21 (álbum)

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21
Álbum de estúdio de Adele
Lançamento 19 de janeiro de 2011
Gravação Maio de 2009—Outubro de 2010
Gênero(s) Soul  · pop  · R&B
Duração 48:12
Formato(s) CD  · download digital  · vinil
Gravadora(s) XL  · Columbia
Produção Adele Adkins  · Jim Abbiss  · Paul Epworth  · Rick Rubin  · Fraser T Smith  · Ryan Tedder  · Dan Wilson
Cronologia de Adele
iTunes Live from SoHo
(2009)
iTunes Festival: London 2011
(2011)
Singles de 21
  1. "Rolling in the Deep"
    Lançamento: 29 de novembro de 2010
  2. "Someone like You"
    Lançamento: 24 de janeiro de 2011
  3. "Set Fire to the Rain"
    Lançamento: 4 de julho de 2011
  4. "Rumour Has It"
    Lançamento: 5 de novembro de 2011
  5. "Turning Tables"
    Lançamento: 5 de novembro de 2011

21 é o segundo álbum de estúdio da cantora britânica Adele. O seu lançamento ocorreu em 19 de janeiro de 2011, através das gravadoras XL e Columbia. A intéprete começou a compor canções para a obra em abril de 2009, quando ainda estava envolvida no relacionamento que subsequentemente inspirou o disco. Após a finalização de sua primeira turnê, An Evening with Adele (2008-09), ela expressou insatisfação em apresentar-se novamente com a tragédia musical de seu álbum de estreia, 19 (2008), e decidiu compor um álbum sucessor que fosse mais alegre e contemporâneo; contudo, as sessões de gravação terminaram prematuramente devido à falta de inspiração. A artista retomou a produção imediatamente após o término de sua relação, canalizando sua dor e depressão nas canções do material. O título do disco foi inspirado pela idade da intérprete durante a sua produção. O disco possui uma sonoridade inspirada por gêneros como pop, soul e R&B; enquanto a sua instrumentação é composta por bateria, cordas, banjo, acordeão, baixo, violão, guitarra elétrica e elementos musicais da música clássica. Liricamente, as faixas refletem-se ao término de relacionamentos, ao autoexame e ao perdão. As gravações do projeto ocorreram entre maio de 2009 e outubro de 2010 sob a produção da própria cantora juntamente a Jim Abbiss, Paul Epworth, Rick Rubin, Fraser T Smith, Ryan Tedder e Dan Wilson.

21 recebeu análises geralmente positivas da mídia especializada, a qual prezou sua produção discreta, sua autenticidade vintage e os vocais de Adele. Consequentemente, rendeu à cantora e ao projeto uma série de prêmios, indicações e inclusões em listas, vencendo as seis categorias em que foi indicado durante o Prêmio Grammy de 2012. Comercialmente, o disco desafiou as expectativas modestas da XL, e tornou-se um sucesso inesperado em 2011. Culminou as tabelas musicais de mais de 30 nações e conquistou um lugar na edição de 2012 do livro de recordes mundiais Guinness. Liderou a tabela britânica de álbuns durante 23 semanas, um recorde até então nunca visto, e é o álbum mais vendido do Reino Unido no século XXI e no terceiro milênio, com mais de quatro milhões de unidades vendidas até março de 2015, ultrapassando a coletânea musical The Immaculate Collection (1990) da cantora Madonna como o disco feminino mais vendido de todos os tempos no território. Nos Estados Unidos, tornou-se o álbum mais vendido nos anos de 2011 e 2012, recebendo uma certificação de diamante pela Recording Industry Association of America (RIAA). Mundialmente, foi o disco mais adquirido dos anos de 2011 e 2012 e comercializou mais de 30 milhões de unidades, sendo o trabalho mais vendido do século XXI, bem como da década de 2010.

A fim de promover 21, cinco singles foram lançados. O primeiro, "Rolling in the Deep", foi um sucesso comercial, liderando tabelas de 11 países e qualificando-se como a música mais vendida dos Estados Unidos em 2011. Os dois seguintes, "Someone like You" e "Set Fire to the Rain", alcançaram êxito semelhante, sendo que a primeira atingiu a liderança de paradas musicais em mais de dez países e tornou-se o primeiro número um da artista na parada britânica de singles. "Rumour Has It" e "Turning Tables" foram as últimas faixas de trabalho a serem distribuídas, e obtiveram desempenho comercial moderado. Como forma de divulgação, Adele apresentou-se em premiações e programas televisivos e embarcou na turnê Adele Live (2011). Profissionais definiram 21 como uma mudança do estado abertamente sexual e bombástico da música pop, e atribuíram seu sucesso crítico e comercial às suas canções universais e profundamente autobiográficas.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

"Ele [meu ex-namorado] partiu meu coração quando escrevi este disco, então o fato de que as pessoas estão levando [o álbum] aos seus corações é o melhor jeito para recuperar-se. Pena que eu ainda não estou totalmente recuperada. Eu acho que vou levar dez anos para me recuperar da maneira que eu me senti desde meu último relacionamento".

—Adele falando sobre seus sentimentos ao e após compor 21 em entrevista ao Digital Spy.[1]

Quatro meses após formar-se, Adele publicou duas canções na quarta edição da publicação online de artes PlatformsMagazine.com.[2] Ela gravou uma demo constituída de três faixas para um projeto de classe e entregou-a para um amigo,[3] que a postou no MySpace, onde tornou-se bem sucedida e fez com que ela recebesse uma ligação da gravadora independente XL Recordings. Adele duvidou se a oferta era real, pois a única gravadora que conhecia era a Virgin, e foi encontrar-se com os executivos da XL tendo um amigo como acompanhante.[4] Nick Huggett, um dos executivos da editora, recomendou que ela conhecesse Jonathan Dickins na empresa September Management, e em junho de 2006, ele tornou-se seu representante oficial.[5] A empresa estava administrando Jamie T na época, o que trouxe uma grande atração para Adele, que era grande fã do cantor e compositor. Huggett então contratou-a para a XL em setembro de 2006.[5] Mais tarde, ela forneceu vocais para a canção "My Yvonne", de Jack Peñate, para o disco de estreia do cantor; durante a sessão de gravação, ela conheceu o produtor musical Jim Abbiss.[6] Seu primeiro single, "Hometown Glory", foi lançado em outubro de 2007.[5] Em 14 de janeiro de 2008, ela lançou "Chasing Pavements", a qual atingiu a vice-liderança da parada britânica de singles.[7] Ambas as faixas foram inclusas em seu álbum de estreia, 19 (2008), que foi recebido com análises positivas de críticos musicais[8] e debutou na primeira posição da parada britânica de álbuns.[9] A Billboard declarou: "Certamente, Adele tem potencial para se tornar uma das artistas internacionais mais respeitadas e inspiradoras de sua geração".[10] Mais tarde, 19 rendeu à cantora duas vitórias no Prêmio Grammy de 2009, nomeadamente "Artista Revelação" e "Melhor Performance Feminina de Pop".[11]

Em abril de 2009, então com vinte anos, Adele iniciou seu primeiro relacionamento sério com um homem 10 anos mais velho e começou a compor canções para o sucessor de 19.[1][12] Em resposta à mídia que a rotulava como uma cantora do velho soul devido à produção vintage e a natureza sentimental de suas músicas,[13] ela decidiu trabalhar em um projeto que fosse mais alegre e contemporâneo.[12] Entretanto, as sessões de composição foram geralmente improdutivas; em duas semanas, apenas uma faixa foi gravada devido à satisfação da artista: a balada ao piano "Take It All" produzida por Abbiss e que diferia-se das faixas de 19.[12][14] Desiludida com a falta de inspiração e o longo progresso das sessões de gravação e composição, Adele decidiu cancelar as datas das sessões seguintes.[15] Sua inspiração para escrever "Take It All" surgiu durante um momento difícil em seu relacionamento. Ao apresentar a composição para seu então namorado, ambos iniciaram uma discussão que levou ao fim da relação de 18 meses.[16] Solitária e musicalmente estimulada, ela canalizou suas emoções em sua música, criando canções que examinaram seu relacionamento falido a partir das perspectivas de um ex-amante vingativo, uma vítima de coração partido e a antiga paixão nostálgica.[17][18][19]

Gravação[editar | editar código-fonte]

Ryan Tedder encontrou-se com Adele pela primeira vez durante a entrega do Grammy em 2009, e juntos os dois escreveram "Turning Tables" e "Rumour Has It".

As sessões de composição de 21 iniciaram logo depois que Adele separou-se de seu namorado. Um dia depois do término de seu relacionamento, ela contatou o produtor Paul Epworth, com a intenção de capturar a sua emoção em uma música: "Nós tivemos uma discussão fumegante na noite anterior (...) eu estava borbulhando. Então eu fui para o estúdio e gritei".[12] Embora ela tenha inicialmente planejado em completar uma balada que já havia começado a compor com Epworth há mais de um ano antes do início das sessões, o produtor sugeriu que ela procurasse um som mais agressivo.[20][21] Juntos, eles reestruturaram a canção e re-escreveram as letras para refletir a experiência que Adele havia passado anteriormente, a qual foi posteriormente intitulada de "Rolling in the Deep".[20] Sua instrumentação foi envolvida organicamente: depois de tentar vários acordes de jazz, a intérprete tentou a primeira estrofe à capela, inspirando Epworth a improvisar uma melodia em sua guitarra acústica. Uma batida de tambores foi criada para imitar suas rápidas batidas cardíacas.[20] Em dois dias, uma demo foi gravada para ser construída pelo co-presidente da Columbia, Rick Rubin no final daquele ano. Entretanto, Adele falou com Epworth meses depois para completar a produção da faixa. A demo foi integrada à versão final da obra.[22] O produtor desenvolveu a instrumentação através das demonstrações vocais de Adele, depois que gravações subsequentes falharam em recapturar a emoção pura da primeira tentativa da artista. A faixa, conforme aparece no álbum, incluiu ainda os áudios fracos em que Epworth conta em uma cabine vocal imediatamente antes de a cantora começar a cantar. Após uma trajetória semelhante, o produtor britânico Fraser T Smith lembrou quando ele encontrou-se com Adele para compor "Set Fire to the Rain" em seu estúdio MyAudiotonic Studios em Londres.[22] Depois que ambos criaram a demo, ela revisitou seu co-escritor para gravar a canção com ele, em vez de Rubin como inicialmente pretendido. Smith achou que a primeira tentativa de Adele era superior às suas tentativas posteriores, e usou a demo como o produto final da obra, completando-a com bateria ao vivo e uma seção de cordas elaborada e arranjada pelo músico britânico Rosie Danvers.[22][23]

Tendo gravado demos de duas canções, a cantora encontrou-se com o músico americano Ryan Tedder, vocalista da banda OneRepublic, que estava em Londres na época para um programa de rádio. Ele expressou interesse em colaborar com Adele depois de ter se encontrado com ela na cerimônia de premiação do Grammy de 2009.[24] Tedder chegou quatro horas mais cedo em sua primeira sessão no estúdio, ganhando tempo para familiar-ze melhor com alguns dos trabalhos anteriores da artista.[22] Apesar de desconhecer a situação da vida pessoal de Adele na época, ele compôs a sequência de abertura ao piano e as primeiras linhas de uma canção que mais tarde viria a ser "Turning Tables": "Perto o suficiente para começar uma guerra / Tudo que eu tenho está no chão".[n 1][22] Coincidentemente, os versos capturaram perfeitamente a experiência da cantora, que havia chegado no estúdio momentos depois de outra briga com seu antigo namorado. Irritada e sem foco, ela denunciou a tendência de seu amante para "virar o jogo" sobre ela durante suas discussões, uma referência que Tedder decidiu referenciar nas letras da obra.[24] Adele gravou a demo com Jim Abbis no dia seguinte. Ela e Tedder planejaram um segundo encontro e reencontraram-se no Serenity West Studios semanas depois de escrever e gravar "Rumour Has It". Em uma entrevista, ele falou sobre seu espanto com a musicalidade e a coragem vocal da cantora depois de completar os vocais principais da faixa em dez minutos: "Ela cantou uma vez do começo ao fim de forma perfeita, sem perder uma nota. Então, eu olhei para o engenheiro e depois para ela, e disse: 'Adele, eu não sei o que te dizer, mas eu nunca vi ninguém fazer isso em dez anos'".[22]

Depois de trabalhar com Smith, Tedder e Epworth, Adele viajou para os Estados Unidos para o restante da produção do disco. Como sugestão de Ashley Newton, presidente da gravadora Columbia, ela encontrou-se com o compositor Greg Wells em seu estúdio localizado em Culver City, Los Angeles, onde eles escreveram a balada gospel "One and Only".[25] A canção envolveu uma progressão de quatro acordes de piano em uma assinatura de tempo de 6/8, a qual Wells havia concebido antes de encontrar-se com a cantora.[22] As letras, que visaram o novo interesse amoroso da artista, apareceram rapidamente e foram mais tarde completados com Dan Wilson, com quem ela também compôs "Someone like You".[25] Em 2008, a aparição de Adele no programa de esquetes de humor Saturday Night Live, da National Broadcasting Company (NBC), chamou a atenção do produtor Rick Rubin. No estágio inicial da produção do trabalho, ele havia sido chamado como um produtor único, e foi escalado para produzir todas as faixas.[26] As demos que ela havia gravado com Epworth, Smith e Teddeer (incluindo "Rolling in the Deep" e "Set Fire to the Rain") foram mais tarde re-gravadas por Rubin quando ela encontrou-se com ele em seu estúdio Shangri-La Studio em Malibu, Califórnia, em abril de 2010.[14][20][27]

"Seu canto era tão forte e devastador no estúdio, estava claro que algo muito especial estava acontecendo. (...) Os músicos estavam inspirados, já que eles raramente tocavam com o artista presente [no estúdio], muito menos cantando. (...) Hoje em dia, muitas coisas são gravadas como overdubs nas faixas. Isso foi um verdadeiro momento interativo onde nenhum dos músicos sabiam o que eles estavam tocando e que todos estavam ouvindo tão profundamente e descobrindo completamente onde eles se encaixaram (...) toda a música estava encaixando a emoção da performance dos vocais extravagantes de Adele".

—Rubin comentando a natureza das sessões de gravação com Adele.[22]

Rubin, conhecido por seu estilo de produção pouco ortodoxo, levou Adele além de sua zona de conforto, e apesar de ter se atraído pelos métodos não-convencionais de Rubin, a intérprete descreveu seu trabalho com ele como "assustador".[18][28] O produtor foi em muitos dos concertos da artista ao longo de 2008 e 2009, e após uma performance feita no Hollywood Bowl, ele aproximou-se dela para elogiar seu som ao vivo. Quando encontraram-se em Malibu, ele tentou "capturar seus shows ao vivo ao longo de todo o disco [da cantora]",[20] reunindo uma equipe de músicos — incluindo o baterista Chris Dave, o guitarrista Matt Sweeney, James Poyser no piano e Pino Palladino no baixo — para contribuir com instrumentação ao vivo nas sessões de gravação.[12][29] Ele também decidiu não usar demonstrações musicais e instrumentos eletrônicos. Defensor de uma abordagem mais livre para a produção das músicas, Rubin contou com os humores e as sensações por trás da própria música para guiar os arranjos instrumentais e melódicos das canções.[30] O produtor isolou a cantora no estúdio e encorajou-a, bem como seu time de músicos, a abordar o processo de produção com maior espontaneidade e menos contenção.[18][28] A cantora também deixava os músicos e a equipe de produção às lágrimas enquanto gravava algumas das canções.[24]

Depois de gravar o álbum com Rubin, Adele satisfez-se com muitas das canções. Em última análise, ela decidiu se desfazer de alguns trabalhos criados a favor dos materiais iniciais que havia feito com outros produtores, incluindo Epworth e Tedder, para que sua música refletisse a pura emoção que ela sentiu imediatamente após o término de seu relacionamento. De sua colaboração com Rubin, apenas quatro canções apareceram no disco: "Don't You Remember", "He Won't Go", "Lovesong" e "One and Only", bem como a faixa bônus estadunidense, "I Found a Boy".[31] Semanas depois da conclusão de seus trabalhos com Rubin, Adele soube do recente noivado de seu ex-namorado, o que inspirou-a a compor a última faixa do álbum, "Someone like You". Sua gravadora ficou inicialmente insatisfeita com a produção simples da canção, que apresentou a voz da cantora acompanhada de um piano, e questionou-a se ela queria regravá-la com a banda de Rubin. Entretanto, ela optou manter os arranjos, declarando que a faixa era pessoal para si e que ela escreveu-a para "libertar-se".[32] 21 foi gravado entre maio de 2009 e outubro de 2010 nos estúdios AirStudios, Angel Studios, Eastcote Studios, Metropolis Studios, Myaudiotonic Studios, Sphere Studios e Wendyhouse Productions em Londres; Harmony Studios e Serenity Sound em West Hollywood, Califórnia; Patriot Studios em Denver, Colorado; e Shangri-La Studio, em Malibu, Califórnia.[31]

Lançamento e título[editar | editar código-fonte]

A capa de 21 foi revelada em 1 de novembro de 2010. A imagem em preto-e-branco caracteriza a artista de forma pensativa usando uma camisa de cor preta. Abaixo dela, é visto o seu nome escrito de cor branca e letra maiúscula, enquanto o título do álbum está esverdeado e posicionado ao lado do nome da cantora.[33] Designada por Adele e Phil Lee, a fotografia foi tirada por Lauren Dukoff e classificada por Dale Eisinger, da revista Complex, como a 21ª melhor dos últimos cinco anos,[34] além de ter sido descrita pela página Idolator como "serena" e "simples".[33] Um mês após a revelação da capa, a lista de faixas do projeto foi divulgada, apresentando onze canções.[35] 21 foi inicialmente distribuído no Japão em 19 de janeiro de 2011 através da Hostess Entertainment,[36] seguido de um lançamento na Alemanha,[37] na Grécia,[38] na Irlanda[39] e nos Países Baixos dois dias depois.[40] Em 24 do mesmo mês, foi comercializado em países como Austrália,[41] Áustria,[42] Finlândia[43] e Suíça,[44] sendo que a edição limitada de 21 recebeu lançamento no Reino Unido e na Polônia no mesmo dia; no primeiro país, o disco também foi lançado na edição padrão.[45][46] Sua distribuição na França também ocorreu em 24 de janeiro, nas edições de CD,[47] download digital[48] e vinil.[49] Em todos estes países citados — com exceção do Japão —, o disco foi lançado através da gravadora XL.[50] Em 14 de fevereiro, a edição padrão do disco foi lançada em território polonês.[51] Oito dias depois, o trabalho foi disponibilizado em território norte-americano, nomeadamente no Canadá e nos Estados Unidos, também nos formatos de CD,[52][53] download digital[54][55] e vinil, através da Columbia.[56][57] Na América Latina, nomeadamente no Brasil e no México, o álbum foi lançado em 5 de abril de 2011 através da Sony e nos formatos de CD e download digital.[58][59][60][61] Na China, o material foi comercializado apenas em 7 de março de 2013 no formato de CD pela Starsing.[62]

Incialmente, Adele planejou intitular o disco de Rolling in the Deep,[63] sua adaptação da gíria inglesa "roll deep", que resumia como ela se sentia sobre seu relacionamento; em tradução livre, significa ter alguém "que está à sua volta" e sempre lhe apoia.[64] Entretanto, a cantora mais tarde percebeu que o título seria muito confuso para parte de seu público. Embora quisesse evitar dar ao disco um título que fosse um número, Adele considerou "21" o título mais adequado, já que representava sua idade na época da composição das faixas do trabalho, servindo como parte de um período autobiográfico, e simbolizou a maturidade pessoal e a evolução artística que passou desde sua estreia.[63][65] Mais tarde, ela comentou a inspiração por trás do álbum, afirmando: "[21] é diferente de 19, é sobre as mesmas coisas em uma forma diferente. Eu lido com as coisas diferentemente agora. Eu estou mais paciente (...) mais tolerante e mais consciente de minhas próprias falhas, acho que é algo que vem com a idade. Então, adequadamente, esse disco é chamado 21. (...) Como um álbum de fotografia, você vê a [minha] progressão e a mudança ao longo dos anos. Eu tentei pensar em outros títulos, mas não pude pensar em nada que pudesse representar o álbum corretamente".[65]

Composição[editar | editar código-fonte]

Temas e influências na composição[editar | editar código-fonte]

Críticos musicais notaram influências de Bette Midler (esquerda) e Aretha Franklin (direita) na voz de Adele em 21.[13][66]

21 apresenta influências da exposição de Adele à música sulista dos Estados Unidos, a qual foi prolongada durante a etapa norte-americana da turnê An Evening with Adele (2008-09).[29][67][68] Frequentes pausas com o motorista do ônibus da excursão,[26] nativo de Nashville, Tennessee, resultaram em sua introdução ao bluegrass e rock,[26] bem como à música de artistas como Garth Brooks,[26] Wanda Jackson, Alison Krauss, Lady Antebellum, Dolly Parton e Rascal Platts.[69] A cantora desenvolveu um apreço pelo country, elogiando o que ela descreveu como um imediatismo dos temas e da estrutura de narrativa simples de muitas das canções que ouviu;[68] ela também expressou entusiasmo em aprender um novo estilo musical. Embora tenha sido influenciado pelo interesse de Adele pelo country na época, o disco mantém-se fiel às influências da Motown contidas em 19 e exibe gêneros como o gospel e o soul.[69][70][71] Instrumentos como saxofone, harpa, banjo e acordeão contribuíram para a sua exploração do blues e do soul.[67][71] Na cultivação do som do projeto, a intérprete influenciou-se por Mary J. Blige, Kanye West, Elbow, Mos Def, Alanis Morissette, Tom Waits e Sinead O'Connor, e creditou Yvonne Fair, Andrew Bird, Neko Case e The Steel Drivers com a sua direção musical.[65] Em entrevista à Rolling Stone, Adele comentou sobre a direção musical do trabalho, dizendo:

O estilo de Adele em 21 é geralmente caracterizado por críticos musicais como soul,[13] apesar de alguns terem sugerido que o álbum evita qualquer epíteto distinto do gênero.[72] John Murphy, da musicOMH, definiu o trabalho como "soul britânico".[73] Jon Caramanica, do The New York Times, escreveu que sua música é parte de um renascimento do soul britânico que "convocou estilos que retornam aos grupos femininos da Motown e da Dusty Springfield".[74] Ryan Reed, da revista Paste, descreveu Adele como um "prodígio do soul britânico alternativo" e a música do disco como "o material da moderna passagem sensual do pop-noir, [e] pesada em texturas retrô e relacionamentos dramáticos".[75] Danyel Smith, da Billboard, viu que a música da cantora exibe influências do soul setentrional, e de artistas como Aretha Franklin, Sade e Bette Midler.[13][66]

Larry Flick, da SiriusXM, chamou 21 de "um registro pop com tendências soul", enquanto Allion Stewart, do The Washington Post, comentou o seguinte sobre a natureza eclética do álbum: "Tudo [em 21] é precisamente calibrado para gêneros transcender gêneros, para suportar as tendências. (...) É ligeiramente inclinado para o country, mesmo mais direcionado ao R&B", adicionando que é "informado, mas nunca oprimido, pelas músicas de origem".[72] Mike Spies, da Slate, argumentou que a música soul está indissoluvelmente ligada às experiências políticas, históricas e culturas dos afro-americanos, e que Adele e suas contemporaneidades, longes desse meio sociocultural, podem oferecer apenas uma mera duplicação do soul atual, apesar de uma capacidade para canalizar convicentemente o som.[76]

Conteúdo e estrutura musical[editar | editar código-fonte]

"O disco inteiro é mais crescido, maduro e sincero. E como aquela letra de "Someone like You" ["Eu também desejo o melhor de tudo para você"]... você não pode guardar rancor para sempre. Isso apenas bota você para baixo. E é apenas algo que eu aprendi no último ano enquanto estava me recuperando de tudo que aconteceu. E eu me sinto melhor por isso. Me sinto mais leve e saudável para não deixar me abater pelas coisas".

—Adele comentando sobre seus sentimentos no disco.[29]

A sequência de faixas no álbum profundamente autobiográfico correlacionam-se às diversas emoções que Adele experimentou após o término de seu relacionamento, progredindo-se desde temas como raiva e amargura, até sensações de solidão, dor, arrependimento e aceitação.[17][19] A vingativa "Rolling in the Deep", música inicial do disco, foi descrita pela cantora como uma canção "obscura e [bastante influenciada pelo] blues, gospel e disco", e foi escrita como uma espécie de "dane-se" ao seu ex-namorado após seus comentários depreciativos que diziam que ela era fraca e que sua vida sem ele seria "monótona, solitária e um lixo".[24][77] Iniciando-se com o som de acordes de uma guitarra acústica discreta, as linhas iniciais do tema apresentam o tom de pressentimento do trabalho.[78] Batidas marciais, percussão proeminente e piano[70] se aglutinam em um refrão de várias camadas[78] sobre as quais "a voz de Adele varia, dramatizando sua busca apenas pelo tom certo e as palavras para expressar a sua decepção caso se um homem ousasse partir seu coração".[71] Lançada como o primeiro single de 21, "Rolling in the Deep" é uma das influências mais aparentes da americana e do blues estadunidense que formaram o som do trabalho.[79] Quarta faixa de trabalho do álbum, "Rumour Has It" apresenta as próprias palavras da Adele acerca das fofocas dolorosas que cercaram o término de seu namoro, e foi destinada aos seus próprios amigos para tratar de suas partes na disseminação de tais rumores.[24][80] Fundindo elementos do doo-wop e do blues de Tin Pan Alley,[81] a percussão da canção é construída através das harmonias de grupos femininos, cordas de piano, bateria com grandes batidas e palmas,[24] e apresenta a artista "canalizando uma cantora dos anos 40 em uma sala [com] piano".[82] Jon Caramanica, do The New York Times, notou os "vocais ocos contrapontos" da canção e a ponte lenta e "corajosamente mórbida" que desvia-se do ritmo batedor antes de a canção aderir novamente a ele.[83] No estúdio, Tedder experimentou um acorde inspirado por "I Might Be Wrong", de Radiohead, creditando o drop D da obra e sua sensação do blues estadunidense como "impetuosa" para "Rumour Has It".[22] Em "Turning Tables", uma faixa de disputa interna,[84] sua narradora assume uma postura defensiva contra um ex-namorado manipulador. Reconciliando-se com o término de uma relação controversa, ela promete distância emocional para proteger-se de um futuro coração partido. Bryan Boyd, do jornal The Irish Times, comparou a intérprete com a roqueira galesa dos anos 80 Bonnie Tyler devido a a mistura de raiva, dor e compaixão em sua entrega vocal.[75][85] De acordo com a revista Paste, cordas cinematográficas "servem como contraponto apropriado para o coração partido [da canção] e suas letras ocas".[75]

Em "Don't You Remember", a artista pede a seu ex-amante que negligencie seus erros e lembre-se dos melhores momentos. A faixa é um dos maiores exemplos da influência country em 21.

Uma das canções com maior influência de música pop de todo o disco, a balada "Set Fire to the Rain" situa os tristes vocais de Adele em torno de um arranjo de cordas enquanto a cantora lamenta o fim de um relacionamento.

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A quarta faixa "Don't You Remember", produzida por Ricm Rubin e co-composta por Adele e Dan Wilson, marca uma mudança no tema do álbum, que partiu de raiva e defesa para reflexão e solidão. Uma balada country de andamento lento,[18][77] a canção foi adicionada tarde pela cantora à produção do álbum depois que ela cresceu envergonhada de continuar retratando seu ex-amante de forma negativa ao longo do material.[24][68] Suas letras pedem que um amante passado lembre dos momentos felizes do começo de uma relação agora quebrada.[68] Em "Set Fire to the Rain", Adele delineia os estágios conflitivos de uma união problemática e luta com a sua capacidade de esquecer a relação totalmente.[24] Acentuada por floreios ornamentais de orquestras, mudanças graduais[70] e efeitos vocais dramáticos em seu final climático,[67] a faixa é contrastante em comparação à produção discreta do disco, sendo caracterizada por críticos musicais como uma poderosa balada pop rock.[70] Para conseguir um som completo, o produtor Fraser T. Smith incorporou a popular técnica reverberadora "wall of sound" na elaboração da instrumentação densa da canção.[67][86] O sétimo número "Take It All", co-composto por Adele com Francis "Eg" White e gravada pelo último ao lado de Jim Abbiss antes do término do namoro da cantora, é uma balada vocal e ao piano que incorpora gêneros como pop, soul e gospel.[14][24][87] Ao analisar 21, Matt Collar, do Allmusic, definiu a música como a peça central do álbum, "um clássico instantâneo" como "And I Am Telling You I'm Not Going" e "All by Myself", e um "momento catártico para os fãs que identificam-se com as personalidades amorosas pirrônicas de seus ídolos".[87] A faixa seguinte "I'll Be Waiting", a segunda das duas canções produzidas por Epworth, diverge-se da contundente "Rolling in the Deep" no tom otimista e rápido de sua melodia cadenciada.[24] A protagonista sente-se culpada por um relacionamento que deu errado, e declara para esperar pacientemente pelo inevitável retorno de seu ex-amante.[24][88] A canção foi comparada aos trabalhos de Aretha Franklin devido ao seu "som vocal enorme no refrão, piano rolante e armadilha enquadrada",[89] com Tom Townshend, do MSN Music, descrevendo a sua seção de metais como um "gospel de botequim" parecido com os Rolling Stones.[90]

Embora o álbum explore predominantemente a relação fracassada da cantora, algumas canções desviam-se desse tema. "He Won't Go", que incorpora o hip hop e o R&B contemporâneo,[81] foi um tributo a um amigo de Adele que lutou contra o vício à heroína.[18] A nona obra, "One and Only", é notada por seus vocais gospel, seu órgão e o uso de coral, foi direcionada a um amigo íntimo para o qual a artista compartilhava suas sensações românticas.[24] Regravação da originária do grupo The Cure, a faixa seguinte "Lovesong" foi dedicada à mãe e aos amigos da cantora, nos quais ela encontrou consolo quando estava solitária e com saudades de sua casa enquanto gravava o disco em Malibu.[24] 21 termina com o "adágio de solidão" "Someone like You", uma suave balada ao piano que combina os vocais de Adele com uma melodia de piano. Em diversas entrevistas, ela descreveu-a como o somatório de sua atitude em relação ao seu ex-amante no final da produção do álbum.[24] Seu conteúdo lírico descreve a tentativa da protagonista em lidar com sua solidão depois de descobrir o recente casamento e a nova vida feliz de seu antigo parceiro.[24] Sean Fennessey, do The Village Voice, prezou a performance vocal diferenciada da cantora na faixa, a qual transforma-se "em um sussurro quase gritante" durante parte de seu refrão, após o qual ela recompõe sua compostura.[91] Uma das músicas mais comentadas do trabalho, "Someone like You" foi prezada por sua profundidade lírica e sua simplicidade sutil.[77][92]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic (76/100)[93]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 3.5 de 5 estrelas.[87]
Chicago Tribune 3 de 4 estrelas.[94]
musicOMH 4.5 de 5 estrelas.[73]
Rolling Stone 3.5 de 5 estrelas.[95]
Sputnikmusic (3.5/5)[96]
The Irish Times 5 de 5 estrelas.[85]

21 foi recebido de forma positiva por parte da crítica especializada em música contemporânea, os quais enfatizaram o salto artístico da produção e da composição do trabalho em comparação com 19, e prezaram a profundidade e a maturidade da intéprete, bem como seus vocais. No Metacritic, que atribui uma classificação normalizada de cem a críticas de publicações populares, o álbum recebeu uma pontuação média de setenta e seis — o que indica "em geral, opiniões favoráveis" — com base em trinta e quatro avaliações.[93] Greg Kot, do jornal Chicago Tribune, concedeu três estrelas de quatro permitidas, comentando que em comparação com o álbum de estreia da artista, "21 reforça a unidade rítmica e o drama dos arranjos", e elogiando Rick Rubin, Ryan Tedder e Paul Epworth por construírem "uma plataforma mais elaborada sob os vocais de Adele".[94] A publicação URB avaliou o projeto com quatro estrelas de cinco, descrevendo-o como "uma extensão lógica de seu otimismo feminino e sonhador".[82] Allison Stewart, do periódico The Washington Post, escreveu que "21 trata a grande mágoa de Adele, latejante de uma voz com matéria de naturalidade", adicionando que "após um forte começo, o disco leva a uma seção esquecível [formada] principalmente de faixas de tempo moderado que são notáveis apenas porque Adele está cantando-as".[72] Para o irlandês The Irish Times, Brian Boyd deu para o álbum o máximo de cinco estrelas e analisou que a obra possui "um senso de crescimento musical, juntamente com uma nova mordida para as batidas".[85] Em sua análise para o The Boston Globe, o jornalista James Reed prezou os vocais da intérprete, comentando que "não importa a qualidade das canções, e muitas das novas músicas são sublimes, o talento vocal de Adele sempre garante que cada performance irá agarrar você pelo colar" e acrescentando que "21 soa como se tivesse sido construído pela presença de Adele".[97]

Gary McGinley, do portal No Ripcord, deu para o álbum uma nota oito de uma escala que vai até dez, e descreveu-o como um "disco [de] maioridade",[67] ao passo em que Simon Harper, da revista Clash, concedeu uma nota nove de um total de dez e analisou: "[Em] dois anos (...) ela [Adele] será claramente vista no mundo. Onde 19 marcou o canto do cisne para uma vida adolescente, 19 introduz as realidades da vida adulta, em que as responsabilidades adultas colidem com mágoas e cicatrizes emocionais profundas".[98] Will Hermes, da revista Rolling Stone, avaliou o CD com três estrelas e meia de cinco atribuíveis, prezando sua produção e resenhando que "quando os grooves são ferozes, Adele se entrega muito bem".[95] Também concedendo três estrelas e meia de cinco totais, o resenhista do banco de dados Allmusic, Matt Collar escreveu que "a melhor coisa que o álbum faz é mostrar a habilidade vocal titânica de Adele".[87] Avaliando o disco com quatro estrelas e meia de cinco permitidas, John Murphy, da página musicOMH, explorou sua correlação temática com Back to Black (2006), de Amy Winehouse, identificando seus temas de "dor, tristeza e raiva". O profissional concluiu que 21 é "um dos melhores álbuns de 'término de namoro', e o primeiro disco verdadeiramente impressionante de 2011".[73] Joseph Viney, do site Sputnikmusic, compartilhou os sentimentos de Murphy e declarou que o trabalho combina os "melhores pedações do velho soul de Aretha Franklin com a insolência e o senso da feminilidade cinicamente moderna de Lauryn Hill". Ele concedeu uma nota de três e meio, de uma escala que até cinco.[96] Sean Fennessy, do jornal The Village Voice, avaliou que a obra "tem um ritmo e um propósito de diva. Com um toque de insolência e muita grandeza, é uma coisa mágica que insiste em sua importância". Fennessy comentou sobre sua relevância musical, dizendo que "a linha entre o melodrama e o patético é fina, e Adele faz isso habilmente. É o que separa ela de seus contemporâneos na onda do R&B britânico do meio da década de 2000".[91] Leah Greenblatt, da revista eletrônica Entertainment Weekly, descreveu o material como "atemporal" e concedeu-lhe uma nota A,[99] ao passos em que a revista Q comentou que, apesar de uma qualidade ligeiramente dispersa (...) a qualidade [de 21] está tentadoramente ao nosso alcance".[100]

Impacto[editar | editar código-fonte]

"[21] agradou aos baby boomers, nostálgicos por Etta James, Carole King e Dusty in Memphis. Também apelou a adolescentes passando por seu primeiro coração partido, hipsters que sentiam falta de Amy Winehouse, tradicionalistas cansados de sintetizadores e efeitos vocais, e aos que não são fãs de pop que simplesmente acharam refrescante ouvir uma artista cantar seus blues com convicção. Por cantar quase que exclusivamente sobre um relacionamento que deu errado, Adele faz canções com as quais qualquer um pode se identificar... 21 não tem um nicho de mercado. Foi feito para todos, e... todos ouviram".

—Tris McCall, do The Star-Ledger.[101]

O sucesso de 21 foi atribuído à sua mistura de culturas,[102] que atraiu fãs de pop, música adulta contemporânea e R&B, além de pessoas de diversas idades e gostos musicais.[103][104] De acordo com Sasha Frere-Jones, do The New Yorker, o desempenho do álbum nos Estados Unidos pode ser atribuído a seu público-alvo — "mães da meia-idade... as que decidem as eleições estadunidenses".[105] Críticos também sugeriram que a sua produção musical "discreta" representa um desvio marcante em relação à "teatralidade bombástica" da indústria mainstream.[104][106] Ethan Smith, escrevendo para o The Wall Street Journal, notou que a natureza "deliberadamente unflashy"[n 2] e o apelo a todas as mulheres apresentado por Adele e 21 deram à artista um lucrativo nicho de mercado,[108] enquanto a tendência de "enfatizar a essência e não o estilo" teriam a tornado "anti-Lady Gaga".[108] Jornalista do The Independent, Guy Adams argumentou que as vendas do produto indicam de que a música tradicional estaria em processo de reemergimento: "Existem duas abordagens para ser notado pelo público comprador de CD. A primeira gira em torno de uma grande quantidade de hype e usar roupas cada vez mais absurdas. Já a segunda exige a confiança necessária para fazer a música falar. Surpreendentemente, dada a preconcebida noção de que a América supostamente prefere o estilo do que a essência, é a segunda destas duas técnicas de vendas que parece estar funcionando melhor".[109]

Com o lançamento do projeto, a imprensa começou a considerar Adele a nova representante da música soul britânica que conseguiu ascender para o mercado mainstream estadunidense, assim como Duffy, Joss Stone, Amy Winehouse e Lily Allen. Embora a popularidade destas artistas no começo da década de 2000 tenha feito a mídia declarar que a Invasão Britânica estava retornando,[110] Joseph Viney do Sputnikmusic viu o declínio subsequente dos britânicos como uma oportunidade para que Adele torne-se "a principal artista solo feminina do Reino Unido".[111] John Murphey, do MusicOMH, adjetivou o disco de "um lembrete oportuno de que o soul britânico não perdeu sua magia".[73] Richard Russell, fundador da XL, discutiu o que se acredita ser a "quase-subversão" do sucesso de 21 nas tabelas musicais. Caracterizando o desempenho como "quase político e meio radical", Russell afirmou que a falta de truques na música de Adele ajudou a minar a percepção generalizada de que artistas do sexo feminino têm de estar de acordo com padrões específicos de corpo ou imbuir seu trabalho com uma imagem sexual gratuita a fim de alcançar o sucesso.[112]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

21 foi indicado ao Prêmio Mercury Prize,[113] mas perdeu para Let England Shake de PJ Harvey.[114] Durante a edição de 2011 do Prêmio da Música Americana, Adele ganhou três troféus, incluindo na categoria "Álbum Favorito de Pop/Rock" por 21.[115] No Prêmio de Música da revista Billboard de 2012, a cantora foi indicada para vinte categorias, vencendo doze, incluindo a de "Álbum Hot 200 do Ano" por 21 e "Top Canção de Streaming" por "Rolling in the Deep".[116] Pelo segundo ano consecutivo, em maio de 2013, Adele recebeu cinco indicações a edição daquele ano do mesmo prêmio, incluindo "Álbum Hot 200 do Ano" e "Maior Álbum Pop" por 21 , a última na qual, sagrou-se campeã.[117] Adele tem sete Prêmios Grammy pelo disco. Na 54º cerimônia ocorrida em fevereiro de 2012, a artista ganhou os prêmios "Álbum do Ano" e "Melhor Álbum vocal de Pop" por 21, "Gravação do Ano", "Canção do Ano" e "Melhor Videoclipe de Formato Curto" para "Rolling in the Deep", e "Melhor Desempenho Solo de Pop" para "Someone like You".[118] Além disso, seu produtor Paul Epworth foi vencedor na categoria de "Produtor do Ano, Não Clássico".[119] Adele, que foi nomeada a Artista Revelação em 2009, é apenas a segunda artista e a primeira mulher da história a assumir as quatro principais categorias do Grammy. Christopher Cross alcançou o feito em 1981 com uma vítoria de quatro categorias.[120] Ela é apenas a oitava artista na história do Grammy a ganhar seis ou mais condecorações em uma noite e igualar o recorde entre artistas femininas estabelecida por Beyoncé em 2010.[121] Com suas vitórias, Adele se tornou o sexto artista a ganhar a "Coroa tripla do Grammy" em uma só noite. Aos 23 anos, ela foi a artista mais jovem da época a fazer isso. Mais tarde, esse recorde foi quebrado por Billie Eilish, aos 18 anos, quando ganhou quatro condecorações do Grammy na 62º edição do prêmio.[122] Além disso, a cantora é apenas a segunda artista solo feminina a realizar esse feito, depois de Carole King em 1972, e apenas a segunda artista britânica, depois de Eric Clapton em 1993.[123] Em fevereiro de 2013, uma versão ao vivo do terceiro single do álbum, "Set Fire to the Rain", incluído no Live at the Royal Albert Hall, ganhou o troféu de Melhor Performance Pop Solo na 55º edição do prêmio, fazendo dela a primeira artista a vencer duas vezes consecutivas nesta categoria.[124] Em 21 de fevereiro de 2012, 21 foi condecorado a "Álbum Britânico do Ano" no Prêmio de confiança da indústria fonográfica britânica.[n 3] Também foi eleito o "Álbum Internacional do Ano" no Prêmio Juno de 2012.[125]

Em setembro de 2011, Adele reivindicou o livro de recordes mundiais Guinness por se tornar a primeira artista feminina a ter dois singles e dois álbuns no top cinco do Reino Unido simultaneamente.[126] 21 também se tornou o primeiro álbum na história das paradas britânicas a atingir vendas de três milhões de cópias em um ano civil e estabeleceu recordes por maior quantidade de semanas consecutivas com um disco na liderança do Reino Unido (solo feminino) com 11 semanas (ultrapassando Madonna em 1990 com a compilação The Immaculate Collection) e maior quantidade de semanas consecutivas na liderança (por uma artista feminina solo) no Reino Unido.[127][128] A obra foi classificada como o melhor álbum do ano pelo The Austin Chronicle, Entertainment Weekly,[129] Star Tribune,[130] Digital Spy,[131] MSN Music,[132] New York Daily News,[133] Rolling Stone,[134] TIME,[135] e editores do USA Today.[136] Os críticos da Billboard classificaram o álbum como o melhor do ano,[137] enquanto o jornal escocês Daily Record e os editores da Amazon, também o elegeram como o melhor lançamento do ano.[137][138] O projeto apareceu na lista dos melhores álbuns de 2011 feita pela MTV,[139] The Hollywood Reporter,[140] e Toronto Sun.[141] A obra também foi classificada entre os 10 melhores em listas produzidas pelo American Songwriter,[142] Q,[143] Los Angeles Times,[144] Clash,[145] e The Washington Post.[146] "Rolling in the Deep" foi consistentemente colocado no pódio por vários críticos em suas listas de final de ano, e foi classificado como a melhor canção do ano pelo The Village Voice.[147] Em 2012, a Rolling Stone posicionou 21 em sexto lugar em sua lista de Mulheres do Rock: Os 50 Maiores Álbuns de Todos os Tempos.[148] Em janeiro de 2015, a Billboard nomeou a obra como o terceiro melhor álbum dos anos 2010 (até agora).[149] O disco também foi incluído no livro 1001 álbuns que você deve ouvir antes de morrer.[150] Em 2019, a Rolling Stone, elegeu 21 o 5º melhor disco dos anos 2010.[151] A Consequence of Sound o considerou o quinto melhor álbum pop dos anos 2010.[152]

Promoção[editar | editar código-fonte]

Adele em 12 de agosto de 2011, durante a passagem da turnê Adele Live por Seattle.

Para o lançamento de 21 no mercado norte-americano, os executivos da Columbia usaram para moldar sua campanha de marketing a "teoria da cauda longa"[153] que, segundo o vice-presidente sênior de marketing da gravadora, Scott Greer, implicava em "construir público ao longo de fevereiro, a fim de impulsionar as pessoas que compraram 19 a adqurir 21 também".[153] A chave para isso partiu da Columbia ao abordar os parceiros de Internet e mídia Vevo, AOL e VH1 para começar a promover as músicas novas e antigas de Adele.[153] Nos meses que antecederam o lançamento da obra no mercado europeu, a cantora embarcou em uma turnê promocional pelo continente, apresentando-se no Royal Variety Performance em 9 de dezembro de 2010, na final do show de talentos The Voice of Holland onde cantou em 21 de janeiro de 2011, e na Live Lounge da BBC Radio 1 em seis dias mais tarde.[154][155][156] Em 24 de janeiro, durante a semana do lançamento do álbum no Reino Unido, a cantora apresentou um conjunto acústico de músicas selecionadas de 21 no Tabernacle de Londres , que foi exibido ao vivo em seu site pessoal.[157] A cantora performou "Someone like You" na cerimônia do Prêmio BRIT de 2011, que foi bem recebida e resultou em um aumento considerável na vendas de seus discos.[153]

De setembro a outubro de 2010, Adele embarcou em uma mini-turnê promocional pelos EUA, que incluía paradas em Nova Iorque e Minneapolis, além de uma apresentação exclusiva na boate Largo, em Los Angeles.[158] Embora ela não usasse o Twitter na época, a Columbia criou uma conta que redirecionava os seguidores para o blog pessoal da cantora.[153] Em fevereiro, o site pessoal de Adele iniciou uma promoção "21 Dias de Adele",[153] que apresentava conteúdo diário exclusivo, incluindo um bate-papo ao vivo e um vídeo da cantora explicando a inspiração para cada faixa do álbum.[153] A semana de lançamento também foi acompanhada por uma série de aparições na televisão em muitos programas de entrevistas americanos diurnos e noturnos durante o mês de fevereiro, como o Today Show no dia 18,[159] Late Show with David Letterman em 21,[160] e The Ellen DeGeneres Show e Jimmy Kimmel Live! em 24.[161][153] A intéprete também apresentou "Someone like You" na cerimônia de premiação da MTV de 2011.[162]

Adele embarcou em sua segunda turnê, Adele: Live, em apoio a 21, agendando mais de 60 concertos pela Europa e América do Norte. Os shows receberam críticas positivas, muitas das quais notaram a natureza discreta da digressão, a performance vocal da cantora e sua personalidade acessível.[163] No entanto, problemas recorrentes de saúde e vocais levaram a numerosas alterações no itinerário da turnê. O cancelamento da etapa norte-americana da digressão foi devido a uma hemorragia nas cordas vocais da cantora.[164] Adele passou por uma cirurgia vocal corretiva em novembro de 2011 e cancelou todas as aparições públicas até fevereiro de 2012.[165] A cantora ainda performou "Rolling in the Deep" nas cerimônias dos prêmios Echo, Grammy e BRIT.[166][167][168]

De 21 surgiram cinco singles oficiais, incluindo quatro lançamentos mundiais. O primeiro, "Rolling in the Deep" foi lançado em novembro de 2010 e liderou as paradas dos Países Baixos, Alemanha, Bélgica, Itália e Suíça, figurou entre os dez primeiros na Áustria, Canadá, Dinamarca, Irlanda, Noruega e Nova Zelândia.[169] Lançado no Reino Unido em 16 de janeiro de 2011, chegou ao número dois.[170] Nos EUA, a música passou sete semanas consecutivas no topo do Hot 100,[171][172] e foi classificada como a canção mais reproduzida e vendida do ano.[173][172]

Escolhida para dar continuidade à divulgação da obra, "Someone like You" estreou no número trinta e seis da parada de singles do Reino Unido devido às fortes vendas digitais e, depois de cair para o número quarenta e sete, subiu para o número um quando a cantora o apresentou no Prêmio BRIT de 2011.[170][174] Chegou ao número um na Austrália, EUA e Nova Zelândia.[175][171] A gravadora lançou "Set Fire to the Rain", como o terceiro foco de promoção do projeto. A faixa liderou a parada de singles nos EUA, Países Baixos e na Bélgica (Flandres), e alcançou os cinco primeiras posições na Áustria, Itália e Suíça.[176][171] "Rumour Has It" foi confirmada como o quarto e última música de trabalho oficial do projeto nos EUA por Ryan Tedder na edição de 2012 do Grammy e foi lançado em 1º de março de 2012.[177] Comercialmente, obteve um desempenho moderado em comparação aos outros singles do álbum, conquistando as trinta primeiras colocações na Áustria, Canadá, Estados Unidos e nos Países Baixos.[178][171] Em alguns países, "Turning Tables" foi lançado como o quarto single. Tornando-se a quarta música de trabalho a ser lançado nas principais estações de rádio britânica, apesar de ter recebido um número limitado de apresentações devido a um lançamento não oficial.[179]

Alinhamento de faixas[editar | editar código-fonte]

21 — Edição padrão
TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
1. "Rolling in the Deep"  Adele Adkins  · Paul EpworthEpworth 3:49
2. "Rumour Has It"  Adkins  · Ryan TedderTedder 3:43
3. "Turning Tables"  Adkins  · TedderJim Abbiss 4:10
4. "Don't You Remember"  Adkins  · Dan WilsonRick Rubin 4:03
5. "Set Fire to the Rain"  Adkins  · Fraser T. SmithSmith 4:01
6. "He Won't Go"  Adkins  · EpworthRubin 4:37
7. "Take It All"  Adkins  · Francis WhiteAbbiss 3:48
8. "I'll Be Waiting"  Adkins  · EpworthEpworth 4:01
9. "One and Only"  Adkins  · Wilson  · Greg WellsRubin 5:48
10. "Lovesong"  Robert Smith  · Laurence Tolhurst  · Simon Gallup  · Boris Williams  · Porl Thompson  · Roger O'DonnellRubin 5:16
11. "Someone like You"  Adkins  · WilsonWilson  · Adele 4:47
Duração total:
48:12

Créditos e pessoal[editar | editar código-fonte]

Lista-se abaixo os profissionais envolvidos na elaboração de 21, de acordo com o encarte do álbum:[31]

Gravação

Gravado entre maio de 2009 e outubro de 2010 nos estúdios:

Produção
Músicos

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

21 estreou no topo da parada de álbuns do Reino Unido em 30 de janeiro de 2011, com vendas na primeira semana de duzentas e oito mil cópias.[180] Em sua quarta semana consecutiva na primeira posição, Adele cantou "Someone like You" no Prêmio BRIT de 2011, resultando em um aumento de 890% nas vendas do produto pela Amazon, uma hora após a transmissão da apresentação.[181] 19 subiu para o número quatro na parada, tornando Adele o primeiro artista desde os Beatles em 1964 a ter dois álbuns e singles nos cinco primeiros lugares do Reino Unido, simultaneamente.[182] Uma semana depois, 19 subiu para o segundo lugar em sua 102ª semana de lançamento, isso fez de Adele o primeiro artista a ocupar os dois primeiros lugares da tabela desde The Corrs em 1999.[183][184] 21 alcançou o primeiro lugar por 11 semanas seguidas entre fevereiro e abril de 2011, depois por cinco semanas consecutivas entre Abril e junho,[185] e depois por mais duas semanas em julho de 2011.[185] Acomulando 23 semanas na liderança até o momento.[186] Até metade de 2012, 21 já havia se tornado o disco mais vendido do ano, apesar de ter sido lançado no início do ano anterior.[187] Em dezembro de 2012, 21 já havia ultrapassado o (What's the Story) Morning Glory? de Oasis ao se tornar o quarto álbum mais vendido de todos os tempos no Reino Unido.[188] No mesmo período, a obra acomulava 101 semanas entre os setenta e cinco primeiros na tabela britânica, incluindo 95 semanas nas quarenta primeiras posições, 76 semanas entre os dez maiores e 23 semanas na liderança.[189] Em 18 de agosto de 2018, 21 foi agraciado com dezessete certificações de platina pela British Phonographic Industry (BPI), por ter sido comercializado mais de cinco milhões de vezes no Reino Unido.[190] Tornando-o o quarto mais adquirido no páis de todos os tempos.[191]

Globalmente, 21 foi o disco mais comercializado da década passada de acordo com a International Federation of the Phonographic Industry (IFPI),[192] sendo adquirido mais de trinta milhões de vezes.[193] Em julho de 2012, o material recebeu certificado de platina decuplicar pela IFPI, denotando vendas superiores a dez milhões de exempláres em toda a Europa, tornando-o o álbum mais certificado do continente desde que o prêmio IFPI Platinum Europe foi lançado em 1996.[194] Na irlanda, o disco ocupou por 35 semanas a liderança na parada de álbuns compilada pela Irish Recorded Music Association,[195] a mais longo da história da tabela,[196] e vendeu mais de duzentos mil exempláres, sendo certificado com dezoito platinas pela mesma empresa.[197] Na Alemanha, estreou na liderança na tabela de álbuns do GfK Entertainment Charts, e permaneceu lá por cento e quarenta e oito semanas.[198] Mais tarde, a Bundesverband Musikindustrie (BVMI) condecorou a obra com oito certificados de platina depois de serem registrados vendas de um milhão de exemplares do projeto em território alemão.[199] 21 passou 32 semanas no número um da parada de álbuns da ARIA, dez dos quais foram consecutivos.[200] Em dezembro de 2012, foi anunciado que a obra estava chegando a vendas de um milhão de cópias na Austrália. Isso tornou o trabalho o sétimo disco de todos os tempos a conseguir este feito no páis e o primeiro desde Innocent Eyes de Delta Goodrem.[201] Este desempenho resultou na entrega de dezoito certificações de platina emitidas pela Australian Recording Industry Association.[202] Na Nova Zelândia, 21 estreou na posição máxima da tabela de álbuns da Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ) em janeiro de 2011 e passou 28 semanas por lá. Exceto por uma única semana que terminou em 21 de novembro de 2011, no qual esteve em sexto lugar, o álbum permaneceu entre os cinco primeiros por 70 semanas consecutivas.[203] Suas 38 semanas acumuladas no topo são as mais longas da história da Nova Zelândia.[204] Posteriormente, o país classificou o projeto com treze certificações de platina, depois de serem exportadas mais de cem mil réplicas na nação.[205]

Lançado em 22 de fevereiro nos EUA, 21 estreou em número um na Billboard 200, com vendas na primeira semana de mais de trezentas mil unidades.[206] O álbum permaneceu entre os três primeiros nas primeiras 24 semanas,[207] entre os cinco primeiros por 39 semanas consecutivas e os dez mais vendidos com um total de 84 semanas. Essa soma impressionante vincula o álbum a Born in the U.S.A. de Bruce Springsteen, com a segunda maior quantidade de semanas na região.[208][209] 21 se tornou o disco digital mais comercializado de todos os tempos em território americano, vendendo mais de seis milhões de cópias até janeiro de 2012.[210] Em 17 de maio de 2012, o projeto se tornou o 29º disco desde 1991 a vender mais de nove milhões de réplicas nos Estados Unidos e se tornou o primeiro álbum a comercializar esse valor no páis desde que Confessions de Usher atingiu essa marca em 2005.[211] Até novembro de 2012, a obra já havia sido adquirida 10 milhões de vezes, uma façanha alcançada em 92 semanas, tornando-o o álbum mais rápido a vender dez milhões desde o No Strings Attached do 'N Sync, em 2001.[212] Em fevereiro de 2015, foi anunciado que a obra havia passado 208 semanas seguidas, ou seja quatro anos, nas paradas da Billboard 200, passando apenas 24 dessas semanas fora do Top cem.[213] Em 20 de setembro de 2016, foi certificado com cartoze certificados de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) após serem registradas distribuições superiores a catorze milhões de unidades em solo americano.[214]

Até janeiro de 2020, 21 já havia vendido doze milhões de cópias físicas nos Estados Unidos, tornando-se o nono álbum mais adquirido desde que a Nielsen Music começou a acompanhar as vendas em 1991 e o disco mais comercializado da década de 2010.[215][216] A performance do disco na parada Billboard 200 deu a 21 a distinção de álbum número um de todos os tempos, de acordo com um resumo realizado pela Billboard em novembro de 2015.[217] Em fevereiro de 2019, foi revelado que 21 havia ocupado a Billboard 200 por 400 semanas não consecutivas. É o primeiro disco de uma artista feminina a atingir esse marco e o décimo segundo no geral.[218][219] O projeto também se tornou o primeiro álbum de uma mulher a atingir 450 semanas na tabela até fevereiro de 2020.[220] No Canadá, 21 passou 28 semanas na primeira posição e foi certificado como diamante em janeiro de 2012 pela Music Canada após serem exportadas cerca de oitocentas mil cópias por lá.[221][222] A obra já vendeu mais de um milhão de exempláres no páis até janeiro de 2013, tornando-se o terceiro disco mais vendido no Canadá, desde que o Nielsen SoundScan começou a monitorar as vendas na região.[223]

Tabelas semanais[editar | editar código-fonte]

Notas de rodapé

  1. No original: "Close enough to start a war / All that I have is on the floor".
  2. A definição de unflashy, segundo o Oxford English Dictionary, é uma coisa e/ou alguém "que não está em busca de atenção, mas ainda assim é ostensivamente impressionante". Outras definições do Dicionário incluem "restringido" e "de bom gosto".[107]
  3. Tradução livre para "British Awards Record Industry Trusts Show."

Referências

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