Triângulo (instrumento musical)

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Um triângulo e sua baqueta

O triângulo é um instrumento musical idiofone de percussão feito de metal e usado no folclore português e também em algumas músicas brasileiras, como o forró. É também conhecido como tengo-lengo, devido ao seu som. Pode também ser incluído na secção de percussão de uma orquestra ou de uma banda de música.

Normalmente é feito de ferro ou aço, mas podem ser encontrados em alumínio. O som do instrumento é obtido por percussão, através do movimento do bastão (batedor), que bate no triângulo em sincronia com a mão que o segura e determina o som aberto (com maior sustentação) ou fechado.

É usado em combinação com zabumba e acordeão em ritmos regionais como forró, xaxado, xote e etc.

Esse instrumento lembra a forma de um triângulo (geométrico).

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HISTÓRIA DO TRIÂNGULO[editar | editar código-fonte]

O triângulo foi primeiramente documentado no século 10. Nos primórdios da sua história foi usado nas celebrações da igreja e por isso era frequentemente associado com a arte religiosa.

Os primeiros triângulos não tinham a “parte final aberta” e, geralmente, tinham até cinco anéis de metal roscados no instrumento. Os anéis libertavam um som estridente grosseiro. Este estilo de triângulo sobreviveu até meados do século 19, altura em que foi substituído pelo modelo que hoje conhecemos.

É o menor dos instrumentos de orquestra e consiste numa vareta de ferro dobrada em formato de triângulo. É percutido com uma baqueta também de ferro. Os sons emitidos, sempre agudos, podem ser curtos e isolados ou formar uma cadeia semelhante à do trinado, provocada por batidas rápidas e sucessivas.

Conhecido na Europa no século XIV, só foi empregado na orquestra a partir do século XVIII, por Mozart.