Sweetener

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sweetener
Álbum de estúdio de Ariana Grande
Lançamento 17 de agosto de 2018 (2018-08-17)
Gravação julho de 2016 — maio de 2018
Estúdio(s) Glenwood Place Studios
(Burbank, Califórnia)
Jungle City Studios, Germano Studios
(Nova Iorque)
Chalice Recording Studios, Conway Recording Studios, East West Studios
(Hollywood, Califórnia)
MXM Studios, The Lunchtable
(Los Angeles, Califórnia)
Midnight Blue Studios, South Beach Studios
(Miami, Flórida)
MXM Studios, Wolf Cousins Studios
(Estocolmo)
District 4-12
(Northridge, Califórnia)
Gênero(s) Pop,[1] R&B,[2] trap[3]
Duração 47:25
Idioma(s) inglês
Formato(s) CD, vinil, download digital, streaming
Gravadora(s) Republic
Produção Ariana Grande (exec.), Scooter Braun (exec.), Max Martin, Ilya, Pharrell Williams, Hit-Boy, Tommy Brown, Brian Malik Baptiste, Michael Foster, Charles Anderson
Cronologia de Ariana Grande
The Best
(2017)
Thank U, Next
(2019)
Singles de Sweetener
  1. "No Tears Left to Cry"
    Lançamento: 20 de abril de 2018 (2018-04-20)
  2. "God Is a Woman"
    Lançamento: 13 de julho de 2018 (2018-07-13)
  3. "Breathin"
    Lançamento: 18 de setembro de 2018 (2018-09-18)[4]

Sweetener é o quarto álbum de estúdio da cantora estadunidense Ariana Grande. O seu lançamento ocorreu em 17 de agosto de 2018, através da Republic Records. Grande começou a trabalhar no disco ainda em 2016, pouco depois do lançamento de seu álbum anterior Dangerous Woman (2016), em sessões realizadas com Pharrell Williams. O trabalho foi parcialmente interrompido após o atentado em Manchester durante um dos concertos da turnê correspondente, e voltou a ser desenvolvido com a equipe do produtor sueco Max Martin, que inclui Ilya e Savan Kotecha, além de Tommy Brown. Martin produziu metade do disco enquanto que Williams produziu a outra, com a intérprete participando das composições de todas as faixas e servindo como produtora executiva.

Williams, Missy Elliott e Nicki Minaj possuem participações especiais nas músicas "Blazed", "Borderline" e "The Light Is Coming", respectivamente. sweetener foi aclamado por críticos musicais, que elogiaram sua produção, coesão, letras e a evolução musical de Grande, com alguns rotulando-o como o melhor da cantora até então. Consequentemente, foi incluído em diversas listas reunindo os melhores álbuns de 2018, sendo eleito pela Billboard o melhor do ano, e conquistou duas indicações nos Grammy Awards de 2019, nomeadamente Best Pop Vocal Album e Best Pop Solo Performance por "God Is a Woman".

sweetener obteve uma recepção comercial positiva, atingindo o topo das tabelas de mais de 20 países, como Austrália, Bélgica, Canadá, Estados Unidos, Itália, Nova Zelândia, Reino Unido, Suécia e Suíça. O primeiro single do disco, "No Tears Left to Cry", foi lançado em 20 de abril de 2018 e estreou na terceira posição da Billboard Hot 100, atingindo as dez primeiras colocações em uma série de outros países, enquanto "God Is a Woman" foi lançada como o segundo em 13 de julho de 2018. "The Light Is Coming" foi distribuída como single promocional em 20 de junho de 2018, juntamente com a pré-venda do álbum.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2016, pouco após lançar Dangerous Woman, Grande revelou que estava começando a trabalhar em seu quarto álbum de estúdio, comentando que "não pretendia fazer um álbum, e não sei se ele está pronto, mas tenho muitas canções de que gosto muito. Eu tenho trabalhado muito, e tenho estado criando e me sentido inspirada".[5][6] Ela começou as sessões de composição e gravação com o produtor Pharrell Williams, sem qualquer pretensão de datas e querendo experimentar novas direções e estruturas musicais; ele a encorajou a ser mais pessoal no disco e descreveu sua contribuição como "parte ouvinte, parte terapista, parte estenógrafo", vindo a comentar para o jornal Los Angeles Times que "as coisas que ela tem a dizer nesse álbum estão em um nível muito acima".[7][8] O empresário da cantora, Scooter Braun, comentou à revista Variety que o álbum teria um som mais maduro, declarando: "Ela tem uma voz extraordinária e está na hora dela cantar as canções que a definem (...) Whitney, Mariah, Adele — quando elas cantam, a canção se torna delas. Ariana tem grandes momentos vocais, é hora das canções dela".[9]

O trabalho foi interrompido após o atentado ocorrido no final do show da Dangerous Woman Tour realizado em maio de 2017 em Manchester, mas a cantora disse em setembro à revista Billboard que mesmo com as gravações realizadas anteriormente ela continuaria gravando o projeto e voltaria logo quando possível.[10] Boa parte das gravações realizadas nesta época ocorreram com a equipe do produtor Max Martin, com Williams dizendo que o evento em Manchester "foi quando diferentes pessoas da gravadora passaram a entender o que estávamos tentando fazer".[7] Três participações foram confirmadas para o disco: "The Light Is Coming", com Nicki Minaj, "Borderline", com Missy Elliott, e "Blazed", com Pharrell, todas também produzidas por ele.[7][11] A primeira foi concebida especialmente para ter uma parceria, e um total de oito rappers haviam sido testados para a faixa antes de Minaj ser finalmente selecionada.[7]

Originalmente, o álbum contaria com apenas dez canções, porém a intérprete acrescentou outras cinco, inicialmente descartadas: três produzidas por Williams, uma por Martin e uma por Tommy Brown, colaborador do álbum Dangerous Woman.[7] No total, Martin produziu uma metade do disco e Pharrell a outra metade, com Grande participando das composições de todas as faixas e servindo como a produtora executiva do projeto.[7][12] Ela divulgou fotos das sessões de gravação em dezembro de 2017 e, na virada do ano, postou em seu Instagram um vídeo contendo o trecho de uma das canções do trabalho, confirmando o seu lançamento para 2018.[13] Em respostas a fãs no Twitter, Grande disse que as gravações ocorreram entre julho de 2016 e maio de 2018.[14][15]

Título, lançamento e capa[editar | editar código-fonte]

Grande anunciou o título do álbum, Sweetener, durante sua participação no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, em 1º de maio de 2018, assim como os nomes de algumas canções — nomeadamente "Raindrops", "God Is a Woman", "R.E.M.", "Borderline" e "The Light Is Coming", estes dois últimos sendo revelados como uma parceria entre a cantora Missy Elliott e a rapper Nicki Minaj.[16] Sobre o significado do título do disco, ela explicou na atração que era "meio sobre trazer luz para uma situação ou para a vida de alguém, ou alguém trazer luz para a sua vida, ou adoçar a situação",[17] reforçando para a Time que o nome serve como uma mensagem de transformar uma situação ruim numa melhor.[12] Em seu Twitter, a artista escreveu: "Eu sei que algumas pessoas ainda não entendem o título, mas o conjunto das músicas é como adoçante. Como [um] agave quente e gostoso. E nuvens. Com um pouco de choro e sexo no lado". Grande já havia revelado o título do disco anos antes, através de uma postagem no Instagram legendada com a palavra.[11]

No programa de Jimmy Fallon, a cantora também revelou que ocorreriam eventos no dia 20 de cada mês relacionados ao álbum, com um total de três, começando no dia 20 de maio, com a performance de "No Tears Left to Cry" nos Billboard Music Awards de 2018, e confirmou o lançamento para o verão boreal de 2018, sem revelar uma data específica.[17][18] Em 2 de junho de 2018, durante seu show no festival Wango Tango, Grande anunciou que a pré-venda do álbum iniciaria-se em 20 de junho de 2018, juntamente com o lançamento da canção "The Light Is Coming".[19][20] No dia da pré-venda, a data de lançamento foi confirmada para o dia 17 de agosto de 2018.[21] A edição física japonesa foi distribuída na mesma data contendo um karaokê de "No Tears Left to Cry", com um DVD bônus apresentando os vídeos desta e de "The Light Is Coming".[22][23] A capa do álbum foi revelada através de uma conta no Instagram feita para a divulgação do disco, com várias fotos se juntando para formar a foto final, sendo completada em 19 de junho. A imagem, virada de cabeça para baixo, é uma foto do rosto de Grande, vista com o cabelo platinado.[24] A lista de faixas, divulgada da mesma forma, foi revelada por completo em 19 de julho.[25] A cantora realizou uma festa de lançamento virtual para o disco, na qual interpretou canções do projeto e respondeu perguntas de fãs do mundo inteiro; a entrada, custeada a US$ 12, deu também direito a uma cópia digital do álbum.[26]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic (81/100)[27]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 4 de 5 estrelas.[28]
Entertainment Weekly (A-)[29]
NME 4 de 5 estrelas.[1]
Pitchfork (8.1/10)[30]
Rolling Stone 4 de 5 estrelas.[31]
Slant Magazine 3.5 de 5 estrelas.[32]
The Daily Telegraph 4 de 5 estrelas.[2]
The Guardian 3 de 5 estrelas.[33]
The Independent 3 de 5 estrelas.[34]
The Irish Times 5 de 5 estrelas.[35]

Sweetener foi aclamado por críticos musicais, que elogiaram sua produção, sua coesão, seu conteúdo lírico e os vocais de Grande, além de sua evolução musical, com alguns o considerando o melhor da cantora até então.[36][27] O portal Metacritic, com base em vinte análises recolhidas, concedeu ao disco uma média de 81 pontos, que vai até cem, indicando "aclamação universal".[27]

Louise Bruton, do The Irish Times, deu cinco de cinco estrelas para o projeto e descreveu-o o como "o álbum definitivo de Grande como artista", recebendo de forma positiva as colaborações com Pharrell e Martin e elogiando a cantora por não se limitar, escrevendo: "A maturidade e a ambição desse disco coloca Grande num caminho diferente ao que ela já fez parte como uma ex-estrela da Nickelodeon".[35] Brittany Spanos, da Rolling Stone, concedeu quatro de cinco estrelas para o disco e considerou-o o melhor e mais focado de Grande até a data, descrevendo-o como um "pacote refrescante e coeso" e avaliando: "Sweetener não é o álbum sério e carregado de baladas que muitos esperavam que Grande fizesse, mas com certeza é o que ela precisava". Spanos também elogiou o trabalho de Pharrell e Martin, e concluiu que este era um dos discos pop mais fortes do ano.[31] Escrevendo para a NME, Douglas Greenwood atribuiu a mesma classificação e considerou o álbum "[uma] coleção de canções pop confiante, realizada, às vezes de campo esquerdo, provando que ela não tem vergonha de experimentar". Ele também notou que "há algumas canções em Sweetener que você alegremente deixaria na prateleira".[1]

Avaliando-o com quatro de cinco estrelas, Stephen Thomas Erlewine, do portal Allmusic, elogiou os vocais e os diversos estilos explorados no disco, descrevendo-o "uma espécie de triunfo duplo: ela saiu de um momento difícil mais forte e melhor do que nunca".[37] Escrevendo para o Los Angeles Times, Mikael Wood viu de forma positiva a produção do álbum e as estruturas musicais inconvencionais das canções, destacando o trabalho de Pharrell e Martin e argumentando: "Há um senso incomum de auto-possessão nesse álbum — um tipo de calma em êxtase — que o diferencia de qualquer coisa nas rádios pop neste momento".[38] Dando uma nota A- numa escala de A a F, Larry Fitzmaurice, da Entertainment Weekly, elogiou a evolução artística e as composições de Grande e as produções "alegres e limpas" de Pharrell, concluindo ser "impossível não ceder ao Sweetener como um todo, um álbum pop fascinante e sorrateiramente complexo que acrescenta novos vincos criativos ao já estimável repertório de Grande".[29] Neil McCormick, do The Daily Telegraph, atribuiu quatro de cinco estrelas ao disco sentiu que "a qualidade das canções é alta, embora haja momentos em que elas tentam muito demonstrar que a rainha adolescente está crescida agora", e argumentou que "à medida que os álbuns pop modernos, de marca e sucesso vão, Sweetener é uma confecção deliciosa". O escritor, no entanto, considerou que as rappers convidadas, Nicki Minaj e Missy Elliott, "soam como se elas disparassem em versos clichês para um cheque de pagamento".[2]

Dando quatro estrelas de cinco totais, Alim Kheraj, do The Observer, considerou que o CD faz jus ao espírito de "trazer luz a uma situação" onde Grande, "ao invés de permitir que a tragédia se prolongue, [ela] foca-se na crescente apreciação da vida subsequente" e cujo "contato com a moralidade permitiu sua visão criativa e todos os aspectos de sua herança musical de terem o que mereciam". Khreaj, no entanto, opinou ser "frustante que a produção de Pharrell Williams seja tão inconsistente".[39] Jillian Mapes, da Pitchfork, deu uma nota 8.1 de 10 para o álbum e destacou a produção de Pharrell, comentando que seu trabalho "definem um tom brilhante e ajudam a elevar as estruturas musicais mais convencionais do disco", avaliando também que Grande "não força a emoção destruidora de corações em baladas e hinos carregados de mensagens, mas ao invés disso deixa a natureza discreta da faixa-título radiar ao longo do álbum".[30] Numa análise positiva para o The New York Times, o periodista Jon Pareles elogiou a produção de Pharrell e Martin, escrevendo que ambos souberam explorar a voz da cantora com seus diferentes métodos de trabalho, e também os temas explorados no álbum, concluindo: "Embora alguns vocalistas participantes (Williams, Nicki Minaj, Missy Elliott) proporcionem um pequeno grão para contraste, Grande navega acima de qualquer combate, [no] passado ou presente. Sua confiança é o seu triunfo".[40]

Wren Graves, da Consequence of Sound, deu uma nota B- para Sweetener, descrito por ele como "delicioso e às vezes enlouquecedor", escrevendo que a intérprete entrega uma "maturidade recém descoberta e um sabor refrescante em batidas fora de forma". Graves destacou as produções de Pharrell e viu de forma mista as de Martin, concluindo: "É raro um álbum com tantos momentos impressionantes subitamente tornar-se tão agressivamente medíocre. (...) [É] difícil se contentar com o álbum que é e não pensar sobre o que poderia ter sido".[41] Sal Cinquemani, da Slant Magazine, atribuiu três estrelas e meia de cinco para o projeto e elogiou a evolução de Grande e as composições, destacando também as produções de Pharrell e concluindo: "Na maior parte, a fórmula resulta num álbum que é consistente e refinado, um reflexo da crescente consciência de Grande sobre si mesma como artista e seu lugar no mundo".[32] Em análise para o The Guardian, Alexis Petridis deu três estrelas de cinco e disse que "suas colaborações com Pharrell realmente forçam os limites. Mas elas fazem com que o resto deste álbum pareça estereotipado". Apesar de ter considerado o álbum como "desigual" que tenta equilibrar o desejo de um disco "esquisito" — como Grande disse, Petridis sentiu que "o mundo poderia usar mais música pop tão imaginativa quanto os destaques de Sweetener".[33] Com a mesma classificação, Kate Solomon, do The Independent, concluiu em sua resenha que "muitas vezes inesperado, às vezes de um jeito bom, é um álbum de uma artista em fluxo – tentando seguir adiante enquanto reluta em abandonar completamente as ideias antigas".[34]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Sweetener entrou em diversas listas compilando os melhores álbuns de 2018 realizadas por diferentes publicações. A revista Billboard elegeu-o o melhor do ano numa coletânea com cinquenta projetos, definindo-o como "um corpo de trabalho coeso e pessoal" que "sucintamente arquivou [um] período fundamental na vida de Grande da maneira que apenas um álbum poderia — através de sua dor e ansiedade, seja apaixonada ou não, o CD (...) permitiu seus fãs verem que é possível tropeçar e ferir e ainda emergir mais forte e mais confiante do que nunca".[42] Numa matéria especial para a MTV onde elegeu o álbum como uns dos mais notórios do ano, Terron Moore escreveu que ele entrou na mesma "realeza" de Teenage Dream (2010), de Katy Perry, e 1989 (2014), de Taylor Swift: "corpos de trabalho plenamente realizados que são confiantes, experientes [e] tão plenos do tempo que se tornam atemporais por conta própria".[43] A Entertainment Weekly considerou-o o segundo melhor, com o colunista Alex Suskind escrevendo que ele "combina a voz inimitável de Grande com as baterias soluçantes e batidas que atravessam gêneros de Pharrell Williams e os riffs limpos de Max Martin" resultando num "mundo lindo e minimalista que acaba com o sabor amargo" e no "projeto mais complexo [de Grande] até a data".[44] A Vice o ranqueou na terceira posição dentre os cem melhores do ano; Lauren O'Neil deduziu que "o estilo [musical] distinto de Grande — furtivo e doce, mas sempre direto, muito como a própria — faz de Sweetener uma audição tão agradável [e] muita de sua personalidade está alinhada dentro do álbum".[45] Posicionando-o na mesma colocação numa lista com 50 projetos, Julia Grey, do portal Stereogum, escreveu que o trabalho "parece como um momento divisor de águas, lançado quando Grande era um ímã para polêmicas, quando todo mundo estava ouvindo".[46] A Complex o elegeu como o quarto melhor de 2018, com a colunista Carolyn Bernucca argumentando que a cantora "sempre fez músicas boas, mas com Sweetener, ela finalmente nos deu um álbum que é realmente dela".[47]

A Rolling Stone o colocou na quinta posição dos 50 melhores do ano, com um editor comentando que o produto "transforma os limões mais azedos na limonada mais deliciosa".[48] No catálogo com os 20 melhores álbuns pop de 2018, a revista posicionou-o na segunda colocação.[49] A britânica Dazed considerou o produto o sexto melhor dentre 20, sendo adjetivado por Kemi Alemoru como "viciante como açúcar refinado".[50] O jornalista Jon Pareles, do The New York Times, colocou Sweetener na sétima posição de sua lista dos dez melhores discos do período e escreveu que "faixas elaboradas porém insistentemente esqueléticas permitem que os vocais [da cantora] se provoquem, ataquem, se movam contra a pressão, floresçam dentro de harmonias e gozem de satisfação".[51] A Pitchfork elegeu-o como o 11º melhor disco do ano dentre 50, com Alex Frank escrevendo que "por baixo das margens suaves e do brilho pop compatível com streaming, há também [no álbum] um sentimento profundo de graça, crescimento e auto-expressão" e concluindo: "Se Sweetener não foi suficiente para levantar o pop em 2018, foi — para nós que procuramos nossa própria salvação dentro do gênero — uma adrenalina causada pelo açúcar muito necessária".[52] A publicação Spin colocou Sweetener na posição de número 15 entre os 51 melhores álbuns de 2018, com Matthew Ramirez escrevendo que "Grande (...) jogou-se de cabeça no amor e na música, e recompensou os ouvintes com sentimentos de libertação feliz, descuidada e imprudente no estilo 'dane-se'".[53] O periódico britânico The Guardian o considerou o vigésimo melhor álbum de 50, com um editor escrevendo que a intérprete "vai além dos limites" nele.[54] Para a Slant Magazine, que reuniu 25 trabalhos lançados em 2018, Sweetener foi o 21º melhor, sendo descrito pelo jornalista Paul Schrodt como uma "revelação para uma artista de 25 anos que, no passado, parecia ser cercada ao gravar via comitê [de terceiros]".[55] A NME o colocou no mesmo posto em seu catálogo com 100 discos, com Gary Ryan o adjetivando de "som de uma heroína pop dizendo 'negócios, como sempre' em meio a uma tempestade".[56]

A National Public Radio (NPR) posicionou o álbum na 22ª colocação entre os 50 melhores de 2018, com Lyndsey McKenna escrevendo que o produto "oferece intimidade" e se preserva "em toda a sua complexidade".[57] Sweetener foi selecionado pelo portal PopMatters o 46º melhor álbum de 2018 entre setenta, com Jon Lisi descrevendo-o como "o álbum mais pessoal de Grande até a data, relatando os altos e baixos que a moldaram nesses últimos anos".[58]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

"No Tears Left to Cry" venceu o prêmio de Best Pop nos MTV Video Music Awards de 2018, recebendo outras quatro indicações incluindo a de Video of the Year, com Grande sendo também nomeada em Artist of the Year.[59] Na edição japonesa da cerimônia, obteve o troféu de Best Female Video – International.[60] A obra foi duplamente indicada na francesa NRJ Music Awards, em Chanson Internationale de l'Année e Clip de l'Année, não conquistando nenhum, porém a artista recebeu o de Artiste Féminine Internationale de l'Année.[61] Nos People's Choice Awards de 2018, a canção supracitada foi nomeada em Song of the Year e Music Video of the Year, Sweetener constou na categoria Album of the Year, e a cantora foi indicada em Female Artist of the Year, novamente sem sucesso.[62] Sweetener conquistou duas indicações nos Grammy Awards de 2019, em Best Pop Vocal Album e Best Pop Solo Performance, esta última pelo single "God Is a Woman".[63]

Singles[editar | editar código-fonte]

O primeiro single do disco, "No Tears Left to Cry", estava previsto para ser lançado em 27 de abril de 2018, porém teve seu lançamento antecipado em uma semana por coincidir com o do álbum Beerbongs & Bentleys, do seu colega de gravadora Post Malone.[64] A canção foi bem recebida por críticos musicais, que elogiaram sua produção e os vocais da cantora,[65] e obteve um desempenho comercial positivo, liderando as tabelas da Austrália e atingindo as dez primeiras em diversos outros países, como Alemanha, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido, Suécia e Suíça;[66][67][68] nos Estados Unidos, estreou na terceira colocação da Billboard Hot 100 e rendeu a Grande sua nona canção a listar-se nas dez primeiras colocações da tabela, bem como sua maior estreia juntamente com "Problem", de 2014.[69] O vídeo musical correspondente, dirigido por Dave Meyers, foi lançado em conjunto com a faixa e retrata a intérprete cantando a faixa em diversos cenários com ilusões de ótica, mudando de ângulos por várias vezes e virando de cabeça para baixo.[70] A gravação foi elogiada pela crítica, prezando seus visuais, e marcou a melhor estreia diária e semanal da cantora no YouTube até então, recebendo 15.2 milhões de visualizações em seu primeiro dia e 51.2 milhões na primeira semana.[71][72]

"God Is a Woman" seria originalmente lançada como o segundo single em 20 de julho de 2018,[73] mas teve seu lançamento antecipado em uma semana, para o dia 13.[74] "Breathin" foi lançada como terceiro e último single do álbum em 18 de setembro de 2018, com o vídeo correspondente lançado em 7 de novembro.

Promocionais[editar | editar código-fonte]

O primeiro single promocional, "The Light Is Coming", que conta com participação da rapper trinidiana Nicki Minaj, foi lançado dia 20 de junho de 2018, juntamente com a pré-venda do álbum.[19]

Divulgação[editar | editar código-fonte]

Grande disponibilizou diversos produtos em sua loja virtual nos quais os fãs dos Estados Unidos teriam direito a uma cópia do disco e também a acesso à pré-venda dos ingressos futura turnê do disco.[75] Uma tática similar foi aplicada a partir de 23 de agosto de 2018 no Snapchat, onde foi adicionado um filtro com uma máscara de cores pastel com o título do disco e a faixa "Breathin" tocando ao fundo, que poderia ser comprada através do próprio aplicativo, e também garantia acesso à pré-venda de ingressos, válida para fãs de todo o mundo.[76]

A primeira performance ao vivo de "No Tears Left to Cry" ocorreu no no dia de seu lançamento, durante o show do DJ norueguês Kygo no Coachella Valley Music and Arts Festival, realizado no Empire Polo Club em Indio, Califórnia.[77] A primeira apresentação televisionada ocorreu no dia 1º de maio durante o programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon,[17] com uma segunda interpretação no mesmo programa, realizada com o apresentador Jimmy Fallon e a banda The Roots e usando o Nintendo Labo e Switch como instrumentos, ocorrendo no dia 15.[78] No dia 4 de maio, uma apresentação foi feita no evento YouTube Brandcast, juntamente com "Side to Side" e "Dangerous Woman", faixas de seu álbum anterior.[79] Grande abriu os Billboard Music Awards de 2018 com uma performance de "No Tears Left to Cry" caracterizada com uma tiara em seu cabelo, um mini-vestido preto, longas meias pretas e botas de cano alto com saltos-altos, com o cenário tendo uma série de colunas e arcos recebendo projeções de tijolos e nuvens.[80]

Grade participou do festival Wango Tango, realizado em 2 de junho de 2018 no Banc of California Stadium em Los Angeles, Califórnia, onde cantou faixas lançadas anteriormente de sua discografia, além de "No Tears Left to Cry", e realizou a primeira apresentação de "The Light Is Coming", interpretando pequenos trechos.[81][82] No dia 7 de agosto, Grande realizou uma "festa do pijama" para fãs em Los Angeles, apresentando algumas canções do álbum e posteriormente dando uma entrevista para o The Zach Sang Show.[83][84] A cantora participou do segmento "Carpool Karaoke" do programa The Late Late Show with James Corden, exibido em 15 de agosto, onde apresentou os singles do disco além de "Side to Side" e uma regravação de "It's All Coming Back to Me Now", de Celine Dion.[85] A artista interpretou "God Is a Woman" nos MTV Video Music Awards de 2018, realizado em 20 de agosto, recriando a Última Ceia com uma coreografia lenta e elaborada acompanhada por 50 dançarinas. Ela usou um mini-vestido dourado e botas de cano alto, ficando junto com o grupo na frente de diversas colunas e o cenário com projeções cósmicas. No final da performance, Grande andou de mãos dadas pelo palco com sua mãe, Joan, sua avó, Marjorie, e sua prima, Lani.[86] Dois dais depois, a intérprete concedeu uma entrevista para o programa Good Morning America e cantou uma versão acústica de "God Is a Woman".[87]

Turnê[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Sweetener World Tour

Em 8 de agosto de 2018, Grande anunciou três concertos promocionais, intitulados The Sweetener Sessions, agendados em teatros em Nova Iorque no dia 20 — logo após os MTV Video Music Awards —, Chicago no dia 22 e Los Angeles no dia 25, com a venda de ingressos disponibilizada exclusivamente para membros da American Express.[88] Na entrevista para o Good Morning America, a cantora confirmou que datas da futura turnê em apoio a Sweetener seriam divulgadas em breve, estando prevista para começar em fevereiro de 2019.[87] A Sweetener World Tour, como foi intitulada, foi oficialmente anunciada em 25 de outubro de 2018 no Twitter da cantora com 42 concertos agendados em arenas na América do Norte, começando em 18 de março de 2019 no Times Union Center em Albany, Nova Iorque, e terminando em 18 de junho seguinte no Madison Square Garden em Nova Iorque, ambas nos Estados Unidos.[89] Com a alta demanda, novas apresentações foram acrescentadas, totalizando 51 apresentações e concluindo-se em 26 de junho na Scotiabank Arena em Toronto, Canadá.[90]

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

N.º TítuloCompositor(es)Produtor(es) Duração
1. "Raindrops (An Angel Cried)"  Bob GaudioIlya, Max Martin 0:37
2. "Blazed" (com Pharrell Williams)Pharrell WilliamsWilliams 3:16
3. "The Light Is Coming" (com Nicki Minaj)Williams, Onika Maraj, Ariana GrandeWilliams 3:48
4. "R.E.M"  WilliamsWilliams 4:05
5. "God Is a Woman"  Grande, Max Martin, Savan Kotecha, Rickard Göransson, Ilya SalmanzadehIlya 3:17
6. "Sweetener"  Williams, GrandeWilliams 3:28
7. "Successful"  WilliamsWilliams 3:47
8. "Everytime"  Grande, Kotecha, Salmanzadeh, MartinIlya, Martin 2:52
9. "Breathin"  Grande, Salmanzadeh, Kotecha, Peter SvenssonIlya 3:18
10. "No Tears Left to Cry"  Grande, Martin, Salmanzadeh, KotechaMartin, Ilya 3:25
11. "Borderline" (com Missy Elliott)Williams, Melissa ElliottWilliams 2:57
12. "Better Off"  Tommy Brown, Chauncey Hollis, Brian Malik Baptiste, Kim "Kaydence" Krysiuk, GrandeHit-Boy, Brown, Baptiste 2:51
13. "Goodnight n Go"  Brown, Charles Anderson, Michael Foster, Grande, Victoria McCantsBrown, Anderson, Foster 3:09
14. "Pete Davidson"  Grande, Brown, Anderson, McCantsBrown, Anderson 1:13
15. "Get Well Soon"  Williams, GrandeWilliams 5:22
Duração total:
47:25
Notas
  • Todas as canções, exceto "R.E.M" e "God Is a Woman", são estilizadas em letra minúscula.
  • "God Is a Woman" é estilizada como "God is a woman".
  • "R.E.M" e "Sweeetener" possuem vocais adicionais de Pharrell Williams.
  • "Goodnight n Go" contém amostras de "Goodnight and Go", composta e interpretada por Imogen Heap.

Créditos[editar | editar código-fonte]

Todo o processo de elaboração de Sweetener atribui os seguintes créditos:[91]

Gestão

Locais de gravação

Produção

Desempenho nas tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Douglas Greenwood (17 de agosto de 2018). «Ariana Grande – 'Sweetener' review». NME (em inglês). IPC Media. Consultado em 17 de agosto de 2018 
  2. a b c Neil McCormack (17 de agosto de 2018). «Ariana Grande, Sweetener review: Out of the darkness came sweetness». The Daily Telegraph. Telegraph Media Group. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  3. Elias Leight (17 de agosto de 2018). «Ariana Grande's 'Sweetener' Proves That Trap Is the New Pop». Rolling Stone (em inglês). Wenner Media LLC. Consultado em 23 de agosto de 2018 
  4. «Top 40/M Future Releases» (em inglês). All Access. All Access Music Group. Consultado em 18 de setembro de 2018 
  5. Christina Lee (13 de novembro de 2016). «Ariana Grande Is Already Working On Her Fourth Album». Idolator (em inglês). SpinMedia. Consultado em 19 de abril de 2018 
  6. Madeline Roth (14 de novembro de 2016). «Ariana Grande's Been So 'Inspired' That She Already Made Her Next Album». MTV (em inglês). Consultado em 19 de abril de 2018 
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