When We All Fall Asleep, Where Do We Go?

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When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
Álbum de estúdio de Billie Eilish
Lançamento 29 de março de 2019 (2019-03-29)
Gravação maio – dezembro de 2018
Estúdio(s) Estúdio caseiro de Finneas O'Connell em Highland Park, Califórnia
Gênero(s) Pop · avant-pop · art pop · electropop
Duração 42:48
Formato(s) CD · download digital · cassete · streaming · vinil
Gravadora(s) Darkroom · Interscope
Produção Finneas O'Connell
Cronologia de Billie Eilish
Up Next Session: Billie Eilish
(2017)
Singles de When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
  1. "You Should See Me in a Crown"
    Lançamento: 18 de julho de 2018 (2018-07-18)
  2. "When the Party's Over"
    Lançamento: 17 de outubro de 2018 (2018-10-17)
  3. "Bury a Friend"
    Lançamento: 30 de janeiro de 2019 (2019-01-30)
  4. "Wish You Were Gay"
    Lançamento: 4 de março de 2019 (2019-03-04)
  5. "Bad Guy"
    Lançamento: 29 de março de 2019 (2019-03-29)
  6. "All the Good Girls Go to Hell"
    Lançamento: 6 de setembro de 2019 (2019-09-06)

When We All Fall Asleep, Where Do We Go? (estilizado em letras maiúsculas) é o álbum de estreia da cantora norte-americana Billie Eilish, lançado em 29 de março de 2019 através das gravadoras Darkroom e Interscope Records. As sessões de gravação e composição inciaram-se em maio de 2016, antes mesmo da divulgação de "Ocean Eyes", canção que tornou Eilish conhecida; a primeira faixa trabalhada foi "Listen Before I Go". Escrito quase em sua totalidade pela própria Eilish em conjunto com seu irmão, Finneas O'Connell, o disco foi produzido por O'Connell e gravado em um estúdio montado na casa dos dois, no bairro Highland Park, em Los Angeles, Califórnia; ele afirmou ser uma preferência de ambos, uma vez que a residência traz uma sensação de "privacidade", algo que não conseguiriam em um estúdio. O trabalho foi assim nomeado pois, de acordo com a cantora, é sobre "basicamente o que acontece quando dormimos", sendo influenciado por sonhos lúcidos e terror noturno.

Apesar de a artista afirmar, em diversas ocasiões, que o álbum transita pelos mais diversos gêneros, a crítica especializada o tem descrito como pop, avant-pop, art pop e electropop, sendo notada, ainda, a influência de outros estilos como hip hop e música industrial. Sua produção se destaca por ser mínima, com uso de baixo amplificado, percussão minimalista, sons acústicos e foley. O conteúdo lírico aborda temas referentes à vivência da juventude contemporânea, como dependência química, saúde mental e suicídio. De maneira geral, o disco foi aclamado pela imprensa, sendo elogiado principalmente por sua natureza macabra e coesão, além da composição de Eilish e O'Connell; no Metacritic, garante 81 em cem pontos, indicando "aclamação universal".

A estreia da cantora obteve um desempenho comercial positivo, estreando no topo da Billboard 200 com 313 mil cópias comercializadas; em junho de 2019, já ultrapassava 1 milhão de cópias nos Estados Unidos. Chegou ao cume também das paradas do Canadá, Reino Unido e Austrália, além de outros países europeus, como Espanha e Suíça. Cinco singles foram lançados a partir do trabalho; "Bad Guy", o quinto lançado, foi o de maior destaque, chegando à primeira posição da Billboard Hot 100 e da UK Singles Chart, que medem cem faixas mais populares no território norte-americano e britânico, respectivamente. "You Should See Me in a Crown" e "When the Party's Over" obtiveram certificações de prata e ouro no Reino Unido, respectivamente, destacando-se em outros países europeus. "Wish You Were Gay" foi lançada em março de 2019, em um período de preparação para o álbum, enquanto "Bury a Friend" foi certificada platina dupla na Austrália e no Canadá.

Composição[editar | editar código-fonte]

Temas e influências na composição[editar | editar código-fonte]

Lorde performing at Coachella on April 19, 2014.
Lana Del Rey at a fan meet promoting Born to Die in Seattle, Washington in 2012
When We All Fall Asleep, Where Do We Go? foi comparado a discos anteriores de artistas também consideradas "sombrias", como Lorde e Lana Del Rey.

O estilo vocal de Eilish em When We All Fall Asleep tem sido frequentemente descrito por especialistas como suave e sussurado.[1][2] Neil McCormick, do The Daily Telegraph, observa que o tom da artista "é capaz de transitar de faceiro a ameaçador, de divertidamente irônico a emocionalmente sincero, em um suspiro", adicionando que "seu modo de cantar de maneira próxima ao microfone é realçado por camadas de harmonias etéreas sem deixar de lado uma sensação de intimidade". Jornalistas também o compararam com ASMR; enquanto alguns apenas lembraram-se da sensação ao ouvir a voz da cantora, outros relataram sentir "formigamentos". Ellen Holmes, em texto para o Observer, citou as "pequenas risadas e a entonação [de Eilish], além da maneira com que sua entonação 'cai' ao final das frases" como razões.[3][4][5]

O disco é construído em torno da produção de O'Connell, que frequentemente inclui o uso de baixo amplificado, percussão minimalista, além de sons acústicos e foley.[4][6][7][8] Enquanto as estruturas das canções são tradicionais, no que se refere à construção, feitas de melodias formais acompanhadas de instrumentação de teclado, violão ou baixo, também há uma influência áspera, da música industrial; a partir disso, Jon Caramanica, do The New York Times, descreveu a artista como "a primeira estrela pop de SoundCloud rap, mas sem fazer rap".[9] Além disso, críticos tem notado influências de indie eletrônico, pop, EDM, dance-pop, synthpop, R&B, trap e jazz.[6][10][11][12][13] Em análises, tem sido notada a produção minimalista e inspirada pelo hip hop, levando a comparações à estreia da neozelandesa Lorde, Pure Heroine;[14][15][16][17] o uso de produção mínima era um desejo dos irmãos, já que, para eles, o uso de muitos recursos musicais em uma faixa a torna "bem pior".[18] Devido à vasta gama de gêneros utilizada por Eilish, a jornalista Yasmin Cowan, da revista Clash, opinou que "confiná-la a um rótulo musical específico seria um desserviço à sua obra",[19] embora outros analistas tenham classificado o trabalho como pop, avant-pop, art pop e electropop.[20][21][22]

Liricamente, o álbum lida com as esperanças e medos da juventude contemporânea,[19] explorando temas como dependência química,[12] a sensação de ter o coração partido,[18] aquecimento global,[23] saúde mental[24] e suicídio.[25] Ao ser entrevistada por Zane Lowe, Eilish explicou que o disco foi largamente inspirado por sonhos lúcidos e terror noturno, revelando que é "basicamente o que acontece quando dormimos" — daí o título —, dizendo, numa ocasião anterior, que "basicamente, é pra ser um sonho ruim, ou um sonho bom".[26][27] Em texto para a i-D, Jack Hall notou que, de forma a lidar com a temática séria do álbum de uma maneira menos portentosa, a musicista escreve com humor, de maneira lúdica, assemelhando-se aos memes.[24] Apesar disso, não é claro se as experiências relatadas nas letras dizem respeito a vivências da própria Eilish, uma vez que ela tende a se distanciar do conteúdo de suas músicas. A cantora explicou, para a Rolling Stone, que ela e seu irmão "gostam de escrever a partir da perspectiva de outras pessoas", esclarecendo que metade do álbum "é ficcional e metade é sobre experiências reais, e ninguém nunca saberá qual é qual".[28]

Este álbum é, basicamente, o que acontece quando você dorme. Para mim, em cada canção do disco, há paralisia do sono. Há terror noturno, sonhos lúcidos. (...) Eu sempre tive terrores noturnos muito, muito ruins. Eu tive paralisia do sono cinco vezes. Todos os meus sonhos são lúcidos, então eu os controlo. Eu sei que estou sonhando o que estou sonhando, então eu nem sei. Às vezes eu sonho e a coisa que aconteceu no sonho acontece no dia seguinte. É muito estranho.[29]
 
Eilish, em entrevista a Zane Lowe, sobre como seus sonhos foram fonte de inspiração para o disco.

Estrutura musical e letras[editar | editar código-fonte]

When We All Fall Asleep abre com "!!!!!!!", uma faixa de introdução, na qual Eilish sorve ruidosamente a saliva em seu Invisalign e anuncia: "esse é o álbum";[nota 1] em seguida, ela e seu irmão caem em risos.[30][31] De acordo com O'Connell, o objetivo da primeira obra é "encontrar um senso de humor" em meio ao "peso" do disco.[32] A canção seguinte, "Bad Guy", deriva dos estilos pop e trap[33] e caracteriza-se pelo uso de baixo, bumbo e estalos amplificados em sua produção.[7] Sua letra apresenta a artista provocando seu parceiro, enquanto sugere que ela é o "cara mau", ao invés dele.[34] A cantora teve a ideia de escrever "Xanny" após comparecer a uma festa em que seus amigos "continuavam vomitando, continuavam bebendo mais", tornando-se, como consequência, "completamente diferentes do que são". O refrão diz: "Eu sou a fumante passiva / Bebendo só uma latinha de Coca / Eu não preciso de um xanny para me sentir melhor",[nota 2] em referência ao ato de ingerir Xanax, um remédio para tratar a ansiedade, como droga recreativa; o termo "xanny" é uma gíria, que refere-se ao medicamento.[35] Ao gravar a música, o par de irmãos criou um som inspirado pelo barulho que Eilish ouviu quando uma garota soprou fumaça de cigarro em sua face, além de um loop à base de bateria e com inspirações no jazz, de maneira a replicar a sensação de "ser fumante passivo".[36]

Escrita por Eilish e O'Connell após assistirem a um episódio de Sherlock, "You Should See Me in a Crown" deriva dos gêneros hip hop e trap e apresenta uso pesado de sintetizadores.

"When the Party's Over", sétima faixa no disco, é uma balada construída com piano; foi desenvolvida por O'Connell após deixar a casa de sua parceira "sem motivo aparente".

Com título inspirado pelo jogo homônimo, "Ilomilo" é uma canção de electropop cuja letra aborda o medo de separação.

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"You Should See Me in a Crown", escrita pelos dois irmãos após assistirem a "The Reichenbach Fall", terceiro episódio da segunda temporada de Sherlock,[37] é uma canção de hip hop e trap que apresenta Eilish cantando sobre "sintetizadores estridentes e chimbais rápidos como fogo".[38][39] "All the Good Girls Go to Hell", descrita pelo Stereogum como "um número com um forte piano" e uma das "mais pop de todo o disco", explora a ideia de que Deus e o Diabo estão "olhando para os seres humanos como uma espécie de grupo manso de pessoas e pensando: 'O que eles estão tentando fazer aqui?'"; a letra traz, ainda, referências ao aquecimento global e à destruição da Terra pelos seres humanos, a exemplo do excerto "O homem é tão tolo / Por que estamos o salvando?".[nota 3][32] Segue-se "Wish You Were Gay", que narra a atração que Eilish sentia por um garoto e não era recíproca, mas sem motivo aparente; a artista canta que queria que ele fosse gay, para que a falta de reciprocidade pudesse ser justificada. Após o lançamento da faixa, o menino acabou por se assumir homossexual, ao que a cantora respondeu estar "orgulhosa".[40] A sétima composição, "When the Party's Over", é uma balada de piano com influências de coral; foi escrita após O'Connell deixar a casa de sua parceira, "sem nenhum motivo aparente".[41][32]

"8", a oitava canção, é uma cantiga de ninar construída em torno de ukulele, na qual os vocais de Eilish são manipulados de forma a fazê-la soar como uma criança pequena.[12][42] Segue-se "My Strange Addiction", uma canção pop com uso pesado de baixo,[43][30] que faz uso de samples de diálogos de "Threat Level Midnight", episódio da sitcom norte-americana The Office. Para poder fazer uso dos áudios, Eilish precisou da aprovação e da autorização de Steve Carell, B. J. Novak, John Krasinski e Mindy Kaling, os membros do elenco cujas vozes apareciam nos diálogos em questão; todos concederam pessoalmente o direito de uso à artista.[44] A música seguinte, "Bury a Friend", tem sido descrito como uma obra minimalista dos gêneros electronica e industrial;[45][46] musicalmente, apresenta uma batida reminiscente a "Black Skinhead", do rapper Kanye West, uma linha vocal semelhante a "People Are Strange", do The Doors, e melodias dispersas de sintetizadores.[47][48][49] É escrita a partir da perspectiva de um monstro em baixo de uma cama, explorando o que "essa criatura está a fazer ou a sentir".[50] As últimas batidas da faixa seguem-se, sem pausa, com a décima-primeira faixa, "Ilomilo", um número de electropop cujo nome se deve ao jogo lançado em 2010, a fim de dar mais coesão ao álbum. O objetivo do jogo é unir duas personagens: "Ilo" e "Milo", localizados em duas extremidades de um quebra-cabeça; com base nisso, a letra trata sobre o medo de separação. Na letra, há referências à jogabilidade, como no verso "Não posso perder outra vida".[nota 4][51][11]

Os títulos das três últimas canções são lineares; coletivamente, eles leem "Listen Before I Go, I Love You, Goodbye".[nota 5] Em entrevista à Vulture, O'Connell afirmou que sua irmã "gostou da legibilidade" dos títulos, adicionando que "se relacionam" pois são "diferentes sentimentos em relação a uma despedida". Os três números posicionam-se ao final do conjunto, de forma a evitar que o disco tivesse um término abrupto.[32] "Listen Before I Go" apresenta um acompanhamento de piano "gentil" e influências de jazz; Eilish canta da perspectiva de alguém prestes a cometer suicídio, com adição de fracos ruídos de rua e sirenes no início da música, para ambientação.[7] A composição seguinte, "I Love You", é similar em estética, e usa um sample de uma aeromoça a falar e um avião a decolar. De acordo com O'Connell, a letra é sobre como "às vezes é um saco estar apaixonado". Seu refrão foi comparado com "Hallelujah", de Leonard Cohen, o que foi recebido com entusiasmo pelo compositor.[51][4] A última música é "Goodbye", que apresenta um verso de cada uma das canções em sua letra, com trechos dispostos quietamente em sentido inverso, de maneira a representar quando "você cresce ouvindo uma fita e, no final, você a rebobina, para voltar ao começo de uma canção".[51][7]

Lista de faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as canções escritas e compostas por Billie Eilish e Finneas O'Connell, exceto onde citado. Todas as faixas produzidas por Finneas O'Connell, com produção adicional de Billie em "Bad Guy". 

N.º TítuloCompositor(es) Duração
1. "!!!!!!!"    0:14
2. "Bad Guy"    3:14
3. "Xanny"    4:04
4. "You Should See Me in a Crown"    3:01
5. "All the Good Girls Go to Hell"    2:49
6. "Wish You Were Gay"    3:42
7. "When the Party's Over"  F. O'Connell 3:16
8. "8"    2:53
9. "My Strange Addiction"  F. O'Connell 3:00
10. "Bury a Friend"    3:13
11. "Ilomilo"    2:36
12. "Listen Before I Go"    4:03
13. "I Love You"    4:52
14. "Goodbye"    1:59
Duração total:
42:48
Notas

Créditos[editar | editar código-fonte]

Todo o processo de elaboração de When We All Fall Asleep, Where Do We Go? atribui os seguintes créditos:[57]

Desempenho comercial[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. No original: "This is the album".
  2. No original: "I'm in their second hand smoke / Still just drinking canned coke / I don't need a xanny to feel better"
  3. Em inglês: "Man is such a fool / Why are we saving him?".
  4. No original: "I can't lose another life".
  5. Traduzindo para a língua portuguesa: "Escute antes que eu vá, te amo, adeus".

Referências

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  21. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome exclaim-review
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