Stripped (álbum de Christina Aguilera)

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Stripped
Álbum de estúdio de Christina Aguilera
Lançamento 22 de outubro de 2002
Gravação 2001—02
Gênero(s) Pop  · R&B
Duração 77:34
Formato(s) CD  · cassete  · vinil  · download digital
Gravadora(s) RCA
Produção Christina Aguilera  · Steve Morales  · Rockwilder  · Scott Storch  · Glen Ballard  · Rob Hoffman  · Heather Holley  · Alicia Keys  · Linda Perry
Cronologia de Christina Aguilera
My Kind of Christmas
(2000)
Justin & Christina
(2003)
Singles de Stripped
  1. "Dirrty"
    Lançamento: 14 de setembro de 2002
  2. "Beautiful"
    Lançamento: 16 de novembro de 2002
  3. "Fighter"
    Lançamento: 13 de março de 2003
  4. "Can't Hold Us Down"
    Lançamento: 8 de julho de 2003
  5. "The Voice Within"
    Lançamento: 27 de outubro de 2003

Stripped (em português: Despida) é o quarto álbum de estúdio da cantora americana Christina Aguilera. O seu lançamento ocorreu em 22 de outubro de 2002 pela gravadora RCA. O começo do processo de concepção da obra ocorreu após o término da promoção de seu disco de estreia, no qual, Aguilera participou de uma regravação da canção "Lady Marmalade" para o filme Moulin Rouge! (2001), e diversos empresários a aconselharam não seguir a mesma sonoridade da faixa e soar menos "urbana", mas a cantora decidiu ir contra a corrente. Desta maneira, o disco difere-se bastante do pop adolescente apresentado em sua primeira obra publicada, e vai em direção a uma sonoridade mais urbana e madura, sob o controle criativo da própria intérprete. O produto pauta-se pelo gêneros pop e R&B, mas possui fortes influências de estilos como soul, hip hop, rock, gospel e música latina. Adicionalmente, a cantora escreveu a maior parte do material presente na obra, colaborando com autores como Scott Storch, Matt Morris e Linda Perry, resultando em letras que abordam respeito pessoal, feminismo e relações sexuais. Segundo a própria intérprete, é em Stripped que ela começa a mostrar sua verdadeira personalidade, sendo seu projeto mais "pessoal".

Após chegar às lojas, o álbum contou com uma recepção mista dos críticos especializados em música contemporânea; alguns afirmaram que não havia um foco musical na obra, e outros elogiaram a voz e a parte artística da intérprete. Uns avaliaram negativamente a imagem e o caminho que seguiu em Stripped. Entre 2003 e 2004, devido ao sucesso e reconhecimento adquiridos pelo êxito comercial, Stripped foi indicado a várias premiações nas mais diversas categorias, acumulando ao todo, vinte nomeações musicais, com uma vitória no Prêmio Grammy. O álbum obteve um grande destaque de vendas em seus primeiros meses de comercialização. Ele estreou na segunda posição da tabela musical de álbuns americana, a Billboard 200, com vendas de trezentas e trinta mil cópias em sua primeira semana. Ele também atingiu excelentes índices de vendas em várias outras nações do mundo, destacando-se em territórios como Alemanha, Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Suíça e Reino Unido, sendo certificado como ouro e platina em mais de dez regiões. Em 2015, sua distribuição comercial em todo mundo foi avaliada em mais de treze milhões de cópias.

De Stripped surgiram cinco singles oficiais. O primeiro, "Dirrty", foi recebido com críticas mistas devido a sua sonoridade e seu vídeo musical com conotação sexual. Na principal parada musical americana, a Billboard Hot 100, obteve um desempenho mediano, alcançando a quadragésima oitava posição, mas conquistou maior sucesso comercial em outras regiões. A segunda música de trabalho, "Beautiful" foi elogiada pela crítica musical e chegou ao topo das tabelas de dez países. A faixa é considerada um hino da comunidade LGBT. O terceiro foco de promoção, "Fighter", apresenta uma letra emblemática e teve um desempenho regular, estabelecendo-se como uma das vinte canções mais vendidas da semana em seis nações. "Can't Hold Us Down" e "The Voice Within" tornaram-se respectivamente, os dois últimos singles lançados para divulgação da obra; ambos de execução moderada em tabelas do mundo. Ainda como parte da promoção do disco, foram realizadas duas turnês musicais: a primeira em parceria com o cantor Justin Timberlake e o seu álbum de estreia, Justified (2002); e a segunda em repertório solo da própria artista.

Antecedentes e lançamento[editar | editar código-fonte]

"Eu sinto que é um novo começo, uma reintrodução de mim mesma como se fosse uma nova artista, porque pela primeira vez as pessoas estão realmente vendo e conhecendo como eu realmente sou. Eu tive a chance de mostrar todas as cores e texturas do meu amor pela música e do meu alcance vocal. Vinda de um fenômeno tão grande do movimento pop, sem que fosse eu, acabei de abrir mão de tudo isso e afastá-lo de mim. E é por isso que eu realmente nomeei o álbum de Stripped, porque é sobre ser emocionalmente despojada e bem nua, para abrir minha alma e coração.[1]

Após o lançamento de seu álbum de estréia, o homônimo, Christina Aguilera, em 1999, a cantora alcançou grande sucesso com singles como "Genie in a Bottle" e "What a Girl Wants"; Além do exposto, ela gravou ao lado de P!nk, Mýa e Lil' Kim um cover da música "Lady Marmalade", do grupo Labelle, para o filme de 2001, Moulin Rouge!, que ganhou um prêmio Grammy em sua quadragésima quarta edição na categoria de Melhor Colaboração Vocal Pop.[2][3] No entanto, a cantora ainda era considerada parte de um "fenômeno emergente [da música]" e sempre seguiu ordens de seu empresário Steve Kurtz, sobre o que fazer, como se vestir e outras normas sociais que deveria "obedecer" para o modelo de cantora pop que ela representava, posteriormente, Aguilera começou a considerar essas recomendações "chatas e superficiais", além de repressivas com sua verdadeira personalidade artística e pessoal.[2][3] Da mesma forma, Aguilera também afirmou que "adotar uma imagem conservadora é muito entediante. Quando "Lady Marmalade" saiu [no mercado], muitos executivos sentiram que eu não deveria estar fazendo aquilo, ser muito urbana... Se você gosta de mim ou não, essa sou eu".[4] No final de 2000, Aguilera decidiu não continuar o contato com Kurtz.[4] Depois de terminar os serviços com seu empresário, Irving Azoff foi contratado como o novo gerenciador de sua carreira.[4] Após a mudança gerencial, Aguilera decidiu repaginar sua imagem e sonoridade para seu álbum seguinte, criando um novo alter ego, intitulado Xtina.[5] Ela passou a aparecer publicamente com os cabelos pretos e aceitou ser fotografada nua para capas de revistas.[6] Naquele momento, ela expressou vontade de fazer uma obra que a apresentasse sua real personalidade; descrevendo o novo trabalho como "seu bebê" e garantiu que sua próxima obra seria uma gravação verdadeiramente experimental e uma representação honesta de si; "Não me importo de vender um ou um milhão de cópias, só quero ser real".[7][8]

Intitulado Stripped, seu quarto álbum foi liberado em formato disco compacto pela primeira vez nos países nórdicos, em 22 de outubro de 2002, pela Sony Music.[9][10][11] Nos Estados Unidos, sua liberação ocorreu uma semana depois pela RCA Records.[12] Foi lançado em cassete em 5 de novembro e em vinil em 3 de dezembro de 2002.[13] Fotografada pela americana Miranda Penn Turin, a capa do álbum totalmente em preto e branco, apresenta Aguilera com os seios cobertos pelos seus longos cabelos loiros, seus braços aparecem estendidos para ao alto e flexionados para trás, enquanto ela traja um calça cumprida.[14]

Produção, música e conteúdo[editar | editar código-fonte]

Gravação e produção[editar | editar código-fonte]

Record Plant
Hit Factory
Os estúdios Record Plant (esquerda) e Hit Factory (direita) ambos localizados na Cidade de Nova Iorque, são alguns dos locais que ocorreram as gravações do projeto.

De acordo com a MTV News, Aguilera começou a gravar material para Stripped em setembro de 2001.[15] As sessões de gravação do projeto ocorreram em vários estúdios, como Conway Recording, Record Plant e NRG Recording, em Los Angeles, The Enterprise em Burbank e Electric Lady e Hit Factory localizados na Cidade de Nova Iorque.[16] Em várias ocasiões, a cantora afirmou que queria demorar algum tempo entre lançar um álbum com outro, observando que ela não publicaria material novo todo ano como suas colegas.[15] Da mesma forma, ela expressou que a gravação levou mais tempo do que ela pensava, devido a muitos eventos que ocorreram em sua vida, como seu primeiro grande rompimento com seu então namorado, o dançarino Jorge Santos; a cantora também disse que queria explorar mais sua voz, por esse motivo, ela realizou vários exercícios vocais para isso, embora quisesse enfatizar mais as letras das músicas por ter um conteúdo tão pessoal e profundo que o que ela poderia tecnicamente alcançar com sua voz.[2]

O produtor que mais recebeu créditos por sua participação na obra foi Scott Storch, que, segundo a revista Entertainment Weekly, "fez algumas músicas do disco parecerem ótimas"; A produtora Linda Perry também apareceu como uma das principais colaboradoras. Quando Perry e Aguilera se conheceram nos estúdios de gravação, esta última lhe disse que queria ouvi-la cantar, então Perry cantou uma canção que ela nomeou de "Beautiful", que, por sua vez foi gravado por Aguilera e incluído em Stripped; Mais tarde, a cantora concluiu que nunca pensou em fazer da faixa um single.[17] Quanto ao relacionamento com Perry, Aguilera falou para a MTV que ela a ensinou "a descarregar toda a frustração que às vezes sinto, assim como aprendi a acalmar meu estresse, gritando e aceitando meus erros", acrescentando que Perry a "ensinou que todas as imperfeições são boas e devem ser mantidas, porque elas vêm diretamente do coração. Dessa forma, as coisas ficam mais credíveis e você tem a coragem de sair para o mundo real".[1] Outro produtor, Glen Ballard, que trabalhou com Aguilera em "The Voice Within", falou em uma entrevista sobre como trabalhar com a cantora, comentando: "Eu acho que ela é uma compositora maravilhosa. Já sabíamos que ela é uma excelente cantora, mas acho que é bom acrescentar isso, ela realmente é uma compositora incrível".[18] Por outro lado, a cantora Alicia Keys também participou do disco na faixa "Impossible", em sua composição e produção e, com relação a essa colaboração, a MTV informou que as artistas planejavam um trabalho conjunto há muito tempo, mas Keys decidiu realizar uma reunião e lá foi tomada a decisão final da colaboração,[19] para a qual foram necessárias três sessões de gravação para produzi-la, concluindo o trabalho nos estúdios da Electric Lady em Nova Iorque.[19]

Inspiração e sonoridade[editar | editar código-fonte]

Linda Perry compôs sozinha "Beautiful", além de assinar a produção de quatro faixas presentes na obra.

Musicalmente, Stripped ambrange majoritariamente os gêneros pop e rhythm and blues (R&B), mas possui canções que variam de estilos musicais como soul, hip hop, rock, gospel e música latina.[20][21][22] O disco é caracterizado por várias canções que são compostas em compasso quaternário na clave de sol maior. Os exemplos mais notáveis ​​são "Make Over",[23] "Walk Away" e "The Voice Within".[24][25] Outras faixas, como "Infatuation", "Loving Me 4 Me" e "Dirrty" são compostas na clave de sol menor;[26] enquanto outras músicas como "Underappreciated", "Keep On Singin 'My Song" e "Get Mine, Get Yours", usam teclas diferentes, como fá maior, lá maior e mi maior.[27] Os instrumentos que se destacam na melodia do álbum são o baixo, o teclado eletrônico, o violão, o violino, viola e a guitarra elétrica.[28][29] Por outro lado, vários críticos sentiram que a sonoridade adotada pela artista na obra representava sua "falta de foco musical',[30][28] embora Aguilera tenha expressado prazer com o trabalho de composição realizado por Linda Perry no segundo álbum de estúdio da cantora P!nk, M!ssundaztood (2001), no qual ela afirmou ter tomado como inspiração para conceber Stripped.[31]

Estrutura musical e conteúdo lírico[editar | editar código-fonte]

As músicas de Stripped abrangem vários temas, incluindo questões familiares, o amadurecimento pessoa da intérprete, respeito pessoal, feminismo e relações sexuais.[32][29][1][33] Da mesma forma, a artista disse que queria que seu novo material expressasse sua verdadeira personalidade artística e pessoal.[7][8] O álbum começa com "Stripped (Intro)", uma faixa introdutória para todo o material, escrita por Freddy Briggs, com um ritmo futurista no início e uma compilação de fragmentos de declarações feitas por Fred Durst, títular do Total Request Live e um dos criadores da suposta rivalidade de Aguilera com Britney Spears, onde ela também reflete e lamenta não ser o que as pessoas esperavam dela.[34][32][1] A música seguinte, "Can't Hold Us Down" é uma colaboração com a rapper Lil' Kim, liricamente aborda temas como feminismo, hipocrisia sexual e padrões duplos. No início, ela canta: "Então porque eu não deveria ter uma opinião? / Eu deveria ficar calada só porque sou uma mulher? / Pode me chamar de vadia, só porque eu falo o que penso."[n 1][35] Os meios de comunicação especularam que as letras da canção foram dirigidas a Eminem, que se referiu a Aguilera em suas músicas "Off the Wall" e "The Real Slim Shady".[29][36][37] Composto pela própria intérprete, Matt Morris e Scott Storch e produzido por este último, a faixa engloba predominantemente os gêneros R&B e hip hop, além de elementos de dancehall em seu encerramento.[38][1][32] A terceira música, "Walk Away" é uma balada pop com elementos de pop rock que conta com a composição e produção dos mesmos profissionais envolvidos na faixa anterior[25] e reflete sobre decisões acerca de "saber que algo está errado e não fazer nada a respeito".[39][40] Segue-se "Fighter", um rock com elementos de R&B e arena rock, no qual Aguilera juntamente com Storch escreveu e este último o produziu.[39][41] Com a participação do guitarrista Dave Navarro e inspirado pela abordagem adotada em "November Rain", do Guns N' Roses, a faixa reflete sobre não se deixar atormentar pela negatividade que outras pessoas colocam em si e à busca pela força pessoal em letras como "Depois de tudo que você me fez passar / Você acha que eu o desprezo / Mas, no fim, eu quero te agradecer / Porque você me fez muito mais forte".[n 2][31][42][43]

Demonstração de 28 segundos de "Fighter", no qual é possível ouvir os acordes de guitarra a cargo de Dave Navarro, Aaron Fishbein, John Goux e vocais fortes de Aguilera.[44] Segundo a própria artista, celebra os tempos difíceis para a criação de uma personalidade mais "lutadora", explicando as várias fases da sua vida e como as traições a mudaram enquanto pessoa.[20]

Uma amostra de 23 segundos de "Beautiful", uma balada movida a piano que apresenta baixo.[45] Liricamente, discute a beleza interior, bem como questões de auto-estima e insegurança. Aguilera comentou que ela colocou "seu coração e sua alma" na faixa e, que a obra representava o tema que ela quis imprimir em Stripped.[46]

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O álbum continua com "Primer amor", um interlúdio com menos de um minuto de duração que apresenta Aguilera falado em espanhol, a faixa serve de explicação para a canção de número seis, "Infatuation", um R&B com influências da música latina, cujo as letras tratam sobre se apaixonar pela primeira vez por um porto-riquenho.[47][1] Stripped continua com outro interlúdio, dessa vez intitulado "Loves Embrace", que abre a oitava faixa do disco, "Loving Me 4 Me", uma balada de R&B.[47][30][39] O nono número do álbum, "Impossible" é outra balada, dessa vez intrumentada por piano em seu início, na qual a cantora Alicia Keys o compôs e produziu, suas letras abordam com o quão impossível é amar alguém que dificulta.[48] A próxima faixa, "Underappreciated" é semelhante a "Infatuation", mas do ponto de vista da separação.[1] O álbum continua com a balada pop "Beautiful", escrita e produzida por Linda Perry, onde as letras expressam as situações que as pessoas enfrentam devido à sua insegurança com a própria aparência e promove o sentimento de autoconfiaça e aceitação ao ouvinte para com a própria beleza, em linhas como "Você é lindo, não importa o que eles digam / Palavras não podem te deixar para baixo, oh não / Você é lindo, em todos os sentidos".[n 3][49] A décima segunda música é "Make Over", construída sob influência do rock de garagem e é composta por Perry e Aguilera e produzida pela primeira.[47][39] No entanto, a cantora recebeu uma notificação judicial por usar sem autorização a amostra da música "Overload" do grupo britânico Sugababes, para que mais tarde a American Society of Composers, Authors and Publishers (ASCAP) decidisse incluir os autores de "Overload" nos créditos de composição da faixa de Aguilera.[50]

A próximas duas canções são baladas, a primeira, "Cruz" é derivada do rock, no qual Aguilera compôs na companhia de Perry e é musicalmente semelhante às obras de Michael Bolton, já a segunda, "Soar", explora o pop em uma composição criada pela intérprete ao lado de Heather Holley.[47][51] O disco segue-se com "Get Mine, Get Yours" e "Dirrty", cujo o último é um hip-hop com letras que remetem insinuações sobre relações sexuais; "Ficaremos excitados rapidamente / Quero ficar suja, está na hora de chegar pra começar a festa / O suor escorrendo sobre meu corpo".[n 4][39][29] Ambos foram escritos pela intérprete, onde o primeiro foi realizado em conjunto com Steve Morales, Balewa Muhammad e David Siegel, enquanto o segundo foi fruto de uma colaboração com Muhammad, Dana Stinson, Jasper Cameron e Redman, inspirada no single do último, "Let's Get Dirty (I Can't Get in da Club)" (2001).[16][29] O álbum continua com outro interlúdio, intitulado "Stripped Pt. 2", composto por Briggs, onde, assim como a introdução, Aguilera pede desculpas por não ser quem os outros espera que ela seja, dessa vez de forma cómica.[47] Consequentemente, segue a décima oitava faixa, "The Voice Within", composta pela intérprete ao lado de Glen Ballard, um número que aborda a autoconfiança.[47][29] A décima-nona canção é "I'm Ok", uma balada pop que fala sobre os desastres emocionais vividos pela cantora em sua infância, onde ela menciona frases de seu pai e as memórias do pânico que sentiu nesse período com ele, mais notavelmente nas linhas "Feridas cicatrizaram pai / mas a dor continua a mesma / E eu ainda me lembro como você me deixava com tanto medo / Forte é a minha mãe por todo o amor que ela deu"[n 5] e como ela própria afirmou, a música foi gravada para "me ajudar no processo de recuperação emocional e dar uma voz de encorajamento às pessoas que estão na mesma situação".[20][1][1] A última música, "Keep on Singin 'My Song" e apresenta Aguilera cantando as linhas "Eu acredito que eles podem tirar qualquer coisa de mim / Mas eles não podem ter sucesso em tirar a minha paz interior de mim / Eles podem dizer tudo o que quiserem sobre mim, mas eu / eu vou seguir em frente",[n 6] em termos musicais, o tema é derivado do drum and bass e apresenta um coral gospel ao fundo.[32][22]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

De forma geral, Stripped recebeu críticas ambivalentes dos críticos especializados em música contemporânea, com a página Metacritic, atribuindo-lhe a pontuação percental de 55, com base em 100 avaliações recolhidas, representando aceitação regular.[52] Um escritor da revista Billboard comentou que o álbum é mais maduro e substantivo do que o primeiro single lançado representava, além de dizer que "produtores como Linda Perry e Glen Ballard levaram [Aguilera] a um nível mais alto e tudo se reflete em uma gravação agradavelmente surpreendente [a ser] ouvida".[41] Por sua parte, Ian Watson, do portal Yahoo! Music, classificou a obra com oito estrelas de um total de dez e comparou várias músicas presentes no projeto com canções gravadas por artistas como Whitney Houston, Madonna, Michael Jackson e Courtney Love, depois de dizer que é "um álbum incrível" e que ela se tornou uma "super diva", graças ao fato de deixar de lado qualquer vergonha em abordar assuntos como sexo e rebelião.[53] Escrevendo para o site da BBC, Jacqueline Hodges deu-lhe uma crítica negativa, por considerá-lo "um trabalho ruim" e sentir que a capacidade vocal da intérprete foi ofuscada por várias manchetes publicadas na mídia a envolvendo em baixarias com Eminem, além do seu estranho senso de moda. Ela também afirmou que a única música boa [de Aguilera] era "Genie in a Bottle" (1999), lançada quando ela ainda estava no auge do sucesso do pop adolescente, com artistas como Britney Spears e Jessica Simpson.[51]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic 55/100[52]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AllMusic 2 de 5 estrelas.[28]
Billboard (positiva)[41]
Entertainment Weekly C+[21]
The Guardian 3 de 5 estrelas.[54]
NME (6/10)[55]
Rolling Stone 3 de 5 estrelas.[56]
Slant 3 de 5 estrelas.[39]
Stylus F[32]
Spin (6/10)[29]
The Village Voice (negativa)[57]

Por outro lado, Josh Kun, da revista Spin, chamou o álbum de "uma declaração artística", que apresentava um movimento em direção ao hip hop e, acima de tudo, é uma "declaração de independência" da intérprete.[29] Além disso, Betty Clarke, para o jornal britânico The Guardian, opinou que a obra se destacava até na imagem de capa, mas comentou que Stripped "soava muito longo, excessivamente sentimental e tristemente exagerado".[54] O escritor Jon Pareles, do periódico New York Times, escreveu que a artista possuía uma ótima voz e este trabalho é uma demonstração clara de que ela quer amadurecer logo. Além disso, ele comentou que ela exibe sua sexualidade e agressividade em músicas como "Can't Hold Us Down", "Dirrty", "Get Mine, Get Yours" e "Fighter" e acrescentou: "Talvez não seja de se estranhar o fato dela aparecer excitada demais em quase todas as músicas, embora calma em "I'm Ok" [...] Stripped é uma explosão de excessos que corre o risco de frustrar os fãs antigos da Srta. Aguilera sem atrair novos e [além disso] ele [o disco] está cheio de energia errada".[20] De acordo com Jim Wirth, da revista NME, o álbum parece e soar como um disco de Mariah Carey, especificamente Rainbow (1999).[55] Por outro lado, Stephen Thomas Erlewine, do banco de dados Allmusic foi negativo em sua apreciação da obra, comentando que o álbum contém "o som de uma artista que recebeu muita liberdade cedo demais e não tem ideia do que fazer com ela".[28]

"Quase todos os segundos desse vasto trabalho de 20 faixas comunica as lutas esmagadoras que ela [Aguilera] sofreu ao tentar se tornar uma superestrela de 18 anos. Claramente, afetada pela síndrome precoce de tentar parecer uma artista séria, Aguilera quer demonstrar a gama de seus interesses. O álbum tem bons momentos: a balada "Beautiful" é mais moderada; o suporte de metal "Fighter" é mais corajoso do que você poderia esperar de uma prostituta na pista de dança que adora exibir a capacidade de seu diafragma. Ela exibe muita habilidade elástica, mas pouca alegria. Apesar de sua nova liberdade, Aguilera ainda parece triste, para não falar fora de foco.

— O crítico David Browne na sua análise de Stripped para eletrônica Entertainment Weekly.[21]

Jane Dark, do jornal The Village Voice, avaliou Stripped de forma negativa ao dizer que a carreira de Aguilera entrou em coma após publicar um álbum latino e outro natalino — Mi reflejo e My Kind of Christmas (2000) — respectivamente, e Stripped foi a ambulância ao resgate de sua carreira que chegou tarde demais e exclamou: "Quando as pessoas entenderão que "não amadurecer" é a verdadeira essência da música pop?", Enfatizando a maturidade errônea que a cantora decidiu levar para seu disco.[57] Enquanto isso, Jancee Dunn, da revista Rolling Stone, classificou o material com três de cinco estrelas totais e disse que o primeiro single deturpa completamente o resto do álbum e que "o título do disco é como se gritasse "Veja o que há de mais íntimo de mim", mas a mensagem impressa no conteúdo é [verdadeiramente] mais calma, como de "seja fiel a si mesmo" [...] Stripped é quase um álbum para adultos e merece uma chance"; Da mesma forma, ele elogiou algumas músicas como "Walk Away", "Cruz" por seu significado lírico e a voz da intérprete, mas desaprestigiou "Fighter" e "Can't Hold Us Down", depois de dizer que houve um "fracasso em sua história".[30] Amanda Murray, em sua coluna no Sputnikmusic, disse que o que Aguilera realmente mostrou com Stripped foi uma "dupla hipocrisia", pois "se você não quer que as pessoas a tratem como um objeto sexual, não produza canções com conteúdo erótico" e alegou que sua sonoridade estava sendo ofuscada por sua imagem, mas expressou que, se as pessoas se dedicarem seriamente a ouvir sua música e não se deixar levar pelas suposições, terão certas queixas válidas.[58] Por outro lado, Sal Cinquemani, da Slant Magazine, o catalogou como "um álbum de Janet Jackson", devido à sua superprodução e superersexualização, acrescentando que, com ele, [Aguilera] provava que não era Britney Spears.[39]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Stripped foi indicado a várias premiações nas mais diversas categorias, acumulando ao todo, vinte nomeações musicais. A intérprete foi premiada a "Artista Feminina Hot 100 do Ano", durante o Prêmio de Música da revista Billboard.[59] Ao longo de 2003 e o ano que o sucedeu, a cantora recebeu várias indicações importantes ao Prêmio da MTV Européia, incluindo nas categorias "Melhor Canção", "Melhor Álbum", "Melhor Artista" e "Melhor Artista Feminina", a última na qual ela sagrou-se campeã.[60] Adicionalmente, o videoclipe de "Dirrty" foi indicado a "Melhor Vídeo Feminino", "Melhor Vídeo Pop", "Melhor Vídeo Dance" e "Melhor coreografia" na edição americana da mesmo premiação, além de ter vencido na categoria "Vídeo do ano" no Prêmio MOBO e "Melhor Single" no Prêmio da revista Q.[61][62] Tanto a canção "Fighter" quanto o álbum renderam a Aguilera indicações vitoriosas nas categorias "Melhor Vídeo" e "Melhor Álbum" no Prêmio TMF.[63] Ademais, "Fighter" e Stripped ainda forma indicados ao Prêmio Juno, nas categorias "Vídeo do Ano" e "Melhor Álbum Internacional", no entanto, somente o disco obteve vitória.[64] O Prêmio de confiança da indústria fonográfica britânica[n 7] ainda nomeou Aguilera e sua obra as categorias; "Melhor Artista Internacional Feminina", "Melhor Artista Pop" e "Melhor Álbum Internacional".[65] Durante a cerimônia premiação da MTV Asiática, Aguilera foi condecorada a "Artista Feminina Favorita".[66]

Stripped e seus frutos ainda renderam dois anos seguidos de indicações a Aguilera ao Prêmio Grammy. Na edição de 2003, ocorrida na noite de 23 de fevereiro, "Dirrty" foi indicado a "Melhor Vocal Pop Colaborativo", mas perdeu para "The Game of Love" de Santana e Michelle Branch.[67] Na edição do ano seguinte, recebeu mais indicações nas seguintes categorias: "Melhor Álbum vocal de Pop" por Stripped, "Melhor Vocal Pop Colaborativo" por "Can't Hold Us Down", "Canção do Ano" e "Melhor Performance Feminina Pop" por "Beautiful", essa última na qual, ela se sagrou campeã.[68]

Promoção[editar | editar código-fonte]

Singles[editar | editar código-fonte]

O rapper Redman é apresentado como artista de destaque no primeiro single do álbum, "Dirrty".

A canção "Dirrty", uma colaboração com o rapper Redman foi enviado para as estações radiofônicas de músicas ritmicas e comerciais dos Estados Unidos, em 14 de setembro de 2002, servindo como o primeiro single de Stripped.[69] Aguilera escolheu lança-la como a primeira música de trabalho do projeto, por considerá-la "suja" e perfeita para mostrar ao público sua nova imagem e uma nova direção, para a qual ela cultivou uma aparência mais sombria, uma sexualidade mais explícita, tirou fotos nuas e adquiriu o alter ego de Xtina.[70] Seu respectivo videoclipe, dirigido por David LaChapelle, apresenta um alto conteúdo sexual, lutas de boxe em um ringue, movimentos sedutores e dançarinos com pouca roupa.[71] Tanto a música quanto o vídeo receberam fortes críticas, sendo comparados com "I'm a Slave 4 U", de Britney Spears, devido à sua semelhança em apresentar uma mudança de imagem mais sensual a sua intérprete, além de considerarem "errônea" a decisão de o lançarem como o primeiro single do álbum.[72][28][32][56] Comercialmente, alcançou o número quarenta e oito na parada da Billboard Hot 100 dos Estados Unidos, sendo a posição mais baixa entre todos os outros singles de Stripped naquele país; embora no Canadá tenha alcançado o quinto lugar.[73] No entanto, na Europa, obteve um grande sucesso comercial, posicionando-se nas cinco primeiras posições das tabelas de países como Alemanha, Áustria e Reino Unido,[74][75][76] Além de receber certificações de ouro e platina em vários territórios ao redor do mundo.[77][78] Até novembro de 2017, já havia sido comercializado mais de quatrocentas mil vezes em território britânico, tornando-se o single do álbum mais vendido por lá.[79]

A gravadora lançou "Beautiful" como o segundo foco de promoção do projeto, em 16 de novembro de 2002, nas estações de rádio comerciais e ritmicas, devido ao desempenho comercial de seu antecessor.[80][81] Sua inclusão no álbum não foi planejada, até que sua compositora Linda Perry a interpretou e Aguilera decidiu que queria gravar a música, pois era ideal para "quebrar o gelo" do álbum, enquanto Perry ficou impressionada, pois nunca pensou que ela quisesse gravá-la, então concordou, após ver a emoção que Aguilera colocava em sua voz ao interpretá-la.[82] Por outro lado, seu videoclipe foi dirigido por Jonas Åkerlund e mostra diferentes tipos de pessoas tentando descobrir sua beleza interior, incluindo um casal homossexual e uma mulher transgênero, que gerou uma mensagem de auto-estima e empoderamento para com as pessoas que se sentem inseguras sobre si mesmas.[83] Enquanto isso, a faixa recebeu críticas positivas por seu conteúdo lírico, a voz de sua intérprete e sua escolha como música de trabalho, sendo admirada e reconhecido como a verdadeira canção que expressa o significado do álbum.[39][57][41] "Beautiful" recebeu uma boa recepção comercial, uma vez que em território americano tenha alcançado a vice liderança na Billboard Hot 100 e o pódio no Canadá, sendo considerado o single de maior sucesso do álbum nessas respectivas nações.[73][84] De forma semelhante, na Europa e na Oceania, também teve uma recepção amistosa, conseguindo se posicionar entre os dez primeiros em vários páises como Austrália, Alemanha e Reino Unido.[85][74][76] Da mesma forma, recebeu certificações em vários territórios e comercializou mais de um milhão de cópias digitais em solo americano até setembro de 2014, tornando-o o single mais vendido do álbum nessa nação.[77][86][87]

"Fighter" foi escolhido como terceiro single de Stripped, sendo adicionado as estações de rádio em 13 de março de 2003.[88] O videoclipe, dirigido por Floria Sigismondi, representa os estágios de transformação pelos quais as pessoas passam para se tornarem mais fortes e empoderadas; Com um tema sombrio e gótico, a artista não quis se preocupar com sua aparência no clipe, mas com a menssagem que queria transmitir.[89] Vários críticos elogiaram a faixa e a mensagem conntida em suas letras,[90][91] embora seu desempenho nas paradas musicais não tenha repetido o mesmo feito de seu antecessor, "Fighter" recebeu uma recepção mediana, como no Canadá, onde alcançou a terceira posição e nos Estados Unidos,[84] onde posicionou-se entre os vinte primeiros,[73] assim como em vários outros territórios, como Austrália, Alemanha e Reino Unido.[85][74][77]

Os próximos dois singles, "Can't Hold Us Down" com Lil' Kim e "The Voice Within" foram publicados em 2003.[92] O primeiro com uma mensagem de feminismo e sobre o duplo padrão que existe na sociedade entre o homem e a mulher e o outro que aborda o respeito próprio, ambos tiveram seus respectivos videoclipes dirigidos por LaChapelle, que trabalhou com a artista em "Dirrty". No primeiro, ela aborda a mensagem de igualdade social e de gênero através de uma discórdia entre homens e mulheres ambientado na cidade de Nova Iorque durante a década de 1980, e o outro em preto e branco, gravado em uma única cena em que apenas a cantora aparece.[93][33] Ambos receberam desde críticas variadas a positivas,[29][30] enquanto alcançavam altas posições nas paradas musicais de países europeus como Alemanha, Dinamarca, Reino Unido, entre otros.[94][95] Além disso, a música "Walk Away", mesmo sem ser single, conseguiu aparecer na parada dinamarquesa em 2008, na trigésima quinta posição, sendo a primeira vez que uma música do álbum sem qualquer promoção apareceu em alguma tabela oficial de qualquer país.[96] Da mesma forma, a gravadora lançou a faixa "Infatuation" como um single promocional em formato de CD apenas na Espanha, junto com a música "Dame Lo Que Yo Te Doy" — versão em espanhol de "Get Mine, Get Yours" — como lado B.[97]

Turnês musicais[editar | editar código-fonte]

Aguilera excursionou em 2003, na companhia de Justin Timberlake, para promover seus respectivos álbuns naquela época.

Aguilera também promoveu o álbum com uma turnê no verão de 2003 pela América do Norte, ao lado do cantor compatriota Justin Timberlake, intitulada Justified and Stripped Tour.[98] Timberlake falou sobre como foi trabalhar com Aguilera na turnê, dizendo: "Ela tem uma das vozes mais incríveis que eu já ouvi. Ela pode lançar uma música como "Dirrty" e chamar a atenção de todos, e depois lançar uma música como "Beautiful" e dizer "olha, é por isso que estou aqui". Essa é a Christina que eu conheci no programa de TV que fizemos [The New Mickey Mouse Club], e essa é a Christina que continuará daqui a 10 anos". Além disso, uma das razões pelas quais a cantora decidiu sair em turnê com ele é devido a confiança em suas habilidades de cantar e dançar, e não precisou se preocupar em ser ofuscada por Timberlake.[99] Várias datas programadas foram canceladas e outras adiadas devido a falhas técnicas e colapso das redes de iluminação.[100] Além disso, para promover a turnê, um extended play (EP) foi publicado nas lojas Target sob o nome de Justin & Christina, que inclui dois remixes de faixas dos respectivos álbuns de cada artista, Stripped — "Beautiful" e "Fighter" — e Justified — "Rock Your Body" e "Cry Me a River" — junto com duas faixas inéditas, "That's What Love Can Do" de Aguilera e "Why, When How" de Timberlake.[101]

Por outro lado, a digressão recebeu críticas mistas dos críticos especializados em concertos. Robert Hilburn, do jornal Los Angeles Times, chamou a parte de Aguilera de "tediosa" e seu caráter artístico no palco de "incerto", enquanto elogiou a apresentação de Timberlake, chamando-o de "nascido no palco [com] os instintos inteligentes para fazer um [bom] show funcionar".[98] Por outro lado, Ben Wener, do periódico Orange County Register, elogiou a performance da cantora, escrevendo que "eu me inclino para Aguilera ... ela é simplesmente a artista mais completa".[98] Darryl Morder, do The Hollywood Reporter, disse que seus números costumam ser "muito embrulhado em arranjos exagerados".[98] Kat George, em um artigo escrito para The Village Voice em 2014, comparou o desempenho de palco de Beyoncé em sua turnê On the Run (2014) com a de Christina na Justified and Stripped Tour, concluindo que o desempenho da primeira "não se conecta ao público como Aguilera", com o último "conseguindo transmitir uma mensagem de entendimento para o resto do público enquanto cantava "Beautiful" e fazia seus seguidores se sentirem bonitos, enquanto Beyoncé com a performance de "Pretty Hurts" não transmite a sensação de quanto dói ser uma mulher em certas partes da vida".[102]

Quanto ao seu desempenho comercial, Justified and Stripped Tour apareceu no décimo sexto lugar da lista das turnês mais bem-sucedidas de 2003, onde foi a terceira mais bem-sucedida de artistas em conjunto, com mais de trinta milhões de dólares arrecadados, comercializando mais de quinhetos mil ingressos e gerando uma participação de mais quinhetas mil pessoas.[103] No entanto, a cantora decidiu dar continuidade a digressão sem a companhia de Timberlake em países da Europa, Ásia e Oceania, sendo renomeada de Stripped World Tour,[104][105] que teve o mesmo repertório da turnê anterior e arrecadou aproximadamente setenta milhões de dólares.[106] No entanto, as datas programadas para 2004 em território norte-americano foram canceladas, devido a problemas vocais por parte da cantora.[107][108] A gravadora lançou um DVD da turnê intitulado Stripped Live in the UK em 2003, que contém uma apresentação realizada na Wembley Arena de Londres, Reino Unido, com duração de uma hora.[109][110] A lista de músicas do DVD não inclui a apresentação de "Make Over" por motivos legais de suposto plágio contra a música "Overload" do grupo britânico Sugababes.[50]

Apresentações ao vivo[editar | editar código-fonte]

Aguilera performando "Infatuation", durante uma apresentação da Stripped World Tour (2003).

Aguilera apareceu em diferentes eventos para promover o lançamento de Stripped. A primeira música que o artista apresentou foi "Infatuation" na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002, realizado em fevereiro daquele ano.[111] Em 24 de outubro, a artista apareceu na estação de rádio Halloween Bash de Chicago para cantar "Beautiful", "Dirrty", "Get Mine, Get Yours" e "Impossible";[112] também no mesmo ano, apresentou algumas faixas do álbum em programas como Top of the Pops, The Daily Show e no especial da MTV, Christina Stripped in New York City.[113][114][115] Além disso, ela interpretou "Dirrty", ao lado de Redman durante a cerimônia de premiação da MTV Europeia de 2002, onde ela simulou cenas, figurinos e coreografia do videoclipe oficial.[116] Dias depois, Aguilera cantou "Beautiful" na entrega anual do Prêmio Vh1 de 2002.[117] Em janeiro de 2003, Aguilera fez uma apresentação durante a trigésima edição do Prêmio da Música Americana, onde performou "Impossible" e "Beautiful";[118] No mês seguinte, ela esteve presente no evento de lançamento do celular Siemens Xelibri no Reino Unido, cantando algumas músicas do álbum.[119] Em março do mesmo ano, ela foi convidada ao programa Saturday Night Live para cantar "Beautiful" e, algum tempo depois, ao MTV Mardi Gras, a artista interpretou várias músicas de Stripped.[120][121] Adicionalmente, ela se apresentou na cerimônia de premiação da MTV asiática realizada em 2003, com a interpretação de "Impossible".[122] Em 27 de agosto, Aguilera ao lado de Britney Spears foi parte da apresentação de abertura do Prêmio da MTV Americana daquele ano, que foi liderada por Madonna que realizava uma mistura de seus singles, "Like a Virgin" e "Hollywood", e depois deste último, Madonna beijou Spears e Aguilera nos lábios e tornou-se um dos momentos mais controversos da história da televisão mundial. A rapper Missy Elliott também apresentou sua música "Work It" no meio da apresentação. Mais tarde, Aguilera voltou ao palco para cantar um medley de "Dirrty" com Redman e "Fighter" com Dave Navarro.[123] Meses mais tarde, a cantora cantou "Beautiful" na quadrigésima sexta edição do Grammy, onde ela também ganhou um prêmio pela a música.[124][125][126]

Impacto e legado[editar | editar código-fonte]

Após o lançamento de Stripped, a obra tornou-se um dos álbuns mais bem sucedidos comercialmente do catálogo de Aguilera. Em 2003, o trabalho ficou em décimo lugar entre os álbuns mais bem-sucedidos do ano na parada da Billboard 200 dos Estados Unidos e, além disso, sua intérprete foi a quinta mais bem-sucedida nessa tabela e a cantora pop feminina de maior sucesso naquele ano.[127] Enquanto isso, no Reino Unido, tornou-se o vigésimo nono disco mais comercializado dos anos 2000 — sendo o segundo álbum mais vendido por uma artista americana — atrás de Come Away with Me de Norah Jones;[128] Da mesma forma, é o quadrigésimo disco mais vendido do terceiro milênio, desde o ano em que foi lançado até 2015.[129] Nesse país, Aguilera é a única ex-contratada da Disney a posicionar um álbum nas listas mencionadas acima e, consequentemente, é o o disco mais vendido entre todas as outras, com mais de dois milhões de cópias comercializadas.[130][79] Além disso, Jyll Saskin, da MTV, declarou que Stripped é o álbum que deve ser ouvido antes que o mundo acabe e acrescentou que "este é um dos poucos discos que eu conheço, onde não há realmente nada de preenchimento; cada faixa é única e impecável. A voz de Christina soa "fora deste universo" e provoca todas as emoções possíveis: orgulho ("Soar"), tristeza ("I'm Ok"), insolência ("Can't Can't Us Us Down"), humor ("Stripped Pt. 2 ") e a lista continua. É a perfeição pop completa".[131]

Demi Lovato
Selena Gomez
Artistas jovens como Demi Lovato (à esquerda) e Selena Gomez (à direita) afirmaram que Stripped foi uma fonte de inspiração para alguns álbuns de ambas.

A cantora Selena Gomez afirmou que para conceber seu segundo álbum de estúdio solo, Revival (2015), ela tomou Stripped como inspiração, dizendo:"é um dos meus álbuns favoritos e foi mais ou menos a partir dai que eu comecei a criar o Revival, como um tipo de história. Deixe-me explicar, esse álbum dela foi incrível. "Beautiful", "Can't Hold Us Down", tudo isso, é o que eu gosto [...] Meu material está cheio, é um álbum, é uma peça, é algo que me orgulho".[132] Por causa dessa declaração, Mike Wass, do site Idolator, disse que Stripped é "o toque [perfeito] para os jovens artistas que tem autonomia sobre seus corpos, imagem e som".[133] Por outro lado, Jeff Benjamin, do portal online da rede Fuse TV, identificou no quarto álbum de estúdio da cantora Demi Lovato, DEMI (2013), várias semelhanças com o disco de Aguilera em termos de capa e variedade sonora, explicando que "[Stripped] também marcou a transição musical de uma cantora adolescente para a idade adulta e [como refletido na capa pelo uso] de topless, exalando uma nova confiança".[134] Da mesma forma, Lovato explicou que em seu sexto material, Tell Me You Love Me (2017), ela se inspirou no que Aguilera realizou com Stripped, porque para Demi "foi o álbum que a transformou (Christina) no ícone que ela é hoje. [...] Isso me inspira, ela inspirou meu álbum, até a capa em preto e branco".[135]

Ao publicar a obra, Aguilera marcou um importante passo na expressão da sexualidade feminina dentro da indústria musicial, como observado por diversos profissionais especializados. Em um artigo publicado pela edição brasileira da revista Vice, Marie Declercq, excreveu que "Stripped veio carregado de girl power para qualquer um que quisesse escutá-lo sem preconceitos. Você pode não curtir a Christina Aguilera, mas vamos admitir que na época não tinha muita mulher famosa disposta a bancar a feminista mala (que é como somos chamadas até hoje) na MTV.[136] Ao celebrar o 15º aniversário de lançamento do trabalho — o escritor da revista Billboard — Jeff Benajmin, revelou como o disco ainda estava influenciando a cena pop mesmo após quinze anos de seu lançamento oficial. Segundo Benjamin, "os cinco singles oficiais do projeto, permitiram a musicista demonstrar sua versatilidade ao mundo, com o vulnerável porém poderoso "Beautiful", o rebelde "Fighter", o feminista "Can't Hold Us Down" e o introvertido "The Voice Within", ajudaram grandes estrelas do pop a seguir seus passos, explorando e incorporando as estratégias de Aguilera ao assumir o controle de suas carreiras e mostrarem suas verdadeiras personalidades. Um dos elementos que Benjamin destacou na obra, além da controvertida capa, tem sido a ampla gama de sons que apresenta, posto que a distingue de artistas como Britney Spears que exploravam somente o dance pop (gênero que ajudou a definir a década), Aguilera queria encontrar um verdadeiro segundo álbum que a estabelecesse como um sucesso mundial"; Essa busca de abranger todos os tipos musicais no mesmo material foi explorada posteriormente por artistas como Rihanna e Ariana Grande, bem como o modo de uma mulher expressar sua sexualidade — como Demi Lovato e Miley Cyrus fizeram e isso — segundo Benjamin, "Foi um caminho que os grandes astros pop de hoje seguiram, depois que Aguilera abriu o caminho para eles, assim como Donna Summer, Madonna e Cher fizeram em suas épocas".[137] Da mesma forma, outras revistas como Vice e sites como o BuzzFeed e o Idolator publicaram postagens reverenciando o décimo quinto aniversário de lançamento do material e revisando seus aspectos relevantes.[138][139][140] Por outro lado, o álbum foi incluído no livro 1001 álbuns que você deve ouvir antes de morrer,[141] e classificado como o décimo terceiro melhor álbum da década pelos leitores da revista Rolling Stone.[142]

Além disso, "Beautiful" foi aclamado pela crítica e chamado de "hino" pela Comunidade LGBT e pela sociedade em geral.[143] Ela foi interpretada em várias manifestações em prol dos direitos humanos, como o realizado em 2010 no Capitólio Estadual de Massachusetts, devido à alta taxa de suicídio de adolescentes homossexuais e também como parte do projeto It Gets Better em 2011, que luta por causas semelhantes a os mencionados acima.[144][145] Além disso, os membros do Stonewall — um centro britânico de caridade a pessoas LGBT — o escolheram como tema, através de uma pesquisa, sobre "a música pop com a maior mensagem de empoderamento da última década (2000—09)", também elegendo simultaneamente Aguilera como a artista pop mais inspiradora, a frente de artistas como Lady Gaga e Katy Perry.[146][147] Em uma pesquisa realizada pela Rolling Stone para que os leitores votassem nas melhores músicas, álbuns e artistas da década, o single foi classificado em quatorze e eleito a sexta melhor canção lançada por uma artista feminina.[142] De forma semelhante, a mesma revista e a rede de televisão VH1 o incluíram em suas listas das "100 Maiores e Melhores Músicas dos anos 2000", onde se classificou na quinquagésima segunda e décima oitava posição, respectivamente.[148][149] "Fighter" foi reconhecido como uma música com forte mensagem de empoderamento feminino, devido às letras e ao conteúdo.[150] O tabloide LA Weekly o classificou em décimo sexto lugar na lista das "20 Melhores Músicas Pop de Artistas Femininas da História",[151] enquanto o site WatchMojo o posicionou em primeiro lugar entre as "10 Melhores Músicas de Poder Feminino".[152] Graças à canção, os fãs da cantora são chamados de Fighters, pela mensagem inspiradora contida nas letras da faixa.[153]

Alinhamento de faixas[editar | editar código-fonte]

Stripped — Edição padrão[154]
TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
1. "Stripped Intro"     1:39
2. "Can't Hold Us Down" (com participação de Lil' Kim)Christina Aguilera  · Scott Storch  · Matt MorrisStorch  · Aguilera[a]  · E. Dawk[a] 4:15
3. "Walk Away"  Aguilera  · Storch  · MorrisStorch  · Aguilera[a]  · E. Dawk[a] 5:47
4. "Fighter"  Aguilera  · StorchStorch  · Aguilera[a]  · E. Dawk[a] 4:05
5. "Primer Amor Interlude"     0:53
6. "Infatuation"  Aguilera  · Storch  · MorrisStorch  · Aguilera[a]  · E. Dawk[a] 4:17
7. "Loves Embrace Interlude"     0:46
8. "Loving Me 4 Me"  Aguilera  · Storch  · MorrisStorch  · Aguilera[a]  · E. Dawk[a] 4:36
9. "Impossible" (com participação de Alicia Keys)Alicia KeysKeys 4:14
10. "Underappreciated"  Aguilera  · Storch  · MorrisStorch  · Aguilera[a]  · E. Dawk[a] 4:00
11. "Beautiful"  Linda PerryPerry 3:58
12. "Make Over"  Aguilera  · Perry  · Keisha Buchanan  · Mutya Buena  · Siobhán Donaghy  · Felix Howard  · Cameron McVey  · Paul Simm  · Jonathan LipseyPerry 4:12
13. "Cruz"  Perry  · AguileraPerry 3:49
14. "Soar"  Aguilera  · Rob Hoffman  · Heather HolleyHoffman  · Holley 4:45
15. "Get Mine, Get Yours"  Aguilera  · Steve Morales  · Balewa Muhammad  · David SiegelMorales  · Muhammad[a] 3:44
16. "Dirrty" (com participação de Redman)Aguilera  · Dana Stinson  · Muhammad  · Reginald NobleRockwilder  · Aguilera  · Muhammad[a]  · Cameron[a] 4:58
17. "Stripped Pt. 2"     0:45
18. "The Voice Within"  Aguilera  · Glen BallardBallard 5:04
19. "I'm OK"  Aguilera  · PerryPerry 5:18
20. "Keep on Singin' My Song"  Aguilera  · StorchStorch  · Aguilera[a]  · E. Dawk[a] 6:29
Duração total:
77:34

Notas

Créditos de amostra

Créditos e pessoal[editar | editar código-fonte]

Os créditos seguintes foram adaptados do encarte do álbum Stripped.[16]

Produção[editar | editar código-fonte]

Músicos[editar | editar código-fonte]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Stripped recebeu grande sucesso comercial em vários países ao redor do mundo. Segundo a International Federation of the Phonographic Industry (IFPI), a obra foi classificada nos números vinte e um e dezesseis na lista dos álbuns mais vendidos de 2002 e 2003, respectivamente.[156][157] Até 2015, já havia sido comercializado mais de treze milhões de vezes em todo o mundo.[158] Na América do Norte, teve um bom desempenho nas paradas musicais. Nos Estados Unidos, ele estreou em segundo lugar na tabela Billboard 200, com mais de trezentas e trinta mil cópias vendidas em sua primeira semana, atrás da estreia da trilha sonora do filme 8 Mile, que vendeu mais de setecentas e duas mil unidades no mesmo período.[159] Na edição seguinte, caiu para o quarto lugar com cento e sessenta mil cópias vendidas e, depois disso, caiu para o número sete com cento e dezenove mil réplicas comercializadas.[160][161] Em 2002, conseguiu vender um milhão e seicentas e setenta e três mil cópias, posicionando como o centésimo vigésimo segundo mais vendido do ano e em 2003, comercializou mais de um milhão e setecentas mil unidades, o que fez o álbum se posicionar no décimo lugar.[162][163] Até setembro de 2014, de acordo com a Nielsen SoundScan, Stripped já havia sido adquirido mais de quatro milhoes e trezentas mil vezes, somente nos Estados Unidos, onde tornou-se seu segundo trabalho mais comercializado no páis — atrás somente de seu disco de estréia — que teve mais de oito milhões em vendas;[164] Ele também recebeu quatro certificações de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA).[165] Por outro lado, no Canadá, estreou em terceiro lugar em sua tabela de álbuns, graças ao fato de ter vendido mais de catorze mil unidades em sua primeira semana e, algum tempo depois, a Music Canada (MC) concedeu-lhe a certificação de platina tripla, porque mais de trezentas mil réplicas do produto foram despachadas no território.[166][167] Na América Latina, nomeadamente na Argentina, o disco atingiu a liderança da tabela de álbuns compilada pela Cámara Argentina de Productores de Fonogramas y Videogramas.[168] Mais tarde, a empresa certificou Stripped com certificação de platina após serem registradas vendas de quarenta mil réplicas do projeto na região.[169] Já no Brasil e México, embora ele não tenha aparecido em nenhuma tabela oficial, conseguiu receber uma certificação de ouro da Pro-Música Brasil (PMB) e da Asociación Mexicana de Productores de Fonogramas y Videogramas (AMPROFON), por ter vendido mais de cinquenta mil cópias no primeiro e setenta e cinco mil unidades no segundo.[169][170][171]

Da mesma forma, nos países europeus, obteve grande sucesso em suas respectivas paradas. Na Alemanha, estreou no oitavo lugar na tabela alemã de álbuns e semanas depois alcançou o sexto lugar, sendo a melhor posição na lista e, em suma, permaneceu setenta e sete semanas consecutivas, graças a comercialização superior a trezentas mil cópias oficiais, a Bundesverband Musikindustrie (BVMI) entregou a artista a certificação de platina.[172][173] Na Áustria foi classificado na décima posição na parada austriaca de álbuns e posteriormente foi premiado pela IFPI com uma certificação de platina, graças a mais de trinta mil cópias vendidas.[174][175] Além disso, o disco apareceu nas paradas da Ultratop das duas regiões da Bélgica, em território flamengo conquistou a sétima colocação, enquanto no valoniano posiciounou-se na quadrigésima quinta posição.[176][177] Enquanto isso, na Itália subiu para a décima sexta posição de sua contagem oficial de álbuns, enquanto na Suíça conseguiu apenas o nono lugar,[178][179] Mesmo assim, nos dois países, eles condecoraram a obra por suas vendas, sendo certificado de ouro pela Federazione Industria Musicale Italiana (FIMI) e platina pela IFPI Suíça.[180][181] Enquanto isso, na Espanha e na França não alcançou altas posições, no entanto, no primeiro obteve uma certificação de ouro e no segundo permaneceu por mais de um ano em sua respectiva tabela.[182][183] Além disso, no Reino Unido, Stripped estreou ocupando a décima nona posição na tabela oficial de álbuns em novembro de 2002,[184] e em sua décima nona semana na parada, a obra conquistou a vice liderança, atrás do disco Come Away with Me de Norah Jones.[185] No final de 2003, Stripped foi classificado como o terceiro álbum mais vendido do ano, perdendo apenas para Life for Rent de Dido e Justified de Justin Timberlake,[186] enquanto em novembro de 2017, a comercialização da obra em território britânico já havia excedido a barreira de dois milhões de cópias, além de possuir uma certificação de platina sêxtupla, concedida pela British Phonographic Industry (BPI).[79][187] Da mesma forma, na Escócia e na Irlanda obteve sucesso semelhante, ocupando o segundo lugar nos dois países.[188][189]

Na Ásia, há apenas um certificado de ouro emitido pela Recording Industry Association of Japan (RIAJ), por vender mais de cem mil cópias oficiais em território japonês.[190] Por outro lado, na Austrália e na Nova Zelândia, teve desempenho semelhante ao dos países europeus. No primeiro deles, ele estreou na edição de 10 de novembro de 2002 no trigésimo terceiro lugar e na semana seguinte, já estava fora da tabela; Posteriormente, ele voltou a entrar em janeiro de 2003 na posição quarenta e um e continuou a subir até alcançar o sétimo lugar,[191] Além das vendas de mais de duzentas e oitenta mil cópias no país, ganhando uma certificação quádrupla de platina, gerada pela Australian Recording Industry Association (ARIA).[192] No segundo país mencionado, o mesmo aconteceu com o anterior, após sua estréia, ele deixou o parada neozelandesa e voltou a entrar em 2003, onde conseguiu alcançar o quinto lugar na contagem,[193] mais tarde, foi entregue a intéprete da obra, duas condecorações de platina por vender mais de trinta mil cópias de Stripped no páis, que foram concedidas pela Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ).[194]

Tabelas semanais[editar | editar código-fonte]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

Região Data Formato Gravadora Referência(s)
Dinarmaca 22 de outubro de 2002 CD Sony Music [11]
Finlândia [9]
Noruega [234]
Suécia [10]
Espanha 24 de outubro de 2002 [235]
Japão 25 de outubro de 2002 [236]
Itália 26 de outubro de 2002 [237]
Reino Unido RCA [238]
Austrália 28 de outubro de 2002 Sony Music [239]
Alemanha [240]
Nova Zelândia [241]
Portugal [242]
Canadá 29 de outubro de 2002 [243]
França [244]
Polônia [245]
Estados Unidos RCA [12]
5 de novembro de 2002 Cassete [13]
Taiwan 6 de novembro de 2002 CD Sony Music [246]
Canadá 2 de dezembro de 2002 Vinil [247]
Alemanha 3 de dezembro de 2002 [248]
Estados Unidos RCA [249]
China 5 de maio de 2004 CD Sony Music [250]
Japão 25 de agosto de 2005 [251]
9 de agosto de 2006 [252]
24 de setembro de 2008 [253]

Notas de rodapé

  1. No original: "So what am I not supposed to have an opinion / Should I keep quiet just because I'm a woman / Call me a bitch cos I speak what's on my mind".
  2. No original: "After all of the stealing and cheating / You'd think I despise you / But in the end, I wanna thank you / 'Cause you make me that much stronger".
  3. No original: "You are beautiful, no matter what they say / Words can't bring you down, no, no / You are beautiful in every single way".
  4. No original: "Get it fired up in a hurry / Wanna get dirty, it's about time that I came to start the party / Sweat drippin' over my body".
  5. No original: "Bruises fade father but the pain remains the same / And I still remember how you kept me so afraid / Strenght is my mother for all the love she gave".
  6. No original: "I believe they can take anything from me / But they can't succeed in taking my inner peace from me / They can say all they wanna say about me, but I'm / Eu vou seguir em frente".
  7. Tradução livre para "British Awards Record Industry Trusts Show."

Referências

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