Paulo Abi-Ackel

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Paulo Abi-Ackel
O deputado Abi-Ackel discursa no Congresso
Deputado Federal por Minas Gerais
Período 1º de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2011
Período 1º de fevereiro de 2011
até 31 de janeiro de 2015
Período 1º de fevereiro de 2015
até atualmente
Dados pessoais
Nome completo Paulo Abi-Ackel
Nascimento 21 de junho de 1963 (56 anos)
Belo Horizonte, MG
Nacionalidade brasileiro
Partido PSDB
Profissão advogado , político

Paulo Abi-Ackel (Belo Horizonte, 21 de junho de 1963) é advogado e político brasileiro, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). É filho de Ibrahim Abi-Ackel, ex-ministro da Justiça e ex-deputado federal.

Advogado, formado pela faculdade Milton Campos, em Belo Horizonte, Paulo Abi-Ackel exerceu a profissão por 20 anos consecutivos. O interesse pela política começou na década de 90, quando acompanhou a participação de seu pai, Ibrahim Abi-Ackel no Congresso Nacional.

Em 2006, foi eleito deputado federal por MG, se reelegendo em 2010[1] e em 2014[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Paulo Abi-Ackel

Na juventude, Paulo Abi-Ackel teve a oportunidade de presenciar a atuação de seu pai, Ibrahim Abi-Ackel como ministro da Justiça do presidente João Figueiredo. Juntou-se a Juventude do PDS, o partido de sustentação ao Governo. Porém, com posicionamento divergente da direção do partido, favorável às eleições indiretas. Filiou ao PDS em 1986.[carece de fontes?]

Carreira Política[editar | editar código-fonte]

Em 2006, deixou a cadeira de Juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais , candidatando-se pelo PSDB a deputado federal.

Seis meses depois de assumir o mandato (em junho de 2007) foi escolhido como primeiro vice-líder da Minoria (liderança da oposição) na Câmara dos Deputados, sendo responsável pelo encaminhamento das matérias e orientação das bancadas de oposição no Plenário da Casa. [carece de fontes?]

Em julho de 2007, após o trágico falecimento do líder da Minoria, Deputado Júlio Redecker, em um desastre aéreo, Paulo Abi-Ackel exerceu interinamente essa posição no Congresso. Em 2008,foi designado vice-líder do PSDB e em janeiro de 2009 assumiu a presidência do partido em Minas Gerais. [carece de fontes?]

Durante o período de 2007/2011, no Congresso Nacional, participou dos debates e votações em comissões importantes, como a de Minas e Energia e Defesa do Consumidor. Ocupou a vice-presidência da CPI que tratou das Escutas Telefônicas Clandestinas e foi autor de vários projetos de lei em tramitação na Casa, com destaque para o projeto que modifica o Código Brasileiro de Aeronáutica, com o objetivo de impor novos limites de indenização e dispor sobre assistência a vítimas de acidentes aeronáuticos e a seus familiares. [carece de fontes?]

Em 2010, foi reeleito deputado federal pelo PSDB. Exerceu a 1º vice-presidência do partido no Estado e no início de seu novo mandato, em 2011, foi indicado para o cargo de Liderança da Minoria na Câmara dos Deputados.[carece de fontes?]

Foi reeleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019), pelo PSDB. Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[3] Já no Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[3] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[3] [4] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[3][5]

Condecorações[editar | editar código-fonte]

Medalha da Inconfidência em Ouro Preto-MG
  • Título de Cidadania Honorária de diversos Municípios do Estado de Minas Gerais, todos pelos relevantes serviços prestados em prol do Estado de Minas Gerais.[6]

Referências

  1. SP, Do G1 (4 de outubro de 2010). «Veja a lista com todos os deputados federais eleitos no país». Eleições 2010. Consultado em 6 de maio de 2019 
  2. G1, Do; Brasília, em (6 de outubro de 2014). «Veja os deputados federais eleitos por estado e como ficam as bancadas». Eleições 2014. Consultado em 6 de maio de 2019 
  3. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  4. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  5. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  6. [1]| Biografia Deputado Paulo Abi-Ackel

Ligações externas[editar | editar código-fonte]