Virada Cultural

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Virada Cultural
Período de atividade 2005 - atualmente
Local(is) Brasil São Paulo
Página oficial www.viradacultural.prefeitura.sp.gov.br

Virada Cultural é um evento anual promovido desde 2005 pela prefeitura do município brasileira de São Paulo com o intuito de promover na cidade, 24 horas ininterruptas de eventos culturais dos mais variados tipos, como espetáculos musicais, peças de teatro, exposições de arte e história, entre outros.[1]

O evento foi inspirado na Nuit Blanche de Paris, que agita anualmente a capital francesa, com atrações que seguem madrugada adentro. Em São Paulo o festival possui palcos temáticos como a Avenida São João (rock nacional), Praça da República (Samba), Largo do Arouche (estilo popular) e a Estação Júlio Prestes (MPB).

O evento deu origem a Virada Cultural Paulista, que segue um modelo semelhante e acontece em vários municípios do interior paulista

Edições[editar | editar código-fonte]

Foto da Virada Cultural de 2007, próximo ao Teatro Municipal de São Paulo.

2008[editar | editar código-fonte]

Para a quarta edição, de 2008, houve um público estimado pela portaria da prefeitura em 4 milhões de pessoas. Foram mais de oitocentas atrações e cinco mil artistas. Gal Costa, Cesária Évora, Fernanda Takai, Jorge Ben Jor, Marcelo D2, Zé Ramalho, Titãs, Jair Rodrigues, Luís Melodia, Paula Lima, Orquestra Imperial, Vanguart, O Teatro Mágico e Mutantes estão entre os elencados. No Theatro Municipal houve apresentações durante as 24 horas, gratuitamente, ao passo que uma série de músicos se revezavam em um piano instalado na Praça D. José Gaspar.

2011[editar | editar código-fonte]

Na 7ª edição da Virada Cultural, um evento que chamou a atenção do público foi algo diferente, o ringue de luta livre, com apresentações das equipes BWF - Brazilian Wrestling Federation BWF e CMLL - Consejo Mundial de Lucha LibreCMLL e também o palco de stand-up, onde artistas como Comida dos Astros, Danilo Gentili, Léo Lins, Márcio Ribeiro, Fábio Rabin, dentre outros estiveram presentes. Foi a primeira vez que o palco foi montado no evento, com a duração de 24 horas ininterruptas de muito humor. Essa foi a primeira vez também que o palco de rock - agora nacional e internacional - foi transferido de lugar. Anteriormente esse palco pertencia a Avenida São João e foi transferida para a Estação Júlio Prestes - que sediava, até então, os shows de MPB, e este foi transferido para a XV de Novembro. Foi no palco da Júlio Prestes onde aconteceu um dos shows mais esperados da noite: o do Misfits. Após princípio de confusão, onde a Guarda Civil Metropolitana entrou com o carro no meio do público e chegou a apontar arma para as pessoas que estavam em volta do carro e o haviam depredado em sua passagem. Mas o show correu bem, e músicas como American Psycho, Dig Up Her Bones, Teenagers From Mars e Die, Die My Darling animaram o público.

2016[editar | editar código-fonte]

Na edição de 2016 Foram cerca de 100 locais, entre ruas, palcos e equipamentos culturais. O festival teve início com a apresentação de Ney Matogrosso no palco Júlio Prestes. A noite seguiu com um concurso de drag queens, o tecnobrega de Gaby Amarantos, o funk de Valesca Popozuda, além de Baby do Brasil. No domingo, entre os espetáculos da manhã estavam Fafá de Belém, Elba Ramalho e MC Bin Laden. No período da tarde Arlindo Cruz, MC Soffia, Maria Rita e Roberta Miranda, entre outros, fizeram apresentações.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. EBC, : (19 de junho de 2015). «Conheça a história da Virada Cultural de São Paulo». Consultado em 24 de maio de 2016. 
  2. UOL (: ). «Virada Cultural é marcada por protestos, público menor e atrações dispersas». Consultado em 24 de maio de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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