Sex and the City

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Sex and the City
O Sexo e a Cidade (PT)
Sex and the City/Sexo e a Cidade (BR)
Informação geral
Também conhecido(a) como S.A.T.C.
Formato Série
Duração 30 minutos
Criador(es) Darren Star
Baseado em Sex and the City 
de Candace Bushnell
País de origem  Estados Unidos
Idioma original inglês
Produção
Câmera Câmera única
Distribuída por América do Norte
Warner Bros. Television Distribution
HBO Enterprises
Internacional
CBS Studios International
Narrador(es) Sarah Jessica Parker
Elenco Sarah Jessica Parker
Kristin Davis
Cynthia Nixon
Kim Cattrall
Tema de abertura "Sex and the City Theme"
Compositor da música tema Bob Boykin
Kenneth Burgomaster
Bob Christianson
Douglas J. Cuomo
Didier Rachou
Empresa(s) de produção Darren Star Productions
HBO Original Programming
Localização New York City, New York
Millstone Township, Nova Jersey
West Orange, Nova Jersey
Los Angeles, Califórnia
Paris, França
Exibição
Emissora de televisão original Estados Unidos HBO
Portugal SIC
Portugal SIC Mulher
Portugal Fox Life
Brasil Rede Record (até 2004)
Brasil Rede 21 (até 2006)
Brasil Multishow
Brasil Fox Life
Brasil TBS
Formato de exibição 480i (4:3 SDTV)
Formato de áudio Estéreo
Transmissão original 6 de junho de 1998 (1998-06-06) – 22 de fevereiro de 2004 (2004-02-22)
N.º de temporadas 6
N.º de episódios 94
Cronologia
Sex and the City
(2008)
Sex and the City 2
(2010)
The Carrie Diaries
(2013–14)

Sex and the City é uma premiada série de televisão americana baseada no livro com o mesmo nome de Candace Bushnell, Scott B. Smith e Michael Crichton. Foi originalmente transmitida nos Estados Unidos pela cadeia HBO, de 6 de junho 1998 a 22 de fevereiro de 2004.

Passada na cidade de Nova York, a série focava nas relações íntimas de quatro mulheres que eram amigas, três das quais na casa dos trinta, e uma, Samantha, nos seus quarenta. Uma comédia de situação com elementos de telenovela, a série focou muitas vezes assuntos relevantes como o papel da mulher na sociedade atual.

A série teve seis temporadas, sendo a quinta reduzida a metade devido a gravidez da atriz Sarah Jessica Parker, que interpretava Carrie. Todas as temporadas foram lançadas em DVD no Brasil, no ano de 2006, após dois anos do fim da série, mas somente com legendas em português. Foi exibida no Brasil entre 1998 e 2004 pela Rede Record, e reprisada entre 2004 e 2006, pela Rede 21.

A continuação da série se deu através de dois filmes: Sex and The City - O Filme, lançado dia 27 de maio de 2008 e Sex and the City 2, lançado dia 28 de maio de 2010.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Carrie Bradshaw trabalha como colunista de um jornal onde relata histórias sobre relações interpessoais e sexuais sem esperança. Carrie vive em Manhattan, Nova Iorque. Conta sempre com as suas três amigas: Samantha Jones, a típica loura fatal que trabalha como relações-públicas e está sempre atrás de um bom partido sem compromissos; Charlotte York, que trabalha numa galeria de artes, e é a romântica e sensível que busca sempre longos relacionamentos, embora nunca consiga ter um; e Miranda Hobbes, advogada, racional, e a mais prática de suas amigas, sempre sabendo o que quer da vida (ou quase isso).[1]

Personagens[editar | editar código-fonte]

  • Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), é a narradora da série, uma vez que cada episódio é montado segundo o tema que ela aborda na sua coluna para o The New York Star. Carrie é conhecida pelo seu gosto pela moda, que a faz gastar os rendimentos em sapatos como Manolo Blahniks ou em roupas das casas mais aclamadas e pela vida que a grande metrópole proporciona. Outro motivo de orgulho é o seu apartamento de um quarto em Upper East Side, que finalmente compra e é a sua casa por toda a série. Carrie vai envolver-se seriamente com alguns homens que a marcarão decisivamente no futuro.
  • Charlotte York (Kristin Davis), é uma comerciante de arte com uma educação de classe média-alta de Connecticut. É a mais conservadora e tradicionalista do grupo e a que dá mais ênfase ao lado emocional do amor em detrimento da luxúria. Encontra-se permanentemente em busca do seu cavaleiro andante. Apesar da sua rigidez em alguns assuntos, ela é conhecida por ter feito concessões enquanto casada, que até as amigas se chocaram como falar sujo e sexo oral em público. Prefere deixar a sua carreira quando se casa pela primeira vez, casamento este dissolvido depois das diferenças entre ela e o marido. Com o divórcio, Charlotte recebe o apartamento da Park Avenue. Casa-se novamente com o seu advogado, Harry Goldenblatt após se converter ao judaísmo.
  • Miranda Hobbes (Cynthia Nixon), é uma advogada que está concentrada na sua carreira. Tem perspectivas extremamente cínicas relativamente aos homens e às relações, o que a faz passar a maior parte da série sozinha. Graduada pela Harvard University, Miranda nasceu em Philadelphia, onde a sua família reside. Nas primeiras temporadas, Miranda tinha uma fachada mais durona e forte, mas com o decorrer da série vai ficando cada vez menos, especialmente depois do namoro com Steve Brady com quem tem um filho, Brady Hobbes. No final da série Miranda casa-se com Steve e vai viver em Brooklyn, Nova York.
  • Samantha Jones (Kim Cattrall) é a mais velha do grupo, porém a mais bela e sedutora, praticamente podendo seduzir qualquer homem, de qualquer idade. Tem muito orgulho do seu corpo e não poupa esforços para conseguir o que deseja, evitando envolvimento emocional a todo o custo, enquanto satisfaz todos os possíveis desejos que tem. Melhor amiga de Carrie, sempre lhe dá conselhos e dicas. É uma relações públicas independente. Na terceira temporada, muda-se de um apartamento em Upper East Side, região nobre e tradicional da cidade, para um loft caro na Meatpacking District, região degradada pela prostituição mas em processo de revitalização. Durante o decurso da série tem inúmeros relacionamentos, mas são mais libertos que os da suas amigas.

Origem[editar | editar código-fonte]

A série foi baseada em parte no livro de 1997 do escritor Candace Bushnell com o mesmo nome, compilado de sua coluna no The New York Observer. Bushnell disse em várias entrevistas que o Carrie Bradshaw em suas colunas é seu alter ego; quando escreveu os ensaios "Sex and the City", ela usou seu próprio nome inicialmente, mas por motivos de privacidade, mais tarde criou o personagem interpretado na série por Sarah Jessica Parker. Carrie Bradshaw era escritora e morava em Nova York. Carrie Bradshaw e Candace Bushnell têm as mesmas iniciais, um floreio enfatizando sua conexão. Além disso, assim como Carrie Bradshaw finalmente recebe seus artigos para o fictício "New York Star" publicado como um livro em séries posteriores, toda a série Sex and the City é baseada em uma compilação das próprias colunas de Bushnell para o New York Observer.

Episódios[editar | editar código-fonte]

TemporadaEpisódiosExibição original
Estreia da temporada Final da temporada
1126 de junho de 1998 (1998-06-06)23 de agosto de 1998 (1998-08-23)
2186 de junho de 1999 (1999-06-06)3 de outubro de 1999 (1999-10-03)
3184 de junho de 2000 (2000-06-04)15 de outubro de 2000 (2000-10-15)
4183 de junho de 2001 (2001-06-03)10 de fevereiro de 2002 (2002-02-10)
5821 de julho de 2002 (2002-07-21)8 de setembro de 2002 (2002-09-08)
6201222 de junho de 2003 (2003-06-22)14 de setembro de 2003 (2003-09-14)
84 de janeiro de 2004 (2004-01-04)22 de fevereiro de 2004 (2004-02-22)

Transmissão e distribuição[editar | editar código-fonte]

A primeira temporada de Sex and the City foi ao ar na HBO de junho a agosto de 1998. A segunda temporada foi transmitida de junho a outubro de 1999. A terceira temporada foi transmitida de junho a outubro de 2000. A quarta temporada foi transmitida em duas partes: de junho a agosto de 2001; depois, em janeiro e fevereiro de 2002. A quinta temporada, truncada devido à gravidez de Parker, foi ao ar na HBO durante o verão de 2002. Os vinte episódios da temporada final, sexta temporada, foram exibidos em duas partes: de junho a setembro de 2003 e janeiro e Fevereiro de 2004

Sindicação[editar | editar código-fonte]

Sex and the City é atualmente sindicado nos EUA pelo irmão corporativo da HBO (na Time Warner) Warner Bros. Television Distribution. A CBS Television Studios (sucessora da Rysher Entertainment e da Paramount Domestic Television) e seu braço de distribuição possuem direitos internacionais.

Canais de transmissão
  • Estados Unidos da América: O canal a cabo dos Estados Unidos HBO era a emissora original. TBS e WGN foram os primeiros canais dos EUA a distribuir a série. Em 2015, a série é atualmente sindicado no E! muito frequentemente. A série também entrou em distribuição internacional.
  • Portugal: Foi transmitida pela SIC com repetições no canal SIC Mulher e na própria SIC e mais tarde também foi transmitida pela Fox Life.
  • Brasil: Transmitida pela HBO e Multishow (onde também ganhou uma versão "light" com algumas cenas cortadas por causa da restrição de idade no horário em que era transmitida), pelo Canal 21, pela Rede Bandeirantes e Rede Record e agora pelo canal TBS do Brasil, dublado.
  • Canadá: No canal a cabo do Canadá, Bravo transmitiu a primeira apresentação da série todos os sábados, às 23 horas, algumas semanas após a transmissão da HBO nos Estados Unidos.
  • Austrália: A Nine Network transmitiu a primeira edição da série toda segunda-feira, entre as 21:30 e as 23:00. Depois de 2004, o Cable Channel W foi ao ar até o verão de 2008, quando a Arena começou a exibi-lo em um bloco com Will & Grace, com promos afirmando que "todos os mocinhos são gays". A série foi repetida na Network Ten, de 2005 a 2010, e na Onze, de fevereiro de 2011.
  • Irlanda: Na República da Irlanda, a TV3 estreou Sex and the City em fevereiro de 1999. Desde 2006, as repetições da série foram ao ar na 3e.
  • Reino Unido: O Channel 4 originalmente foi ao ar a série no Reino Unido com o primeiro episódio exibido em 3 de fevereiro de 1999.[2] em agosto de 2009, a série foi ao ar todas as noites da semana às 22h30 no Comedy Central era transmitida às quartas-feiras a às 21h00 no 5*. e 2015, a série foi repetido na CBS Drama. Começando em 26 de fevereiro de 2018, a série retornou ao Channel 4 em seu canal musical 4Music.

Filmes[editar | editar código-fonte]

Sex and the City (2008)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Sex and the City (filme)

Um filme baseado em Sex and the City, escrito, produzido e dirigido por Michael Patrick King, foi lançado em maio de 2008. As quatro atrizes principais voltaram para reprisar seus papéis, assim como Chris Noth, Evan Handler, David Eigenberg e Jason Lewis. e Willie Garson. Além disso, Jennifer Hudson aparece no filme como assistente de Carrie. O filme é definido quatro anos após o final da série.[3] O filme teve críticas mistas pelos críticos; nas bilheterias, foi a comédia romântica de maior bilheteria do ano.[4][5] O filme foi lançado em DVD em 23 de setembro de 2008.[6]

Sex and the City 2 (2010)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Sex and the City 2

Sex and the City 2 foi lançado em maio de 2010. O filme é estrelado por Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Kim Cattrall e Noth, que reprisaram novamente seus papéis, bem como Handler, Eigenberg, Lewis e Garson. Ele também apresenta cameos de Liza Minnelli, Miley Cyrus e Penélope Cruz. O filme é ambientado dois anos após os eventos do primeiro filme. Foi criticamente criticado[7] mas um sucesso comercial nas bilheterias.[8]

Sex and the City 3[editar | editar código-fonte]

Foi relatado em dezembro de 2016 que um roteiro para o terceiro e último filme havia sido aprovado e que o elenco principal havia assinado.[9] No entanto, em 28 de setembro de 2017, Parker confirmou ao Extra que o filme havia sido cancelado, afirmando: "Estou decepcionado. Tivemos este roteiro e história bonita, engraçada, comovente, alegre e muito relatável. Não é apenas decepcionante não conte a história e tenha essa experiência, mas mais para o público que tem sido tão vocal em querer outro filme."[10]

Lançamentos em DVD[editar | editar código-fonte]

Todas as seis temporadas de Sex and the City foram lançadas comercialmente em DVD, com a sexta temporada sendo dividida em duas partes. Eles foram lançados oficialmente nos formatos região 1 (América), região 2 (Europa e Oriente Médio), região 3 (Coréia) e região 4 (Oceania e Pacífico Sul). Além da codificação da região, os lançamentos variam dependendo da região em que foram lançados.

Além dos conjuntos padrão de DVD de uma única temporada do programa, foram lançadas edições de colecionadores de edição limitada que incluem todas as seis temporadas em um conjunto completo. Estes também variam entre as regiões (e as regiões são definidas de forma diferente). Enquanto a Europa adquiriu um conjunto completo que veio com uma embalagem especial "shoebox" (uma referência ao amor de Carrie Bradshaw por sapatos), a versão dos EUA e Canadá veio embalada em um estojo de camurça mais tradicional e com um DVD bônus adicional que inclui muitos características especiais. A edição do México e da Oceania vem embalada em um beauty case.

Além de perder alguns recursos especiais, muitos na Europa tiveram problemas com a edição 2 da região do DVD da primeira temporada. A temporada não foi convertida em sinal de vídeo PAL; Em vez disso, ele permaneceu em seu formato NTSC americano original, o que causou problemas de compatibilidade com alguns aparelhos de televisão e aparelhos de DVD europeus. Todos os lançamentos subsequentes do DVD da Região 2 foram apropriadamente transferidos para o vídeo PAL usando as impressões originais do filme, e a 1ª temporada já foi relançada no formato PAL.

Fora dos EUA, Sex and the City box sets foram lançados pela Paramount Pictures. DVDs americanos e canadenses foram lançados através das emissoras originais do programa, a HBO. Na Austrália, edições únicas foram lançadas, em que cada disco é vendido separadamente. Na Coréia do Sul, foram lançados conjuntos especiais de DVDs de seis estações completos. No Brasil, a primeira e a quinta temporadas foram lançadas em DVD Dual, mas todas as outras temporadas foram lançadas em DVD box sets.

Os episódios selecionados também estão disponíveis como parte da coleção de DVDs Sex and the City Essentials. Estes são quatro discos embalados separadamente contendo três episódios selecionados que se encaixam em um tema comum.

Premiações[editar | editar código-fonte]

2004[editar | editar código-fonte]

Emmy Award para Melhor Atriz (série de comédia)[1] - Sarah Jessica Parker
Emmy Award para Melhor Atriz Coadjuvante (série de comédia)[2] - Cynthia Nixon
Melhor Atriz (série cómica ou musical) em televisão - Sarah Jessica Parker
Melhor Elenco (série de comédia)

2003[editar | editar código-fonte]

  • American Cinema Editors ACE Eddie Awards
Melhor Edição de meia hora de série para Televisão - episódio: "Luck Be An Old Lady"; Wendey Stanzler, A.C.E.
  • American Women in Radio and Television (AWRT)
Gracie Allen Award
National/Network/Syndication Award Winners Entertainment Program/Comedy
Outstanding Casting for a Comedy Series - Casting: Jennifer McNamara
Melhor Atriz coadjuvante em televisão - Kim Cattrall
  • Makeup Artists and Hair Stylists Guild Awards
Melhor Estilo de Cabelo Contemporaneo numa Série - Wayne Herndon, Donna Fischetto, Suzana Neziri

2002[editar | editar código-fonte]

  • ACE Eddie Awards
Melhor Edição de Meia hora numa série de Televisão - Michael Berenbaum, "The Real Me"
  • CINE Golden Eagle Film and Video Competition
CINE Golden Eagle Award - episódio: "Easy Come, Easy Go"
  • Columbus International Film & Video Festival
Menção Honorária
  • Primetime Emmy Awards
Outstanding Directing for a Comedy Series - Episódio: The Real Me; Michael Patrick King
Outstanding Casting for a Comedy Series - Jennifer McNamara
Outstanding Costumes for a Comedy Series - Episódio: "Defining Moments" (Patricia Field, Rbecca Weinberg)
Melhor Série (comédia ou musical)
Melhor Atriz (série cómica ou musical) em televisão - Sarah Jessica Parker
Melhor Elenco (série de comédia)
  • Golden Satellite Awards
Melhor Série: Musical ou Comédia
Gracie Allen Award: American Women in Radio and Television
Outstanding Comedy Series
  • Monte Carlo Television Festival
Golden Nymph Award: Outstanding Producer of the Year, Comedy
Outstanding Actress of the Year - Sarah Jessica Parker
  • New York Festivals
Gold WorldMedal: Situation Comedy - episódio: "Don't Ask, Don't Tell"
  • Producers Guild Golden Laurel Awards (PGA)

Danny Thomas Producer of the Year Award in Episodic Television, Comedy - Michael Patrick King, Cindy Chupack, John P. Melfi & Sarah Jessica Parker

Outstanding Performance by an Ensemble In a Comedy Series - Kim Cattrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Sarah Jessica Parker
  • SHINE Awards
Comedy episódio - episódio "Coulda, Woulda, Shoulda"
  • WIN Awards
TV Comedy Series Actress - Cynthia Nixon, no episódio: "My Motherboard, My Self"

2001[editar | editar código-fonte]

  • Gracie Allen Award
American Women in Radio and Television - episódio: "Attack of the 5'10" Woman"
  • Columbus International Film & Video Festival
Honorable Mention - Costume Designers Guild
Excellence in Costume Design Contemporary for Television - Patricia Field
Outstanding Comedy Series
  • Entertainment Industries Council Prism Awards
Prism Award for Television, Series Comedy Storyline - episódio: "Quitting Smoking"
Commendation - Sex and the City: "What Goes Around Comes Around"
  • Golden Globes
Melhor Série (comédia ou musical)
Melhor Performance de uma Actriz numa Série: Musical ou Comédia - Sarah Jessica Parker
  • Golden Satellite Awards
Best Television Series - Comedy or Musical
  • Makeup Artist & Hairstylist Guild Awards
Best Contemporary Makeup for Television (for a single episode of a Regular Series, Sitcom, Drama or Daytime) - Judy Chin; episódio: "Don't Ask, Don't Tell"
Best Contemporary Hair Styling - Television (for a single episode of a Regular Series, Sitcom, Drama or Daytime) - Michelle Johnson; episódio: "Don't Ask, Don't Tell"
  • National Council on Family Relations Media Awards
First Place, STD/AIDS - episódio: "Running with Scissors"
  • Producers Guild Golden Laurel Awards (PGA)
Danny Thomas Producer of the Year Award - Episodic TV Comedy
Melhor Atriz (série de comédia) - Sarah Jessica Parker
  • TV Cares
Ribbon of Hope Award
  • Women's Image Network WIN Femme Film Festival
WIN Award - TV Series Actress - Cynthia Nixon no episódio: "My Motherboard, My Self"

2000[editar | editar código-fonte]

  • Gracie Allen Awards: American Women in Radio and Television
Gracie Allen Award - episódio: "Twenty-Something Girls vs. Thirty-Something Women"
  • CINE Golden Eagle Awards
Golden Eagle Award - episódio: "Ex and the City"
  • Columbus International Film & Video Festival
Honorable Mention
Melhor Série (comédia ou musical)
Melhor Atriz (série cómica ou musical) em televisão - Sarah Jessica Parker
  • Media Project SHINE Awards
Scene Stealer

1999[editar | editar código-fonte]

  • CINE Gold Eagle Film and Video C "They Shoot Single People Don't They?"
  • Columbus International Film & Video Festival - Chris Awards
The Bronze Plaque
  • New York Festivals - Television Programming and Promotion Competition
Silver World Medal: Situation Comedy - episódio: "They Shoot Single People, Don't They?"
  • Women In Film
Lucy Award
  • WorldFest - Houston International Film Festival
Gold Award in the Television & Cable Production: TV Series: Comedy Division - episódio: "Secret Sex"

Recepção[editar | editar código-fonte]

Sex and the City estreou na HBO em 6 de junho de 1998 e foi um dos sitcoms de maior audiência da temporada.[11] O último episódio original, "An American Girl in Paris, Part Deux", foi ao ar em 22 de fevereiro de 2004.

Prêmios e reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Ao longo de suas seis temporadas, Sex and the City foi indicado para mais de 50 prêmios Emmy e ganhou sete: duas para Melhor Performance de Série de Comédia (Jennifer McNamara), uma para Fantasias, uma para Melhor Série de Comédia, uma para Melhor Dirigindo para uma série de comédia, uma de melhor atriz em uma série de comédia (Sarah Jessica Parker), e um de Melhor Atriz Coadjuvante em uma série de comédia (Cynthia Nixon).

A série também foi indicado para 24 Golden Globe Awards e ganhou oito. Em 2007, foi listado como um dos "100 melhores programas de TV de todos os tempos" da revista TIME.[12] A Entertainment Weekly colocou em sua lista de "melhor de todos" da década, dizendo: "As roupas do SATC elevam seu cosmos! Um brinde ao maravilhoso guarda-roupa de Sex and the City, que nos ensinou que nenhuma flor é muito grande, sem saia muito curta e sem sapato muito caro".

Para o seu 65º aniversário, TV Guide escolheu "My Motherboard, My Self" como o oitavo melhor episódio do século XXI.

Moda[editar | editar código-fonte]

The New York Times em 2013 creditou a Sex and the City e sua figurinista Patricia Field com "manias iniciais para colares de plaquetas, sapatos Manolo Blahnik, corpetes floridos e alças de sutiã visíveis". Field descreveu a influência do programa como "como estar sentado no fundo de uma bomba atômica".[13] Uma reportagem de 2018 do The Guardian sobre a influência duradoura da série citou o editor de moda Chelsea Fairless: "Eu arriscaria dizer que a mistura de alta moda e fast fashion que Patricia Field trouxe para a série influenciou a maioria das pessoas que trabalham com moda de um jeito ou de outro".[14] Ele também apontou para as contas de fãs no Instagram como "Every Outfit em Sex and the City" e "Carrie Dragshaw" como uma prova do continuado apelo popular da moda do programa.

Crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas têm sido expressas sobre a influência que o programa tem sobre os adolescentes e como as imagens exibidas no programa afetam a maneira como mulheres e jovens se vêem. A gravidez não planejada foi um tópico durante o episódio "The Baby Shower" (1.10), quando Carrie se viu em uma possível situação de gravidez não planejada com o Sr. Big (foi um alarme falso). No episódio "Coulda Woulda Shoulda" (4.11), Miranda se viu lidando com uma gravidez não planejada e um possível aborto. Miranda optou pelo aborto e ao longo das temporadas 5 e 6, vimos como Miranda lidou com a criação de uma criança como mãe solteira. Houve também dois episódios que trataram de doenças sexualmente transmissíveis. No episódio "Are we sluts" (3,06), Miranda teve que lidar com um caso de clamídia, além de contatar seus antigos amantes para que eles também pudessem ser testados. Em "Running with Scissors" (3.11), Samantha enfrentou um teste de HIV depois que um parceiro se recusou a fazer sexo com ela até que ela fizesse o teste.

Tanya Gold de The Daily Telegraph afirmou, "Sex and the City" é para o feminismo o que é o açúcar para os cuidados dentários. A primeira pista está nos créditos de abertura do programa de televisão. Carrie é de pé em uma rua de Nova York com uma saia de balé, o tipo que as crianças usam. Ela está vestida, inconfundivelmente, como uma criança. E, porque ela é colunista de sexo em um jornal, um ônibus vestindo uma foto enorme dela em um vestido minúsculo Passa pelo passado. "Carrie Bradshaw sabe de sexo bom", diz o ônibus. E aí, antes que qualquer diálogo atinja seus ouvidos, você tem os dois arquétipos femininos que Sex and the City ama - mulher como objeto sexual e mulher como criança... Em outro episódio, Carrie percebe que ela é sem-teto porque ela gastou US$ 40 mil em sapatos e não tem um depósito para um apartamento. (Nesta crise, ela chora e pede emprestado o dinheiro para o depósito - que criança faria qualquer outra coisa?)."[15]

Joan Swirsky, jornalista e escritora de Nova York, escreveu em 2003:

Outro exemplo de que o feminismo está morto é a popularidade de Sex and the City, a série da HBO mostra que apresenta mulheres de 30 e 40 e poucos anos, enviando as mensagens inconfundíveis para as mulheres mais jovens e mais velhas que carreiras, dinheiro, aparência e, ostensivamente, inteligência não é nada comparada a fazer qualquer coisa para conseguir um homem, incluindo infinitamente obcecada com o assunto, envolvendo-se em encontros sexuais sem amor ou sem igual.[16]


Além de obcecada em encontrar e manter um homem, a personagem principal do programa também esconde rotineiramente seus verdadeiros pensamentos e sentimentos do homem. O espetáculo usa dublagens para revelar a vida de pensamento interior de Carrie, que muitas vezes está em conflito com a forma como ela está se expressando externamente. Como a especialista em cultura pop Ashli L. Dykes aponta, "... o medo de que os homens não encontrem mais uma mulher atraente se ela revela seu verdadeiro eu está em contraste com os relacionamentos entre as quatro principais personagens femininas..."

Os críticos acadêmicos, no entanto, discordam sobre se “Sex and the City” era realmente antifeminista, feminista, ou pós-feminista. Alguns argumentam que qualquer rótulo é aplicado ao programa, ele ofereceu uma contribuição importante "para o diálogo contínuo" e isso porque "mostra as mulheres em um mundo onde elas podem ser femininas, atraentes e feministas ao mesmo tempo ... a série oferece um fórum para um debate pós-feminista renovado".

O programa recebeu críticas por lidar com temas como gravidez inesperada, com Andrea Press afirmando que isso contrasta com o pensamento feminista progressista. Em um episódio, Miranda se depara com uma gravidez inesperada, o que faz com que Carrie reflita sobre sua própria experiência de gravidez e aborto. Os críticos argumentam que a vergonha de Carrie ao compartilhar esta história com seu namorado serve para "minar" as liberdades duramente lutadas que permitiram sua escolha com "múltiplas perspectivas críticas em relação ao ato".

Os críticos também observam que, enquanto a série é elogiada como uma defensora do feminismo progressivo, seus personagens aderem a uma visão fortemente tradicional dos papéis femininos de gênero, com foco na aparência, no glamour e no consumismo. As roupas que os personagens usam são tão importantes quanto o enredo em si (e às vezes é o próprio enredo). Uma mensagem central do programa é que o consumo é fundamental e somos alimentados com mensagens de marketing constantes ao longo da série.

Em uma análise retrospectiva da série, os críticos geralmente reavaliaram Carrie Bradshaw como uma protagonista antipática, apesar do retrato da série como uma figura positiva. Em 2013, a revista Glamour chamou Carrie de "a pior" personagem do programa, dizendo que "sua brutalidade e auto-absorção eclipsaram suas qualidades redentoras e até mesmo seus incríveis sapatos".[17] Em uma retrospectiva de 2010 sobre as duas décadas anteriores na cultura pop, a ABC News nomeou Carrie como uma das dez piores personagens dos últimos vinte anos, chamando-a de "esnobe arrogante e hipócrita de Manhattan" e citando as ações do personagem em Sex and the City 2 como prova de que ela estava além do crescimento pessoal ou da redenção.[18] Emily Nussbaum do The New Yorker, relembrando o programa uma década depois que ele saiu do ar, argumentou que Bradshaw era "o primeiro anti-herói feminino na televisão", que começou como um "feliz", explorador curioso, fumando amigavelmente com modellizers ["sic"], "mas a partir da segunda temporada em que ela" girou, tornando-se ansiosa, obsessiva e, apesar de seu charme, descontroladamente autocentrada. "Nussbaum também afirmou que é apenas com o passar do tempo que a reputação do programa "encolheu e desapareceu", em grande parte devido à decepção que o programa "cedeu" aos limites da comédia romântica no final da série. Até então, Nussbaum escreve, "Sex and the City" era uma televisão nítida e iconoclasta. Em resposta à questão de por que o show é agora "tantas vezes retratado como um conjunto de desenhos animados estáticos vazios, um embaraço para as mulheres", escreveu Nussbaum: "É um equívoco clássico, penso eu, decorrente de uma hierarquia não examinada: a suposição de que qualquer coisa estilizada (ou estereotipada, prazerosa, engraçada ou feminina, ou explícita sobre sexo e não sobre violência, ou feita em colaboração) deve ser inferior." Nussbaum também pressionou contra as críticas a Sex and the City como antifeminista, defendendo uma visão mais complexa dos personagens como situada em diferentes ondas do feminismo: "Miranda e Carrie eram feministas da segunda onda, que acreditavam no igualitarismo; Charlotte e Samantha eram feministas da terceira onda, focadas em explorar o poder da feminilidade, de ângulos opostos."[19]

Um artigo de 2018 no The Guardian intitulado "'Aquela série foi tão branco quanto possível!': O legado problemático do Sex and the City", apontou para a falta de séries regulares não-brancas e "insensibilidade racial" no mostre como a referência "ouro do gueto" de Carrie ou a Samantha que veste uma peruca afro para cobrir sua calvície da quimioterapia.[20] Ele também fez referência aos memes #wokecharlotte que ganharam popularidade em mídia social em 2017, em que Charlotte castiga Carrie por comentários que parecem retrospectivamente insensíveis e ignorantes (isto é, a bissexualidade de Carrie chama de "parada no caminho para Gay Town", ou Samantha usando linguagem transfóbica para se referir a profissionais do sexo fora de seu apartamento).[21] O criador dos memes afirmou que "é gratificante ver a série ser chamado para as coisas que não se sustentariam em 2017. É verdade que foi progressivo para o seu tempo, mas isso não significa que os espectadores contemporâneos devam ser desdenhosos de alguns dos seus conteúdos mais problemáticos."[22] No 20º aniversário da estréia da série, o The Guardian publicou um artigo de opinião de Rebecca Nicholson argumentando que o programa não deve ser desconsiderado por causa de suas falhas retrospectivas, mas ainda deve ser apreciado pelo fato de que "foi, e é, um brilhante, ousada, pioneira série".[23]

Existem várias contas de fãs de mídia social que olham para a série de mais de uma década após sua estréia, oferecendo novos comentários e interpretações, incluindo as contas do Instagram Carrie Dragshaw (@dan_clay)[24][25] e Every Outfit on Sex & the City (@everyyoutfitonSATC).[26][27]

Franquia[editar | editar código-fonte]

Pré-sequência[editar | editar código-fonte]

The Carrie Diaries é uma pré-sequência da série original, baseada no livro de mesmo nome de Candace Bushnell.[28] A série estreou na The CW em 14 de janeiro de 2013. AnnaSophia Robb faz o papel da jovem Carrie Bradshaw.[29] Em 8 de maio de 2014, a The CW cancelou The Carrie Diaries após duas temporadas.[30]

Adaptações[editar | editar código-fonte]

A série de televisão brasileira Sexo e as Negas foi adaptada da série original e lançada em 16 de setembro de 2014.[31] A versão introduziu algumas diferenças – as quatro senhoras eram atrizes negras e a série acontece no subúrbio.[32]

Referências

  1. «Sex and the City». Filmow. Consultado em 17 de setembro de 2014. 
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