Christina Aguilera

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a artista. Para o álbum homônimo, veja Christina Aguilera (álbum).
Christina Aguilera
Aguilera se apresentando durante um dos concertos da The Liberation Tour, em 2018.
Nome completo Christina María Aguilera
Pseudônimo(s) Xtina  · Baby Jane
Nascimento 18 de dezembro de 1980 (39 anos)
Staten Island, Nova Iorque,
Estados Unidos
Residência Beverly Hills, Califórnia
Nacionalidade norte-americana
Progenitores Mãe: Shelly Loraine Fidler
Pai: Fausto Xavier Aguilera
Cônjuge Jordan Bratman (c. 2005; div. 2011)
Filho(s) 2
Ocupação Cantora  · compositora  · produtora musical  · atriz  · empresária  · filantropa
Período de atividade 1992–presente
Prêmios Lista completa
Carreira musical
Gênero(s) Pop  · R&B  · soul
Extensão vocal Soprano
Instrumento(s) Vocal
Gravadora(s) RCA Records
Afiliações
Assinatura
Christina Aguilera signature.png
Página oficial
christinaaguilera.com

Christina María Aguilera (Staten Island, 18 de dezembro de 1980) é uma cantora, compositora e atriz norte-americana. Referida como a "Voz da Geração", é creditada como uma das responsáveis por reviver o teen pop no final dos anos 1990s e somar sua habilidade vocal para discursar sobre temas como a sexualidade e o feminismo. Ao passo que continuamente reinventava sua imagem, tornou-se reconhecida por seus visuais extravagantes e não convencionais. Além de provocar polêmica, seus trabalhos foram elogiados pela crítica especializada, pelos quais têm sido ainda citada como influência para diversos artistas.

Criada em Rochester, Pensilvânia, seus primeiros trabalhos aconteceram na televisão nacional, quando participou dos programas Star Search (1990) e The Mickey Mouse Club (1993–94). Após gravar a faixa "Reflection", tema do filme Mulan (1998), Aguilera assinou um contrato com a RCA Records. Com o lançamento de seu disco de estreia, Christina Aguilera (1999), alcançou o sucesso internacional e colocou as canções "Genie in a Bottle", "What a Girl Wants" e "Come On Over Baby (All I Want Is You)" na liderança da Billboard Hot 100. Com o lançamento de Stripped (2002), reformulou sua música e imagem; no videoclipe de "Dirrty", causou controvérsia ao apresentar-se sexualmente, causando o rompimento com sua imagem como ídolo teen. Além disso, o projeto foi responsável por produzir o tema "Beautiful" e torná-la a artista feminina mais bem-sucedida de 2003.

Seu quinto disco, Back to Basics (2006), foi recebido com críticas favoráveis e converteu-se como segundo projeto de sua carreira a estrear no topo da Billboard 200. Além disso, foi responsável por produzir as bem-sucedidas faixas "Ain't No Other Man" e "Hurt". Em 2010, fez sua estreia nos cinemas em Burlesque, o qual foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme – Comédia ou Musical. Durante esse período, fez participação nas faixas "Moves Like Jagger" (2011) e "Say Something" (2013), reconhecidas como uma das mais vendidas digitalmente no mundo. Fora de seus trabalhos como cantora, realizou projetos na televisão como treinadora na competição The Voice (2011–16) e atuando na série Nashville (2015). Em 2019, deu início à Christina Aguilera: The Xperience, sua residência de seis etapas no Planet Hollywood Resort and Casino, em Las Vegas.

Ao longo de sua carreira, estima-se que tenha vendido cerca de 75 milhões de cópias com seus trabalhos, sendo reconhecida como uma recordista de vendas no mundo. Entre seus diversos prêmios e reconhecimentos, encontram-se cinco Grammy Awards, um Grammy Latino, dois MTV Video Music Awards (VMA) e uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Além disso, foi considerada uma das maiores vocalistas da música popular através de publicações da Rolling Stone e MTV, bem como uma das pessoas mais influentes do mundo pela Time. Em 2009, foi classificada pela revista Billboard como uma das maiores artistas da década de 2000, enquanto o canal VH1 a escolheu como a oitava maior artista feminina da indústria musical.

Vida e carreira[editar | editar código-fonte]

Infância e primeiros trabalhos (1980–1998)[editar | editar código-fonte]

Christina María Aguilera nasceu no dia 18 de dezembro de 1980, em Staten Island, Nova Iorque,[1][2] sendo a primeira filha de Fausto Xavier Aguilera (1949) e Shelly Loraine Fidler (1960).[3] Sua irmã mais nova é Rachel (1986).[4] Seu pai, nascido no Equador, servia como um sargento no exército dos Estados Unidos,[5] enquanto sua mãe, uma norte-americana com ascendência irlandesa e alemã, atuava como professora de espanhol e tinha habilidades com violino e piano.[6][7] Por conta do serviço de seu pai, sua família teve que se mudar constantemente;[8][9] passaram uma temporada no Texas e na Nova Jérsei, até que partiram para o Japão, onde permaneceram por pelo menos três anos.[10] Eles viveram em Sagamihara, na província de Kanagawa, sendo que a cantora relembra seus primeiros contatos de infância com a cultura japonesa.[11]

Ao longo de sua carreira, Aguilera têm afirmado que sua infância foi turbulenta devido à brigas constantes entre seus pais, com algumas partindo para agressões físicas.[12][13][14] Shelly confirma os acontecimentos, ressaltando que ela e sua filha eram abusadas por ele emocionalmente e fisicamente, principalmente quando Christina tentava intervir por ela.[15][16][17] Foi nessa época que a artista foi inserida na música, usando-a para escapar da violência doméstica.[18] Ainda de acordo com a mãe, a artista "ama cantar desde que saiu das fraldas", relembrando que quando andavam de ônibus e Christina começava a cantar, os passageiros comentavam sobre sua voz ser "excepcionalmente boa para uma menina pequena";[19] ainda, a cantora relembra que em seus primeiros anos de vida conversava com seus pais em espanhol, tendo cantado suas primeiras músicas no idioma enquanto ouvia Julio Iglesias.[19][20] Além disso, afirmou que para esquecer as tensões em casa, ela assistia ao musical The Sound of Music (1965), notando que "a liberdade que [Julie] Andrews sentia no filme lhe libertava de qualquer energia ruim".[21][22] Em 1986, fugiu com sua mãe e irmã para morar com a avó, no subúrbio de Pittsburgh, na Pensilvânia.[6][23] Depois que o divórcio foi formalmente oficializado entre Shelly e Fausto, a artista só demonstrou interesse em se reconciliar com o pai em 2012.[24] Em 1991, sua mãe voltou a se casar, desta vez com o paramédico James Kearns, com quem teve outro filho, Michael (1996).[25]

"Quando cheguei ao The Mickey Mouse Club, foi a primeira vez que estive [em contato] com várias outras crianças que adoravam fazer o mesmo trabalho que eu e eram apaixonadas pela mesma coisa que eu também era. Então foi realmente emocionante para mim quase sentir que encontrei o meu lugar".

—Aguilera sobre a sensação de quando começou a trabalhar no programa infantil, em 1992.[18]

Enquanto ainda morava com sua avó materna, Delcie Dunfee Fidler, foi incentivada por ela para que participasse de competições locais.[26] Em 1988, Aguilera competiu pela primeira vez cantando "Greatest Love of All", canção de Whitney Houston, disputando com um garoto de doze anos.[27] Ela foi aplaudida pela plateia; no entanto, perdeu a competição.[28] Depois de diversas disputas, ela foi convidada para participar de programas de rádio e televisão local, sendo conhecida na cidade como "a garotinha do vozeirão".[29][30] Os problemas de infância de Aguilera estenderam-se quando ela ingressou na escola, onde sofria bullying pelos colegas que a viam como arrogante por conta de sua "autoconfiança" e talento notável pelos professores.[17][18] Quando tinha nove anos, produtores do programa The Mickey Mouse Club foram até Pittsburgh em busca de seis crianças para integrarem no elenco do espetáculo.[31][32] Christina estava concorrendo com mais de 400 candidatos, compondo a lista dos finalistas, mas não foi aceita na atração por conta de sua pouca idade.[31]

Ela continuou participando de competições, até que se tornou uma concorrente do programa Star Search em 1990, marcando sua primeira aparição na televisão nacional.[33][34] Na atração, ela cantava "A Sunday Kind of Love", interpretada por Etta James, mas não foi bem-sucedida na atração.[22] Com o sucesso na cidade, ela foi convocada para cantar o hino nacional dos Estados Unidos em jogos de hóquei dos Pittsburgh Penguins, de futebol dos Pittsburgh Steelers e de basebol dos Pittsburgh Pirates.[2][35] Com doze anos, sua mãe recebeu um telefonema de um dos produtores de The Mickey Mouse Club que havia mantido em arquivo fitas da audição de Aguilera em 1989, e perguntou se ela ainda tinha interesse em ser uma "Mouseketeer".[n 1][37] Shelly respondeu positivamente e levou a filha para concorrer contra 15 mil jovens de todo o país.[37] Ela finalmente conseguiu integrar o programa que era composto por outras crianças notáveis, incluindo Britney Spears, Justin Timberlake e Ryan Gosling.[38][39] No espetáculo, ela se apresentava em números de comédias e musicais, até ter seu fim decretado em meados de 1994.[40] Após a atração, Christina viajou para o Japão com o intuito de começar sua carreira como cantora, mas não obteve sucesso.[2] Em busca de um pontapé inicial, Aguilera começou a gravar versões demo e enviá-las para gravadoras.[41] Uma delas foi para a Walt Disney Records, onde interpretava a canção "Run to You" de Whitney Houston, conseguindo assim a oportunidade de gravar o tema "Reflection" para a trilha sonora do filme de animação Mulan (1998).[42] Com a interpretação, ela conseguiu um contrato com a RCA Records.[43]

Sucesso internacional (1999–2001)[editar | editar código-fonte]

Fotografia de Aguilera para fazer parte do encarte de seu primeiro disco, além de ter sido usada para publicidades em torno do mesmo, em 1999.

Após a assinatura de seu contrato, Christina imediatamente começou a gravar o seu disco de estreia.[44][45] Ron Fair, o então diretor executivo da RCA Records, atuou também como produtor executivo do projeto, afirmando ter se sentido "impressionado com o talento puro [de Aguilera]".[27][46] Inicialmente, a cantora tinha como intenção criar um trabalho inspirado no R&B, mas teve seu desejo frustrado pelos executivos da gravadora que queriam um material direcionado ao mercado adolescente, investindo no teen pop, gênero que estava em alta no final da década de 1990.[27][47][48] Seu álbum de estreia, Christina Aguilera, foi lançado em 24 de agosto de 1999.[49] Estreando na primeira posição da Billboard 200, com cerca de 252 mil unidades comercializadas na primeira semana,[50] foi ainda certificado como disco de platina dupla pela Recording Industry Association of America (RIAA) com apenas um mês de divulgação nos Estados Unidos.[51] Além disso, o disco se posicionou entre os mais vendidos de diversos países e, em menos de um ano, havia vendido aproximadamente 10 milhões de cópias mundialmente,[20] o que fez com que a BBC News a reconhecesse como "um dos talentos mais bem sucedidos [e] observados da América".[52]

"Genie in a Bottle" foi lançada como a primeira canção de trabalho usada na divulgação do disco.[33] Seu conteúdo lírico logo se tornou controverso;[53][54] a veterana Debbie Gibson acusou a obra de fazer referências sexuais.[55] Aguilera se defendeu, afirmando que "a canção não é sobre sexo, é sobre autorrespeito [...] é sobre não ceder à tentação até que você seja respeitado".[56] Em pouco menos de um mês, a faixa alcançou o topo da Billboard Hot 100 — posição que permaneceu por cinco semanas consecutivas —,[57] convertendo-se como a segunda mais vendida nos Estados Unidos em 1999, atrás apenas de "Believe" de Cher.[58] "Genie in a Bottle" também se posicionou entre as mais vendidas em dez países, acumulando mais de 7 milhões de cópias vendidas em todo o mundo.[59][60] Além disso, a canção recebeu uma indicação ao Grammy Award de Melhor Performance Pop Vocal Feminina.[61] "What a Girl Wants" e "Come On Over Baby (All I Want Is You)" repetiram o sucesso do tema anterior e mantiveram o disco nas tabelas musicais.[62] Desde então, o projeto distribuiu cerca de 17 milhões de unidades em todo o globo.[5][63]

No início de 2000, Aguilera se apresentou como atração de intervalo no Super Bowl XXXIV e ganhou destaque da mídia ao vencer o Grammy Award de Artista Revelação — prêmio que era esperado ser entregue para Macy Gray.[64][65][66] A revista Time afirmou que o acontecimento lhe "credenciava como uma verdadeira cantora".[67] Durante esse tempo, a artista confirmou que estava em processo de desenvolvimento de seu primeiro disco em espanhol.[68] Em 12 de setembro, Mi Reflejo chegou às lojas de discos e logo alcançou o topo das paradas, permanecendo por dezenove semanas consecutivas no topo da Billboard Latin Albums.[69] Além disso, foi o segundo álbum em espanhol mais vendido de 2001,[70] comercializando, desde então, cerca de 3 milhões de unidades em todo o mundo.[71][72] O projeto lhe rendeu ainda um Grammy Latino de Melhor Álbum Vocal Pop Feminino, tornando-se a primeira artista norte-americana a receber tal prêmio.[73] Em 24 de outubro, Aguilera lançou um material natalino, My Kind of Christmas, e teve seu próprio especial da comemoração televisionado pela American Broadcasting Company (ABC).[74][75] Neste período, a cantora embarcou em sua primeira turnê, Christina Aguilera in Concert, para divulgar seus trabalhos lançados até então, sendo ainda reconhecida pela Billboard como a artista feminina mais bem-sucedida de 2000.[76][77]

No início de 2001, Aguilera trabalhou em duas parcerias de sucesso. A primeira delas foi em "Nobody Wants to Be Lonely", um dueto com Ricky Martin, lançada em 16 de janeiro.[78] "Lady Marmalade" foi a segunda colaboração, onde a cantora dividiu os vocais com Lil' Kim, Mýa e Pink. Lançada em 24 de março, a faixa fez parte da trilha sonora do filme Moulin Rouge! e chegou ao topo das principais tabelas musicais de todo o mundo.[79][80] Ao total, foram mais de 5.5 milhões de unidades comercializadas em nível mundial.[81] Ambas as parcerias foram indicadas ao Grammy Award de Melhor Colaboração de Pop com Vocais, onde "Lady Marmalade" saiu vitoriosa.[82] Em 19 de junho, foi posto à venda Just Be Free, um projeto que Aguilera havia gravado quando tinha apenas 15 anos de idade.[83] Liberado pelos próprios produtores do disco, a artista entrou na justiça para impedir que ele continuasse sendo comercializado.[84] No entanto, ambas as partes entraram em um acordo e a intérprete decidiu mantê-lo no comércio, emprestando sua música, imagem e nome por uma quantia não especificada de indenização.[85] Nesse período, manteve um relacionamento com seu dançarino, Jorge Santos.[86]

Mudança de imagem e controvérsias (2002–03)[editar | editar código-fonte]

Aguilera em um concerto da Stripped World Tour, após adotar sua nova e polêmica imagem sob o alter ego Xtina, em 2003.

Após "Lady Marmalade", Aguilera confirmou que estava planejando seu quarto álbum de estúdio, afirmando que assumiria o controle criativo em torno do mesmo.[87] Ela explicou que o projeto serviria como "um novo começo, uma reintrodução de [si mesma] como uma nova artista";[88] para isso, assumiu uma imagem mais provocante — em relação à sua maquiagem e vestuário —, adotando ainda o cabelo preto e o alter ego Xtina.[89] Em 22 de outubro de 2002, o resultado final foi divulgado, recebendo o nome de Stripped.[90] O disco incorporava diversos estilos musicais, incluindo R&B, soul, hip-hop e rock,[91] com seu conteúdo lírico abordando temas como sexo, igualdade de gênero, autoestima e violência doméstica.[92][93] A crítica especializada elogiou sua profundidade, mas receberam de forma negativa sua falta de concentração musical.[94][95] Comercialmente, Stripped repetiu o sucesso de seus trabalhos anteriores. Nos Estados Unidos, estreou na segunda posição da Billboard 200, onde vendeu cerca de 330 mil unidades na primeira semana.[96] Através da Recording Industry Association of America (RIAA), foi certificado disco de platina dupla com dois meses de lançamento, após ter distribuído 2 milhões de cópias no país.[97]

O primeiro material usado na divulgação do disco foi "Dirrty", escolhida por Aguilera para por fim à sua imagem como um ídolo teen.[98] Além de ser criticada musicalmente, sendo apontada como "horrível" e "vergonhosa" por críticos profissionais,[94][95] o videoclipe da canção gerou controvérsia por retratar diversos conceitos e fetiches sexuais.[99] A imagem representada pela artista começou a ofuscar sua música, atraindo críticas de Shakira, Jessica Simpson e do próprio público.[100][101] Aguilera defendeu sua nova direção artística — esta apelidada pela crítica de girl next door —,[102] explicando que "[está] na posição de poder, no comando completo de tudo ao seu redor e, apesar de ser parecer esquisito, são medidas adotadas por verdadeiros artistas".[101] Protestos também ocorreram na Tailândia, denunciando os pôsteres do vídeo musical que divulgavam o turismo sexual no país, sendo proibido sua reprodução por programas de televisão locais.[103][104] David LaChapelle, que dirigiu o vídeo, afirmou que não sabia o que dizia nos pôsteres.[105] Apesar de ter se posicionado na primeira posição da UK Singles Chart, principal tabela musical do Reino Unido,[106] "Dirrty" chegou apenas na 48ª colocação da Billboard Hot 100, convertendo-se como a canção de Aguilera com a pior posição na parada até então.[107]

Em novembro de 2002, Aguilera apareceu nua, coberta apenas por uma guitarra, na capa da revista Rolling Stone, onde foi intitulada como Princesa do Pop.[108] Na intenção de amenizar as opiniões negativas à sua nova imagem, a artista lançou "Beautiful" como a sua nova música de trabalho.[109] Referida pela Billboard como uma "balada de valor único [com uma] profundidade agradavelmente surpreendente",[94] a faixa foi responsável por recuperar a popularidade de Aguilera nas paradas musicais de todo o mundo — na Billboard Hot 100, alcançou a segunda posição e converteu-se como a sua canção de maior longevidade na tabela até então.[107][110] Com um videoclipe dirigido por Jonas Åkerlund, "Beautiful" recebeu atenção por parte da mídia ao representar positivamente pessoas homossexuais e transgêneros, sendo referido como um hino gay.[111][112] Com o tema, Aguilera também foi premiada com o Grammy Award de Melhor Performance Vocal Feminina de Pop.[113] "Fighter", "Can't Hold Us Down" e "The Voice Within" também foram extraídas de Stripped e o manteve nas tabelas musicais entre 2003 e 2004.[92] Desde então, foram contabilizadas mais de 12 milhões de cópias vendidas do disco pelo mundo,[114][115] sendo 2 milhões apenas no Reino Unido,[106] onde foi reconhecido pela Official Charts Company (OCC) como o quadragésimo projeto mais vendido do milênio.[116]

Em 2003, Aguilera embarcou em duas turnês para promover seus trabalhos.[117] A primeira delas, Justified and Stripped Tour — em conjunto com Justin Timberlake — tornou-se uma das mais rentáveis do ano, com arrecadação superior à 30 milhões de dólares.[118] Após o término da parceria, a cantora continuou os concertos sozinha na Stripped World Tour.[119] Em agosto de 2003, Aguilera abriu o MTV Video Music Awards (VMA) com Britney Spears, cantando "Like a Virgin" (1984).[120] No meio da apresentação, ambas as cantoras beijaram Madonna, incidente que se tornou altamente divulgado pela mídia.[121][122][123] Em novembro, ela foi apresentadora do MTV Europe Music Awards (EMA), onde também foi prestigiada com o prêmio de Melhor Artista Feminina.[124] Seus feitos também foram reconhecidos pela Billboard e ela foi nomeada a artista feminina mais bem-sucedida de 2003.[125] No fim deste ano, revelou que estava em um relacionamento com o executivo Jordan Bratman.[101]

Amadurecimento e aclamação crítica (2004–07)[editar | editar código-fonte]

Aguilera durante uma apresentação no Festival de Sanremo, na Itália, em 2006.

Em fevereiro de 2004, Aguilera afirmou que estava trabalhando em seu quinto disco.[126] Ela destacou que sua ideia no projeto era "crescer [como artista] e ser reconhecida como uma visionária".[127] Para refletir sua nova direção artística, a cantora assumiu uma imagem mais adulta; adotou o loiro platinado em seus cabelos e um vestuário inspirado nas modelos pin-up,[128] além de aderir ao alter ego Baby Jane.[129] Durante esse período, a intérprete trabalhou em diversos projetos paralelos de pouco sucesso comercial. Como artista convidada, ela participou da faixa "Tilt Ya Head Back" com Nelly,[130] além de dividir os vocais com Missy Elliott em "Car Wash" — tema do filme de animação Shark Tale,[131] pelo qual atuou também como dubladora.[132] No final de 2005, a cantora gravou com Herbie Hancock o tema "A Song for You", pela qual ela recebeu uma indicação ao Grammy Award de Melhor Colaboração de Pop com Vocais,[133] e se casou com Jordan Bratman em uma propriedade privada no Condado de Napa, na Califórnia.[134] No ano seguinte, colaborou em um dueto de "Somos Novios (It's Impossible)" com Andrea Bocelli, sendo convidada para uma apresentação da faixa no Festival de Sanremo, na Itália.[135]

Durante o processo de gravação de seu novo projeto, Aguilera afirmou que iria fazer um "retrocesso aos anos de 1920s, 1930s e 1940s", combinando o jazz, blues e soul ao som da música pop.[136] O resultado final foi nomeado como Back to Basics, um disco duplo lançado em 9 de agosto de 2006.[137] Repetindo o sucesso de seus discos antecessores, o projeto chegou a ocupar o topo das paradas musicais em mais de dez países.[138][139] Em sua primeira semana nos Estados Unidos, comercializou cerca de 346 mil unidades e estreou na liderança da Billboard 200, convertendo-se como o segundo trabalho da artista a repetir tal feito.[140] Desde então, foi certificado como disco de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) após atrair vendas superiores à 1.7 milhões de unidades no país.[141] Ao passo em que era avaliado pela crítica especializada, o projeto foi recebido com opiniões otimistas; Katherine Barner do Idolator afirmou que o disco foi capaz de "colocar o talento e a diversidade musical de [Aguilera] na vanguarda [...] Além de ser responsável por distanciá-la de outras estrelas da música popular",[142] enquanto o crítico Stephen Thomas Erlewine considerou o projeto como uma "conquista notável" para a discografia da artista.[143] Back to Basics também recebeu uma nomeação ao Grammy Award de Melhor Álbum Vocal de Pop.[144] Desde então, é reconhecido como um dos melhores lançamentos daquele ano,[145] bem como da década de 2000.[146]

"Ain't No Other Man" foi o primeiro material usado na divulgação do disco. Referida como uma das melhores obras do ano,[147][148] Kelefa Sanneh do The New York Times a definiu como "uma [música] gloriosa no álbum [...] que prova mais uma vez que ninguém pode rugir como Sra. Aguilera".[149] No vídeo musical da obra, dirigido por Bryan Barber, a cantora foi elogiada por sua representação dos elementos da época do jazz.[150] A produção acabou recebendo quatro indicações no MTV Video Music Awards de 2006, incluindo o de Vídeo do Ano.[151] Comercialmente, "Ain't No Other Man" se posicionou entre as cinco mais vendidas em diversos países;[152] nos Estados Unidos, alcançou a sexta posição da Billboard Hot 100.[153] O tema rendeu ainda à artista o Grammy Award de Melhor Performance Pop Vocal Feminina.[154] "Hurt" e "Candyman" foram lançadas como os seguintes focos de promoção do disco e recebidas com um moderado desempenho comercial nas tabelas musicais.[155] Além disso, "Slow Down Baby" e "Oh Mother" foram lançadas para divulgar o projeto na Austrália e na Europa.[156][157] Até 2013, Back to Basics havia vendido mais de 5 milhões de unidades ao redor do mundo.[158]

Para complementar a divulgação do disco, Aguilera embarcou na Back to Basics Tour em novembro de 2006.[159][160] O espetáculo visitou diversos países pelo mundo e teve seu encerramento em outubro de 2008, quando se apresentou pela primeira vez em Abu Dhabi para mais de 20 mil espectadores.[161] Reconhecido como o concerto feminino de maior bilheteria de 2007,[162] arrecadou mais de 90 milhões de dólares em todo o mundo,[163] sendo 28.9 milhões apenas na América do Norte.[164] Uma das apresentações da turnê no Adelaide Entertainment Centre (AEC) foi transformada em especial transmitido pelo canal VH1 e, posteriormente, lançada em forma de DVD, sob o título Back to Basics: Live and Down Under.[165][166] Mais tarde, o projeto converteu-se como um dos mais vendidos do gênero naquele ano na Austrália.[167]

Estreia nos cinemas e The Voice (2008–2011)[editar | editar código-fonte]

Aguilera durante o evento de estreia de seu primeiro filme, Burlesque, em 2010.

Em 12 de janeiro de 2008, Aguilera deu à luz seu primeiro filho, Max Liron.[168] No mês seguinte, durante uma entrevista para a revista People, ela afirmou que havia iniciado os trabalhos de seu próximo disco, o qual seria inspirado pela maternidade.[169] Sendo influenciada diretamente pela música eletrônica,[170] a artista descreveu o projeto como "[um disco] sobre o futuro – sobre o meu filho em minha vida me motivando a experimentar, brincar e me divertir".[171] No final do ano, em comemoração aos seus dez anos de carreira na indústria musical, Aguilera lançou seu primeiro álbum de grandes êxitos, Keeps Gettin' Better: A Decade of Hits.[172] Além disso, a faixa título usada na divulgação do projeto estreou entre as dez mais vendidas nos Estados Unidos, com 144 mil unidades vendidas, convertendo-se como a melhor estreia de sua carreira.[173] No ano seguinte, Aguilera foi reconhecida pela Billboard como uma das artistas de maior influência na década de 2000.[174]

O sexto disco da artista, Bionic, foi lançado em 8 de junho de 2010.[175] Diferente de seus últimos trabalhos, a crítica especializada foi menos otimista ao seu conteúdo, considerando-o como "forte, mas apenas em partes".[176] Outras opiniões o considerava "confuso" e acusaram Aguilera de "se aproveitar" da alta do electropop no mercado internacional, enquanto era crescente a popularidade de Lady Gaga.[177][178] Por outro lado, a Billboard o escolheu como o melhor disco de música popular naquele ano.[179] Comercialmente, o projeto não causou o mesmo impacto de seus antecessores; no Reino Unido, chegou ao primeiro lugar de sua principal tabela com apenas 24 mil unidades vendidas.[180] Nos Estados Unidos, 110 mil cópias foram distribuídas em sua primeira semana nas lojas, estreando no terceiro lugar da Billboard 200.[181] Desde então, o projeto foi certificado disco de ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA), equivalente à 500 mil exemplares comercializados em território norte-americano.[182] "Not Myself Tonight" e "You Lost Me" foram lançadas como as faixas usadas para auxiliar na divulgação do disco ao redor do mundo, mas não foram recebidas com entusiamo pelo público.[183]

Em 24 de novembro de 2010, a artista fez sua estreia nos cinemas em Burlesque, no qual ela contracena com Cher.[184] Dirigido por Steve Antin,[185] a obra foi recebida com crítica devido ao seu roteiro "clichê" e "exagerado",[186][187] apesar de elogiarem a atuação de Aguilera.[188][189] Comercialmente, o filme atraiu uma bilheteria de 90 milhões de dólares pelo mundo, sendo que 39 milhões foram obtidas apenas na América do Norte.[190] Em relação às vendas em DVD e blu-ray, foram mais de 41 milhões arrecadados.[191] No Globo de Ouro de 2011, o longa-metragem foi indicado na categoria de Melhor Filme – Comédia ou Musical.[192][193] Além disso, ambas as artistas colaboraram para uma trilha sonora de acompanhamento, lançada em 19 de novembro.[194] O projeto conjunto recebeu opiniões positivas dos críticos que exaltaram a "ginástica vocal" de Aguilera e o "equilíbrio" entre as faixas de Cher.[195][196] "Bound to You" e "You Haven't Seen the Last of Me" — canções presentes na obra — também receberam uma nomeação para o Globo de Ouro de Melhor Canção Original, com a última saindo vitoriosa.[197] Nos Estados Unidos, foram 779 mil unidades comercializadas da trilha sonora desde então.[198]

Em fevereiro de 2011, durante uma apresentação no Super Bowl XLV, Aguilera recebeu atenção da mídia internacional quando esqueceu algumas frases do hino nacional dos Estados Unidos.[199][200] Posteriormente, ela se desculpou pelo acontecimento, afirmando: "Eu fiquei tão envolvida no momento da canção que me perdi. Só espero que todos possam sentir meu amor por este país e que o verdadeiro espírito do hino tenha sido transmitido".[201] No mesmo mês, durante a 53ª cerimônia do Grammy Awards, Aguilera se juntou à Jennifer Hudson, Florence Welch, Yolanda Adams e Martina McBride em um tributo para Aretha Franklin.[202] Em abril de 2011, a cantora assinou um contrato com a National Broadcasting Company (NBC) para integrar o quadro de jurados do reality-show The Voice, com um salário de 225 mil dólares por hora.[203] No meio do ano, participou como artista convidada na faixa "Moves Like Jagger", da banda Maroon 5, pela qual ela retornou ao topo das paradas musicais em todo o mundo, incluindo a Billboard Hot 100.[204] O tema se tornou um dos mais vendidos digitalmente em todo o mundo, com mais de 14.4 milhões de unidades distribuídas,[205] sendo 6 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos.[206] No mesmo ano, assinou seu divórcio de Jordan Bratman e começou a se relacionar com o assistente de produção Matthew Rutler.[17][207]

Parcerias e projetos na televisão (2012–2015)[editar | editar código-fonte]

Aguilera durante uma campanha publicitária para o programa The Voice, em 2015.

Em setembro de 2012, após a estreia da terceira temporada de The Voice, Aguilera anunciou que iria disponibilizar seu próximo material nos próximos meses.[208] Ela explicou que o registro abordaria como conceito problemas pessoais enfrentados por ela nos últimos anos, descrevendo seu conteúdo como "expressivo e libertador".[209] Seu resultado final recebeu o nome de Lotus, disponibilizado nas lojas a partir de 9 de novembro de 2012.[210] Em sua avaliação, não foi recebido com otimismo por parte dos críticos especializados; Melissa Maerz, editora do Entertainment Weekly, desaprovou sua "produção digitalmente sufocante que esgota toda a emoção dos vocais da artista".[211] Durante um artigo para a Rolling Stone, Jon Dolan descreveu o projeto como um "tsunami vitríolo".[212] Sua atuação nas tabelas musicais também não se mostrou positiva; tendo comercializado 73 mil unidades nos Estados Unidos, estreou no sétimo lugar da Billboard 200.[213] Desde então, foi apenas certificado como disco de ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA), representando 500 mil cópias distribuídas no país.[214] "Your Body" e "Just a Fool" foram as músicas usadas em sua divulgação, causando pouco impacto nas paradas de sucesso.[215]

Ao longo de 2013, a intérprete gravou os temas "Feel This Moment" (com Pitbull) e "Say Something" (com A Great Big World), colaborações responsáveis por colocar seu nome de volta ao topo das paradas musicais.[216] Com essa última, Aguilera chegou a ocupar o quarto lugar da Billboard Hot 100, sua melhor posição em território norte-americano desde 2011;[217][218] além disso, a faixa foi responsável por comercializar mais de 6 milhões de unidades em um ano de divulgação, sendo reconhecida como uma das mais vendidas digitalmente em nível mundial.[219] Apenas no Reino Unido, estima-se que tenham sido mais de 1 milhão de exemplares distribuídos desde então, recebendo o disco de platina dupla através da British Phonographic Industry (BPI).[220][221] Com a obra, chegou a ser honrada ainda com o Grammy Award de Melhor Performance em Dueto ou Grupo.[222] Em 2014, ficou noiva de Matthew Rutler e deu à luz a primeira filha do casal, Summer Rain.[223][224]

Depois de compor o time de mentores da quinta temporada de The Voice, onde foi noticiado que receberia cerca de 17 milhões mensais,[225][226] ela só veio retornar ao posto em seu oitavo período, no início de 2015.[227] Além disso, foi noticiado que ela iria atuar em um papel recorrente durante a terceira temporada da série Nashville, transmitida através da American Broadcasting Company (ABC).[228] Interpretando a personagem Jade St. John, uma cantora de música popular tentando entrar no mercado country,[229] críticos notaram que sua participação trouxe uma nova carga de drama para o programa.[230][231] Para compor a trilha sonora do espetáculo, Aguilera também contribuiu com duas faixas, "The Real Thing" e "Shotgun", disponibilizadas de forma digital através da iTunes Store.[232][233] Durante esse período, fez uma aparição no filme Pitch Perfect 2.[234]

Retorno aos palcos (2016–presente)[editar | editar código-fonte]

Aguilera durante uma das apresentações da The X Tour, em Londres, em 2019.

No início de 2016, Aguilera voltou à integrar o quadro de jurados da décima temporada de The Voice, onde foi mentora de Alisan Porter, escolhida como a campeã da edição.[235][236] Mais tarde, colaborou com Nile Rodgers no tema "Telepathy", compondo a trilha sonora de The Get Down (2016–2017), série exibida através da Netflix.[237] O trabalho provou ser bem-sucedido nas pistas de dança dos Estados Unidos, alcançando o primeiro lugar na Hot Dance Club Songs — tabela elaborada pela Billboard.[238] Seguido pelo seu trabalho como dubladora em The Emoji Movie (2017),[239] Aguilera foi noticiada como um dos nomes que estrelariam em um novo filme dirigido por Drake Doremus.[240] Nomeado posteriormente como Zoe, o romance de ficção científica foi lançado durante o Festival de Cinema de Tribeca em 21 de abril de 2018;[241] no longa-metragem, a artista atuou em um papel como coadjuvante, dando vida à prostituta Jewels.[242]

No início de 2018, Aguilera avisou que não retornaria ao programa The Voice e que estava desenvolvendo dois álbuns de estúdio, um em inglês e outro em espanhol.[243] Em 15 de junho, chegou às lojas de discos seu primeiro projeto em seis anos, Liberation.[244] Com o conteúdo sendo inspirado pelo R&B e o hip-hop,[245] tornou-se seu trabalho melhor avaliado pela crítica especializada;[246] Patrick Ryan, profissional do jornal USA Today, o descreveu como um "álbum de retorno satisfatório que reafirma Aguilera como uma pioneira da música popular que nunca teve medo de se reinventar",[247] enquanto o periódico The Observer avaliou o projeto como o mais "artisticamente emancipado" da artista desde Stripped (2002).[248] Além disso, foi escolhido como um dos melhores lançamentos daquele ano por publicações como Rolling Stone e Cosmopolitan.[249][250] Em termos comerciais, não atraiu o desempenho esperado; estreando na sexta posição da Billboard 200, principal gráfico dos Estados Unidos, suas vendas superam as 100 mil unidades, o pior desempenho comercial no país desde a sua estreia na indústria.[251][198] Por outro lado, ocupou o posto de mais comercializado na semana de lançamento em países como Espanha, Coreia do Sul e Taiwan.[252][253][254]

"Accelerate" e "Fall in Line" foram as faixas lançadas para auxiliarem na divulgação do trabalho, mas falharem em obterem impacto nas paradas musicais.[255] No entanto, no final do ano, foi honrada com uma indicação ao Grammy Award de Melhor Performance em Dueto ou Grupo (por "Fall in Line") e outra para Melhor Performance de Rap Cantado (por "Like I Do").[256] Durante esse período, após uma década longe dos palcos, Aguilera fez seu retorno na The Liberation Tour, com mais de vinte datas anunciadas ao redor dos Estados Unidos.[257] No ano seguinte, embarcou em uma série de concertos pela Europa através da The X Tour,[258] bem como estrelou em seu primeiro concerto de residência, a Christina Aguilera: The Xperience, localizada no Planet Hollywood Resort and Casino, em Las Vegas.[259] Com este último espetáculo, atraiu uma bilheteria de pouco mais de 10.2 milhões de dólares em vinte e cinco apresentações, sendo estendido para mais quatro etapas além do planejado, com seu encerramento marcado para novembro de 2020.[260][261] Desde então, gravou canções para as trilhas sonoras dos filmes The Addams Family (2019) e Mulan (2020).[262][263]

Características[editar | editar código-fonte]

Habilidade vocal[editar | editar código-fonte]

Críticos definem o tipo vocal de Aguilera como soprano,[264][265][266] tendo uma extensão vocal de quatro oitavas (de 3 à Dó♯7),[267][268][269] além de ser capaz de executar o registro de apito.[270] Referida como a "Voz da Geração",[271][272][273] sua habilidade vocal têm atraído, desde o início de sua carreira, comparações com Mariah Carey e Whitney Houston;[274][275] o jornal The Boston Globe a compara com as artistas, além de afirmar que "Aguilera é uma verdadeira cantora, igualmente abençoada com o tipo de elasticidade deslumbrante, notas preciosas e poder puro que separam as divas das amadoras".[276] Ela é conhecida também pelo uso de melisma em suas canções e apresentações, algo que críticos afirmam ser herança de sua admiração por Carey e Houston.[27][277][278] Enquanto escrevia para o The New York Times, David Browne compartilhou que a cantora "é uma das profissionais mais importantes desse estilo vocal avassalador conhecido como melisma" e que, juntamente com as duas intérpretes, "formaram o trio das principais campeãs desse gênero".[275] Através do mesmo jornal, Jon Pareles destacou sua versatilidade vocal e reconheceu que Aguilera faz um uso "acrobático da melisma trêmula e escaldante".[279] Para a Rolling Stone, ela modelou sua "técnica dramática e melismática" inspirada por Etta James.[280]

Em entrevista ao Los Angeles Times, o compositor Steve Kipner relatou ter "se sentido impressionado com a habilidade vocal de Aguilera", afirmando ter presenciado coisa parecida "apenas com artistas mais velhos"; além disso, elogiou sua capacidade em "incorporar notas de Chaka Khan".[33] Ron Fair, executivo da RCA Records, afirma que a "entonação incrível" da cantora o impressionou, acreditando que ela possuí poder vocal "para se tornar a próxima Barbra Streisand ou Céline Dion".[33][281] Ann Powers do Los Angeles Times opina que "há influências de Gladys Knight e Aretha Franklin no estilo vocal de Aguilera", fato que acredita ter lhe ajudado a ser levada a sério como cantora.[282] Sasha Frere-Jones do The New Yorker escreveu que "Aguilera não precisa reencarnar a Sarah Vaughan para ser uma cantora séria. Ela já é uma, na tradição da música popular após a década de 1990 com a aplicação da melisma".[283] Desde então, têm sido reconhecida como uma das maiores vozes da música.[284][285] Em uma lista organizada pela Rolling Stone, foi adicionada entre os 100 maiores cantores de todos os tempos;[280] pela MTV, foi eleita uma das melhores vocalistas da indústria desde os anos 1980s.[286]

Por outro lado, Aguilera têm sido criticada por seu uso excessivo de melisma, bem como por "exagerar ao cantar" em suas canções e apresentações.[287][288][289] John Eskow do The Huffington Post afirma que a cantora é a principal proponente do "exagero" e, apesar de reconhecer que ela possui um "grande instrumento", percebeu que ela "parece que não saber a hora de parar" com o seu uso "gratuito e confeccionado da melisma".[290] Lucy Davies, autora da BBC Music, opina que Aguilera tem uma "voz impressionante", mas ela "poderia ser mais variada vocalmente, cortando principalmente a quantidade de 'oh' e 'yeah' em suas canções".[291] Durante a sessão de gravação de "Beautiful" (2002), Linda Perry reconheceu que a cantora tinha dificuldade em abaixar o tom de sua voz, relembrando que pediu para que ela evitasse o que chama de "improvisações vocais", parando a gravação todas as vezes em que a intérprete começava a "exagerar".[292] Enquanto escrevia para o Entertainment Weekly, Chris Willman opinou que o "exagero ao cantar" da artista é influência de sua admiração por Carey, reforçando que "seu tom ligeiramente anasalado se torna óbvio quando ela começa a exagerar com seus vocais".[48]

Influências[editar | editar código-fonte]

Aguilera mencionou Madonna (esquerda) e Cher (direita) como algumas de suas influências ao longo da carreira.

De acordo com Pier Dominguez, a violência doméstica que Aguilera sofreu durante a infância impactou diretamente na sua personalidade em formação.[293] No entanto, o autor afirma que, diferente de outras crianças que testemunham a violência em casa, a cantora não demonstrava sentimentos de culpa, distúrbio emocional ou um comportamento agressivo com as pessoas; pelo contrário, ela criou um "mecanismo de defesa interna".[18][294] Por outro lado, Chloé Govan afirma que o fato de ter sido vítima de bullying na escola a tornou uma pessoa introvertida e insegura.[295] O papel de sua mãe foi crucial para mudar esse cenário, com quem afirma ter aprendido "lições sobre autorrespeito".[296] De fato, diversos críticos concordam que o aprendizado exerceu influência sobre o comportamento de Aguilera na transição para a idade adulta e, principalmente, em seus primeiros sucessos, "Genie in a Bottle" e "What a Girl Wants" (1999), que trazem como referência o empoderamento feminino.[53][62][296]

Ao longo de sua carreira, Christina têm mencionado Etta James como a sua principal influência na música.[18][297] Ela relembra que conheceu a artista ainda na infância, enquanto ouvia aos discos antigos de sua avó.[298] Em 2007, durante uma entrevista para a InStyle, declarou: "Etta é minha cantora favorita de todos os tempos. Eu tenho dito isso nesses últimos sete anos — desde que meu primeiro disco foi lançado — em cada entrevista, em cada história, em cada pergunta na frente ou fora das câmeras [...] Sua música sempre foi uma grande fuga para mim, mesmo quando ainda era jovem".[298] Outra de suas maiores influências é Whitney Houston;[33] além de interpretar algumas de suas canções no início de sua carreira, foi convocada para homenageá-la em diversas ocasiões, inclundo no BET Awards (2001) e durante o American Music Awards (2017).[299][300] De acordo com Dominguez, Mariah Carey exerceu influência direta no estilo vocal de Aguilera, notando que após o lançamento de sua canção de estreia, "Vision of Love" (1990), lhe incentivou a testar sua habilidade vocal durante a juventude.[301]

Aguilera menciona Madonna e Janet Jackson como outras de suas inspirações.[302][303] Durante uma entrevista para o Jam!, ela relatou sua admiração por ambas as cantoras por "dominarem o palco, o estúdio e as telas e serem bem-sucedidas nos três, mantendo suas forças como artistas femininas positivas que não possuem medo de correrem riscos, serem ousadas e experimentais [...] Elas dominam a si mesmas e não se sentem vulneráveis com as suas sexualidades".[304] Cher também lhe serviu de inspiração na carreira,[305] recordando que a primeira vez que a viu foi enquanto assistia ao videoclipe de "If I Could Turn Back Time" (1989), inspirando-a como "uma mulher forte, uma mulher que estava lá [e] que fez tudo antes de qualquer um — que possuía coragem para fazer tudo".[306] Para o processo de desenvolvimento de Back to Basics (2006), a intérprete declarou ter se inspirado por nomes como Aretha Franklin, Billie Holiday, Nina Simone, Ella Fitzgerald e Otis Redding.[307][308] Ao longo de sua carreira, afirmou também ser fã dos trabalhos de Michael Jackson,[309] bem como das bandas The Rolling Stones, Led Zeppelin, Metallica e Guns N Roses.[310][311]

Aguilera credita o musical The Sound of Music (1959) e sua atriz principal, Julie Andrews, como suas primeiras referências para cantar e se apresentar.[312] Em uma entrevista para a revista Vibe, ela escolheu o filme como o seu favorito, declarando: "Foi o que me inspirou a cantar quando tinha 5 anos de idade. Até hoje, eu lembro de cada palavra. Eu possuía a trilha sonora em fita e eu colocava para tocar em meu quarto, fechava a porta, abria a janela e cantava como [Julie] Andrews nas colinas".[313] O musical também esteve presente na elaboração de Liberation (2018), onde a artista usa uma das canções da trilha sonora como introdução ao conteúdo de seu projeto.[314][315] Fora da indústria musical, ela se inspira pelas atrizes Angelina Jolie,[316] Lucille Ball[317] e Marilyn Monroe,[318] além de apreciar obras de Andy Warhol, Roy Lichtenstein e Banksy.[172][319]

Estilos musicais e temas[editar | editar código-fonte]

"Elastic Love" é uma obra que incorpora o electropop,[320] com elementos da música eletrônica e o new wave dos anos 1980s.[321]

Em "Like I Do", parceria com GoldLink, Aguilera flerta com o hip-hop em meio à instrumentos de sopro e sintetizadores eletrônicos.[322][323]

Problemas para escutar estes arquivos? Veja a ajuda.

Referida como uma artista de música popular,[324] Aguilera experimentou diversos gêneros musicais ao longo de sua carreira.[325][326] Em seu álbum de estreia (1999), suas canções foram produzidas em estilo teen pop, influenciado diretamente pelo dance-pop;[62][327] Direção semelhante foi adotada em Mi Reflejo (2000), trabalho que destaca suas inspirações retiradas da música latina.[328] Almejando crescimento artístico e uma diversidade musical maior, a intérprete colaborou com uma gama de ritmos para Stripped (2002), incluindo R&B, hip-hop, rock e soul.[91][329] Em um artigo para a Entertainment Weekly, Owen Gleiberman creditou a obra como a responsável por "distanciar a artista de outras estrelas da música popular contemporânea".[330] Para completar Back to Basics (2006), Aguilera misturou sua sonoridade popular com gêneros presentes durante meados do século XX, como o jazz, blues e funk.[331][332] Stephen Thomas Erlewine descreveu o disco como "uma declaração artística [...] um pouco egocêntrica, mas também cativante, emocionante e única",[143] enquanto outros profissionais consideraram que a cantora havia se "encontrado artisticamente".[333]

Durante a trilha sonora de Burlesque, ela reutilizou uma sonoridade semelhante ao seu registro anterior;[334] críticos compararam o conteúdo da obra com materiais de Cabaret (1972) e Moulin Rouge! (2001).[196][335] No desenvolvimento de Bionic (2010), descrito por avaliadores como um álbum de futurepop com elementos híbridos do electro,[336][337][338] a artista colaborou com uma série de produtores especializados em música eletrônica.[339][340] Sam Lansky, redator da MTV, descreveu o projeto como "precocemente brilhante", considerando algumas de suas músicas como "inovadoras [e] intemporais, com uma produção subversiva e ambiental".[341] Direção semelhante foi adotada em Lotus (2012), disco que faz uso do electropop combinado à outros gêneros;[342][343] além disso, o material marcou a primeira vez em que a intérprete colaborou com produtores convencionais, como Max Martin e Shellback.[344] Para Liberation (2018), Aguilera contribuiu com Kanye West e Anderson Paak, desenvolvendo um registro inspirado pelo R&B e hip-hop, estilos que ela já havia incluído em seus trabalhos anteriores de forma menos ampla.[345][346]

Em relação aos temas de suas obras, Aguilera destacou que ela sente um grande "senso de responsabilidade" em fazer alusões à algumas partes de sua vida pessoal para que as pessoas "possam se identificar e não se sintam sozinhas em determinadas circunstâncias".[347] Em grande parte de suas canções, o amor esteve presente entre os assuntos abordados, bem como a maternidade, casamento e infidelidade.[307][348][349] No entanto, também compôs faixas que tratavam-se do oposto, como violência doméstica e relacionamento abusivo.[102][350] Seu comportamento com o sexo também ocupa grande parte de suas criações;[351][352] em entrevista à revista People, a cantora explicou: "Se eu quiser ser sexual, é para a minha própria apreciação e prazer. É por isso que eu gosto de falar sobre o fato de que me sinto atraída por mulheres. Eu aprecio a feminilidade e a beleza".[353] Aguilera também é reconhecida por incluir o feminismo em seu repertório;[324][354] ela denunciou o padrão duplo de julgamento pela primeira vez em "Can't Hold Us Down" (2002), afirmando que enquanto "homens são aplaudidos por seus comportamentos sexuais, mulheres são marginalizadas por agirem da mesma forma".[355] Hermione Hoby, jornalista do The Guardian, reconheceu que a artista "incita um espírito de colaboração entre as mulheres [...] não se intimidando por suas declarações feministas".[264]

Apresentações e videoclipes[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Videografia de Christina Aguilera
Aguilera recebeu elogios por seus vocais e sua presença de palco em apresentações.

O desempenho de Aguilera no palco foi avaliado por críticos.[356][357] Errol Nazareth, autor do Toronto Sun, reconheceu sua presença de palco em um ato da Christina Aguilera in Concert (2000), afirmando que a cantora "era um turbilhão de energia, balançando os quadris, desfilando pelo espetáculo e envolvendo o público em uma dança provocativa".[358] Kat George do The Village Voice elogiou, principalmente, sua conexão com o público durante a Justified and Stripped Tour (2003), destacando que "no final de sua apresentação, depois de toda a fanfarra e grandiosidade, [Christina] subiu ao palco com os cabelos despenteados, o rosto lavado de toda a maquiagem, um par de jeans velhos e uma camisa branca simples. Ela era apenas sua amiga mais velha da escola te contando seus medos e você contaria os seus [...] Acompanhada por um violão, ela cantava baixinho: 'você é bonita, não importa o que eles digam'".[359] Em 2007, através da Rolling Stone, Barry Walters expressou opinião semelhante ao assistir sua interpretação na Back to Basics Tour em Oakland, considerando que a cantora "se movia com confiança e desenvolvendo coreografias com classe [...] sua presença de palco quase alcançava sua famosa destreza vocal".[360]

Além disso, ela é reconhecida por fazer seus vocais ao vivo durante suas atuações em concertos e na televisão.[361][362] Seguida por sua apresentação no MTV Video Music Awards de 2000, a MTV News noticiou que a artista "buscava uma interpretação sublime em um ambiente decididamente inspirado em As Mil e Uma Noites, cercada por dançarinas do ventre e engolidores de fogo, sua voz apresentava pequenos sinais de tensão, mas ela demonstrou a melodia de uma maneira que não deixavam dúvidas sobre quais artistas na cerimônia cantavam ao vivo e quais estavam dublando".[363] Em 2019, Katie Hawthorne, jornalista do The Guardian, assistiu seu número em Glasgow durante a The X Tour, considerando que "esse espetáculo deslumbrante parece quase um programa de variedades comandado por uma só mulher [...] tudo está superdimensionado, mas nada maior que sua voz".[364] Graças ao seu desempenho vocal, sua execução de "It's a Man's Man's Man's World" no Grammy Awards de 2007, em tributo à James Brown, têm sido reconhecida como um dos maiores momentos da cerimônia por diversas publicações.[280][365][366]

Sua videografia também representa grande parte de seu impacto na música popular;[367][368] em 2018, o Yahoo! destacou que a artista "teve uma louca evolução, mas algo que se manteve constante em seus videoclipes foi sua sensualidade escandalosa [...] Desde o estiloso até o proibido, Aguilera sabe como trazer o calor".[369] Entre suas obras mais conhecidas está "Dirrty" (2002), pelo qual provocou polêmica devido aos seus visuais e é comumente referido como o percursor do estilo de dança slutdrop.[370][371] Além de influenciar trabalho de artistas como Beyoncé e Miley Cyrus, a coreografia serviu como inspiração para a criação do twerk.[370][372] Em 2003, a produção foi reconhecida ainda como uma das maiores de todos os tempos por autores da Slant Magazine.[373] Da mesma forma, "Dirrty" e seus vídeos musicais para "Lady Marmalade" (2001) e "Beautiful" (2002) foram escolhidos por editores da revista Billboard como um dos mais impactantes lançados no século XXI.[374]

Imagem pública[editar | editar código-fonte]

Aguilera têm reinventado sua imagem pública inúmeras vezes ao longo de sua vida artística.[375][376][377] No início da carreira, foi comercializada como uma cantora de bubblegum pop devido ao alto retorno financeiro do gênero no final da década de 1990,[18][87] tornando-se ídolo entre o público adolescente.[378][379] Por outro lado, foi acusada de cultivar uma imagem sexual e atraiu críticas às suas roupas curtas;[380][35][274] em uma entrevista para a MTV News, a cantora Debbie Gibson acusou a intérprete de influenciar "garotas a vestirem cada vez menos", considerando que "ela vive e respira uma imagem sexual".[381] Em resposta aos comentários negativos da época, a artista afirmou: "Só porque tenho uma certa imagem, todos querem que eu sirva de modelo. Mas ninguém é perfeito, e ninguém pode viver como se fosse".[382] Além disso, passou a receber constantes comparações com Britney Spears.[27][383][384] David Browne, autor do Entertainment Weekly, notou que Aguilera parecia agir como "uma garota boa tentando ser má" quando comparada à música e imagem de Spears.[385] Em contrapartida, a revista Time a considerou uma artista mais impressionante do que Britney.[67] Megan Turner, durante um artigo para o jornal New York Post, comparou a "batalha" entre as duas na mídia com a ocorrida anteriormente entre The Beatles e The Rolling Stones; no entanto, destacou a diferença entre elas, observando que enquanto "Britney era sexualmente atraente [...] Aguilera possuía charme e um apelo juvenil maior".[386]

Estátua de Aguilera no Museu Madame Tussauds, localizado em Londres.

Em 2002, Aguilera introduziu seu alter ego "Xtina", pelo qual adotou visuais cada vez mais provocantes e extravagantes.[98][387] Durante esse período, ela pintou seus cabelos de preto, aderiu à piercings pelo corpo e fotografou nua para diversas publicações.[89][388] Ao analisarem sua nova aparência, os periódicos Vice e Rolling Stone escreveram que suas novas roupas ecoavam como se a cantora estivesse participando de Girls Gone Wild.[93][95] Em resposta às críticas, a artista reforçou sua nova direção visual se vestindo como freira e, ao som de "Dirrty" (2002), despiu-se para revelar o que usava por baixo enquanto servia como apresentadora do MTV Europe Music Awards de 2003.[389][390] De forma mais positiva, Stephen Thomas Erlewine do AllMusic observou que a cantora alcançou a "maturidade [pessoal] com uma sexualidade transparente e sons fortes de clubes noturnos".[391] Além disso, durante um artigo para o The Daily Telegraph, Adam White descreveu que sua "adoção de uma imagem abertamente sexual após um estrelato adolescente foi uma rota testada e comprovada para o sucesso adulto".[392]

Sob o título de "Baby Jane" — uma referência ao filme What Ever Happened to Baby Jane? (1962) — Aguilera voltou a transformar sua imagem pública em 2006;[393] aderindo ao loiro platinado em seus cabelos, ela passou a se vestir inspirada por atrizes da Velha Hollywood.[394][395] Em 2010, sua nova aparência recebeu destaque na mídia internacional por comparações com a de Lady Gaga.[396][397] Após ganhar peso em 2012, ela foi alvo de críticas por diversas publicações;[398][399] por outro lado, no ano seguinte, foi bem recebida após aparecer significativamente mais magra.[400] Durante um ensaio fotográfico para a revista Paper, na edição de março de 2018, apareceu livre de maquiagem ou qualquer manipulação fotográfica, atraindo atenção para artistas que posaram da mesma forma em suas redes sociais.[401][402]

Ao longo de sua carreira, Aguilera foi referida como um símbolo sexual.[283][326][403] Através do canal VH1, seu nome foi incluído na lista dos artistas mais sensuais do entretenimento em 2002 e 2013.[404][405] Ela recebeu honrarias parecidas em publicações da FHM e Complex.[406][407] Em um artigo da Maxim, foi nomeada a mulher mais sensual de 2003,[408] ao mesmo tempo em que estampou a capa da edição mais vendida da história da revista.[409] Além disso, em emissões da People, foi citada como uma das pessoas mais bonitas do mundo em 2003 e 2007.[410][411] Reconhecida como um ícone gay, a intérprete é elogiada por seu ativismo em favor da igualdade e representação positiva dos indivíduos.[111] Em 2017, durante uma carta aberta organizada pela Billboard, ela reconheceu o apoio que sempre encontrou neste público, além de observar que "nada na comunidade LGBT veio fácil [...] Mas ainda assim continuam lutando, avançando na vanguarda e superando todas as probabilidades sempre com amor em seus corações".[412] Além disso, "Beautiful" (2002) foi escolhida como a canção mais inspiradora da década de 2000 para o público LGBT através da organização Stonewall.[413]

Seu senso de moda também atrai atenção da mídia;[414][415] Jon Caramanica, jornalista do The New York Times, concluiu que "Aguilera sempre será lembrada por sua elegância [e] sua escandalosa imagem na música popular feminina".[416] Durante um artigo da revista Vogue, Janelle Okwodu observou que a intérprete "nunca teve medo de correr riscos na moda [...] ao longo de seus vinte anos de carreira, ela encheu seus vídeos com estilos de cair o queixo e roupas ousadas ao desfilar nas passarelas".[417] Em 2018, seguida por sua aparição em eventos de moda da New York Fashion Week, Christina foi reconhecida como uma das pessoas mais estilosas do ano pela Dazed.[418] Com sua presença nas redes sociais, a intérprete ocupou lugar entre os músicos de maior popularidade no Twitter,[419] onde acumula cerca de 17 milhões de seguidores.[420] Além disso, em 2010, converteu-se como uma das mulheres mais pesquisadas através da ferramenta de busca do Google.[421]

Outros trabalhos[editar | editar código-fonte]

Filantropia[editar | editar código-fonte]

Aguilera durante um evento beneficente promovido pela Montblanc, em 2010.

Aguilera têm feito trabalhos filantrópicos durante sua carreira. Em 2001, ela assinou uma carta aberta organizada pelo People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) em direção à Coreia do Sul, pedindo para os governantes do país proibirem que cachorros e gatos sejam mortos para serem usados como alimentos.[422][423] Em 2006, a cantora substituiu uma peça de seu figurino na Back to Basics Tour, desenhada por Roberto Cavalli, depois que descobriu que ele havia utilizado pele de raposa em sua composição.[424] Em 2010, a intérprete leiloou ingressos para seus novos concertos através do Christie's, destinando os rendimentos para grupos ambientais sem fins lucrativos, entre eles o Conservação Internacional e o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais.[425] Em 2004, Aguilera foi rosto para uma linha de maquiagens da MAC Cosmetics, cujos lucros foram destinados no combate ao HIV/AIDS.[426] No ano seguinte, participou de um livro de fotografias destinado à levantar fundos para a Elton John AIDS Foundation,[427] além de participar de uma campanha organizada pelo YouthAIDS.[428]

Em 2003, enquanto visitava a cidade em que cresceu, Pittsburgh, na Pensilvânia, Aguilera doou cerca de 200 mil dólares para um centro de acolhimento e suporte para vítimas de violência doméstica;[429] da mesma forma, em 2019, doou parte dos lucros de sua residência, Christina Aguilera: The Xperience, para uma organização situada em Las Vegas, Nevada.[430] Além disso, gravou comerciais para o canal Lifetime, pedindo o fim da violência contra a mulher.[431] Seu empenho na causa fez com que fosse premiada pela fundação The Shade Tree.[432] Em 2004, a cantora também esteve envolvida com instituições que trabalham na luta contra o câncer de mama.[433] No ano seguinte, participou de um evento de gala para arrecadar fundos à instituições de suporte à crianças na África do Sul, entre elas, uma organização de Nelson Mandela.[434] Em 2008, participou da versão turca do programa Deal or No Deal, onde ganhou 180 mil liras — valor convertido em doações para orfanatos do país.[435] Em 2010, participou de um evento que promovia o acesso de crianças à educação musical, iniciativa da Montblanc.[436]

Em 2005, Aguilera converteu seus presentes de casamento em dinheiro e doou para instituições de caridade que estavam ajudando famílias atingidas pelo Furacão Katrina.[437] Da mesma forma, em 2012, em decorrência do desastre causado pelo Furacão Sandy, participou de um especial organizado na National Broadcasting Company (NBC), onde interpretou a faixa "Beautiful" (2002) e pediu doações para a Cruz Vermelha Americana.[438] Em resposta ao Terremoto no Haiti em 2010, a artista leiloou um automóvel Chrysler 300 e destinou o dinheiro arrecadado para auxiliar vítimas do desastre.[439] Em parceria com outros artistas, participou ainda da maratona de doações Hope for Haiti Now, transmitido pela Columbia Broadcasting System (CBS), que distribuía lucros para as fundações Oxfam e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).[440][441] Em 2009, tornou-se porta-voz do Programa Alimentar Mundial, filial da Organização das Nações Unidas (ONU).[442] Através do programa, viajou para diversos países com altos índices de desnutrição, como Guatemala, Equador e Ruanda.[443] Desde então, estima-se que tenha ajudado a levantar mais de 148 milhões de dólares para a organização.[444] Em 2012, sua atuação no projeto fez com que fosse condecorada na Casa Branca por Hillary Clinton, até então atuando como Secretária de Estado.[445]

Política[editar | editar código-fonte]

Aguilera apoiou a candidata Hillary Clinton (imagem) em sua campanha presidencial, em 2016.

Ao longo de sua carreira, Aguilera se envolveu na política em diversas ocasiões. Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos em 2004, Aguilera foi destaque em painéis publicitários da campanha "Only You Can Silence Yourself", cujas propagandas foram produzidas pelo fotógrafo David LaChapelle, onde a cantora aparecia com a boca costurada para simbolizar os efeitos de não votar.[446][447] Além disso, ela se tornou porta-voz da organização Rock the Vote (parceira da MTV),[448] que incentivava os jovens a votarem nas eleições presidenciais de 2008.[449][450] Durante a corrida presidencial dos Estados Unidos em 2016, a intérprete apoiou Hillary Clinton — candidata através do Partido Democrata — participando de convenções destinadas a arrecadar fundos para a campanha da mesma.[451][452] Ela reafirmou seu apoio, considerando Hillary como "uma mulher corajosa que sempre se recupera [...] que possuí o tipo de força e mentalidade de uma lutadora que eu quero criar para minha filha poder admirar".[453] No mesmo ano, ela e outros 180 artistas e executivos da indústria fonográfica assinaram uma carta aberta organizada pela revista Billboard ao Congresso dos Estados Unidos, exigindo um maior controle de armas no país.[454][455]

Como uma ativista dos direitos LGBT, é geralmente elogiada por publicações por sua decisão em destacar pessoas transgêneros e um beijo entre um casal homossexual no videoclipe de "Beautiful" (2002).[456][457][458] Fan Zhong, autora da revista W, considera o vídeo musical como "revolucionário para a época", observando que muitos ainda "não estavam prontos para ver isso nas telas desta forma".[459] Pelo impacto da obra, ela foi honrada em uma cerimônia do Gay and Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD).[460] Joan Garry, diretor executivo da organização, destacou o papel da cantora: "Numa época onde muitos da indústria da música evitam completamente temas sobre lésbicas e gays ou, pior ainda, usam uma imagem para difamá-los, a decisão de Christina em destacar pessoas gays e transgêneros em seu videoclipe foi uma forte declaração de inclusão, afirmação e aceitação".[461] A artista voltou a discursar sobre igualdade no vídeo de "Let There Be Love" (2013).[462]

Em 2005, Aguilera fez parte do disco Love Rocks, que contava com a participação de diversos artistas.[463] O projeto foi lançado através do Human Rights Campaign (HRC), grupo que defende os direitos civis LGBT nos Estados Unidos;[464] pela mesma organização, a cantora foi homenageada por sua contribuição como ativista em 2019.[465] Em 2008, ela protestou contra a Proposição 8, lei aprovada na Califórnia que bania o casamento de indivíduos do mesmo sexo.[111] Aguilera expressou seu descontentamento para a MTV News, afirmando: "Por que você colocaria tanto dinheiro em algo para impedir que as pessoas se amem e se unam? Eu simplesmente não entendo isso".[466] A lei acabou sendo derrubada pela Suprema Corte dos Estados Unidos.[467] Em 2016, após o atentado terrorista em Orlando, na boate LGBT Pulse, Aguilera lançou a canção "Change", destinando todos os lucros arrecadados através da mesma para beneficiar os familiares das vítimas.[468] Ela divulgou a faixa em suas redes sociais, completando: "A horrível tragédia que ocorreu em Orlando continua pesando na minha mente. Estou enviando amor e orações para as vítimas e suas famílias [...] Assim como muitos, quero ajudar a fazer parte da mudança que o mundo precisa para se tornar um lugar maravilhoso e inclusivo, onde a humanidade possa se amar livremente e apaixonadamente".[469]

Empreendimentos[editar | editar código-fonte]

Fora de seus trabalhos na música, Aguilera possuí uma linha de perfumes através da Elizabeth Arden, Inc..[n 2] Sua primeira fragrância, Xpose, chegou às lojas da Europa em 2004.[471] Três anos mais tarde, foi lançada Simply Christina;[472] o produto se tornou o mais comercializado do gênero no Reino Unido em 2007,[473] além de render à artista o FiFi Awards, estatueta entregue anualmente pela The Fragrance Foundation.[474] Em 2009, o perfume voltou a se posicionar entre os mais vendidos do país.[475] Seu primeiro empreendimento lançado fora da Europa foi Inspire (2008), acompanhado de uma coleção de produtos destinados ao cuidado corporal.[476] A campanha publicitária foi dirigida por David LaChapelle e, nos Estados Unidos, foi colocado à venda através das lojas de departamento Macy's.[477][478] Sua quarta fragrância, By Night, foi lançada em 2009 e esteve na lista das mais vendidas naquele ano no Reino Unido.[479][475] A coleção seguiu-se com outros lançamentos anuais desde então.[470][480] Em 2011, desenvolveu sua primeira linha de roupas, divulgada através da São Paulo Fashion Week sendo, posteriormente, comercializada por estabelecimentos da C&A.[481] Ela também possuí sua própria produtora, a MX Productions, fundada com o noivo Matthew Rutler;[482] com a empresa, atua também como uma das investidoras do MasterClass.[483] Em 2016, em parceria com a companhia Lions Gate Entertainment, começou a produzir o programa de competição musical Tracks, transmitido pela Spike TV.[484]

Aguilera também atuou como garota-propaganda para uma gama de marcas. Em 2000, trabalhou na divulgação das lojas de roupas Sears e Levi's — ambas as empresas também entraram como patrocinadoras de sua primeira turnê, Christina Aguilera in Concert.[485] No ano seguinte, firmou contrato de um ano com a Coca-Cola e apareceu na televisão americana em um comercial divulgando a rede de refrigerantes.[486] Em 2003, Donatella Versace desenhou uma linha de roupas inspirada pela artista, convidando-a para estrelar como modelo da coleção em uma campanha publicitária da Versace.[487] No ano seguinte, recebeu 100 mil dólares para estrelar uma campanha da Mercedes-Benz,[488] bem como 200 mil libras esterlinas para dar início às vendas de verão nas lojas Harrods, em Londres.[489] Aguilera voltou a aparecer em novas propagandas em 2006, onde divulgava a Sony Ericsson.[490] Ainda naquele ano, gravou uma gama de comerciais para a Pepsi — que traziam ao fundo "Here to Stay", uma das canções de seu repertório.[491] Em 2017, estrelou em campanhas publicitárias ao lado de Shaquille O'Neal para a Oreo.[492] Em 2008, seguido pelo nascimento de seu primeiro filho, recebeu 1.5 milhões de dólares para divulgar a primeira foto da criança com exclusividade para a revista People, tornando-se a nona fotografia de celebridade mais caras da história.[493]

Legado e impacto[editar | editar código-fonte]

O legado de Aguilera na indústria musical tem sido objeto de análise pela crítica. Publicações a consideram uma das artistas mais importantes da década de 2000,[268][284][494] bem como uma das maiores a atingir a música popular, sendo referida como um ícone pop.[388][495][496] Em uma lista organizada pelo canal VH1, Aguilera foi incluída entre as mulheres mais influentes do mercado fonográfico.[497] No início de sua carreira, era considerada um ídolo adolescente;[498][499] a revista Time noticiou que a intérprete foi "pioneira de um tipo diferente de estrelato adolescente", creditando seu alcance vocal como o responsável pelo fenômeno.[67] Como resultado, seu nome têm sido mencionado como um dos responsáveis pelo renascimento do teen pop no final dos anos 1990s;[62][500] além disso, o sucesso comercial de seus primeiros trabalhos a incluiu entre os artistas que moldaram a chamada "Explosão Latina".[n 3][504][505] Desta forma, Aguilera foi classificada entre os artistas que influenciaram a Geração Millennials.[506][507][508] Em um livro sobre o tema, os autores Michael Coomes e Robert DeBard concluíram que "o retrato da Geração Millennials na mídia [era] se comportar e vestir-se como alguns de seus ícones", citando a artista entre eles.[509] Ao longo de sua carreira, ela foi apelidada pela imprensa com os títulos de "Princesa do Pop" e "Voz da Geração".[102][273][510][511]

Em 2010, Aguilera recebeu a estrela que imortalizou seu nome na Calçada da Fama, localizada em Hollywood.

O impacto de seus trabalhos na música popular contemporânea também foi observado pela crítica especializada. "Genie in a Bottle" (1999) foi listada entre os principais temas da década de 1990 pelo VH1.[512] Da mesma forma, "Beautiful" (2002) foi reconhecida como uma das melhores faixas lançadas durante os anos 2000s através de publicações como a Rolling Stone.[513][514] Seu álbum de estreia foi adicionado na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame, destinada aos trabalhos que exerceram maior influência na indústria musical.[515] Além disso, Stripped (2002) e Back to Basics (2006) estão no livro dos 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer.[516] Desde então, suas obras têm servido de inspiração para artistas como Lady Gaga,[517] Demi Lovato,[518] Ariana Grande,[268] Kelly Clarkson,[519] Rihanna,[92] Miley Cyrus,[520] Camila Cabello,[284] Selena Gomez,[521] Tinashe,[522] Halsey,[523] Sam Smith,[268] Dua Lipa,[524] Troye Sivan,[525] entre outros.[526][527][528][529]

Aguilera também é reverenciada por sua importância para o feminismo como tema de trabalhos; críticos concordam que a artista usou uma imagem sexual no início da década de 2000 para catalisar o público a discursar sobre o assunto.[93][284][530] Gerrick Kennedy do Los Angeles Times descreveu esse fenômeno: "Para uma geração que atingiu a puberdade durante a explosão da cultura popular nos anos 2000s, Aguilera era uma voz essencial que abordava o auto-empoderamento, o feminismo, o sexo e a violência doméstica — assuntos que seus contemporâneos estavam se esquivando".[324] De acordo com o The Hampton Institute, após o impacto de Aguilera com o lançamento de Stripped (2002), "artistas como [Britney] Spears e Beyoncé se tornaram mais confortáveis em expressarem suas sexualidades e já não sentiam a necessidade em vender uma imagem inocente".[531] Escrevendo para o The Huffington Post, Lamar Dawson elogiou os esforços feministas de Aguilera dentro da música popular, notando que "apesar de não ser a primeira estrela da música a espalhar o feminismo, ela liderou como uma influência do século XXI na então próxima geração de adolescentes que eram muito jovens para o currículo de Janet [Jackson] e Madonna".[532]

Seu impacto dentro dos vídeos musicais também foi reconhecido por críticos. Ao passo em que "Dirrty" (2002) foi descrito como "um dos vídeos mais controversos na narrativa da música popular",[372][392] a revista Billboard apontou o trabalho como "uma das mais explosivas mudanças de imagem na história", bem como o responsável pela ruptura de "sua imagem como Princesa do Pop".[374] Além disso, a publicação considerou que "quase duas décadas depois, o risco tomado por Aguilera na obra têm servido de inspiração para jovens cantoras [...] para que controlem sua imagem e sua própria sexualidade".[372] Desta forma, o VH1 posicionou a intérprete entre as artistas femininas que foram importantes para o avanço da era dos videoclipes.[533] Em 2012, sua coleção de videoclipes e as roupas utilizadas ao longo de sua carreira fizeram parte de uma exposição no Museu Nacional das Mulheres nas Artes, na qual era destinada para "ilustrar os papéis essenciais que as mulheres exerceram no avanço da cultura americana".[534][535] No mesmo ano, durante um artigo para o jornal The New York Times, o autor Jon Caramanica reconheceu também o impacto da cantora para a televisão americana, onde observou um elevado número de artistas musicais assinando contrato com redes televisivas para programas de competição, atribuindo o fenômeno à sua participação no The Voice.[416]

Conquistas[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua carreira, Aguilera acumulou diversos prêmios e reconhecimentos. Aos dezenove anos, venceu o Grammy Award de Artista Revelação, sendo reconhecida através da The Recording Academy como uma das pessoas mais jovens a receber tal prêmio — pela mesma premiação, ela recebeu outras quatro estatuetas.[536][537] Além disso, foi vencedora de um Grammy Latino e dois MTV Video Music Awards.[538][539] Em 2010, foi imortalizada na Calçada da Fama de Hollywood em "honra às suas contribuições para a indústria fonográfica";[540] do mesmo modo, em 2019, foi introduzida no Disney Legends em "agradecimento às suas notáveis colaborações para a história da Walt Disney Company".[541] Em 2013, Aguilera fez parte de uma lista anual organizada pela revista Time, sendo reconhecida como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.[542]

Aguilera é uma recordista de vendas no mundo, tendo distribuído cerca de 75 milhões de unidades com seus trabalhos.[543][544] Nos Estados Unidos, as vendas de seus discos superam os 18.3 milhões de exemplares, de acordo com a Nielsen SoundScan;[198] 8 milhões referem-se à seu álbum de estreia, presente na lista dos mais vendidos do país, elaborada pela Recording Industry Association of America (RIAA).[545] No Reino Unido, seu quarto disco é um dos poucos à ultrapassar a marca de 2 milhões de unidades comercializadas.[116] Em relação às suas vendas digitais, estimam-se que foram distribuídas 21.4 milhões de canções em território norte-americano até 2014.[546] Através da revista Billboard, foi reconhecida como a segunda intérprete que mais vendeu singles ao longo da década de 2000 nos Estados Unidos,[547] além de uma das mais bem-sucedidas da história da Hot Dance Club Songs.[548] Pela mesma publicação, foi nomeada a artista feminina mais bem-sucedida do ano em 2000 e 2003.[77][125] Além disso, Aguilera é apontada como uma das poucas cantoras a colocar canções na liderança da Billboard Hot 100 em décadas diferentes, nomeadamente em 1990s, 2000s e 2010s.[549]

Além disso, Aguilera é reconhecida como a trigésima segunda artista feminina mais rentável na indústria dos concertos, através da revista Pollstar.[550] De acordo com a publicação, foram comercializados mais de 1.8 milhões de ingressos para suas apresentações ao longo da carreira, com uma arrecadação estimada em mais de 113.8 milhões de dólares.[550] Em 2016, realizou sua apresentação de maior público, onde atraiu cerca de 250 mil espectadores para o seu ato durante o Festival Mawazine, no Marrocos, tornando-se o recorde de audiência da história do evento.[551] Reconhecida como uma das artistas femininas mais ricas do entretenimento, estima-se que sua fortuna ultrapasse os 150 milhões de dólares.[552][553] Em 2007, apareceu pela primeira vez na lista anual da Forbes com um patrimônio avaliado em 60 milhões de dólares.[554]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Christina Aguilera

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Videografia de Christina Aguilera

Concertos[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Turnês de Christina Aguilera

Turnês[editar | editar código-fonte]

Residências[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. "Mouseketeer" é uma expressão da língua inglesa utilizada para denominar atores mirins que trabalharam no programa The Mickey Mouse Club.[36]
  2. Inicialmente, suas fragrâncias eram comercializadas através da Procter & Gamble (P&G); no entanto, em 2016, sua marca de perfumes foi vendida para a Elizabeth Arden, Inc. que deu continuidade na coleção com novos lançamentos.[470]
  3. "Explosão Latina" foi um termo criado por veículos midiáticos para se referirem ao período em que artistas de origem latina dominavam as paradas musicais, principalmente nos Estados Unidos.[501][502][503]

Referências

  1. Todd Martens (13 de novembro de 2010). «Christina Aguilera: Hollywood Star Walk» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 9 de maio de 2020 
  2. a b c Kevork Djansezian (15 de setembro de 2001). «Christina Aguilera: Biography» (em inglês). Time. Consultado em 9 de maio de 2020 
  3. Dominguez 2003, p. 1
  4. Dominguez 2003, p. 8
  5. a b Craig McLean (7 de maio de 2010). «Christina Aguilera's 'Eye on the Prize'» (em inglês). The Daily Telegraph. Consultado em 9 de maio de 2020 
  6. a b Sophfronia Scott Gregory (27 de setembro de 1999). «Uncorking the Genie» (em inglês). People. Consultado em 9 de maio de 2020 
  7. Dominguez 2003, p. 2
  8. Cristina Arreola (30 de junho de 2014). «Celebrity Military Brats» (em inglês). Latina. Consultado em 9 de maio de 2020 
  9. Tamara Conniff (18 de outubro de 1999). «Christina Has Plenty to Sing About» (em inglês). Tampa Bay Times. Consultado em 9 de maio de 2020 
  10. Luisita Lopez Torregrosa (6 de setembro de 1999). «At 18, Singer Seeks to Prove She's Not a One-Hit Wonder» (em inglês). The New York Times. Consultado em 9 de maio de 2020 
  11. Dominguez 2003, p. 4
  12. Laurie Sandell (1 de dezembro de 2006). «Christina: Intimate Talk About a Past That Still Hurts» (em inglês). Glamour. Consultado em 10 de maio de 2020 
  13. Alexandra Whittaker (26 de março de 2018). «Christina Aguilera Witnessed Domestic Violence Against Her Mom» (em inglês). InStyle. Consultado em 10 de maio de 2020 
  14. Andrew Trendell (27 de março de 2018). «Christina Aguilera Opens Up About Domestic Violence and Young Artists Expressing Their Sexuality» (em inglês). NME. Consultado em 10 de maio de 2020 
  15. Dominguez 2003, p. 6
  16. Paul Thompson (21 de setembro de 2009). «Aguilera Opens Up About Domestic Abuse» (em inglês). Daily Express. Consultado em 10 de maio de 2020 
  17. a b c Sean Daly (16 de maio de 2011). «Saving Christina» (em inglês). New York Post. Consultado em 10 de maio de 2020 
  18. a b c d e f Elizabeth Day (23 de novembro de 2008). «Elizabeth Day Talks to Child Star, Singing Sensation and New Mother Christina Aguilera» (em inglês). The Guardian. Consultado em 6 de maio de 2020 
  19. a b Dominguez 2003, p. 3
  20. a b Leila Cobo (12 de agosto de 2000). «Aguilera Makes Spanish Debut On BMG U.S. Latin» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de maio de 2020 
  21. Dominguez 2003, p. 5
  22. a b Lynn Hirschberg (1 de julho de 2011). «From the Vaults: The Fall & Rise of Christina Aguilera» (em inglês). W Magazine. Consultado em 10 de maio de 2020 
  23. Austin Scaggs (24 de agosto de 2006). «Christina Aguilera: Dirty Girl Cleans Up» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 10 de maio de 2020 
  24. Daniel Sperling (9 de fevereiro de 2012). «Christina Aguilera Wants Dad Reunion» (em inglês). Digital Spy. Consultado em 10 de maio de 2020 
  25. Dominguez 2003, p. 12
  26. Dominguez 2003, p. 14–15
  27. a b c d e Richard Harrington (13 de fevereiro de 2000). «Christina Aguilera's Fast Track» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 8 de maio de 2020 
  28. Dominguez 2003, p. 15
  29. Dominguez 2003, p. 13
  30. Lorraine Ali (30 de julho de 2006). «Christina Aguilera Comes of Age» (em inglês). Newsweek. Consultado em 10 de maio de 2020 
  31. a b Dominguez 2003, p. 17
  32. Mayer Nissim (3 de março de 2011). «Ten Things About... Christina Aguilera» (em inglês). Digital Spy. Consultado em 10 de maio de 2020 
  33. a b c d e Alisa Valdes-Rodriguez (26 de julho de 1999). «Genie Behind 'Bottle'» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 10 de maio de 2020 
  34. Frederick M. Brown (23 de maio de 2015). «Stars Who Were Mouseketeers» (em inglês). CBS News. Consultado em 10 de maio de 2020 
  35. a b Anthony Bozza (28 de outubro de 1999). «The Christina Aguilera Story (So Far)» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 8 de maio de 2020 
  36. Mark Oppenheimer (22 de novembro de 2013). «An Ex-Mouseketeer's Journey Back to Christianity From Paganism» (em inglês). The New York Times. Consultado em 9 de maio de 2020 
  37. a b Dominguez 2003, p. 21
  38. Joseph DiOnisio (8 de março de 2008). «Mouseketeers of '90s Become High-Profile Heavyweights» (em inglês). Orlando Sentinel. Consultado em 10 de maio de 2020 
  39. Michael Phillips (5 de novembro de 2007). «Making Mickey Proud» (em inglês). Chicago Tribune. Consultado em 10 de maio de 2020 
  40. Rob Goldstein (15 de maio de 1999). «Dreaming of Genie» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 10 de maio de 2020. Arquivado do original em 1 de abril de 2007 
  41. Dominguez 2003, p. 41–42
  42. Chris Willman (11 de outubro de 1999). «Christina Aguilera Talks About Topping the Charts» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 10 de maio de 2020 
  43. Nathan Diller (15 de junho de 2018). «Christina Aguilera's 'Liberation' Has A "Reflection" Connection That Fans Are Living For» (em inglês). Bustle. Consultado em 10 de maio de 2020 
  44. Dominguez 2003, p. 41, 53
  45. Nathan Diller (23 de agosto 2019). «Christina Aguilera's "Genie In A Bottle" Almost Had A Different Name & More Secrets From Her Debut Album» (em inglês). Bustle. Consultado em 10 de maio de 2020 
  46. Dominguez 2003, p. 51
  47. Dominguez 2003, p. 54
  48. a b Chris Willman (11 de dezembro de 2000). «Christina Aguilera's Oversinging Is Dangerous to Her Career» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 10 de maio de 2020 
  49. Bianca Gracie (13 de agosto de 2019). «Christina Aguilera Announces 20th Anniversary Editions of Self-Titled Debut Album» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de maio de 2020 
  50. Christopher O'Connor (1 de setembro de 1999). «Christina Aguilera Tops Puff Daddy with #1 Album In U.S.» (em inglês). MTV News. Consultado em 10 de maio de 2020 
  51. Clay Marshall (16 de outubro de 1999). «Spears, Chicks Log 7 Million In September Certifications» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de maio de 2020 
  52. BBC Staff (11 de outubro de 1999). «Christina's Mouse Magic» (em inglês). BBC News. Consultado em 10 de maio de 2020 
  53. a b Mike Nied (31 de julho de 2017). «Retrospective: Christina Aguilera's "Genie In A Bottle"» (em inglês). Idolator. Consultado em 11 de maio de 2020 
  54. Nicole Hogsett (6 de maio de 2009). «The Top Ten Songs by Christina Aguilera» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 11 de maio de 2020. Arquivado do original em 29 de setembro de 2013 
  55. Dominguez 2003, p. 72
  56. Larry Flick (24 de julho de 1999). «Aguilera's Expanding Beyond 'Genie'» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de maio de 2020 
  57. Fred Bronson (28 de agosto de 1999). «Christina, Ricky, Jennifer Tie It Up» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de maio de 2020 
  58. Don Jeffrey (22 de janeiro de 2000). «Best-Selling Records of 1999» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de maio de 2020 
  59. Kim Novak (25 de junho de 2020). «Christina Aguilera celebrates 20 years since Genie in a Bottle» (em inglês). Metro. Consultado em 11 de maio de 2020 
  60. Jovem Pan Staff (24 de junho de 2019). «Christina Aguilera comemora 20 anos de 'Genie in a Bottle'». Jovem Pan. Consultado em 11 de maio de 2020 
  61. Mark Sommer (30 de agosto de 2000). «An Overwhelming Year for Christina Aguilera» (em inglês). The Buffalo News. Consultado em 11 de maio de 2020 
  62. a b c d Chris Malone (24 de agosto de 2019). «Christina Aguilera's Debut Album Turns 20: All the Tracks Ranked» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  63. Lewis Corner (22 de junho de 2016). «Christina Aguilera's 'Genie In A Bottle' is 17 Years Old, So Here Are 17 Cool Facts About Pop's Biggest Voice» (em inglês). Digital Spy. Consultado em 11 de maio de 2020 
  64. Andy Greene (2 de dezembro de 2007). «Tom Petty & The Heartbreakers To Play Super Bowl Halftime Show» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 11 de maio de 2020 
  65. Mark McEwen (21 de fevereiro de 2000). «'Smooth' Grammy Sweep» (em inglês). CBS News. Consultado em 11 de maio de 2020 
  66. Craig Rosen (24 de fevereiro de 2000). «Christina Aguilera Wins 'Best New Artist'» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 11 de maio de 2020. Arquivado do original em 28 de maio de 2008 
  67. a b c Christopher John Farley (27 de fevereiro de 2000). «Christina Aguilera» (em inglês). Time. Consultado em 2 de maio de 2020 
  68. Teri Vanhorn (7 de janeiro de 2000). «Christina Aguilera to Record Spanish Album» (em inglês). MTV News. Consultado em 11 de maio de 2020 
  69. «Hispanic Heritage Month: Longest-Leading Top Latin Albums Chart No. 1s Ever» (em inglês). Billboard. 14 de outubro de 2019. Consultado em 11 de maio de 2020 
  70. Todd Martens (29 de dezembro de 2001). «The Year In Music 2001» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de maio de 2020 
  71. Davis 2013, p. 495
  72. J. Freedom du Lac (31 de agosto de 2007). «Rudy Perez's Two Romance Languages: Spanish, Music» (em inglês). Chicago Tribune. Consultado em 11 de maio de 2020 
  73. Christina Saraceno (30 de outubro de 2001). «Christina Wins Latin Grammy» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 11 de maio de 2020 
  74. Dominguez 2003, p. 181
  75. Jon Pareles (8 de dezembro de 2000). «Albums Wishing You a Merry With a Ha-Ha and a Ho-Ho-Ho» (em inglês). The New York Times. Consultado em 11 de maio de 2020 
  76. David Basham (27 de abril de 2000). «Christina Aguilera Announces Tour, Youth Programs» (em inglês). MTV News. Consultado em 11 de maio de 2020 
  77. a b Jeff Silberman (30 de dezembro de 2000). «Year in Music: 2000» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de agosto de 2019 }
  78. Teri Vanhorn (11 de janeiro de 2001). «Ricky In Hot Pursuit of Christina In New Video» (em inglês). MTV News. Consultado em 12 de maio de 2020 
  79. Issy Sampson (2 de agosto de 2019). «'You Wanna Give It a Go?': The Artists Who Should Do the 2019 Lady Marmalade» (em inglês). The Guardian. Consultado em 12 de maio de 2020 
  80. Gary Trust (2 de junho de 2016). «Rewinding the Charts: In 2001, 'Lady Marmalade' Got a Makeover» (em inglês). Billboard. Consultado em 12 de maio de 2020 
  81. Jessica Bailey (1 de novembro de 2016). «What Really Happened to Singer Mya?» (em inglês). Grazia. Consultado em 12 de maio de 2020 
  82. CNN Staff (3 de maio de 2002). «'O Brother', Keys, U2 Dominate Grammys» (em inglês). CNN. Consultado em 12 de maio de 2020 
  83. Shaheem Reid (21 de maio de 2001). «Christina Aguilera Sues to Stop Release of Early Recordings» (em inglês). MTV News. Consultado em 12 de maio de 2020 
  84. Shaheem Reid (5 de julho de 2001). «Early Christina Aguilera Recordings Hitting Stores In August» (em inglês). MTV News. Consultado em 12 de maio de 2020 
  85. Stephanie McGrath (3 de julho de 2001). «Disputed Aguilera Album to Be Released» (em inglês). Jam!. Consultado em 12 de maio de 2020. Arquivado do original em 11 de julho de 2014 
  86. Elaine Rivera (15 de setembro de 2001). «Christina Aguilera: What a Woman Wants» (em inglês). Time. Consultado em 12 de maio de 2020 
  87. a b Elysa Gardner (24 de outubro de 2002). «Aguilera's Image Is 'Stripped'» (em inglês). USA Today. Consultado em 6 de maio de 2020 
  88. Jennifer Vineyard (30 de outubro de 2002). «Christina Stands Up for the Ladies, Discusses Father's Abuse» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  89. a b ABC Staff (6 de janeiro de 2006). «How Christina Aguilera Got 'Dirty'» (em inglês). ABC News. Consultado em 8 de maio de 2020 
  90. Lynette Holloway (31 de março de 2003). «Madonna, Institution and Rebel, But Not Quite the Diva of Old She Once Was» (em inglês). The New York Times. Consultado em 13 de maio de 2020 
  91. a b Kim Stitzel (12 de fevereiro de 2002). «Christina Aguilera: Not Your Puppet» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 5 de março de 2009 
  92. a b c Jeff Benjamin (29 de outubro de 2017). «How Christina Aguilera's 'Stripped' Album Is Influencing the Pop Scene 15 Years Later» (em inglês). Billboard. Consultado em 2 de maio de 2020 
  93. a b c Sophie Wilkinson (26 de outubro de 2017). «15 Years After Christina Aguilera's 'Stripped,' We're Still Nowhere Near Gender Equality» (em inglês). Vice. Consultado em 28 de abril de 2020 
  94. a b c Michael Paoletta (2 de novembro de 2002). «Reviews & Previews» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  95. a b c Jancee Dunn (5 de novembro de 2002). «Stripped: Album Review» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 13 de maio de 2020 
  96. Geoff Mayfield (6 de novembro de 2002). «Eminem-Heavy '8 Mile' Soundtrack Soars to No. 1» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  97. Ed Christman (25 de janeiro de 2003). «RIAA Certifications for December» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  98. a b SMH Staff (30 de outubro de 2002). «Aguilera Sheds Teen Pop Image, Alongside Clothes» (em inglês). The Sydney Morning Herald. Consultado em 8 de maio de 2020 
  99. Tanya L. Edwards (22 de outubro de 2002). «How Dirty is 'Dirrty'? X-Posing the Kinks in Xtina's Video» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  100. Josh Tryangiel (27 de agosto de 2006). «Welcome to My Bubble» (em inglês). Time. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 12 de outubro de 2007 
  101. a b c Nick Duerden (15 de novembro de 2003). «The Good, the Bad and the Dirrty» (em inglês). Blender. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 7 de agosto de 2009 
  102. a b c Lola Ogunnaike (30 de julho de 2006). «Christina Aguilera, That Dirrty Girl, Cleans Up Real Nice» (em inglês). The New York Times. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  103. Billboard Staff (21 de outubro de 2002). «New Aguilera Video Upsets Thais» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  104. Hello! Staff. «Christina Aguilera In Trouble with Thailand» (em inglês). Hello!. Consultado em 13 de maio de 2020 
  105. Joe Dangelo (12 de outubro de 2002). «'Dirrty' Christina Aguilera Video Thai-Ed to Sex Industry» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  106. a b Rob Copsey (23 de novembro de 2017). «Chart Flashback: Christina Aguilera Reinvents Herself with Dirrty at Number 1» (em inglês). The Official Charts Company. Consultado em 13 de maio de 2020 
  107. a b Keith Caulfield (3 de abril de 2010). «Soundtrack Score; Aguilera's Not So 'Bionic'» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  108. Albert Watson (30 de dezembro de 2015). «Getting Naked on the Cover of Rolling Stone» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 13 de maio de 2020 
  109. Brian Hiatt (1 de novembro de 2002). «Rump Shaken» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 13 de maio de 2020 
  110. Paul Grein (2 de maio de 2012). «Week Ending April 29, 2012. Songs: Gotye Makes Digital History» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 13 de maio de 2020 
  111. a b c Lamar Dawson (14 de dezembro de 2017). «5 Times Christina Aguilera Showed Up for the LGBTQ Community» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  112. Lee Moran (28 de novembro de 2012). «Christina Aguilera Thanks Gay Fans For Longtime Support» (em inglês). The Huffington Post. Consultado em 13 de maio de 2020 
  113. Nekeska Mumbi Moody (9 de fevereiro de 2004). «Beyoncé and Luther Vandross Seize Top Grammy Honours» (em inglês). The Independent. Consultado em 13 de maio de 2020 
  114. Peter Yang (29 de junho de 2006). «Scott Storch's Outrageous Fortune» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 2 de setembro de 2006 
  115. Lewis Corner (10 de novembro de 2016). «10 Multi-Million-Selling Albums That the Critics Hated» (em inglês). Digital Spy. Consultado em 13 de maio de 2020 
  116. a b Liv Moss (19 de março de 2015). «Official Biggest Selling Albums of the Millennium» (em inglês). The Official Charts Company. Consultado em 17 de abril de 2020. Arquivado do original em 19 de março de 2015 
  117. Jonathan Cohen (25 de abril de 2003). «Christina Aguilera Plans European Tour» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 1 de julho de 2003 
  118. Bob Allen (27 de dezembro de 2003). «Top 25 Tours» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  119. Jennifer Vineyard (11 de julho de 2006). «Two Years Later, Aguilera Fans Finally Getting Their Due» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  120. Brian Hiatt (29 de agosto de 2003). «Best and Worse Moments at the Video Music Awards» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 13 de maio de 2020 
  121. Imogen Tilden (29 de agosto de 2003). «Madonna Sexes Up MTV Awards» (em inglês). The Guardian. Consultado em 13 de maio de 2020 
  122. Kelefa Sanneh (29 de agosto de 2003). «A Win for Missy Elliott at Music Video Awards» (em inglês). The New York Times. Consultado em 13 de maio de 2020 
  123. Nekeska Mumbi Moody (29 de agosto de 2003). «Madonna Magic At MTV Awards» (em inglês). CBS News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  124. Jon Wiederhorn (6 de novembro de 2003). «It's Justin Night As Christina, Kelly Osbourne Fight at MTV Europe Awards» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  125. a b Geoff Mayfield (27 de dezembro de 2003). «Year in Music: 2003» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  126. Melinda Newman (21 de fevereiro de 2004). «Heard Backstage: Winners Talk About What Future Holds» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  127. Corey Moss (5 de junho de 2006). «Christina Makes Her Comeback Twice As Nice By Expanding Basics Into Double LP» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  128. Hello! Staff (20 de outubro de 2004). «Christina Turns Hollywood Pin-Up in Latest Shoot» (em inglês). Hello!. Consultado em 13 de maio de 2020 
  129. Mike Diver (17 de agosto de 2006). «Xtina's Dead, Long Live Baby Jane» (em inglês). Drowned In Sound. Consultado em 13 de maio de 2020 
  130. Shaheem Reid (5 de agosto de 2004). «Nelly's Double Dose Features Mase, Xtina and... Tim McGraw» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  131. Jennifer Vineyard (24 de novembro de 2004). «Christina Aguilera Is Poisonous In Video with Missy Elliott» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  132. Elisabeth Rappe (5 de maio de 2009). «Christina Aguilera Lands Role In 'Burlesque'» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  133. Kalefa Sanneh (8 de dezembro de 2005). «The Complete List of Grammy Nominations» (em inglês). The New York Times. Consultado em 13 de maio de 2020 
  134. People Staff (18 de novembro de 2005). «Christina Aguilera Marries» (em inglês). People. Consultado em 13 de maio de 2020 
  135. Alessandra Vitali (4 de março de 2006). «Povia a Sorpresa Brucia Tutti e I Piccioni Conquistano il Festival» (em italiano). La Repubblica. Consultado em 13 de maio de 2020 
  136. David Greenwald (29 de julho de 2006). «Old School» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  137. Bianca Gracie (16 de agosto de 2006). «Christina Aguilera's 'Back to Basics' Anniversary: Ranking Every Song, 10 Years Later» (em inglês). Fuse. Consultado em 13 de maio de 2020 
  138. Ansa (24 de outubro de 2006). «Christina Aguilera terá estátua em museu de cera de Londres». Folha de S. Paulo. Consultado em 13 de maio de 2020 
  139. Márcia Maria Cruz (18 de junho de 2018). «Christina Aguilera lança 'Liberation', seu primeiro disco em seis anos» (em inglês). Diário de Pernambuco. Consultado em 13 de maio de 2020 
  140. Gary Trust (23 de agosto de 2006). «Aguilera Takes No. 1 Amid All-New Top Five» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  141. Gary Trust (1 de setembro de 2014). «Ask Billboard: Taylor Swift Out-'Shake's Mariah Carey» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 6 de setembro de 2014 
  142. Katherine Barner (9 de agosto de 2016). «Christina Aguilera's 'Back to Basics' Turns 10: Backtracking» (em inglês). Idolator. Consultado em 13 de maio de 2020 
  143. a b Stephen Thomas Erlewine (15 de agosto de 2006). «Back to Basics: Album Review» (em inglês). AllMusic. Consultado em 13 de maio de 2020 
  144. Variety Staff (7 de dezembro de 2006). «Grammy Nominations List» (em inglês). Variety. Consultado em 13 de maio de 2020 
  145. Nekeska Mumbi Moody (31 de março de 2010). «Listen to Christina Aguilera's "Not Myself Tonight» (em inglês). The Independent. Consultado em 13 de maio de 2020 
  146. Brian Hiatt (17 de junho de 2008). «The New Classics: Music» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 28 de agosto de 2008 
  147. Robert Christgau (6 de fevereiro de 2007). «Pazz & Jop 2006: Critics Poll» (em inglês). The Village Voice. Consultado em 13 de maio de 2020 
  148. Paul Aubin (30 de dezembro de 2006). «The 100 Best Songs of 2006» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2007 
  149. Kelefa Sanneh (17 de agosto de 2006). «Honey They've Shrunk the Pop Stars (but Christina Aguilera Fights On)» (em inglês). The New York Times. Consultado em 13 de maio de 2020 
  150. Jody Rosen (14 de agosto de 2006). «Back to Basics: Album Review» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 13 de maio de 2020 
  151. James Montgomery. «Shakira, Chili Peppers, Madonna, Panic! Lead List of Nominees for MTV Video Music Awards» (em inglês). MTV News. Consultado em 12 de maio de 2020 
  152. «Ain't No Other Man >> Charts» (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 13 de maio de 2020 
  153. Jonathan Cohen (10 de outubro de 2008). «Rapper T.I. Claims Top Two Spots On Singles Chart» (em inglês). Reuters. Consultado em 13 de maio de 2020 
  154. BBC News Staff (12 de fevereiro de 2007). «Grammy Awards: Main Winners» (em inglês). BBC News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  155. Monica Herrera (25 de março de 2010). «Christina Aguilera Reveals 'Bionic' Album Release Date, Details» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  156. BMG Staff (12 de julho de 2007). «Christina Aguilera Arrives In Town This Week» (em inglês). Sony Music Australia. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 4 de setembro de 2007 
  157. «Switzerland Top 20 Chart» (em inglês). Radio & Records. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 13 de outubro de 2007 
  158. Davis 2013, p. 496
  159. Jennifer Vineyard (11 de setembro de 2006). «Christina Aguilera Reveals European Tour — Next Up, U.S. Clubs» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  160. Jennifer Vineyard (11 de outubro de 2006). «Christina Aguilera's Heading Back On Tour for 41 North American Dates» (em inglês). MTV News. Consultado em 13 de maio de 2020 
  161. Melanie Swan (25 de outubro de 2008). «Fans Thrilled But Not Happy with Sudden End to Show» (em inglês). The National. Consultado em 13 de maio de 2020 
  162. Ray Waddell (13 de dezembro de 2007). «The Police Score Top-Grossing Tour of '07» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 7 de outubro de 2014 
  163. Scott Mervis (30 de abril de 2010). «Christina Aguilera Video Reverts to Her 'Dirrty' Days» (em inglês). Pittsburgh Post-Gazette. Consultado em 13 de maio de 2020 
  164. Ken Tucker (9 de junho de 2007). «Christina Aguilera: Back to Basics Tour» (em inglês). Billboard. Consultado em 13 de maio de 2020 
  165. John Maynard (26 de janeiro de 2008). «Highlights» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 13 de maio de 2020 
  166. Cammila Collar (2008). «Christina Aguilera: Back to Basics - Live and Down Under» (em inglês). The New York Times. Consultado em 13 de maio de 2020. Arquivado do original em 14 de março de 2016 
  167. «ARIA Top 50 Music DVDs - 2008» (em inglês). Australian Recording Industry Association. Consultado em 13 de maio de 2020 
  168. Julie Dam (13 de janeiro de 2008). «Christina Aguilera & Jordan Bratman Have a Boy» (em inglês). People. Consultado em 14 de maio de 2020 
  169. Gerri Miller (6 de fevereiro de 2008). «Christina Aguilera's First Appearence Since Baby» (em inglês). People. Consultado em 14 de maio de 2020 
  170. Jocelyn Vena (26 de setembro de 2008). «Christina Aguilera Talks Election, New LP at Rock the Vote Event» (em inglês). MTV News. Consultado em 14 de maio de 2020 
  171. Gaby Wood (1 de fevereiro de 2010). «Christina Aguilera Interview - Q&A» (em inglês). Marie Claire. Consultado em 14 de maio de 2020. Arquivado do original em 14 de outubro de 2010 
  172. a b Jocelyn Vena (10 de novembro de 2008). «Christina Aguilera Looks Back - And Forward - with New LP, Next LP» (em inglês). MTV News. Consultado em 14 de maio de 2020 
  173. Jonathan Cohen (9 de outubro de 2008). «T.I. Breaks Own Record with Hot 100 Burst» (em inglês). Billboard. Consultado em 14 de maio de 2020 
  174. Billboard Staff (11 de dezembro de 2009). «Artists of the Decade» (em inglês). Billboard. Consultado em 14 de maio de 2020 
  175. Nekeska Mumbi Moody (26 de março de 2010). «Christina Aguilera's 'Bionic' Slated for June release» (em inglês). The Independent. Consultado em 14 de maio de 2020 
  176. Kitty Empire (6 de junho de 2010). «Christina Aguilra: Bionic - Album Review» (em inglês). The Guardian. Consultado em 14 de maio de 2020 
  177. Alex Hawgood (5 de novembro de 2010). «Ke$ha and Katy Perry Sing for Gay Rights» (em inglês). The New York Times. Consultado em 14 de maio de 2020 
  178. Vibe Staff (8 de abril de 2010). «Christina Aguilera's Songwriter On Lady Gaga Comparisons: 'That's Crap'» (em inglês). Vibe. Consultado em 14 de maio de 2020 
  179. K.M (3 de julho de 2010). «The Billboard Reviews» (em inglês). Billboard. Consultado em 14 de maio de 2020 
  180. Chris Mugan (17 de agosto de 2012). «Rock Bottom: Poor Sales Devalue Music's Number 1 Spot» (em inglês). The Independent. Consultado em 14 de maio de 2020 
  181. Keith Caulfield (16 de junho de 2010). «'Glee' Rises Past 'Twilight' to Top» (em inglês). Billboard. Consultado em 14 de maio de 2020 
  182. Joey Guerra (29 de outubro de 2018). «In Defense of 'Bionic', Christina Aguilera's Electro-Pop Opus» (em inglês). Houston Chronicle. Consultado em 14 de maio de 2020 
  183. Sam Lansky (7 de junho de 2012). «The Legacy of 'Bionic': Why Christina Aguilera's Misunderstood Album Was Actually Ahead of Its Time» (em inglês). MTV News. Consultado em 14 de maio de 2020 
  184. John Patterson (11 de dezembro de 2010). «Cher Could Teach Christina Aguilera a Thing or Two in Burlesque» (em inglês). The Guardian. Consultado em 14 de maio de 2020 
  185. Susan Wloszczyna (23 de novembro de 2010). «Director Antin Has Stars in His Eyes When He Cast 'Burlesque'» (em inglês). USA Today. Consultado em 14 de maio de 2020 
  186. Liam Lacey (24 de novembro de 2010). «Burlesque: We've Heard This Rags-To-Diva Song Before» (em inglês). The Globe and Mail. Consultado em 14 de maio de 2020. Arquivado do original em 25 de novembro de 2010 
  187. Mary Pols (24 de novembro de 2010). «Burlesque Review: Dances with Divas» (em inglês). Time. Consultado em 14 de maio de 2020. Arquivado do original em 27 de janeiro de 2011 
  188. Mike LaSalle (24 de novembro de 2010). «'Burlesque' Review: Aguilera Takes Off» (em inglês). San Francisco Chronicle. Consultado em 14 de maio de 2020 
  189. Kirk Honeycutt (18 de novembro de 2010). «Burlesque - Film Review» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 14 de maio de 2020 
  190. «Burlesque (2010)» (em inglês). Box Office Mojo. Consultado em 14 de maio de 2020 
  191. «Burlesque (2010) - Financial Information» (em inglês). The Numbers. Consultado em 14 de maio de 2020 
  192. Eric Ditzian (14 de dezembro de 2010). «Golden Globe Awards Nominations List» (em inglês). MTV News. Consultado em 14 de maio de 2020 
  193. Monica Herrera (14 de dezembro de 2010). «'Glee', 'Burlesque' Score Golden Globe Nominations» (em inglês). Billboard. Consultado em 14 de maio de 2020 
  194. Gail Mitchell (12 de novembro de 2010). «Tricky Stewart Talks Jessica Simpson, 'Burlesque' Production» (em inglês). Billboard. Consultado em 14 de maio de 2020 
  195. James Wigney (16 de janeiro de 2011). «Showgirl Aguilera Shows Her Skills» (em inglês). The Advertiser. Consultado em 14 de maio de 2020 
  196. a b Jim Farber (25 de novembro de 2010). «'Burlesque' Soundtrack Review: Christina Aguilera's Vocal Athletics Can't Out-Diva Cher's Chops» (em inglês). New York Daily News. Consultado em 14 de maio de 2020 
  197. Kalefa Sanneh (14 de dezembro de 2010). «List of Golden Globe Nominees and Winners» (em inglês). The New York Times. Consultado em 14 de maio de 2020 
  198. a b c Gary Trust (24 de agosto de 2019). «Ask Billboard: A Supersized Mailbag in Honor of Lil Nas X & Billy Ray Cyrus' Record Run Atop the Hot 100» (em inglês). Billboard. Consultado em 24 de agosto de 2019 
  199. Elizabeth A. Harris (6 de fevereiro de 2011). «Super Bowl - Christina Aguilera Mishandles 'Star-Spangled Banner'» (em inglês). The New York Times. Consultado em 14 de maio de 2020 
  200. Gil Kaufman (7 de fevereiro de 2011). «Christina Aguilera Apologizes for Super Bowl National Anthem Flub» (em inglês). MTV News. Consultado em 14 de maio de 2020 
  201. Christie D'Zurilla (7 de fevereiro de 2011). «Christina Aguilera Got 'Caught Up in the Moment' During National Anthem» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 14 de maio de 2020 
  202. Aly Semigran. «Christina Aguilera, Jennifer Hudson Belt Out Aretha Franklin Grammy Tribute» (em inglês). MTV News. Consultado em 14 de maio de 2020 
  203. Kim Masters (15 de junho de 2011). «The Miracle of 'The Voice'» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 14 de maio de 2020 
  204. Gary Trust (31 de agosto de 2011). «Maroon 5, Christina Aguilera's 'Jagger' Moves to No. 1 on Hot 100» (em inglês). Billboard. Consultado em 14 de maio de 2020 
  205. Jessica Goldstein (3 de abril de 2014). «Pharrell and The Voice: Which Musicians Have Benefited the Most From Being TV Judges?» (em inglês). New York Magazine. Consultado em 14 de maio de 2020 
  206. Paul Grein (27 de março de 2013). «Week Ending March 24, 2013. Songs: 5 Million "Thrift Shoppers"» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 14 de maio de 2020 
  207. Priya Elan (17 de junho de 2011). «Christina Aguilera Admits Marriage Infidelity» (em inglês). NME. Consultado em 14 de maio de 2020 
  208. Rebecca Ford (12 de setembro de 2012). «Christina Aguilera Announces New Album Title, Release Date» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 11 de junho de 2020 
  209. Gerrick D. Kennedy (13 de setembro de 2012). «Christina Aguilera Readies New Album 'Lotus'» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 11 de junho de 2020 
  210. Billboard Staff (12 de novembro de 2012). «Christina Aguilera, 'Lotus': Track-By-Track Review» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de junho de 2020 
  211. Melissa Maerz (16 de novembro de 2012). «Lotus Review: Christina Aguilera» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 11 de junho de 2020 
  212. Jon Dolan (19 de novembro de 2012). «Album Reviews: Lotus» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 11 de junho de 2020 
  213. Keith Caulfield (21 de novembro de 2012). «One Direction Tops Billboard 200 Chart, 'Twilight' Debuts at No. 3» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de junho de 2020 
  214. «Gold & Platinum» (em inglês). Recording Industry Association of America. Consultado em 11 de junho de 2020 
  215. Scott Mervis (3 de maio de 2018). «Christina Aguilera Will Release New Album 'Liberation' on June 15» (em inglês). Pittsburgh Post-Gazette. Consultado em 11 de junho de 2020 
  216. Jeremy Helligar (15 de junho de 2018). «Can Christina Aguilera Reclaim Her (Rightful) Place as Top Pop Star?» (em inglês). Variety. Consultado em 11 de junho de 2020 
  217. Gary Trust (18 de dezembro de 2013). «Eminem, Rihanna Atop Hot 100 with 'The Monster» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de junho de 2020 
  218. Gary Trust (4 de dezembro de 2013). «Miley Cyrus' 'Wrecking Ball' Swings Back to No. 1 on Hot 100» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de junho de 2020 
  219. Lauren Ceradini (9 de dezembro de 2014). «A Great Big World's 'Say Something' with Christina Aguilera Receives Nomination for 'Best Pop Duo/Group Performance' Grammy Award» (em inglês). Sony Music Entertainment. Consultado em 11 de junho de 2020 
  220. Rob Copsey (6 de junho de 2019). «Christina Aguilera's Top 20 Biggest Singles» (em inglês). The Official Charts Company. Consultado em 11 de junho de 2020 
  221. «BRIT Certified» (em inglês). British Phonographic Industry. Consultado em 11 de junho de 2020 
  222. Sam Rullo (8 de fevereiro de 2015). «'Say Something' Wins 2015 Grammy's Best Pop Duo/Group Performance, Nabbing A Trophy for A Great Big World & Christina Aguilera» (em inglês). Bustle. Consultado em 11 de junho de 2020 
  223. Dahvi Shira (14 de fevereiro de 2014). «Christina Aguilera Engaged to Matt Rutler» (em inglês). People. Consultado em 11 de junho de 2020 
  224. Miriam Coleman (18 de agosto de 2014). «Christina Aguilera Gives Birth to Baby Girl» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 11 de junho de 2020 
  225. Huffington Staff (13 de maio de 2013). «'The Voice': Christina Aguilera Will Be Back for Season 5» (em inglês). The Huffington Post. Consultado em 11 de junho de 2020 
  226. Lyndsey Parker (14 de maio de 2013). «Christina Aguilera in Talks to Return to 'The Voice' Next Season» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 11 de junho de 2020 
  227. Ashley Lee (14 de outubro de 2014). «'The Voice' Season 8 Sets Christina Aguilera, Pharrell As Coaches» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 11 de junho de 2020 
  228. Lynette Rice (13 de fevereiro de 2015). «Christina Aguilera Appearing on Nashville» (em inglês). People. Consultado em 11 de junho de 2020 
  229. NME Staff (16 de abril de 2015). «Christina Aguilera Speaks About 'Nashville' Role» (em inglês). NME. Consultado em 11 de junho de 2020 
  230. Keertana Sastry (16 de abril de 2015). «'Nashville' Recap: 'Nobody Knows But Me'» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 11 de junho de 2020 
  231. Andrea Morabito (16 de abril de 2015). «Christina Aguilera Makes Her 'Nashville' Debut» (em inglês). New York Post. Consultado em 11 de junho de 2020 
  232. Erin Jensen (16 de abril de 2015). «See How Christina Aguilera's Gone Country In Her New Song» (em inglês). USA Today. Consultado em 11 de junho de 2020 
  233. Gary Trust (30 de abril de 2015). «Christina Aguilera Makes First Appearance on Hot Country Songs Chart» (em inglês). Billboard. Consultado em 11 de maio de 2020 
  234. Mariah Haas (18 de maio de 2015). «'Pitch Perfect 2': Adam DeVine Auditions for 'The Voice' in Sequel» (em inglês). People. Consultado em 11 de junho de 2020 
  235. Stephanie Petit (24 de maio de 2016). «The Voice Finale: Christina Aguilera Talks About Alisan Porter» (em inglês). People. Consultado em 21 de maio de 2020 
  236. Caila Bell-Dionne (25 de maio de 2016). «'The Voice': Team Christina Aguilera's Alisan Porter Wins & Sia, Zayn And More Perform» (em inglês). Idolator. Consultado em 21 de maio de 2020 
  237. Joey Nolfi (31 de outubro de 2016). «Christina Aguilera Releases Telepathy Music Video» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 21 de maio de 2020 
  238. Gordon Murray (3 de novembro de 2016). «Christina Aguilera & Nile Rodgers Rule Dance Club Songs Chart» (em inglês). Billboard. Consultado em 21 de maio de 2020 
  239. Hunter Harris (28 de julho de 2017). «The Emoji Movie Didn't Deserve Christina Aguilera» (em inglês). New York Magazine. Consultado em 21 de maio de 2020 
  240. Davy McNary (1 de maio de 2017). «Christina Aguilera, Theo James, Rashida Jones Join Sci-Fi Romance 'Zoe'» (em inglês). Variety. Consultado em 21 de maio de 2020 
  241. Owen Gleiberman (22 de abril de 2018). «'Zoe' Review: Lea Seydoux, Ewan McGregor in a Sci-Fi Love Story» (em inglês). Variety. Consultado em 21 de maio de 2020 
  242. Joey Nolfi (20 de abril de 2018). «Christina Aguilera Rocks Fabulous Tiny Hat in Zoe First Look Photo» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 21 de maio de 2020 
  243. Allie Jones (3 de maio de 2018). «Christina Aguilera on 'Longing for Freedom' & Her Hip-Hop-Inspired Return to Music» (em inglês). Billboard. Consultado em 21 de maio de 2020 
  244. Sam Tornow (15 de junho de 2018). «Christina Aguilera Releases 'Liberation' and Fans Are Already Calling It a 'Masterpiece'» (em inglês). Billboard. Consultado em 21 de maio de 2020 
  245. Cherise Johnson (3 de maio de 2018). «Christina Aguilera Announces "Liberation" Hip-Hop/R&B Album Featuring Kanye West, 2 Chainz & More» (em inglês). HipHopDX. Consultado em 21 de maio de 2020 
  246. «Christina Aguilera - Music Profile» (em inglês). Metacritic. Consultado em 21 de maio de 2020 
  247. Patrick Ryan (14 de junho de 2018). «Review: Christina Aguilera's 'Liberation' Is a Mostly Satisfying Comeback» (em inglês). USA Today. Consultado em 21 de maio de 2020 
  248. Alim Kheraj (17 de junho de 2018). «Christina Aguilera: Liberation Review - Pop Diva Grasps Creative Freedom» (em inglês). The Observer. Consultado em 21 de maio de 2020 
  249. Brittany Spanos (14 de dezembro de 2018). «20 Best Pop Albums of 2018» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 21 de maio de 2020 
  250. Eliza Thompson (5 de julho de 2018). «Best Albums of 2018 So Far» (em inglês). Cosmopolitan. Consultado em 21 de maio de 2020 
  251. Keith Caulfield (24 de junho de 2018). «5 Seconds of Summer Earn Third No. 1 Album on Billboard 200 Chart With 'Youngblood'» (em inglês). Billboard. Consultado em 21 de maio de 2020 
  252. «Top 100 Albums Weekly» (em inglês). Productores de Música de España. Consultado em 21 de maio de 2020 
  253. «2018년 24주차 Album Chart» (em coreano). Gaon Albums Chart. Consultado em 21 de maio de 2020 
  254. «第25 週 統計時間» (em chinês). G-Music. Consultado em 21 de maio de 2020. Arquivado do original em 28 de junho de 2018 
  255. Hugh McIntyre (16 de maio de 2020). «Christina Aguilera and Demi Lovato Team Up for New Single 'Fall In Line'» (em inglês). Forbes. Consultado em 21 de maio de 2020 
  256. Adrian Horton (10 de fevereiro de 2019). «Grammy Awards 2019: Full List of Winners» (em inglês). The Guardian. Consultado em 21 de maio de 2020 
  257. Joey Nolfi (9 de maio de 2018). «Christina Aguilera Announces The Liberation Tour» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 21 de maio de 2020 
  258. Mike Nied (4 de março de 2019). «She's Coming, Europe! Christina Aguilera Announces 'The X Tour'» (em inglês). Idolator. Consultado em 21 de maio de 2020 
  259. Dave Quinn (29 de janeiro de 2019). «Christina Aguilera Confirms New Las Vegas Residency» (em inglês). People. Consultado em 21 de maio de 2020 
  260. «Christina Aguilera - Box Office Averages» (em inglês). Pollstar. Consultado em 21 de maio de 2020 
  261. Denise Truscello (2 de março de 2020). «International Superstar Christina Aguilera Announces Final Show Dates For "Christina Aguilera: The Xperience"» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 21 de maio de 2020 
  262. Gary Trust (27 de setembro de 2019). «Christina Aguilera Drops 'Haunted Heart' Song from 'Addams Family' Soundtrack» (em inglês). Billboard. Consultado em 21 de maio de 2020 
  263. Chris Willman (6 de março de 2020). «Christina Aguilera Records New 'Mulan' Song, Plus 'Reflection' Remake» (em inglês). Variety. Consultado em 21 de maio de 2020 
  264. a b Hermione Hoby (13 de junho de 2010). «Christina Aguilera: 'I'm a Very Sexual Person by Nature» (em inglês). The Guardian. Consultado em 15 de maio de 2020 
  265. Lauren Beale (26 de agosto de 2011). «Christina Aguilera Sells Sunset Strip-Area Home» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 15 de maio de 2020 
  266. David Ansen (5 de setembro de 1999). «Movies, Books, Music» (em inglês). Newsweek. Consultado em 15 de maio de 2020 
  267. Samantha Grossman (20 de maio de 2014). «This Interactive Chart Compares the Vocal Ranges of the World's Greatest Singers» (em inglês). Time. Consultado em 15 de maio de 2020. Arquivado do original em 20 de maio de 2014 
  268. a b c d Nick Levine (2 de agosto de 2019). «We're Long Overdue for a Christina Aguilera Comeback» (em inglês). Vice. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  269. Contessa Gayles (24 de maio de 2011). «10 Things You Didn't Know About 'The Voice' Coach and 'Dirrty' Pop Star Christina Aguilera» (em inglês). AOL. Consultado em 15 de maio de 2020. Arquivado do original em 6 de outubro de 2011 
  270. Michael Slezak (16 de agosto de 2006). «The Essential Christina Aguilera» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 15 de maio de 2020 
  271. Brittany Spanos (15 de junho de 2018). «Christina Aguilera's 'Liberation' Album Review» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 16 de maio de 2020 
  272. Tony Clayton-Lea (3 de novembro de 2019). «Christina Aguilera at 3Arena, Dublin: Everything You Need to Know» (em inglês). The Irish Times. Consultado em 15 de maio de 2020 
  273. a b Chuck Arnold (15 de junho de 2018). «Christina Aguilera has officially made a comeback» (em inglês). New York Post. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  274. a b Ed Masley (27 de agosto de 2000). «Concert Review: Aguilera Wows 'Em With Awe-Inspiring Vocals» (em inglês). Pittsburgh Post-Gazette. Consultado em 8 de maio de 2020 
  275. a b David Browne (26 de dezembro de 2010). «Thrilling Songbirds Clip Their Wings» (em inglês). The New York Times. Consultado em 15 de maio de 2020 
  276. Joan Anderman (10 de setembro de 2020). «Aguilera Shows Potential to Be More Than Just Marketing» (em inglês). The Boston Globe. Consultado em 15 de maio de 2020 
  277. Lauren Everitt (15 de fevereiro de 2012). «Whitney Houston and the Art of Melisma» (em inglês). BBC News. Consultado em 16 de maio de 2020 
  278. Neil McCormick (16 de junho de 2018). «Christina Aguilera, Liberation Review» (em inglês). The Daily Telegraph. Consultado em 16 de maio de 2020 
  279. Jon Pareles (13 de junho de 2018). «Christina Aguilera Exults in Her Voice on 'Liberation'» (em inglês). The New York Times. Consultado em 16 de maio de 2020 
  280. a b c Rolling Stone Staff (3 de dezembro de 2010). «100 Greatest Singers of All Time» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 16 de maio de 2020 
  281. «Verão Latino». Público. 15 de agosto de 1999. Consultado em 15 de maio de 2020 
  282. Ann Powers (15 de agosto de 2006). «Old-School? Her?» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 16 de maio de 2020 
  283. a b Sasha Frere-Jones (28 de agosto de 2006). «Sex Symbols» (em inglês). The New Yorker. Consultado em 16 de maio de 2020 
  284. a b c d Richard S. He (4 de maio de 2018). «20 Years of Xtina: How She Found, Lost and Liberated Her Voice Again» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  285. Sugey Palomares (8 de fevereiro de 2013). «The 50 Best Latin Singers of All Time» (em inglês). Latina. Consultado em 16 de maio de 2020. Arquivado do original em 11 de fevereiro de 2013 
  286. MTV Staff (22 de janeiro de 2003). «22 Greatest Voices in Music» (em inglês). MTV. Consultado em 16 de maio de 2020. Arquivado do original em 22 de janeiro de 2003 
  287. Corey Moss (2 de fevereiro de 2006). «The Scourge of 'American Idol': Oversingers» (em inglês). MTV News. Consultado em 16 de maio de 2020 
  288. Preston Jones (26 de março de 2007). «Wo-o-o, whoa: Stop oversinging!» (em inglês). The Seattle Times. Consultado em 16 de maio de 2020 
  289. Drew Hinshaw (8 de junho de 2010). «Christina Aguilera, Army of One» (em inglês). The Village Voice. Consultado em 16 de maio de 2020 
  290. John Eskow (8 de fevereiro de 2011). «Christina Aguilera and the Hideous Cult of Oversouling» (em inglês). The Huffington Post. Consultado em 16 de maio de 2020 
  291. Lucy Davies (14 de agosto de 2006). «Review of Christina Aguilera - Back to Basics Album» (em inglês). BBC Music. Consultado em 16 de maio de 2020 
  292. Brian Hiatt (29 de outubro de 2002). «The Inside Story of Christina Aguilera's New Album» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 16 de maio de 2020. Arquivado do original em 3 de abril de 2008 
  293. Dominguez 2003, p. 10–11
  294. Dominguez 2003, p. 11
  295. Govan 2013, p. 13–14
  296. a b Dominguez 2003, p. 7
  297. Alisa Valdes-Rodriguez (16 de setembro de 2000). «Though Singer Christina Aguilera Is Often Compared...» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 17 de maio de 2020 
  298. a b Jennifer Vineyard (28 de junho de 2006). «Christina Aguilera Can Die Happy — She's Bonded With 'Bad Girl' Idol Etta James» (em inglês). MTV News. Consultado em 17 de maio de 2020 
  299. Paul Grein (18 de junho de 2019). «In 2001, Whitney Houston Got Some Love at the first BET Awards» (em inglês). Billboard. Consultado em 17 de maio de 2020 
  300. Lindsay Kimble (19 de novembro de 2017). «Christina Aguilera Honors Whitney Houston with Stirring Bodyguard Tribute: 'I Hope I Did You Proud'» (em inglês). People. Consultado em 17 de maio de 2020 
  301. Dominguez 2003, p. 19
  302. John PKL (7 de dezembro de 2008). «Christina Aguilera Inspired By Musician and Mom Madonna» (em inglês). People. Consultado em 18 de maio de 2020. Arquivado do original em 16 de junho de 2012 
  303. Hello! Staff (16 de maio de 2016). «Janet Jackson Comeback: 7 Pop Stars She Influenced» (em inglês). Hello!. Consultado em 18 de maio de 2020 
  304. Stephanie McGrath (17 de maio de 2020). «The Christina Aguilera Interview» (em inglês). Jam!. Consultado em 18 de maio de 2020. Arquivado do original em 11 de julho de 2012 
  305. Jeff Miers (17 de abril de 2014). «Tracing Cher's Influence Among Pop Divas» (em inglês). The Buffalo News. Consultado em 17 de maio de 2020 
  306. Krista Smith (24 de novembro de 2010). «Forever Cher» (em inglês). Vanity Fair. Consultado em 17 de maio de 2020 
  307. a b Jennifer Vineyard (4 de novembro de 2006). «Christina Aguilera's Old Soul» (em inglês). MTV News. Consultado em 18 de maio de 2020. Arquivado do original em 5 de agosto de 2014 
  308. MTV News Staff (11 de maio de 2006). «For the Record: Quick News on Christina Aguilera, Jennifer Lopez, Snoop Dogg, Jesica Simpson, Bjork & More» (em inglês). MTV News. Consultado em 18 de maio de 2020 
  309. Gil Kaufman (22 de junho de 2010). «25 Stars Remember Michael Jackson, A Video Tribute» (em inglês). Billboard. Consultado em 18 de maio de 2020 
  310. MTV News Staff (14 de fevereiro de 2008). «Beyoncé, Jennifer Lopez, Shakira, Spice Girls & More in For the Record» (em inglês). MTV News. Consultado em 18 de maio de 2020 
  311. William Shaw (1 de novembro de 2006). «Christina Aguilera: Adult Swim» (em inglês). Blender. Consultado em 18 de maio de 2020. Arquivado do original em 8 de fevereiro de 2007 
  312. Craig Rosen (29 de setembro de 2000). «Christina Aguilera Climbs Every Mountain for 'My Kind of Christmas'» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 18 de maio de 2020. Arquivado do original em 24 de maio de 2011 
  313. Xelena González (1 de dezembro de 2000). «Everything the Stars Can't Live Without» (em inglês). Vibe. Consultado em 18 de maio de 2020 
  314. Allie Jones (3 de maio de 2018). «Christina Aguilera on 'Longing for Freedom' & Her Hip-Hop-Inspired Return to Music» (em inglês). Billboard. Consultado em 18 de maio de 2020 
  315. Taylor Dougherty (23 de junho de 2018). «Christina Aguilera Demands Our Attention on Liberation» (em inglês). Consequence of Sound. Consultado em 18 de maio de 2020 
  316. Corey Moss (5 de dezembro de 2002). «Christina Aguilera Plans Tour, Movie Role for 2003» (em inglês). MTV News. Consultado em 18 de maio de 2020 
  317. Diane Anderson-Minshall (28 de novembro de 2012). «Christina Aguilera Says LGBT Fans Held Her When She Could Not Stand» (em inglês). The Advocate. Consultado em 18 de maio de 2020 
  318. Jocelyn Noveck (1 de agosto de 2012). «Fifty Years After Her Death, Marilyn Monroe's Star Power Still Shines» (em inglês). The Seattle Times. Consultado em 18 de maio de 2020 
  319. Matthew Beard (6 de abril de 2006). «Aguilera Invests £25,000 in Banksy» (em inglês). The Independent. Consultado em 18 de maio de 2020 
  320. Scotsman Staff (6 de junho de 2010). «Album Review: Christina Aguilera, Bionic» (em inglês). The Scotsman. Consultado em 8 de junho de 2020 
  321. Becky Bain (25 de maio de 2010). «Xtina's 'Elastic Love' Rocks — But You'll Have to Wait to See It Live» (em inglês). Idolator. Consultado em 8 de junho de 2020 
  322. Mackenzie Cummings (7 de junho de 2018). «Christina Aguilera Releases Bouncy New Single 'Like I Do' Featuring GoldLink: Listen» (em inglês). Billboard. Consultado em 8 de junho de 2020 
  323. Vrinda Jagota (7 de junho de 2018). «Christina Aguilera Drops Fourth Single 'Like I Do'» (em inglês). Paper. Consultado em 8 de junho de 2020 
  324. a b c Gerrick Kennedy (2 de julho de 2018). «Q&A: After a six-year hiatus, Christina Aguilera finds her 'Liberation'» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 28 de abril de 2020 
  325. Alexis Petridis (14 de junho de 2018). «Christina Aguilera: Liberation Review – #MeToo Makeover Hits High and Low Notes» (em inglês). The Guardian. Consultado em 8 de junho de 2020 
  326. a b Kelefa Sanneh (8 de setembro de 2002). «The New Season/Music: Idol Returns, Her Image Remade» (em inglês). The New York Times. Consultado em 30 de maio de 2020 
  327. Stephen Thomas Erlewine (24 de agosto de 1999). «Christina Aguilera - Album Review» (em inglês). AllMusic. Consultado em 8 de junho de 2020 
  328. Dan Aquilante (12 de setembro de 2000). «Christina's a Winner in Spanish, Too» (em inglês). New York Post. Consultado em 8 de junho de 2020 
  329. Richard Cromelin (27 de outubro de 2002). «'Stripped' But, Alas, Not Revealed» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 8 de junho de 2020 
  330. Owen Gleiberman (17 de março de 2020). «Stripped» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 8 de junho de 2020 
  331. Dorian Lyskey (4 de agosto de 2006). «Christina Aguilera, Back to Basics - Music Review» (em inglês). The Guardian. Consultado em 8 de junho de 2020 
  332. Naomi West (12 de agosto de 2006). «Pop CDs of the Week: Christina Aguilera, Los Lobos, Broadcast and More» (em inglês). The Daily Telegraph. Consultado em 8 de junho de 2020 
  333. Metacritic Staff (12 de agosto de 2006). «Back to Basics by Christina Aguilera - Reviews and Tracks» (em inglês). Metacritic. Consultado em 8 de junho de 2020 
  334. Kerri Mason (11 de dezembro de 2010). «Burlesque: Original Motion Picture Soundtrack - Album Reviews» (em inglês). Billboard. Consultado em 8 de junho de 2020. Arquivado do original em 12 de janeiro de 2012 
  335. Michael Fleming (15 de outubro de 2007). «Screen Gems Enlists Antin for 'Burlesque'» (em inglês). Variety. Consultado em 8 de junho de 2020 
  336. Margaret Wappler (7 de junho de 2010). «Album Review: Christina Aguilera's Bionic» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 8 de junho de 2020 
  337. Stephen Thomas Erlewine (8 de junho de 2010). «AllMusic Review: Bionic - Christina Aguilera» (em inglês). AllMusic. Consultado em 8 de junho de 2020 
  338. Andy Gill (4 de junho de 2010). «Album: Christina Aguilera, Bionic (RCA)» (em inglês). The Independent. Consultado em 8 de junho de 2020. Arquivado do original em 5 de junho de 2010 
  339. James Dinh (8 de junho de 2010). «Christina Aguilera Brings New Songs, Classic Hits to 'Today Show'» (em inglês). MTV News. Consultado em 8 de junho de 2020 
  340. James Montgomery (8 de junho de 2010). «Christina Aguilera Says Bionic Is About Fun and the Future» (em inglês). MTV News. Consultado em 8 de junho de 2020 
  341. Sam Lansky (7 de junho de 2012). «The Legacy of 'Bionic': Why Christina Aguilera's Misunderstood Album Was Actually Ahead of Its Time» (em inglês). MTV. Consultado em 8 de junho de 2020. Arquivado do original em 11 de junho de 2012 
  342. Simon Price (11 de novembro de 2012). «Album: Christina Aguilera, Lotus, RCA» (em inglês). The Independent. Consultado em 8 de junho de 2020 
  343. Billboard Staff (12 de novembro de 2012). «Christina Aguilera, 'Lotus': Track-By-Track Review» (em inglês). Billboard. Consultado em 8 de junho de 2020 
  344. Andrew Hampp (12 de setembro de 2012). «Christina Aguilera: Billboard Cover Story» (em inglês). Billboard. Consultado em 8 de junho de 2020 
  345. Cherise Johnson (3 de maio de 2018). «Christina Aguilera Announces 'Liberation' Hip-Hop/R&B Album Featuring Kanye West, 2 Chainz & More» (em inglês). HipHopDX. Consultado em 8 de junho de 2020 
  346. J'na Jefferson (3 de maio de 2018). «Christina Aguilera Drops Kanye West-Produced Track "Accelerate": Stream» (em inglês). Vibe. Consultado em 8 de junho de 2020 
  347. David Greenwald (13 de agosto de 2006). «'Basic' Instinct» (em inglês). Billboard. Consultado em 8 de junho de 2020 
  348. Mesfin Fekadu (7 de junho de 2010). «Review: Aguilera Has An Identity Crises on New CD» (em inglês). The Boston Globe. Consultado em 8 de junho de 2020 
  349. Robert Copsey (1 de setembro de 2010). «Christina Aguilera: 'You Lost Me'» (em inglês). Digital Spy. Consultado em 8 de junho de 2020 
  350. Sal Cinquemani (2 de novembro de 2002). «Review: Christina Aguilera, Stripped» (em inglês). Slant Magazine. Consultado em 8 de junho de 2020 
  351. Josh Kun (1 de dezembro de 2012). «Reviews: Christina Aguilera, Stripped (RCA)» (em inglês). Spin. Consultado em 8 de junho de 2020 
  352. Leah Greenblatt (9 de junho de 2010). «Bionic» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 8 de junho de 2020 
  353. Eunice Oh (11 de junho de 2010). «Christina Aguilera: Why I'm Sometimes Attracted to Women» (em inglês). People. Consultado em 8 de junho de 2020 
  354. Eric Solomon (30 de julho de 2018). «Is There Life Beyond the Pop Lifecycle for Christina Aguilera?» (em inglês). PopMatters. Consultado em 8 de junho de 2020 
  355. Jason Heller (15 de março de 2010). «17 Well-Intended Yet Misguided Feminist Anthems» (em inglês). The A.V. Club. Consultado em 8 de junho de 2020 
  356. Roger Moore (23 de setembro de 2000). «This Teen Pop Diva Keeps It Real» (em inglês). Orlando Sentinel. Consultado em 5 de junho de 2020 
  357. Melinda Sheckells (2 de junho de 2019). «Christina Aguilera's Las Vegas Xperience Is a Celebration of Range, Power and Pride» (em inglês). Billboard. Consultado em 5 de junho de 2020 
  358. Errol Nazareth (8 de julho de 2000). «Concert Review: Screamfest for Christina» (em inglês). Toronto Sun. Consultado em 5 de junho de 2020. Arquivado do original em 18 de julho de 2012 
  359. Kat George (17 de julho de 2014). «Christina Aguilera Is a Better Performer Than Beyoncé» (em inglês). The Village Voice. Consultado em 5 de junho de 2020 
  360. Barry Walters (5 de abril de 2007). «Live Review: Christina Aguilera's 'Back to Basics Tour'» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 5 de junho de 2020 
  361. Rania Aniftos (24 de fevereiro de 2020). «8 Times Christina Aguilera Slayed Her Live Performances» (em inglês). Billboard. Consultado em 5 de junho de 2020 
  362. Althea Legaspi (17 de outubro de 2018). «Christina Aguilera Review: Hitting Chicago to Reclaim Her Throne as Vocal Queen» (em inglês). Chicago Tribune. Consultado em 5 de junho de 2020 
  363. Dominguez 2003, p. 158
  364. Katie Hawthrone (8 de novembro de 2019). «Christina Aguilera Review - Bondage and Burlesque In Badass Variety Show» (em inglês). The Guardian. Consultado em 5 de junho de 2020 
  365. Leslie Richin (7 de fevereiro de 2019). «11 Memorable Grammy Awards Performances Throughtout the Years» (em inglês). Good Morning America. Consultado em 5 de junho de 2020 
  366. Robyn Beck (1 de janeiro de 2019). «The Most Unforgettable Grammy Performances All Time» (em inglês). InStyle. Consultado em 5 de junho de 2020 
  367. Rebecca Schiller (13 de junho de 2018). «Every Christina Aguilera Music Video From 1998 to Today: Watch Her Evolution» (em inglês). Billboard. Consultado em 5 de junho de 2020 
  368. Paul Grein (23 de agosto de 2019). «17 Artists Who Have Yet to Receive VMA's Video Vanguard Award (But Probably Will Someday)» (em inglês). Billboard. Consultado em 5 de junho de 2020 
  369. Yahoo! Staff (7 de julho de 2018). «Get Ready to Gawk Over Christina Aguilera's Outrageously Sexy Music Videos» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 5 de junho de 2020 
  370. a b Sophie Wilkinson (1 de dezembro de 2012). «Slutdropping: The Dancefloor Move That's Bringing Women Together» (em inglês). The Guardian. Consultado em 5 de junho de 2020 
  371. Lucy Morris (28 de abril de 2017). «11 Moments from Christina Aguilera's Dirrty Video That Showed the MTV Age Was a Lawless Paradise» (em inglês). Grazia. Consultado em 5 de junho de 2020 
  372. a b c Bianca Gracie (27 de julho de 2018). «Director David LaChapelle & Choreographer Jeri Slaughter on the Making of Christina Aguilera's 'Dirrty' Music Video» (em inglês). Billboard. Consultado em 4 de maio de 2020 
  373. Sal Cinquemani (30 de junho de 2003). «The 100 Greatest Music Videos of All Time» (em inglês). Slant Magazine. Consultado em 5 de junho de 2020 
  374. a b Nolan Feeney. «The 100 Greatest Music Videos of the 21st Century: Critics' Picks» (em inglês). Billboard. Consultado em 4 de maio de 2020 
  375. Joey Guerra (20 de fevereiro de 2007). «Christina Aguilera Claims Her Pop Throne» (em inglês). Houston Chronicle. Consultado em 6 de maio de 2020 
  376. Mikael Wood (13 de novembro de 2012). «Perspective: Christina Aguilera, Lana Del Rey Play With Personas» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 6 de maio de 2020 
  377. Guy Trebay (20 de março de 2013). «Justin Timberlake Is All Dressed Up» (em inglês). The New York Times. Consultado em 6 de maio de 2020 
  378. Jon Matsumoto (16 de dezembro de 2002). «Christina Aguilera: A Gifted Artist with an Independent Vision» (em inglês). Broadcast Music, Inc. Consultado em 7 de maio de 2020 
  379. Monica Eng (16 de janeiro de 2000). «Pop Idol's Store Visit Cut Short By Chaos» (em inglês). Chicago Tribune. Consultado em 7 de maio de 2020 
  380. Hello! Staff (31 de agosto de 2010). «Christina Aguilera: Biography» (em inglês). Hello!. Consultado em 8 de maio de 2020 
  381. Jon Wiederhorn (23 de agosto de 2001). «Deborah Gibson: Britney Twinkles, Christina Rankles» (em inglês). MTV News. Consultado em 8 de maio de 2020 
  382. Neil Strauss (6 de julho de 2000). «Christina Aguilera: The Hit Girl» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 8 de maio de 2020 
  383. Melissa Maerz (16 de agosto de 2011). «Britney Spears vs. Christina Aguilera: Pop Diva Showdown» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 8 de maio de 2020 
  384. Lola Ogunnaike (28 de julho de 2006). «Aguilera Aims for Edgy, but Richer, Sound» (em inglês). The New York Times. Consultado em 8 de maio de 2020 
  385. David Browne (19 de maio de 2000). «Oops!... I Did It Again» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 8 de maio de 2020 
  386. Megan Turner (20 de janeiro de 2000). «Battle of the Bubblegum Divas: Can Christina Aguilera Oust Britney Spears As Pop Music Reigning Teen Queen?» (em inglês). New York Post. Consultado em 8 de maio de 2020 
  387. Corey Moss (20 de outubro de 2003). «Stripped-Down Christina Aguilera Displays 'A Voice Within': Lens Recap» (em inglês). MTV News. Consultado em 8 de maio de 2020 
  388. a b Jason Lipshutz (21 de novembro de 2012). «Christina Aguilera's Top 10 Biggest Career Moments» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  389. Auslan Cramb (7 de novembro de 2003). «X-Rated Christina Puts on a Dirrty Show for MTV» (em inglês). The Daily Telegraph. Consultado em 8 de maio de 2020 
  390. Eileen Finan (7 de novembro de 2003). «MTV Europe Awards Justify Timberlake» (em inglês). People. Consultado em 8 de maio de 2020 
  391. Stephen Thomas Erlewine (18 de novembro de 2003). «In the Zone» (em inglês). AllMusic. Consultado em 8 de maio de 2020 
  392. a b Adam White (9 de novembro de 2019). «Get a Little Naughty: How Christina Aguilera Turned Pop Dirrty» (em inglês). The Daily Telegraph. Consultado em 4 de maio de 2020 
  393. Jennifer Vineyard (19 de junho de 2006). «'Ain't No Other Man' Video Has Christina Singing the Blues» (em inglês). MTV News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  394. Hazel Cills (4 de junho de 2013). «Christina Aguilera: The Style Evolution of a Diva» (em inglês). Vice. Consultado em 30 de maio de 2020 
  395. Corey Moss (29 de junho de 2006). «Christina Channels Marilyn Monroe for Intimate Album Cover» (em inglês). MTV News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  396. Leah Greenblatt (18 de maio de 2010). «Christina Aguilera's Lady Gaga Talk: For Real or for Show?» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 30 de maio de 2020 
  397. Jocelyn Vena (21 de abril de 2010). «Christina Aguilera On Lady Gaga Comparisons: 'My Work Speaks for Itself'» (em inglês). MTV News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  398. Joyce Chen (1 de outubro de 2012). «Christina Aguilera On Her Curvy, Controversial Figure: 'I Got Tired of Being a Skinny, White Girl'» (em inglês). New York Daily News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  399. Sugey Palomares (29 de outubro de 2012). «Adam Levine Defends Christina Aguilera Over Weight Gain Criticism» (em inglês). Latina. Consultado em 30 de maio de 2020 
  400. Chiderah Monde (25 de novembro de 2013). «American Music Awards 2013:; Christina Aguilera Stuns On Red Carpet a Year After Receiving Criticism for Last Year's Look» (em inglês). New York Daily News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  401. Abby Gardner (27 de março de 2018). «Christina Aguilera Goes Makeup-Free for 'Paper' Magazine» (em inglês). Glamour. Consultado em 30 de maio de 2020 
  402. Katie Baille (27 de março de 2018). «Christina Aguilera Ditches Makeup, And So Have All of These Celebs» (em inglês). Metro. Consultado em 30 de maio de 2020 
  403. Sheila Marikar (19 de fevereiro de 2009). «New Trend for Sex Symbols: Motherhood» (em inglês). ABC News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  404. VH1 Staff (19 de setembro de 2002). «100 Sexiest Artists» (em inglês). VH1. Consultado em 30 de maio de 2020. Arquivado do original em 31 de agosto de 2006 
  405. VH1 Staff (5 de março de 2013). «VH1's 100 Sexiest Artists» (em inglês). VH1. Consultado em 30 de maio de 2020 
  406. Rachel Clun (26 de março de 2004). «Who's the Sexiest Aussie?» (em inglês). The Sydney Morning Herald. Consultado em 30 de maio de 2020 
  407. Lauren Nostro (10 de dezembro de 2012). «The 100 Hottest Female Singers of All Time» (em inglês). Complex. Consultado em 30 de maio de 2020 
  408. Maxim Staff (1 de maio de 2003). «2003 Hot 100 List» (em inglês). Maxim. Consultado em 30 de maio de 2020 
  409. Adrianne Palicki (24 de abril de 2007). «Girls of Maxim» (em inglês). Maxim. Consultado em 30 de maio de 2020. Arquivado do original em 1 de março de 2012 
  410. Michelle Tauber (12 de maio de 2003). «50 Most Beautiful People» (em inglês). People. Consultado em 30 de maio de 2020 
  411. Caitlin Johnson (25 de abril de 2007). «People Magazine Names 100 Most Beautiful» (em inglês). CBS News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  412. Christina Aguilera (1 de junho de 2017). «Christina Aguilera: Love Letter to the LGBTQ Community» (em inglês). Billboard. Consultado em 30 de maio de 2020 
  413. Paul Gambaccini (7 de abril de 2011). «Christina Aguilera voted most inspirational pop act for gay people» (em inglês). Stonewall. Consultado em 30 de maio de 2020. Arquivado do original em 10 de abril de 2011 
  414. Billboard Staff (2 de maio de 2018). «Christina Aguilera's Fashion Evolution» (em inglês). Billboard. Consultado em 30 de maio de 2020 
  415. Hazel Cills (4 de junho de 2013). «Christina Aguilera: The Style Evolution of a Diva» (em inglês). Vice. Consultado em 30 de maio de 2020 
  416. a b Jon Caramanica (17 de setembro de 2012). «How Christina Aguilera Changed Judging of Reality TV Music» (em inglês). The New York Times. Consultado em 4 de maio de 2020 
  417. Janelle Okwodu (18 de setembro de 2018). «How Christina Aguilera Brought Down the House at London Fashion Week» (em inglês). Vogue. Consultado em 30 de maio de 2020 
  418. Emma Elizabeth Davidson (11 de dezembro de 2018). «The 20 Most Stylish People of 2018» (em inglês). Dazed. Consultado em 30 de maio de 2020 
  419. The Guardian Staff (19 de abril de 2013). «The 100 Most Popular Musicians on Twitter» (em inglês). The Guardian. Consultado em 30 de maio de 2020 
  420. Alaa Elassar (25 de agosto de 2019). «Christina Aguilera Celebrates the 20th Anniversary of Her Debut Album» (em inglês). CNN. Consultado em 30 de maio de 2020 
  421. Liz Heron (6 de maio de 2010). «50 Most Popular Women on the Web, Per Google Search Results» (em inglês). ABC News. Consultado em 30 de maio de 2020 
  422. Govan 2013, p. 114
  423. The Guardian Staff (10 de abril de 2002). «Bocelli Not Blind to Tortured Dogs» (em inglês). The Guardian. Consultado em 19 de maio de 2020 
  424. Dan Matthews (12 de dezembro de 2006). «Christina Aguilera's Costume Change» (em inglês). People for the Ethical Treatment of Animals. Consultado em 19 de maio de 2020 
  425. Coppy Holzman (3 de fevereiro de 2010). «Christie's Announces the 2010 Inaugural Green Auction» (em inglês). Christie's. Consultado em 19 de maio de 2020. Arquivado do original em 10 de fevereiro de 2010 
  426. Kathryn Romeyn (27 de outubro de 2015). «Ariana Grande Is MAC's New Viva Glam Spokeswoman» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 19 de maio de 2020 
  427. Corey Moss (10 de junho de 2005). «For the Record: Quick News on Paris Hilton, Christina Aguilera, Michael Jackson, Josh Homme, a Perfect Circle & More» (em inglês). MTV News. Consultado em 19 de maio de 2020 
  428. Shadi Rahimi (10 de novembro de 2005). «An Enduring Ribbon of Stars» (em inglês). The New York Times. Consultado em 19 de maio de 2020 
  429. Mackenzie Carpenter (22 de dezembro de 2003). «Aguilera's Visit, Story Lift Spirits at Women's Shelter» (em inglês). Pittsburgh Post-Gazette. Consultado em 19 de maio de 2020 
  430. ABC News Staff (13 de maio de 2019). «Christina Aguilera's Las Vegas Residency to Raise Money for Domestic Violence Victims» (em inglês). ABC News. Consultado em 19 de maio de 2020 
  431. Corey Moss (4 de abril de 2007). «For the Record: Quick News On Kelly Clarkson, 'Idol', Daniel Radcliffe, Christina Aguilera & More» (em inglês). MTV News. Consultado em 19 de maio de 2020 
  432. Claudia Harmata (9 de outubro de 2019). «Christina Aguilera Gets Award from Domestic Violence Shelter» (em inglês). People. Consultado em 19 de maio de 2020 
  433. John Morgan (3 de março de 2004). «Nicole Kidman Fashions Fight Agains Women's Cancer» (em inglês). USA Today. Consultado em 19 de maio de 2020 
  434. Jennifer Vineyard (26 de outubro de 2005). «For The Record: Quick News On Christina Aguilera, Jennifer Lopez And Marc Anthony, Madonna, Bloc Party & More» (em inglês). MTV News. Consultado em 19 de maio de 2020 
  435. Acun Ilicali (20 de outubro de 2010). «"Var mısın, Yok musun" da Aguilera şov» (em turco). Milliyet. Consultado em 19 de maio de 2020 
  436. Adam Tschorn (20 de setembro de 2010). «For the Paperback Writer: Montblanc Unveils John Lennon Pen» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 19 de maio de 2020 
  437. Daniel Kilkelly (22 de outubro de 2005). «Christina Aguilera Bans Wedding Presents» (em inglês). Digital Spy. Consultado em 19 de maio de 2020 
  438. Billboard Staff (1 de novembro de 2012). «'Hurricane Sandy: Coming Together' Concert: Christina Aguilera, Bruce Springsteen to Perform» (em inglês). Billboard. Consultado em 19 de maio de 2020 
  439. G1 Staff (20 de janeiro de 2010). «Chrysler irá leiloar unidades do sedã 300C para ajudar vítimas do Haiti». Globo.com. Consultado em 19 de maio de 2020 
  440. Alan Duke (24 de janeiro de 2010). «'Hope for Haiti' Raises $58 Million and Counting» (em inglês). CNN. Consultado em 19 de maio de 2020 
  441. Dave Karger (22 de janeiro de 2010). «'Hope for Haiti Now': The Telehon's 10 Best Performances» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 19 de maio de 2020 
  442. Anthony Bruno (25 de julho de 2009). «Aguilera Onborad with Hunger Relief» (em inglês). Billboard. Consultado em 19 de maio de 2020 
  443. Gary Trust (30 de setembro de 2015). «Christina Aguilera Returns to Her Roots on Ecuador Hunger Relief Trip» (em inglês). Billboard. Consultado em 19 de maio de 2020 
  444. «Christina Aguilera - A Voice for the Hungry» (em inglês). Programa Alimentar Mundial. Consultado em 19 de maio de 2020. Arquivado do original em 7 de dezembro de 2013 
  445. Sugey Palomares (4 de outubro de 2012). «Hillary Clinton Honors Christina Aguilera for World Hunger Mission» (em inglês). Latina. Consultado em 19 de maio de 2020 
  446. Nat Ives (13 de julho de 2004). «Putting Out the Message That Registering and Voting Should Have a Place in the Youlth Culture» (em inglês). The New York Times. Consultado em 18 de maio de 2020 
  447. Billboard Staff (13 de julho de 2004). «Stars 'Declare' Support For Voting Initiative» (em inglês). Billboard. Consultado em 18 de maio de 2020 
  448. Benjamin Siegel (3 de outubro de 2014). «Rock the Vote Gets Angry in New Ads» (em inglês). ABC News. Consultado em 18 de maio de 2020 
  449. Krissah Williams (30 de maio de 2008). «Aguilera and Son Look to Rock the Vote» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 18 de maio de 2020 
  450. Jordan Runtagh (12 de julho de 2016). «10 Major Moments in Rock the Vote History» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 18 de maio de 2020 
  451. Ted Johnson (13 de maio de 2016). «Christina Aguilera, John Legend to Headline Clinton Fundraiser Concert» (em inglês). Variety. Consultado em 18 de maio de 2020 
  452. Lindsay Kimble (16 de maio de 2016). «Christina Aguilera Says Hillary Clinton 'Supports the Girls' on Ellen» (em inglês). People. Consultado em 18 de maio de 2020 
  453. Rebecca Ford (20 de novembro de 2015). «How Christina Aguilera Ended Up Hosting a Hillary Clinton Fundraiser» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 18 de maio de 2020 
  454. Billboard Staff (23 de junho de 2016). «An Open Letter to Congress from the Music Industry» (em inglês). Billboard. Consultado em 18 de maio de 2020 
  455. Cady Lang (23 de junho de 2016). «Artists Sign Open Letter to Congress Demanding Tighter Gun Control» (em inglês). Time. Consultado em 18 de maio de 2020 
  456. Hermione Hoby (21 de novembro de 2010). «Lady Gaga, Katy Perry and the Popstars Getting Behind Gay Rights» (em inglês). The Guardian. Consultado em 19 de maio de 2020 
  457. Joshua Bote (31 de outubro de 2018). «20 Music Videos with LGBTQ Themes» (em inglês). Billboard. Consultado em 19 de maio de 2020 
  458. Dennis Hensley (28 de agosto de 2006). «Christina Up Close» (em inglês). The Advocate. Consultado em 19 de maio de 2020 
  459. Fan Zhong (16 de maio de 2018). «Christina Aguilera Is Back at Last, and She Has Got Something to Say» (em inglês). W. Consultado em 19 de maio de 2020 
  460. Nick Adams (26 de abril de 2003). «Eric McCormack, Todd Hayns, Christina Aguilera Honored at 14th Annual GLAAD Media Awards» (em inglês). Gay and Lesbian Alliance Against Defamation. Consultado em 19 de maio de 2020. Arquivado do original em 18 de abril de 2005 
  461. Kelly Striewski (28 de fevereiro de 2003). «Christina Aguilera to be Honored at 14th Annual GLAAD Media Awards» (em inglês). Gay and Lesbian Alliance Against Defamation. Consultado em 19 de maio de 2020. Arquivado do original em 18 de agosto de 2003 
  462. Cavan Sieczkowski (30 de agosto de 2013). «Christina Aguilera's 'Let There Be Love' Video Supports Equality» (em inglês). The Huffington Post. Consultado em 19 de maio de 2020 
  463. Billboard Staff (19 de fevereiro de 2005). «Love Rocks» (em inglês). Billboard. Consultado em 19 de maio de 2020 
  464. Anderson Jones (15 de fevereiro de 2005). «Rockin' for Valentine's» (em inglês). The Advocate. Consultado em 19 de maio de 2020 
  465. Trilby Beresford (7 de março de 2019). «Christina Aguilera to Receive Equality Award for LGBTQ Advocacy» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 19 de maio de 2020 
  466. Chris Harris (7 de novembro de 2008). «Christina Aguilera Speaks Out Against Proposition 8 As Protests Continue for Second Straight Night» (em inglês). MTV News. Consultado em 19 de maio de 2020 
  467. Dylan Matthews (26 de junho de 2013). «The Supreme Court Ended Proposition 8» (em inglês). The Washington Post. Consultado em 19 de maio de 2020 
  468. Daniel Kreps (17 de junho de 2016). «Hear Christina Aguilera's Empowering New Song for Orlando» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 19 de maio de 2020 
  469. Maeve McDermott (17 de junho de 2016). «Christina Aguilera Releases Orlando Benefit Song 'Change'» (em inglês). USA Today. Consultado em 19 de maio de 2020 
  470. a b Emily Belfiore (13 de maio de 2016). «Christina Aguilera Fragrances Bought Out by Elizabeth Arden» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 20 de maio de 2020 
  471. Kim Novak (17 de janeiro de 2007). «Smell of Success for Christina» (em inglês). Metro. Consultado em 20 de maio de 2020 
  472. NME Staff (9 de maio de 2007). «Christina Aguilera to Launch Fragrance» (em inglês). NME. Consultado em 20 de maio de 2020 
  473. RCA Staff (19 de dezembro de 2007). «Christina Top Fragrance Charts» (em inglês). RCA/Jive Label Group. Consultado em 20 de maio de 2020. Arquivado do original em 9 de janeiro de 2008 
  474. David Babaii (24 de abril de 2008). «Marc Jacobs, Tom Ford, and Christina Aguilera Win Top Fragrance Awards» (em inglês). New York Magazine. Consultado em 20 de maio de 2020 
  475. a b Vogue Staff (15 de janeiro de 2010). «All Star Perfumes» (em inglês). Vogue. Consultado em 20 de maio de 2020 
  476. Ning Chao (26 de setembro de 2008). «Scentual Attraction» (em inglês). Marie Claire. Consultado em 20 de maio de 2020 
  477. Flare Staff (10 de novembro de 2008). «Christina Aguilera Interview» (em inglês). Flare. Consultado em 20 de maio de 2020 
  478. Ted Casablanca (3 de setembro de 2008). «In the Closet: Christina Aguilera's Clownin' Around» (em inglês). E! News. Consultado em 20 de maio de 2020 
  479. Lucy Abbersteen (30 de novembro de 2009). «Behind the Scenes on Christina Aguilera's Fragrance Shot» (em inglês). Marie Claire. Consultado em 20 de maio de 2020 
  480. «Christina Aguilera - Fragrances - Beauty» (em inglês). Debenhams. Consultado em 20 de maio de 2020 
  481. Flavia Guerra (1 de fevereiro de 2011). «Christina Aguilera: 'A mulher brasileira é perfeita para minhas roupas'». Estadão. Consultado em 20 de maio de 2020 
  482. Nichole Fratangelo (17 de agosto de 2016). «Christina Aguilera Spike Game Show Tracks Trailer» (em inglês). Latina. Consultado em 20 de maio de 2020 
  483. Todd Spangler (21 de julho de 2016). «Celeb-Instructor Startup MasterClass Names Matthew Rutler Head of Talent, Biz Dev» (em inglês). Variety. Consultado em 20 de maio de 2020 
  484. Lesley Goldberg (15 de março de 2016). «Spike Orders Music Game Show 'Tracks' from Christina Aguilera» (em inglês). The Hollywood Reporter. Consultado em 20 de maio de 2020 
  485. David Basham (27 de abril de 2000). «Christina Aguilera Announces Tour, Youth Programs» (em inglês). MTV News. Consultado em 20 de maio de 2020 
  486. Liane Bonin (17 de maio de 2001). «Christina Aguilera's Coke Ad Debuts» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 20 de maio de 2020 
  487. Gary Susman (5 de março de 2003). «Beautiful» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 20 de maio de 2020. Arquivado do original em 19 de outubro de 2014 
  488. Dirceu Alves Jr. (1 de julho de 2004). «Christina Aguilera vira Marilyn em Milão». IstoÉ Gente. Consultado em 20 de maio de 2020. Arquivado do original em 9 de novembro de 2004 
  489. Glamour Staff (23 de junho de 2004). «Christina Aguilera to Earn £200,000 for Opening Harrods Sale» (em inglês). Glamour Magazine. Consultado em 20 de maio de 2020 
  490. Lars Brandle (18 de março de 2006). «Orange Deal Juicy for Aguilera» (em inglês). Billboard. Consultado em 20 de maio de 2020 
  491. Corey Moss (13 de outubro de 2005). «For the Record: Quick News On Christina Aguilera, Game, 50 Cent, Jessica Simpson, Nelly & More» (em inglês). MTV News. Consultado em 20 de maio de 2020 
  492. Pauline Lacsamana (8 de fevereiro de 2017). «Oreo Launches Dunk Challenge with Christina Aguilera and Shaquille O'Neal» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 20 de maio de 2020 
  493. Lucey Rose (10 de abril de 2008). «The Most Expensive Celebrity Baby Photos» (em inglês). Forbes. Consultado em 20 de maio de 2020 
  494. Dave Quinn (13 de setembro de 2018). «Christina Aguilera Open to Duet with Britney Spears» (em inglês). People. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  495. Stephen Daw (3 de maio de 2018). «A Great Big World, Pitbull & More of Christina Aguilera's 10 Best Collaborations: Critic's Picks» (em inglês). Billboard. Consultado em 2 de maio de 2020 
  496. Gregory Hicks (25 de janeiro de 2012). «Step into the Salon: Christina Aguilera's controversial pop legend status» (em inglês). The Michigan Daily. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  497. VH1 Staff (13 de fevereiro de 2012). «The 100 Greatest Women In Music» (em inglês). VH1. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  498. VH1 Staff (27 de junho de 2003). «The 50 Greatest Teen Idols» (em inglês). VH1. Consultado em 2 de maio de 2020. Arquivado do original em 9 de fevereiro de 2012 
  499. Richard Covington (31 de janeiro de 2000). «Record Labels Find the Internet Is Now Calling the Tune» (em inglês). The New York Times. Consultado em 2 de maio de 2020 
  500. Stephen Thomas Erlewine (3 de maio de 2018). «Teen Pop Music Genre - Overview» (em inglês). AllMusic. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  501. Elysa Gardner (23 de setembro de 2015). «Post-explosion, Latin music endures and envolves» (em inglês). USA Today. Consultado em 26 de abril de 2020 
  502. Agustin Gurza (11 de setembro de 2001). «Latin Grammys Reflect Evolution of an Enduring Genre» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 26 de abril de 2020 
  503. Jason Lipshutz (15 de abril de 2014). «Billboard Latin Music Conference 25th Anniversary: 1999-2003 Rewind» (em inglês). Billboard. Consultado em 26 de abril de 2020 
  504. Agustin Gurza (15 de agosto de 2004). «1999 Was the Year of the Latin Explosion» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 26 de abril de 2020 
  505. Wesley Morris (18 de novembro de 2015). «Estefan and 'La Bamba' Cover Only Part of America's Latin Culture in the 1980s» (em inglês). The New York Times. Consultado em 26 de abril de 2020 
  506. Stacy Lambe (17 de outubro de 2018). «The Millennial 100» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 27 de abril de 2020 
  507. Keith Caulfield (8 de agosto de 2017). «The Turn-of-the-Century Pop Resurgence: Are Late-'90s/Early-'00s Samples About to be Everywhere?» (em inglês). Billboard. Consultado em 2 de maio de 2020 
  508. Sujansky & Ferri-Red 2009, p. 134
  509. Coomes & DeBard 2004, p. 93
  510. Jillian Mapes (29 de março de 2011). «Billboard Bits: Christina Aguilera Congratulates Britney Spears, Snoop Dogg Working with Charlie Sheen» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  511. Gerrick D. Kennedy (23 de agosto de 2013). «MTV Video Music Awards: 30 Moments That Make It a Can't-Miss Event» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 10 de setembro de 2019 
  512. VH1 Staff (13 de dezembro de 2007). «Top 100 Songs of the '90s» (em inglês). VH1. Consultado em 2 de maio de 2020. Arquivado do original em 14 de fevereiro de 2012 
  513. RS Staff (17 de junho de 2011). «100 Best Songs of the 2000s» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 2 de maio de 2020 
  514. Lacey Seidman (29 de setembro de 2011). «100 Greatest Songs of the '00s» (em inglês). VH1. Consultado em 2 de maio de 2020. Arquivado do original em 10 de maio de 2013 
  515. Andrew Moore (maio de 2007). «Definitive 200» (em inglês). Rock and Roll Hall of Fame. Consultado em 2 de maio de 2020. Arquivado do original em 10 de maio de 2007 
  516. Dimery, Robert (2008). 1001 Albums You Must Hear Before You Die. [S.l.]: Mitchell Beazley Publishers Limited. ISBN 978-1-844-03624-0 
  517. Carl Williott (12 de setembro de 2013). «Lady Gaga Apologizes To Christina Aguilera For Their Real/Imagined Feud On 'Watch What Happens'» (em inglês). Idolator. Consultado em 2 de maio de 2020 
  518. Bianca Betancourt (6 de junho de 2019). «Demi Lovato Made An Appearance At Christina Aguilera's Las Vegas Show» (em inglês). Teen Vogue. Consultado em 2 de maio de 2020 
  519. Jocelyn Vena (7 de novembro de 2012). «Christina Aguilera's Blake Shelton Duet Quenched Kelly Clarkson's Curiosity» (em inglês). MTV News. Consultado em 2 de maio de 2020 
  520. Vanessa Whitewolf (13 de fevereiro de 2011). «Miley Cyrus, Other Stars Talk Grammys At Pre-Show Bash» (em inglês). MTV News. Consultado em 2 de maio de 2020 
  521. Kevin O'Donnell (31 de agosto de 2015). «Selena Gomez previews 'Revival» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 2 de maio de 2020 
  522. MTV Staff (8 de abril de 2015). «Falamos com Tinashe sobre "Aquarius", seu disco novo, e sua vida na estrada» (em por). MTV Brasil. Consultado em 2 de maio de 2020 
  523. Lauren Rearick (10 de janeiro de 2020). «Halsey References Lady Gaga, Christina Aguilera, and More Pop Stars in Her "You Should Be Sad" Video» (em inglês). Teen Vogue. Consultado em 2 de maio de 2020 
  524. Brennan Carley (24 de janeiro de 2018). «Dua Lipa Is Changing the Rules of Pop Music» (em inglês). GQ. Consultado em 2 de maio de 2020 
  525. Stephen Daw (2 de abril de 2018). «Christina Aguilera & Troye Sivan Meet and Snuggle Up For An Instagram Photo» (em inglês). Billboard. Consultado em 2 de maio de 2020 
  526. Allie Gemmill (26 de outubro de 2018). «Lauren Jauregui Shares the Playlist of Her Life» (em inglês). Teen Vogue. Consultado em 2 de maio de 2020 
  527. Patrick Clarke (25 de abril de 2020). «Rosalía Covers Billie Eilish, Beyoncé, Frank Ocean and More on Instagram Karaoke Session» (em inglês). NME. Consultado em 2 de maio de 2020 
  528. Marie Claire Staff (4 de abril de 2019). «Bebe Rexha Talks Anxiety, Acceptance and Why She Won't Lie About Her Age» (em inglês). Marie Claire. Consultado em 2 de maio de 2020 
  529. Robbie Daw (13 de agosto de 2014). «Meghan Trainor Talks "All About That Bass" And Her Upcoming Album & Offers Up A Cotton Candy Giveaway: Interview» (em inglês). Idolator. Consultado em 2 de maio de 2020 
  530. Rhiannon Lucy Cosslett (7 de outubro de 2013). «Miley Cyrus: Does the Music Business Exploit Women?» (em inglês). The Guardian. Consultado em 28 de abril de 2020 
  531. Terry Young, Jr. (22 de maio de 2014). «Revisiting "Stripped": How Christina Aguilera Challenged Notions of Feminism and Sexuality, and Spoke for the Youth of America» (em inglês). The Hampton Institute. Consultado em 28 de abril de 2020. Arquivado do original em 28 de maio de 2014 
  532. Lamar Dawson (22 de outubro de 2017). «Christina Aguilera's 'Stripped' is 15 and Still Amazing» (em inglês). The Huffington Post. Consultado em 28 de abril de 2020 
  533. VH1 Staff (16 de maio de 2003). «50 Greatest Women of the Video Era» (em inglês). VH1. Consultado em 4 de maio de 2020. Arquivado do original em 4 de novembro de 2012 
  534. Amy Mannarino (6 de agosto de 2012). «Women Who Rock: Vision, Passion, Power» (em inglês). Museu Nacional das Mulheres nas Artes. Consultado em 4 de maio de 2020 
  535. Elizabeth Olson (26 de outubro de 2012). «'Women Who Rock' Exhibit Traces Female Music Artists in America» (em inglês). The New York Times. Consultado em 4 de maio de 2020 
  536. Diana Pearl (12 de janeiro de 2019). «The Youngest Artists to Ever Be Nominated for a Grammy Award» (em inglês). People. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  537. Andrea Park (7 de dezembro de 2018). «Demi Lovato Calls Grammy Nomination for Her Collaboration With Christina Aguilera "Surreal"» (em inglês). W Magazine. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  538. Christina Saraceno (30 de outubro de 2001). «Christina Wins Latin Grammy» (em inglês). Rolling Stone. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  539. Justin Oppelaar (6 de setembro de 2001). «Lady Marmalade jams at VMAs» (em inglês). Variety. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  540. James Dinh (15 de novembro de 2010). «Christina Aguilera Honored On Hollywood Walk Of Fame» (em inglês). MTV News. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  541. Lauren Huff (23 de agosto de 2019). «Robert Downey Jr., Christina Aguilera, and more honored as Disney Legends» (em inglês). Entertainment Weekly. Consultado em 24 de agosto de 2019 
  542. Céline Dion (18 de abril de 2013). «TIME 100: The 100 Most Influential People in the World» (em inglês). Time. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  543. Erica Bush (20 de dezembro de 2018). «Sam Asghari throws shade at Britney Spears' rival Christina Aguilera» (em inglês). Metro. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  544. Hillary E. Crawford (24 de janeiro de 2018). «Christina Aguilera Teases Her New Album & True Fans Know It's Been A LONG Time Coming» (em inglês). Bustle. Consultado em 11 de abril de 2020 
  545. «Top Albums» (em inglês). Recording Industry Association of America. Consultado em 17 de abril de 2020 
  546. Gary Trust (1 de setembro de 2014). «Ask Billboard: Taylor Swift Out-'Shake's Mariah Carey, Christina Aguilera's Carrer Sales and More» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de agosto de 2019. Arquivado do original em 6 de setembro de 2014 
  547. «Singles Sales Artists» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de agosto de 2019. Arquivado do original em 3 de março de 2011 
  548. «Greatest of All Time Top Dance Club Artists» (em inglês). Billboard. Consultado em 17 de abril de 2020. Arquivado do original em 4 de dezembro de 2016 
  549. Eric Frankenberg (12 de julho de 2019). «Christina Aguilera Launches Vegas Residency 'The Xperience' with $4 Million Earned» (em inglês). Billboard. Consultado em 10 de agosto de 2019 
  550. a b Bob Allen (27 de março de 2020). «Ladies Might: Box Office Triumph By Top Female Earners» (em inglês). Pollstar. Consultado em 12 de abril de 2020 
  551. Aïda Bouazza (30 de maio de 2016). «Mawazine: Une Clôture En Apothéose» (em francês). L'Economiste. Consultado em 12 de abril de 2020 
  552. Gabrielle Olya (22 de janeiro de 2020). «J.Lo, Lady Gaga and More: The Net Worth of the Super Bowl's Richest Halftime Performers» (em inglês). Yahoo!. Consultado em 12 de abril de 2020 
  553. Lisa Fogarty (24 de agosto de 2015). «Megan Fox & 5 More Celebrity Women Who Reportedly Gave Their Exes Spousal Support Post-Divorce» (em inglês). Bustle. Consultado em 12 de abril de 2020 
  554. Chris Cowlin (17 de janeiro de 2007). «The Richest 20 Women In Entertainment» (em inglês). Forbes. Consultado em 12 de abril de 2020 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Imagens e media no Commons
Commons Categoria no Commons