Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C

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Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C
Logotipo oficial da competição.
Dados gerais
Organização CBF
Edições 31
Outros nomes Série C
Terceira Divisão
Terceirona
Local de disputa Brasil
Número de equipes 20
Sistema sistema misto
Divisões
Série ASérie BSérie CSérie D
Soccerball current event.svg Edição atual
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O Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C, ou simplesmente Brasileirão 1xBet - Série C (por questões de patrocínio), é uma competição equivalente à terceira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol. É por meio dela que os clubes conseguem acesso para a Série B. Durante muitos anos, a Série C funcionou como o último nível no sistema de ligas nacionais do Brasil. Sua primeira edição foi realizada em 1981 e, desde então, mudou de regulamento diversas vezes e também teve sua disputa interrompida em algumas temporadas. A partir de 2009, com a criação da Série D, deixou de ser a última divisão do futebol brasileiro, passando a contar com 20 equipes participantes.

Ao todo, 27 clubes de 12 federações diferentes já se sagraram campeões da Série C. O primeiro deles foi o Olaria, enquanto o maior vencedor do torneio é o Vila Nova, com três títulos. Atualmente, além do campeão, a Série C promove as outras três melhores equipes à Série B, totalizando quatro vagas. Da mesma forma, os quatro piores times são rebaixados à Série D.

No Ranking da CBF, a Série C atribui 200 pontos ao campeão. O vice-campeão recebe 160 pontos, o terceiro recebe 150 e o quarto 140. A partir do quinto colocado, cada posição ganha dois pontos a menos em relação ao colocado imediatamente anterior, chegando até os 108 pontos para a equipe que ficar na vigésima e última posição.[1]

A atual edição é disputada por 20 clubes, que se enfrentam em turno único na primeira fase. Ao final, os oito primeiros colocados se classificam para a fase quadrangular, dividida em dois grupos: o primeiro lugar de cada chave vai para a final da competição, enquanto os dois melhores de cada grupo ascendem à Série B. Já os quatro últimos da primeira fase são rebaixados à Série D.

História[editar | editar código-fonte]

Surgimento[editar | editar código-fonte]

No segundo semestre de 1980, chegou às mãos do então presidente da CBF Giulite Coutinho a proposta de criar a Taça de Bronze, equivalente à terceira divisão nacional, com o objetivo de manter em atividade no período do Campeonato Brasileiro as equipes que não haviam se classificado para as Taças de Ouro e de Prata (à época, primeira e segunda divisões, respectivamente). O torneio contaria com 24 participantes, um de cada estado do país com futebol profissional (à exceção de Rio de Janeiro e São Paulo, que colocariam duas equipes). Contudo, a federação paulista acabou por não enviar representantes, uma vez que o então presidente Nabi Abi Chedid, desafeto político de Giulite, decidiu antecipar o início da fase classificatória do Campeonato Paulista, impedindo a participação das equipes do estado. Quem também optou por ficar de fora da competição foi o Atlético Paranaense: fora das Taças de Ouro e de Prata pela classificação no Campeonato Paranaense, o time preferiu excursionar pela América do Sul ao invés de disputar o torneio recém-criado.[2]

Assim, a primeira edição da atual Série C foi realizada em 1981 com substituições aos clubes desistentes e em formato misto: as duas primeiras fases foram eliminatórias, enquanto a semifinal foi disputada em dois triangulares, com o primeiro de cada chave avançando à grande final. O primeiro campeão da história do torneio foi o Olaria, que derrotou o Santo Amaro na decisão. Com a conquista, a equipe carioca também garantiria o acesso para a Taça de Prata de 1982, mas acabou perdendo a vaga por ter sido rebaixada no estadual.[2] Apesar do feito histórico, coube ao Olaria um grande prejuízo financeiro após a participação na Taça de Bronze.[3] Também alegando questões financeiras, a CBF anunciou, logo após o encerramento da primeira edição, que o torneio seria descontinuado.[2]

Retomadas sem continuidade[editar | editar código-fonte]

Devido ao imbróglio que levou à disputa da Copa União em 1987, o Campeonato Brasileiro daquele ano foi disputado em módulos. Os módulos azul e branco, também chamados de Troféu Heleno Nunes e Troféu Rubem Moreira e vencidos por Americano e Operário-MS, respectivamente, chegaram a ser considerados como edições da Série C e, posteriormente, até mesmo da Série B. Contudo, os títulos nunca foram reconhecidos pela CBF como conquistas de nenhuma das divisões.[4][5]

Assim, a segunda edição da Série C só seria disputada em 1988, mas não sem percalços. Inicialmente prevista para ter 63 equipes, a competição contou com diversas desistências (algumas delas à véspera da primeira rodada) devido ao temor pelo fracasso do torneio.[6] A chamada Divisão de Acesso acabou sendo realizada com 43 participantes e foi vencida pelo União São João, que ficou com o título por ter a melhor campanha após dois empates contra o Esportivo de Passos na decisão. A princípio, apenas os dois finalistas seriam promovidos à Série B, porém mais uma vez a CBF decidiu por não dar continuidade à Série C, inchando a segunda divisão na temporada seguinte.[7]

Inscrição no estádio da Tuna Luso destaca o título da Série C conquistado pelo clube em 1992

No segundo semestre de 1990, a CBF anunciou a intenção de retomar a terceira divisão naquele mesmo ano. Para isso, definiu a criação de uma seletiva para chegar ao número final de 32 e, posteriormente, 30 participantes.[8] Algumas federações, contudo, indicaram equipes sem basear-se em critérios técnicos.[9] Ao fim do torneio, o Atlético Goianiense conquistou seu primeiro título na Série C após superar o América Mineiro nos pênaltis. Teoricamente, apenas as duas equipes finalistas e os semifinalistas Paraná e América de Natal ascenderiam à segunda divisão, porém novamente a Terceirona foi descontinuada, dessa vez em uma manobra da CBF que acabou beneficiando o Coritiba, evitando o rebaixamento do clube paranaense para a Série C, um ano após ter sido eliminado da Série A em 1989 por punição da própria entidade. Assim, a CBF ampliou o número de participantes da Série B de 1991 de 24 para 64 clubes.[10][11]

A Série C foi novamente retomada em 1992, com 31 equipes agrupadas em sete chaves. Os vencedores de cada grupo seriam promovidos à Série B, mas a CBF alterou o planejado mais uma vez e o regulamento não foi respeitado.[12] Em um artifício que acabou garantindo o acesso do Grêmio para a Série A, a confederação inchou o Brasileirão de 1993 com 12 equipes promovidas da Série B do ano anterior. Assim, em 1993 não houve disputa da segunda divisão, tampouco da terceira.[13] Um Qualificatório para a Segunda Divisão de 1994 chegou a ser disputado, mas não é considerado oficialmente uma edição da Série C.[14]

Consolidação da competição[editar | editar código-fonte]

Somente a partir de 1994, a Série C passou a ser disputada de forma ininterrupta. A única exceção aconteceu em 2000, devido à disputa da Copa João Havelange, na qual os módulos verde e branco foram considerados uma espécie de terceira divisão, mas sem título reconhecido pela CBF.[15]

Apesar da consolidação, o torneio passou por diversas mudanças de regulamento dos meados da década de 1990 até os anos 2000. O número de equipes participantes chegou a variar entre 107, na edição de 1995, até 36, em 1999. Nessa edição de 1999, a competição foi enxugada devido à pressão do Fluminense,[16] o primeiro clube campeão da Série A a disputar a Terceirona: após três rebaixamentos em sequência entre 1996 e 1998 (um deles anulado após uma virada de mesa), o Tricolor teve que disputar a Série C e sagrou-se campeão.[17][18] Devido à já citada criação da Copa João Havelange, em 2000, o clube carioca acabou pulando direto para a primeira divisão no ano seguinte (convidado pelo Clube dos 13, assim como Bahia e América Mineiro, que não conseguiram o acesso na Série B de 1999; e Gama e Juventude, que deveriam ter sido rebaixados da primeira divisão).[19] Posteriormente, além do Fluminense, outras duas agremiações campeãs da Série A acabariam sendo rebaixadas até chegar à Série C: o Bahia e o Guarani.[20][21]

A estabilização da competição revelou uma hegemonia do futebol paulista na Série C: nas cinco primeiras edições desde 1994, em todas pelo menos um time de São Paulo foi promovido.[22] A sequência de acessos, interrompida em 1999, voltou a se repetir entre 2001 e 2004, somando inclusive mais três títulos para agremiações do estado. Não à toa, São Paulo lidera o ranking de títulos da terceira divisão, somando nove conquistas e 24 acessos.[23]

Mudança de patamar[editar | editar código-fonte]

O América Mineiro foi o primeiro time a vencer a Série C no formato atual, em 2009

Firmada de vez no calendário do futebol brasileiro, a Série C, contudo, ainda não era atraente financeiramente. Em março de 2008, em meio a especulações sobre uma possível mudança drástica no formato do torneio, o diretor-técnico da CBF Virgílio Elísio declarou que "o mercado não demonstra interesse (na Série C), nós percebemos isso nos últimos anos" e ratificou o intuito de tornar a disputa mais palatável.[24] Pouco tempo depois, a entidade confirmou a mudança de regulamento na Terceirona a partir de 2009, com 20 clubes participantes, sendo 16 classificados do 5º ao 20º lugar da competição de 2008 e os quatro rebaixados da Série B, além de anunciar o surgimento da Série D.[25]

Em março de 2009, a CBF confirmou o formato de disputa da Série C, com quatro grupos de cinco times e um mata-mata a partir da fase final para definir o acesso e título. Os quatro últimos de cada chave seriam rebaixados à Série D.[26] Exclusivamente na edição de 2011, a fase final foi disputada em dois quadrangulares que definiram os clubes promovidos e finalistas.[27] Já a partir de 2012, a competição passou a contar com duas chaves de dez times na primeira fase, aumentando assim o número de datas do torneio. Os quatro mais bem colocados de cada grupo se classificam para as quartas de final, de onde saem os promovidos à Série B. Os dois piores times de cada grupo são relegados à quarta divisão.[28] Esse formato perdurou até a edição de 2020, quando o conselho técnico da competição aprovou a mudança na segunda fase, estabelecendo dois quadrangulares para designar os promovidos e finalistas.[29]

Para 2022, pela primeira vez desde que o torneio passou a contar com 20 equipes, a CBF anunciou que a primeira fase seria disputada em turno único, aumentando uma data em relação à temporada anterior. Assim, os oito melhores se classificam para a segunda fase, que permanece com o mesmo formato, enquanto os quatro piores colocados são rebaixados.[30]

Transmissão televisiva[editar | editar código-fonte]

A competição foi transmitida pela primeira vez em sinal aberto pela Rede Vida, em 2003.[31][32] Contudo, em rede nacional, a pioneira foi a TV Brasil, no ano de 2010, a partir da fase final.[33] Entre 2013 e 2016, a emissora pública exibiu a competição desde a fase de grupos.[34][35] Ao contrário do que acontece em canais privados de televisão, na TV Brasil os clubes não recebiam remuneração pelos jogos transmitidos, sendo beneficiados exclusivamente pela exposição em canal aberto.[36] Como uma rede pública, pertencente à Empresa Brasil de Comunicação, a TV Brasil tem como missão "criar e difundir conteúdos que contribuam para a formação crítica das pessoas"; no entanto, é discutível se as exibições de futebol atingem esse objetivo, uma vez que as transmissões são realizadas no mesmo formato comercial de canais privados, sem maiores preocupações jornalísticas ou discussões que proporcionem a reflexão do telespectador para além da partida em si.[36]

Via antenas parabólicas, a TV Esporte Interativo também veiculou a competição em 2014.[37] Já em transmissões regionais, a Série C já foi exibida por diversas emissoras, como a TV Tribuna, de Recife, e a TV Diário, de Fortaleza.[38] Atualmente, a Band exibe a competição em sinal aberto para algumas praças,[39] e a Globo acertou um contrato de transmissão pela sua afiliada, a TV Bahia, de até seis jogos do Vitória como mandante.[40]

Na TV fechada, foi transmitida pelo SporTV em 1999 (apenas jogos do Fluminense)[41] e entre 2012 e 2014;[42] enquanto a National Sports Channel exibiu a competição entre 2003 e 2006.[43][44] Já o Esporte Interativo, por meio de seu canal fechado, transmitiu o torneio de 2015 a 2018, ano em que encerrou subitamente suas atividades.[45] Com isso, a CBF assumiu temporariamente os jogos da Terceirona, transmitindo as partidas através da CBF TV pelo site e redes sociais da entidade.[46]

A partir de 2019, a DAZN adquiriu os direitos da terceira divisão e passou a exibi-la em seu serviço de streaming, exclusivamente para assinantes.[47] Para a edição de 2020, foi firmada uma parceria com o MyCujoo para que algumas partidas fossem exibidas gratuitamente pelo serviço de streaming parceiro.[48] Em 2021, a empresa fechou um acordo com outra plataforma, a TV NSports, e com a rede social TikTok para dividir as transmissões da competição.[49][50] Ambos os acordos foram renovados para a edição de 2022.[51][52]

Em abril de 2022, o serviço de TV por assinatura via streaming DirecTV Go anunciou a criação do canal esportivo DSports, incluindo a Série C na programação.[53]

Campeões[editar | editar código-fonte]

A primeira edição da história da Série C teve como campeão o Olaria,[2] logo dando início à hegemonia da região Sudeste na competição, que perdura até os dias de hoje, encabeçada principalmente pelas conquistas do estado de São Paulo.[23] Ao todo, são nove títulos para equipes paulistas, três para times do estado do Rio de Janeiro e dois para Minas Gerais.[54]

Já o maior vencedor da terceira divisão é o Vila Nova, que levantou o caneco do torneio por três vezes, em 1996 (de forma invicta), em 2015 e 2020.[55] Rival da equipe vilanovense, o Atlético Goianiense também possui mais de um título da Série C (em 1990 e 2008),[56] assim como o Ituano (campeão em 2003 e 2021).[57] Já o Sampaio Corrêa é mais um time a ser destacado por também ter vencido uma edição de forma invicta, em 1997, e por acumular dois vice-campeonatos.[58][59]

Ao todo, 27 clubes de 12 federações diferentes já se sagraram campeões da Série C, enquanto outros oito estados apareceram pelo menos uma vez entre os quatro melhores da Terceirona. Já em relação aos municípios, a soberania é de Goiânia, com cinco troféus, enquanto Rio de Janeiro, Belém, Recife e Itu têm dois títulos cada.[54]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Por clube[editar | editar código-fonte]

Taça da Série C conquistada pelo Fluminense em 1999
Clube[54] Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
Goiás Vila Nova 3 (1996, 2015 e 2020) 0 1 (2007) 1 (2013)
Goiás Atlético Goianiense 2 (1990 e 2008) 0 0 2 (1995 e 2001)
São Paulo Ituano 2 (2003 e 2021) 0 0 0
Maranhão Sampaio Corrêa 1 (1997) 2 (2013 e 2019) 0 1 (2017)
Minas Gerais América Mineiro 1 (2009) 1 (1990) 0 0
Minas Gerais Boa Esporte[nota 4] 1 (2016) 1 (2010) 0 0
Pará Remo 1 (2005) 1 (2020) 0 0
Rio Grande do Norte ABC 1 (2010) 0 1 (2016) 1 (2007)
Santa Catarina Criciúma 1 (2006) 0 1 (2010) 1 (2021)
São Paulo Red Bull Bragantino[nota 5] 1 (2007) 0 0 1 (2018)
Pernambuco Náutico 1 (2019) 0 0 1 (1999)
Rio de Janeiro Olaria 1 (1981) 0 0 0
São Paulo União São João 1 (1988) 0 0 0
Pará Tuna Luso 1 (1992) 0 0 0
São Paulo GE Novorizontino 1 (1994) 0 0 0
São Paulo XV de Piracicaba 1 (1995) 0 0 0
Santa Catarina Avaí 1 (1998) 0 0 0
Rio de Janeiro Fluminense 1 (1999) 0 0 0
São Paulo Paulista[nota 6] 1 (2001) 0 0 0
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 1 (2002) 0 0 0
São Paulo União Barbarense 1 (2004) 0 0 0
Santa Catarina Joinville 1 (2011) 0 0 0
São Paulo Oeste 1 (2012) 0 0 0
Pernambuco Santa Cruz 1 (2013) 0 0 0
Rio de Janeiro Macaé 1 (2014) 0 0 0
Alagoas CSA 1 (2017) 0 0 0
Paraná Operário-PR 1 (2018) 0 0 0
São Paulo Guarani 0 2 (2008 e 2016) 0 0
Distrito Federal (Brasil) Gama 0 1 (2004) 1 (1995) 0
Ceará Icasa 0 1 (2012) 1 (2009) 0
São Paulo Mogi Mirim 0 1 (2001) 1 (2014) 0
São Paulo Botafogo-SP 0 1 (1996) 1 (2018) 0
Paraná Londrina 0 1 (2015) 1 (2020) 0
Rio Grande do Norte América de Natal 0 1 (2005) 0 2 (1990 e 2011)
Alagoas CRB 0 1 (2011) 0 1 (2014)
Pará Paysandu 0 1 (2014) 0 1 (2012)
Pernambuco Manchete[nota 7] 0 1 (1981) 0 0
Minas Gerais Esportivo de Passos 0 1 (1988) 0 0
Bahia Fluminense de Feira 0 1 (1992) 0 0
São Paulo Ferroviária 0 1 (1994) 0 0
Rio de Janeiro Volta Redonda 0 1 (1995) 0 0
São Paulo Juventus-SP 0 1 (1997) 0 0
São Paulo São Caetano 0 1 (1998) 0 0
Amazonas São Raimundo-AM 0 1 (1999) 0 0
São Paulo Marília 0 1 (2002) 0 0
São Paulo Santo André 0 1 (2003) 0 0
Bahia Vitória 0 1 (2006) 0 0
Bahia Bahia 0 1 (2007) 0 0
Alagoas ASA 0 1 (2009) 0 0
Ceará Fortaleza 0 1 (2017) 0 0
Mato Grosso Cuiabá 0 1 (2018) 0 0
Minas Gerais Tombense 0 1 (2021) 0 0
Minas Gerais Ipatinga 0 0 4 (2002, 2005, 2006 e 2011) 0
Paraíba Botafogo-PB 0 0 2 (1988 e 2003) 0
Amazonas Nacional-AM 0 0 1 (1992) 1 (2002)
Paraíba Campinense 0 0 1 (2008) 1 (2003)
Minas Gerais Tupi 0 0 1 (2015) 1 (1997)
Rio Grande do Sul Juventude 0 0 1 (2019) 1 (2016)
Mato Grosso Dom Bosco 0 0 1 (1981) 0
Paraná Paraná 0 0 1 (1990) 0
Minas Gerais Uberlândia 0 0 1 (1994) 0
Santa Catarina Figueirense 0 0 1 (1996) 0
São Paulo Francana 0 0 1 (1997) 0
Goiás Anapolina 0 0 1 (1998) 0
Espírito Santo (estado) Serra 0 0 1 (1999) 0
Ceará Guarany de Sobral 0 0 1 (2001) 0
Rio de Janeiro Americano 0 0 1 (2004) 0
Santa Catarina Chapecoense 0 0 1 (2012) 0
Mato Grosso Luverdense 0 0 1 (2013) 0
São Paulo São Bento 0 0 1 (2017) 0
São Paulo Novorizontino 0 0 1 (2021) 0
Minas Gerais Guarani-MG 0 0 0 1 (1981)
Santa Catarina Marcílio Dias 0 0 0 1 (1988)
Paraná Matsubara 0 0 0 1 (1992)
Bahia Catuense 0 0 0 1 (1994)
Pernambuco Porto-PE 0 0 0 1 (1996)
Sergipe Itabaiana 0 0 0 1 (1998)
Ceará Limoeiro 0 0 0 1 (2004)
Rio Grande do Sul Novo Hamburgo 0 0 0 1 (2005)
São Paulo Grêmio Barueri 0 0 0 1 (2006)
Rio de Janeiro Duque de Caxias 0 0 0 1 (2008)
São Paulo Guaratinguetá 0 0 0 1 (2009)
Pernambuco Salgueiro 0 0 0 1 (2010)
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 0 0 0 1 (2015)
Sergipe Confiança 0 0 0 1 (2019)
Santa Catarina Brusque 0 0 0 1 (2020)

Por cidade[editar | editar código-fonte]

Cidade Títulos[54] Equipes
Bandeira de Goiânia.svg Goiânia 5 Vila Nova (3) e Atlético Goianiense (2)
Bandeira de Belém.svg Belém 2 Remo (1) e Tuna Luso (1)
Bandeira de Itu.jpg Itu 2 Ituano (2)
Bandeira do Recife.svg Recife 2 Náutico (1) e Santa Cruz (1)
Bandeira da cidade do Rio de Janeiro.svg Rio de Janeiro 2 Fluminense (1) e Olaria (1)
Bandeira de Araras.svg Araras 1 União São João (1)
Bandeira-de-Belo-Horizonte.svg Belo Horizonte 1 América Mineiro (1)
Bandeira de Bragança Paulista.jpg Bragança Paulista 1 Red Bull Bragantino (1)
BandeiraCriciuma.svg Criciúma 1 Criciúma (1)
Bandeira de Florianópolis.svg Florianópolis 1 Avaí (1)
Bandeira de Itápolis.jpg Itápolis[nota 8] 1 Oeste (1)
Bandeira de Joinville.svg Joinville 1 Joinville (1)
BandeiraJundiai.svg Jundiaí 1 Paulista (1)
Bandeira-macae.svg Macaé 1 Macaé (1)
Bandeira de Maceió.svg Maceió 1 CSA (1)
Bandeira de Natal.svg Natal 1 ABC (1)
Novo Horizonte Flag.jpg Novo Horizonte 1 GE Novorizontino (1)
Bandeira de Piracicaba - SP.svg Piracicaba 1 XV de Piracicaba (1)
Bandeira ponta grossa.png Ponta Grossa 1 Operário-PR (1)
Bandeira SantaBarbaradOeste SaoPaulo Brasil.svg Santa Bárbara d'Oeste 1 União Barbarense (1)
Bandeira de São Luís.svg São Luís 1 Sampaio Corrêa (1)
Bandeira de Taguatinga (DF).svg Taguatinga 1 Brasiliense (1)
Bandeira de Varginha (Minas Gerais).jpg Varginha 1 Boa Esporte (1)

Por federação[editar | editar código-fonte]

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
São Paulo São Paulo 9 9 5 3
Goiás Goiás 5 0 2 3
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 3 1 1 1
Santa Catarina Santa Catarina 3 0 3 3
Minas Gerais Minas Gerais 2 4 6 2
Pará Pará 2 2 0 1
Pernambuco Pernambuco 2 1 0 3
Alagoas Alagoas 1 2 0 1
Maranhão Maranhão 1 2 0 1
Paraná Paraná 1 1 2 1
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 1 1 1 3
Distrito Federal (Brasil) Distrito Federal 1 1 1 0
Bahia Bahia 0 3 0 1
Ceará Ceará 0 2 2 1
Mato Grosso Mato Grosso 0 1 2 0
Amazonas Amazonas 0 1 1 1
Paraíba Paraíba 0 0 3 1
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 0 0 1 3
Espírito Santo (estado) Espírito Santo 0 0 1 0
Sergipe Sergipe 0 0 0 2

Por região[editar | editar código-fonte]

Região[54] Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Sudeste 14 14 13 6
Centro-Oeste 6 2 5 3
Nordeste 5 11 6 13
Sul 4 1 6 7
Norte 2 3 1 2

Promoção e rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Duelo entre Portuguesa e Vila Nova no Estádio do Canindé, pela Série C de 2015: jogo garantiu mais um acesso do time goiano para a Série B

O dispositivo de acesso e descenso demorou a ser consolidado na terceira divisão do futebol brasileiro. Além dos diversos regulamentos em cada temporada, questões extracampo por muito tempo também influenciaram na lógica de promoção e rebaixamento entre as Séries B e C, desde desistências de equipes por problemas financeiros, pedidos de licenciamento, punições até viradas de mesa e a falta de continuidade da última divisão.[14]

Somente a partir de 2006, quando a Segundona passou a ser disputada em pontos corridos, estabeleceu-se o modelo existente até os dias de hoje: a cada temporada, quatro equipes são rebaixadas da Série B para a Série C, enquanto outros quatro clubes sobem da terceira para a segunda divisão.[14]

Maior campeão da Terceirona, o Vila Nova é o time com mais acessos para a Série B: além dos anos em que ficou com o troféu, o Tigre também subiu de divisão em 2007 e 2013.[61] Por outro lado, o clube goiano também acumula o maior número de rebaixamentos para a Série C, ao lado do ABC, somando quatro descensos.[62][63]

Em relação às unidades federativas e regiões do Brasil, o estado de São Paulo contabiliza, disparado, o maior número de acessos e de rebaixamentos na história da competição, o que faz com que o Sudeste também lidere o ranking por região.[14]

Ano[14] Rebaixados da Série B Promovidos para a Série B
1981 Rio de Janeiro Olaria[nota 9]
1988
[nota 10]
Rio Grande do Sul Pelotas
Espírito Santo (estado) Rio Branco-ES
Paraíba Treze
Minas Gerais Uberlândia
1990
[nota 11]
Rio de Janeiro Americano
Goiás Anapolina
Paraná Coritiba
Paraíba Treze
1992
[nota 12]
Mato Grosso Operário VG
Distrito Federal (Brasil) Taguatinga
1994 Ceará Fortaleza
Distrito Federal (Brasil) Tiradentes-DF
São Paulo Ferroviária
São Paulo GE Novorizontino
1995
[nota 13]
Minas Gerais Democrata GV
São Paulo Ponte Preta
São Paulo XV de Piracicaba
Rio de Janeiro Volta Redonda
Rio Grande do Norte ABC
Goiás Atlético Goianiense
Distrito Federal (Brasil) Gama
Santa Catarina Joinville
1996
[nota 14]
Pernambuco Central
Goiás Goiatuba
Sergipe Sergipe
São Paulo Botafogo-SP
Goiás Vila Nova
1997 Pernambuco Central
Goiás Goiatuba
São Paulo Mogi Mirim
Maranhão Moto Club
Sergipe Sergipe
São Paulo Juventus-SP
Maranhão Sampaio Corrêa
1998 Rio de Janeiro Americano
Goiás Atlético Goianiense
Rio de Janeiro Fluminense
São Paulo Juventus-SP
Pernambuco Náutico
Rio de Janeiro Volta Redonda
Santa Catarina Avaí
São Paulo São Caetano
1999
[nota 15]
Rio Grande do Norte América de Natal
Santa Catarina Criciúma
Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária
Pará Paysandu
Pará Tuna Luso
São Paulo União São João
Rio de Janeiro Fluminense
Amazonas São Raimundo-AM
2001 Rio Grande do Norte ABC
Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária
Amazonas Nacional-AM
Sergipe Sergipe
Espírito Santo (estado) Serra
Pará Tuna Luso
São Paulo Etti Jundiaí
São Paulo Mogi Mirim
Ceará Guarany de Sobral[nota 16]
2002 Rio de Janeiro Americano
São Paulo Botafogo-SP
São Paulo Bragantino
Ceará Guarany de Sobral
Maranhão Sampaio Corrêa
São Paulo XV de Piracicaba
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
São Paulo Marília
2003 Distrito Federal (Brasil) Gama
São Paulo União São João
São Paulo Ituano
São Paulo Santo André
2004 Minas Gerais América Mineiro
Rio Grande do Norte América de Natal
Santa Catarina Joinville
Paraná Londrina
São Paulo Mogi Mirim
Pará Remo
Distrito Federal (Brasil) Gama
São Paulo União Barbarense
2005 Goiás Anapolina
Bahia Bahia
Rio Grande do Sul Caxias
Santa Catarina Criciúma
São Paulo União Barbarense
Bahia Vitória
Rio Grande do Norte América de Natal
Pará Remo
2006 São Paulo Guarani
Pará Paysandu
Amazonas São Raimundo-AM
Goiás Vila Nova
Santa Catarina Criciúma
São Paulo Grêmio Barueri
Minas Gerais Ipatinga
Bahia Vitória
2007 São Paulo Ituano
São Paulo Paulista
Pará Remo
Pernambuco Santa Cruz
Rio Grande do Norte ABC
Bahia Bahia
São Paulo Bragantino
Goiás Vila Nova
2008 Alagoas CRB
Santa Catarina Criciúma
Distrito Federal (Brasil) Gama
São Paulo Marília
Goiás Atlético Goianiense
Paraíba Campinense
Rio de Janeiro Duque de Caxias
São Paulo Guarani
2009 Rio Grande do Norte ABC
Paraíba Campinense
Ceará Fortaleza
Rio Grande do Sul Juventude
Minas Gerais América Mineiro
Alagoas ASA
São Paulo Guaratinguetá
Ceará Icasa
2010 Rio Grande do Norte América de Natal
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
Minas Gerais Ipatinga
São Paulo Santo André
Rio Grande do Norte ABC
Santa Catarina Criciúma
Minas Gerais Ituiutaba
Pernambuco Salgueiro
2011 Rio de Janeiro Duque de Caxias
Ceará Icasa
Pernambuco Salgueiro
Goiás Vila Nova
Rio Grande do Norte América de Natal
Alagoas CRB
Minas Gerais Ipatinga
Santa Catarina Joinville
2012 Alagoas CRB
São Paulo Grêmio Barueri
São Paulo Guarani
Minas Gerais Ipatinga
Santa Catarina Chapecoense
Ceará Icasa
São Paulo Oeste
Pará Paysandu
2013 Alagoas ASA
São Paulo Guaratinguetá
Pará Paysandu
São Paulo São Caetano
Mato Grosso Luverdense
Maranhão Sampaio Corrêa
Pernambuco Santa Cruz
Goiás Vila Nova
2014 Rio Grande do Norte América de Natal
Ceará Icasa
São Paulo Portuguesa
Goiás Vila Nova
Alagoas CRB
Rio de Janeiro Macaé
São Paulo Mogi Mirim
Pará Paysandu
2015 Rio Grande do Norte ABC
Minas Gerais Boa Esporte
Rio de Janeiro Macaé
São Paulo Mogi Mirim
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas
Paraná Londrina
Minas Gerais Tupi
Goiás Vila Nova
2016 São Paulo Bragantino
Santa Catarina Joinville
Maranhão Sampaio Corrêa
Minas Gerais Tupi
Rio Grande do Norte ABC
Minas Gerais Boa Esporte
São Paulo Guarani
Rio Grande do Sul Juventude
2017 Rio Grande do Norte ABC
Mato Grosso Luverdense
Pernambuco Náutico
Pernambuco Santa Cruz
Alagoas CSA
Ceará Fortaleza
Maranhão Sampaio Corrêa
São Paulo São Bento
2018 Minas Gerais Boa Esporte
Rio Grande do Sul Juventude
Pará Paysandu
Maranhão Sampaio Corrêa
São Paulo Botafogo-SP
São Paulo Bragantino
Mato Grosso Cuiabá
Paraná Operário-PR
2019 Santa Catarina Criciúma
Paraná Londrina
São Paulo São Bento
Goiás Vila Nova
Sergipe Confiança
Rio Grande do Sul Juventude
Pernambuco Náutico
Maranhão Sampaio Corrêa
2020 São Paulo Botafogo-SP
Santa Catarina Figueirense
São Paulo Oeste
Paraná Paraná
Santa Catarina Brusque
Paraná Londrina
Pará Remo
Goiás Vila Nova
2021 Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas
Sergipe Confiança
Pará Remo
Bahia Vitória
Santa Catarina Criciúma
São Paulo Ituano
São Paulo Novorizontino
Minas Gerais Tombense
Os rebaixados e promovidos por ano estão dispostos em ordem alfabética e não pela ordem de classificação, a não ser em casos extracampo. Nomes riscados denotam que o rebaixamento ou o acesso foi cancelado.

Por federação[editar | editar código-fonte]

Na tabela abaixo são considerados apenas os acessos e rebaixamentos que efetivamente aconteceram entre as Séries B e C.

Unidade federativa[14] P Aumento R Baixa
São Paulo São Paulo 24 23
Santa Catarina Santa Catarina 8 6
Goiás Goiás 7 7
Minas Gerais Minas Gerais 7 7
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 6 7
Alagoas Alagoas 4 3
Maranhão Maranhão 4 4
Ceará Ceará 4 5
Pará Pará 4 8
Paraná Paraná 3 3
Distrito Federal (Brasil) Distrito Federal 3 4
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 3 4
Pernambuco Pernambuco 3 6
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 3 6
Mato Grosso Mato Grosso 2 1
Bahia Bahia 2 3
Paraíba Paraíba 1 1
Amazonas Amazonas 1 2
Sergipe Sergipe 1 3
Espírito Santo (estado) Espírito Santo 0 2

Participações[editar | editar código-fonte]

Por muitos anos como a última divisão do futebol brasileiro, a Série C já contou com a participação de 366 equipes ao longo de sua trajetória, considerando também os módulos verde e branco da Copa João Havelange.[14] Sem considerar o ano de 2000, o Confiança é o recordista de participações no torneio, tendo disputado a Terceirona em 20 edições.[69] Levando em conta apenas as edições no formato atual, disputado com 20 clubes a partir de 2009, duas equipes dividem o posto com mais aparições: Botafogo-PB e Paysandu, com nove participações cada.[carece de fontes?]

Apenas três equipes que já foram campeãs da Série A amargam participações na Série C. Atualmente tetracampeão brasileiro, o Fluminense chegou à terceira divisão após ser rebaixado na Série B de 1998, conquistando o troféu em 1999.[70][18] Bicampeão da Série A, o Bahia foi rebaixado para a terceira divisão em 2005, permanecendo dois anos no torneio até conquistar o acesso em 2007.[20][71] Já o Guarani, campeão brasileiro em 1978, disputou a Série C em seis ocasiões: em 2007 e 2008 e, posteriormente, entre 2013 e 2016.[21][72][73][74] Em relação às equipes campeãs da Série B, ao todo 23 contabilizam passagens pela terceira divisão.[carece de fontes?]

Participações totais[editar | editar código-fonte]

A seguir, os clubes que mais participaram da Série C do Campeonato Brasileiro (de 1981 a 2022):[carece de fontes?]

Em negrito os participantes da edição de 2022.

Clubes Participações Temporadas[nota 17] Títulos P Aumento R Baixa
Sergipe Confiança 20 1988, 19941998, 20012004, 20062009, 20152019 e 2022 0 1 1
Paraíba Botafogo-PB 18 1988, 19941995, 19981999, 20012003, 2006 e 20142022 0
Rio Grande do Sul Caxias 16 1990, 19951999 e 20062015 0 1
Minas Gerais Tupi 16 1988, 1994, 19961998, 20012004, 20072008, 2012, 20142015 e 20172018 0 1 2
Ceará Ferroviário 16 1988, 1992, 19951998, 20012006 e 20192022 0 1
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 15 19951999, 20012003, 2006, 20082011, 2015 e 2022 0 1 2
Ceará Fortaleza 14 1990, 19951999 e 20102017 0 1
Paraíba Treze 14 1992, 1998, 20012006, 2008, 20122014 e 20192020 0 2
Rio de Janeiro Volta Redonda 14 1988, 1995, 1999, 20012003, 2005, 2007 e 20172022 0 1
Alagoas CSA 13 1990, 19941999, 20012003, 2006, 2008 e 2017 1 1
Rio de Janeiro Madureira 12 1981, 1998, 2001, 20052008 e 20112015 0 1
Alagoas ASA 12 1992, 1997, 2001, 2003, 2005, 20072009 e 20142017 0 1 1
Maranhão Sampaio Corrêa 12 1992, 1995–1997, 20032004, 20072009, 2013, 2017 e 2019 1 4 1
Rio Grande do Norte ABC 12 1988, 19941995, 20022003, 2005, 2007, 2010, 2016, 20182019 e 2022 1 4 1
Pará Paysandu 12 1990, 20072012, 2014 e 20192022 0 2
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Participações na Série C desde 2009[editar | editar código-fonte]

A seguir, os clubes que mais participaram da Série C do Campeonato Brasileiro desde 2009, quando começou o formato atual.[carece de fontes?] Participantes da edição de 2022 foram destacados em negrito.

Clubes Participações Temporadas
Pará Paysandu 9 20092012, 2014 e 20192022
Paraíba Botafogo-PB 9 20142022
Ceará Fortaleza 8 20102017
Pernambuco Salgueiro 8 20092010, 2012 e 20142018
Pará Águia de Marabá 7 20092015
Rio Grande do Sul Caxias 7 20092015
Rio de Janeiro Macaé 7 20102014 e 20162017
Mato Grosso Cuiabá 7 20122018
Mato Grosso Luverdense 7 20092013 e 20182019
Minas Gerais Tombense 7 20152021
Sergipe Confiança 7 2009, 20152019 e 2022
Rio Grande do Sul Ypiranga de Erechim 7 20162022
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Campeões da Série A que participaram da Série C[editar | editar código-fonte]

Em negrito, os participantes da edição de 2022. Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série C.[carece de fontes?]

Clube campeão da Série A Participações na Série C
São Paulo Guarani 6 (2007, 2008, 2013, 2014, 2015 e 2016)
Bahia Bahia 2 (2006 e 2007)
Rio de Janeiro Fluminense 1 (1999)
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Campeões da Série B que participaram da Série C[editar | editar código-fonte]

Em negrito os participantes da edição de 2022. Em itálico, ano em que o clube em questão foi o campeão da Série C.[carece de fontes?]

Clube campeão da Série B Participações na Série C[nota 18]
Ceará Fortaleza 14 (1990, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017)
Maranhão Sampaio Corrêa 12 (1992, 1995, 1996, 1997, 2003, 2004, 2007, 2008, 2009, 2013, 2017 e 2019)
Pará Paysandu 12 (1990, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2014, 2019, 2020, 2021 e 2022)
Minas Gerais Villa Nova 11 (1994, 1995, 1997, 1998, 1999, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2007)
Goiás Atlético Goianiense 11 (1990, 1992, 1994, 1995, 1999, 2001, 2002, 2003, 2006, 2007 e 2008)
Santa Catarina Chapecoense 9 (1992, 1995, 1996, 1997, 1998, 2007, 2010, 2011 e 2012)
Santa Catarina Joinville 8 (1994, 1995, 2005, 2006, 2007, 2011, 2017 e 2018)
Minas Gerais Uberlândia 7 (1994, 1995, 1996, 1997, 2001, 2002 e 2003)
São Paulo Juventus-SP 6 (1994, 1996, 1997, 1999, 2006 e 2007)
Pará Tuna Luso 6 (1992, 2002, 2003, 2004, 2006 e 2007)
São Paulo Guarani 6 (2007, 2008, 2013, 2014, 2015 e 2016)
Rio de Janeiro Campo Grande 5 (1990, 1994, 1995, 1997 e 1998)
Minas Gerais América Mineiro 5 (1990, 2005, 2006, 2008 e 2009)
Distrito Federal (Brasil) Gama 5 (1990, 1995, 2004, 2009 e 2010)
Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 5 (2001, 2002, 2011, 2012 e 2013)
Rio Grande do Sul Juventude 5 (2010, 2014, 2015, 2016 e 2019)
Santa Catarina Criciúma 5 (2006, 2009, 2010, 2020 e 2021)
São Paulo Inter de Limeira 4 (1995, 1997, 2002 e 2003)
São Paulo Red Bull Bragantino 4 (2003, 2007, 2017 e 2018)
São Paulo União São João 3 (1988, 2004 e 2005)
Paraná Londrina 3 (2005, 2015 e 2020)
São Paulo Portuguesa 2 (2015 e 2016)
Paraná Paraná 2 (1990 e 2021)
Em caso de igualdade na quantidade, os clubes estão dispostos em ordem cronológica das participações.

Técnicos campeões[editar | editar código-fonte]

Márcio Fernandes venceu a Série C duas vezes como treinador, ambas com o Vila Nova

Desde que começou a ser disputada, a Série C foi conquistada por diversos técnicos, mas apenas dois deles conseguiram repetir o feito. O primeiro foi o alagoano Roberval Davino, que venceu a Terceirona de forma invicta com o Vila Nova em 1996, e depois sagrou-se campeão com o Remo, em 2005. Já Márcio Fernandes é bicampeão com o Vila Nova, como comandante responsável pelas taças de 2015 e 2020.[75][76]

Com diversas passagens pela Seleção Brasileira, vencedor da Copa do Mundo de 1994, Carlos Alberto Parreira é o único da lista a ter conquistado também a Série A: campeão em 1999 com o Fluminense, antes o treinador conquistara a primeira divisão com o Tricolor, em 1984.[77] Outro técnico da relação de campeões da Série C que comandou uma Seleção Brasileira foi Oswaldo Alvarez, o Vadão, que treinou a equipe feminina do Brasil em duas passagens, entre 2014 e 2019.[78]

Zé Duarte e Givanildo Oliveira somam títulos na Série C e também na Série B: antes de ser campeão nacional com o União São João, Duarte conquistara a Segundona com o Guarani em 1981;[79] já Givanildo venceu as Séries B de 1997 e de 2001 (por América Mineiro e Paysandu) antes de vencer a Série C com a equipe mineira em 2009.[80][81]

Outros treinadores vencedores de mais de uma divisão do futebol brasileiro são Marcelo Veiga, Flávio Araújo e Gerson Gusmão, que além da Série C possuem também títulos na Série D.[82][83][84]

Artilharia e goleadas[editar | editar código-fonte]

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Túlio balançou as redes 27 vezes na Série C de 2007, pelo Vila Nova, e é até hoje o maior artilheiro de uma única edição da competição

Ao todo, 39 jogadores já se consagraram como artilheiros de uma edição da Série C. O maior goleador em uma única temporada é Túlio Maravilha, que marcou 27 gols em 29 partidas pelo Vila Nova na terceira divisão de 2007.[113] O atacante já havia sido o artilheiro da Terceirona em 2002, quando anotou 11 gols e dividiu o posto com Wellington Dias, seu companheiro na campanha do título do Brasiliense.[114] Além de Túlio, somente mais um jogador foi artilheiro da Série C em mais de uma temporada: por duas vezes, Marciano ficou no topo da lista de goleadores, ambas por equipes cearenses, com o Limoeiro, em 2004, e com o Icasa, em 2009.[115][116]

A CBF não reconhece oficialmente a artilharia em duas edições da Série C, em 1988 e 1994.[117] No entanto, o site Bola na Área lista Kel, do União São João, como maior goleador de 1988 (com 9 gols) e Rogerinho, do Caldas, como artilheiro de 1994 (com 5 gols).[7][12] Já Murilo, da Tuna Luso, por vezes é mencionado como artilheiro da terceira divisão em 2000, porém não entra na listagem, uma vez que a CBF não considera os módulos verde e branco da Copa João Havelange como uma edição do torneio.[118][119]

Assim, as equipes que mais vezes tiveram o artilheiro da terceira divisão são Brasiliense e Atlético Goianiense: além de Túlio e Wellington Dias, o clube do Distrito Federal também teve Edmilson como goleador em 2001; o time goiano, por sua vez, acumula os artilheiros Júlio César (em 1990), Rodrigo Ayres (em 2001) e Marcão (em 2008).[117]

A lista abaixo contempla os artilheiros de cada edição da Série C:[117]

Marcelinho Paraíba foi o maior goleador da Terceirona em 1996, pelo Rio Branco-SP
Com 25 gols, Kléber Pereira ficou com a artilharia do torneio na edição de 1998, defendendo o Moto Club
Marcão foi o terceiro artilheiro do Atlético Goianiense em edições de Série C, convertendo 25 gols em 2008
Ano Artilheiro(s) Clube(s) Gols
1981 Müller Rio Grande do Sul São Borja 5
Fabinho Pernambuco Santo Amaro
1988 Não reconhecido
1990 Júlio César Goiás Atlético Goianiense 10
1992 Jorge Veras Ceará Ferroviário 9
1994 Não reconhecido
1995 Serginho São Paulo XV de Piracicaba 6
1996 Marcelinho Paraíba São Paulo Rio Branco-SP 16
1997 Marcelo Baron Maranhão Sampaio Corrêa 9
1998 Kléber Pereira Maranhão Moto Club 25
1999 Aldrovani Santa Catarina Figueirense 13
2001 Edmilson Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 14
Jean Carlos São Paulo Etti Jundiaí
Rodrigo Ayres Goiás Atlético Goianiense
2002 Wellington Dias Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 11
Túlio Maravilha Distrito Federal (Brasil) Brasiliense
2003 Nilson Sergipano Paraíba Botafogo-PB 11
2004 Carlos Frontini São Paulo União Barbarense 10
Marciano Ceará Limoeiro
Victor Distrito Federal (Brasil) Gama
2005 Paulinho Marília Rio Grande do Norte América de Natal 10
2006 Sorato Bahia Bahia 16
2007 Túlio Maravilha Goiás Vila Nova 27
2008 Marcão Goiás Atlético Goianiense 25
2009 Marciano Ceará Icasa 8
Nena Alagoas ASA
2010 Bruno Rangel Pará Paysandu 8
2011 Ronaldo Capixaba Santa Catarina Joinville 11
2012 Dênis Marques Pernambuco Santa Cruz 11
2013 Assisinho Ceará Fortaleza 12
2014 Ytalo São Paulo Guaratinguetá 12
2015 Guilherme Queiróz São Paulo Portuguesa 12
2016 Jones Carioca Rio Grande do Norte ABC 12
2017 Rafael Grampola Santa Catarina Joinville 13
2018 Caio Dantas São Paulo Botafogo-SP 11
2019 Eduardo Paraíba Treze 8
Luiz Eduardo Rio Grande do Sul São José-RS
Negueba Rio Grande do Norte Globo
Salatiel Maranhão Sampaio Corrêa
2020 Thiago Alagoano Santa Catarina Brusque 12
2021 Quirino Rio Grande do Sul Ypiranga de Erechim 10

Maiores goleadas[editar | editar código-fonte]

A maior goleada da história da Série C ocorreu na edição de 2006, quando a equipe do América Mineiro derrotou a Jataiense por 9–0, pela segunda fase da competição.[120] O segundo confronto na lista foi um duelo entre duas equipes maranhenses, quando o Santa Inês aplicou 8–0 no Tocantins-MA na primeira fase da Série C de 2002.[121] Outros três jogos tiveram uma equipe marcando oito gols, com resultados de 8–1: a goleada do Tupi sobre o Avaí, em 1997;[122] o triunfo do Joinville contra o Mogi Mirim, na edição de 2017;[123] e a vitória do Volta Redonda diante do Brusque, fora de casa, em 2020.[124]

Estas são as catorze maiores goleadas da história da Série C:[125][126]

N.º Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 América Mineiro Minas Gerais 9–0 Goiás Jataiense Independência 20 de agosto 2006 [120]
2 Santa Inês Maranhão 8–0 Maranhão Tocantins-MA Binezão 8 de setembro 2002 [121]
3 Tupi Minas Gerais 8–1 Santa Catarina Avaí Mario Helênio 12 de outubro 1997 [122]
Joinville Santa Catarina 8–1 São Paulo Mogi Mirim Arena Joinville 9 de setembro 2017 [123]
Brusque Santa Catarina 1–8 Rio de Janeiro Volta Redonda Augusto Bauer 28 de novembro 2020 [124]
6 Paulista São Paulo 7–0 Rio de Janeiro Bayer Jayme Cintra 1 de outubro 1995 [127]
CSA Alagoas 7–0 Bahia Galícia Rei Pelé 26 de setembro 1996 [128]
Confiança Sergipe 7–0 Paraíba Treze Batistão 9 de agosto 1998 [129]
Anapolina Goiás 7–0 Tocantins Alvorada Jonas Duarte 16 de agosto 1998 [130]
Ferroviário Ceará 7–0 Piauí Cori-Sabbá Presidente Vargas 28 de setembro 1998 [131]
Juazeiro Bahia 7–0 Espírito Santo (estado) Cachoeiro-ES Adauto Moraes 21 de outubro 2001 [132]
Ferroviário Ceará 7–0 Maranhão Tocantins-MA Presidente Vargas 9 de outubro 2002 [133]
Botafogo-PB Paraíba 7–0 Maranhão Imperatriz Almeidão 7 de novembro 2020 [134]
Ferroviário Ceará 7–0 Maranhão Imperatriz Arena Castelão 28 de novembro 2020 [135]

Públicos[editar | editar código-fonte]

A torcida do Fortaleza é responsável por três dos quatro maiores públicos da história da Série C, na Arena Castelão

Historicamente, os grandes públicos em partidas da Série C são alavancados graças às torcidas da região Nordeste. Na lista com os dez maiores públicos presentes da competição, em todos o mandante foi um time nordestino.[136]

O maior público da história da competição aconteceu na edição de 1997: segundo o jornal O Imparcial, 65.616 pessoas compareceram ao Castelão, em São Luís, para assistir ao derradeiro confronto daquela Série C, no qual o Sampaio Corrêa derrotou o Francana por 3–1 e conquistou o título de forma invicta.[137]

O Fortaleza aparece com os três maiores públicos seguintes, todos acima de 63 mil pessoas, em confrontos válidos pelas quartas de final a partir de 2014 até 2016, quando o clube deixou o acesso escapar por três anos consecutivos, contra Macaé, Brasil de Pelotas e Juventude. Curiosamente, na edição de 2017, quando finalmente conseguiu avançar nesta etapa do torneio e garantir a promoção, a torcida compareceu em menor número, levando pouco mais de 40 mil pessoas à Arena Castelão.[138]

Quem domina a tabela é o Bahia, contabilizando metade dos dez maiores públicos da terceira divisão, todos na campanha do acesso em 2007. Um deles, contudo, ficou marcado por uma enorme tragédia: na partida que sacramentaria a promoção do Tricolor de Aço, contra o Vila Nova, 60.007 pessoas compareceram à antiga Fonte Nova. Com mais de 60 mil pessoas e infra-estrutura precária no estádio, parte da arquibancada superior desabou, causando a morte de sete pessoas e deixando quase uma centena de feridos.[139][140]

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos presentes da história da Série C:

N.º Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 65 616 Sampaio Corrêa Maranhão 3–1 São Paulo Francana Castelão 30 de novembro 1997 [137]
2 63 903 Fortaleza Ceará 0–0 Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas Arena Castelão 17 de outubro 2015 [141]
Fortaleza Ceará 1–1 Rio Grande do Sul Juventude Arena Castelão 9 de outubro 2016 [142]
4 63 254 Fortaleza Ceará 1–1 Rio de Janeiro Macaé Arena Castelão 25 de outubro 2014 [143]
5 60 860 Bahia Bahia 2–2 São Paulo Bragantino Fonte Nova 31 de outubro 2007 [144]
6 60 007 Bahia Bahia 0–0 Goiás Vila Nova Fonte Nova 25 de novembro 2007 [145]
7 60 000 Santa Cruz Pernambuco 2–1 Minas Gerais Betim Arruda 3 de novembro 2013 [146]
8 59 917 Bahia Bahia 3–0 Rio Grande do Norte ABC Fonte Nova 22 de novembro 2007 [147]
9 59 797 Bahia Bahia 1–0 Goiás CRAC Fonte Nova 14 de outubro 2007 [148]
10 59 599 Bahia Bahia 1–1 Goiás Atlético Goianiense Fonte Nova 11 de novembro 2007 [149]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. a b c d e f g h Não houve partida final. Foi disputado um quadrangular final para decidir o campeão e as duas equipes que seriam promovidas para a Série B no ano seguinte.
  2. Em 2000, foram disputados os módulos Verde e Branco da Copa João Havelange, de igual equivalência. Na fase final, o Malutrom sagrou-se campeão. Porém, apesar destas competições serem consideradas a edição da Série C de 2000 por algumas fontes, a CBF nunca a reconheceu como tal. A entidade alega que esses torneios se trataram apenas de módulos da competição que representou o Campeonato Brasileiro daquele ano, uma vez que qualquer equipe dos quatro módulos poderia conquistar a Copa João Havelange.[60][54]
  3. a b c Não houve partida final. Foi disputado um octogonal final para decidir o campeão e as quatro equipes que seriam promovidas para a Série B no ano seguinte.
  4. O Boa Esporte chamava-se Ituiutaba até 2010.
  5. O Red Bull Bragantino chamava-se apenas Bragantino até 2019.
  6. O Paulista chamava-se Etti Jundiaí de 1998 a 2001.
  7. O Manchete chamava-se Santo Amaro até 2004.
  8. O Oeste foi fundado em Itápolis, mas em 2017 se transferiu para Barueri. O título foi atribuído à cidade onde o clube estava sediado na época da conquista.
  9. Por ter sido campeão da Série C de 1981, o Olaria seria promovido para a Série B, mas perdeu a vaga por ter sido rebaixado no Campeonato Carioca.[2]
  10. Segundo o regulamento da Série B de 1988, Pelotas, Rio Branco-ES, Treze e Uberlândia seriam rebaixados à Série C por terem ficado na última colocação de seus grupos na primeira fase. No entanto, não houve edição da terceira divisão em 1989 e as equipes permaneceram na segunda divisão. Em relação ao acesso, apenas União São João e Esportivo de Passos seriam promovidos para a Série B, mas como diversos outros times acabaram disputando o torneio, não se consideram tais acessos.[7][64]
  11. Segundo o regulamento da Série B de 1990, Americano, Anapolina, Coritiba e Treze seriam rebaixados à Série C por terem ficado na última colocação de seus grupos na primeira fase. No entanto, não houve edição da terceira divisão em 1991 e as equipes permaneceram na segunda divisão. Em relação ao acesso, apenas Atlético Goianiense, América Mineiro, América de Natal e Paraná seriam promovidos para a Série B, mas como diversos outros times acabaram disputando o torneio, não se consideram tais acessos.[10][11]
  12. Segundo o regulamento da Série B de 1992, CEOV e Taguatinga seriam rebaixados à Série C por terem ficado na últimas colocações da classificação geral. Em relação ao acesso, os vencedores de cada grupo da primeira fase da terceira divisão subiriam para a Série B. No entanto, não houve edição da segunda nem da terceira divisão em 1993 e as equipes acabaram disputando o Torneio Qualificatório para a Segunda Divisão de 1994 (exceto Fluminense de Feira e Rio Pardo).[13]
  13. Quatro times desistiram de disputar a Série B de 1996 alegando problemas financeiros: América-SP, Bangu, Ferroviária e GE Novorizontino. No mesmo ano, o Barra do Garças foi excluído após ter acumulado dívidas junto à Federação Mato-Grossense de Futebol. Com isso, ABC, Atlético Goianiense, Gama e Joinville foram promovidos à segunda divisão e o rebaixamento da Ponte Preta à Série C foi cancelado. Já o Democrata-GV, mesmo rebaixado para a terceira divisão, acabou não disputando nenhum torneio nacional em 1996.[65]
  14. Em uma manobra da CBF para evitar a exclusão do Atlético Paranaense e os rebaixamentos de Fluminense e Bragantino para a Série B, todos os rebaixamentos do Campeonato Brasileiro de 1996 foram cancelados, evitando assim as quedas de Central, Goiatuba e Sergipe para a Série C.[66]
  15. O rebaixamento para a Série C de 2000 foi cancelado por conta da realização da Copa João Havelange. A única equipe que não disputou o Módulo Amarelo (equivalente à Série B) foi a Tuna Luso, sendo então a única equipe rebaixada na prática. Dentre as equipes promovidas, o Fluminense subiu diretamente para o Módulo Azul (equivalente à Série A) e o São Raimundo-AM disputou o Módulo Amarelo.[67][19]
  16. O Guarany de Sobral conquistou o acesso para a Série B de 2002 após desistência do Malutrom, que pediu licenciamento junto à CBF.[68]
  17. A temporada de 2000 não é contabilizada nesta tabela, uma vez que não é reconhecida pela CBF como uma edição da Série C.
  18. Atlético-GO, Inter de Limeira, Juventus-SP, Portuguesa, Tuna Luso e Uberlândia, participaram do Módulo Verde e Branco de 2000, que não é reconhecido como série C pela CBF.

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