Weliton Prado

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Weliton Prado
Deputado federal de Minas Gerais
Período 1º de fevereiro de 2011
até atualidade
Dados pessoais
Nascimento 24 de agosto de 1975 (42 anos)
Uberlândia, MG
Partido PT (1999-2015)
PMB (2015-2017)
PROS (desde 2017)
Profissão Repórter fotográfico
linkWP:PPO#Brasil

Weliton Fernandes Prado (Uberlândia, 24 de agosto de 1975) é repórter fotográfico e político brasileiro. Atualmente é deputado federal por Minas Gerais. Iniciou sua trajetória na política como líder do movimento estudantil.

Faz parte do bloco independente da Câmara dos Deputados.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Weliton Prado assinou compromisso registrado em cartório desde que saiu pela primeira vez candidato a deputado federal de não votar a favor de projetos que retiram ou são contrários aos direitos conquistados pelos trabalhadores, aposentados e servidores públicos; de não votar pela criação ou aumento de impostos para a população mais pobre[1].

Foi vereador em 2000, com votação em Uberlândia. Em 2002, foi eleito o deputado estadual do PT. Foi reeleito em 2006. Concorreu a prefeito em 2008 às eleições municipais ocorridas no Município de Uberlândia, onde com 107.000 votos foi derrotado. Em outubro de 2010 foi candidato a deputado federal e obteve 234.397 votos, sendo o terceiro deputado federal mais votado em Minas Gerais[2]. Foi eleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019).

Tornou-se membro da Comissão de Defesa do Consumidor [3] e da Comissão Mista de Orçamento da Câmara dos Deputados[4]. Foi relator do Orçamento da União em 2014.[5]

Assumiu o segundo mandato de deputado federal em 2015, tendo sido o sexto mais votado de Minas Gerais com mais de 186 mil votos[6]. Cumpre seu papel na Câmara dos Deputados, sendo um dos poucos de Minas Gerais que tem 100% de presença em Plenário[7].

Vinha destoando de algumas posições do PT na Câmara Federal, tais como quando foi o único deputado petista que registrou voto contrário à medida provisória que restringe o acesso ao seguro-desemprego;[8] em 30 de junho de 2015 foi o único deputado federal do PT, que votou a favor da redução da maioridade penal (inclusive em oposição ao posicionamento dos movimentos estudantis, da qual emergiu).[9]

Em 2015, foi o único parlamentar do seu partido na época, a votar contra as Medidas Provisórias de ajustes fiscais 664 e 665[10].

Em novembro de 2015, anunciou sua saída do PT[11] e ingressou no Partido da Mulher Brasileira (PMB). [12] Em 2017 ingressou no Partido Republicano da Ordem Social (PROS)[13].

Tornou-se um ferrenho crítico aos pedidos de aumento de tarifas feitos pela estatal mineira Cemig à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)[14].

Defendeu, em 2016, a realização de novas eleições diretas[15] e de uma Constituinte Exclusiva para a Reforma Política como forma de pacificar o país[16] .

Em 17 de abril de 2016, votou a favor da abertura do processo de impeachment da presidente, Dilma Rousseff.[17] Foi contrário à PEC do Teto dos Gastos Públicos[18][17] e, em abril de 2017, votou contra a Reforma Trabalhista.[17] [19] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então Presidente Michel Temer[20] [17] [21]

Referências

  1. «Após ação de deputado federal pelo PT, Weliton Prado vai para o PMB». G1. 20 de novembro de 2015. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  2. «Veja ranking dos maiores 'puxadores de votos'». Jornal Estadão. 4 de outubro de 2010. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  3. «Comissão da Câmara aprova projeto que proíbe franquia na banda larga fixa». Tecnoblog. 15 de junho de 2017. Consultado em 10 de junho de 2018. 
  4. «Weliton Prado é indicado do PROS para Comissão Mista de Orçamento». PROS Nacional. 13 de março de 2018. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  5. «Deputado Weliton Prado deve ser o relator do orçamento da União». JM Online. 8 de março de 2013. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  6. «Confira os 3 deputados federais e 5 estaduais eleitos por Uberlândia». Rede Vitoriosa. 5 de outubro de 2014. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  7. «Só cinco deputados mineiros estiveram em todas as sessões». O Tempo. 30 de dezembro de 2017. Consultado em 10 de junho de 2018. 
  8. Único petista que votou contra MP critica 'ajuste só para trabalhador' - Portal G1
  9. Câmara rejeita redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes hediondos - O Globo
  10. «Deputado que votou contra orientação do partido diz estar de consciência tranquila». Estadão. 7 de maio de 2015. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  11. «Weliton Prado deixou o PT». Jornal Correio de Uberlândia. 19 de novembro de 2018. Consultado em 18 de junho de 2018. 
  12. Os sete homens do Partido da Mulher Brasileira - Época
  13. «Último deputado a deixar o Partido da Mulher Brasileira explica o motivo da saída». Portal R7. 7 de setembro de 2017. Consultado em 10 de junho de 2018. 
  14. «Redução nas tarifas da Cemig será de 6,03% para os consumidores residenciais». Jornal Pontal Em Foco. 23 de maio de 2017. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  15. «Último partido a falar, PMB defende eleições e compara Temer a 'vampiro'». Portal G1. 16 de abril de 2016. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  16. «Deputado Weliton Prado votou contra Temer e a favor das investigações». Jornal Pontal em Foco. 30 de outubro de 2017. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  17. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017. 
  18. «Veja como votaram os deputados mineiros na sessão que aprovou a PEC do teto». Jornal Hoje Em Dia. 11 de outubro de 2016. Consultado em 18 de junho de 2018. 
  19. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017. 
  20. «Deputado Weliton Prado votou contra Temer e a favor das investigações». Jornal Pontal Em Foco. 31 de outubro de 2017. Consultado em 16 de junho de 2018. 
  21. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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