Rede Integrada de Transporte

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Rede Integrada de Transporte
Linha Verde Curitiba BRT 02 2013 Est Marechal Floriano 5970.JPG
Bus Stops 3 curitiba brasil.jpg
Acima:Estação Marechal Floriano da Linha Verde
Abaixo: Estação Praça Carlos Gomes
Informações
Local Curitiba, Paraná
 Brasil
Tipo de transporte Bus Rapid Transit (BRT)
Número de linhas 6
Número de estações 21
Tráfego 2,3 milhões de passageiros por dia
Funcionamento
Início de funcionamento 1974
Operadora(s) URBS
Dados técnicos
Extensão do sistema 81,4 km
Mapa da rede

Curitiba PublicTransport.png

Rede Integrada de Transporte (RIT) é um sistema de transporte público baseado em ônibus construído a partir do conceito de Bus Rapid Transit (BRT), criado na capital paranaense na década de 1970. A RIT conta com 81 quilômetros de corredores de ônibus, geralmente operados por carros biarticulados, que conectam os terminais integrados nas várias regiões da cidade e transportam cerca de 2 milhões de passageiros diariamente. O sistema é operado pela URBS (Urbanização de Curitiba S/A)) e Comec (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba)[1]

Além da interligação por ônibus expressos, os terminais são providos de ônibus alimentadores, que compõem a ramificação secundária deste sistema e atendem aos passageiros dos bairros próximos aos terminais. Adicionalmente, uma outra categoria de ônibus expressos (os chamados ligeirinhos) provê rápido intercâmbio de passageiros entre um terminal e outro, com trajetos diferentes e poucas paradas intermediárias.

A primeira linha de BRT começou a operar em 1974 e o sistema foi projetado para que não apenas transportasse pessoas, mas conduzisse o crescimento urbano. No entanto, o sucesso da rede e o crescimento populacional aumentaram a demanda, o que fez com que a RIT começasse a apresentar sinais de saturação nos últimos anos.[2]

O sistema de transporte público curitibano inspirou diversas cidades no Brasil e em outros países a adotarem estratégias semelhantes. Nacionalmente, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília começaram a implantar canaletas exclusivas para ônibus.[3] Em 1998, Enrique Peñalosa, o então prefeito de Bogotá, capital da Colômbia, decidiu criar um sistema BRT em sua cidade depois que visitou Curitiba. O TransMilenio, o sistema de ônibus rápidos de Bogotá, conta com veículos rápidos que circulam por vias totalmente exclusivas e transporta 1,7 milhão de pessoas todos os dias. Além disso, a RIT curitibana também serviu como inspiração para mais de 80 países ao redor do mundo.[4]

História[editar | editar código-fonte]

Jaime Lerner, arquiteto e designer do sistema de transportes de Curitiba.

Até a metade da década de 1950 o transporte coletivo de Curitiba era composta por lotações. Os condutores desses ônibus faziam as rotas que davam mais lucro. Nessa época eram poucas as linhas e não existiam horários fixos, com ônibus lotados, gerando grandes lucros para os donos das lotações. Na gestão do prefeito Ney Braga a população pressiona a prefeitura sobre a questão do transporte, então a administração municipal decide que o transporte só poderia ser explorado por empresas de ônibus. A cidade foi divida em setores e cada empresa ficou com uma "parte" da cidade para operar as linhas de ônibus. [5]

O Plano Diretor de Curitiba, foi adotado em 1966 e modificado em 1972 (Lei No. 4199/72). Lerner fechou a Rua XV de Novembro para veículos, porque era muito utilizada por pedestres. O plano teve um novo desenho para minimizar o tráfego rodoviário: o Sistema Trinário de Transporte. Este sistema utiliza três ruas paralelas: na rua central existe uma faixa exclusiva de ônibus e nas bordas uma via lenta que usufruem do comércio local. Nas outras duas ruas laterais uma via rápida com sentidos opostos: um para o centro e outra para os bairros. [6]

Na década de 1970 foi criado o sistema de ônibus expresso que incorporava três abordagens: os ônibus percorriam as vias destinadas ao transporte público do sistema trinário, o modelo de ônibus eram diferentes dos que estavam sendo utilizados na época e o sistema deveria ter regularidade, com o cumprimento rigoroso dos horários. Devido a atritos entre prefeitura e empresas do transporte coletivo só em 1974 o expresso foi inaugurado. [5]

No dia 22 de setembro de 1974 foi inaugurado o tráfego de coletivos em vias exclusivas (nos chamados ônibus expressos), mundialmente conhecido por Bus Rapid Transit (BRT - Trânsito Rápido de Ônibus), tornandos-e Curitiba, a pioneira neste modelo de gestão de transporte urbano. A apresentação do ônibus expresso ocorreu na Praça Generoso Marques com uma das vinte unidades disponíveis para operar em dois eixos (região norte e sul de Curitiba) de canaletas.[7]

Em 1979 ainda não havia a integração tarifária da RIT. Os moradores que precisavam se deslocar até o Centro de Curitiba deveriam pegar um ônibus alimentador e no terminal pegar um expresso pagando outra passagem. Os usuários preferiam utilizar os ônibus convencionais que partiam dos bairros direto para o Centro. O Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC) então formulou algumas soluções: No começo, tíquetes eram distribuídos pela prefeitura: quando o passageiro pagava um ônibus alimentador recebia um tíquete isentando de pagar o expresso e vice-versa. Isso durou poucas semanas por causa da proliferação de tíquetes falsificados. Na segunda tentativa foi dividido o preço da passagem, em que a pessoa pagava a metade no alimentador e a outra metade no expresso, porém era uma prática injusta que beneficiava quem morava próxima ao Centro e só pegava o ônibus expresso, sendo a estratégia abandonada. Já na terceira tentativa o ônibus alimentador era gratuito e sem cobrador e só era preciso pagar o expresso. Como vários alimentadores paravam no terminal seria possível andar de ônibus pelos bairros próximos sem pagar nada. "Aposentados, crianças, namorados ou delinquentes apanhavam os ônibus sem cobrador, iam até o terminal, pegavam outros ônibus e enchiam seus dias de felicidade gratuita de um turismo suburbano, com piqueniques e bebedeiras em trânsito, com mendigos e camelôs estabelecidos no interior dos ônibus" (DUDEQUE, 2010). Na quarta tentativa foi cercar os terminais. Os passageiros pagavam o alimentador e no terminal cercado pegavam outro ônibus. Quem entrasse no terminal pagaria uma passagem para utilizar o transporte coletivo. Nessa época foi criada a linha Interbairros.[8]

Na década de 1990 surge a linha direta, comumente chamada de ligeirinho e as estações tubo, em 1992 começou a circular os biarticulados vermelhos com capacidade de 220 passageiros e em 1996 ocorre a integração entre a rede de transporte de Curitiba com a Rede Metropolitana chamada de RIT-M.[9]

Em 2009 é criada a Linha Verde e em 2011 é apresentado o Ligeirão Azul, sendo a maior inovação de modal desde os biarticulados. Ele tem 28 metros de comprimento e capacidade para 250 passageiros. É movido a biocombustível 100% a base de soja e o ligeirão Azul abre eletronicamente os semáforos. [10]

Em fevereiro de 2015 ocorreram mudanças na Rede Integrada de Transporte. Ônibus das linhas Colombo/CIC, Barreirinha/São José dos Pinhais, Curitiba/Araucária e Curitiba/Campo Largo mudaram o itinerário e fazem trajetos mais curtos. Com isso a Prefeitura de Curitiba criou duas linhas adicionais, a CIC/Cabral e Barreirinha/Guadalupe. A bilhetagem eletrônica, feita pelo Cartão Transporte foi extinta na Região Metropolitana sendo criado um sistema exclusivo para a Região Metropolitana, o Cartão Metrocard. Isso ocorreu devido o impasse da Prefeitura de Curitiba e Governo do Paraná em que o Governo reduziu o subsidio de R$ 7,5 para R$ 2,3 milhões. A Coordenadoria da Região Metropolitana afirmou que o custo é menor do que o valor repassado para a URBS. [11] [12]

Linhas[editar | editar código-fonte]

Question book.svg
Esta seção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde março de 2015). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Estações integradas na RIT.
Ônibus na estação tubo
Ônibus Expresso(Expresso Biarticulado)
Estação de transferência da RIT (Linha Verde).
Acessibilidade universal é fornecida no sistema RIT.
Ônibus híbrido biodiesel-elétrico fabricado pela Volvo no Brasil opera prestando serviço alimentador na RIT .
  • Expresso: São operadas por veículos articulados (20 metros) e biarticulados (25 e 28 metros) que trafegam pelos Eixos, com embarque em nível pelas estações tubo. Algumas linhas ligam os Terminais de Integração ao centro de Curitiba (Ex.: 503 - Boqueirão, via Eixo Boqueirão) e outras ligam um Eixo a outro, podendo passar pelo Centro (Ex.: 303 - Centenário/Campo Comprido, ligando os Eixos Oeste e Leste; 203 - Santa Cândida/Capão Raso, ligando os Eixos Norte e Sul) ou não (Ex.: 502 - Circular Sul, ligando os Eixos Sul e Boqueirão).

Os expressos podem ser vermelhos ou azuis. Os expressos vermelhos - também chamados de paradores - têm paradas a cada 500 metros. Já os azuis - também chamados de Ligeirão - têm paradas a cada 1 km, sendo mais rápidos que os paradores. Há apenas duas linhas que utilizam os azulões: 500 - Ligeirão Boqueirão, que liga o Terminal Boqueirão à Pça. Carlos Gomes, parando apenas em cinco estações, reduzindo o tempo do trajeto da linha 503, que faz o mesmo trajeto mas parando em mais estações, de 33 para 18 minutos; e 550 - Ligeirão Pinheirinho/Carlos Gomes, que liga o Terminal Pinheirinho à Pça. Carlos Gomes, passando pela Linha Verde.

  • Alimentador: São operadas por veículos tipo micro especial, comum, padron, semipadron ou articulado, na cor laranja. Ligam os bairros até os Terminais de Integração (Ex.: 643 - Umbará) ou um Terminal a outro, passando pelos bairros (Ex.: 924 - Santa Felicidade/Santa Cândida). Alguns alimentadores fazem conexão com as estações tubo da Linha Verde (Ex.: 621 - Fanny).
  • Interbairros: São operadas por veículos tipo comum, padron ou articulado, na cor verde, que ligam os diversos bairros e Terminais sem passar pelo centro. Existem 6 linhas Interbairros em Curitiba:
  • 010/011 - Interbairros I - Linha circular que não faz conexão com nenhum Terminal. Passa pelo Centro Cívico, ligando vários bairros centrais e a PUCPr. No ano de 2013, passou a contar com um sistema, comum em outras cidades, em que o usuário pode, ao passar o cartão em seu validador, realizar outra conexão fora do terminal com qualquer outra linha de ônibus, desde que não seja no próprio Interbairros I, sem descontar outra passagem;
    • 020/021 - Interbairros II - Linha circular que liga os cinco Eixos. Passa pelo T. Cabral, T. Campina do Siqueira, T. Capão Raso, T. Hauer e T. Capão da Imbuia;
    • 030 - Interbairros III - Linha perimetral que liga o Eixo Sul (T. Capão Raso) ao Eixo Norte (T. Santa Cândida), atravessando os Eixos Boqueirão (T. Carmo) e Leste (T. Oficinas), passando pelo Uberaba (Esta linha tem o itinerário mais comprido de toda a cidade com 59,6 quilômetros de extensão Ida e volta);
    • 040 - Interbairros IV - Linha perimetral que liga o Eixo Sul (T. Pinheirinho) ao Terminal Santa Felicidade, passando pela CIC. Antigamente, o trajeto da linha era maior: T. Boqueirão/T. Santa Felicidade, encurtado em 1999 com a criação das linhas 502/602 - Circular Sul;
    • 050 - Interbairros V - Linha perimetral que liga o Eixo Leste (T. Oficinas) ao Terminal Fazendinha, passando pelo Centro Politécnico e pela PUC;
    • 060 - Interbairros VI - Linha perimetral que liga o Eixo Oeste (T. Campo Comprido) ao Eixo Sul (T. Pinheirinho), passando pela CIC. Antes da criação da Linha Verde, ligava o Campo Comprido até o Colégio Militar, passando pela BR116 e pela Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira.
  • Linha Direta: Operam com veículos tipo padron ou articulados, na cor prata, com paradas em média a cada 3 km, com embarque e desembarque em nível nas estações tubo. São linhas complementares, principalmente das linhas expressas e interbairros. Ex.: 204 - Santa Cândida/Pinheirinho.
  • Troncais: Operam com veículos tipo comum, padron, semipadron ou articulados, na cor amarela, que ligam os Terminais de integração ao centro da cidade, utilizando vias compartilhadas. Ex.: 207 - Cabral-Osório, 201 - Cabral-Bom Retiro e 701 - Fazendinha.
  • Convencional: Operam com veículos tipo micro, micro especial comum, padron, semipadron ou articulado, na cor amarela, que ligam os bairros ao centro, sem integração. Ex.: 561 - Guilhermina.
  • 001/002 - Circular Centro: Operam com veículos tipo micro, na cor branca, com deslocamentos, custos e tarifa diferenciada, que ligam os principais pontos atrativos da área central, como praças, shoppings, Rodoviária e Biblioteca Pública.
  • 378 - Interhospitais: Opera com veículos tipo micro, na cor branca. Liga os principais hospitais e laboratórios em um raio de 5 km de área central.
  • 979 - Linha Turismo: Com saída do centro, passa pelos principais parques e pontos turísticos da cidade. Possui tarifa diferenciada.
  • Ensino Especial (SITES): Sistema Integrado de Transporte do Ensino Especial que atende a rede de 35 escolas especializadas para portadores de deficiência física e/ou mental (sem custo para o usuário). O transporte especial por pessoas portadoras de deficiência feita através do SITES atualmente transporta 2,1 mil alunos por dia em 43 linhas que atendem a 38 escolas especializadas. Operadas por veículos comuns. Ex.: 899 - E. E. CIC.
  • Acesso: Categoria especial para os usuários do Sistema Municipal de Saúde cadastrados pela prefeitura que precisam se deslocar até as Unidades de Saúde. São operadas por micros. As linhas foram criadas na licitação de 2010, mas ainda não foram disponibilizadas.
  • Madrugueiro: Linhas que atendem à noite. Geralmente utilizadas pelos operadores do sistema (motoristas e cobradores), iniciando a jornada de trabalho. A tarifa domingueira não funciona nesta categoria. Operada por veículos tipo micro especial, comum, padron, semipadron ou articulado. Ex.: 519 - Madrugueiro São Francisco/Iguape.

Terminais[editar | editar código-fonte]

Estação tubo do ônibus expresso biarticulado que atende a RIT (Rede Integrada de transporte).
O Terminal Maracanã, em Colombo, é um dos mais movimentados da Região Metropolitana de Curitiba.

Curitiba possui vinte e um terminais integrados, isto é, neles é possível realizar a transferência de um ônibus para o outro com a mesma passagem (sem custo adicional para o usuário completar sua viagem). Esta tarifa integrada foi uma das inovações do sistema de transporte coletivo urbano (RIT), datada do início dos anos de 1980 e que vigor até os dias atuais.

Estes terminais estão localizados em vias de grande circulação e contam, em boa parte, com vias exclusivas para ônibus (canaletas), que oferecem aos usuários flexibilidade e facilidade no transporte, independentemente da distância.

Existem terminais e estações de transporte não integrados. Eles englobam as linhas de ônibus que fazem conexão direta entre o centro da cidade e os bairros da capital, além de servirem algumas cidades da região metropolitana. São estes:

Terminal de Fazenda Rio Grande, após sua última reforma e que atende à RIT.

Também existem na RMC terminais ligados, direta ou indiretamente, à Rede integrada de Transporte (formando a ligação RIT e MRIT).

  • Terminal Afonso Pena (São José dos Pinhais, integrado RIT)
  • Terminal Angélica (Araucária, integrado RIT)
  • Terminal Araucária (Araucária, centro, integrado RIT)
  • Terminal Balsa Nova (Balsa Nova, sem integração RIT)
  • Terminal Cachoeira (Almirante Tamandaré, integrado RIT)
  • Terminal Campina Grande do Sul (Campina Grande do Sul, sem integração RIT)
  • Terminal Campo Largo (Campo Largo, sem integração RIT)
  • Terminal Colombo (Colombo, centro, sem integração RIT)
  • Terminal Maracanã (Colombo, integrado RIT)
  • Terminal Fazenda Rio Grande (Fazenda Rio Grande, integrado RIT)
  • Terminal Guaraituba (Colombo, integrado RIT)
  • Terminal Jardim Paulista (Campina Grande do Sul, sem integração RIT)
  • Terminal Mandirituba (Mandirituba, sem integração RIT)
  • Terminal Pinhais (Pinhais, integrado RIT)
  • Terminal Quatro Barras (Quatro Barras, sem integração RIT)
  • Terminal Rio Branco do Sul (Rio Branco do Sul, sem integração RIT)
  • Terminal Roça Grande (Colombo, seccionada parcialmente RIT)
  • Terminal Tamandaré (Almirante Tamandaré, integrado RIT)
  • Terminal Urbano (São José dos Pinhais, sem integração RIT)
  • Terminal Urbano (Piraquara, integração seccionada RIT)

Existe ainda o SITES - Sistema de Transporte do Ensino Especial, não integrado com o a RIT, mas que integra as escolas especiais da cidade.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • DUDEQUE, Irã Taborda. Nenhum Dia Sem Uma Linha: Uma História do Urbanismo em Curitiba. São Paulo: Studio Nobel, 2010. p. 222 - 224.
  • OLIVEIRA, Dennison de. Curitiba e o mito da cidade modelo. Curitiba: Ed. da UFPR, 2000. p. 136 - 152

Referências

  1. URBANIZAÇÃO DE CURITIBA (15 de agosto de 2015). «Rede Integrada de Transporte». Consultado em 15 de agosto de 2015. 
  2. GLOBO UNIVERSIDADE, : (8 de junho de 2013). «Após fazer história com BRT, Curitiba busca se reinventar com metrô». Consultado em 22 de fevereiro de 2015. 
  3. Gazeta do Povo, : (26 de julho de 2014). «Após 40 anos, BRT dá sinais de cansaço em Curitiba». Consultado em 22 de fevereiro de 2015. 
  4. G1, : (27 de abril de 2011). «Sistema de transporte de Curitiba é copiado por mais de 80 países». Consultado em 22 de fevereiro de 2015. 
  5. a b OLIVEIRA, Dennison de. Curitiba e o mito da cidade modelo. Curitiba: Ed. da UFPR, 2000. p. 136 - 152
  6. DUDEQUE, Irã Taborda. Nenhum Dia Sem Uma Linha: Uma História do Urbanismo em Curitiba. São Paulo: Studio Nobel, 2010. p. 222 - 224.
  7. PARANÁ ONLINE (22 de setembro de 2011 de 2015). «Ônibus Expresso completa 37 anos nesta quinta feira». Consultado em 24 de outubro de 2015. 
  8. DUDEQUE, Irã Taborda. Nenhum Dia Sem Uma Linha: Uma História do Urbanismo em Curitiba. São Paulo: Studio Nobel, 2010. p. 275 - 277.
  9. GAZETA DO POVO. Curitiba 315 anos: Passado, Presente e Futuro. Curitiba: Gazeta do Povo, 2008. p. 17.
  10. URBANIZAÇÃO DE CURITIBA (15 de agosto de 2015). «Rede Integrada de Transporte». Consultado em 15 de agosto de 2015. 
  11. GAZETA DO POVO (15 de agosto de 2015). «Depois de mudança de itinerário de ônibus metropolitanos, Urbs anuncia a criação de dois novos ligeirinhos». Consultado em 15 de agosto de 2015. 
  12. G1 (11 de fevereiro de 2015). «Passageiros da Região Metropolitana perdem a opção do cartão-transporte». Consultado em 24 de outubro de 2015. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Rede Integrada de Transporte