e 16 de outubro de 2016.[116][117] Um documentário sobre o X Japan, intitulado We Are X e produzido por Stephen Kijak foi lançado em 23 de janeiro.[118] Luna Sea sediou outro Lunatic Fest em 2018, no Makuhari Messe nos dias 23 e 24 de junho.[119]

Em 2021, a jornalista visual kei Chiaki Fujitani notou como os novos atos estavam combinando visual kei com outros elementos para criar originalidade. Ela citou o vocalista fisiculturista do Nocturnal Bloodlust, Hiro, por desafiar a habitual aparência delicada dos músicos, 0.1g no Gosan por fazer jogos com os fãs como fazem os ídolos underground e o ex-baterista do D'espairsRay, Tsukasa Mogamigawa, por ser o primeiro cantor de visual kei enka.[120] Também nesse ano, o portal de notícias Real Sound considerou que Dezert e Arlequin tem potencial para serem "os dois gigantes" da terceira geração.[84]

Subgêneros[editar | editar código-fonte]

A maioria dos subgêneros começou a surgir no auge do movimento nos anos 90.[47] É incomum, mas não impossível, ver as próprias bandas se encaixando em subgêneros, geralmente eles são criados após uma forma de expressão comum surgir e então são categorizadas pela mídia e fãs.[121] Sendo assim, ao longo do tempo dezenas de subgêneros foram criados e discutidos, então a definição deles e as bandas que se encaixam é algo relativo, além dos grupos poderem se encaixar em mais de um.[19]

Nagoya kei

Na região de Nagoya e da prefeitura de Aichi, bandas independentes que davam mais ênfase a música e possuíam um estilo mais sombrio, pesado e gótico do que as bandas visual kei comuns, começaram a surgir no início dos anos 1990. Ainda que algumas tenham ido a Tóquio para expandir suas carreiras musicais, devido as raízes formadas nessa região surgiu o Nagoya Kei (名古屋系?), o mais importante dos subgêneros de visual kei.[122] O Nagoya Kei é inspirado principalmente pelo rock gótico, death metal e post-punk. Arranjos complexos de guitarra complexos e sons pesados de baixo frequentemente fazem parte da suas músicas, que incluem letras soturnas. Os músicos costumam dar mais ênfase a música do que ao visual, ainda que suas apresentações teatrais chamem atenção por serem grotescas e melancólicas, com a presença de cruzes, caixões, bandagens, etc.[122][123][124] Uma de suas obras mais importantes é Nakigara O..., que influenciou o visual kei como um todo.[125] Outros trabalhos notáveis incluem "Taiyō no Toriko" de Fanatic Crisis[124] e o álbum auto-intitulado Rouage.[126]

Silver~Rose (formado em 1989) e Kuroyume (formado em 1991) são considerados vanguardistas do gênero e descritos como "os dois grandes de Nagoya" da época. O objetivo de Kuroyume era ser contra o mainstream.[125] Com Laputa (formado em 1993),[127] os três são creditados como "criadores do estilo Nagoya kei inicial".[68] Rouage, Fanatic Crisis e Merry Go Round também contribuíram significativamente para a propagação da vertente. Após o fim do Silver~Rose e mudança de estilo do Kuroyume, Laputa e Rouage foram considerados "os dois gigantes de Nagoya" subsequentes, que ajudaram o subgênero a crescer ao lado do auge do visual kei nos anos 90.[124][123] É dito que a segunda geração começou a surgir no meio dos anos 90, mais especificamente entre 1996 e 1997, com bandas como Lamiel e Kein. Quando as duas se separaram em 2000, alguns de seus membros formaram o Deadman.[126][124]

Eventualmente, muitas bandas clássicas de Nagoya moveram em direção a sons distintos. Keito Ozaki do Real Sound listou que Kuroyume se tornou punk rock, Laputa incorporou o som digital, Fanatic Crisis foi ao pop e Merry Go Round se tornou ainda mais "maníaco, eroguro e underground".[123] Portanto, alguns consideram que o verdadeiro Nagoya kei desapareceu junto com o declínio do visual kei nos anos 2000.[124] Caso contrário, é relatado que a terceira geração começou em 2003 e segue até hoje. Lynch é descrita como uma das mais populares da terceira geração, porém seu vocalista Hazuki não a considera uma banda de Nagoya kei.[128] Arlequin (formada em 2013) se auto-intitula "próxima geração do Nagoya Kei", apesar de não ter muito em comum com a cena clássica além da temática melancólica.[123]

Os grupos desta região tinham uma proximidade notável entre si.[22][122] Músicos eram influenciados uns pelos outros e iam de uma banda a outra. Após o fim do Silver~Rose, Kaiki e Rika entraram no Rouage[124] e Kouichi no Laputa, após o guitarrista anterior do Laputa entrar pro Merry Go Round.[129] Reo do Lynch, que fez parte das bandas Kein, Lustair e Gullet, contou ao JaME World: "Nagoya tem uma população menor do que Tóquio ou Osaka, então a cena musical é realmente condensada. Como estamos ativos em Nagoya, conhecemos quase todas as bandas e o alcance de nossas atividades é pequeno, por isso temos relações mais fortes com seniores, júniores e colegas do que os outros."[128] A casa de shows Nagoya Music Farm é chamada de "terra sagrada do Nagoya kei", pois muitas bandas do estilo tocam lá frequentemente.[124]

Kote kei

Kote kei (コテ系?) ou kotevi kei é o estilo com a aparência mais elaborada e chamativa. É considerado o subgênero do visual kei clássico e oldschool.[130][131][132] Nele, além das bandas clássicas de visual kei, há exemplos como Phantasmagoria[133] e Madeth Gray'll.[126]

Dentro do kote há uma polarização de estilos: o branco "shiro kei" (白系? lit. "estilo branco") e o preto "kuro kei" (黒系? lit. "estilo preto"). Por exemplo, Luna Sea e L'Arc~en~Ciel foram descritos como o "branco" e Kuroyume como o "preto"; enquanto os primeiros anos do Kuroyume foram marcados pela sonoridade pesada, agressiva e visuais sombrios, Luna Sea e L'Arc~en~Ciel combinavam um visual mais sofisticado e suave com o post-punk e o melódico.[134][135][22]

Oshare kei

No "oshare kei" (お洒落系?) ou "osare kei" (オサレ系? lit. "estilo fashion"), os músicos comumente tocam pop rock e pop punk, as vezes até hard rock, com temática alegre, fofa e otimista. As vestimentas e acessórios se apresentam mais brilhantes, coloridas e vibrantes do que o visual kei original já faz.[47][78] Emergido no meio de bandas independentes da segunda geração, Baroque é considerada a pioneira do gênero, seguida por Kra, Charlotte e An Cafe. Estes dois últimos se tornaram notavelmente populares no exterior. Outras bandas famosas são LM.C (formada por Aiji do Pierrot), SuG e Megamasso.[136]

Angura kei
O conceito de Kagrra, era ser uma banda que junta aspectos do Japão clássico com o rock.[137]

"Angura kei" (黒服系? lit. "estilo underground") ou algumas vezes "Wafuu kei" (和風系? lit. "estilo japonês") é o subgênero onde as bandas se inspiram na cultura tradicional japonesa. Vestimentas como kimono, instrumentos como taiko e temas do folclore tradicionais do Japão são incorporados em abundância, em conjunto com as características do visual kei: a maquiagem e a extravagância.[138] O movimento Angura não se limita apenas ao visual kei e existe desde os anos 1960 nos teatros japoneses. Ele é contrário a invasão cultural americana e ocidentalização do Japão que começou após a Segunda Guerra Mundial. Algumas bandas exemplares são Kiryu, Inugami Circus-Dan, Kagrra, e ZigZag.[121]

Eroguro kei

Ero guro é uma forma de arte e expressão japonesa definida por algo que é erótico (ero) e grotesco (guro) ao mesmo tempo, abordando temas como violência, perversão sexual e decadência.[22] Bandas que são consensualmente incluídas no gênero são a precursora cali≠gari, Merry e The Gallo.[139][121]

Soft kei

"Soft kei" (ソフビ系 sofubi kei?, lit. "estilo suave") é caracterizado por ser mais leve, com roupas mais casuais e com maquiagem suave. Em meados de 1994, o fenômeno otokonoko estava se tornando popular no Japão e ao mesmo tempo artistas visual kei famosos, como Kuroyume e Luna Sea, estavam trocando a aparência extravagante por um estilo mais casual. Sophia se inspirou em Kuroyume e foi considerada a banda pioneira de soft kei, enquanto outras bandas exemplares de são Siam Shade, Janne Da Arc e Glay.[22][39]

Kurofuku kei

"Kurofuku kei" (黒服系? lit. "estilo de roupas pretas") é dado a bandas que focam em vestimentas e maquiagem na cor preta.[22] O Luna Sea vem realizando shows tematizados de "Kurofuku Gentei Gig" onde o código de vestimenta para todos é roupas pretas.[140]

Outros

Entre outros subgêneros designados estão Koteosa (junção entre oshare e kote), Iryou kei (estilo médico, com bandagens e sangue. Ex.: La'Mule),[22] Tanbi kei (temas da nobreza europeia. Ex.: Malice Mizer),[141] e Ouji kei (estilo príncipe ou menininho. Ex.: Plastic Tree).[47]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Algumas pessoas veem o termo 'visual kei' de forma preconceituosa, pensando que o movimento é apenas pela "ostentação" do visual e não pela qualidade da música, além de estar copiando a música estrangeira, como ressaltado por Hakuei e Tetsushi Ichikawa.[142][143] Por isso, certas bandas tentam se rebelar contra essa opinião ou não serem classificadas assim. Alguns exemplos são quando o L'Arc~en~Ciel cancelou uma apresentação no programa Pop Jam por ser rotulado como visual kei,[144][29] quando Ryo do Girugamesh comentou, "temos sido categorizados como uma banda de visual kei até então, mas queremos sair deste molde e pequeno gênero e sermos reconhecidos como uma banda internacional"[145] e quando Dir en grey chegou a se distanciar parando totalmente de usar maquiagem, na época em que iniciaram sua promoção no ocidente. No entanto, o grupo voltou atrás em meados dos anos 2010.[146]

A estética e temática usadas pelas bandas, muitas vezes com intuito de chocar e ser diferente, causa controvérsias desde o início do movimento até hoje. Por exemplo, uma parte da canção "Rakuen" de Buck-Tick teve de ser removida por usar trechos do Alcorão[147] e em 1999, o videoclipe de "Zan", do Dir en grey, tocou no programa de televisão Music Station e a emissora recebeu várias reclamações da audiência chocada com o conteúdo violento do clipe.[148][149]

Opiniões divergem á respeito de o visual kei ser um gênero exclusivamente japonês/asiático ou não.[150] Críticos a expansão ocidental consideram que o movimento possui aspectos únicos da cultura do Japão, e alguns também dizem que os traços físicos dos japoneses favorecem o visual andrógino.[151][152][150] Por outro lado, há exemplos como quando a revista Cure sediou o World Visual Festival em 2016 onde também participaram bandas visuais de fora da Ásia[153] e o sucesso do cantor sueco Yohio, que se baseia fortemente na cultura japonesa e no visual kei.[154]

Existem muitas críticas direcionadas às bandas de visual kei atuais, por terem perdido o espírito das bandas passadas, copiando umas às outras em design e som se tornando semelhantes demais.[47] Em 1998, Neil Strauss relatou que para as bandas de visual kei "após o X, a maquiagem e a aparência ultrajante se tornaram "mais importantes que a música".[1] Em 2018, Seiichi Hoshiko disse estar preocupado com o efeito dessa tendência no futuro do movimento.[55] Bunny Bissoux, da revista Time Out Tokyo disse que que o movimento "hoje é basicamente um paralelo do sistema de ídolos J-pop" e "que originalmente se orgulhava de ser diferente, agora atrai aqueles que querem apenas 'parecer' visual kei. A inovação genuína (na música, pelo menos) parece estar morrendo" todavia, concluiu: "mas os fãs continuam gritando, e é isso que importa, não é mesmo?".[19] Artistas como Kirito (Pierrot, Angelo),[8] Sugizo,[155] Toshiya,[14] Kenzi (Kamaitachi, The Dead Pop Stars, Anti Feminism) e Tommy (Color, fundador da Free-Will)[156] também expressaram seu descontentamento quanto a isso.

Popularidade[editar | editar código-fonte]

Cosplayers de Sugizo, guitarrista do Luna Sea, reunidos em Harajuku em 2008.

O visual kei iniciou sua popularidade nacional entre projetos underground com influências de fenômenos ocidentais, como glam, gótico e cyberpunk, chegando até o sucesso mainstream mais tarde.[2][157] Revistas publicadas regularmente no Japão cobrindo a subcultura visual kei são, ou foram, Arena 37° C, Vicious, Cure, Fool's Mate, Shoxx, Shock Wave, Rock and Read, club Zy. (administrada por Hakuei, do Penicillin[158]) entre outras.

A região de Harajuku é conhecida internacionalmente como um centro de moda e cultura jovem japonesa[159] e a ponte Jingūbashi tornou-se um dos marcos populares da localidade. Fãs de visual kei e outras subculturas japonesas como ganguro e lolita, cosplayers (inclusive cosplayers de músicos visual kei) e turistas se reúnem na ponte desde a década de 1960.[160][161][162][163] Porém, tornou-se um pouco menos popular na segunda década do século 21.[164]

A popularidade e conhecimento fora do Japão de grupos visual kei e j-rock aumentaram no início dos anos 2000, principalmente por meio da internet e animes.[165] Porém, antes dela ser o suficiente para a abertura de lojas estrangeiras dedicadas e quando ainda não haviam serviços de streaming disponíveis, muitos fãs obtinham acesso as obras por meio de download ilegal, devido a inacessibilidade destes produtos fora do Japão.[166][167] A fama nos países estrangeiros foi mostrada, por exemplo, pela fundação das gravadoras europeias Gan-Shin[168] e CLJ Records[169] e a abertura de portais ocidentais na internet, como JaME World[170] e JRock News.[171] Destes adeptos a subcultura ocidentais surgiram bandas como Cinema Bizarre, abertamente fãs do estilo,[150] porém eles se consideram glam rock e hesitam em se encaixar no visual kei porque não são etnicamente japoneses.[172] Dentro da Ásia, atos como Traxx, Eve, Madmans Esprit[173] (Coreia do Sul) e Silver Ash (China) também surgiram.[150] Apesar do sucesso de artistas como Marilyn Manson e Tokio Hotel, Megan Pfeifle disse que o visual andrógino dos músicos japoneses costuma ter um efeito repulsivo nos ocidentais, sendo um dos limitadadores de seu sucesso no exterior.[150][174]

As maiores comunidades de fãs internacionais são encontradas nos Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Polônia, Rússia, França e, em certa medida, Finlândia, Chile, México e Suécia.[172][175]

Popularidade lusófona[editar | editar código-fonte]

Dir en Grey (Toshiya e Kyo) no Maquinária Festival em São Paulo, 2009.

Assim como em âmbito internacional, o visual kei também se propagou nos países lusófonos no começo dos anos 2000 por meio da internet e animes.[176] Sendo o Brasil um dos países com o maior número de fãs de visual kei, também é o único país lusófono a receber concertos de artistas visual kei até o momento.

O primeiro show de visual kei anunciando no Brasil foi a apresentação em conjunto das bandas Charlotte e Hime Ichigo, em um evento chamado J-Rock Rio, previsto para acontecer no Rio de Janeiro no dia 5 de agosto de 2007.[177] Porém, o festival foi cancelado por conta de sérios problemas de organização.[178] Algumas semanas depois, a empresa Yamato anunciou uma parceria com o portal JaME Brasil para trazer Charlotte a São Paulo e ao Rio de Janeiro, nos dias 10 e 11 de novembro, respectivamente. Com a concretização destes shows, Charlotte se tornou a primeira banda de visual kei a fazer um show no Brasil e em um país lusófono.[179] Em maio de 2008, Miyavi se tornou o segundo a realizar este feito, quando se apresentou em São Paulo no dia 24 de maio no festival Bunka Matsuri.[180][181] Ele também foi o primeiro a lançar um disco no Brasil oficialmente[182] e tocou no país mais cinco vezes, a última em 2020.[183]

Os outros artistas que já se apresentaram no Brasil são the GazettE, X Japan, ToshI, Versailles, Dir en grey, Kamijo, Deathgaze, Vamps, LM.C, Kaya, D, An Cafe e Kagrra,.[177]Moi dix Mois,[184] Mucc,[185] Plastic Tree[186] e DIMLIM[187] chegaram a confirmar concertos no país, porém foram cancelados por diversas razões. The Gazette e Dir en grey são consideradas as bandas visual kei mais famosas no Brasil.[188][22]

Diversas bandas brasileiras fortemente influenciadas pelo visual kei também surgiram ao longo desta expansão pelo país. Entre elas há Sh.U.Ra, [189] [190] Dreizehn XIII,[191] Allumina, Personna, Marsara,[176] Izanagui, [192] e Surge ~outofdesperation, que lançou um álbum de estúdio em um selo japonês (Colormark Music Japan).[193][194] O documentário mineiro J-Fora Kei, pioneiro sobre o assunto no país, descreve o cenário e as vivências de algumas bandas brasileiras inspiradas no visual kei. Ele estreou no Festival de Cinema Primeiro Plano de 2017 e participou em 2019 do Festival de Documentários de São Petersburgo.[195][196]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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