Polícia Militar do Estado de São Paulo

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Polícia Militar do Estado de São Paulo
EscudoPMESP.png
Escudo oficial da PMESP.
País  Brasil
Estado  São Paulo
Corporação Polícia Militar
Subordinação Governo do Estado de São Paulo
Missão Segurança Pública
Denominação Polícia Militar
Sigla PMESP
Criação 1831 (189 anos)
Aniversários 15 de dezembro
Patrono Rafael Tobias de Aguiar
Marcha Canção da Polícia Militar
Lema Lealdade e Constância
Cor      Cinza Bandeirante
Comando
Comandante Cel PM Fernando Alencar Medeiros[1]
Subcomandante Cel PM Marcus Vinícius Valério
Sede
Sede do Comando São Paulo
Bairro Bom Retiro
Endereço Praça Coronel Fernando Prestes, 115
Internet policiamilitar.sp.gov.br
Mapa da área de atuação
Brazil State SaoPaulo.svg
Estado de São Paulo

A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) tem por função primordial a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública paulista. Para fins de organização é uma força auxiliar e reserva do Exército Brasileiro, assim como suas co-irmãs e integra o Sistema de Segurança Pública e Defesa Social brasileiro e está subordinada ao Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP).

Em 15 de dezembro de 1831, por lei da Assembleia Provincial, foi criado o Corpo de Guardas Municipais Permanentes, composto de cem praças a pé, e trinta praças a cavalo, em atendimento ao decreto Imperial baixado pelo Regente Feijó. Dentro da província (atual estado de São Paulo), a Polícia Militar, assim como o Corpo de Bombeiros, a Guarda Nacional, a Marinha e as tropas regulares do Exército, faziam parte da Força Pública de São Paulo. Seus integrantes são denominados militares estaduais (artigo 42 da CRFB), assim como os membros do Corpo de Bombeiros Militar de São Paulo (CB PMESP). Atualmente, em efetivo, é a maior polícia do Brasil e a terceira maior Instituição Militar da América Latina, contando com aproximadamente 100 000 policiais.[2]

No entanto, a PMESP é alvo de críticas, principalmente por conta de casos de abuso de autoridade, violência policial e corrupção. Um estudo divulgado em 2012 concluiu que a instituição matou quase nove vezes mais do que a polícia norte-americana. De 2006 a 2010, 2.262 pessoas foram mortas após supostos confrontos com PMs paulistas, enquanto que em todo o território dos Estados Unidos, no mesmo período, conforme dados do FBI, foram registrados 1.963 "homicídios justificados", o equivalente às resistências seguidas de morte registradas em São Paulo.[3][4] A Pesquisa Nacional de Vitimização, encomendada pelo Ministério da Justiça e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento ao Datafolha, mostrou que a PMESP: "Já a maior taxa de extorsão e pagamento de propina envolvendo membros dessa corporação foi registrada no Rio de Janeiro (7,0%). Em seguida, com índices acima 5%, aparecem Amapá e Pará (5,3% cada)."[5] [6] Segundo a revista virtual da Globo Extra, entretanto, a PMESP registra a segunda maior taxa de casos de extorsão policial no país, atrás apenas da PMRJ.[7]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Rafael Tobias de Aguiar, o patrono da PMESP.

Na França da Idade Média eram os militares que se encarregavam de toda a segurança, interna e externa, sem nenhuma divisão de função. Eram conhecidos como "marechais", os militares encarregados pelo rei de patrulhar e defender a população contra salteadores de estrada (ladrões), comuns na época. A força comandada pelos marechais era chamada de "marechausée", que poderia ser traduzida para atividade de marechal. Até o Iluminismo do século XVIII foi esse o quadro da segurança interna francesa. Com o advento da "Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão" em 1789, o artigo 12 desse documento previa a criação de uma força pública para garantir os direitos formulados na declaração.[8] A Marechausée foi então convertida em "Gendarmaria", do francês Gendarmerie, de Gens d'Armes, literalmente homens armados. As tropas de Napoleão, logo após a subida ao poder do famoso corso, se espalharam pela Europa, disseminando em todo o continente as conquistas gaulesas, não só as científicas e intelectuais, mas especialmente as sociais.[8] Portugal não ficou imune a essa lufada de inovações, tendo criado em 1801 a Guarda Real de Polícia no Porto e em Lisboa, evidentemente inspirada na Gendarmerie. A vinda da Família Real para o Brasil acabou por levar Dom João VI a criar, em 13 de maio de 1809, a Divisão Militar da Guarda Real de Polícia, ou simplesmente Guarda Real de Polícia, à exemplo daquela existente em Lisboa, tornando-se o embrião da polícia militar fluminense, a começar pela Corte, à época a cidade do Rio de Janeiro.[9]

A independência desorganizou a Guarda Real de Polícia, que era composta em sua maioria por portugueses, neste momento através da Regência Provisória, foi criada provisoriamente, em 14 de junho de 1831 o corpo de Guarda Municipal provisória, ficando a segurança da cidade sob sua competência. Com a Regência Trina estabelecida, em 10 de outubro de 1831, mediante lei foi então criada o Corpo de Guardas Municipais Permanentes da Corte, e autorizava que fosse feito o mesmo nas províncias. Era a inovação da antiga Guarda Real de Polícia, agora com integrantes brasileiros e não mais os portugueses que integravam a extinta Guarda Real de Polícia.[9]

Em São Paulo, a 15 de dezembro de 1831, por lei da Assembleia Provincial, proposta pelo Presidente da Província, Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, foi criado o Corpo de Guardas Municipais Permanentes, composto de cem praças a pé, e trinta praças a cavalo; eram os "cento e trinta de trinta e um". Estava fundada a Polícia Militar do Estado de São Paulo, em atendimento ao decreto Imperial baixado pelo Regente Feijó, que se tornou o patrono da corporação.[9] Dentro da Província e, futuramente do Estado de São Paulo, a Polícia Militar, assim como o Corpo de Bombeiros, a Guarda Nacional, a Marinha e Exército Fixo, faziam parte da Força Pública de São Paulo.[9]

Em 1871, cria-se o Inquérito Policial e separa-se a função judicante da policial, estabelecendo-se uma linha divisória entre justiça e polícia, cujas jurisdições vinham se confundido desde épocas remotas. Assim, o julgamento de crimes passou a ser atribuição apenas de juízes, enquanto aos Delegados e Chefes de Polícia coube o preparo dos processos de crimes.[10] Do início da república até 1896, as "forças militarizadas" de São Paulo eram compostas pela Brigada Policial (contando com o Corpo Policial Permanente e o Provisório) e pelo Corpo de Guardas Cívicos da Capital. Em 1897, é criado o Corpo de Guardas Cívicos do Interior (futuro Corpo Policial do Interior). Em 1901, as três forças seriam unificadas, constituindo formalmente Força Pública.[11][12]

Formação atual[editar | editar código-fonte]

Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) em São Paulo

Em 1926, é criada a Guarda Civil do Estado, como auxiliar da Força Pública, mas sem o caráter militar desta.[9] Às vésperas da Revolução de 1930, a Força Pública do Estado de São Paulo já era o segundo maior corpo armado da América Latina, somente superada pelo próprio Exército Brasileiro. Possuía desde infantaria até aeronáutica militar. No entanto, a oposição de São Paulo contra essa Revolução levou a cortes drásticos no poderio bélico da Força por parte do Governo Provisório de Getúlio Vargas, devido ao medo do presidente de uma possível reação paulista ao golpe dado contra o governo de Washington Luís. Com São Paulo ocupado pelo governo provisório, Vargas nomeava interventores militares de outros lugares do país para comandar o estado e a Força Pública, da qual retiravam destacamentos, armas e veículos. Com o descontentamento da população, Vargas - auxiliado por Góis Monteiro e Miguel Costa - chegou a forjar revoltas dentro da Força Pública para justificar os cortes. Mesmo com seu poderio drasticamente reduzido, a Força Pública, hoje Polícia Militar, foi, com seus 10 mil homens restantes, o cerne do exército revolucionário paulista durante os três meses de guerra civil do levante constitucionalista de 1932.[13][14][15]

Em 1970, a Força Pública se fundiria com Guarda Civil, originando a denominação atual de Polícia Militar.[9] Desde então, a PMESP é uma organização fardada e organizada militarmente. Fica subordinada ao Governador do Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública e do Comando Geral da Corporação. A PMESP tem a obrigação constitucional, assim como todas as outras PMs brasileiras, de prestar seus serviços dentro dos limites do rigoroso cumprimento do dever legal. A Polícia Militar do Estado de São Paulo, possui sua corregedoria, que dispõe de meios e ferramentas para coibir excessos de sua tropa. Ela tem poder para punir os infratores, e também deve inibir e desestimular atitudes anti-sociais. A PMESP apresenta anualmente as estatísticas de sua atuação, incluindo os desvios de seu pessoal e as punições sofridas pelos maus. O atual Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo é o Coronel PM Fernando Alencar Medeiros, nomeado pelo Governador do Estado, João Dória.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Coronel PM Nivaldo César Restivo.
Comandos e Operações Especiais da PMESP
Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) em Bauru
Soldados da Polícia Militar de São Paulo
Mulheres da PMESP
Alunos Oficiais em Operação
Cerimônia de formação de PMs na Academia de Polícia Militar do Barro Branco
Soldados da PMESP durante o desfile de 7 de setembro de 2014.

Para cuidar de um estado com mais de 41 milhões de habitantes e 645 municípios de características heterogêneas, a Polícia Militar do Estado de São Paulo tem que utilizar de diversas táticas e equipamentos para combater a violência no estado. O principal objetivo do policiamento ostensivo é a prevenção de crimes. Elas são executadas para consecução da segurança pública, tais como policiamento comunitário, radiopatrulhamento e todas as demais ações que são levadas a efeito pela Polícia Militar a fim de prevenir o cometimento de ilícitos penais ou de infrações administrativas sujeitas ao controle da Instituição.[carece de fontes?] Foram desenvolvidos programas específicos para a execução de suas atribuições. Entre os principais:

Grandes comandos[editar | editar código-fonte]

A PMESP é dividida em 23 grandes comandos, 9 dos quais estão sediados na capital do estado, São Paulo:

  • CPC - Comando de Policiamento da Capital. O CPC é subdividido em 08 Comandos de Policiamento de Área, distribuídos por regiões da capital (CPA/M-1, CPA/M-2, CPA/M-3, CPA/M-4, CPA/M-5, CPA/M-9, CPA/M-10 e CPA/M-11;
  • CPM - Comando de Policiamento Metropolitano. O CPM é subdividido em 04 Comandos de Policiamento de Área, distribuídos por regiões metropolitanas (CPA/M-6, CPA/M-7, CPA/M-8 e CPA/M-12).
Outros comandos
  • CPChq - Comando do Policiamento de Choque;
  • CPRv - Comando do Policiamento Rodoviário;
  • CPAmb - Comando do Policiamento Ambiental;
  • CCB - Comando do Corpo de Bombeiros.
  • CPTran - Comando do Policiamento de Trânsito.
  • CAvPM - Comando de Aviação da Polícia Militar "João Negrão" - ÁGUIA

O Grande Comando de Policiamento do Interior (CPI) tem 10 subdivisões, com as respectivas sedes distribuídas pelas principais cidades do interior do estado:

  • CPI-1 - São José dos Campos
  • CPI-2 - Campinas
  • CPI-3 - Ribeirão Preto
  • CPI-4 - Bauru
  • CPI-5 - São José do Rio Preto
  • CPI-6 - Santos
  • CPI-7 - Sorocaba
  • CPI-8 - Presidente Prudente
  • CPI-9 - Piracicaba
  • CPI-10 - Araçatuba
Batalhões

Batalhões da Polícia Militar do Estado de São Paulo

Programa de Policiamento Escolar

Realizado por meio da Ronda Escolar, é um programa de policiamento onde o objetivo é a proteção dos estabelecimentos de ensino, e de toda comunidade escolar.

PROERD (Programa Educacional de Resistência as Drogas e a Violência)
É a versão brasileira do programa norte americano Drug Abuse Resistence Education (D.A.R.E.), surgido em 1983. No Brasil foi implantado em 1992, hoje conta com 4 cursos 5.º e 6.º anos, série iniciais e Curso PROERD para Pais. É a ação conjunta, com os pais, os professores e a Polícia no combate as drogas e a violência.[carece de fontes?]
Programa de Policiamento Integrado

Sua principal característica é a presença de um policial militar em uma viatura que fica estacionada em lugares estratégicos, inserido em um sistema de policiamento ostensivo capaz de assegurar-lhe condições mínimas de segurança.[carece de fontes?]

Ele atua de forma básica e preventiva, e permanece nestes locais em determinados horários que permitam ser visto e ser encontrado facilmente pelo cidadão,

Força Tática

A Força Tática atua preferencialmente em regiões específicas que apresentam certas peculiaridades com especial atenção àquelas com mais elevados índices de criminalidade e ou violência, considerados especialmente os homicídios e roubos. Suas principais ações são: a prevenção setorizada, com intensificação ou saturação localizada de policiamento, repressão ao crime organizado ou em locais com alto índice de crimes violentos, ocorrências de vulto, eventos de importância, controle de tumultos de pequenas dimensões e ações para restauração da ordem pública que não justifiquem a mobilização do efetivo do Batalhão de Choque. Seu patrulhamento tático é motorizado - executado com viaturas do tipo caminhonete cabinada (SUV: Sport Utility Vehicles) e com reforço de armamento e equipamento diferenciado que lhe permite enfrentar situações de confronto de maior intensidade nas quais as equipes regulares de policiamento, devido ao seu equipamento menos especializado, estariam em condições muito desfavoráveis assim como permite que preste suporte às unidades regulares com maior capacidade.[carece de fontes?]

Policiamento Comunitário

Com o uso de Bases Comunitárias de Segurança, Posto Policial-Militar, Bases Comunitárias de Segurança Distrital, Base Operacional e Base Comunitária Móvel, o programa de policiamento comunitário, visa aproximar a população da PM.[carece de fontes?]

Ver artigo principal: Polícia comunitária
Programa Policiamento com Motocicletas no Estado de São Paulo

Programa de policiamento voltado à prevenção de ilícitos penais, principalmente nos grandes corredores de trânsito dos municípios mais populosos.[carece de fontes?]

Ver artigo principal: Rocam

Operações[editar | editar código-fonte]

Policiais militares na Avenida Paulista.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo está distribuída em alguns setores para facilitar a sua operação:

Corpo de Bombeiros[editar | editar código-fonte]

Criado em meados de 1880, a principal missão do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CB PMESP) é a preservação da vida, do meio ambiente e do patrimônio.

Polícia Militar Ambiental[editar | editar código-fonte]

Patrulha Rural em motocicletas

Foi criada com o objetivo de atuar nas áreas de predominância do Meio Ambiente, a o Comando da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo (CPAmb) tem sede na capital e seu objetivo é prevenir e reprimir as degradações perpetradas contra a flora, a fauna e os mananciais. Foi criada pelo governador Ademar Pereira de Barros em 1948 e hoje conta com quatro batalhões.

Comando de Policiamento Rodoviário[editar | editar código-fonte]

Atua nas rodovias paulistas. O Comando de Policiamento Rodoviário (CPRv) faz a fiscalização, policiamento e controle do trânsito. Foi criada, em 1948, pelo governador Ademar de Barros, formada inicialmente por 60 ex-combatentes da FEB, os pracinhas. Hoje conta com cinco batalhões.

Corregedoria[editar | editar código-fonte]

A DPM (Delegacia da Polícia Militar) foi criada em 1948, pelo Governador Ademar de Barros. A finalidade da Corregedoria da Polícia Militar é assegurar a disciplina e a apuração das infrações penais na Corporação, fornecendo amplos poderes ao Corregedor para a consecução do objetivo maior de oferecer à população um serviço de segurança de excelente qualidade. Ainda, são mantidas as investigações para a apuração de casos em que o policial militar é vítima.

Polícia Judiciária Militar (PJM)

Atividade exercida em todas Unidades da Polícia Militar do Estado de São Paulo, integrando o sistema de Justiça e Disciplina.

Responsável por investigar crimes militares praticados por Militares Estaduais de qualquer ente federativo, desde que cometidos em aérea jurisdicional, salvo investigações que forem avocadas pela Corregedoria.

Veículos[editar | editar código-fonte]

Entrega de viaturas no Palácio dos Bandeirantes.
Veículos blindados da PMESP.
Viaturas da Policia Rodoviária.
Viaturas da Patrulha Rural.
Novas viaturas entregues.
Caminhão Volkswagen da PMESP.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo conta com cerca de 17 mil viaturas.[16]

Comando de Aviação da Polícia Militar "João Negrão" - CAvPM[editar | editar código-fonte]

Águia 23 da PMESP.

A PMESP foi pioneira da aviação no Brasil. No dia 15 de agosto de 1984 estava oficialmente criado o antigo GRPAe João Negrão (Grupamento de Radiopatrulha Aérea) que após 2018 o seu nome foi alterado para CAvPM (Comando de Aviação da Polícia Militar) junto das Bases de Rádiopatrulha Aérea localizadas no interior que foram alteradas para Base de Aviação, ao todo, atualmente opera uma frota 30 aeronaves e 11 bases, sendo a maior unidade do gênero na América Latina, no Hemisfério Sul e uma das 15 maiores de todo o mundo¹. Maior, inclusive, do que muitos Esquadrões de Asas Rotativas da Força Aérea Brasileira.

Cinco das dez Base de Aviação no Estado de São Paulo, Santos/Guarujá Campinas e São José dos Campos são equipados com Grupo de Resgate e Atenção as Urgências e Emergências (GRAU), que é considerado a "tropa de elite" do Estado no Resgate de Emergências Médicas (REM).

(¹. Considerando números absolutos de tamanho de frota e quantidade de bases operacionais, sem levar em conta se a unidade é municipal, estadual ou federal.)

Asas Rotativas
Asas Fixas
Sede Grupamento de Radiopatrulha Aérea
  • CAvPM - Base de Aviação de São Paulo (CPC & CPM)
Bases Base de Aviação
  • Base de Aviação de São José dos Campos (CPI-1)
  • Base de Aviação de Campinas (CPI-2)
  • Base de Aviação de Ribeirão Preto (CPI-3)
  • Base de Aviação de Bauru (CPI-4)
  • Base de Aviação de São José do Rio Preto (CPI-5)
  • Base de Aviação de Santos na Praia Grande (CPI-6)
  • Base de Aviação de Sorocaba (CPI-7)
  • Base de Aviação de Presidente Prudente (CPI-8)
  • Base de Aviação dePiracicaba (CPI-9)
  • Base de Aviação de Araçatuba (CPI-10)

Comando da Polícia Militar[editar | editar código-fonte]

O comando da Polícia Militar da Capital, está localizado na Rua Ribeiro de Lima nº 140 (Bom Retiro) - São Paulo.

  • Comando da Polícia Militar da Capital
  • Praça Coronel Fernando Prestes nº 115
  • CEP: 01124-060 (Luz)
  • Telefone: (11) 3327-7307
  • Comandante: Cel PM Marcelo Vieira Sales
  • e-mail: relacoespublicaspm@policiamilitar.sp.gov.br

Comando de Policiamento de Choque[editar | editar código-fonte]

Comando de Policiamento de Choque na Avenida Paulista.
Cavalaria.

Cabe ao Comando de Policiamento de Choque (CPChq) a execução de tarefas de restauração da ordem publica relativas ao controle de distúrbios civis, contra guerrilha urbana, contra guerrilha rural e operações policiais especificas que extrapolam as ações dos policiamentos ostensivos de área ou que requerem tropas especialmente treinadas.

O CPChq é formado por:

Regimento 9 de Julho (RC 9 de Julho): Responsável pelas ações de contra guerrilha urbana e rural, controle de distúrbios civis e supletivamente radiopatrulhamento montado.

1.º BPChq Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA): Responsável pelas ações de contra guerrilha urbana, policiamento motorizado em aérea de alto risco e supletivamente ações de controle de distúrbios civis.

2.º BPChq Anchieta: Responsável pelas ações de controle de distúrbios civis, policiamento em eventos, policiamento e escolta com motocicletas.

3.º BPChq Humaitá: Responsável pelas ações de controle de distúrbios civis, escolta, policiamento motorizados.

4.º BPChq Operações Especiais: Responsável pelas ações de contra guerrilha urbana e rural e ações táticas especiais.

5.° BPChq Canil: Responsável pelas ações de Distúrbios Civis e policiamento com cães.

Ver artigo principal: RC 9 de Julho
Ver artigo principal: 1º BPChq ROTA
Ver artigo principal: 2º BPChq Anchieta

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Brasão de Armas[editar | editar código-fonte]

O Brasão de armas da Polícia Militar do Estado de São Paulo é formado com as características seguintes:

  • Escudo Português, perfilado em ouro, tendo uma bordadura vermelha carregada de 18 (dezoito) estrelas de 5 (cinco) pontas em prata, representando marcos históricos da Corporação;
  • No Centro, em listras vermelhas verticais e horizontais, as cores representativas da Bandeira Paulista, também perfiladas em ouro;

Como timbre, um leão rampante em ouro, apoiado sobre um virol em vermelho e prata, empunhando um gládio, com punho em ouro e lâmina em prata;

  • À direita do brasão, um ramo de carvalho e à esquerda, um ramo de louro, cruzados em sua base;

Como tenentes, à direita, a figura de um Bandeirante, com bacamarte e espada, e à esquerda um soldado da época da criação da Milícia, empunhando um fuzil com baioneta; ambos em posição de sentido;

  • Num listel em azul, a legenda em prata Lealdade e Constância

Estrelas representativas dos marcos históricos da corporação[17][18]

Sistema de Gestão na Policia Militar - GESPOL[editar | editar código-fonte]

Pensamento Sistêmico na Gestão da Polícia Militar do Estado de São Paulo[editar | editar código-fonte]

Considerando que o pensamento sistêmico se consubstancia no entendimento de que os vários componentes de uma organização estão sujeitos a uma relação de interdependência, assim como a organização e o ambiente externo e que esse conceito é posto em prática com a geração de um ambiente adequado para a disseminação dessas relações incluindo-se as redes informais,[24] a PMESP adotou o GESPOL (Sistema de Gestão da Policia Militar do Estado de São Paulo).

Suporte Doutrinário[editar | editar código-fonte]

Servem de alicerce para a Gestão da Policia Militar do Estado de São Paulo três pilares doutrinários conforme consta: Polícia Comunitária, Direitos Humanos e Gestão pela Qualidade.[25] Baseado nessa construção tripartite a Instituição busca inserir em cada Policial Militar a compreensão do dever de agir estritamente nos parâmetros legais, consciente de que é um profissional a serviço da sociedade.[26]

Prêmios e Reconhecimentos[editar | editar código-fonte]

A Policia Militar do Estado de São Paulo vem constantemente buscando aprimorar seus serviços, fato esse que resultou na premiação de três projetos na 9.ª edição do Prêmio Mario Covas em 2013[27][28] e um novo reconhecimento em 2015 tendo recebido dois troféus.[29] O Prêmio Mario Covas tem a finalidade de reconhecer a inovação e o aprimoramento de serviços e políticas públicas.[30]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. O Golpe de Estado no Brasil em 1964 é chamado por seus perpetradores de "Revolução de Março".[23]

Referências

  1. «Governador troca comandante da pm mas deve manter secretário». São Paulo. Folha. 21 de abril de 2018. Consultado em 28 de julho de 2018 
  2. Camilo, Alvaro. «Seguranca Pública no Brasil - Gestão e Tecnologia na Redução Criminal - O exemplo de São Paulo» (PDF). Secretaria de Seguranca Pública - PMSP. Consultado em 2 de junho de 2014. Arquivado do original (PDF) em 3 de dezembro de 2013 
  3. Folha de S. Paulo, ed. (22 de julho de 2012). «PM de SP mata mais que a polícia dos EUA». Consultado em 25 de janeiro de 2015 
  4. Jornal do Brasil, ed. (28 de março de 2012). «PM do Rio e de SP mata mais que países com pena de morte». Consultado em 25 de janeiro de 2015 
  5. Datafolha, Pesquisa Nacional de Vitimização, Maio de 2013, p. 32
  6. http://www.crisp.ufmg.br/wp-content/uploads/2013/10/Sumario-SENASP_final.docx
  7. [[Extra (jornal do Rio de Janeiro)|Extra]], ed. (25 de setembro de 2015). «Sudeste tem 53,5% das vítimas de extorsão policial; veja quão corrupta é a PM do seu estado». Consultado em 26 de outubro de 2015 
  8. a b Roberto Cesar Medeiros Ferreira; Thiago de Souza dos Reis (2012). «"O Sistema Francês de Polícia e a sua relação com a Segurança Pública no Brasil"» (PDF). Consultado em 25 de janeiro de 2015 
  9. a b c d e f Polícia Militar do Estado de São Paulo (ed.). «História da PM». Consultado em 25 de setembro de 2016 
  10. BRASIL. Lei nº 20 de setembro de 1871. Altera differentes disposições da Legislação Judiciaria. 1871. link.
  11. FERNANDES, H. R. Política e segurança. Força pública do Estado de São Paulo: fundamentos histórico-sociais. São Paulo: Alfa-Ômega, 1974. link.
  12. FURLAS, H. A. Formação do campo policial na Princesa do Oeste: relações de poder e conflitos cotidianos entre elites, populares e a Polícia de São Carlos, 1888-1914. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2009. link.
  13. Marques, Tenório Heliodoro da Rocha; Oliveira, Odilon Aquino de (1933). São Paulo Contra a Ditadura. São Paulo: Ismael Nogueira. 330 páginas 
  14. Brito, Luis Tenório de (1958). O Papel da Força Pública na Revolução de 32. São Paulo: SCP. 311 páginas 
  15. Telhada, Paulo Adriano L.L. (2012). Quartel da Luz, Mansão da Rota: história do batalhão Tobias Aguiar. São Paulo: Just. 651 páginas 
  16. http://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ccomsoc/PM.pdf
  17. Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (29 de janeiro de 2014). «Intitucional:Histórico». ssp.sp.gov.br/. Consultado em 29 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2014 
  18. 2o Batalhão da Polícia de Choque (30 de janeiro de 2014). «Brasão da Unidade - Descrição Heráldica». polmil.sp.gov.br/unidades/2bpchq/Default.aspx/. Consultado em 30 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2014 
  19. Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (29 de janeiro de 2014). «Intitucional:Histórico». ssp.sp.gov.br/. Consultado em 29 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2014 
  20. Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (29 de janeiro de 2014). «Intitucional:Histórico». ssp.sp.gov.br/. Consultado em 29 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2014 
  21. Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (29 de janeiro de 2014). «Intitucional:Histórico». ssp.sp.gov.br/. Consultado em 29 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2014 
  22. a b Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (29 de janeiro de 2014). «Intitucional:Histórico». ssp.sp.gov.br. Consultado em 29 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2014 
  23. Neto, Manoel Soriano (2008). edição nº 5/2008. «A Revolução de 31 de março de 1964. Uma análise sumária de suas causas» (PDF). Rio de Janeiro: Exército Brasileiro. Informativo do Curso de Preparação à Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (CP/ECEME) (108): 6–7. Consultado em 6 de janeiro de 2015 [ligação inativa]
  24. Fundação Nacional de Qualidade - FNQ. citado em Sistema de Gestão da Policia Militar do Estado de São Paulo GESPOL. 2ª ed. Revisada e Atualizada:São Paulo;Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.2010.pág.19.ISBN 978-85-62905-01-8
  25. Sistema de Gestão da Policia Militar do Estado de São Paulo GESPOL. 2ª ed. Revisada e Atualizada:São Paulo;Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.2010.pág.12
  26. Sistema de Gestão da Polícia Militar do Estado de São Paulo.p 12 Op. cit.
  27. «Prêmio Mario Covas inova em homenagem para excelência do gasto público». Portal do Governo do Estado de São Paulo. 28 de maio de 2013. Consultado em 7 de novembro de 2015 
  28. «Vencedores do Prêmio Mario Covas 2013 | Portal da Fundação Mario Covas». www.fundacaomariocovas.org.br. Consultado em 7 de novembro de 2015. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  29. «Projetos da PM recebem homenagens na 11ª edição do Prêmio Mario Covas». Consultado em 7 de novembro de 2015. Arquivado do original em 17 de setembro de 2016 
  30. «Prêmio Mário Covas 11ª Edicao». www.premiomariocovas.sp.gov.br. Consultado em 7 de novembro de 2015. Arquivado do original em 3 de dezembro de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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