Ricardo Tripoli

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José Ricardo Alvarenga Tripoli (São Paulo, 17 de abril de 1952) é um advogado, ambientalista e político brasileiro. É irmão do atual deputado estadual Roberto Tripoli e do vereador Reginaldo Tripoli.

Foi eleito vereador em 1982, e 4 vezes deputado estadual. Presidiu a Assembléia Legislativa em 1995, e em 1999 foi o secretário estadual do Meio Ambiente durante o governo Mário Covas.

Defendendo plataforma ambientalista e de defesa dos direitos animais, foi eleito deputado federal pelo PSDB em 2006 tendo sido reeleito em 2010. Em 2014, foi reeleito com 233.806 votos, tendo sido o deputado tucano mais votado na cidade de São Paulo com mais de 170 mil votos[1].

Em seu primeiro mandato, foi o presidente da Comissão Mista Especial de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional e o vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Entre seus principais projetos na área, destacaram-se a Política Estadual do Meio Ambiente, o Projeto São Paulo Pomar e o Código Estadual de Proteção aos Animais (Lei 11.977), conhecido como Lei Tripoli de Proteção Animal. No atual mandato é titular nas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Grupo de Trabalho - Código Florestal.

Foi eleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019).

Em 08 de janeiro de 2016, Ricardo Tripoli anunciou sua pré-candidatura a prefeito de São Paulo, com apoio de Bruno Covas e José Aníbal. Seus concorrentes nas prévias tucanas foram o empresário João Doria Jr., com apoio do então Governador Geraldo Alckmin, e o vereador Andrea Matarazzo[2], que contava com aval do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do Senador José Serra. Tripoli ficou em terceiro lugar, sendo o segundo turno disputado entre Doria e Matarazzo.[3]

Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[4] Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[4] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[4] [5] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.[4][6]

Referências

  1. Apuração das eleições 2014 em São Paulo. Disponível em: http://placar.eleicoes.uol.com.br/2014/1turno/sp/apuracao-no-estado/#/71072-SP. Acesso em 24 de janeiro de 2016.
  2. Folha de SP. Tripoli disputará prévias do PSDB com Andrea Matarazzo e João Doria. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/01/1727355-tripoli-disputara-previas-do-psdb-com-andrea-matarazzo-e-joao-doria.shtml.
  3. «Prévia tucana terá segundo turno entre Doria e Matarazzo - Política - Estadão». Estadão. Consultado em 1 de março de 2016 
  4. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  5. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  6. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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