Mulher-Maravilha

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Mulher-Maravilha
Mulher-Maravilha.jpg
Outro(s) nome(s) Princesa Diana das Amazonas de Themyscira, Diana Prince, Diana Prince Rockwell Trevor
Espécie Estátua Viva (1941-Os Novos 52)

Semideusa (Os Novos 52-presente)

Ocupação
  • Princesa da Ilha Themyscira
  • Enfermeira da Força Aérea Americana (originalmente)
  • Oficial da Inteligência Militar
  • Agente do Departamento de Assuntos Meta-Humanos (atualmente)
  • Guerreira Amazona
  • Herdeira Mortal dos Deuses Gregos
  • Embaixadora no mundo do patriarcado
  • Deusa da Guerra e Aventureira
Afiliações Amazonas de Themyscira
Sociedade da Justiça
Força-Tarefa Liga da Justiça
Liga da Justiça da América
Liga da Justiça
Departamento dos Meta-humanos
Tropa das Safiras Estrelas
Superamigos
Tropa dos Lanternas Brancos
Tropa dos Lanternas Negros
Família

Romances

Irmãos

Outros

  • General Antíope (tia, 1984-Os Novos 52) / Rainha Antíope / Alcippe (avó materna falecida, Renascimento-presente)
  • Astarte (tia, falecida, Os Novos 52-presente), Atalanta (tia-avó, falecida, Os Novos 52)-presente)
  • Ares (avô,Titãs do Amanhã)
  • Cassie Sandsmark (aprendiz, 1996-2011)/ Cassie Sandsmark (sobrinha, Os Novos 52-presente)
  • Wonder Boy (Bobby Barnes, sobrinho adotivo)
  • Robert Hinckley Long (sobrinho, falecido, 1992-2011) e Terrence Long (cunhado, falecido, 1981-2011)
  • Coeus (ex-cunhado, 1985-2011)
  • Escaravelho de Prata (Hector Hall) (genro, Terra 2)
  • Príncipe Charles (2º marido, Amazonia)
  • Penthesilea (tia, falecida, A Lenda da Mulher-Maravilha), Glauce e Melanippe (tias, A Lenda da Mulher-Maravilha)

Descendentes

Terra Natal Themyscira / Ilha Paraíso
Criado por William Moulton Marston
Harry George Peter
Elizabeth Marston
Género(s) Feminino
Primeira aparição Histórico: All Star Comics #8 (Dez. de 1941)
Moderna: Wonder Woman vol. 2, #1 (Fev. de 1987)
Atual: Flashpoint vol 2, # 5 (Out. de 2011)
Editora(s) DC Comics
Base de operações Themyscira
Washington, D.C
Gateway City, Califórnia
Boston
Codinomes conhecidos Diana de Themyscira
Diana Prince
Princesa Diana/Diana Prince
Deusa da guerra

Mulher-Maravilha (em inglês, Wonder Woman) é uma personagem fictícia de histórias em quadrinhos publicadas pela editora estadunidense DC Comics,[1] originalmente é uma super-heroína de origem grego-romana[2], alter ego da Princesa das Amazonas Diana de Themyscira, também conhecida como Diana Prince no Universo DC.[3][4][5] Embaixadora honorária da ONU[6] é considerada um dos maiores ícones da cultura pop do sexo feminino da nona arte[7] e ícone da cultura feminista.[8] Sua primeira aventura foi na revista All Star Comics #8 de dezembro de 1941, nos Estados Unidos,[9] escrita por William Moulton Marston e desenhada por HG Peter.[10][11] A história tem continuação direta em Sensation Comics #1 de janeiro de 1942.[12] Com o sucesso alcançado, ela ganhou sua própria revista em quadrinhos em maio de 1942, Wonder Woman #1, que foi transferida exclusivamente para a DC Comics em 1944.[13][14][15]

Sua história de origem sofreu alterações com o passar dos anos. Entretanto, apesar das diferentes origens e dos diferentes uniformes, é possível dizer que a essência da personagem permaneceu a mesma desde sua criação.[16] A Mulher-Maravilha é a princesa e embaixadora das Amazonas da ilha paradisíaca Themyscira e filha da rainha das amazonas, Hipólita. Ela foi mandada ao “mundo dos homens” para propagar a paz, sendo a defensora da verdade e da vida na luta entre os homens e o firmamento, entre os mortais e os deuses. Possuindo habilidades super-humanas e seu laço da verdade.[5][17]

Criada na chamada “era de ouro dos heróis”, mesmo período de Superman e Batman, ela se tornou um sinônimo de mulher poderosa e uma das mais poderosas defensoras da paz e da igualdade[5][17], fazendo parte da Santíssima Trindade da DC Comics e muitas vezes funciona como o equilíbrio entre os extremos de O Ultimo Filho De Krypton e O Cavaleiro de Gotham.[18][19][14] Membro honorário da Sociedade de Justiça da América, primeiro grupo de super-heróis a aparecer historicamente nas Histórias em Quadrinhos. Na Era Prata, fundadora da Liga da Justiça permanecendo até hoje.[20] A Mulher Maravilha também foi adaptada para diversas outras mídias, como jogos de videogame ou desenhos animados.[21]

Origens nos Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Origem 1[editar | editar código-fonte]

Os quadrinhos divergem quanto à origem de Diana, mas a primeira, dos anos 40, determina que ela foi esculpida do barro pela mãe, a rainha Hipólita (já que não havia homens na ilha das amazonas), e abençoada por todos os deuses do Olimpo. Seus poderes se originam diretamente de lá: “Bela como Afrodite, sábia como Atena, forte como Hércules e rápida como Hermes”, descreviam os primeiros quadrinhos.

Origem 2[editar | editar código-fonte]

Nos primeiros volumes das novas origens de Diana em Os Novos 52, nos deparamos com uma batalha dos deuses onde Zeus tentou se esconder na ilha das Amazonas, mas foi surpreendido por Hipólita, a rainha delas. Eles lutaram um contra o outro só que com o decorrer dos encontros, Zeus e Hipólita foram se apaixonando. Dessa união tiveram uma filha: Diana Prince, a Mulher-Maravilha. As origens do barro ainda são citadas nesta história. A rainha das Amazonas, a fim de esconder seu relacionamento com Zeus, conta que sua filha foi gerada e moldada do barro. No entanto, com o passar dos anos a Mulher-Maravilha descobre toda a verdade. Hipólita havia mentido para proteger a filha da fúria de Hera.

Criação e concepção[editar | editar código-fonte]

William Moulton Marston em 1938

As revistas em quadrinhos surgiram na década de 30, criadas por Maxwell Gaines, fundador da editora All-American Publications. Rapidamente se tornaram uma febre, com vendas mensais ultrapassando a casa das 10 milhões de cópias. O sucesso trouxe também um forte grupo opositor, que julgava as histórias como péssimas influências para as crianças.[22] Na mesma época, em uma entrevista 25 de outubro de 1940, realizada pela ex-aluna de Marston, Olive Byrne (sob o pseudônimo de “Richard Olive”) e publicado pela Family Circle, intitulado “Não ria dos Quadrinhos”, William Moulton Marston descrevia o que viu como o potencial educacional das histórias em quadrinhos[23], um artigo deu sequência a entrevista e foi publicado dois anos mais tarde em 1942.[24] Este artigo chamou a atenção de Max Gaines, que empregou Marston como consultor educacional da National Periodicals of American publications[22] e All-American Publications, duas das companhias que se fundiriam para dar forma a futura DC Comics.

Gaines sentia que faltava algo de novo nas histórias de super heróis que publicava na época e encarregou Moulton de criar um personagem diferente. Moulton, ainda ponderando sobre como seria o personagem, sabia que gostaria que esse novo herói abraçasse o amor e a paz no lugar da violência e guerra, algo tão comum no meio dos quadrinhos. Muito embora os ideais do novo herói estivessem claros na mente de Moulton desde o início, foi Elizabeth Marston, esposa do psicólogo, a responsável por acender a fagulha que levaria a criação da primeira super heroína e da Mulher-Maravilha como a conhecemos.[16]

Marston introduziu a ideia á Max Gaines, cofundador (juntamente com Jack Liebowitz) do All-American Publications. Dado o sinal verde, Marston desenvolveu a Mulher Maravilha com Elizabeth (a quem Marston acredita ser um modelo de mulher não convencional ao que se havia em sua época).[22]

O psicologo e inventor tinha quatro filhos e duas mulheres, ambas cultas e independentes. O trio vivia sob o mesmo teto, numa relação consensual.[26] Ele incentivava tanto o movimento sufragista quanto o feminismo, para ele as mulheres deveriam ser tão livres e independentes quanto quisessem, e deveriam ter a opção de continuar os estudos em universidades se assim o desejassem – o que era o caso de Elizabeth, que possuía três diplomas de nível superior, era mãe e trabalhadora. A situação poligâmica também envolve Olive Byrne – outra mulher a inspirá-lo na criação da guerreira amazona e sobrinha de uma importante feminista do século 20, Margaret Sanger.[16][27]

H. G. Peter foi escolhido a dedo para desenhar a história de uma nova heroína. Nos anos 1910, o desenhista fez parte da equipe artística da revista Judge e contribuiu para a página sufragista The Modern Woman.[28] Marston pediu que a Mulher-Maravilha fosse desenhada com base nas pin-ups que Alberto Vargas publicava na revista masculina Esquire.[26] Referências da vida de Marston são visíveis na personagem. Como Sadie, Diana era uma “amazona” – mas uma amazona da mitologia grega. Como Olive, Diana usava braceletes – mas para desviar balas. [26] Marston também possuía um estranho fascínio em descobrir os segredos das pessoas, é o inventor do polígrafo, popularmente conhecido como detector de mentiras. E sua obsessão e invenção tomam forma no “laço da verdade” usado pela heroína quando os vilões tendem a não cooperar com seu propósito.[29] Adepto de Bondage a prática aparece nas entrelinhas das histórias da heroína e sua roupa da personagem representa um símbolo da liberdade, patriotismo americano.[26]

Em fevereiro de 1941, ele enviou um rascunho datilografado da primeira parte de “Suprema, a Mulher Maravilha”. Para um editor, Gaines atribuiu Marston a Sheldon Mayer, que editou o Superman. Em uma carta que Marston enviou a Mayer com seu primeiro roteiro, ele explicou o “sub-significado” da história.[30] O nome "Suprema, The Wonder Woman" logo foi rejeitado por ser muito parecido com o nome “Superman”, e encurtado por Mayer.[31][15][30]

Maxwell Charles Gaines (da editora) e William Moulton Marston (criador da personagem) não tinham certeza de como uma heroína feminina seria recebido. No começo, ele escreveu os quadrinhos sob o pseudônimo de Charles Moulton.[32] Na edição de número 8 da All Star Comics de 1941 surge a super-heroína, a Mulher Maravilha. Sua primeira história completa foi lançada em 1942, na Sensation Comics. Poucos meses depois, a personagem ganha sua revista própria no verão de 1942,[23] e o escritório de Nova York de All-American Publications enviou um comunicado de imprensa aos jornais, revistas e estações de rádio em todo os Estados Unidos. A identidade do criador da Mulher Maravilha foi "a princípio mantida em segredo," foi revelada em um anúncio chocante: o "o autor de 'Mulher Maravilha' é o Dr. William Moulton Marston, internacionalmente famoso psicólogo.[33]

Quando foi criada, o mundo dos quadrinhos era estritamente do domínio do homem. No início de 1940 a DC Comics era dominada pelos personagens masculinos com superpoderes tais como Lanterna Verde, Batman, e o principal deles, Superman. Motivado pelo ponto de vista masculino de seus criadores, os heróis de quadrinhos relegaram às mulheres o papel de apoio de mãe, esposa e amiga.[23] Em uma reportagem da revista "New Yorker", Marston coloca desta forma: “Francamente, a Mulher Maravilha é a propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que deve, creio eu, governar o mundo“. [34] A personagem era um tipo de cavalo de Troia: infiltrava-se nos lares norte-americanos em histórias menos violentas para ensinar às crianças que “o ideal de superioridade masculina e o preconceito contra as mulheres”, nas palavras de Marston, eram prejudiciais.[26] A personagem não tem permissão para matar ninguém, nem estava autorizada a usar a violência, exceto em autodefesa ou em defesa de outros. O amor era – e ainda é – a chave para a força da mulher. Quando a Mulher Maravilha vence o inimigo, ela também torna possível que o vilão veja o erro o dele (ou dela) além de fornecer reabilitação, utilizando seu laço mágico e fazendo com que o delinquente ou os malfeitores possam reconhecer seus erros.[23]

História fictícia[editar | editar código-fonte]

A Ilha Paraíso era habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha. Supostamente a Mulher-Maravilha veio ao mundo na Ilha Paraíso como uma estátua de menina criada por Hipólita (rainha das amazonas). Tão apaixonada por sua escultura, a rainha pediu aos deuses que dessem vida a figura, e foi atendida (semelhante ao mito grego de Pigmaleão). Segundo em publicações recentes foi revelado que na verdade ela é filha biológica de Hipólita com Zeus, deus do Céu.

Recebeu o nome de Diana. Junto com a vida, ela foi presenteada pela maioria dos Deuses do Olímpo, como Atena, que lhe deu a sabedoria; Hermes, lhe deu a velocidade; de Deméter ganhou a força e poder; de Afrodite, enorme beleza e coração amoroso; dos gêmeos Ártemis e Apolo, ganhou os olhos de caçadora, a compreensão das feras e a capacidade de cura acelerada; de Héstia, recebeu a afinidade com o fogo para que os corações se abrissem para ela; de Hefesto, ganhou a imunidade ao fogo, seus braceletes e seu laço mágico; do seu tio Poseidon, ganhou a destreza no nado e de seu pai Zeus,(apesar de que haja discordância sobre que seja realmente seu pai) ela recebeu a herança de semi-deusa e a capacidade de voo.

Quando Diana estava adulta, Steve Trevor, piloto da Força Aérea americana colidiu com seu avião na Ilha Paraíso. A Rainha Hipólita decretou que a amazona que vencesse diversas provas entre elas teria a incumbência de levar Steve de volta aos Estados Unidos, e se tornaria uma campeã em nome das amazonas em território americano. Proibida de participar por sua mãe, Diana se disfarçou e ganhou o contesto, que incluía lutas armadas sobre kangoos (espécies de canguru nativos da Ilha Paraíso), competição de corrida, e aparar balas com seus braceletes.

A Mulher-Maravilha adotou a identidade secreta de Diana Prince, uma enfermeira da Força Aérea americana. Era apaixonada por Steve Trevor. Nesta versão ela não voava realmente (planava em correntes de ar) e usava um rádio de ondas telepáticas. Na história publicada em Sensation Comics #1, janeiro de 1942, havia uma enfermeira de nome Diana Prince, a qual a Mulher-Maravilha ajudou. Esta Diana aceitou deixar que a super-heroína, que desejava ficar do lado do paciente Steve Trevor, assumisse sua identidade enquanto ela partiu para junto de um soldado namorado seu, que estava na América do Sul. Uma das personagens coadjuvantes de maior sucesso era a gordinha Etta Candy, uma das fãs da Mulher-Maravilha denominadas "Garotas Holliday" (conforme tradução para o português na revista brasileira "Coleção DC 70 anos #3", da Editora Panini, julho de 2008).

Como oponentes, a Mulher-Maravilha tinha diversos vilões clássicos da Era de Ouro dos Quadrinhos: Maligna (originária de Saturno), Giganta, Mulher-Leopardo, Rainha Clea (da Atlântida), Doutora Veneno, a sacerdotisa Zara), algumas reformuladas na Era de Prata e que continuam aparecendo nas histórias modernas.

Sem poderes[editar | editar código-fonte]

Em 1968, o título Wonder Woman #178 passou para as mãos de Dennis O’Neil, responsável por modernizar a publicação. Diana perdeu os poderes, as Amazonas foram para uma dimensão paralela, Steve Trevor morreu e a Srta. Prince abriu uma loja de roupas e recebeu treinamento de um monge especialista em artes-marciais, I-Ching. Seguiu-se uma fase de novas tragédias para a personagem, com direito a “traição para o bem” da própria mãe e uma proposta da Amazona para enfrentar 12 desafios e ser novamente aceita na Liga da Justiça.[35][36] Assim, Dennis O’Neil e Mike Sekowsky traziam a “Nova Mulher-Maravilha”. As amazonas alcançaram seu 10.000º ano na Terra, e com isso tinham que se deportar para outra dimensão, a fim de renovar seus poderes. A Mulher-Maravilha recusou-se a acompanhá-las, pois Steve Trevor, seu amado, havia sido culpado de alta traição pelos Estados Unidos, e ela queria encontrá-lo e ajudar a limpar seu nome. Como resultado, Diana perdeu seus poderes e pediu afastamento da Liga da Justiça.

No documentário produzido pela DC Comics, “Secret Origin: The Story of DC Comics”, de 2010, O’Neil, que nos anos 1970 contestou a censura e introduziu conteúdos que debatiam questões sociais como o racismo, a luta de classes e as drogas, admite ter arruinado a personagem da Mulher Maravilha quando foi encarregado pelas histórias no período entre os anos 1968 e 1972. A ideia do autor era retirar os poderes divinos da heroína, com o intuito de desvincular ela da figura paterna dos Deuses, e transformá-la em uma lutadora de artes marciais, para que seus êxitos fossem frutos de seus atributos e não de poderes atribuídos por outrem. O problema é que com isso, O’Neil “desempoderou” a super-heroína, e, para piorar, fez dela aprendiz de um mestre chinês (um homem) com o nome de um dos maiores clássicos da literatura chinesa, I-Ching.[21]

Diana abandonou as roupas tradicionais e os óculos, e passou a adotar um novo visual, para chamar a atenção de Steve e fazer com que ele esquecesse a Mulher-Maravilha e passou a usar o nome Diana Prince. Desta forma, Diana ficava mais parecida com a personagem Emma Peel interpretada por Diana Rigg do seriado Os Vingadores. Ela, neste estado, estrelou uma série cujo título em português era As Aventuras de Diana (publicada na revista brasileira Quem Foi? da EBAL. A ideia dos criadores era transformar a Mulher-Maravilha em uma mulher independente, sintonizada ao mundo contemporâneo.

Pouco depois Steve Trevor é assassinado e Diana conhece o instrutor de artes marciais cego chamado I Ching, um velho mestre japonês que a instrui e inicia nas artes marciais e ao lado de quem vive muitas aventuras. Ela rapidamente tornou-se plenamente capaz de se defender sem a ajuda de laços ou braceletes mágicos. Ching é assassinado e as Amazonas, arrependidas por deixar a humanidade abandonada à sua própria sorte, resolvem voltar à nossa dimensão.

Revista Ms., edição de outubro de 2007, comemora o 35º aniversário do título. O mosaico de imagens evoca a representação da Mulher Maravilha que apareceu na capa da primeira edição da revista Ms. , lançada em julho de 1972 pela feminista americana Gloria Steinem, também fã da super heroína.

Devido aos novos rumos que as aventuras da Mulher Maravilha tomaram, a jornalista estadunidense e ativista feminista Gloria Steinem, representou grupos de mulheres que criticaram severamente a “Nova Mulher Maravilha”, Steinem resume a personagem dizendo que “ela não passava de um James Bond entediante e sem a liberdade sexual”. No documentário da DC, O’Neil agradece por Steinem não ter mencionado o nome do autor no artigo que ela escreveu condenando as mudanças na personagem e se desculpa mais uma vez pelo “estrago” que reconhece ter feito.[21] A ausência de poderes durou até 1972, Gloria Steinem, a editora real da revista feminista Ms. Magazine, a pôs na capa da revista Ms. Magazine #1 com seu traje original. Isto gerou polêmica, e a DC rapidamente, em fevereiro de 1972, restaurou a Mulher-Maravilha com seu traje e poderes clássicos.. No Brasil o retorno da Mulher Maravilha só começou a ser publicado a partir de Julho de 1983 pela extinta EBAL (Editora Brasil-América Ltda.).

"Morte"[editar | editar código-fonte]

No final de Crise nas Infinitas Terras, a Mulher-Maravilha recebeu uma rajada do Antimonitor, que involuiu seu corpo de modo que retornou no tempo, voltando a ser barro da Ilha Paraíso. Um último tributo a Mulher-Maravilha Pré-Crise foi vista em Legend of Wonder Woman, minissérie escrita por Kurt Busiek, 1986. Nesta saga, as amazonas se reúnem perante Hipólita, que conta uma aventura de Diana que houve antes de sua "morte". Ao final, a deusa Afrodite aparece, e diz que estava usando seu poder para manter esta versão pré-crise da Ilha Paraíso e suas habitantes a parte das mudanças causadas pela Crise nas Infinitas Terras; Hipólita diz que não deseja isso. Afrodite então atende seu pedido, eliminando os escudos místicos sobre a ilha. A ilha e as amazonas pré-crise começam a se dissolver, como se nunca tivessem existido. Como um último suplício, Afrodite as transforma em estrelas. Todas as memórias e existência desta versão da Ilha-Paraíso, assim como a Mulher-Maravilha do Pré-Crise, deixam de existir

Fases nos Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Pré-Crises (1935-1986)[editar | editar código-fonte]

A Era de Ouro dos Quadrinhos (1938-55)[editar | editar código-fonte]

A era de ouro começou em 1938, quando Action Comics # 1 apresentou seu primeiro super-herói, o Super-Homem. Inspirado pelo sucesso do Super-Homem, Bob Kane desenvolveu um super-herói mais sombrio, o Batman.[37] Para leitores da época, os super-heróis eram a forma de lidar com a Grande Depressão Econômica, eles eram confiantes e com habilidades. Personagens órfãos, eram inspirados na realidade da época.[38] Entre 1938 e 1945 os super-heróis floresceram.[37] A mitologia da Mulher-Maravilha de Charles Moulton foi apresentada na história "Introducing Wonder Woman" da revista All Star Comics #8 de 1941, e aprofundada em "The Origin of Wonder Woman" do primeiro volume de "Wonder Woman" de 1942. O aspecto feminino era bastante explorado, e o artista, H.G. Peter, tinha uma abordagem masculina que atraia os leitores masculinos. Sua fraqueza era algo inspirado no masoquismo ou sadismo, pois, perde os poderes quando seus braceletes eram unidos.[38]

Descrita pela primeira vez como cem vezes mais forte e ágil que o maior atleta entre os homens, amável como Afrodite, tão sábia quanto Atena, rápida como Mercúrio (ou Hermes, em grego), e forte como Hércules, Diana (nome romana da deusa grega Ártemis) é a Princesa das Amazonas, um grupo de mulheres que vivia livre de qualquer tipo de influência por parte dos homens na Ilha Paraíso (que mais tarde foi rebatizada de Themyscira), sendo destaque entre suas irmãs Amazonas como a melhor guerreira entre elas.[5][21]

Tudo começa quando Steve Trevor, um piloto da inteligência dos EUA, sobrevoa o Atlântico durante uma perseguição a um espião nazista. Porém, sem combustível, ele acaba caindo na Ilha Paraíso. Lá, duas amazonas – Diana e Mala – o encontram e o levam para ser tratado. Pelos dias seguintes, Diana cuida de Steve e, aos poucos, se apaixona por ele. Assim, a rainha Hipólita realiza um torneio entre as Amazonas a fim de escolher a responsável por retornar o estranho ao mundo dos homens. Proibida de competir por sua mãe, Diana se disfarça e vence a disputa das guerreiras, revelando-se, então, como a princesa e campeã das guerreiras Amazonas[21]. Como campeã recebe roupas da civilização que visitará, também o laço mágico que forçava os outros a obedece-la, braceletes indestrutíveis, uma tiara telepática que pode ser usada como bumerangue e um jato invisível. Encorajada pela Deusa Atena, para batalhar na guerra como o refúgio da democracia e igualdade das mulheres.[38] Diana leva Trevor até os EUA, deixando-o em um hospital. Em suas primeiras aventuras, a heroína se depara com a Segunda Guerra Mundial e encontra um meio de ajudar ao se disfarçar como enfermeira, ela troca de lugar com uma enfermeira que é igual a ela e se chama Diana Prince (posteriormente, Diana White).[14][39]

Na primeira edição de Mulher Maravilha, Jun. 1942, foi adicionando um detalhe importante: que ela havia sido feita a partir do barro, após sua mãe pedir aos deuses uma filha. Nas décadas seguintes, esse seria um ponto importante na origem da personagem.[14] A Rainha das Amazonas guiada por Atena, deusa da sabedoria, aprende o segredo das artes da modelagem da forma humana. Assim como na veneração de Pigmaleão por Galatéia, Hipolita venera uma estatua em forma de uma jovem criança, criada por ela. Atendendo o pedido, a deusa do amor concede o dom da vida e a criança-maravilha pular para os braços de sua mãe, a rainha. Afrodite nomeia de Diana, assim como a Deusa da Lua, a senhora da caçada.[40]

No mundo dos homens, não satisfeita em apenas ajudar os feridos, e sabendo de sua enorme capacidade, Diana decide seguir o exemplo do Gavião Negro e luta a favor dos Aliados contra os japoneses na revista All Star Comics #11.[21] A Segunda Guerra foi o auge da Era de Ouro, com a guerra declarada, os heróis deixaram de ser cautelosos e as histórias tinham muito enredo pró-América com soldados patrióticos e pedidos para reciclagem para o esforço de guerra.[38]

Em sua revista solo, temos a Amazona lidando com os países do Eixo na Guerra e histórias de poder e paixões na Ilha Paraíso e no Olimpo. Já no chamado “mundo do patriarcado”, fora da guerra, a princesa enfrentaria gangues, alienígenas, governos e governantes corruptos, empresários bandidos e vilões bizarros.[35] As primeiras histórias da Mulher-Maravilha são quase sempre focadas na Segunda Guerra Mundial e ao contrário do Superman ou Batman, Diana realmente luta na guerra. se tornando uma campeã e grande heroína de guerra. Enquanto a Mulher-Maravilha batalha contra os alemães ou japoneses, a sua identidade secreta se preocupa com seu marido.As histórias de Diana serviam de inspiração para meninas e mulheres, numa época em que só os homens lutavam na guerra. Ela virou uma espécie de ídolo, um modelo a ser seguido pelas mulheres da época Com a morte de seu criador em 1947, Mulher Maravilha perdeu seu principal e praticamente exclusivo roteirista . As histórias que Charles Moulton deixou prontas antes de falecer continuaram a ser editadas normalmente, é claro, mas com o fim do legado de Moulton, a heroína ganhou um novo roteirista: Robert Kanigher.[41]

Interregno[editar | editar código-fonte]

Na década de 50 comédias adolescentes e animais engraçados foram ganhando espaço no mundo dos quadrinhos, os sucessos dos enredos patrióticos dos anos 40 foram perdendo a popularidade, a guerra havia acabado e o inimigo foi vencido.[38] Após a morte de Marston e de Peter, as histórias da Mulher-Maravilha tiveram continuidade sob a liderança do roteirista Robert Kanigher e do ilustrador Ross Andru. Os elementos característicos do universo de Diana foram redefinidos, e outros, novos, foram adicionados. Com o tempo, essa versão, a qual mais tarde seria chamada de Era de Prata da Mulher-Maravilha, tornou-se a Mulher-Maravilha oficial para toda uma geração.[42]

Código de Censura dos Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Os EUA pós-guerra, com o crescente problema da delinquência juvenil, do final dos anos quarenta e começo dos anos cinquenta, pedagogos, psiquiatras, organizações religiosas e associações de pais preocupados com a formação moral cívica de seus filhos e de toda a juventude, acusaram os quadrinhos de incentivarem comportamentos antissociais ou indesejados.[43][44] O renomado psiquiatra Frederic Wertham publicou A Sedução dos Inocentes, que descrevia em detalhes os “efeitos nefastos” dos gibis sobre as crianças. A saber: fomentavam a delinquência juvenil, a discórdia entre irmãos, o mau hábito da garotada de não comer legumes e verduras e, se isso não bastasse, de estimular o homossexualismo. O livro incentivou o Congresso a vasculhar a indústria das HQs.[45]

A visão do escritor, além de preconceituosa, é totalmente machista.[46] Credenciais não faltavam ao doutor para convencer a opinião pública da época. Era o psiquiatra-chefe do maior hospital psiquiátrico de Nova York, o Bellevue. Na década de 20, recém-formado, correspondera-se com ninguém menos que Sigmund Freud, pai da psicanálise.[45] Entretanto, Wertham modificou os dados obtidos em seus estudos para escrever o livro, como, por exemplo, a idade das crianças, a omissão de fatores mitigantes e a distorção de citações.[47]

Em 1954, Wertham foi chamado para depor sobre delinquência juvenil, na subcomissão do senado dos Estados Unidos, justamente em virtude dos “méritos” do livro Sedução do Inocente. O resultado direto da investigação foi a criação do Comic Code Authority,[47] código de autocensura criado pelos editores de quadrinhos nos anos 50, em virtude das acusações de um dos psiquiatras mais conceituados dos Estados Unidos.[48] O Código dos Quadrinhos (Comic Code Authority) criado pela Associação Americana de Revistas em Quadrinhos (Comics Magazine Association of America – CMAA), com o intuito de garantir a qualidade do conteúdo das histórias nos quadrinhos para que os pais soubessem que aquelas histórias não conteriam nada inapropriado para seus filhos. A iniciativa da Associação Americana de Revistas em Quadrinhos surgiu em resposta às acusações levadas ao Senado estadunidense nas seções que debateram a delinquência juvenil, entre os anos de 1953 e 1954.[43]

A Era de Prata dos Quadrinhos (1956-1969)[editar | editar código-fonte]

A Mulher Maravilha tornou-se um tanto obsoleta no final dos anos 60, então a reinventaram no início da nova década com novas roupas, novos arcos de história e novo estilo.[49] Com a morte de Marston Moulton em 1947, na metade da Era de Ouro, o personagem se modificou bastante com o roteirista Robert Ganigher, que adotou uma abordagem mais mitológica. Os inimigos passam a ser Ares, o deus da guerra e Hercules, seu herói. Ares luta contra Afrodite, deusa do amor e protetora das Amazonas, pela hegemonia espiritual do mundo. Também durante toda a Era de Prata, a Mulher Maravilha foi sendo fragilizada, colocada como vítima para ser salva por outros heróis; teve seu visual sexualizado.[50] Os anos setenta foram um tempo de constante mudança para a Mulher Maravilha. Após o fim editorial da era Diana Prince e o breve retorno de Robert Kanigher, no qual ele apresentou Nubia, a irmã gêmea negra da Mulher Maravilha, o livro viu o retorno dos poderes tradicionais da Mulher Maravilha e do figurino na história “The Twelve Labors”.[51] Em 1968, seus superpoderes são confiscados pelos novos roteiristas. As amazonas alcançaram seu ano 10.000 na Terra, precisando ir para outra dimensão, a fim de renovar seus poderes. A Mulher Maravilha recusa-se a acompanhá-las, pois seu amado Steve Trevor está sendo injustamente acusado de alta traição pelos Estados Unidos. Diana então quer ajudar a limpar seu nome, mas acaba Diana perdendo seus superpoderes de heroína e pedindo afastamento da Liga da Justiça. A ausência de poderes durou até 1972.[50] Após perder os poderes e sair da Liga da Justiça, a Mulher Maravilha teve de provar seu valor e fazer 12 tarefas, cada uma arquitetada por um membro da Liga, para poder retornar à equipe.[52]

O capitão Steve Trevor cai na ilha e é repelido pela princesa Diana, que diz: "Volte! Todos os homens foram banidos desta ilha pela lei de Afrodite!". Uma placa reforça a exclusão: "Advertência! MORTE para todo homem que colocar o pé na Ilha Paraíso!"

Nesse período muitos personagens foram radicalmente modificados, suas origens recontadas de forma diferente e até mesmo seus uniformes redesenhados e modificados. A Mulher Maravilha dos primeiros anos desse período era basicamente idêntica a antiga versão, sua origem foi recontada, mas de forma praticamente igual. Robert Kanigher reescreveu a personagem que tornou-se mais leve, mais romântico ou menos envolvida com o combate ao crime. Outros deuses além de Hipólita e Afrodite ajudaram a dar vida à Diana e as amazonas seriam as viúvas dos gregos que morreram durante as guerras, descartando a maior parte da mitologia. As histórias da Mulher-Maravilha viraram uma novela com contexto de super-heroína, incapaz de derrotar seus inimigos sozinha, precisando sempre de homens para ajudá-la. Kanigher fica doente e é substituído por Jack Miller como o editor de Mulher Maravilha, que aproveitou o estreante Dennis O'Neil para renovar a personagem. Em 1968, o escritor O’Neil passou a escrever as HQs e fez com que Diana abrisse mão de seus poderes e da sua vida na ilha para ficar de vez no mundo dos homens. Sua ilha fora destruída e suas companheiras amazonas foram para outra dimensão. Diana fica para trás para ajudar Steve Trevor, que tinha sido condenado injustamente por um crime que não cometeu. Ele é solto, mas morre pouco tempo depois. Sem poderes e sem casa, totalmente perdida, Diana abre uma loja de roupas e começa a treinar artes-marciais para voltar a combater o crime. Depois da morte de Steve, Diana fica mais frágil e suas emoções bem mais humanas. Ela completa a transformação e deixa seus traços de deusa de lado, se tornando uma heroína mais moderna e com mais conflitos. A intenção dos autores ela fazer dela uma espiã, uma policial, tirando de vez o tom de mitologia e fantasia de suas histórias.

A Era de Bronze dos Quadrinhos (1970-1979)[editar | editar código-fonte]

Já no final da Era de Prata indo para a Era de Bronze das HQ’s, a estética da personagem fica estabelecida como uma das mais famosas e mais lembradas, até então: o cabelo ganha mais volume e ondas. O uniforme continua ainda mais curto e o corpo voluptuoso agora fica mais esbelto. Esse último visual, além de ser um dos mais conhecidos através de desenhos extraídos dos HQ’s da década de 70, influenciou e impactou no visual e na popularidade da identidade da série de TV da Mulher-Maravilha, protagonizada pela eterna Lynda Carter, reforçando definitivamente a personagem no imaginário das pessoas como uma poderosa sex symbol para a época e, a partir de então, com seus lindos olhos azuis, corpo esbelto e curvilíneo, de cabelos longos ondulados e escuros.[53]

Era de Ferro dos Quadrinhos (1985-1994)[editar | editar código-fonte]

Crise nas Infinitas Terras (1986)[editar | editar código-fonte]

Na Era Moderna na Crise nas Infinitas Terras foi usado como uma chance de reiniciar inúmeros personagens e recontar suas histórias ao mesmo tempo. Mulher-Maravilha estava entre os mais afetados por essa mudança. Estava sob a direção de George Perez e Greg Potter recontando a história do torneio em 1987 e revelando que Afrodite criou as Amazonas com as almas de mulheres mortas pelas mãos de homens agressores, onde a Rainha Hipólita foi a primeira vitima. Também onde os Deuses que decidiriam qual a Amazona seria emissária ao mundo dos homens. Novamente, Diana desafiou sua mãe e venceu facilmente, assim cumprindo seu destino.Crise nas Infinitas Terras (1986)

Pós-Crise (1986-2011)[editar | editar código-fonte]

A primeira aparição de Mulher-Maravilha, na cronologia DC pós-Crise, é Wonder Woman vol. 2, #1 (Fev. 1987). Como super-heroína atuando com os outros heróis, ela apareceu na minissérie Lendas.

De acordo com a última redefinição da cronologia da Mulher-Maravilha feita por George Perez após a Crise nas Infinitas Terras, Hipólita e o restante das amazonas seriam a reencarnação de mulheres que ao longo da história morreram como resultado do ódio e da incompreensão dos homens. No caso, Hipólita foi a primeira mulher morta por um homem; a Princesa Diana (A Mulher-Maravilha) era a encarnação da filha não nascida desta mulher. Antes de serem exiladas na Ilha Paraíso, as Amazonas viveram na Grécia, de onde foram banidas após um conflito com Herácles (Hércules) e seus exércitos. Mulher-Maravilha só teria vindo ao mundo dos homens após Crise, o que também causou dela não ter participado da fundação da Liga da Justiça. Atualmente ela também não possui identidade secreta. A Mulher-Maravilha ganhou de Gaia, a Deusa Terra, o poder da telepatia e também o poder dos braceletes, que ao serem tocados soltam rajadas cósmicas capazes de ferir super-seres, além, é claro, de nenhum telepata conseguir invadir sua mente, graças à tiara. Etta Candy se casaria com o já idoso Steve Trevor, reintroduzido nas aventuras atuais.

A Era Renascença (1996-2000)[editar | editar código-fonte]

Crise Infinita (2005-2006)[editar | editar código-fonte]

Antes de Crise Infinita, vimos um Projeto O.M.A.C. (Omni Mind And Community) surgir no Universo DC, onde um poderoso telepata, Maxwell Lord assumiu o controle do Superman, o maior herói da Terra. No clímax da história, a Mulher-Maravilha parte para cima do vilão enquanto os demais heróis cuidam do Superman. Neste momento, temos uma cena que mostra a grande diferença entre a Mulher-Maravilha e os demais heróis.[54] A Mulher-Maravilha, símbolo mundial de heroísmo, e um dos membros da Liga, matou Maxwell Lord em uma transmissão mundial, levando diversas pessoas do planeta a questionarem seus atos, e duvidarem de sua personalidade.[55] Em O Julgamento da Mulher-Maravilha, Diana pede para uma advogada que costuma defender bandidos no tribunal para atuar em sua defesa deum processo que o governo norte-americano abriu para julgar o assassinato.[56]

Ponto de Ignição (2011)[editar | editar código-fonte]

A Saga Flashpoint, na minissérie Flashpoint: Wonder Woman and the Furies, mostram uma Diana aventureira e curiosa sobre o mundo exterior. A mulher que é princesa e futura rainha por direito, é também uma super humana com sentimentos e desejos como o de qualquer outro mortal. Com o peito aberto para abraçar o mundo fora de Temíscira, ela acaba encontrando-se coincidentemente com Aquaman em meio ao mar, e algo novo começa.[57] Sem a Liga da Justiça, os Atlantes, liderados pelo Aquaman, e as Amazonas, lideradas pela Mulher-Maravilha, travam uma guerra no mundo dos homens, o número de vítimas é devastador.[58]

Os Novos 52 (2011-2016)[editar | editar código-fonte]

Em 2011, a DC Comics anunciou a reformulação de 52 de seus maiores personagens,[59] inclusive da Mulher Maravilha. Nessa versão Diana de Temiscira, descobre que não foi criada a partir do barro (como na origem escrita por George Perez) e sim que é filha de Hipólita, a Rainha das amazonas (raça de guerreiras – todas mulheres – que vivem isoladas em uma ilha apelidada de “Paraíso”) e do deus dos deuses no panteão grego, Zeus, a fazendo, assim, além de Amazona uma Semi-Deusa. Com isso suas histórias escritas por Brian Azzarello a Mulher Maravilha aparece ainda mais aprofundada na mitologia grega, tendo uma maior interação com seus meio-irmãos, como Apolo, Hermes, Artemis e entre outros. Outra mudança relevante na vida da heroína está em seu relacionamento amoroso com o Superman, algo há tempos desejado pelos fãs dos dois personagens.

Renascimento (2016-atualmente)[editar | editar código-fonte]

Em 2016, a DC Comics decidiu relançar toda sua linha novamente, o que incluía a Mulher-Maravilha. Nessa nova fase, suas histórias voltaram a ser escritas pelo Greg Rucka, e o seu ex-namorado, o Superman dos Novos 52, acaba morrendo, o que faz com que a personagem volte a se relacionar com Steve Trevor. A fase está sendo extremamente bem recebida pela crítica e pelos fãs, sendo considerada muitas vezes o melhor quadrinho desse novo relançamento da DC Comics. Porém, o fim do relacionamento da personagem com o Superman fez com que alguns fãs ficassem insatisfeitos com essa nova fase da personagem.

Publicações de destaque[editar | editar código-fonte]

  • Mulher-Maravilha: Deuses e Mortais, de George Pérez, publicada no ano 1987. A saga Deuses e Mortais mostra a origem das Amazonas e o nascimento da Mulher-Maravilha, cuja primeira missão será ir ao Mundo do Patriarcado combater o perigoso Ares, o deus grego da guerra. Esculpida no barro e dotada de poderes concedidos pelos deuses do Olimpo, Diana torna-se a campeã das Amazonas ao disputar um torneio na ilha de Themyscira, lar das guerreiras lideradas por Hipólita. Quando a fúria de uma divindade ameaça a Terra, somente a campeã das Amazonas poderá fazer frente ao ataque.
  • Guerra dos Deuses, de George Pérez, publicada em 1991. A história se centrou principalmente na Mulher-Maravilha, com a intenção de celebrar seu 50º aniversário. A saga é um crossover, com vinte e sete capítulos e quatro fases, que envolveram diversos títulos da DC Comics (Rapina e Columba, L.E.G.I.Ã.O., Capitão Átomo, Mundo Gavião, entre outros). A feiticeira Circe, maior inimiga da Mulher-Maravilha, leva os deuses de vários panteões a lutar uns contra os outros. Seu objetivo: libertar a deusa Hécate e destruir os deuses gregos.
  • Mulher-Maravilha: Loucura Cega, de William Messner-Loebs, publicada no ano 1997. Diana chega na abandonada mansão de Asquith Randolph, um falecido combatente do crime que virou vilão. Mas sua caça é a Mulher-Leopardo que está escondida em algum lugar. A grande amiga de Diana, Julia Kapatellis se recupera assombrosamente de seu problema na coluna. Muito estranho: a outra amiga tem lampejos de uma outra personalidade. Muitos mistérios! Ártemis se vê em luta contra o gigantesco demônio que outrora fora Asquith Randolph. Subitamente Diana é teleportada para o local do embate e ao ajudar Ártemis, o demônio vê Circe e a Mulher-Leopardo transformada em demônios.
  • Mulher-Maravilha: Amazônia, de William Messner-Loebs e Phil Winslade, publicada no ano de 1998, em um cenário muitíssimo mais sexista e misógino do que a real Inglaterra da Era Vitoriana, conto tocante, violento e cheio de ideias polêmicas para serem discutidas.[60]
  • Mulher-Maravilha: O Espírito da Verdade, de Paul Dini e Alex Ross, publicada nos anos 2000. O álbum apresenta a princesa amazona no início de sua carreira como embaixadora da Ilha Paraíso. Disposta a levar ao mundo uma mensagem de paz, compreensão e harmonia, Diana é, muitas vezes rejeitada, pelo modo como suas palavras são entendidas.[61] Na primeira parte da história, a Mulher-Maravilha enfrenta dezenas de ameaças ao redor do mundo, sempre tomando o lado ofensivo da questão, até que ela se depara com uma cena como a do Rebelde Desconhecido dos protestos na Praça da Paz Celestial em Pequim, em 5 de junho de 1989. Para mudar essa situação, ela precisará dos conselhos da única pessoa em quem confia, além de também descobrir a verdade sobre quem realmente é, o que representa e, assim, ter pleno conhecimento da missão que a aguarda.[61]A história focaliza no impacto que a Mulher-Maravilha tem no mundo, não apenas como combatente do crime, mas também como embaixadora de seu povo.[17]
  • Mulher-Maravilha: Paraíso Perdido, de George Pérez, publicada no ano 2001. Diana e Donna vão fazer uma visita a Temyscira, mas não esperavam ver o que encontram. Atentados acontecem em vários pontos da ilha. Enquanto isso, Hipólita continua lutando ao lado da Sociedade da Justiça, ficando praticamente ausente de seus deveres de rainha. Isso provoca a revolta de algumas amazonas, principalmente as da cidade de Bana-Mighdall, formadas por dissidentes de Hipólita e lideradas por Ártemis.
  • Mulher-Maravilha: Hiketeia, de Greg Rucka, publicada no ano 2002. A princesa Diana de Themyscira veio ao mundo do patriarcado como embaixadora, e disposta a pregar a filosofia das amazonas, Diana aportou literalmente em um novo mundo ao se estabelecer entre os homens da Era Moderna, e embora tenha conseguido se adaptar rapidamente a esse novo mundo, algumas de suas crenças permaneceram inabaladas. No contraponto da divindade de Diana, temos o Homem Morcego de Gotham, seu trabalho seja prover um mundo de luz para as pessoas, Batman enxerga tudo em tons muito escuros, e uma vez determinado a levar um criminoso a pagar por seus crimes, sua sede de justiça não pode ser saciada até que tal objetivo seja alcançado.
  • Mulher Maravilha: Petrificada, de Greg Rucka, publicada no ano 2004 . Reúne as edições Wonder Woman 206-210. Mulher Maravilha contra a mitológica Medusa, matando-a em rede nacional e em breve cometendo ato de igual impacto.[62] A nova origem da Mulher-Maravilha é tida como uma das maiores reformulações feitas na DC, fazendo com que a personagem deixasse de ser uma das fundadoras da Liga da Justiça e se tornasse uma novata em um universo já dominado pelos super- heróis.
  • Sensation Comics Featuring Wonder Woman #48, de Jason Badower, publicada no ano 2015. A Embaixadora da Paz adiciona a sua lista de bandeiras levantadas o apoio ao casamento de gays e lésbicas, preside o casamento de duas noivas. Em referência a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos Estados Unidos em 26 de Junho.
  • Mulher-Maravilha: Sangue, de Brian Azzarello, publicado no ano 2010. As 6 primeiras revistas da Mulher Maravilha em Novos 52. É seu recomeço, sem ser um recomeço. É o início da mudança de um dos principais paradigmas/dogma da heroína.[63][64]
  • A Lenda da Mulher-Maravilha, de Renae De Liz, publicado no ano de 2016. Divido em nove partes, que vão desde a infância de Diana em Themyscira, desvendando mistérios sombrios de seu lar, até seu amadurecimento como Mulher, em que conquistou o título de campeã das Amazonas e descobriu o Mundo dos Homens. A história é ambientada no período da Segunda Guerra Mundial, e isso é constantemente mencionado na trama, inclusive com diversas menções das batalha do Eixo contra a Aliança.[65]

Principais roteiristas e desenhistas[editar | editar código-fonte]

  • Roteirista: Charles Moulton (1941-1947)
  • Desenhista: Harry G. Peter (1941-1958)
  • Roteirista: Robert Kanigher (1947-
  • Desenhista: Ross Andru (1958-1967)
  • Desenhista: Mike Esposito (1958-1967)
  • Roteirista: William Mesner-Loebs
  • Roteirista: J. Michael Straczynski
  • Roteirista: Denny O’Neil
  • Desenhista: Terry Dodson
  • Desenhista: Gene Colan
  • Desenhista: Mike Deodato
  • Desenhista: Matthew Clark
  • Desenhista: Allan Heinberg
  • Desenhista: Cliff Chiang
  • Desenhista: Mike Sekowsky
  • Roteirista: George Pérez.
  • Roteirista: Bill Messner-Loebs
  • Desenhista: John Byrne
  • Roteirista: Eric Luke
  • Roteirista e Desenhista: Phil Jimenez
  • Walt Simonson
  • Roteirista e Desenhista: Greg Rucka
  • Jodi Picault
  • Tony Bedard
  • J Torres
  • Will Pfeifer
  • Roteirista: Gail Simone
  • Roteirista: Brian Azzarello
  • Meredith Finch,
  • Desenhista: David Finch

Afiliações[editar | editar código-fonte]

Sociedade da Justiça da América[editar | editar código-fonte]

Na All Star Comics #12, em 1942, a Mulher Maravilha é apresentada como secretária e membro honorário à Sociedade da Justiça da América, equipe de super-heróis criada na edição nº 3 da revista, formada por Gavião Negro, Átomo, Dr. Destino, Sandman,Johnny Thunder, Dr. Meia Noite, Espectro eStarman, sendo a primeira personagem feminino a fazer parte de uma equipe de super-heróis.[21][66] William Moulton Marston quando descobriu que outra pessoa estava escrevendo histórias com ela em All-Star Comics, ficou furioso e exigiu controle total sobre a personagem, já ocupado escrevendo e co-escrevendo histórias da Mulher-Maravilha em outras três revistas, sem tempo para uma quarta. Transformá-la em secretária foi uma solução para mantê-la à parte em All-Star Comics, meramente fazendo aparições na sede da Sociedade da Justiça.[14] A personagem teve a chance de atuar de verdade nas mãos de outros escritores quando a doença abateu Marston.[20]

Liga da Justiça da America[editar | editar código-fonte]

Nos anos 60, a editora resgatou a ideia de uma superequipe[66] e em março de 1960, com a criação da Liga da Justiça, na The Brave and The Bold #28, o interesse pelas histórias da Amazona voltou a aumentar sendo membro fundadora,[35] com a liderança Aquaman, a equipe também tinha Caçador de Marte, Flash (Barry Allen), Lanterna Verde (Hal Jordan). Os super-heróis mais conhecidos e membros honorários da SJA; Superman e Batman tiveram participações especiais por decisão editorial [67]. Mulher Maravilha ganhou mais relevância, e sua importância foi transportada para o desenho animado Superamigos, onde Diana tinha destaque.

Santíssima Trindade[editar | editar código-fonte]

Nos anos 90, graças ao roteirista Mark Waid, os três personagens passam a se destacar na Liga da Justiça, principalmente na minissérie O Reino do Amanhã. A série influenciou inúmeros autores, e várias histórias publicadas a partir dela passaram a não mais se limitar à tendência que a editora até então apresentava de colocar Superman e Batman como opostos, mas a incluir a Mulher-Maravilha no enredo.[50]

Características da Princesa Amazona[editar | editar código-fonte]

Aparência Física[editar | editar código-fonte]

Escultura da Mulher Maravilha com aparência de Batman v Superman: Dawn of Justice.

Basicamente, a Mulher-Maravilha é uma jovem mulher caucasiana de cabelos pretos (os quais já foram curtos, longos, encaracolados e lisos), usando uma tiara dourada com uma estrela, um traje que combina bustiê vermelho com uma águia dourada como símbolo (sendo substituída por um duplo "W" nos anos 1980 até então), short azul com estrelas brancas e botas de cano longo vermelhas, possui 1.80 de altura e musculatura avantajada. Depois da guerra civil em que sua mãe foi deposta do trono das Amazonas, a Mulher-Maravilha deixou de usar a tiara.[68]

Em 1941, HG Peter associou-se ao psicólogo William Moulton Marston para criar a Mulher Maravilha, o único guia que recebeu foi “desenhar uma mulher tão poderosa quanto Superman, tão sexy quanto a Miss Fury, com vestes de Sheena, a Rainha da Selva, e tão patriótica quanto o Capitão América”.[69][70] Com o falecimento de H.G. Peter, ilustrador do título por 16 anos. Aí vieram as atualizações promovidas pelo editor Julius Schwartz, com mudanças estéticas.[35]

Personalidade[editar | editar código-fonte]

Conhecida por sua ferocidade em combate, mas também por ser compassiva e compreensiva.[71]

Habilidades[editar | editar código-fonte]

Representada como atleta, acrobata, lutadora e estrategista, formada e experiente em muitas formas antigas e modernas de combate armado e desarmado, incluindo artes marciais amazonas exclusivas.[72] Na primeira edição da revista solo, descrito que aos três anos de idade, Diana já demonstravam possuir grande força, arrancando árvores como se fosse mato; Aos cinco, demonstrava ser veloz, assim como a deusa da caça que lhe dá nome, disputa corridas com cervos floresta adentro. Aos 15, recebe seus braceletes de submissão no altar de Afrodite, prometendo comprometer-se a servir eternamente a deusa do amor e da beleza.[40] Diana foi treinada para controlar o uso de seus poderes pela Rainha Hipólita e a General Phillipus. Nas histórias em quadrinhos, a princesa amazona já teve várias origens que explicavam seus poderes, a origem difere conforme a era; presenteada pelas deusas-mães, ou, sendo semi-deusa. Em Pré-Crise, é dito que tem a força de Hércules, a sabedoria de Atena, a beleza de Afrodite e a velocidade de Hermes. Em Pós-Crise, ganhou de Deméter força e poder; de Afrodite, enorme beleza e coração amoroso; Atena lhe deu sabedoria; Ártemis lhe deu o olho da caçadora e a compreensão das feras; e de Héstia, recebe a afinidade com o fogo para que os corações se abrissem para ela. Nos Novos 52, os poderes são por ser uma semi-deusa, filha de Zeus, suas habilidades de combate superiores são o resultado de seu treinamento como Amazona, além de receber treinamento adicional de Ares, o Deus da Guerra, desde a infância.[72]

Superpoderes[editar | editar código-fonte]

Toda vez que um personagem é reintroduzido para uma nova geração, os criadores sempre querem adicionar algo novo enquanto ainda preservam os elementos clássicos.[73] Os poderes da Mulher-Maravilha são enormes, como:

  • Super força[1]: Considerada a personagem feminina mais forte das HQs, cedida pela deusa Deméter, a super-força física. Tal capacidade, muito acima do limite humano, permite ela consiga, entre outras proezas, erguer milhares de toneladas sem esforço, além de poder destruir meteoros, como possuinte de 80% da força total do Superman, ao retirar seus braceletes ela fica ainda mais forte, tem toda a força que descende de seu pai (Zeus) liberada. É muitas vezes comparada a do Superman. No entanto, ela já demonstrou que a sua força é de fato superior à da Supergirl.[5]
    • Super sopro: é capaz de criar fortes rajadas de vento ao soprar, sua força se estende para seus pulmões também e permite que ela sopre o ar com a força.[73]
  • Invulnerabilidade / Durabilidade[1][5]: Dotada de uma altíssima durabilidade corporal, protegendo-a de ataques físicos de variados tipos, sua pele é altamente sólida, resiste ao fogo e já saiu ilesa à mísseis, já resistiu a tiros e já foi ferida por tiros, isso é uma incógnita . Sua tolerância à dor também é bastante extensa, dada por sua resistência, embora a personagem não seja totalmente imune a ela. Seu sistema imunológico a protege de toxinas e doenças. Além de ser imune à radiação e frieza do espaço
    • Super Resistência: Pode realizar tarefas cansativas por um longo período de tempo sem se cansar, correr por dias, levantar pesos por dias e lutar por dias.
      • É altamente resistente ao fogo e a altas temperaturas.
      • Resistência Mágica: É altamente resistente a magia e ataques místicos
      • Imunidade Psíquica: É imune a ataques psíquicos, como controle mental e ilusões (Visão de Atena).
  • Agilidade Sobre-Humana[1]: A Mulher-Maravilha possuí um nível de agilidade extremamente alto, muito acima dos níveis humanos ou de qualquer animal terrestre catalogado pelo homem, fazendo com que ela possa se defender de uma bala em sua direção com seus braceletes, mesmo estando de olhos fechados.
    • Super Velocidade: Poder concedido por Hermes (deus grego mensageiro). Diana é capaz de pensar, reagir e mover-se à velocidades sobre-humanas (mostrando às vezes, na velocidade da luz ou até acima dela). Porém o Flash ainda é mais veloz do que ela e o Superman.
    • Reflexos Sobre-Humano: Não apenas devido à suas aptidões mágicas que lhe garantem habilidade sobre-humanas, Diana é extensamente treinada, fazendo com que ela apresenta um inumano reflexo corpóreo.
  • Sentidos Aprimorados: Concedido por Artemis (deusa da caça). Visão, audição, paladar, tato e olfato estão todos no nível super-humano. Mulher Maravilha tem os olhos de caçadora que permite a ela para sempre enxergue em grandes distâncias, podendo enxergar na escuridão ou através de ilusões.
  • Fator de Cura Regenerativo[1][74]: Em algumas versões dizem que ela está sendo dotada da capacidade de super-cicatrização devido ao consumo de água da fonte da juventude. Mas, de acordo com sua história típica de seus poderes provenientes dos deuses gregos, a história de que sua cura vem de Deméter. Com a bênção da deusa da agricultura, a Mulher Maravilha é dita para curar mais rapidamente enquanto ela permanecer na Terra.[73] Dadiva que permite recupera-se de lesões corporais ou doenças em uma taxa sobre-humana.[75]
  • Imortalidade: É imortal por causa naturais, não envelhecendo em Themyscira
  • Sabedoria Divina: Possui uma sabedoria divina (Atena, Deusa da Sabedoria).
    • Empatia Ampliada: É capaz de sentir e detectar as emoções de outros (Atena, Deusa da Sabedoria).
    • Empatia Animal / Linguística Animal[73]: É capaz de se comunicar com todas formas de animais (incluindo Dinossauros) e pode comanda-los (Artemis, Deusa da Caça), e sua simples presença, por vezes, traz calma para as mais ferozes criaturas (Afrodite, Deusa da Beleza e Amor).
    • Omnilingualismo[73]: dadiva dado por Atena, a deusa da sabedoria, que concedeu a inteligência em uma variedade de áreas, possuindo a capacidade de falar e entender a língua de diversas civilizações, até mesmo os já extintas,[76] que permite a não precisar de nenhum interprete, especialmente que, no mundo dos homens, tem a posição política de embaixatriz. [77]Capaz de falar todas as línguas existentes. Fala as línguas Themysciriana, Grego moderno e antigo, latim, inglês, português, espanhol, francês, japonês, chinês, alemão, russo, italiano, coreano, hindi, entre outras.
    • Olho de Atena: capacidade de visualizar o mundo com toda a sabedoria possível, o que faz com que ela consiga ser uma boa estrategista e tática, além de ter uma visão mais ampla em meio às questões difíceis.
    • Liderança Nata[73]: outra qualidade que Atena passou é muito prático para o tipo de protetor que a Mulher Maravilha quer ser, a proeza como líder foi repetidamente demonstrada ao longo dos anos.
    • Diplomacia[73]
  • Capacidade de Voo[1]: Na era Pré-Crise, ela tinha apenas o dom de planar (a poucos metros do chão), sendo essa habilidade substituída anos depois pela capacidade de voar propriamente dita (atribuída em versões atuais). A personagem ainda é capaz de voar, podendo, atualmente, chegar a velocidades supersônicas ou até mesmo chegar a velocidades hipersônicas.
  • Projeção Vocal: É capaz de aumentar o volume de sua voz a um nível ensurdecedor.
  • Teletransporte Dimensional: Através do poder da meditação, ela pode se teletransportar dimensionalmente,[78] projetando uma imagem mental de si mesma que poderia conjurar enquanto estava meditando. Mas, mesmo que nesta forma mental, ela ainda é capaz de ser ferida.[73]
  • Projeção Astral[72]
  • Telepatia[73]: Ao longo da história, ela conseguiu se empenhar na aprendizagem da comunicação mental. Em algumas versões ela não voava e tinha poderes de telepatia.  Na redefinição feita por George Perez após a Crise nas Infinitas Terras, ganhou de Gaia, a Deusa Terra, o poder da telepatia. Capacidade de se comunicar mentalmente. A heroína treinou essa habilidade e, embora não seja muito utilizada, ajuda Diana a se comunicar principalmente em campo de batalha, sem revelar suas estratégias para o inimigo.[79]
  • Projeção e Manipulação de Energia[80]
    • Controle mental da eletricidade em seu corpo 
    • Resistência contra a eletricidade[72][73]:
  • Beleza Excepcional[73]: concedida por Afrodite, beleza maravilhosa e um coração amoroso.
    • Sedução: É capaz de seduzir qualquer pessoa através do olhar ou da voz (Afrodite, Deusa da Beleza e Amor).
  • Como Deusa da Guerra (Os Novos 52)
    • Controle sobre soldados de guerra[73]: deus da guerra realmente tem afinidade com os soldados no ponto em que incluiu o poder para comandar membros militares para obedecê-la.
    • Controle sobre os mortos[73]

Treinamento[editar | editar código-fonte]

  • Habilidade de combate e Estratégia de combate[1]
    • Analise Tática: Desenvolve estratégias e planos complexos, sendo treinada em liderança.
    • Perícia em Combate Armado e Desarmado: É proficiente em combate armado e desarmado, estilo de luta das Amazonas. Como; Técnicas de luta com Armas Brancas, Técnicas de luta com Arquearia, Técnicas de luta com Ataque Desarmado, Técnicas de luta com Táticas de Guerra, Técnicas de luta com Combate Montado e também é treinada em todas as habilidades de luta armada e desarmada da antiga Grécia. Mestre de antigas e modernas artes marciais, nossa heroína é uma guerreira com um treinamento bastante diversificado.
    • Aviação: pilota o jato invisível.
    • Rastreamento: experiente rastreadora
    • Natação: É uma ótima nadadora.

Arsenal[editar | editar código-fonte]

Além dos poderes, recebeu dos deuses presentes que ajudam a aumentar suas habilidades.

  • Laço de Héstia[80] / Laço Mágico da Verdade: criado pelo deus Hephaestus, este laço dourado obriga aqueles que estão enganados a falar a verdade. Também é inquebrável e muda o comprimento com base nas necessidades do jogador em combate. As características menos conhecidas são a capacidade de restaurar a memória, hipnotizar as pessoas e negar magias mágicas e ilusões[80]. Também servindo para que Ares enxergasse a loucura de seus atos, enxergando que se destruísse todos os humanos, não teria mais adoradores. Em histórias posteriores, escritas por Joe Kelly (o arco "Paraíso Imperfeito", na revista em quadrinhos/banda desenhada da Liga da Justiça) foi explicado que este laço (às vezes apelidado de laço da verdade) é um símbolo da verdade em nosso mundo, cabendo a Mulher-Maravilha, portanto, o papel de guardiã da verdade.
  • Armadura[80]: cria a fantasia icônica da Mulher Maravilha é uma armadura cerimonial da Amazona - alguns dos melhores já forjados. Diana a usa em homenagem e representação de sua terra natal. Para aqueles que sentem que é muito "fraco" - bem, as Amazonas não lutaram em ternos de armadura completos, preferindo liberdade de movimento em combate.
  • Braceletes Indestrutíveis / Braceletes da Vitória / Braceletes da Submissão : Tem um par de braceletes que serve para desviar de projéteis (como bala) e poderosas explosões de energia, são a prova de eletricidade também. Durante a direção de Pérez, Hipólita insistiu que todas as amazonas usassem os braceletes como uma forma de lembrete do tempo que eram escravas dos gregos e que foram exploradas duramente por eles. Nos Novos 52, ao retirar seus braceletes, ela tem toda sua força liberada, seus braceletes guardam espadas que aparecem quando necessário e também podem disparar rajadas de fogo. Seus braceletes pesam toneladas.
  • Tiara Real: super afiada, pode ser utilizada como um bumerangue sempre que é lançada. Ela consegue ainda furar a pele de todos aqueles suscetíveis à magia.[5]
  • Brincos Úteis: par de brincos vermelhos que fornecem oxigênio, possibilitando a respiração em ambientes sem oxigênio.
  • Jato Invisível feito do metal fictício Amazonium (pois ela não voava), causa de muitas piadas (na revista MAD, por exemplo) e que aos poucos foi sendo retirado das histórias. Mas seu uso destacado no seriado da TV dos anos 1970 e nos desenhos dos Super Amigos, fez com que ele fosse reutilizado algumas vezes nesse período. Com a versão da Mulher-Maravilha de George Perez, foi estabelecido que ela pode voar com seus próprios poderes; o avião foi descartado. Recentemente, o avião foi reintegrado a cronologia, sendo um dote da raça dos aliens lansiranianos. Curiosidade: No filme de animação Liga da Justiça: Crise em Duas Terras, Flash perguntou a Diana porque ela precisava de um avião, uma vez que ela já voa. Diana simplesmente lhe pergunta: "Então porque você dirige um carro?".
  • Rádio receptor/emissor de ondas telepáticas, com os quais podia se comunicar com as Amazonas que estavam em Themiscyra.
  • Espada Mágica: Espada capaz de cortar qualquer tipo de material, e até cortar um átomo ao meio.
  • Lamina Matadora de Deuses: forjada pelo ferreiro dos deuses Hefesto e dada à Diana como um presente de seu pai Zeus.[81][82]
  • Escudo[80]: escudo mágico que é quase indestrutível
  • Lança
  • Arco
  • Usados por Ártemis
    • Sandálias de Hermes
    • Manopla de Atlas

Itens introduzidos nos Novos 52:

  • Elmo do Deus da Guerra
  • Raio de Zeus

Versões Alternativas[editar | editar código-fonte]

  • Tara Terruna: Diana acidentalmente viaja para dimensão da Terra-59 que é espelho do mundo em que vive. Nesta terra, ela encontra Tera Terruna, sua contraparte idêntica. Cada uma delas passa a sentir os golpes sofridos pela outra e ambas precisam se aliar para derrotar o terrível Duke Dazam e sua frota de navios movidos a remo. Wonder Woman #59 (1953)
  • Núbia de Themyscira: irmã magicamente legítima, de Diana. Estátua esculpida do barro escuro, com a Diana, foram abençoadas pelos deuses gregos com a vida. Assumiu a forma de uma menina negra e foi batizada com o nome de Nubia, nome de uma região que na antiguidade do norte-nordeste do continente africano. Foi sequestrada por Marte, o deus da guerra.[83] Ela é a Mulher Maravilha da Terra 23[84]
  • Orana: Amazona desafiava Diana para poder representar a Ilha Paraíso no Mundo do Patriarcado. Elas passam por desafios na terra, água, ar e fogo, quando finalmente Diana é derrotada, e Orana é coroada a nova Mulher-Maravilha. "Wonder Woman #250 Vol. 1 de dezembro de 1978"
  • Ártemis: Após a reunião das Amazonas e do Bana- Mighdall (ramificação das Amazonas), Artemis, líder de fogo do grupo, desafiou Diana para o direito de ser a Mulher Maravilha, e um novo torneio foi realizado. Vestindo uma máscara de Proteus que alterou sua aparência, Diana enfrentou Artemis sem seus poderes divinos. Antes da competição Rainha Hipólita teve uma visão sobre o prenúncio da morte da Mulher Maravilha, e temia pela vida da sua filha. Diana foi distraida por sua mãe, Artemis vence o desafio e torna-se a Mulher-Maravilha por dois anos
  • Rainha Hipólita':' Em Pós-Crise, Hipolita torna-se a primeira Mulher-Maravilha. Como Mulher Maravilha, lutou ao lado da Sociedade da Justiça para extinguir a tirania Nazista na Segunda Grande Guerra, inspirando mulheres através dos anos, mesmo depois de sua morte.
  • Amazona, Ororo de Themyscira: na série Amalgama de DC vs Marvel: O Conflito do Século. Ororo, a Tempestade dos X-Men, foi uma meta-mutante que quase se afogou quando era criança, mas foi resgatada pela rainha Hipólita das Amazonas. 
  • Donna Troy':' Após um ano dos eventos de Crise Infinita, Diana foi coroada rainha de Themycira, Donna tornou-se a responsável por continuar o legado de heroísmo da Mulher-Maravilha até Diana retomar seu papel. Passa a ser irmã de Diana e cunhada de Steve Trevor (em razão deste ter se casado com Diana)
  • Cassandra Sandsmark':' Revista “Teen Titans Vol 3#17” de dezembro de 2004. Uma outra irmã mais nova de Diana e também cunhada de Steve Trevor (em razão deste se casar dom Diana)
  • Mulher-Maravilha de Stan Lee: Nas edições “Just imagine Stan Lee creating the DC Universe” mostram o que aconteceria se Stan Lee tivesse criado os maiores personagens da DC. Em “Just imagine Stan Lee with Jim Lee creating Wonder Woman” - Nas selvas do Peru, a bela Maria Mendoza esta impotente para salvar seu pai de um tirano local, mas, quando ela descobre um antigo artefato – um cajado dourado – que vincula plenamente à herança, a jovem torna um a fonte de poder como o mundo jamais havia visto.[85]
  • Princesa Stephanie Trevor: Mulher-Maravilha do Século 23 é praticamente imortal e filha de Diana com Steve Howard Trevor na minissérie “Gerações”.
  • Mulher-Maravilha da Terra 2: Veja artigo principal Mulher-Maravilha da Terra 2
  • Bekka, Mulher-Maravilha em Liga da Justiça – Deuses e Monstros (longa) é a deusa alienígena, neta do Pai Celestial e fugitiva do planeta de Nova Gênese. Após ser usada em um plano perverso de sua família contra os deuses de Apokolips – o que resultou na morte de seu noivo Órion – Bekka chega à Terra na década de 50 e passa a viver entre os humanos, compartilhando os prazeres terráqueos e protegendo o planeta de perigos inimagináveis. Além de força e resistência sobre-humanas, a Mulher-Maravilha apresenta capacidade de vôo e utiliza de uma caixa-materna (item senciente dos Novos Deuses) na forma de uma espada. Além de utiliza-la como uma arma branca de incrível resistência e força extraordinária, o objeto permite que seu usuário se teletransporte para qualquer ponto do universo.[86]
  • Peng Deilan, Mulher-Maravilha da China
  • Homem-Maravilha (Príncipe Dane de Elysium): versão masculina da Mulher-Maravilha na Terra-11, após assassinar Maxine Lord em rede nacional foi exilado do Mundo das Mulheres.
  • Wonderous Man: outra versão da Mulher-Maravilha na Terra-11, faz parte da Liga da Justiça do seu universo com Aquawoman, Batwoman e Superwoman.

Personagens de apoio[editar | editar código-fonte]

Aliados[editar | editar código-fonte]

Inimigos[editar | editar código-fonte]

  • Mulher-Maravilha enfrenta o Deus da Guerra, arte de Nicola Scott.
    Ares, também conhecido como Marte: Deus da Guerra da mitologia grega, ele incorpora todos os aspectos negativos do conflito. Como esperado, ele é um dos maiores guerreiros do universo DC. Mas ele também provou se perigoso através de suas manipulações sombrias e planos intrincados. Ele também possui velocidade sobre-humana e agilidade sobre-humana igual à de Hermes, uma vez que ele absorve enormes quantidades de energias psíquicas que lhe dão seus poderes. Sendo ele ser um deus da guerra, violência, raiva, ódio, morte e derramamento de sangue o tornam mais forte e cura todas as feridas que ele pode receber como sua alma é capaz de absorver a energia psíquica criada pelos acontecimentos. Sua armadura é praticamente indestrutível e suas armas são maiores do que a dos mortais. Ele pode metamorfosear seu ser em qualquer forma que ele deseja e pode se teletransportar a si próprio e outros. Ao mesmo tempo, ele também foi reconhecido como o deus da morte do panteão grego, tem controle sobre os mortos e capaz de ressuscitar e comandar um exército de mortos-vivos do submundo para fazer sua vontade, e, em seguida, enviá-los de volta quando quisesse. Sendo um deus, ele também é imortal e não pode ser prejudicado por armas mortais, apenas mágicas.
  • Circe: A imortal e sedutora Feiticeira-Deusa da Magia é inimiga de todas as Amazonas, especializada em magias, ilusões, teletransporte e, e transformar os outros em animais. Entre outras coisas, ela pode alterar as mentes, o fogo destrutivo, explosões de energia mágica, ressuscitar os mortos (como ela fez com a Medusa & Hipólita), e transformar objetos em seres. O surgimento da Princesa das Amazonas abalou Circe, que temia uma profecia lançada por Hécate: "Sob a morte da bruxa e o nascimento da bruxa, Hécate, por nome e escolha, irá repossuir sua alma". Acontece que Hécate fazia parte do trio de deusas lunares juntamente com a deusa Diana (Ártemis) e a titânide Selene; Circe achou que a Mulher-Maravilha, por ter o nome de Diana, poderia tomar-lhe o poder. Desde então decidiu perseguir a heroína, atrapalhando e atormentando a vida dela.
  • Cheetah (Barbara Minerva): arqueóloga egoísta que bebeu uma poção (alterado nos Novos 52, onde cortou-se com uma faca mágica) que a transformou em Mulher-Leopardo. Enquanto Diana foi abençoada com poderes desde o nascimento e os usa para proteger os inocentes, Barbara é uma humana que buscou o poder para seus próprios fins malévolos e agora só se satisfaz causando destruição. Sua obsessão no início com Diana estava em tentar roubar o Laço da Verdade de Mulher Maravilha, mas, eventualmente, isso mudou a ela simplesmente querer derrotar a Amazona em combate.
  • Rainha das Fábulas: Tsaristsa é uma feiticeira monarca exilada por Branca de Neve de outra dimensão. Aprisionada no Livro de Fábulas, foi acidentalmente liberta e parou nos Estados Unidos, onde transformou Manhattan em uma floresta encantada cheia de criaturas de contos de fadas. E ao confundir uma TV com um espelho mágico, ela pediu que lhe mostrasse a Branca de Neve. Acreditando que a heroína era a Branca de Neve, ela a confrontou, e colocou a heroína em um sono profundo na floresta encantada. Cabendo ao Aquaman fazer o papel de príncipe e acordá-la com um beijo.
  • Doutor Psycho, também conhecido como Doctor Psicótico: Edgar Cizko tem uma misoginia profundamente enraizada. Seu personagem passou por várias pequenas mudanças ao longo dos anos, manteve várias características, tais como: um misógino obsessão com mulheres bonitas, insanidade e uma baixa estatura.
  • Primogênito (First Born): Introduzido nos Novos 52, é o primeiro filho de Zeus e Hera que foi banido e aprisionado por séculos. O mais poderoso de todos, se liberta e jura vingança contra toda sua família e irá conquistar o Olimpo matando a todos.
  • Felix Fausto: poderoso feiticeiro, estudou línguas mortas em Vienna, arqueologia em Londres, história em Sorbonne; visitou as ruínas de Ur e Lagash na Caldeia. Conseguiu também uma cópia do lendário livro de magia negra escrito por Abdul Alhazrede.
  • Maxwell Lord
  • Hércules: semideus mitológico, filho de Zeus com uma humana. O Hércules da editora DC é semelhante ao Hércules da concorrente Marvel (das HQs de "Thor"), com a diferença de o da DC ser freqüentemente retratado como um supervilão, aliado de Marte, o Deus da Guerra.
  • Corporação Vilania
    • Rainha Cléa: cruel governante de Atlântida caracterizada com vestes de monarca atlante desenvolveu uma sede de conquista e dominação, roubou o tridente de Poseidon para reclamar seu trono.
    • Cheetah (Priscilla Rich): mulher com problema de dupla personalidade
    • Giganta: Personagem Pré-Crise, é uma gorila evoluída para a forma de uma mulher, masculinizada, tomada como uma imagem antifeminista.
    • Giganta (Doris Zeul): A brilhante doutora que pode alterar seu tamanho e sua força física proporcionalmente.
    • Zara, Sacerdotisa da Chama Rubra: com vestes que lembram facilmente da espiã Mata Hari, durante a Primeira Guerra Mundial, é antagonista da Era de Ouro, foi criado como um exemplo da emoção anormal de misandria.
    • Hypnota, Mágica do Raio Azul: Hipnotizadora que usa roupas de homem
    • Maligna: personagem da Era de Ouro, era uma capitã e motorista dos escravos de Saturno. Sua raça é de agressivos telepatas ultra-racionais e pode ter inspirado personagens da Era de Prata como Satúrnia e Rainha Saturno.
    • Doutora Veneno (Dr. Poison) / Princesa Mariana Maru: Na segunda edição de Sensation Comics, a Maravilha encontra o seu primeiro grande vilão: é chefe da divisão de venenos da Alemanha nazista. O grande plano é desenvolver uma droga chamada Reverso, que, reverte a personalidade das pessoas. No final da HQ, descobrimos que o vilão é uma vilã – a Princesa Maru, do Japão, que é derrotada.[14] Para além disso, ela ainda foi contratada pelo exército Japonês para ser Diretora do Departamento de Químicos. Passados alguns anos, a Doutora Veneno e mais sete vilãs acabaram por conseguir escapar da colônia penal Amazona e decidiram fundar um grupo a que chamara de Corporação Vilania.[87] A personagem teve a versão live-action como Dra. Isabel Maru no filme Mulher-Maravilha, foi interpretada pela atriz espanhola Elena Anaya.[88]
    • Doutor Veneno: neta da primeira encarnação da personagem, também é especialista em venenos, toxinas e pragas.
    • Byrna Brilyante, O Homem Azul das Neves: Uma mulher que disfarçada de um Boneco de Neve, ela assume a identidade masculina de O Homem Azul das Neves e que usa sua invenção, a neve azul que causa precipitações de gelo, ela usa um chapéu que lança neve azul, e um cachimbo que solta cristais de gelo.
    • Jinx também conhecida como Soturna: poderosa feiticeira elemental do Templo Oriental Indiano. Suas habilidades incluem rajadas místicas, dissolução de matéria, chamas esmeraldas e tremores terrestres. Seu poder é limitado através do contato do solo com seus pés.
    • Trindade: uma mulher com três faces: Tempo, Guerra e Caos. As faces de Trindade possuem poderes específicos: Tempo pode tornar o tempo mais lento; Guerra pode disparar poderosas rajadas de forca; e Caos pode projetar ilusões.
    • Cyborgirl: LeTonya Charles destruiu seu corpo através da droga conhecida como “Tar”. Entretanto, sua tia, Sarah Charles, a salvou com poderosos implantes cibernéticos. Esses implantes também substituíram a humanidade da garota com um hardware, que pode ser a razão de LeTonya usar de suas habilidades para obter tudo a qualquer custo.
  • Gundra, A Valquíria: Campeã dos deuses nórdicos na Terra
  • Osira: alienígena telepata autoproclamada deusa egípcia que pretende restaurar o mundo erradicando o livre-arbítrio
  • Máscara: Nina Close era uma esposa que sofreu com a violência doméstica e assassinou o marido. Usa sua fortuna para apoiar mães e mulheres vítimas da mesma violência
  • Mágico Branco / Mago Branco: Thomas Asquith Randolph orquestrou uma guerra entre as Amazonas e um ser chamado “Eclipso”, prendeu Diana no espaço por meses, entre outras coisas. Vendeu sua alma por mais poder, se transformou em um monstro demoníaco muito musculoso.
  • Kung, o Assassino / Kung, O Obake: Thomas Morita é um mestre de artes marciais com a capacidade de se transformar em qualquer animal.
  • Doutora Cyber (Cylvia Anita Cyber): Criminosa desfigurada que se transformou em um computador vivo.
  • Ministro Inverno / Ministro Blizzard: Ambientalista radical dedicado a provocar outra Era Glacial. Ele tem uma máquina de mudança de clima, e a tradicional pistola congelante.
  • Veronica Cale
  • Homem-Ângulo: Angelo Bend é um ex-presidiário cujo angulador lhe permite dobrar tempo-espaço.
  • Cisne Prateado / Cisne de Prata: vilãs com visual angelical, aladas elas poder de voar e de criar ondas de som com suas vozes
    • Helen Alexandros: personagem pré-Crise. Uma bailarina que faz um acordo com Ares para ter um rosto e corpo bonitos bastando que ela derrotasse a Mulher-Maravilha.
    • Valerie Beaudry: mulher que nasceu desfigurada porque sua mãe foi de algumas forma exposta a testes nucleares… então, Henry Armbruster a usou em algumas experiências que lhe deram beleza, asas e poderes sônicos
    • Vanessa Kapatelis: mulher belíssima[89] amiga de longa data da Princesa Diana, foi manipulada por Circe para se tornar a terceira encarnação que tinha um poder a mais, telepatia com aves.
  • Duque da Farsa/ Duque da Decepção: ilusionista e um dos principais aliados do Deus da Guerra
  • Genocídio: monstro sádico, criado através da combinação de ciência e magia. Em algum ponto do futuro, Ares rouba o cadáver da Mulher-Maravilha. Ele volta no tempo e manipula Dra. Barbara Minerva e Dr. Amanhã coletarem amostras de solo de regiões da Terra onde ocorreram genocídio ao longo de 100 anos, por volta de 1908 até 2008. Com ajuda mágica de Felix Fausto criam o monstro.
  • Capitão Maravilha: vilão criado por Doutor Psycho, através de extração de ectoplasma (substância encontrada no mundo espiritual) da mente de Steve Trevor.
  • Deimos, Deus do Pavor
  • Fobos, Deus do Medo 
  • Éris, Deusa da Discórdia: segundo a mitologia, a filha feia de Hera e Zeus fugiu do Olimpo e foi viver com os Titãs na Via Láctea, onde teve 14 filhos com Éter. Fadiga, Batalha, Calúnia e Difamação, Fome, Tristeza, Matança e assim por diante… Éris também é culpada por causar a Guerra de Tróia. Nos quadrinhos, era muito apegada a seu irmão Guerra. 
  • Nikos Aegeus: líder terrorista grego, descendente de Poseidon, possui um pégaso negro. 
  • Egg Fu[90]: é um ovo amarelo gigante e chinês com bigodes que funcionam como tentáculos;
  • Adolf Hitler: Inspirado no real Adolf Hitler
  • Baronesa Paula von Gunther: nazista implacável e primeira grande inimiga da Mulher-Maravilha, ambas confrontaram-se por diversas vezes durante as Era de Ouro, Prata e Bronze. 
  • Barão Blitzkrieg: oficial do exército alemão especialmente vicioso que foi cegado e desfigurado quando um prisioneiro do campo de concentração jogou uma garrafa no rosto. Cientistas alemães restaurado a visão, mas não sua aparência. Então, eles experimentaram em Blitzkrieg, dando-lhe força sobre-humana, invulnerabilidade, feixes de energia óptica e a capacidade de voar. No entanto, cada uma dessas habilidades são manifestados um de cada vez e somente com o treinamento ele é capaz de incorporá-las em conjunto. 
  • Panzer Vermelho: pseudônimo de alguns personagens. A primeira encanação foi com Helmut Streicher, trabalhava como cientista para Adolf Hitler. O segundo a assumir é um garoto moreno perturbado onde o pai branco matou a mãe por achar que ela o traiu. O terceiro Panzer Vermelho foi assassinado, para apenas ser substituído por Justin, um jovem operador da C.O.L.M.E.I.A. teve a chance de tornando-se o quarto Panzer Vermelho. 
  • Armageddon: agente especial nazista 
  • Sumô, o Samurai: vilão japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Ele era o melhor aluno de um mestre das artes marciais com o nome "O Iluminado", e foi selecionado para beber a "Poção do Poder", aumentando imensamente a sua força, velocidade, resistência e sentidos num ponto de comparação onde um homem com visão e audição normais poderia ser considerado cego e surdo.
  • Cottus, o demônio 
  • Homem-Rato 
  • Rainha Atomia do minúsculo mundo sub-atômico 
  • Condessa Draska Nishki, chefe da "Espiões Internacionais Inc." 
  • Devastação / Devastation: criada pelo titã Cronos para ser uma "anti-Mulher-Maravilha" em resposta à campeã dos deuses olímpicos. 
  • Astarte 
  • Podridão / Ruína
  • Cernunnos, Deus Celta da Fertilidade, Vida, dos animais e da Caça
  • Minotauro

Outras mídias[editar | editar código-fonte]

Séries de televisão[editar | editar código-fonte]

Wonder Woman: Who's afraid of Diana Prince?

Com o sucesso da série Batman nos anos 60, seu produtor, William Dozier, visualizou novas produções de super-heróis e a Mulher-Maravilha foi o personagem escolhido. Dozier pediu a Stan Hart e Larry Siegel, ambos da revista Mad, para que escrevessem um roteiro cômico no qual fosse apresentada a essência de uma série de meia-hora com a personagem. Em 1967, foi gravado o episódio piloto para avaliação, “Wonder Woman: Who's afraid of Diana Prince?” (em tradução livre, Mulher Maravilha: Quem tem medo de Diana Prince?) foi primeira tentativa de se produzir uma série com a princesa amazona. Foi gravado um episódio piloto em 1967, no qual seguia uma linha cômica: a história apresentava Diana Prince (Ellie Wood Walker) como uma mulher desajeitada; ao se olhar o espelho se transformava na heroína Mulher Maravilha (Linda Harrison). O teor cômico e com uma versão diferente dos quadrinhos não agradou a audiência e o seriado não chegou a ser produzido.[91]

Lynda Carter como Mulher-Maravilha

Mulher-Maravilha[editar | editar código-fonte]

Veja artigo principal Mulher-Maravilha

Série de tv norte-americana, protagonizada por Lynda Carter, produzida entre 1975 e 1979. Baseado na primeira história da personagem, passada durante a II Guerra Mundial, mostrando suas origens na Ilha Paraíso.

Wonder Woman

Veja artigo principal Wonder Woman (2011)

Em 2011, foi planejado um reboot que não foi aprovado. Mulher-Maravilha/Diana Prince seria uma combatente do crime que mora em Los Angeles e leva vida dupla como presidente das Indústrias Themyscyra. Adrianne Palicki, foi escolhida para ser a protagonista da nova série Mulher Maravilha pela NBC.

Amazon

Em 2012, existiu o projeto da série Amazon, série de TV que mostraria a origem da Mulher-Maravilha. Projeto que permanece engavetado.

Séries animadas[editar | editar código-fonte]

  • The Brady Kids: em 1972 a Mulher-Maravilha participou de um episódio de um desenho chamado The Brady Kids, no episódio a heroína e os jovens protagonistas vão parar na Grécia antiga.
  • Superamigos: era um desenho animado produzido pela Hannah-Barbera Productions. baseada nos super-heróis da DC Comics. Teve diversas fases tiveram início em 1973 e foi até 1986, ano que a produção desta coligação de super-heróis termina; A primeira fase chamada simplesmente de "Super Friends" foi apresentada originalmente nos Estados Unidos entre 1973 a 1975. Depois vieram "The All-New Superfriends Hour" (1977-1978); "Challenge of the Superfriends" (1978-1979); "The World´s Greates Superfriend" (1979-1980); "The Superfriends Hour Shorts" (1980-1982); "Superfriends: The Legendary Super Powers" (1984-1985) e finalmente "The Super Powers Team: Galactic Guardians" que ocorreu entre 1985 a 1986.
  • Superman (Ruby Spears): em 1988, no episódio "Super-Homem e Mulher Maravilha contra a Feiticeira do Tempo" Super-Homem une forças com a Mulher-Maravilha para deter uma feiticeira maligna que dominou a Ilha Paraíso.
  • Wonder Woman And The Star-Riders: em 1993 quase ganhou um série própria chamada "Wonder Woman And The Star-Riders" numa união da DC com a Mattel para vender brinquedos para garotas. A ideia parecia seguir os trejeitos de séries como She-Ra, um mundo de fantasia.
  • DC Super Friends (2015)
  • Liga da Justiça: As Crônicas de Deuses e Monstros: projeto é uma parceria da DC Comics e a Machinima, a minissérie tem 3 episódios e é um preludio para o longa animado Liga da Justiça: Deuses e Monstros de 2015, versão onde Bekka

Filmes animados[editar | editar código-fonte]

Ano Título Dublagem
Original Estados Unidos BrasileiraBrasil
2008 Liga da Justiça: A Nova Fronteira Lucy Lawless Priscila Amorim
2009 Mulher Maravilha Keri Russell
2010 Liga da Justiça: Crise em Duas Terras Vanessa Marshall
Superman/Batman: Apocalypse Susan Eisenberg
2012 Liga da Justiça: A Legião do Mal
2013 Batman Lego - O Filme - Super Heróis Se Unem Laura Bailey
DC Nation Shorts Susan Eisenberg
Liga da Justiça: Ponto de Ignição Vanessa Marshall
2014 As Aventuras da Liga da Justiça - Armadilha do Tempo Grey DeLisle
Liga da Justiça: Guerra Michelle Monaghan
Uma Aventura LEGO Cobie Smulders
Lego DC Comics:Batman Be-Leaguered Grey Griffin
2015 Liga da Justiça: O Trono de Atlantis Rosario Dawson
LEGO DC Comics Super Heróis: Liga da Justiça vs Liga Bizarro Kari Wahlgren
Liga da Justiça: Deuses e Monstros Tamara Taylor
LEGO DC Comics Super Heróis: Liga da Justiça - O Ataque da Legião do Mal! Grey Griffin
2016 Lego DC Comics Super Heróis: Liga da Justiça - Combate Cósmico
Liga da Justiça vs. Jovens Titãs Rosario Dawson
DC Super Hero Girls: Hero of the Year Grey Griffin Tatiane Keplmair
Lego DC Comics Super Heróis: Liga da Justiça - Revolta em Gotham
2017 Liga da Justiça Sombria Rosario Dawson
LEGO Batman: O Filme
DC Super Hero Girls - Jogos Intergaláticos Grey Griffin Tatiane Keplmair
Lego DC Super Hero Girls - Controle Mental

Filmes[editar | editar código-fonte]

  • Wonder Woman: Em 1974, a rede ABC, em parceria com a Warner Brothers, decidiu adaptar a heroína. A ideia original era a de produzir um telefilme que narrasse a origem a heroína. O projeto ficou a cargo do produtor Douglas S. Cramer, que decidiu dar o papel de Diana Prince/Mulher-Maravilha para a ex-tenista profissional Cathy Lee Crosby. O problema é que a atriz era loira e, como se isso não bastasse, vestia um uniforme completamente diferente daquele visto nos quadrinhos. Sem superpoderes, a personagem fugia do universo conhecido pelos fãs da heroína.[92]
  • Justice League: Mortal (2007): Em 2007, George Miller dirigiria o projeto mais ambicioso da Warner Bros., Justice League: Mortal. A Mulher-Maravilha foi escrita como uma guerreira durona, com menos aspectos da Princesa Diana que faz parte de sua mitolog
  • Mulher-Maravilha de Joss Whedon: Em 2007 a Warner Bros teve a ideia de fazer um filme da Mulher Maravilha. Joss Whedon estava escrevendo o roteiro do filme e irá dirigi-lo. A Mulher-Maravilha seria retratada como um ser muito poderosa e muito inocente em relação às pessoas, seria uma deusa encontrando a humanidade e a vulnerabilidade de que precisava. Olharia para seres, para a forma como matam ou passam fome, para o jeito como o planeta e é administrado, e ela pensaria 'nada disso faz sentido pra mim, não sei como lidar com isso, não compreendo a insanidade das pessoas.[93] Possivelmente seria interpretada por Cobie Smulders

Jogos eletrônicos[editar | editar código-fonte]

A Mulher-Maravilha já apareceu em diversos jogos eletrônicos:

  • Mortal Kombat vs. DC Universe: Diana aparece no enredo da história. Ela está na sua ilha, quando esta começa a se fundir com a Ilha do Mago Shang Tsung do Mortal Kombat. Ela não deseja lutar, mas o mago diz que a ilha é sua. Após travarem um combate, Batman contacta Diana, dizendo que a Terra está em constante estado de fusão com outro universo. Linhas amarelas brilhantes separam os dois universos. Diana tem a missão de procurar e achar Superman, que desapareceu após a derrota de Darkseid. Ela procura na Metrópole, quando a Princesa Kitana aparece e diz que o mundo está rumo ao apocalipse. Após uma luta, Kitana foge e Mulher-Maravilha acha Superman. Ele estava congelado pelo Ninja Lin-Kuei Sub-Zero. Diana luta com Sub-Zero e salva Superman. Ela pergunta quem está atrás dessa invasão, então o guerreiro responde que os invasores são eles. Apos conversar com Sub-Zero e prendê-lo, Diana é informada que a Base da Liga está em crise, e o Capitão Marvel está enlouquecido (chamada "Rage"). Todos os personagens, Mortal Kombat e DC, sofrem de uma enxaqueca, resultado da fusão de 2 mundos. Isso ocorre pois, Shao Kahn e Darkseid unem forças, causando assim uma enorme confusão. O Capitão Marvel não consegue se controlar e acaba atacando Lanterna Verde. Após lutar com ele, Diana vê que ele fala que a "Raiva" irá consumi-lo e clama por ajuda. Junto com Sonya Blade, foi a única mulher do jogo a ter um capítulo inteiro para si no modo história.
  • Injustice: Gods Among Us: A Mulher-Maravilha foi uma das primeiras personagens a serem confirmadas. Diana tem duas variações sendo a primeira usando o seu laço e tiara (flutuando) e a segunda usando sua espada e escudo (em terra), fazendo o jogador ter escolha sobre como prefere lutar usando-a. No modo história a Mulher-Maravilha original se alia ao regime do Superman tendo uma relação amorosa com ele após a morte de Lois, enquanto a Mulher-Maravilha da outra terra é chamada por Batman, juntamente com Arqueiro Verde, Aquaman, Lanterna Verde, Batman (acidentalmente) e Coringa (acidentalmente), para que o Batman conseguisse recuperar uma arma de Kryptonita. A Mulher-Maravilha à favor do regime está reunindo suas Amazonas para deter a divergência, entretanto, a outra Diana enquanto lutava contra Bane é levada a Temiscera por Ares, tendo de enfrentar Ravena e depois sua duplicata, Diana vence todas as lutas e convence as Amazonas a lutarem contra o regime, as Amazonas têm uma batalha contra os Atlantis.
  • Injustice 2: Junto com Adão Negro, a Mulher-Maravilha treina a Supergirl que acaba de chegar na Terra, nessa continuação, Brainiac junto com a Sociedade ameaçam o planeta, Regime e Divergência se aliam para deter a invasão de Brainiac, em seu capítulo, Diana enfrenta Capitão Frio, Flash Reverso, Mulher-Leopardo, sua rival, quase matando-a, mas é detida por Arlequina, perdendo a paciência com Harley, Diana empala sua espada nela e enfrenta Supergirl que não permite que Diana mate a palhaça.

Impacto Cultural[editar | editar código-fonte]

Ícone do Feminismo[editar | editar código-fonte]

Segundo o repórter Jill Lepore em artigo para a revista New Yorker Magazine,[97] a ‘Mulher Maravilha foi concebida pelo Dr. Marston para criar um padrão entre as crianças e jovens de uma feminilidade forte, livre e corajosa; para combater a ideia de que as mulheres são inferiores aos homens, e para inspirar as meninas a terem auto-confiança e a se realizarem no esporte e nas ocupações e profissões monopolizadas por homens’, porque ‘a única esperança para a civilização é a maior liberdade, desenvolvimento e igualdade das mulheres em todos campos da atividade humana.’[97] O próprio William Marston escreveu, ao justificar sua criação que "a Mulher-Maravilha é a propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que, creio eu, deve governar o mundo".[98]

Dia Internacional da Mulher-Maravilha[editar | editar código-fonte]

Nas histórias fictícias da mitologia da super heroína Mulher Maravilha, a princesa Diana foi a vitoriosa dos desafios físicos e mentais[3] assumindo a função de embaixadora de seu povo e defensora da verdade e da justiça[99] no mundo do patriarcado.[100] No mundo real, Mulher Maravilha foi nomeada Embaixadora Honorária para as Mulheres e Meninas pelas Nações Unidas com a missão de dar visibilidade ao 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que busca alcançar a igualdade de gênero para as mulheres e meninas até 2030.[6]

A campanha foi lançada no 75º aniversário da primeira aparição da heroína num gibi.[6] E dia 21 de outubro, foi declarado o dia Mundial da Mulher-Maravilha.[101][102] Embaixadores Honorários são personagens ficcionais representantes de campanhas publicitárias. A heroína será usada nas mídias sociais da ONU para promover a igualdade de gênero e a total participação feminina na vida pública, com a hashtag #WithWonderWoman. A ideia, que é atingir os mais jovens, é promovida pela DC Comics e Warner Bros.[103] Materiais gráficos nas mídias sociais e um livro em quadrinhos sobre o empoderamento das mulheres e meninas será produzido nas seis línguas oficias da ONU: árabe, chinês, inglês, francês, russo e espanhol.[6]

Mulher Maravilha no Brasil[editar | editar código-fonte]

Na versão brasileira, já foi erroneamente traduzida como Super Mulher na editora Orbis e Miss América na época da EBAL. O nome só mudou quando o série de TV Mulher Maravilha foi exibido no país.[104] Isto é digno de nota, pois a DC Comics já possuía uma heroína chamada Miss America, e também a Marvel. Em Portugal, a Mulher-Maravilha é traduzida como Supermulher, o que também é errôneo. Supermulher é o nome de duas personagens já existentes da DC Comics, sendo uma vilã do Sindicato do Crime, e outra uma heroína que apareceu em duas aventuras de Superman, e deixou de existir após Crise nas Infinitas Terras.No Brasil

Notas[editar | editar código-fonte]

  • O distribuidor de revistas norte-americano Todd McDevitt pediu Maribeth Castelli em casamento por meio de uma história da Mulher-Maravilha. Ele procurou o editor-chefe da DC Comics, Paul Levitz, e lhe perguntou se seria possível publicar a proposta. Levitz levou a ideia para o editor da revista, que acabou topando. O pedido apareceu na página 20 da publicação número 179 e foi elaborado por Phil Jimenez com base em fotos do casal.
  • Em Luzes, Drama, Ação no episódio 17 Lindsay relembra a Mulher Maravilha de antigamente com o seu avião invisível.
  • No seriado The Flash existe uma easter egg da Liga da Justiça. É mural com os sete deuses grego-romanos com a escritura da palavra JUSTIÇA dentro do prédio da Central City Police Department. Mulher-Maravilha é representada por Hera (Juno), Superman é representado por Zeus (Jupiter), Batman por Hades (Plutão), Flash por Hermes (Mercúrio), Arqueiro Verde por Apolo, Aquaman por Poseidon (Netuno) e o Lanterna Verde é Hefesto (Vulcano)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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