Reputation

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Reputation
Álbum de estúdio de Taylor Swift
Lançamento 10 de novembro de 2017 (2017-11-10)
Gravação 2016–17
Estúdio(s) MXM Studios
(Estocolmo; Los Angeles, Califórnia)
Seismic Activities Studios
(Portland, Oregon)
Tree Sounds Studios
(Atlanta, Geórgia)
Conway Studios
(Los Angeles, Califórnia)
Rough Customer Studio
(Brooklyn, Nova Iorque)
Gênero(s) Pop, synthpop, electropop
Duração 55:38
Idioma(s) Inglês
Formato(s) CD, download digital, vinil
Gravadora(s) Big Machine
Produção Taylor Swift (também exec.), Max Martin, Shellback, Ali Payami, Ilya, Jack Antonoff, Oscar Görres, Oscar Holter
Cronologia de Taylor Swift
1989
(2014)
Singles de Reputation
  1. "Look What You Made Me Do"
    Lançamento: 25 de agosto de 2017 (2017-08-25)
  2. "...Ready for It?"
    Lançamento: 24 de outubro de 2017 (2017-10-24)
  3. "End Game"
    Lançamento: 14 de novembro de 2017 (2017-11-14)
  4. "New Year's Day"
    Lançamento: 27 de novembro de 2017 (2017-11-27)
  5. "Gorgeous"
    Lançamento: 1 de dezembro de 2017 (2017-12-01)[1]

Reputation (estilizado como reputation) é o sexto álbum de estúdio da cantora estadunidense Taylor Swift. O seu lançamento ocorreu em 10 de novembro de 2017, através da Big Machine Records. Com a produção executiva de Swift, o projeto foi gravado entre 2016 e 2017 em estúdios situados nos Estados Unidos e na Suécia, sendo produzido pela própria artista em conjunto com Max Martin, Shellback, Ali Payami, Ilya, Jack Antonoff, Oscar Görres e Oscar Holter. Musicalmente, o disco é derivado dos gêneros pop, synthpop e electropop, incorporando elementos de gêneros como hip hop, trap e EDM e, liricamente, apresenta temas introspectivos, emotivos e amorosos, com canções como "I Did Something Bad" tendo um tom de vingança e percebidas referências à mídia. O cantor inglês Ed Sheeran e o rapper estadunidense Future são os dois artistas convidados do projeto, e participam da faixa "End Game".

Reputation recebeu análises positivas de críticos musicais, que elogiaram a progressão sonora de Swift e suas habilidades líricas, além da produção e do conteúdo lírico do álbum, constando em diversas listas compilando os melhores álbuns de 2017. Comercialmente, estreou no topo das tabelas musicais de países como Austrália, Canadá, Escócia, Irlanda, Nova Zelândia, Reino Unido e Suíça, listando-se entre os dez mais comprados em uma série de territórios. Nos Estados Unidos, tornou-se o quinto da intérprete a liderar a Billboard 200 e o seu quarto consecutivo a estrear com mais de um milhão de cópias, com 1.238 milhões de unidades vendidas — convertendo-se também no mais vendido do ano e no com melhor número de vendas semanais desde 2015. Mundialmente, estreou com 2 milhões de cópias vendidas.

O primeiro single do disco, "Look What You Made Me Do", tornou-se o quinto número da cantora na Billboard Hot 100 e a sua primeira liderança na UK Singles Chart, atingindo também o topo das paradas da Austrália, Canadá e Nova Zelândia, com seu vídeo musical, dirigido por Joseph Kahn, quebrando o recorde de mais visto nas primeiras 24 horas, obtendo um total de 43.2 milhões de visualizações. A segunda faixa de trabalho, "...Ready for It?", debutou na quarta colocação da Billboard Hot 100 e atingiu as dez primeiras em outras tabelas, enquanto o terceiro foco promocional, "End Game", tornou-se a 75.ª entrada de Swift no gráfico supracitado. Um quarto single, "New Year's Day", foi enviado para rádios country. Em divulgação a Reputation, Swift dará início à Reputation Stadium Tour em 8 de maio de 2018 no University of Phoenix Stadium em Glendale, Arizona, Estados Unidos, encerrando-se em 9 de novembro do mesmo ano no Mount Smart Stadium em Auckland, Nova Zelândia, percorrendo estádios na América do Norte, Europa e Oceania.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

O quinto álbum de Swift, 1989, foi lançado em 27 de outubro de 2014, conquistando uma recepção crítica favorável e vendendo mais de 8.6 milhões de cópias mundialmente durante 2014, ano no qual tornou-se o mais vendido, eventualmente ultrapassando a marca de dez milhões de exemplares comercializados.[2][3][4] 1989 deu a Swift seu segundo Grammy Award de Album of the Year, tornando-a a primeira cantora a conseguir este feito,[5][6] e diversos outros prêmios pelo planeta, além de ter sido considerado o melhor álbum de 2014 pelas revistas Billboard[7] e Cosmopolitan.[8] A turnê em divulgação ao disco, intitulada The 1989 World Tour, iniciou-se em 5 de maio de 2015 em Tóquio, Japão e terminou em 12 de dezembro do mesmo ano em Melbourne, na Austrália, recebendo análises positivas da mídia especializada, que a descreveu como "épica" e elogiou a presença de palco da artista e o repertório escolhido,[9] e uma recepção comercial positiva, com mais de dois milhões de ingressos vendidos de um total de 85 concertos esgotados. Um total de US$ 250.7 milhões foram arrecadados, fazendo da digressão a mais bem sucedida da carreira da intérprete e do ano de 2015, bem como a quarta da história para uma artista feminina.[10]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Em 18 de agosto de 2017, Swift apagou todas as publicações de suas contas em redes sociais, além de colocar um fundo preto em sua página oficial.[11] Alguns dias depois, a cantora publicou uma série de pequenos vídeos que viriam a formar uma cobra,[12] os quais foram interpretados pela mídia como uma referências aos seus desentendimentos com Kanye West, Katy Perry, Calvin Harris e Kim Kardashian no ano anterior.[13] Com isto, fãs e jornalistas especularam que Swift estava prestes a anunciar seu futuro sexto álbum.[11][14] A intérprete anunciou o álbum oficialmente em 23 de agosto de 2017 através do Instagram juntamente com sua capa, confirmando também o lançamento para 10 de novembro daquele ano.[12][15][16] Em 7 de novembro seguinte, a agência de noticias Bloomberg informou que o álbum não seria disponibilizado nas plataformas de streaming por um período de tempo indeterminado, ficando disponível apenas nos formatos físico e digital.[17] Mais tarde, no mesmo dia, após a lista de faixas do álbum ter sido publicada de forma não autorizada na Internet, Swift divulgou-a oficialmente nas redes sociais, revelando a participação do cantor inglês Ed Sheeran e do rapper estadunidense Future na faixa "End Game".[18][19] Reputation foi lançado na plataforma de streaming Tidal em 27 de novembro de 2017,[20] sendo disponibilizado nas demais plataformas quatro dias depois, em 1º de dezembro de 2017.[21]

Para evitar que o álbum fosse divulgado ilegalmente, a equipe de Swift alterou o lançamento do disco em diversos países, seguindo os seus respectivos fusos horários em relação aos Estados Unidos.[22] Apesar disso, o projeto caiu na Internet doze horas antes de sua distribuição oficial.[23] A edição de Reputation vendida no Japão apresenta um DVD contendo o lyric video de "Look What You Made Me Do", o vídeo musical correspondente e cenas de seus bastidores,[24] enquanto a edição física no Brasil vem acompanhada de um pôster com uma foto da intérprete na frente e no verso; cinco fotos diferentes foram disponibilizadas, distribuídas aleatoriamente entre as cópias.[25] Uma versão em vinil contendo dois discos está prevista para ser lançada em 15 de dezembro de 2017 na Alemanha,[26] Austrália,[27] Canadá,[28] Estados Unidos[29] e Reino Unido.[30] Uma sessão de audição secreta do disco foi realizada por Swift em sua casa em Londres no dia 13 de outubro de 2017, na qual ela mostrou o álbum por completo para cem fãs selecionados de todo o mundo — os quais ela já vinha acompanhando por um tempo nas redes sociais.[31] Outros eventos do tipo ocorreram nas residências da cantora em Rhode Island, Nashville e Los Angeles, com a última contando também com a presença de Jack Antonoff, Alana Haim e Ruby Rose.[32][33][34] Um vídeo compilando trechos de todas as sessões foi divulgado em 7 de novembro de 2017 no canal de Swift no YouTube.[35] No dia do lançamento de Reputation, 126 rádios pop e hot AC da iHeartRadio tocaram uma faixa do disco a cada hora. Cada canção foi introduzida pela própria Swift, que contou também bastidores da produção do álbum.[36] Segundo a Billboard, mais de um milhão de mensagens no Twitter relacionadas a Reputation foram feitas em 24 horas, num período iniciado três horas antes de seu lançamento.[37]

Capa e encarte[editar | editar código-fonte]

A capa de Reputation foi fotografada pela dupla Mert and Marcus em Londres.[38] A foto mostra Swift usando um suéter cinza e uma gargantilha, com manchetes de jornais repetindo seu nome localizadas no lado direito da foto.[39] A fonte usada para as manchetes é similar à do The New York Times.[40] Uma edição especial do produto foi comercializada pela Target nos Estados Unidos e pelo Walmart no Canadá e inclui duas edições de uma revista homônima de 72 páginas, ambas contendo poesias, pinturas, fotos pessoais, letras e um pôster exclusivo da cantora, além de fotos dos bastidores do vídeo musical de "Look What You Made Me Do".[41][42][43] A foto da capa de Reputation Vol. 1 foi tirada por Mert and Marcus, enquanto a do Vol. 2 foi fotografada por Benny Horne e apresenta a cantora numa jaqueta militar desenhada por Marc Jacobs, avaliada em 1500 dólares.[44] Para a primeira sessão, Swift contratou o estilista Joseph Cassell, o cabeleireiro Paul Hanlon, a maquiadora Isamaya Ffrench e a manicure Lorraine Griffin, enquanto os profissionais contribuintes na segunda foram o estilista Cassell, a cabeleireira Jemma Muradian, a maquiadora Lorrie Turk e a manicure Kimmie Kyees.[44]

No prólogo que acompanha o CD, Swift aborda a exposição e o escrutínio da mídia que enfrentou desde o início de sua carreira, tanto quanto em seu lado musical quanto pessoal, e incentiva seus fãs a não acreditarem em rumores sobre ela, dizendo que "talvez um dia encontraremos essa pessoa e nos sentiremos bobos por termos acreditado em fofocas sem fundamento".[45] A cantora avalia que "no lado bonito e amável [da exposição da mídia], fui muito sortuda em fazer música para uma vida e olhar para multidões de pessoas amáveis e vibrantes" e "no outro lado da moeda, meus erros foram usados contra mim, minhas mágoas foram usadas como entretenimento e minhas composições foram banalizadas como 'super exageradas'", concluindo: "Nós achamos que conhecemos alguém, mas a verdade é que nós apenas conhecemos a versão delas que escolheram nos mostrar. Não haverá maiores explicações. Haverá apenas reputação".[45] Em um poema intitulado "Why She Disappeared" ("Por que ela desapareceu"), contido em uma das revistas Reputation, a intérprete comenta seu afastamento da mídia nos meses antecedentes ao lançamento do disco.[46]

Composição[editar | editar código-fonte]

Temas e influências na composição[editar | editar código-fonte]

O bombástico, inesperado e sutilmente poderoso Reputation é muitas coisas ao mesmo tempo: o primeiro álbum em que Swift diz palavrões (as interjeições amenas de discos anteriores não contam); o primeiro álbum em que ela fala de bebidas alcoólicas (e repetidamente, aliás); e o veículo para suas canções mais escancaradas sobre seu papel como agente sexual. Swift já tem 27 anos, e as coisas que ela costumava se negar — ao menos nas canções — ficaram no passado.

—Jon Caramanica, do The New York Times.[47]

Para Reputation, Swift trabalhou principalmente com duas equipes: uma dos produtores suecos Max Martin e Shellback, e outra do produtor e guitarrista da banda fun., Jack Antonoff, com os quais havia desenvolvido boa parte de 1989.[48][49] Além deles, apenas outros três produtores são creditados: Ali Payami — com quem também havia colaborado em seu projeto anterior — Oscar Görres e Oscar Holter.[49] A cantora atribuiu esta decisão à sua sensação de "sentir-se versátil o suficiente para matar 1989, e tentar algo novo", avaliando que "não havia nenhum jeito de eu fazer algo minimamente similar a 1989 e parecer eficaz".[48] Musicalmente, Reputation foi descrito como a continuidade e a afirmação da transição de Swift do country para o pop, iniciada em seu trabalho anterior.[50][51][52] Greg Kot, do jornal Chicago Tribune, o descreveu como "mais uma mudança, desta vez para o pop eletrônico",[52] enquanto Neil McCormick, do The Telegraph, o considerou "pop armado e impetuoso",[53] e Rob Sheffield, da Rolling Stone, declarou que "Reputation se constrói no synthpop de 1989".[50] Entretanto, ao contrário deste último, estruturado principalmente com o uso de guitarras e sintetizadores, Reputation contém novos elementos estilísticos, como batidas trap, EDM "de Vegas", sintetizadores "melancólicos", "borrifadas" de Miami bass e toques de hip hop.[54] Suas canções são predominantemente eletrônicas e empregam principalmente o uso de sintetizadores, com algumas possuindo influências do R&B contemporâneo e outras tendo uma atmosfera mais acústica, adotando uma estrutura musical mais simples.[54][55] Ed Sheeran e Future são os artistas convidados do projeto, participando da canção "End Game".[49]

Na época do lançamento do single inicial "Look What You Made Me Do", que possui um tom de vingança, jornalistas especularam que Reputation poderia ser um álbum com letras direcionadas aos detratores de Swift e a mídia, que ao longo de sua carreira entretinha o público com matérias difamatórias em relação aos namoros da cantora e seus desentendimentos com outros artistas.[45][50] Embora tenha canções com tom vingativo e percebidas referências à mídia — como "I Did Something Bad", "This Is Why We Can’t Have Nice Things" e a supracitada "Look What You Made Me Do" — o álbum apresenta um tom lírico diferente, lidando com aspectos emotivos, introspectivos e amorosos; Sheffield comentou que ele é "um álbum cheio de canções amorosas adultas a sós", descrevendo-o como o mais íntimo de Swift até a data e como "um ciclo de canções sobre como é quando você para de perseguir o romance e começa a deixar sua vida acontecer".[50] O disco é composto por quinze faixas que, segundo a artista, formam uma linha de tempo linear, começando com a forma de como ela se sentia quando começou a trabalhar nele, e transitou para a forma como se sente agora.[56] Para Roisin O'Connor, do The Independent, "cada uma das quinze músicas de reputation falam sobre como ela [Swift] é percebida pelas pessoas que a conhecem e pelas pessoas que não a conhecem" e, nele, a musicista reconhece que "até os mais próximos a ela terão diferentes ideias".[57] Outros resenhistas argumentaram que o álbum apresenta um contraste entre a antiga e a nova personalidade de Swift e também letras sobre assuntos até então inéditos em sua discografia, como o consumo de álcool, o sexo de uma maneira mais explícita e o uso de palavras de baixo calão.[58][47] Vocalmente, Reputation possui produção adicional de Ilya em "End Game" e também apresenta uma mudança em relação aos trabalhos anteriores de Swift, com ela adotando o inglês vernáculo afro-americano e fazendo o uso de rap em algumas canções.[49][59] A respeito de artistas, Rihanna e Kanye West foram notados por Richard He, da revista Billboard, e por Andrew Guttadaro, do site The Ringer, como influências em "...Ready for It?", e Lorde foi apontada por Geoff Nelson, do portal Consequence of Sound, como uma influência em "I Did Something Bad".[60][61][59]

Conteúdo e estrutura musical[editar | editar código-fonte]

O cantor inglês Ed Sheeran (esquerda) e o rapper estadunidense Future (direita) participam da segunda faixa de Reputation, "End Game".

O disco abre com "...Ready for It?", uma canção dos gêneros electropop e pop industrial com orientação pop,[61][62][63] inspiração eletrônica[64] e elementos de tropical house, dubstep e trap.[65][66][67] A faixa apresenta fortes sintetizadores, um bass drop,[68] caixas de ritmos e linhas interpretadas por Swift na forma de rap.[61][69] A letra retrata as fantasias da artista sobre um rapaz descrito por como um "assassino" que teve diversos relacionamentos e é "mais jovem que seus exes", mas "age como um homem".[70][66] A cantora afirmou que a música "apresenta uma metáfora presente também no resto do álbum, que é um tipo de metáfora estilo Crime e Castigo", sendo descrita por ela como "basicamente sobre encontrar seu próprio parceiro no crime".[48] A segunda obra "End Game" apresenta a participação do cantor inglês Ed Sheeran e do rapper estadunidense Future, e é uma canção que musicalmente deriva do R&B e incorpora o hip hop, contendo raps de Sheeran e Future, intercalados com linhas de Swift, que profere versos como "Eu juro que não amo o drama / É ele quem me ama" e "Grande reputação, grande reputação, eu e você temos grandes reputações".[nota 1][71] A letra refere-se a sonhos sobre fugas românticas.[72] Derivada do dubstep e com influências trap,[51][73] "I Did Something Bad" foi escrita ao piano, com a ideia para sua concepção surgindo em um sonho de Swift, que a descreveu para o produtor Max Martin para que ele desenvolvesse a ideia na faixa.[48] A letra trata da posição de Swift como celebridade em relação à mídia, com a intérprete retratando algumas das narrativas sobre ela criada pelos tabloides.[74] A faixa foi notada por ser a primeira em que a cantora profere palavras de baixo calão, nomeadamente na linha "Se um homem fala besteira, não devo nada a ele / Não me arrependo de nada / Porque ele sabia o que estava por vir".[nota 2][75] Após do refrão, há uma demonstração vocal, que é a voz de Swift com tons mais baixos. Esta parte foi criada por Martin, com base em um gancho que a cantora tinha em mente.[48] Na ponte, usando o Auto-Tune em sua voz, ela profere: "Eles estão queimando todas as bruxas mesmo se você não for uma / Então me acenda, me acenda, vá em frente e me acenda".[nota 3][74]

Trecho de 30 segundos de "End Game", que conta com a participação do cantor inglês Ed Sheeran e do rapper estadunidense Future. Musicalmente, deriva do R&B, incorporando o hip hop.

Trecho de 30 segundos do refrão "I Did Something Bad". As demonstrações vocais que se ouvem nos últimos onze segundos são a voz de Swift com tom alterado.

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"Don't Blame Me", a quarta música, foi descrita como "gótica" e "obscura" e apresenta influências gospel e instrumentação "grande e impetuosa", sendo comparada com trabalhos de Hozier e Rag'n'Bone Man.[76][57] Nela, Swift canta "Minha droga é o meu amor / Eu vou usá-la pelo resto da vida".[nota 4][76] A quinta faixa "Delicate" possui um ritmo moderado, batidas eletrônicas "em cascata", e o uso de vocoder que, segundo a musicista, dá à faixa um som "emotivo" e "vulnerável".[59][55][48] Sua letra fala sobre dar muito de si para alguém que você ainda está conhecendo, e foi descrita como uma história de amor que se passa contra os destroços da imagem pública de Swift, notavelmente na linha "Minha reputação nunca esteve tão pior / Então você deve gostar de mim pelo o que eu sou".[nota 5][57][73] A sexta canção, "Look What You Made Me Do", foi descrita como um híbrido de dance-pop, electroclash, electropop e pop.[77][78][79] Inicialmente escrita como um poema, ela fala "sobre perceber que você não podia ter confiado em certas pessoas, mas também perceber que você aprecia as pessoas em quem você pode confiar", de acordo com a artista.[48] Referências ao desentendimento de Swift com o rapper Kanye West foram notadas na canção, mais precisamente em linhas como "Eu não gosto dos seus joguinhos / Não gosto do seu palco inclinado / Do papel de boba que você me fez passar, não, eu não gosto de você".[nota 6][80][77] No refrão, a cantora repete várias vezes o título da canção usando o mesmo ritmo de "I'm Too Sexy", do grupo britânico Right Said Fred.[81] Na ponte, ela declara: "Desculpe, a antiga Taylor não pode atender agora. Por quê? Porque ela está morta".[nota 7][49] "So It Goes" é uma canção trap-pop que fala sobre sexo, e recebeu comparações com "I Don't Wanna Live Forever", colaboração de Swift com o cantor Zayn.[82][83] "Gorgeous" foi descrita como uma canção pop "agradável para as rádios" e foi comparada com "Blank Space", lançada em 2014 pela própria artista.[84][85] A faixa se inicia com a voz de um bebê — James Reynolds, filha do casal Blake Lively e Ryan Reynolds — e retrata a "busca por um par romântico irritante", descrito por Swift como "maravilhoso".[49][86]

A nona obra "Getaway Car" deriva do synthpop e foi comparada com "Style", da própria cantora, e com trabalhos de Carly Rae Jepsen e Bonnie Tyler.[57][73] A letra retrata o momento em que alguém sai de um relacionamento e inicia outro.[47] "King of My Heart" é uma balada eletrônica com um som dos anos 1980, apresenta uma batida semelhante à de "Take Me Home", de Phil Collins, efeitos computadorizados na voz de Swift no refrão,[55][73][87] e foi estruturada de modo que cada seção da canção representasse uma fase diferente de um relacionamento, com as seções ficando cada vez mais profundas e rápidas à medida que a faixa progride.[48] Sua letra fala do amor de Swift por seu atual parceiro, em linhas como "Todos os garotos e seus carros caros, com suas Range Rovers e Jaguars, nunca me levaram para onde você me leva".[nota 8][87] "Dancing with Our Hands Tied" é uma obra com tons EDM e fala sobre namorar e se apaixonar por alguém em meio a escândalos na mídia.[73] A décima segunda música, "Dress", é uma canção de andamento lento influenciada pelo R&B e apresenta vários trechos compostos cerca de um ano antes por Swift.[76][48] A letra aborda o sexo de maneira mais aberta, tendo sido descrita como a mais sensual da artista até a data e a que traz, finalmente, seu lado sensual à tona, com o trecho "Comprei esse vestido para que você pudesse tirá-lo"[nota 9] tendo sido destacado por vários críticos.[88][89] Jornalistas consideraram que "This Is Why We Can't Have Nice Things" se tratava da relação de Swift com West, nomeadamente nas letras "Foi tão legal sermos amigos de novo / Lá estava eu lhe dando uma segunda chance / Mas você me apunhalou pelas costas enquanto eu apertava a sua mão".[nota 10][87] A penúltima faixa "Call It What You Want" é uma balada electropop de ritmo moderado que, para a intérprete, é a que melhor representa seu estado emocional atual.[90][48] Reputation termina com "New Year's Day", uma balada guiada por piano que explora o outro lado do romantismo de um beijo de Ano Novo, e é sobre como a pessoa que fica com você até o dia seguinte para "lhe dar Advil e limpar a casa" é a que mais importa.[91][48]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Crítica profissional[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Pontuações agregadas
Fonte Avaliação
Metacritic (71/100)[92]
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Consequence of Sound (D+)[59]
Entertainment Weekly (B)[76]
Rolling Stone 4 de 5 estrelas.[50]
The Guardian 4 de 5 estrelas.[75]
The Independent 4 de 5 estrelas.[57]
The Telegraph 4 de 5 estrelas.[53]

Reputation foi bem recebido por críticos musicais, que elogiaram a sua produção, sua coesão e seu conteúdo lírico, enquanto também prezaram a progressão sonora de Swift e suas habilidades líricas.[93][94][95] O portal Metacritic, com base em vinte e oito resenhas recolhidas, concedeu ao projeto uma média de 71 pontos, numa escala que vai até cem, indiciando "análises geralmente positivas".[92]

Alexis Petridis, do The Guardian, entregou quatro de cinco estrelas para o álbum e opinou que Reputation "pode ser mirado em amargura e fofoca, mas as habilidades de composição da popstar e a proeza lírica são impossíveis de se negar em seu sexto álbum", notando que as canções apresentam 'Swift cortando seus últimos laços com suas raízes de Nashville a favor do estrondo e da buzina do pop com influências EDM".[75] Dando a mesma pontuação, Rob Sheffield, da Rolling Stone, escreveu que o disco "mostra o lado mais obscuro e profundo da comandante pop", acrescentando: "Como uma das melhores comandantes pop de todos os tempos, [Swift] está tentando algo novo, como sempre faz".[50] Avaliando o produto com quatro de cinco estrelas, Roisin O'Connor, do The Independent, elogiou a produção de Jack Antonoff, considerando-a essencial para o disco e comentando: "O amor [de Antonoff] pelo synthpop dos anos 1980 é o balanço perfeito ao toque dance e eletrônico de Max Martin e Shellback".[57] Randy Lewis, do Los Angeles Times, escreveu uma resenha positiva para o álbum, descrevendo-o como o mais "focado e coeso" de Swift até a data, e argumentou que estes fatores se refletiram nos poucos colaboradores escolhidos.[96]

Escrevendo para a Billboard, Jason Lipshutz avaliou o álbum de forma positiva, elogiando a progressão sonora de Swift e o afastamento de seus projetos anteriores tanto em termos líricos quanto musicais, adjetivando-o de o mais arriscado da cantora e completando: "Reputation é o seu álbum mais sonoramente ambicioso até a data, uma espécie de versão espelho mágico de 1989 com uma abordagem descontraída aos seus grandes ganchos".[51] Neil McCormick, do The Telegraph, concedeu quatro estrelas de cinco e declarou: "Reputation é uma explosão grande, impetuosa e ardente de um pop armado que combate a vulnerabilidade do coração humano, atingido pela fama do século XXI". Ele continuou: "Esse é um álbum com status de evento blockbuster, precedido por um sucesso satírico ('Look What You Mde Me Do') no qual ela provocativamente abandonou sua imagem de 'garota da casa ao lado' para algo mais glamorosamente sofisticado".[53] Concedendo uma nota B para o álbum, Leah Greenblatt, da Entertainment Weekly, elogiou as letras e a produção do disco e o comparou com trabalhos de Zayn e The Weeknd, devido às suas "linhas do baixo subterrâneas e fixações líricas em sedução, álcool, e o isolamento da fama que absorve a alma". Greenblatt concluiu: "[As canções] são um lembrete de o quão fácil Swift brilha quando está fiel ao seu DNA criativo — não a renegada destruidora que ela quer ser, mas o puro destino pop que ela não deixa de manifestar, com ou sem uma coroa".[76] Troy Smith, do jornal The Plain Dealer, disse que o álbum serve de lembrete do talento de Swift como compositora e o caracterizou como um de seus projetos mais ambiciosos até a data.[55]

Analisando o disco de forma negativa, Geoff Nelson, da Consequence of Sound, concedeu-lhe uma nota D+, o descrevendo como um "desastre distorcido e em movimento". Nelson citou os raps de Swift, o seu uso do inglês vernáculo afro-americano e sua colaboração com Future como alguns dos pontos negativos do trabalho, comentando: "Algumas das delícias e das perplexidades de Reputation está em sua falha (...) [e] parte do encanto [do álbum] está em sua densidade de falha: cada gesto soa tão pobre, cada decisão tão mal aconselhada, tantos erros soam tão inevitáveis. A falha começa a bizarramente re-humanizar Swift, movendo-a de líder de torcida de volta para a arquibancada".[59]

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Reputation foi eleito pela revista Rolling Stone o sétimo melhor álbum de 2017, com Simon Vozick-Levinson escrevendo: "Após demorar por meses, Taylor fez um retorno espetacularmente ousado com esse palácio brilhante de rancores luxuosos e batidas trap cristalinas. (...) [O álbum] acrescenta a um lembrete apontado de que sua rapidez real pode recuperar seu posto na vanguarda pop quando ela quiser".[97] O editor Rob Sheffield, da mesma revista, considerou-o o segundo melhor do ano, declarando: "Vamos aceitar, todas as Taylor querem o microfone o tempo todo, e Reputation me deixa agradecido de ter todas elas".[98] A NME o posicionou no número 31 em sua compilação com os 50 melhores, com um editor avaliando: "A antiga Taylor está morta, e sua morte prematura nos trouxe Reputation (...) o álbum mais ousado de Taylor até a data".[99] A revista People considerou Reputation o melhor álbum de 2017, com o editor Jeff Nelson escrevendo que o trabalho "reforçou uma reputação de superestrela [já existente]".[100]

Raisa Bruner, da publicação Time, elegeu o disco como o nono melhor do ano, argumentando que "as maiores músicas pop apresentam Swift retrucando seus detratores, como ela já fez antes, mas ela brilha em momentos quietos de introspecção, fornecendo um olhada no mundo desafiador de uma artista para quem a fama é uma faca de dois gumes".[101] Jon Caramanica, jornalista do The New York Times, posicionou o projeto como o quinto melhor do ano, descrevendo-o como "um impressionante álbum pop moderno de espectro completo".[102] Para o The Independent, que escolheu os 30 melhores discos de 2017, este foi o 19.º melhor, com Roisin O'Connor concluindo: "Sem dúvidas um dos álbuns mais esperados do ano, o sexto álbum de Taylor Swift, Reputation, é também um dos seus melhores, onde em certas músicas ela parece mais vulnerável do que nunca, e em outras ela parece a mais ameaçadora".[103] A revista Complex incluiu a obra na 26.ª posição de sua lista com os 40 melhores álbuns de 2017, com Brendan Klinkenberg dizendo: "[A]s primeiras canções que ouvimos primeiro são as piores e, mesmo em seu momento de mais auto-sabotagem, Swift ainda é capaz de escrever músicas pop quase perfeitas".[104]

Singles[editar | editar código-fonte]

Oficiais[editar | editar código-fonte]

O primeiro single do disco, "Look What You Made Me Do", foi lançado em 25 de agosto de 2017.[42][80] Foi recebida de forma mista por críticos, que tiveram opiniões divergentes em relação à sua produção e suas letras, notando referências ao desentendimento de Swift com Kanye West e sua esposa Kim Kardashian.[80][105][77] Obteve um desempenho comercial positivo, estreando no topo das tabelas da Austrália,[106] da Nova Zelândia[107] e do Reino Unido, onde tornou-se a primeira canção da artista a liderar a UK Singles Chart.[108] Nos Estados Unidos, tornou-se a quinta canção de Swift a liderar a Billboard Hot 100, realizando este feito com os melhores números do ano na Digital Songs (353 mil cópias) e na Streaming Songs (84.4 milhões), quebrando também um recorde feminino antes de "Hello", de Adele, na última.[109] Um lyric video produzido pela cantora e pelo diretor Joseph Kahn foi lançado em conjunto com a música na plataforma Vevo, e tem inspirações do filme Vertigo, cujos visuais foram desenvolvidos por Saul Bass.[110] A gravação foi a mais vista do tipo em 24 horas, alcançando mais de 19 milhões de visualizações no período.[111] O vídeo musical foi lançado durante os MTV Video Music Awards em 27 de agosto de 2017 e tornou-se o mais visto tanto em 24 horas na Vevo quanto no Youtube com 43.2 milhões de visualizações obtidas, quebrando os recortes anteriormente detidos por "Hello", de Adele (27 milhões), e "Gentleman", de Psy (38.4 milhões).[112][113]

"...Ready for It?" foi confirmada por Swift em seu Instagram como o primeiro single promocional de Reputation em 2 de setembro de 2017, após uma prévia ser exibida no programa Saturday Night Football, da rede televisiva ABC.[114][115][116] Lançada no dia seguinte junto com a pré-venda do disco,[114][115] a faixa atingiu a terceira colocação na Austrália, a quarta nos Estados Unidos e a sétima no Reino Unido.[117][118][119] Em 24 de outubro, a canção foi enviada oficialmente às rádios rhythmic, servindo como a segunda faixa de trabalho do disco.[120] Uma prévia de seu vídeo musical foi divulgado em 23 de outubro de 2017, com a produção completa, dirigida por Joseph Kahn, sendo lançada três dias depois, em 26 de outubro.[121]

"End Game" foi enviada para as rádios francesas em 14 de novembro de 2017, servindo como o terceiro single do disco.[122] A obra deu à cantora sua 75.ª entrada na Billboard Hot 100, atingindo a 39.ª posição como melhor.[123] Uma prévia do vídeo musical correspondente foi exibido no Good Morning America em 11 de janeiro de 2018, com o trabalho final sendo lançado à meia-noite.[124]

"New Year's Day" foi enviada para estações country estadunidenses em 27 de novembro de 2017, servindo como o quarto foco promocional do projeto, e a primeira de Swift a ser enviada para o formato em quatro anos.[125] Consequentemente, tornnou-se sua primeira canção a constar na Hot Country Songs desde "Red", em 2013, debutando na 40.ª posição.[126]

Promocionais[editar | editar código-fonte]

Em 19 de outubro de 2017, Swift anunciou que lançaria uma nova canção intitulada "Gorgeous".[127] A faixa foi disponibilizada nas plataformas digitais e serviços de streaming no dia seguinte, servindo como single promocional do disco.[128] Uma segunda gravação promocional, "Call It What You Want", foi anunciada pela cantora em 2 de novembro de 2017, através de suas redes sociais, sendo lançada no dia seguinte, junto com seu lyric video.[129][130]

Divulgação[editar | editar código-fonte]

A empresa United Parcel Service anunciou que seria a "distribuidora oficial" de Reputation.[41] Alguns caminhões da empresa, espalhados em algumas cidades dos Estados Unidos, contêm um decalque com a capa do disco. A empresa incentivou os fãs a tirarem fotos dos caminhões com uma hashtag, para garantirem uma "oportunidade melhor" de comprarem ingressos para a futura turnê do álbum.[131] Como parte de seu contrato com a AT&T, Swift produziu uma série de bastidores de várias partes mostrando a produção do álbum, intitulada "The Making of a Song".[132][133] Uma prévia da série foi divulgada em 1º de novembro de 2017 no canal da empresa no YouTube e mostrou a composição de "Gorgeous", com a produção completa sendo disponibilizada no dia 13 do mesmo mês na DirecTV e nas plataformas DirecTV Now e U-Verse.[133] Uma loja pop-up de Reputation foi lançada em Nova Iorque e ficou disponível entre 12 e 16 de novembro, na qual foram vendidas cópias do disco e produtos exclusivos.[132]

Uma apresentação de "New Year's Day" realizada por Swift foi exibida durante um comercial da série Scandal, da rede televisiva ABC, que foi transmitido à meia-noite, junto com o lançamento de Reputation, marcando a primeira performance relacionada ao disco e a primeira da cantora na televisão em três anos. A apresentação foi gravada na sessão secreta do disco realizada na casa da cantora em Rhode Island, para um público de cem fãs; a versão completa foi mostrada no dia seguinte no canal Freeform, durante a exibição do filme The Duff.[134][135] No dia do lançamento do álbum, a artista cantou versões acústicas de "Call It What You Want" e "New Year's Day" para a SiriusXM Radio, além de uma regravação de "American Girl", de Tom Petty. A primeira foi interpretada por Swift ao violão, junto com um pequeno grupo de vocalistas de apoio, um guitarrista e um violoncelista, enquanto a segunda e a terceira foram cantadas ao piano.[56]

A intérprete serviu como a atração musical de 11 de novembro do humorístico Saturday Night Live, marcando sua primeira participação no programa desde 2009.[136][137] Ela cantou "...Ready for It?" usando um microfone adornado com um acessório em formato de cobra, e acompanhada por um grupo de quatro vocalistas de apoio, com o qual também realizou passos coreografados, enquanto "Call It What You Want" foi realizada ao violão, em conjunto com um violoncelista e as quatro vocalistas de apoio.[138][136] A artista fez uma aparição surpresa no The Tonight Show with Jimmy Fallon em 13 de novembro de 2017, cantando "New Year's Day" como uma homenagem à falecida mãe do apresentador. Ela realizou a performance ao piano, acompanhada por um pequeno de grupo de vocalistas de apoio.[139] Swift cantou em diversos festivais de rádio da iHeartRadio. O primeiro show foi parte do Jingle Ball, promovido pela Kiss FM, no dia 1º de dezembro de 2017 no The Forum em Inglewood, Califórnia; o segundo foi realizado no dia seguinte no SAP Center em San José, Califórnia, como parte do Poptopia da 99.7 Now; o terceiro em 7 de dezembro no United Center em Chicago, dentro do Jingle Bash da B96; e o quarto no Jingle Ball, da Z100, que ocorreu no Madison Square Garden em Nova Iorque no dia 8 de dezembro.[140][141][142]

Reputation Stadium Tour[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Reputation Stadium Tour

Swift lançou uma página exclusiva para a futura turnê em divulgação ao disco, em parceria com o programa "Verified Fan" da Ticketmaster — anteriormente usado por artistas como Bruce Springsteen e Ed Sheeran.[41][143] Através do esquema, intitulado "Taylor Swift Tix", os fãs que quisessem comprar ingressos para a turnê, ao realizarem a pré-venda do CD e outras atividades — como comprar produtos na loja oficial da cantora na Internet ou assistir a seus vídeos — ganhariam prioridade na fila de espera dos bilhetes.[41][144] A Reputation Stadium Tour foi oficialmente anunciada em 13 de novembro de 2017 e percorrerá estádios na América do Norte e da Europa, se iniciando em 8 de maio de 2018 no University of Phoenix Stadium em Glendale, Arizona, estando prevista para terminar em 9 de novembro seguinte no Mount Smart Stadium em Auckland, Nova Zelândia, com um total de 51 concertos.[145] Os ingressos da etapa norte-americana começaram a ser vendidos em 13 de dezembro de 2017, dia do aniversário de 27 anos da artista, enquanto os da etapa europeia tiveram suas vendas iniciadas no dia 1º do mesmo mês e os da oceânica no dia 15.[146][147][145] Segundo estimativa feita pela Billboard, a turnê poderá arrecadar entre US$ 390 e 510 milhões, com uma média de entre US$ 7.5 e 10 milhões por show, tornando-se uma das mais lucrativas da história.[148]

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

N.º Título Compositor(es) Produtor(es) Duração
1. "...Ready for It?"   Taylor Swift, Max Martin, Shellback, Ali Payami Martin, Shellback, Payami 3:28
2. "End Game" (com Ed Sheeran e Future) Swift, Ed Sheeran, Martin, Shellback, Navyadius Wilburn Martin, Shellback, Ilya[A] 4:04
3. "I Did Something Bad"   Swift, Martin, Shellback Martin, Shellback 3:58
4. "Don't Blame Me"   Swift, Martin, Shellback Martin, Shellback 3:56
5. "Delicate"   Swift, Martin, Shellback Martin, Shellback 3:52
6. "Look What You Made Me Do"   Swift, Jack Antonoff, Fred Fairbrasss, Richard Fairbrass, Rob Manzoli Antonoff, Swift 3:31
7. "So It Goes..."   Swift, Martin, Shellback, Oscar Görres Martin, Shellback, Görres 3:47
8. "Gorgeous"   Swift, Martin, Shellback Martin, Shellback 3:29
9. "Getaway Car"   Swift, Antonoff Antonoff, Swift 3:53
10. "King of My Heart"   Swift, Martin, Shellback Martin, Shellback 3:34
11. "Dancing with Our Hands Tied"   Swift, Martin, Shellback, Oscar Holter Martin, Shellback, Holter 3:31
12. "Dress"   Swift, Antonoff Antonoff, Swift 3:50
13. "This Is Why We Can't Have Nice Things"   Swift, Antonoff Antonoff, Swift 3:27
14. "Call It What You Want"   Swift, Antonoff Antonoff, Swift 3:23
15. "New Year's Day"   Swift, Antonoff Antonoff, Swift 3:55
Duração total:
55:38
Notas
A - denota produtores vocais adicionais

Créditos[editar | editar código-fonte]

Todo o processo de elaboração de Reputation atribui os seguintes créditos:[49]

Gestão
Visuais e imagem
Vocais
Produção
Instrumentação

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Uma semana antes do lançamento de Reputation, a Big Machine Records constatou para a Associated Press que a pré-venda do álbum já contabilizava mais de 400 mil unidades nos Estados Unidos, dentre pedidos feitos na iTunes Store, Target, Walmart e a página de Swift. Este número éfoio dobro da pré-venda do disco anterior da intérprete, 1989, que estreou com 1.287 milhões de cópias vendidas na primeira semana no território em 2014. A Target também confirmou que a pré-venda do álbum havia sido a maior já realizada em sua história.[150] Numa reportagem publicada pela Billboard em 8 de novembro de 2017, dois dias antes do lançamento do disco, o jornalista Ed Christman revelou que a Big Machine esperava 2 milhões de cópias vendidas do disco em seus primeiros sete dias nos Estados Unidos — o maior número na primeira semana já registrado por Swift —, mesmo com a recente queda em vendas de álbuns e aumento nos streams.[151] Christman atribuiu a estimativa ao histórico de grandes estreias da cantora nos Estados Unidos, onde os seus três discos anteriores registraram mais de um milhão de cópias vendidas na primeira semana, e à sua decisão de não lançar o disco em serviços de streaming juntamente com as outras plataformas — adotado pela própria em 2014 com 1989 e por Adele com 25 em 2015, o qual registrou 3.3 milhões de cópias em seu debute. A Billboard também revelou que a Universal Music enviou cerca de 1.2 e 1.5 milhões de CDs às lojas.[151]

Com 1 milhão e 230 mil unidades equivalentes vendidas, Reputation registrou a melhor semana de vendas nos Estados Unidos desde 25, de Adele (esquerda), em 2015, e vendagem duas vezes maior do que Damn, de Kendrick Lamar (direita), que detinha o título de melhor estreia de 2017 no país.

Reputation atingiu o topo do iTunes dos Estados Unidos dentro de apenas seis minutos, batendo o recorde de álbum a conquistar a primeira posição mais rapidamente. Mais de 800 mil pessoas tentaram comprar o disco, o que também fez com que o iTunes saísse temporariamente do ar.[152] Segundo dados preliminares da Nielsen SoundScan, o disco vendeu 700 mil cópias apenas em seu primeiro dia. O editor Keith Caulfield, da Billboard, baseado nestas estatísticas, disse que o projeto poderia dar a Swift a sua maior estreia nos Estados Unidos.[153] Dois dias depois, a revista publicou que mais de 925 mil cópias do álbum já haviam sido vendidas em território estadunidense.[154] Em 14 de novembro, a Billboard revelou que, em apenas quatro dias, Reputation vendeu 1.05 milhões de cópias, tornando-se o álbum mais vendido de 2017 nos Estados Unidos, ultrapassando ÷, de Ed Sheeran, lançado em março e que havia registrado 919 mil unidades até então. A publicação ainda constatou que, com isso, o disco tornou-se o quarto consecutivo de Swift a vender mais de um milhão de cópias em sua semana de lançamento — em sequência a 1989 (2014), Red (2012) e Speak Now (2010) —, fazendo dela a primeira artista a realizar tal feito, e do disco o primeiro a conseguir comercializar mais de um milhão de réplicas em uma semana em dois anos, desde que 25, de Adele, registrou 1.16 milhões de cópias em sua quinta semana no topo.[155]

Reputation acabou por debutar na primeira colocação da Billboard 200 com 1 milhão e 238 mil unidades equivalentes — dentre cópias físicas, digitais e compras e streaming de suas faixas —, das quais 1 milhão e 216 mil eram de vendas físicas e digitais, tornando-se o quinto disco de Swift a liderar a tabela, e o seu quarto a estrear com mais de um milhão de cópias vendidas.[156] Este número foi também o maior desde dezembro de 2015, quando 25 estreou com 3.378 milhões de exemplares vendidos e o décimo maior desde que a Nielsen SoundScan começou a registrar as vendas nos Estados Unidos em 1991, tornando Swift a única artista a ter vendas de um milhão de cópias por quatro semanas na história da Nielsen SoundScan.[156][157] De acordo com a Billboard, 709 mil cópias do disco foram digitais, que foram disponibilizadas apenas no iTunes e na loja oficial da cantora, sendo o terceiro melhor número de vendas digitais da história — atrás de 25 (1 milhão e 640 mil), e Views, de Drake (825 mil), 507 mil réplicas foram físicas — maior registro desde que 25 vendeu 1 milhão e 30 mil unidades em sua quinta semana — 13 mil vieram de streaming das quatro faixas do disco disponível no formato — "Look What You Made Me Do", "...Ready for It?", "Gorgeous" e "Call It What You Want" — e outras 8 mil vieram das compras das quatro canções supracitadas.[156] Segundo a Forbes, Reputation vendeu mais do que todos os outros 199 discos combinados naquela edição da Billboard 200.[158] Enquanto o álbum de Swift vendeu 1 milhão e 216 mil cópias, todos os outros álbuns venderam um somatório de 723 mil cópias; com streams adicionados, as vendas totais de discos naquela semana foi de 3 milhões e 300 mil unidades — mais de um terço do qual foi obtido pelo projeto de Swift. Dentre as vendas físicas e digitais, a publicação constatou que, para cada dez álbuns vendidos na semana em território estadunidense, seis eram Reputation.[158] A editora Brittany Hodak notou ainda que o produto registrou vendas duas vezes maiores do que a maior estreia do ano da Billboard 200 até então (Damn, de Kendrick Lamar, que debutou com 603 mil exemplares em abril) e com um milhão de unidades a mais do que os últimos líderes da tabela — Sam Smith, Kenny Chesney e Niall Horan.[158]

O projeto permaneceu uma segunda semana no topo da tabela, com 256 mil unidades equivalentes e 232 mil puras, tornando-se o primeiro a liderar por duas edições desde 4:44, de Jay-Z, em julho de 2017, o primeiro de uma cantora a passar mais de uma semana no topo desde Anti, de Rihanna, em 2016, e o primeiro de uma cantora a ficar na primeira posição em suas duas primeiras semanas desde 25.[159] Após três semanas de liderança na Billboard 200, Reputation caiu para a terceira posição com 70 mil cópias puras e 112 mil equivalentes,[160] ficando na vice-liderança nas duas semanas seguintes com 100 mil vendidas na primeira e 133 mil na segunda.[161][162] O álbum retornou ao topo da parada na atualização de 6 de janeiro de 2018 com 107 mil unidades equivalentes e 79 mil puras, totalizando quatro semanas consecutivas na primeira colocação; com isso, tornou-se o primeiro desde Starboy, de The Weeknd, a conquistar quatro edições no cume.[163] Com 1 milhão e 900 mil cópias puras vendidas, Reputation foi o mais vendido nos Estados Unidos em 2017 e fez de Swift a primeira artista a ter o álbum mais vendido do ano com três títulos diferentes, tendo conquistado o feito anteriormente em 2009 com Fearless e em 2014 com 1989.[164]

No Canadá, 55 mil cópias do disco foram vendidas no dia de seu lançamento.[165] Reputation estreou no topo da Canadian Albums Chart com 81 mil cópias vendidas, obtendo a melhor semana de vendas desde Views, de Drake, que debutou no cume com 110 mil unidades vendidas.[166] No Reino Unido, Reputation vendeu 65 mil cópias em seus primeiros três dias e pode render a Swift seu terceiro álbum número um na UK Albums Chart, com vendas estimadas em até mais de 100 mil unidades. Naquela altura, acordo com a The Official Charts Company (OCC), o disco estava vendendo duas vezes mais do que seu concorrente mais próximo, The Thrill of It All, de Sam Smith.[167] Conforme previsto, o álbum estreou no topo da UK Albums Chart, com 84 mil unidades vendidas, dando à cantora seu terceiro número um no Reino Unido, em sequência a 1989 (2014) e Red (2012).[168] Foi a quinta melhor estreia de um disco na parada em 2017, atrás de ÷, de Ed Sheeran, Human, de Rag'n'Bone Man, As You Were, de Liam Gallagher, e The Thrill of It All, de Sam Smith.[168] A British Phonographic Industry (BPI) certificou-o com um disco de ouro, em reconhecimento às 100 mil unidades comercializadas em território britânico.[169] Na França, estreou no número onze na parada de discos da Syndicat National de l'Édition Phonographique (SNEP), com mais de 7 mil e 400 cópias vendidas.[170]

Ao redor da Europa, liderou as tabelas da Áustria, Bélgica (região de Flandres), Escócia, Irlanda, Portugal e Suíça, estreando na segunda posição da Alemanha, República Checa e Suécia e atingindo as dez primeiras colocações em diversos outros territórios como Dinamarca, Hungria e Polônia. No Japão, o produto estreou no terceiro lugar na tabela de álbuns da Oricon, com 28 mil e 281 cópias vendidas.[171] Reputation estreou no topo das tabelas de álbuns da Austrália e da Nova Zelândia; no primeiro, foi certificado como platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA) pelas vendas de 70 mil exemplares, e vendeu 54 mil e 976 cópias, enquanto no segundo recebeu a certificação de ouro em sua primeira semana pela Recorded Music NZ (RMNZ), devido às vendas de 7 mil e 500 cópias no país.[172][173][174][175][176] Mundialmente, Reputation vendeu 2 milhões de cópias em sua semana de lançamento.[177]

Histórico de lançamento[editar | editar código-fonte]

País Data Formato(s) Gravadora
 Alemanha[213] 10 de novembro de 2017 CD, download digital Universal Music
 Austrália[214][215]
 Brasil[216] Download digital
 Estados Unidos[217][218] CD, download digital Big Machine
 Itália[219] Universal Music
 Japão[24] CD+DVD
 Nova Zelândia[220][221] CD, download digital
 Portugal[222]
 Reino Unido[223] Virgin EMI
 Brasil[25] 24 de novembro de 2017 CD Universal Music
Mundo 27 de novembro de 2017 Streaming (Tidal)[20] Big Machine
1º de dezembro de 2017 Streaming (demais plataformas)[21]
 Alemanha[26] 15 de dezembro de 2017 Vinil Universal
 Austrália[27]
 Canadá[28]
 Estados Unidos[29] Big Machine
 Reino Unido[30] Virgin EMI

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. No original: "I swear I don't love the drama / It loves me" e "Big reputation, big reputation, ooh you and me we got big reputations".
  2. No original: "If a man talks shit, then I owe him nothing / Don't regret at one thing / Cause he had it coming".
  3. No original: "They're burning all the witches even if you aren't one / So light me up, light me up, go ahead and light me up.
  4. No original: "My drug is my baby / I will use it for the rest of my life".
  5. No original: "My reputation’s never been so worse / So you must like me for me".
  6. No original: "I don't like your little games / Don't like your titled stage / The role you made me play, of the fool, no, I don't like you".
  7. No original: "I'm sorry, the old Taylor can't come to the phone right now. Why? Oh, cause she's dead".
  8. No original: "All the boys and their expensive cars, with their Range Rovers and their Jaguar, never took me quite where you do".
  9. No original: "I bought this dress so you could take it off".
  10. No original: "It was so nice beings friends again / There I was you giving you a second chance / But you stabbed my back while shaking my hand".

Referências

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