Benedito de Lira

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Benedito de Lira
Senador por Alagoas
Período 1º de fevereiro de 2011
até a atualidade
Deputado Federal por Alagoas
Período 1º de fevereiro de 1995
até 31 de janeiro de 1999
1º de fevereiro de 2003
até 31 de janeiro de 2011
Deputado Estadual de Alagoas
Período 1 de janeiro de 1983
até 1 de janeiro de 1995
Vereador de Maceió
Período 1 de janeiro de 1973
até 1 de janeiro de 1983
Dados pessoais
Nascimento 1 de maio de 1942 (75 anos)
Junqueiro, Alagoas
Alma mater Universidade Federal de Alagoas
Partido ARENA (1965-1979)
PDS (1980-1985)
PFL (1985-2002)
PTB (2002-2003)
PP (2003-atualmente)
Profissão Advogado

Benedito de Lira (Junqueiro, 1 de maio de 1942) é um político brasileiro de Alagoas filiado ao Partido Progressista e atual Senador pelo seu estado desde 2011.[1] Foi reeleito presidente da legenda do partido para o biênio 2013/2015 na convenção de 30 de agosto em Maceió.[2]

É pai do Deputado Federal Arthur Lira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

É formado em Direito pela Universidade Federal de Alagoas. Começou sua carreira política como como vereador em sua cidade natal entre 1966 a 1970, e depois foi vereador em Maceió por dois mandatos consecutivos, entre 1972 a 1976 e entre 1977 a 1982. Foi deputado estadual por três mandatos consecutivos de 1983 a 1986, reeleito em 1986 a 1990 e novamente reeleito em 1990 a 1994.[3]

Em 2002, foi eleito deputado federal pelo PTB e reeleito em 2006 pelo PP.[3]

Em 2010, foi eleito senador com 904.345 votos válidos, representando 35,94%.[4]

Suspeitas de corrupção[editar | editar código-fonte]

Máfias das ambulâncias[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Máfia das ambulâncias

Benedito de Lira foi um dos envolvidos no escândalo das ambulâncias superfaturadas também conhecido como sanguessugas.[5]

Corrupção na Petrobras[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Petrolão

Benedito de Lira, e seu filho Arthur Lira, investigados pela Polícia Federal no esquema de corrupção da estatal Petrobras. A PF pontou indícios de corrupção passiva após a conclusão dos inquéritos abertos para apurar a participação de Benedito e Arthur Lira. De acordo com o texto do relatório, Arthur Lira e Benedito de Lira "se beneficiaram com o recebimento de quantias periódicas indevidas, oriundas do pagamento de propinas por por empresas que tinham contratos com a Petrobras, em razão do controle pelo Partido Progressista (Brasil) (PP) da Diretoria de Abastecimento, ocupada por Paulo Roberto Costa, em troca de votar a favor de projetos de interesse do governo federal".[6]

Em fevereiro de 2016, teve seus bens bloqueados pelo Supremo Tribunal Federal, em decisão do ministro Teori Zavascki, no valor de R$1,6 milhão. O pedido do bloqueio foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que é responsável pela investigação contra Benedito, na Lava Jato.[7]

Referências

  1. Magro, Maíra (01 de setembro de 2015). «PF pede afastamento dos parlamentares Arthur Lira e Benedito de Lira». Valor Econômico. Consultado em 16 de setembro de 2015  Verifique data em: |data= (ajuda)
  2. «AL - Benedito de Lira é reeleito presidente do Partido Progressista». Partido Progressista. Consultado em 8 de maio de 2016 
  3. a b «Biu Benedito de Lira 11». Eleições 2014. Consultado em 8 de maio de 2016 
  4. «AL elege Benedito de Lira e Renan para o Senado». G1. 3 de outubro de 2010. Consultado em 8 de maio de 2016 
  5. «CPI dos Sanguessugas denuncia 72 parlamentares; veja lista». Folha de S.Paulo. 10 de agosto de 2006. Consultado em 21 de fevereiro de 2010 
  6. Camila Bomfim (1 de setembro de 2015). «PF aponta indícios de corrupção de Arthur e Benedito de Lira na Lava Jato». G1 Política. Consultado em 2 de dezembro de 2015 
  7. Mariana Oliveira (24 de fevereiro de 2016). «Teori determina sequestro de bens de Arthur e Benedito de Lira». G1. Consultado em 8 de maio de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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