Destiny's Child

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Destiny's Child
Destinys Child apresentando-se no show de intervalo do Super Bowl XLVII em 2013. A partir da esquerda: Kelly, Beyoncé e Michelle.
Informação geral
Origem
País  Estados Unidos
Gênero(s)
Instrumento(s) Vocais
Período em atividade 1997 (1997)—2006 (2006)
Gravadora(s)
Influência(s)
Ex-integrantes Beyoncé Knowles
Kelly Rowland
Michelle Williams
LeToya Luckett
LaTavia Roberson
Farrah Franklin
Página oficial DestinysChild.com

Destiny's Child foi um grupo feminino norte-americano de R&B formado em Houston, Texas pelo produtor musical Mathew Knowles.[1] A última formação é composta pelas cantoras Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams.[2] O grupo Iniciou-se em 1990 na pré-adolescência, com o nome de Girl's Tyme.[3] Seu primeiro contrato foi com a gravadora Elektra Records, porém acabaram sendo dispensadas. Em 1997 assinaram contrato com a Columbia Records, quando o grupo era formado por Beyoncé Knowles, Kelly Rowland, LaTavia Roberson e LeToya Luckett, e em 1998 lançaram seu primeiro albúm.

O primeiro single da banda foi "No, No, No" em parceria com Wyclef Jean que teve boa repercussão nos charts americanos,[4] posteriormente o grupo lançou The Writing's on the Wall, que teve dois hits número um na Billboard Hot 100, "Bills, Bills, Bills" e "Say My Name".[5]

O grupo sofreu conflitos internos envolvendo as integrantes LaTavia e LeToya e o empresário Mathew Knowles.[6] Elas foram substituídas por Michelle Williams e Farrah Franklin, no entanto, em 2000, Farrah também saiu do grupo, deixando-as como um trio.[7] Seu terceiro álbum, Survivor, que contém temas ao público interpretado como um canal da experiência do grupo, contém os hits mundiais "Independent Women" que foi parte da trilha sonora de Charlie's Angels, "Survivor" e a número um "Bootylicious".[8] Em 2002, elas anunciaram um hiato e reunião, dois anos depois para o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, Destiny Fulfilled.[5]

Ao longo da sua carreira, o grupo vendeu mais de 60 milhões de discos em todo o mundo, tornando-se um dos grupos femininos de maior sucesso de toda a história da música. Além de ser um dos grupos que mais venderam nos Estados Unidos.[9] A revista Billboard classifica o grupo como um dos maiores trios musicais de todos os tempos,[10] classificou na posição número 9 dos anos 2000,[11] e colocou o grupo em 2008 na posição de número 68 na lista All time Hot 100 Artist.[11] Em 2005 no World Music Awards o grupo foi reconhecido como o terceiro melhor grupo feminino do mundo em vendas, atrás de TLC e Spice Girls.[12][13]

Biografia[editar | editar código-fonte]

1990—1996: Começo de carreira e Girl's Tyme[editar | editar código-fonte]

Visão panorâmica de Houston, Estados Unidos, cidade onde a banda foi formada.

Em 1990, Beyoncé Knowles conheceu LaTavia Roberson durante uma audição para um girl group.[14] Localizando-se Houston, Texas, elas formaram um grupo de canto e dança. Kelly Rowland, que foi morar com Beyoncé por causa de problemas na família, se juntou a elas em 1991. Como o nome original de Girl's Tyme, eventualmente integrado com Támar Davis, Nikki e Nina Taylor.[15][16] com Beyoncé e Kelly, Girl's Tyme atraiu atenção nacional:[15] como o produtor musical de R&B Arne Frager que voou para Houston para ver as meninas. Ele as trouxe para seu estúdio, The Plant Recording Studios, na California, como foco nos vocais de Beyoncé já que Frager achou que ela tinha mais personalidade e habilidade para cantar.[15] Com esforço para cantar, o Girl's Tyme foi a uma gravadora maior, a estratégia de Frager foi estrear o grupo no Star Search, o maior programa de TV da época.[15] Entretanto, elas perderam a competição, de acordo com Beyoncé, porque a escolha da música foi errada;[17] que segundo ela foi um rap.[14]

Devido a derrota do grupo, o pai de Beyoncé, Mathew, voluntariamente dedicou seu tempo para produzir elas.[15][18] Mathew Knowles deixou o grupo com quatro integrantes, retirando Davis e as irmãs Taylor e incluindo LeToya Luckett em 1993.[14][15] Além de passar um tempo em uma igreja em Houston, Girl's Tyme praticava no Headliners Salon, que pertencia a mãe de Beyoncé, Tina. O grupo fazia testes de rotinas no salão, quando se encontrava no Montrose Boulevard in Houston, e às vezes eram sugestionadas pelos clientes. Quando na escola, Girl's Tyme cantava em shows locais. Quando era verão, Mathew Knowles as colocava em um acampamento de arte para treinar dança e receber aulas de música.[19] Depois de rigorosos treinamentos, elas começaram a abrir shows para grupos de R&B da época como SWV, Dru Hill e IMx.[14] Tina Knowles confeccionava o figurino para suas performances. Quando ela estava na estrada com o Girl's Tyme na maioria das vezes, ela deixava o salão com Vernell Jackson.[19]

Ao longo do inicio de sua carreira, Girl's Tyme mudou seu nome para Something Fresh, Cliché, the Dolls, e depois para Destiny.[20] O grupo cantou para a Elektra Records com o nome de Destiny, mas foi abandonado vários meses depois antes que pudesse lançar um álbum.[18] A busca de um contrato de gravação afetou a família Knowles: em 1995, Mathew Knowles se demitiu de seu emprego como vendedor de um equipamentos médicos,[15] isso reduziu a renda da família, já que Tina e Mathew se separaram.[15][18] Eles finalmente mudaram o nome para Destiny's Child em 1996, que foi tirado de uma passagem do Livro de Isaías, na Bíblia.[14][20]

1997—1998: Álbum de estréia[editar | editar código-fonte]

Matthew Knowles ajudou na negociação com a Columbia Records que se encontrou com o grupo em 1997.[14][16] Antes de cantar para a Columbia, o grupo gravou algumas faixas em Oakland, California produzidas por Dwayne Wiggins de Tony! Toni! Toné!, incluindo "Killing Time", que segundo a gravadora Destiny's Child tinha "qualidade única", a canção foi incluida na trilha sonora de Men in Black.[14][21] O grupo lançou seu single de estréia, "No, No, No".[4]

Destiny's Child lançou seu auto intitulado álbum de estréia nos Estados Unidos dia 17 de Fevereiro de 1998, com a produção de Rob Fusari, Jermaine Dupri, Wyclef Jean, Dwayne Wiggins e Corey Rooney.[14] Destiny's Child subiu para o número sessenta e sete na Billboard 200 e no número catorze na Billboard R&B/Hip-Hop Albums.[22] Ele conseguiu vender mais de um milhão de cópias nos Estados Unidos, ganhou uma certificação de platina pela Recording Industry Association of America.[23]A versão remix para single do álbum, "No, No, No", alcançou o número um na Billboard R&B/Hip-Hop Singles e no número três na Billboard Hot 100. Internamente, o single vendeu mais de um milhão de cópias e ganhou disco de platina pela RIAA.[24] Os outros singles, "With Me" e "Get on the Bus" não conseguiram repetir o mesmo sucesso de "No, No, No". Em 1998, Destiny's Child ganhou três Soul Train Lady of Soul Awards[14] Best New Artist por "No, No, No". Beyoncé considerou sua estréia do grupo bem sucedida, mas não tão grande porque ela alegou que um neo soul era muito maduro para elas.[25]

1999—2000: The Writing's on the Wall e conflitos internos[editar | editar código-fonte]

Michelle Williams se juntou ao grupo substituindo Luckett e Roberson.

Depois do sucesso, Destiny's Child voltou aos estúdios, com novos produtores, incluindo Kevin "She'kspere" Briggs[14] e Rodney Jerkins. Lançando The Writing's on the Wall, em 27 de Julho de 1999 e posteriormente se tornou seu primeiro álbum de sucesso.[25] The Writing's on the Wall atingiu um pico de número cinco na Billboard 200 e o número dois no chart R&B no início de 2000.[22] "Bills, Bills, Bills" foi lançado em 1999 como primeiro single do álbum e alcançou o primeiro lugar da Billboard Hot 100, tornando-se seu primeiro número um.[14] The Writing's on the Wall levou as Destiny's Child's a cantar para um público mais amplo.[19][26] O terceiro single foi "Say My Name",[26] também topo na Billboard Hot 100 por três semanas consecutivas. O lançamento de sucesso dos singles reforçou as vendas do álbum,[16][27] eventualmente vendendo mais de oito milhões de cópias nos Estados Unidos, ganhando oito vezes disco de platina pela RIAA.[14][24] The Writing's on the Wall vendeu mais de 15 milhões de cópias pelo mundo e foi um dos álbuns mais vendidos de 2000.[28]

Em dezembro de 1999, Luckett e Roberson tentaram separar o grupo de seu empresário, alegando que ele mantinha uma parcela desproporcional dos lucros do grupo e injustamente favorecendo Kelly e Beyoncé.[14] Embora nunca quererem sai do grupo, quando o videoclipe de "Say My Name" saiu em fevereiro de 2000, Roberson e Luckett viram duas outras novas integrantes em seus lugares.[14] Antes da estréia do vídeo, o grupo anunciou no Total Request Live que as integrantes originais Luckett e Roberson teriam deixado o grupo.[16]Porém elas alegaram ter descoberto sua demissão somente depois de ver o videoclipe de "Say My Name".[14] O grupo incluiu Michelle Williams, uma cantora de fundo e Farrah Franklin, uma aspirante a cantora-atriz.[19] Michelle foi colocada no Destiny's Child por uma coreografa, e voou para Houston onde ficou com a família Knowles.[19]

Destiny's Child abriam shows de Christina Aguilera eventualmente.

Em Março de 2000, Roberson e LeToya tomou medidas legais, processando tanto Mathew Knowles e suas companheiras de banda por quebra de parceria e deveres fiduciários. Após o processo, ambos os lados foram depreciativos uns aos outros na mídia.[14] Cinco meses tocando com Destinys Child, Franklin deixou o grupo depois de, segundo as integrantes, sendo convidada a se retirar devido à falta de aparições promocionais e shows. De acordo com Michelle, Franklin não poderia lidar com o stress.[19] Franklin, no entanto, revelou que ela saiu por causa da negatividade em torno do grupo e sua incapacidade para tomar qualquer decisão.[14] Sua saída era visto como menos controverso. Michelle, por outro lado, compartilhou que sua inclusão no grupo resultou a "lutar contra a insegurança":

Para o fim de 2000, Roberson e LeToya tirou parcela de sua ação que visa Kelly e Beyoncé em troca de um acordo, embora ter mantido um contra o seu gerente. Como parte do acordo, ambos os lados foram proibidos de atacar uns aos outros publicamente.[14] Roberson e Luckett formaram outro girl group, Anjel, mas não obtiveram sucesso. Embora afetado pelos conflitos o Destiny's Child continuou. Os anos seguintes continuaram a ser de muito sucesso[14] se tornando um fenômeno.[16] "Say My Name" veio a ser o segundo número um do grupo.[25] O quarto single de The Writing's on the Wall, "Jumpin' Jumpin'", também alcançou o top 10. Durante esse tempo, Destiny's Child começou a abrir para cantoras em maior ascensão na época, como Britney Spears e Christina Aguilera.[14]

Já com Michelle na formação, Destiny's Child interpreta o tema da trilha sonora do filme Charlie's Angels. Lançando o single em outubro de 2000, "Independent Women" ficou onze semanas consecutivas no topo da Billboard Hot 100 de Novembro de 2000 até Janeiro de 2001,[16] o single que ficou mais tempo no topo da carreira do Destiny's Child e naquele ano nos EUA.[29] A trilha sonora do filme Charlie's Angels vendeu 1.5 milhão de cópia em 2001.[20] Em 2000, Destiny's Child ganhou o Soul Train's Sammy Davis Jr. Entertainer of the Year award.[20]

2001—2002: Survivor[editar | editar código-fonte]

No Billboard Music Awards de 2001, o Destiny's Child ganhou muitos prêmios, incluindo Artist of the Year and Duo/Group of the Year,[30] e novamente Artist of the Year.[31] Em Setembro de 2000, levou para casa dois Soul Train Lady of Soul Awards, incluindo R&B/Soul Album of the Year, Group pelo álbum The Writing's on the Wall.[32] O Destiny's Child começou a produção de seu terceiro álbum, Survivor, no fim de 2000 até o começo de 2001. No processo da produção, Beyoncé assumiu mais controle na co-produção e na co-composição quase toda do álbum.[14][33][34] Survivor saiu na primavera de 2001 e entrou na Billboard 200 no número um, vendendo 663,000 cópias na primeira semana.[22][35] Os três primeiros singles, "Independent Women Part I", "Survivor" e "Bootylicious" chegaram ao top 3 nos Estados Unidos e também foi sucesso em outros países;[14] os dois primeiros singles foram número um no Reino Unido.[36] O disco foi certificado de platina nos Estados Unidos[24] e duas vezes platina na Australia.[37] Até a data, Survivor vendeu doze milhões de copias ao redor do mundo.[28]

O álbum Survivor trouxe o single Emotion composto em 1977 por Barry Gibb e Robin Gibb dos Bee Gees, que ficou famosa pela interpretação da cantora australiana Samantha Sang, a canção voltou a fazer sucesso na voz das Destiny's Child chegando às melhores posições nas paradas mundiais.

Em outubro de 2001, o Destiny's Child lançou um álbum natalino, 8 Days of Christmas, que continha novas versões de canções natalinas.[38] O álbum apareceu na trigésima quarta posição na Billboard 200.[22] Em fevereiro de 2001, o Destiny's Child ganhou dois Grammys por "Say My Name": Best R&B Vocal Performance by a Duo or Group e Best R&B Song.[39] Elas também ganharam o American Music Award de Favorite Soul/R&B Band/Duo.[14] Também em 2001, as Destiny's Child cantou como backing vocals para Solange Knowles, que liberou, uma música para a trilha sonora de uma animação do Disney Channel, The Proud Family.

Em março 2002, uma complicação em remix intitulada This Is the Remix foi lançado para ganhar mais fãs antes de um novo álbum de estúdio ser liberado.[40] O álbum entrou no número 29 nos EUA.[22] O álbum vendeu 1 milhão de cópias no mundo e foi listado na lista de álbuns remix mais vendidos de todos os tempos. O primeiro single e vencedor do Grammy "Survivor" foi por alguns interpretado como uma resposta ao conflito entre as membras da banda, embora Beyoncé afirmou que não foi dirigido a ninguém. Vendo-a como uma violação do acordo que impedia cada parte de menosprezo público, Roberson e LeToya mais uma vez, ajuizou ação contra o Destiny's Child e a Sony Music, logo após o lançamento de This Is the Remix. Em junho de 2002, os casos restantes foram resolvidos em tribunal.[14]

2002—2003:Pausa no grupo e carreiras solo[editar | editar código-fonte]

Beyoncé performando "Baby Boy", seu segundo single número um na Billboard Hot 100.

Em 2002, Destiny's Child anunciou projetos individuais, incluindo lançamentos de álbuns solo,[33] uma ideia dos empresários.[41] Em 2002, Michelle Williams lançou seu álbum solo Heart to Yours, uma coleção de música gospel contemporânea.[14] O álbum alcançou o topo da Billboard Top Gospel Albums. Na mesma data do lançamento de Heart to Yours, o Destiny's Child lançou sua autobiografia, Soul Survivors.[42] Kelly Rowland colaborou com o hip hopper Nelly em "Dilemma", sendo um hit mundial e dando a Kelly um grammy de melhor colaboração em um rap;[41] ela foi a primeira integrante do Destiny's Child a ter um single no topo das paradas nos EUA. No mesmo ano Beyoncé co-estrelou com Mike Myers no filme Austin Powers in Goldmember. Ela gravou seu primeiro single, "Work It Out", para a trilha sonora.[14]

Para aumentar o sucesso de "Dilemma", Kelly lançou seu álbum solo Simply Deep no início de 2003.[43] Simply Deep atingiu a posição numero um na UK Albums Chart.[44] No mesmo ano ela atuou no filme de terror Freddy vs. Jason. Beyoncé atuou em seu segundo filme, The Fighting Temptations, e fez uma participação na música de seu então namorado Jay-Z, "'03 Bonnie and Clyde", que também estava no seu álbum de estréia.[45]

Solange Knowles, gravou canções com o grupo e foi anunciada como quarta integrante do grupo, mas posteriormente a informação foi negada.

Com o sucesso de "Dilemma", o álbum solo de Beyoncé, Dangerously in Love, foi adiado para Junho de 2003.[43][46] O álbum foi o mais notórios dos três lançados pelas integrantes do Destiny's Child.[47] Dangerously in Love estreou em número um na Billboard 200, vendendo 317,000 cópias.[48] Ela produziu os hits "Crazy in Love", e "Baby Boy"; e os top cinco "Me, Myself and I" e "Naughty Girl". O álbum foi certificado com 4x platina pela Recording Industry Association of America (RIAA).[24] Ele ainda é o álbum mais vendido da Beyoncé, com 4.7 milhões de cópias nos Estados Unidos.[49] Mundialmente, o álbum vendeu 11 milhões de cópias.[28][50] O álbum foi bem recebido pela crítica, recebendo cinco grammys e uma só noite, se igualando a Norah Jones, Lauryn Hill, e Alicia Keys como o maior número de prêmios em uma só noite por uma artista feminina.[51] Em novembro de 2003, Michelle Williams apareceu em Aida na Broadway. Em Janeiro de 2004, ela lançou seu segundo álbum gospel, Do You Know.[14]

Dwayne Wiggins, que tinha produzido suas primeiras gravações com o Destiny's Child, entrou com uma ação em 2002 contra o seu ex-assessor (Bloom, Hergott, Diemer & Cook LLP) pedindo 15 milhões de dólares em indenização por diminuir o seu contrato com o grupo sem o seu consentimento, efetivamente anulando seu contrato original, que ofereceu Sony Music/Columbia Records serviços para o Destiny's Child é de exclusividade por um período inicial de sete anos, em troca de "royalties certos", em vez de royalties apenas dos três primeiros álbuns. O caso foi resolvido por um valor não revelado.[52]

Em Junho de 2003, Mathew Knowles anunciou que o Destiny's Child iria voltar a ser um quarteto, incluindo a irmã mais nova de Beyoncé, Solange, como nova integrante.[53] Destiny's Child já havia gravado uma música com Solange e dividiram o palco quando ela substituiu Kelly Rowland depois dela ter quebrado o pé. O empresário, no entanto, disse que ideia foi para testar o público.[54] Em agosto de 2003, Beyoncé confirmou que sua irmã não iria se juntar ao grupo, e promoveu o álbum de estréia de Solange, Solo Star, lançado em janeiro de 2003.[55]

2004—2006:Destiny Fullfield e últimos projetos[editar | editar código-fonte]

Destiny's Child cantando "Say My Name" durante a Destiny Fulfilled ... And Lovin' It.

Dois anos após o hiato, as integrantes do Destiny's Child se reuniram para gravar seu quarto álbum de estúdio e final, Destiny Fulfilled.[14] O álbum teve um estilo mais "urbano" e canções conceituais.[56] Destiny Fulfilled mostrou igualdade no trio:[25] cada integrante contribuiu igualmente para as músicas,[56] tornando-se produtoras executivas do álbum.[57]

Lançado em 15 de novembro de 2004, Destiny Fulfilled não superou Survivor, o álbum alcançou o número dois na semana seguinte, vendendo 497.000 cópias em sua primeira semana, em comparação com 663.000 para o álbum anterior.[58] Certificado três vezes platina nos Estados Unidos,[24] e era um dos álbum mais vendidos em 2005, vendendo mais de oito milhões de copias no mundo;[28] que colocou o grupo como o grupo feminino que mais vendeu no ano. Quatro single foram lançados: o primeiro "Lose My Breath", "Soldier", "Cater 2 U" e "Girl"; os dois primeiros foram top 3 nos Estados Unidos. "Soldier" e"Cater 2 U" foram certificado com platina em 2006.[24]

Para promover o álbum, Destinys Child embarcou em sua segunda turnê mundial, Destiny Fulfilled ... And Lovin' It. Em 11 de Junho de 2005, em Barcelona, Espanha, o grupo anunciou para 16,000 pessoas que o grupo acabaria.[59] O Destiny's Child afirmou, no entanto, que o nome Destiny Fulfilled não é coincidência.[60] Mesmo no making of do álbum, elas planejavam se separar após a sua carreira de catorze anos como um grupo para facilitar as suas buscas continuas em aspirações individuais. Beyoncé disse que seus destinos estão cumpridos.[60] O grupo enviou uma carta para a MTV sobre a decisão:

Destiny's Child lançou uma coletânea, #1's, dia 25 de Outubro de 2005. A compilação incluiu os números um "Independent Woman Part 1", "Say My Name" e "Bootylicious". Três novas canções foram adicionadas "Stand Up for Love", e "Check on It", música de Beyoncé para o filme The Pink Panther.[61] #1's também foi lançada em DualDisc, com a mesma tracklist, sete videoclipes e um trailer do DVD Destiny's Child: Live in Atlanta.[61] O DVD foi filmado durante um show em Atlanta da Destiny Fulfilled ... And Lovin' It, que foi lançado em 28 de março de 2006. Certificado com uma vez platina.[24]

O título da compilação alimentou uma onda, uma vez que continha um número de singles, embora não exclusivamente. Enquanto o encarte da compilação não apresenta qualquer informação sobre performances comerciais das músicas em destaque, escritor Keith Caulfield da Billboard sugeriu que o nome só poderia ser "um ângulo de marketing".[62] Apesar disso, o journalista Chris Harris da MTV disse que "faz jus ao nome";[63] #1's estreou em número um na Billboard 200 com 113,000 na primeira semana e foi certificado com platina pela Recording Industry Association of America (RIAA).[24][64] "Stand Up For Love" era o então último single do grupo.

Mesmo com o retorno do grupo que só viria acontecer em 2013, o grupo teria sido renovado com uma nova formação, que, não deu certo. Essas integrantes eram Amerie, Teairra Mari e a então-novata Rihanna. A única aparição foi na edição de World Music Awards em 2005, foi vista pelas próprias integrantes do mesmo. Sendo que isso viria em forma de homenagem.

Destiny's Child se reuniu para uma apresentação de despedida no NBA All-Star Game de 2006, em 19 de fevereiro de 2006 em Houston, Texas. No entanto, Knowles comentou que essa ainda não seria a última apresentação do grupo: "É o nosso último álbum, mas não é o nosso último show."[65][66] Sua última apresentação televisionada foi no concerto beneficente Fashion Rocks em Nova York alguns dias depois.[65] Em 28 de março de 2006, as Destinys Child são homenageadas com a 2.035 ª estrela na Calçada da Fama de Hollywood por sua contribuição à indústria da música. No BET Awards de 2006, Destiny's Child ganhou o Best Group, uma categoria que elas já haviam ganhado em 2001 e 2005.[67] Após a sua dissolução formal, as três integrantes retomaram suas carreiras solos e cada uma experimentou diferentes níveis de sucesso.[68]

Apos término[editar | editar código-fonte]

Após o termino do grupo, Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams, continuaram a colaborar em projetos solos, uma das outras, seja em participação em canções, vídeoclipes e performances ao vivo. Rowland e Williams, juntamente com a irmã de Knowles, Solange, apareceram no vídeo musical de Knowles, para seu single "Get Me Bodied" (2007). Knowles disse que suas aparênciões "realmente define o tema do vídeo, porque você percebe que elas estão lá para uma festa de uma amiga".[69] O vídeo foi lançado no álbum de vídeos de B'Day Anthology Video Album, de Knowles em abril de 2007. Em 26 de junho de 2007, o grupo fez uma mini-reunião no BET Awards, onde Knowles performa "Get Me Bodied", com convidados especiais Williams, Solange e Mo'Nique, como suas bailarinas. Depois de seu desempenho, Knowles introduziu Rowland, que executou seu single "Like This" (2007) com Eve.[70] No dia 2 de setembro de 2007, Los Angeles parou para o The Beyoncé Experience tuor, Knowles cantou um techo de "Survivor" com Rowland e Williams, e as duas últimas cantaram uma canção de "Feliz Aniversário" para Knowles. O desempenho foi inserido no DVD da excursão de Knowles, The Beyoncé Experience Live.[71] Em 2008, Knowles gravou um cover de "Honesty" de Billy Joel, para o álbum de compilação Mathew Knowles & Music World Present Vol.1: Love Destiny, que foi lançado apenas no Japão para celebrar o décimo aniversário do grupo.[72][73]

Rowland fez uma aparição no videoclipe de Knowles para seu single "Party" em 2011,[74][75] e o terceiro álbum de compilação do grupo, Playlist: The Very Best of Destiny's Child, foi lançado no ano seguinte para marcar o décimo quinto aniversário do grupo, desde sua formação.[76] O quarto álbum de compilação do grupo, Love Songs foi lançado em 29 de janeiro de 2013 e incluiu a canção recém-gravada, "Nuclear", produzido por Pharrell Williams. "Nuclear" marcou a primeira música original de Destiny's Child em oito anos.[77] No mês seguinte, Rowland e Williams apareceram como convidadas especiais para o show de intervalo do Super Bowl XLVII de Knowles, onde cantaram "Bootylicious", "Independent Women" e a própria canção de Knowles "Single Ladies (Put a Ring on It)".[78] Um álbum de vídeo intitulado Destiny's Child Video Anthology, foi lançado em maio de 2013 e apresentou dezesseis dos vídeos musicais do grupo.[79] Knowles and Williams were then featured on Rowland's song "You Changed" from her fourth solo album Talk a Good Game (2013).[80] Knowles e Williams foram apresentados na canção de Rowland "You Changed" de seu quarto álbum solo Talk a Good Game (2013).[81] Mais tarde naquele ano, Rowland e Williams, fizeram aparições de camafeu nos vídeos musicais para as canções de Knowles "Superpower" e "Grown Woman", que foram incluídas no seu auto-intitulado quinto álbum solo.[82][83] Williams lançou o single "Say Yes" em junho de 2014, com Knowles e Rowland.[84] Elas cantaram a música juntas durante o Stellar Awards de 2015 e a versão ao vivo da música foi masterizada para o iTunes, em abril de 2015.[85]

Características musicais[editar | editar código-fonte]

Estilo musical e letras[editar | editar código-fonte]

Destiny's Child gravou músicas de R&B, com estilos que abrange urban, pop e dance-pop.[86] No formação original do grupo, Knowles era a vocalista principal, Rowland era o segundo vocalista principal, Luckett estava no soprano, e Roberson estava no alto.[87][88] Knowles manteve-se como a vocalista principal na formação final do grupo como um trio, no entanto, Rowland e Williams também revezam-se com vocais secundários para a maioria das canções do grupo.[19][89] Destiny's Child citou a cantora de R&B Janet Jackson, como uma de suas influências.[90] Ann Powers do The New York Times descreveu a música das Destiny's Child como "frescas e emocionais ... essas senhoras têm as melhores misturas, as amostras mais experientes e especialmente as batidas mais acontecentes".[27] Na mesma publicação, Jon Pareles observou que o som que define Destiny's Child, além da voz de Knowles, "é o modo como suas melodias entram e saem do tempo duplo." Acima de frágil e sincopado rítmico, os versos rapidamente articulados alternam com coros mais suaves."[91] O grupo normalmente harmoniza Seus vocais em suas canções, especialmente nas baladas. Na maioria dos casos de suas canções, cada integrante canta um verso e canta no coro.[89] Em seu terceiro álbum Survivor, cada integrante canta os vocais principais na maioria das canções.[19] Knowles disse: "... todo mundo faz parte da música ... Todo mundo está cantando em cada música, e é tão grande - porque agora o Destiny's Child está no ponto vocal e mentalmente que deveria estar".[92] Knowles, entretanto, cantou sozinha as canções como "Brown Eyes" e "Dangerously in Love". O grupo explorou suas letras para o relacionamento homem e mulher, irmandade e hinos de empoderamento feminino.

Survivor, contém temas interpretados pelo público como uma referência aos conflitos internos do grupo. A faixa-título, "Survivor", que definiu o tema usado em todo o álbum,[19] apresenta a letra "Eu não vou xingá-lo no rádio... Eu não vou mentir sobre você ou sua família .. Eu não vou odiá-lo na revista" o que resultou em Roberson e Luckett voltar a apresentar uma ação judicial contra o grupo;. As letras foram percebidas como uma violação sobre o acordo feito em que ambas as partes, não poderiam menosprezar uns aos outros publicamente, após um acordo judicial.[14] Em uma entrevista, Knowles comentou: "As letras do single "Survivor", são a história do Destiny's Child, porque passamos por muita coisa ... Nós passamos por nosso drama com as integrantes ... Qualquer complicação que tivemos em nosso período de 10 anos nos fizeram mais unidas e melhores."[19] Em outra música chamada "Fancy", que contém a letra "Você sempre tentou competir comigo, menina ... encontrar a sua própria identidade", Foi interpretado pelo crítico David Browne, em sua revisão do álbum para a revista Entertainment Weekly, como uma resposta ao processo.[93] Stephen Thomas Erlewine do AllMusic, resumiu Survivor "Como a intenção de provar que Destiny's Child tem mérito artístico, em grande parte porque o grupo sobreviveu ao um grande conflito interno... É um registro que tenta ser uma declaração ousada de propósito, mas acaba suando forçado e artificial."[94] Apesar do álbum ter recebido elogios críticos, o envolvimento próximo de Knowles ocasionalmente gerou críticas. Knowles escreveu e co-produziu a maior parte do Survivor.[93] Browne sugeriu que sua ajuda fez de Survivor um álbum de dores "prematuro, mas de inevitável, crescimento".[93] Na maioria das músicas de seu último álbum de estúdio Destiny Fulfilled (2004), os versos são divididos em três seções, com Knowles cantando primeiro, seguido por Rowland, depois Williams; As três se harmonizam juntas durante os coros.[89]

Imagem pública[editar | editar código-fonte]

Diana Ross (foto), cantora principal do The Supremes, no qual Beyoncé Knowles foi comparada.

Destiny's Child, foram comparadas ao The Supremes, um grupo feminino americano dos anos 1960, com Knowles sendo comparada a Diana Ross; Knowles, entretanto, rejeitou a comparação. Coincidentemente, Knowles estrelou a adaptação cinematográfica da Broadway musical de 1981 Dreamgirls, como Deena Jones, a mulher da frente de Dreams, um grupo de canto feminino baseado no Supremes. Com o papel amplo assumido por Knowles na produção de Survivor, Gil Kaufman da MTV, observou que "ficou claro que Beyoncé estava emergindo como a líder musical de forma equivocada do DC, sendo rosto público do grupo".[14] Seu domínio para a entrada criativa no álbum fez o álbum "muito seu próprio trabalho".[93] Para Lola Ogunnaike, do The New York Times, "Tem sido uma crença de longa data na indústria da música que Destiny's Child, foi pouco mais do que um lançamento para a inevitável carreira solo de Beyoncé Knowles".[95]

Na sequência do álbum solo de estreia de Knowles, Dangerously in Love (2003), os rumores se espalharam sobre uma possível separação definitiva do Destiny's Child, depois que cada integrante experimentou o sucesso solo e teve projetos em andamento.[59][96] As comparações foram feitas a Justin Timberlake, que não retornou à banda 'N Sync após seu primeiro álbum de estréia solo, Justified.[14][96] Rowland respondeu a tais rumores, anunciando que estavam de volta ao estúdio juntas.[97] O grupo alegou que a reunião estava cogitada a acontecer[14] e que sua afinidade entre si os manteve juntas.[98] Margeaux Watson, editor de artes na revista Suede, sugeriu que Knowles "não quer parecer desleal com suas ex-sócias", e chamou sua decisão de retornar ao grupo "de caridade".[95] A mãe de Knowles, Tina Knowles, escreveu um livro publicado em 2002, intitulado "Destiny's Style: Bootylicious Fashion, Beauty e Lifestyle Secrets From Destiny's Child", um relato de como a moda influenciou o sucesso das Destiny's Child.[99]

Legado e impacto[editar | editar código-fonte]

Estrela do Destiny's Child na "Calçada da Fama" em Hollywood.

Destiny's Child tem sido referido como um dos ícones da história do R&B, por ter vendido mais de 60 milhões de registros em todo o mundo.[100][101] Após a dissolução do Destiny's Child, James Montgomery, da MTV, observou que "elas deixaram um legado considerável para trás" como "um dos grupos vocais pop femininos mais vendidos na história".[102] A Billboard observou que Destiny's Child era "definido por Uma combinação de hinos violentos de empoderamento feminino, movimentos de dança de assassino e um senso de moda evasivo",[103] enquanto Essence, observou que elas "definiram tendências com sua música harmoniosa e estilo próprio".[104] Em 2015, Daisy Jones do "Dazed Digital", publicou um artigo sobre como o grupo fez um impacto significativo na música de R&B, escrevendo: "Sem uma pitada de matiz rosa, Destiny's Child legitimamente transformou o som do R&B para sempre...a sua influência pode ser encontrado salpicado em toda a paisagem pop de hoje, De Tinashe a Ariana Grande".[105] Nicole Marrow, da revista The Cut, acreditava que a música R&B nos anos 90 e no início dos anos 2000" foi praticamente redefinida pelo sucesso de artistas poderosos como TLC e Destiny's Child, que pregavam uma poderosa ladainha de abraçar a feminilidade e comemorando a individualidade."[106] Hugh McIntyre da Forbes, escreveu que antes que as bonecas do The Pussycat Dolls e Danity Kane, estourassem na cena da música em meados dos anos 2000, Destiny's Child eram "as rainhas reinantes" do gênero girl group.[107]

A formação final do Destiny's Child como trio, foi amplamente reconhecida como a formação mais reconhecida e bem sucedida do grupo.[68][108] Billboard as reconheceram como um dos maiores trios musicais de todos os tempos; Elas também foram classificados como o terceiro grupo feminino mais bem sucedido de todos os tempos nas paradas da Billboard charts, atrás do TLC e The Supremes.[103][109] O single do grupo "Independent Women" (2000), ficou em segundo lugar na lista da Billboard das "Top 40 Biggest Girl Group Songs of All Time no Billboard Hot 100 Chart".[110] "Mulheres Independentes", também foi reconhecido pelo Guinness World Records, como a mais longa canção número um no Hot 100 por um grupo feminino. O termo "Bootylicious" (uma combinação das palavras booty e delicious) tornou-se popularizado pelo single das Destiny's Child do mesmo e mais tarde foi adicionado ao Oxford English Dictionary em 2006.[111] O termo também foi usado para descrever Beyoncé durante a década de 2000, devido à sua figura curvilínea.[112][113] VH1 incluiu "Bootylicious", em suas "100 canções as mais grandes da lista dos" 00s" em 2011, e a Destiny's Child, em sua lista "100 mais grandes mulheres na música" no seguinte ano.[114][115] Além disso, "Independent Women" foi classificada como uma das 100 melhores músicas da NME. As Destiny's Child, foram homenageadas no World Music Awards de 2005, com o Prêmio Melhor Grupo Feminino do Mundo de Todos os Tempos, que incluiu uma apresentação de homenagem de 17 minutos por Patti LaBelle, Usher, Babyface, Rihanna, Amerie e Teairra Mari.[116][117] Em 2006, o grupo foi premiado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.[118]

Destiny's Child foi creditadas como uma influência musical ou inspiração por vários artistas, incluindo Rihanna,[119][120] Little Mix,[121] Girls Aloud,[122][123] Haim,[123][124] Jess Glynne,[125] Katy B,[123][126] e RichGirl.[127] Ciara foi inspirada para prosseguir uma carreira na música após ter visto o Destiny's Child executar uma canção na televisão.[128] Ariana Grande, citou Destiny's Child como uma de suas inspirações vocais, dizendo que ouvir as músicas do grupo é como ela descobriu seu alcance e "aprendeu sobre harmonias e corridas e ad-libs".[129] Meghan Trainor afirmou que seu single "No" (2016) inspirou-se no final dos anos 1990 e início 2000s no sons de Destiny's Child, NSYNC e Britney Spears.[130] A girl group Fifth Harmony, citou o Destiny's Child, como sua maior inspiração e até mesmo homenageou o grupo realizando um medley de "Say My Name", "Independent Women", "Bootylicious" e "Survivor", no programa de televisão Greatest Hits. Fifth Harmony também incorporou elementos da introdução de "Bootylicious" para a introdução de sua própria canção "Brave, Honest, Beautiful" (2015).[131]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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