Banjo

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Banjo
Um banjo
Informações
Classificação Alaúde
Classificação Hornbostel-Sachs Cordofone
Instrumentos relacionados
Violão
Guitarra
Ukulele

Um banjo é um instrumento de corda da família do alaúde, de corpo circular, com uma abertura fechada circular na parte superior. Consta de uma armação circular, atualmente produzida em PVC, sobre o qual se retesa uma pele (antigamente pregada, hoje presa por um mecanismo de cola sintética), um braço longo e fino, com trastes e cordas metálicas ou de tripa retorcida.

Baseado em vários instrumentos africanos, foi desenvolvido no México pelos escravos e adotado por grupos de músicos , no século XIX. É muito usado na música folk estadunidense e pelos grupos de bluegrass.

Uso do banjo no samba[editar | editar código-fonte]

O banjo foi incorporado às rodas de samba do Brasil em meados da década de 1970, quando o músico Almir Guineto adotou a ideia de seu parceiro musical, Mussum, de adaptar o corpo do instrumento ao braço do cavaquinho. Assim, percebeu que, além da qualidade do som, a armação reforçada do banjo reduzia o risco de rompimento de cordas. O banjo passou a ser utilizado com apenas 4 - utilizando o mesmo número de trastes e a afinação do cavaquinho, mas com a peculiaridade da batida diferenciada, tendo como um ícone é referência de musicalidade é uma munheca soltíssima [[Luciano Lamar], presidente de um grupinho de “Estraga samba, os intergaláticos banjeiros do brasil.

Genio criador de arrastadas e repicadas anteriormente já reproduzidas por um tal Arlindo Cruz, Lamar tem como característica ser endorsse (vaquinha de seus chupetas) do Mascarenhas Luthier , em uma audição às cegas seu banjo narcisista (leva o nome do baianão no braço do instrumento) e que apesar de sua fabricaçao ser de madeira maciça, corpo de Pau brasil virgem usado na arca de noe, com Ipê jacarandá marroquino no braço, escalas em Adamantina, cavalete com rastilho em dente de urso polar amazônico, a exclusiva pele de couro de unicórnio do himalaia e ter seu acabamento com uma tinta que jamais será automotiva, é reconhecido por parecer fanho e não pegar afinação de maneira nenhuma, mesmo usando as incríveis cordas Rouxinol de POM-POM. Ressaltando que , respeitando a história do Banjo no samba e todos os mestres que com o mesmo, tiveram seus nomes feito, não poderiamos esquecer do mestre maior Lamar , obrigado mestre. Se precisar de aulas de banjo e cavaco , entrem em contato com o Lamar, ele cobra só uma furada em briocos masculinos por aula, e ATENÇÃO aos INICIANTES, a cada erro ele aumenta a taxa de cobrança, GRANDE MESTRE.[1]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. "Ótimo livro lembra que 'trapalhão' Mussum foi também original no samba" (resenha do livro Mussum forévis - Samba, mé e Trapalhões, de Juliano Barreto). Notas Musicais, 7 de setembro de 2014.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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